30 de janeiro de 2016

Provamos novamente o Hex Von Wein Cabernet Sauvignon 2011

Nome: Hex Von Wein R
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Picada Café, RS
Produtor: Vinícola Hex von Wein

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Degustado em: 19 de junho de 2015
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pães caseiros
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
As parreiras da Hex baseiam-se na biodiversidade, ou seja, a eliminação da monocultura e cultivo de várias espécies no mesmo habitat. Em resumo, na nossa produção voltamos aos antigos modelos de produção agrícola, equilibrando o meio ambiente naturalmente e amenizando as mudanças no sistema biológico. Assim, o solo produz uma fruta mais autêntica, particular, caracterizando o produto de acordo com a região e expressando o real terroir. Quando o solo recebe quimicamente os nutrientes que lhe faltam, até chegar ao ponto ideal de produção, ocorre a massificação da variedade, ou seja, qualquer lugar do mundo o produto tem as mesmas características. A Coopernatural lançou o vinho Cabernet Sauvignon orgânico certificado Safra 2007 na Bio Fach em São Paulo. As uvas desta safra foram selecionadas a dedo, as melhores uvas as mais sadias e as mais maduras, somente o melhor da produção, compõem este vinho de alto padrão enológico. A fermentação foi com controle de temperatura, não ultrapasando os 25º, o envelhecido vai ser barricas de carvalho Frances. Com graduação alcoólica de 12,6%. A produção de 2007 está limitada a uma produção de 1.575 unidades. Um dos primeiros vinhos finos orgânicos do Brasil.

Impressões da Rafaela 
Este é um vinho que volta e meia aparece aqui no blog. Quando acho que terminamos com todas as garrafas, Claudio surge com mais uma. Tudo bem, isto não é tão ruim assim. Afinal, trata-se de um vinho de que gostamos muito.

Comentário do Claudio
Provamos mais uma garrafa do Hex Von Wein, velho conhecido aqui do blog. É um vinho que me agrada: correto, verdadeiro e que sempre traz surpresas na taça. Já provamos algumas garrafas de duas safras diferentes (2007 e 2011) em momentos diferentes. Este vinho sempre nos surpreende e confirma seu estilo "velho mundo", que dá prazer em beber. Ainda tenho garrafas guardadas para acompanhar a evolução.

29 de janeiro de 2016

Duas boas escolhas para comemorar o Dia dos Namorados

Nome: Anthìlia Donnafugata / Champagne Deutz Rosé
País: Itália / França
Região: Sicilia / Champagne
Produtor: Donnafugata Deutz

Uvas/Corte: Catarratto 

Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Preço: Comprados durante viagens à Europa

Degustado em: 12 de junho de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Com quem: Claudio e Rafaela


Comentário do Produtor 
Anthìlia: Fresh and Mediterranean, this white wine expresses a precise personality tied to fruity and floral, round and elegant sensations. An ideal daily companion, we recommend it as the wine of choice for summer lunches and dinners with friends. Crispy and sapid, perfectly matches with slightly smoked fish, shellfish and baked first courses.

Impressões da Rafaela
Para comemorar mais um Dia dos Namorados escolhemos dois excelentes vinhos comprados em nossas últimas viagens. Foram duas boas escolhas, que sempre nos fazem pensar por que compramos apenas meia garrafa.

Comentário do Claudio

Beber vinhos em meia garrafa pode ser uma experiência interessante. Para comemorar o Dia dos Namorados escolhemos um Champagne e um branco da Sicília, dois belos vinhos. Em uma quantidade adequada, conseguimos ter duas experiências. Não tomei notas sobre os vinhos, mas são duas belas opções.

28 de janeiro de 2016

Finca Piedra - Tannat 2011

Nome: Finca Piedra
Safra: 2011
País: Uruguai
Região: Sierras de Mahoma, San José
Produtor: Finca Piedra

Uvas/Corte: Tannat

Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça

Onde foi comprado: Grand Cru
Degustado em: 20 de junho de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Paçoca de pinhão
Com quem: Claudio e Rafaela


Comentário do Produtor

Color muy oscuro de mora, este vino importado de Francia se adapto con mucho excito al terroir uruguayo. Alto en taninos, fruto rojo y pimienta, con un toque de coco, mora, café, miel caramelo. Aromas evolucionados en armonía en su evolución.

Impressões da Rafaela
Vinho encorpado, tânico, bem forte! Eu gosto de vinhos com este perfil. Então achei que ele estava perfeito e foi uma ótima companhia para a paçoca de pinhão - que finalmente fizemos, depois de meses com os pinhões guardados no freezer. Acho que agora teremos paçoca de pinhão por mais um tempão. Ficou muito boa.

Comentário do Claudio
Não conhecia esta vinícola. Em visita a Punta del Este, vi esta garrafa e fiquei curioso para provar o vinho. Aproveitamos a paçoca de pinhão que suportaria bem um vinho de Tannat e resolvemos abrir esta garrafa. O vinho se mostrou muito interessante, potente, intenso, tânico como um bom Tannat deve ser. Vivo em boca, de estilo moderno sem ser cansativo, é um vinho que tem muita vida em garrafa. Vale esperar mais alguns anos para provar. Bem tânico, pede um bom prato de comida para acompanhar. Um vinho que vai evoluir bem na garrafa. Vale provar!

27 de janeiro de 2016

Pascal Jolivet Sancerre 2012

Nome: Pascal Jolivet Sancerre
Safra: 2012
País: França
Região: Vale do Loire

Produtor: Pascal Jolivet

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc

Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Preço: Aeroporto Charles de Gaule, em Paris, em agosto de 2013

Degustado em: 18 de junho de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Thai
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Eu vivo dizendo que não gosto de sauvignon blanc, mas volta e meia aparece um para me contrariar. Como este francês. Talvez eu goste apenas de sauvignon blancs franceses... Este vinho estava muito bom. Harmonizou muito bem com a comida thai.

Comentário do Claudio

Um Sauvignon Blanc do Vale do Loire tem sempre uma personalidade própria. Sou fã dos vinhos daquela região francesa. Este branco não decepcionou. Um vinho com um nariz muito intenso e perfumado, com notas levemente doces. Em boca se mostrou muito elegante, as notas adocicadas apareceram na boca também. Um vinho muito agradável, que mistura intensidade com sutileza, é delicado, mas com muita presença. Boa acidez e notas de frutas adocicadas. Um bom e prazeroso vinho.

26 de janeiro de 2016

Visita dos amigos Cris e Val

 Em maio, no fim de semana do Dia das Mães, recebemos a visita dos nossos amigos Valdirene e Cristiano (Vivendo Vinhos).

Impressões da Rafaela
Cris e Val chegaram e nem passamos em casa. Fomos direto para a Casa do Filé, onde a taxa de rolha é bem razoável (R$ 22, em maio de 2015) e a comida, honesta. Claudio escolheu um vinho português, que havia ganhado do João Filipe Clemente (Falando de Vinhos) no Bolão da Copa entre Blogueiros. O jantar foi animado.Val e Cris, em plena dieta, deixaram metade do prato - algo que, confesso, nunca pensei que o Cris faria. :)
Na manhã seguinte, depois de me esperarem longos minutos (fui imprimir o cartão para a mãe do Claudio), fomos tomar café no La Bicyclette, lugar que adoramos no Jardim Botânico. Como nunca é demais, passeamos pelo Jardim Botânico na sequência. Ô lugarzinho querido! Depois seguimos para o Maracanã, para uma visita.
Ao final dessa visita, como já estávamos para aqueles lados da cidade, fomos ao Centro para almoçar. Claudio fez tanta propaganda do bife à milanesa do Bar Luiz, que não deu para escolher outra coisa. As comidinhas do Bar Luiz são realmente imperdíveis. Comemos um pouco ali, antes de seguirmos para a Confeitaria Colombo.
Passeamos mais um pouquinho, compramos uns acepipes no Terzeto para complementar nosso jantar e à noite ficamos em casa. Claudio falará mais sobre o Montessu 2008 e o Mercurey 1er Cru.
No dia seguinte, passeamos um pouco pela Urca antes de seguirmos até o Jockey, onde seria o almoço de Dia das Mães na companhia de várias mamães Werneck. Em seguida, Cris e Val já voltaram para casa.


Comentário do Claudio
Fim de semana em ótima companhia e com ótimos vinhos para harmonizar com a visita. Cris e a Val vieram nos visitar e, entre um passeio e outro, bebemos bons vinhos que acompanharam boas conversas. Primeiro vinho que bebemos foi um português, que nos foi presenteado pelo João Filipe. Um português surpreendente pela sua elegância. Na noite seguinte, dois bons vinhos, o italiano Montessu que o Cristiano trouxe e borgonha muito bom que nos foi presenteado pelo Guilherme.

21 de janeiro de 2016

Experiência ótima como sempre na Casa do Chef Bistrô

Nome: Castoro Cellars / Falernia Reserva
Safra: 2006 / 2010
País: Estados Unidos / Chile
Região: San Miguel / Elqui Valley

Produtor: Castoro Cellars / Viña Falernia

Uvas/Corte: Petite Sirah / Carmenère e syrah

Teor alcoólico: - / 14,5%
Rolha: Cortiça
Preço: - / Presenteado pelo Deco Rossi como prêmio do Bolão da Copa 2014

Degustado em: 5 de junho de 2015
Onde Bebeu: Restaurante Casa do Chef Bistrô, em Teresópolis
Harmonizado com: Menu do dia da casa
Com quem: Claudio, Rafaela, Gilberto e Julia


Comentário do Produtor 
Falernia: Grapes come from 3 different vineyards of the Elqui Valley; they have been handpicked, de-stemmed and crushed separately. The winemaking was as the same as the Syrah and the Carmenere. After aging in barrels (40% of the volume for 6 to 8 months) and stainless steeln the wine has been blended just 3 months before bottling. Tasting Note: Bright and deep colour. The wine shows a good fruit concentration; on the nose black pepper, red fruit, dark chocolate. Great body with soft tannins on the palate.

Impressões da Rafaela
Acompanhados pela Julia e pelo Gilberto viajamos a Teresópolis com dois propósitos: almoçar na ótima Casa do Chef Bistrô e conhecer a Villa St. Gallen. Chegamos a Teresópolis já para o almoço. Joffre e Leo, os simpáticos chefs da Casa do Chef Bistrô, nos apresentaram o cardápio e passamos três horas muito agradáveis, bebendo bem, comendo melhor ainda. Depois de uma passadinha no hotel, no início da noite, seguimos para a Villa St. Gallen. No geral, gostamos, mas há vários pontos no atendimento que poderiam ser melhorados. Tudo demora, o atendimento é feito de maneira meio distraída. A comida é boa e as cervejas também. Voltamos no dia seguinte ao Rio, chegando à Barra na hora do almoço. Fomos almoçar no Rei dos Assados. Gilberto, Julia e eu dividimos um vinho chamado Quinto Elemento, vinho simples, que atendeu ao que procurávamos, um bom acompanhamento para o almoço.

Comentário do Claudio

Dois bons vinhos que harmonizaram perfeitamente em uma tarde mais que agradável em Teresópolis, mais precisamente na Casa do Chef Bistrô, restaurante do meu amigo Joffre. É sempre uma ótima experiência ir à Casa do Chef Bistrô, e quando temos bons vinhos, melhor ainda. O primeiro vinho que bebemos foi um diferente corte de Syrah com Carmènere, vinho chileno que ganhei do amigo Deco Rossi. De boa estrutura e bem equilibrado foi um vinho que me surpreendeu. O segundo vinho da tarde foi escolhido pelo Joffre, um americano da uva Petite Syrah. Vinho bem agradável, com notas mais adocicadas, algo de geleia, mas sem ser enjoativo. Vinho fácil de beber e que acompanhou bem a comida. Almoço dos mais agradáveies. Recomendo a quem estiver por Teresópolis procurar o Joffre em seu Bistrô.

19 de janeiro de 2016

Viagem a Liberdade com amigos queridos

De 1º a 3 de maio de 2015 viajamos a Liberdade, em Minas Gerais. Fomos acompanhados do Tito e do Ricardo. Marcelo, Carol e Lucas seguiram em outro carro. Miguel, Paula, Rafa e Tuti, que conhecem todos os atalhos até Liberdade já estavam cansados de nos esperar. Chegamos a tempo de comer uma bobaginhas antes do almoço. Descansamos, rimos, comemos muito bem. Claudio estava feliz da vida, pois pode testar sua receita de pizza em um forno à lenha, sonho antigo, que só quem gosta de cozinhar entende. As pizzas estavam excelentes, assim como o churrasco no dia seguinte. Estreamos o jogo que eu havia ganhado da Tati e do Rodrigo, um desafio carioca, só para iniciados. Foi bem divertido. Para animar ainda mais, ainda havia a criançada toda - faltou apenas o Henrique do Mário para a turma ficar completa. Ainda deu tempo de dar uma passeadinha na cidade, ver o comércio, assustar-se com a imagem realista de Jesus e ver o movimento do centrinho de Liberdade. Tomara que não demoremos outros três anos para voltar ao sítio.

Um fim de semana com os amigos em um lugar muito bonito e agradável. Bebemos algumas garrafas de vinho, mas o mais marcante desses dias foi ter conseguido pela primeira vez fazer minhas pizzas em um forno à lenha. Ficaram muito boas, fique muito satisfeito com o resultado e acho que todos gostaram também. Dentre os vinhos provados, estavam um La Joya Carmenère, um Canepa Carmenère e um do Douro chamado Brunheda.

Tabali Syrah 2011

Nome: Tabalí
Safra: 2011
País: Chile
Região: Limarí Valley

Produtor: Tabalí

Uvas/Corte: Syrah
Rolha: Cortiça

Degustado em: 9 de junho de 2015
Onde Bebeu: Pizza Park, na Cobal Humaitá, no Rio
Harmonizado com: Pizza
Com quem: Claudio e Rafaela


Comentário do produtor
Este vino posee un intenso color rojo rubí. En boca es de gran cuerpo, con intensos sabores a ciruelas y cerezas negras. Es elegante y con un balance excepcional, que muestra todo el potencial del Valle del Limarí, otorgándole una gran estructura y un prolongado final en boca.

Impressões da Rafaela
Estávamos em uma daquelas noites em que a falta de imaginação combinada com a preguiça nos fazem ficar com zero ideias sobre o que fazer para o jantar. Acabamos escolhendo ir até a Cobal comer uma massa no Pizza Park. Como a taxa de rolha lá é bem baixa (R$ 15), escolhemos um vinho para acompanhar o jantar. Levamos uma meia garrafa e no final nem foi cobrada a rolha. 


Comentário do Claudio
Este Syrah do Vale do Limari no Chile é daqueles vinhos certeiros. Um vinho bem feito, fácil de tomar, versátil e que vai agradar, por um preço justo. Tínhamos esta meia garrafa em casa e resolvemos levar na Cobal para acompanhar uma despretensiosa massa que servem por lá. Funcionou bem: um jantar agradável, descomplicado. Um vinho que vale ter na adega.

18 de janeiro de 2016

Boa surpresa uruguaia: Ocho Jóvenes 2014

Nome: Ocho Jóvenes
Safra: 2014
País: Uruguai
Região: -

Produtor: H. Stagnari

Uvas/Corte: Viognier 4%, Merlot 6%, Cabernet Sauvignon 11%, Cabernet Franc 12%, Syrah 12%, Marselan 15%, Petit Verdot 20%, Tannat 20%
Rolha: Cortiça

Onde foi comprado: La Tienda Inglesa, no Uruguai, em 24 de dezembro de 2014, quando estávamos a caminho de Punta del Este
Degustado em: 6 de junho de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza do Tango
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Saímos de casa dispostos a comprar uma pizza no Ferro e Farinha, no Catete, mas quando chegamos lá, a moça nos informou que não estavam com embalagens disponíveis para entrega naquela noite. Como havíamos pensado em comer em casa, alteramos os planos e fomos até o Tango, bar de empanadas e pizzas no Flamengo. Compramos algumas empanadas para congelar e uma pizza para aquela noite. O vinho mostrou-se muito gostoso. Foi uma boa surpresa, pois não tínhamos grandes expectativas. Claudio escolheu este vinho de forma rápida no ano passado quando chegamos ao Uruguai - e precisávamos rapidamente comprar algumas comidinhas para nossa ceia de Natal. Este é um vinho para beber e gostar. Ah, na ceia bebemos outro, pois o Claudio não havia escolhido apenas um.   

Comentário do Claudio

Comprei este vinho pela curiosidade de ser feito com oito uvas diferentes. Estávamos no Uruguai, em um supermercado, quando o avistei e fiquei curioso para prová-lo. Como o nome diz, é um vinho de perfil jovem, paladar franco e direto, com notas de frutas, que prima pelo frescor e boa acidez. Não procure complexidade nele. Nem é esta a proposta. Um vinho descomplicado, fácil de se beber e principalmente curioso pelo seu corte de uvas. Foi uma boa companhia para a pizza.

1 de janeiro de 2016

Opção natural e gostosa: Terre D'Ombre 2012

Nome: Terre D'Ombre
Safra: 2012
País: França
Região: Rhône

Produtor: Domaine L'Anglore

Uvas/Corte: Grenache

Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça

Onde foi comprado: Le Vin au Vert, loja de vinhos orgânicos em Paris, em agosto de 2013
Degustado em: 4 de junho de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa caseira
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Vinho com uma cor incrível. Apesar do aspecto turvo, o vinho tem sabor limpo, gostoso, levemente ácido, maravilhoso, realmente gostei muito. É daquelas descobertas de viagem que talvez você nunca mais venha a provar. A menos, quem sabe, que o Claudio resolva dar uma nova passadinha nesta loja de vinhos em uma próxima viagem a Paris.


Comentário do Claudio

Um vinho diferente, surpreendente e cheio de personalidade. Na última vez que estive em Paris conheci o dono de uma pequena loja de vinhos naturais. Comprei algumas garrafas por indicação dele para trazer. Pedi que me indicasse vinhos diferentes, que nos surpreendessem. Este vinho natural do Rhône, feito com uvas Grenache, realmente surpreendeu. A começar pela cor muito peculiar, intenso e turvo, leve alaranjado, cativante. No nariz, notas que não conhecia e difíceis de identificar. Na boca, ele foge dos padrões, vinho de fruta fresca, bem francês de estilo próprio e com personalidade. Foi uma bela experiência, do tipo que só provando vinhos diferentes conseguimos ter. Um belo vinho.