31 de maio de 2014

Noite com inspiração e hospitalidade uruguaia

Nome: La Caballada / Los Vientos
Safra: 2011 / 2010
País: Uruguai / Uruguai
Região: Salto / Atlantida
Produtor: H Stagnari / Viñedo de Los Vientos
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat / Tannat
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em:  7 de março de 2014
Onde Bebeu: Casa do Tiago e da Débora
Harmonizado com: Panquecas de ricota, salada mista e arroz negro
Com quem: Claudio, Rafaela, Tiago e Débora

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela

Realizamos um sonho neste dia. Gostamos muito de convidar amigos para virem jantar aqui em casa, mas com raras exceções somos convidados para jantares na casa de nossos amigos. Então não poderíamos ter ficado mais felizes quando Tiago e Débora nos chamaram para jantar na casa deles. Débora caprichou! Tudo estava delicioso. Para completar, ela ainda pensou em uma sobremesa que não tem erro: doce de leite! Levamos um vinho uruguaio que tínhamos em casa e ela abriu outro muito gostoso. Foi ótimo! Muito obrigada!

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo
Uma noite verdadeiramente uruguaia! Assim foi o nosso agradável encontro e jantar na casa dos amigos Tiago e Débora, que é uruguaia. Bebemos dois vinhos durante o jantar e, mesmo sendo dois Tannats Uruguaios, os vinhos tinham perfis bem diferentes. O primeiro vinho da noite foi o La Caballada, um Tannat mais leve e amigável, com taninos macios, um  tinto bem agradável. Na sequência, abrimos o Tannat dos Viñedo de Los Vientos, vinho que há 2 anos foi uma das garrafas recebidas do clube W. Lembro-me de que na época li algumas críticas ao vinho e resolvi esperar um pouco antes de abrir. Vinho de um estilo que gosto muito e que ainda poderia ficar mais um tempo na garrafa. É um Tannat de estilo mais rústico e gastronômico. Taninos marcados, o vinho evoluiu muito em taça, o que sugere colocar no decanter um tempinho antes de se beber. Foi bem com a comida. Gosto dos vinhos desta vinícola e com este não foi diferente. Acho que ainda vai ficar melhor com mais alguns anos. Nossa noite uruguaia ainda contou com músicas daquele país e um Lapataia de sobremesa.

29 de maio de 2014

Tem suco no blog: 27 - Catafesta

Suco de uva integral Catafesta
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes)
Vinícola Catafesta, São Marcos/RS
Supermercado Prezunic 1l (R$ 14,90)
136kcal em cada 200ml

Ao provar este suco, brincamos que se trata de um suco infantil, pois é mais levinho, menos denso, mais aguado, levemente adocicado. Talvez seja um suco que realmente vai fazer sucesso em uma festa para crianças. Bem feito, gostoso, ideal para quem procura um suco de estilo mais leve. Recomendamos!

28 de maio de 2014

Kastanienbusch GG- Riesling 2009 #cbe

Nome: Kastanienbusch 
Safra: 2009
País: Alemanha
Região: Pfalz
Produtor: Weingut ökonomierat Rebholz
Importador: -

Uvas/Corte: Riesling
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha
Quando foi comprado: Abril de 2012
Degustado em:  6 de março de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Comida Thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela

Consegui correr mais do que esperava hoje. Fiquei impressionada, pois estava parada há semanas, para não dizer meses. Este é um daqueles vinhos fofinhos, que sempre vai agradar, é leve, um pouco docinho. Trata-se de um vinho ecológico, mas não sei se foi isso que me levou a comprá-lo quando estive na Alemanha. Acho que foi mais pelo rótulo mesmo. Nesses dias pós-carnaval, a cidade está um caos com a greve dos garis.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: Amarelo pálido.
Exame olfativo: Notas de uvas verdes e leves notas clássicas de petróleo.
Exame gustativo: Mais um vinho bebido para a Confraria Brasileira de Enoblogs (#cbe). Desta vez, o tema foi escolhido pelEvelyn Fligeri, do Taças e Rolhas: Riesling. Tinhamos este bom vinho alemão na adega e resolvemos abri-lo. Em boca, se mostrou leve, delicado e muito elegante. Um vinho muito agradável, com leves notas florais. A maior qualidade é a delicadeza.

27 de maio de 2014

2 Cabernets Francs argentinos no restaurante Oui Oui

Nome: Nicasia / Saint Felicien
Safra: - / 2011
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Catena Zapata
Importador: -

Uvas/Corte: 90% Cabernet Franc, 7% Merlot e 3% Petit Verdot / Cabernet Franc
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelo Déco Rossi
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 1º de março de 2014
Onde Bebeu: Oui Oui, em Botafogo
Harmonizado com: Pratos diversos
Com quem: Claudio, Rafaela, Déco e Camila

Comentário do Produtor
Nicasia - Se perciben en este vino elegantes notas herbáceas y de anís aportadas por el Cabernet Franc, junto a vivaces frutos negros y especias conferidos por el Merlot y el Petit Verdot. El paso por roble incrementa aún más la complejidad de este vino, otorgando delicados toques ahumados y de tostado. La sólida estructura de este vino permite acompañarlo con carnes rojas, rissotos y platos elaborados.

Impressões da Rafaela

Déco é apaixonado por carnaval. Com 10 desfiles no currículo, neste ano veio ao Rio para fazer parte da ala de legos da União da Ilha. Mais animado impossível! Antes de ele mergulhar na programação de carnaval, fomos jantar juntos no Oui Oui. Para harmonizar, duas garrafas de Cabernet Franc recém-chegados da Argentina. Pessoalmente, eu preferi o Nicasia, apesar de sempre gostar muito dos produtos Saint Felicien. Estes foram os únicos vinhos que bebemos juntos. Nos demais dias, a cerveja acabou sendo a bebida oficial.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Cabernet Franc é uma uva interessante, que gera vinhos com características bem marcantes. Sua grande expressão é no Vale do Loire na França, mas vemos bons exemplares em diversas partes do mundo. Sempre que tenho oportunidade, procuro descobrir vinhos desta cepa, gosto de provar e ver diferenças entre as regiões que os produzem. Meu amigo, blogueiro e representante da Wines of Argentina no Brasil
Déco Rossi também é fã desta uva e nas viagens regulares que faz para a Argentina costuma explorar os vinhos da Cabernet Franc produzidos por lá. Sempre comentamos que bons vinhos desta cepa estão surgindo, fato comprovado na última edição do Argentina Wine Awards, onde a Cabernet Franc fez bonito e arrancou elogios de diversos críticos. Déco veio passar o Carnaval no Rio e trouxe na bagagem duas garrafas. Escolhemos abrir as garrafas no excelente restaurante Oui Oui. Dois bons vinhos, dois bons representantes da cepa, com claro sotaque portenho. A Cabernet Franc ganha um perfil mais intenso e moderno na Argentina. Tanto o Nicasia quanto o Saint Felicien mostraram isto. Vinhos interessantes, sendo o Nicasia um pouco mais leve e redondo, enquanto o Saint Felicien apresentou taninos macios e um pouco mais de corpo e complexidade. Recomendo provar não só estes, mas outros vinhos feitos desta uva. Obrigado, Déco, pelos vinhos.

Encontro espanhol em Botafogo na recém-inaugurada Deli Delícia


Faz pouco mais de duas semanas que abriu aqui perto de casa uma delicatéssen chamada Deli Delícia. Fica no começo da São Clemente, nº 114, pertinho da estação de metrô Botafogo, onde havia uma agência da Caixa. Passamos para conhecê-la tão logo abriu e ficamos bem impressionados. No Rio, não é fácil encontrar lugares assim. Já há boas padarias, com produtos atraentes, mas algo tão amplo e que enche os olhos ainda não tínhamos visto aqui na Zona Sul.



Recentemente fomos convidados para participar do Encontro Espanhol que seria realizado ali neste final de maio. No meio da tarde, lá fomos nós experimentar o ótimo jamón ibérico do Grupo Josep Llorens I Fills, que estava sendo servido pelo proprietário, o simpático Jose Ramon. Entre uma fatia e outra, Jose contava um pouco sobre a produção dos Jamóns. Foram apresentadas duas opções chouriço e um delicioso pata negra cinco estrelas. Os preços são variados, há peças de 25,90 até 4 mil reais, para todos os gostos.




Também estavam sendo apresentados vinhos da Vinícola Marqués de Tomares. Provamos o Crianza 2010, vinho fácil de se beber, taninos redondos e bom equilíbrio, vinho que empolgou a Rafaela. Na sequência, provamos o Dona Carmen 2002, vinho com 90% da uva Graciano, com muita personalidade, notas de embutido e muito gastronômico. O último tinto provado foi o excelente Gran Reserva 2001, um grande vinho de muita estrutura que não parece já ter 13 anos de vida. Todos vinhos de muita personalidade. Rafaela ficou animada também com o cava Don Roman, que tinha leves toques adocicados. Os vinhos são representados pela Casa Flora, que por acaso também fica na vizinhança, em uma simpática casinha da Rua Alfredo Gomes.

A abertura da Deli Delícia ocorreu em um momento especial de Botafogo, que atrai cada vez mais empreendimentos bacanas, como a Livraria da Travessa e vários bares e restaurantes que abriram na Rua Nélson Mandela. Estamos muito felizes.

26 de maio de 2014

Um belo vinho argentino: Finca la Anita Línea Tonel 2000 #cbe

Nome: Finca La Anita
Safra: 2000
País: Argentina
Região: Agrelo, Mendoza
Produtor: Finca La Anita
Importador: -

Uvas/Corte: Syrah 70%, Malbec 30%
Teor alcoólico: 14,2%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: - /8355
Preço: -
Onde foi comprado: Winery, em Buenos Aires
Quando foi comprado: dezembro de 2012
Degustado em:  28 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa caseira com polpettone
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Este vino fue ideado por Miguel Brascó, amigo y gran connaisseur, quien con extrema generosidad nos propuso desarrollar un vino elegante, atípico en nuestro país y de estilo europeo tradicional, añejando tintos de altísima calidad y concepción moderna, de nuestra finca de Alto Agrelo, en grandes toneles de roble centenario. Tras madurar un año en barricas nuevas de Alliers, este blend descansó tres años en toneles antiguos prolijamente restaurados por maestros toneleros de Mendoza.

Impressões da Rafaela

É preciso deixar registrado aqui que hoje o Claudio fez o primeiro pão com fermento natural. O dia começou com uma endoscopia, descanso, arrumações e um jantar saboroso à noite. Este vinho é ótimo!

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Aproveitando para colocar os nossos posts em dia, mais um vinho que bebemos para a Confraria Brasileira de Enoblogs (#cbe), desta vez foi a edição de março, que era para ser postada em 1º de abril. Quem acompanha o blog, já me viu falando bem desta vinícola. Sou fã dos vinhos da Finca la Anita, que em geral têm muita personalidade, conseguindo aliar elegância com potência. Desta vez, o vinho escolhido foi o Linea Tonel. A Linea Tonel foi desenvolvida por influência do crítico argentino Miguel Brascó, que desafiou a vinícola a fazer um vinho ao estilo europeu, elegante e que envelhecesse em tonéis grandes de carvalho centenário. O resultado? Um grande vinho! Com 14 anos de vida, o vinho se mostrou extremamente elegante, de claro estilo Velho Mundo, um vinho verdadeiro. Boa entrada em boca, notas de café misturado com algo picante como pimenta preta. Taninos finos. Final de boca longo. O vinho evoluiu muito bem na taça. Vinho que pede uma comida para acompanhar e que ainda aguenta mais uns aninhos na garrafa. Um belo vinho, de um estilo que gosto muito. Recomendo não só este vinho, mas todos os da Finca la Anita.


Quer provar um interessante espumante rosé de Santa Catarina? Villaggio Grando Brut Rose 2012

Nome: Villagio Grando Brut
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Água Doce, em Santa Catarina
Produtor: Villagio Grando
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e merlot
Teor alcoólico: 12,1%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 31,90
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: -
Degustado em: 23 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza de cogumelos Arteziana
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

Visual - De cor límpida e rosada com perlage fina e intensa
Nasal - Levemente floral e frutado com aromas amplos e muito agradáveis, lembrando morango e goiaba serrana combinados com um toque de levedo.
Boca - Em boca prima pelo frescor e leveza. Com ótima cremosidade e grande persistência.

Impressões da Rafaela

Saímos bem intencionados de casa. Queríamos ir fazer compras no Zona Sul, para prepararmos um jantarzinho. Quando chegamos ali na esquina da Bambina, nos deparamos com o Boca de Espuma, tradicional bloco que passar pelas ruas desse cantinho do bairro. Acabamos tendo que mudar os planos. Compramos uma pizza em um lugar aqui pertinho e trouxemos a pizza para casa. Como estava um calorão, resolvemos abrir um espumante refrescante. Gostoso rosé, bela cor. Gostamos da pizza, que não comíamos há anos.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: Salmão vivo, perlage fina e intensa.
Exame olfativo: Bem peculiar, de boa intensidade e difícil definição.
Exame gustativo: Quer conhecer um espumante catarinense bem interessante? Este Villaggio Grando Rosé, feito pelo método charmat, com um diferente corte de Merlot com Pinot Noir, mostrou muita personalidade. Em boca ele tem estrutura, boa cremosidade e um final de boca muito peculiar que lembrava algo como doce de coco queimado. Boa intensidade, bom corpo, é um espumante muito bem feito, diferente e envolvente. Vale provar. Foi bem com a nossa pizza. 

25 de maio de 2014

Tem suco no blog: 26 - Superbom

Suco de uva integral Superbom
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes)
Produtos Alimentícios Superbom Ind. e Com., São Paulo/SP
115kcal em cada 200ml

É um suco não ligado à vinícola. Mostrou muito depósito no final. Pareceu mais redondo e comportado em todos os sentidos. Não tem amargor, não é doce demais. Bom suco para quem não está muito habituado a opções naturais, mas gostaria de se iniciar nesta bebida. Vai agradar qualquer paladar. É uma marca que relembra a infância (dos cariocas), bem visto na época, quando se costumava tomar com um pouco de água. O rótulo é meio sem graça. Acreditamos que um rótulo bonito impacta o consumidor no momento da compra. Este suco, por exemplo, foi ficando na geladeira por meses, pois sempre pegávamos as garrafas mais atraentes.
Recomendamos.

Tall Horse - Shiraz 2012

Nome: Tall Horse
Safra: 2012
País: África do Sul
Região: -
Produtor: Tall Horse Wines
Importador: -

Uvas/Corte: Shiraz
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Pizzaria Fiammetta, no Rio
Quando foi comprado: -
Degustado em: 6 de março de 2013
Onde Bebeu: Pizzaria Fiammetta, no Rio
Harmonizado com: Salada com camarões, bruschetta de queijo gorgonzola com nozes
Com quem: Rafaela, Ana Rosa e Tati

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela

Encontrinho gostoso com as queridas amigas Tati e Ana Rosa. Nossa, quanto assunto! Sempre. E dos mais variados. Tão bom. Quando nos reunimos, nossa bebida é o vinho. Desta vez não foi diferente. Vinho ideal para acompanhar uma conversa com temas variados, gostoso, tranquilo, certeiro. 

No restaurante Farfarello em Itaipava, um velho conhecido: Finca la Linda - Malbec 2012


Nome: Finca La Linda
País: Argentina
Região: Lujan de Cuyo
Produtor: Luigi Bosca
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 42
Onde foi comprado: Farfarello, em Itaipava
Quando foi comprado: -
Degustado em:  21 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Farfarello, em Itaipava
Harmonizado com: Massas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Finca La Linda Malbec is an intense purple colour red wine with distinct aromas of cherries and spices, very typical from this variety. It is perceived in the mouth with a marked fruit intensity and a smooth texture that envelopes the palate. Balanced and matured tannins are perceived as a result of the three-month ageing in French and American oak casks. This varietal shows great typicity and modern profile, velvety, elegant, with a good structure and volume.

Impressões da Rafaela
Fazia tanto tempo que não bebíamos um Finca La Linda. Este é um vinho muito querido por mim, tem valor emocional. E que bom que ele nunca me decepciona. Fomos os primeiros a chegar ao restaurante e um dos últimos a sair. Comemos devagar, degustando as ótimas massas, assim como o vinho. Foi tão bom! Depois seguimos para Secretário, para a casa da madrinha do Claudio, onde passamos o fim de semana em boa companhia.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Fomos passar o final de semana na Serra, mais precisamente em Secretário, na casa da minha madrinha. Subimos na sexta feira à noite e resolvemos parar e jantar em Itaipava. Escolhemos um tradicional restaurante de massas, o Farfarello. Local agradável, que me remete a infância, clima ameno, o restaurante faz ótimas massas. Resolvemos olhar a carta de vinhos e logo batemos o olho neste vinho, um velho conhecido aqui no blog (foi o terceiro vinho publicado por aqui, bebido em 2005), o Finca la Linda Malbec. Um vinho bem feito pela Luigi Bosca, fácil de se gostar, versátil, correto, um Malbec sem exageros, uma pedida sem erros. Noite muito agradável em Itaipava.

24 de maio de 2014

Planeta La Segreta Rosso 2011, o segundo vinho que ganhamos do amigo-secreto da Wine.com


Nome: Planeta La Segreta Rosso
Safra: 2011
País: Itália
Região: Sicilia
Produtor: Planeta
Importador: -

Uvas/Corte: 50% Nero d’Avola, 25% Merlot, 20% Syrah, 5% Cabernet Franc
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Presente de amigo-secreto da Wine.com, nos enviado pelo Alexandre e pela Vanessa
Onde foi comprado: wine.com.br
Quando foi comprado: -
Degustado em:  15 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa caseira e pesto
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
La Segreta prende il nome dal bosco che circonda la nostra vigna all’Ulmo. Questo vino giovane e fresco ottenuto principalmente da uve Nero d’Avola, bandiera della Sicilia del vino, guadagna personalità  e stile con l’aggiunta delle uve internazionali. Tutte le uve sono sapientemente coltivate nei vigneti di proprietà  di Planeta. La Segreta è compagno versatile del bere quotidiano, adatto alle più diverse occasioni. E’ un perfetto approccio alla Sicilia del vino con il suo giusto rapporto tra qualità  e prezzo, garantito dal lavoro paziente della famiglia Planeta, dalla vigna sino al vino.

Impressões da Rafaela
Nas últimas semanas, nosso cardápio de fim de semana varia entre massas caseiras e pizzas caseiras. Não que eu ache ruim. Na verdade, estou adorando. Neste sábado, concluí o curso de organizadora profissional (se alguém quiser uma ajudinha, preciso treinar, é só me mandar um e-mail!). Nesta semana, morreu o querido Nico Nicolaiewsky, do show Tangos e Tragédias, que eu adorava. Durante o jantar, ouvimos algumas de suas interpretações. Vai fazer tanta falta. Lamentei muito que tenha chegado a hora dele de partir. Hoje o Claudio chegou ao final da preparação do fermento Levain - que agora mora aqui em casa conosco.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Resolvemos fazer uma massa caseira e nada melhor do que um vinho italiano para acompanhar. Resolvi abrir este Planeta, que foi parte do presente de amigo oculto, ação muito bacana  promovida pela Wine.com no final do ano. Este vinho foi escolhido pelos amigos Alexandre e Vanessa do Diário de Baco. Já o conhecia e foi bom prová-lo mais uma vez. Um típico vinho italiano, feito para acompanhar a sua massa ou pizza, um par perfeito. Em boca mostra um corpo médio, boa fruta vermelha fresca e acidez marcante. Um vinho correto e fácil de se beber... Irá bem com sua massa, experimente.

Veramonte Red Blend 2012


Nome: Veramonte Red Blend
Safra: 2012
País: Chile
Região: Central Valley
Produtor: Veramonte
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 45%, Merlot 25%, Carmenère 20%, Syrah 7% e Cabernet Franc 3%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Zona Sul,em Botafogo, Rio de Janeiro
Quando foi comprado: -
Degustado em: 15 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Zona Sul,em Botafogo, Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pizzas e bruschettas
Com quem: Claudio, Rafaela, Cristina, Flávio e Bernardo

Comentário do Produtor
To create a Red Blend that reveals layer after layer of rich flavors and luscious textures, we combined five distinct varietals from our three estate vineyards in Chile. Merlot from our cool climate Casablanca estate adds bright notes of cherry and raspberry; Cabernet Sauvignon and Syrah from our Apalta estate adds dark notes of fig, blackberry and black current, as well as richness and structure; Carmenere and Cabernet Franc from our Marchigue vineyard in Colchagua Valley completes this blend with roundness, earthiness and a hint of spice. To create a seamless blend of superior character, we co-fermented several varieties together, such as Carmenere with Cabernet Franc, and Merlot with Syrah. The result is a beautiful blend with richness and depth.

Impressões da Rafaela
Finalmente, depois de meses de tentativas, conseguimos nos encontrar com Cris e Flávio e rever o Bernardo. Moramos todos pertinho do Zona Sul de Botafogo. Então nosso ponto de encontro foi ali. Flávio e eu comemos bruschettas carregadas no alho, mas boas. Cris e Claudio foram no mais tradicional, as pizzas do supermercado. Bernardo dormiu tão logo chegou, depois de ter resistido bravamente ao sono antes de sair de casa. Como sempre, ficamos muito felizes em revê-los. Quanto ao vinho, eu gostei muito. Já o Claudio...

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Gosto muito dos vinhos desta vinícola, já degustamos vários, sempre com bom resultado e bons preços. Vinhos com personalidade e um estilo próprio. Há alguns meses, vi este novo rótulo e fiquei muito curioso em prová-lo. Aproveitando o encontro com o Flávio e a Cris na pizzaria do supermercado Zona Sul, resolvemos beber um vinho. Para matar minha curiosidade, sugeri este Red Blend da vinícola Veramonte. Para minha surpresa, o vinho tem um estilo completamente diferente do que eu poderia esperar. Ele segue a linha de um vinho moderno, com muita extração, uvas supermaduras com notas doces e de geleia em boca. Achei um vinho muito cansativo, com notas doces muito marcadas e até enjoativo. Muito diferente do que estava esperando. Realmente não gostei do estilo e acabou sendo uma decepção. Acredito que este estilo vai agradar muitas pessoas...
Nota: -

23 de maio de 2014

Aracuri - Cabernet Sauvignon 2008


Nome: Aracuri
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Muitos Capões, nos Campos de Cima da Serra
Produtor: Aracuri Vinhos Finos
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 006511
Preço: Gentilmente nos oferecido pela vinícola
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em:  12 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas compradas e trazidas do Zona Sul
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Perfil Sensorial: aromas complexos e elegantes, destacando-se cassis e ameixa, com notas de pimenta preta, que se repetem no paladar. Vinho estruturado com taninos macios e acidez equilibrada.

Impressões da Rafaela

Esta foi uma daquelas quartas-feiras felizes. Saí do trabalho e fui direto para o cinema assistir à A menina que roubava livros, filme baseado em um livro que gostei bastante. À noite, pensamos em jantar  no Zona Sul, mas bateu uma vontade de beber um vinhozinho. Ao invés de comprar um vinho no supermercado, resolvemos pegar as pizzas e vir para casa, onde temos um bom estoque de vinhos. Acabamos escolhendo este ótimo Aracuri. Eu sei que posso parecer suspeita, mas os produtos desta vinícola fazem realmente sucesso aqui em casa. 

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: Grená vivo
Exame olfativo: Notas de frutas maduras, leve adocicado. Bem agradável.
Exame gustativo: Mais um vinho provado da vinícola Aracuri. Mais um vinho que comprova a boa qualidade das uvas da região dos Campos de Cima da Serra. Um vinho com seis anos de vida e no momento certo para ser bebido. Em boca, mostra uma fruta limpa, notas levemente adocicadas de boa presença e equilíbrio em boca. Taninos finos, acidez correta e médio corpo. Os vinhos da Aracuri buscam sempre uma elegância, não são encorpados, procuram por um estilo próprio, sem querer imitar nenhum outro estilo e representam a região dos Campos de Cima da Serra, com uma fruta mais limpa. Não tenho dúvida que cada vez vamos ouvir falar mais dos vinhos da região e da vinícola Aracuri.

Um corte interessante de Pinot Noir com Gamay: Le Libertin - 2009

Nome: Le Libertin
Safra: 2009
País: França
Região: Bourgogne Passetoutgrain
Produtor: Domaine Mongeard Mugneret
Importador: Vila Porto

Uvas/Corte: 50% Gamay, 50% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: Gentilmente presenteado pelo Deco Rossi
Degustado em: 8 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Queijos, saladinha de tomates, pão caseiro e provoleta
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Vinho superleve, muito fresco e leve. Bom para uma noite de calor. Este verão tem se destacado pelas temperaturas altíssimas. Inauguramos as luzinhas da varanda. Ainda falta comprar a mesa nova. Noite bem agradável. Faz alguns anos que pensamos em dar uma renovada na varanda. Procuramos sem sucesso cadeiras novas por anos. Em janeiro, quando fomos à Tramontina, em Carlos Barbosa, vimos algumas que nos agradaram bastante. A busca havia chegado ao fim. Agora ainda falta comprarmos a mesa, mas pelo menos já a escolhemos. Para completar, Claudio colocou em prática uma ideia antiga, de colocar luzinhas acima do rodapé da varanda. Ficou muito legal. Assim não precisamos ligar a luz superclara da varanda e fica um clima bem agradável, como queríamos. Estão todos convidados para vir conhecer!


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Um presente do amigo blogueiro Déco Rossi, que selecionou este vinho e eventualmente o leva para alguma de suas aulas ou eventos. Um corte de Gamay com Pinot Noir, notas de frutas frescas em boca, vinho leve, elegante e bem interessante. Bebemos em uma noite quente para estrear as cadeiras e a luz da varanda. Vinho muito agradável, fácil de se beber. Boa pedida.

22 de maio de 2014

X Decima Brut Rosé 2010

Nome: X - Decima
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Caxias do Sul
Produtor: Decima Vinhos
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 59
Onde foi comprado: Lojinha que fica dentro da galeria do Hortifruti em Botafogo
Quando foi comprado: -
Degustado em: 6 de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Comida thai do Orienthai Botafogo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
O calorão parece que dá uma preguiça a mais de cozinhar. Nesta noite nem me lembro por que, mas decidimos comprar comida no Orienthai. Como tínhamos de resolver algo na rua, eu fui até lá para pegar a comida - sempre fico feliz com pequenas enconomias, a entrega custa R$ 6, o que significa que pagaria mais 21% sobre os R$ 28 que custou o prato. No caminho, falei para o Claudio preparar o arroz e ele me respondeu pergunto o que eu queria beber. "Borbulhas", respondi. Estávamos com várias opções em casa e escolhi este Decima, sobre o qual o Claudio havia lido coisas boas. Realmente é um bom espumante. No começo tem o álcool bem forte, mas depois vai ficando mais agradável. Gostei. Combinou com o dia quente e com a comida thai. 


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: Um rosa claro.
Exame olfativo: Frutas frescas, intenso e vibrante. Notas de fermentação e leve nota oxidada.
Exame gustativo: Para harmonizar com o calor que estava fazendo e a nossa comida Thai, o espumante escolhido foi este rosé feito de 100% Pinot Noir do enólogo Alejandro Cardozo. Já tinha lido bons comentários sobre a linha de vinhos e espumante Decima, projeto da vinícola Piagentini, mas não achava ele aqui no Rio. Um certo dia encontrei esta garrafa em um loja perto do Hortifruti. É um bom espumante, boa presença em boca, acidez bem marcada deixando o conjunto fresco. Feito pelo método tradicional, achei que faltou um pouco de cremosidade ao conjunto, mas pareceu ser o estilo. Possui leve complexidade e evoluiu um pouco na taça. Gostei. 

Um Chianti com 15 anos de vida: Castello di Fonterutoli Chianti Classico - 1999

Nome: Castello di Fonterutoli Chianti Classico
Safra: 1999
País: Itália
Região: Castellina in Chianti
Produtor: Marchesi Mazzei
Importador: -

Uvas/Corte: Sangiovese 90%, Cabernet Sauvignon 10%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Eataly, Roma
Quando foi comprado: Agosto de 2013
Degustado em: 1º de fevereiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa caseira com molho caseiro de tomates-cereja
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
È il primo vino di Fonterutoli e il più rappresentativo. Con una straordinaria combinazione di potenza ed eleganza interpreta al meglio la vocazione dell'azienda a produrre vini rossi di grande personalità e stoffa. Da uve di Sangiovese e in piccola percentuale di Cabernet Sauvignon, con radici profonde nel territorio rappresenta un punto di riferimento per tutto il Chianti Classico. Colore porpora intenso, concentrato e profondo.In evidenza marcate note di frutta matura ben integrate dal legno. In bocca una poderosa struttura tannica si accompagna ad una importante sensazione tattile, di ottima lunghezza. La dolcezza del tannino è anche premessa di lungo invecchiamento. 

Impressões da Rafaela
Dizem que quanto mais velho o vinho, melhor ele fica. Sinceramente... Não sei quem ainda acredita nessas coisas. Tudo bem, há vinhos que realmente melhoram com o tempo, mas é melhor ir com calma com determinadas afirmações. E ainda tem que se considerar o gosto de cada um. Este vinho completa(ria) 15 anos em 2014, está cheio de depósito, mas ainda contentará muita gente. Eu bebi com desconfiança. Acho que ainda prefiro aqueles que não tenham passado do auge. Agora, sobre nossa massa caseira e o molho de tomatinhos, sou só elogios. Ficaram maravilhosos! 


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Gosto de provar vinhos com alguns anos a mais de vida. Na última vez que estivemos na Itália, vi este Chianti 1999 sendo vendido por um bom preço. Muitas vezes, quando encontramos vinhos antigos à venda, os preços podem ser altos. Também sou fã dos Chiantis, assim fiquei muito curioso para provar este vinho. Para acompanhar o vinho, nada melhor que uma massa caseira com molho de tomate também caseiro. Mesa posta, vamos ao vinho: apresentava leves notas que indicavam sua idade. Precisou de um tempo na taça para abrir e mostrar suas qualidades, um bom vinho gastronômico, elegante e bem equilibrado. Notas de fruta, mas sem aquela potência de vinhos mais jovens. Acidez presente e agradável. Um bom vinho. Para quem curte um vinho já com sinais de sua idade, este pode ser uma boa pedida.

21 de maio de 2014

Goulart T - Torrontés 2012 vai bem com sushi?

Nome: Goulart T
Safra: 2012
País: Argentina
Região: Salta
Produtor: Finca Lugilde Goulart
Importador: W2W E-commerce de Vinhos

Uvas/Corte: Torrontés 100%
Teor alcoólico: 14,2%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Presenteado pela Raquel e Ricardo
Quando foi comprado: Novembro de 2013
Degustado em: 31 de janeiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Sushi
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Quando estávamos voltando do Matsuda, onde fomos comprar sushis, o Claudio lembrou de que em outro dia de final de novela também havíamos buscado sushis para o jantar. Na época, era o final de Avenida Brasil, que mereceu até notícia no Jornal Nacional. Desta vez, foi o final de Amor à vida. Nós não somos de ver novela, mas basta eu passar uns dias com a mãe para me viciar em alguma. Pois bem, desta vez minha mãe passou aqui 10 dias em dezembro. Foi o que bastou para eu querer saber dos desfechos de Félix e cia. Por sorte, isso sempre acontece mais para o final das novelas. Para acompanhar o sushi, escolhemos desta vez um vinho que o Claudio ganhou de aniversário da Raquel e do Ricardo, o T. Trata-se de um vinho que parece leve, mas tem mais de 14% de álcool e confesso que tive uma baita dor de cabeça no dia seguinte. Colaborou o fato de eu estar meio gripada. De qualquer forma, achei o vinho muito gostoso no dia em que o bebi. 


Comentário do Claudio
Rótulo:
Linha de rótulos bem marcante, gráfica e de fácil compreensão e visualização. Bom caminho escolhido pela Bodega Goulart.
Exame visual: 
Exame olfativo: Nariz com presença de frutas brancas e as notas clássicas florais da casta.
Exame gustativo: Gostamos de comprar sushis em um restaurante aqui perto, abrir um vinho e comer em casa. Nesta noite, para acompanhar, escolhemos um Torrontés Argentino produzido pela Bodega Goulart. Bom vinho, leve e aromático, notas de frutas brancas, álcool integrado, apesar dos 14%. Um vinho refrescante, correto, que se mostrou fácil de beber e combinou bem com os peixes do sushi. Uma boa pedida para quem quer conhecer a aromática Torrontés.

Vinecol Vino Organico - Malbec 2011

Nome: Vinecol Vino Organico
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Vinecol
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,6%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 17
Onde foi comprado: Lojinha na galeria do Hortifruti
Quando foi comprado: -
Degustado em: 29 de janeiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Rojo violacio, con notas rubies, frutos rojos, ciruela, cereza y flores rojas, frutal,especiado, notas de vainilla, y tabaco.

Impressões da Rafaela
Eu não tenho nada contra vinhos orgânicos, quando provei este vinho nem me lembrava de que ele era um vinho orgânico - apesar de ter sido esse o motivo que me sugerir ao Claudio que o comprasse no dia em que fomos a uma lojinha de vinhos ali no Hortifruti de Botafogo - de qualquer modo, devo dizer que esta foi uma péssima escolha. Nossa, que vinho intragável. Pode ser que alguém goste dele, mas eu, sinceramente, achei muito ruim. A favor do vinho: eu estava supergripada, não sentindo direito o gosto das comidas. Então, pode ser que fosse apenas meu paladar alterado.  


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Compramos este vinho pela curiosidade de provar um Malbec orgânico argentino. Infelizmente este não é um vinho fácil, na verdade é um vinho muito estranho e desequilibrado. Ele é um vinho rústico, apresenta uma fruta mas com um amargor que deixa o conjunto desintegrado e difícil de beber. Fazia muito tempo que não provávamos um vinho com este perfil. Ficou devendo.

20 de maio de 2014

Tem suco no blog: 25 - Aliança Orgânico

Suco de uva integral orgânico Nova Aliança
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes, 100% natural)
Vinícola Nova Aliança, Caxias do Sul/RS
Supermercado Prezunic 1l (R$ 16,90)
130kcal em cada 200ml

Gostamos muito deste suco, muito bem feito. Não tem o amargor de alguns sucos. Aliás, tem a doçura na medida certa. Pode-se dizer que tem um retrogosto bem agradável e longo. Não é tão denso, mas o paladar é marcante.
Recomendamos!

La Cuvée du Chat 2012, o vinho com o gatinho no rótulo de Jean Claude Chanudet #cbe

Nome: La cuvée du chat
Safra: 2012
País: França
Região: Beaujolais
Produtor: Jean Claude Chanudet
Importador: Galeria do Vinho

Uvas/Corte: Gamay 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 119,00
Onde foi comprado: Chegou aqui em casa pelo Alain Ingles, comprado direto do importador
Quando foi comprado: Janeiro de 2014
Degustado em: 26 de janeiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza do Braz
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

La Cuvée du Chat é um Gamay puro, aromático, frutas vermelhas e negras, com notas de alcaçus e violeta. Na boca é muito vibrante com impressão de leveza, que desliza pelo paladar com uma densidade sedosa e generosa, muito bem equilibrada pela acidez refrescante e um leve toque de terroir e pimentas no final. Um vinho alegre e generoso. Puro prazer! 
Jean-Claude Chanudet criou este vinho em 2010. Natural de Fleurie e casado com Geneviéve Chanudet de Morgon, viveu o renascimento do Vinho Natural no fim dos anos setenta juntamente com seu sogro Josef Chamonard e Marcel Lapierre, amigo de infância que se tornou sócio quando adquiriram o Château Cambon em 1995. Jean-Claude nasceu e passou seus mais de sessenta anos de vida em torno de vinhedos de Gamay e produção de Beaujolais. Não obstante seu talento natural para trabalhar com esta casta. La Cuvée du Chat é um vinho que criado nos vinhedos arrendados ao redor de Fleurie e Morgon. Jean-Claude é um ícone do Beaujolais, um exímio vinicultor, que nunca preocupou em ter seu nome revelado por traz de seus vinhos, como seu Morgon, que mantém o Domínio com o nome do sogro, que faleceu em 1990. Por isso, pedi também que mencionasse seu nome no rótulo, e omitisse a menção da denominação de origem, Beaujolais. Para mim seu nome vale muito mais. “Chat” é seu apelido (Chanudet), e significa gato em francês.
Impressões da Rafaela
Um dos rótulos mais fofinhos de todos os tempos. Claro que tem um gatinho. Vinho leve, frutadinho e muito gostoso. Fiquei feliz em prová-lo. Este vinho o Claudio havia encomendado para que fosse meu presente de amigo-secreto em dezembro, mas acabou chegando somente em janeiro. Acabei ganhando dois presentes. A pizza do Bráz é realmente imbatível. Demoramos tantos anos para pedi-la em casa. Bem quentinha e com um miniazeite para acompanhar. Claro que se paga por isso, mas são 70 reais bem investidos. Chegamos neste dia de um passeio de 10 dias pelo Rio Grande do Sul, durante os quais encontramos várias pessoas que gostamos muito, comemos bem e passeamos bastante. Foram miniférias muito boas. 


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Comprei este vinho para dar de presente para a Rafaela. Tinha certeza que ela iria adorar o rótulo com a ilustração de um gatinho. Já havia um tempo que queria beber um Gamay francês. Minha referência de Gamay são os Morgons do falecido Marcel Lapierre, vinhos que gosto muito e já comentei por aqui alguma vezes. Para completar, este foi o tema da Confraria Brasileira de Enoblogs do mês de fevereiro. Como estamos com alguns posts atrasados, resolvemos publicar este vinho como sendo o da Confraria, mesmo com o longo atraso. Um vinho natural que não decepcionou. Um Gamay de boa tipicidade, límpido, equilibrado, muita fruta fresca em boca, vivo e elegante. Fácil de beber e de gostar. Um bom exemplar para quem quer conhecer um Gamay de boa expressão.

19 de maio de 2014

Um belo jantar em Caxias do Sul com Cave Geisse Brut

Nome: Cave Geisse Brut
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha
Produtor: Vinícola Geisse
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 70% e Pinot Noir 30%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: São Lourenzo, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 23 de janeiro de 2014
Degustado em: 23 de janeiro de 2014
Onde Bebeu: São Lorenzo, em Caxias do Sul
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre e Vanessa

Comentário do Produtor
Reconhecido como um dos principais espumantes do Brasil, vem consolidando cada vez mais sua presença no mercado dos produtos diferenciados e exclusivos, demonstrando a consistência de sua qualidade e a incessante busca pelo aprimoramento. Extraindo o máximo das virtudes dos altos da Serra Gaúcha na Indicação de Procedência Pinto Bandeira, já apontado como um dos grandes terroirs para elaboração de espumantes. Notas de Degustação: Possui bela cor amarelo palha, com reflexos esverdeados. Sua perlage e fina e persistente. No olfato, delicada mistura de frutas secas como damasco e amêndoa. Na boca, acidez agradável e boa persistência.

Impressões da Rafaela
Este foi um dia muito bom, especialmente na parte da tarde, quando o Claudio e o Alexandre foram visitar a as vinícolas Angheben e Era dos Ventos. Achando que poderia ser um pouco monótono para mim e para a Vanessa, os meninos nos deram uma tarde no Spa do Vinho! Foi tão bom! Massagens, banho com essências de uvas, massagem capilar. Saímos de lá bem afofadinhas. :) Mais tarde, por sugestão do Zanini, fomos a Caxias do Sul jantar no São Lourenzo, restaurante pequeno, aconchegante e com pratos maravilhosos preparados pelo chef Alex Szigethy. Valeu a viagem. Claudio, Vanessa e eu bebemos um Cave Geisse. Alexandre, água, pois estava ao volante. 


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Esta seria nossa última noite no Vale dos Vinhedos e durante nosso encontro com o Luiz Zanini pedimos uma indicação de algum restaurante bacana para jantarmos. Sugestão dada e aceita, à noite rumamos para nosso jantar em Caxias do Sul, para o excelente restaurante São Lourenzo. Foi uma boa surpresa: ótima comida, ambiente agradável, tudo sob o comando do simpático chef Alex. Noite muito boa. Como o Alexandre não ia beber, pois estava ao volante, pedimos uma garrafa de espumante para brindarmos a viagem. O escolhido foi um Cave Geisse Brut, que funcionou bem com nossos pratos variados. Boa acidez, boa cremosidade em boca, um espumante muito bem feito, não tem erro. Fica a dica do São Lourenzo para quem está na região.

O projeto Era dos Ventos e seus incríveis vinhos artesanais

Durante nossa viagem ao Vale dos Vinhedos em janeiro passado, conheci o projeto Era dos Ventos. Acompanhado pelo Alexandre Frias, do blog Diário de Baco, conversamos com o enólogo Luiz Henrique Zanini. A visita foi realizada no dia 23 de janeiro de 2014.

Comentário do Claudio

Depois de passar momentos agradáveis na companhia de Idalêncio e do Eduardo provando os vinhos Angheben, aquela tarde no Vale dos Vinhedos nos reservaria ainda mais surpresas agradáveis. Seguimos da Angheben em direção à Vallontano, onde encontramos o Luiz Henrique Zanini.

Esta visita começou a ser planejada no dia que não consegui ir ao evento de lançamento dos vinhos Era dos Ventos no restaurante Aprazível aqui no Rio de Janeiro. Pedro Hermeto, amigo e um dos donos do restaurante Aprazível, é sócio do Zanini e do Alvaro Escher no projeto Era dos Ventos. Como não consegui participar do lançamento, conversei com o Pedro, que gentilmente combinou com o Zanini para me receber e apresentar o projeto no Vale dos Vinhedos. Ainda não conhecia o Zanini, quando visitei a Vallontano em uma outra viagem, ele não estava por lá, assim o conheceria pessoalmente, além dos vinhos da Era dos Ventos. 
Chegamos um pouco atrasados, mas fomos muito bem recebidos pelo simpático Zanini, que é uma daquelas pessoas que parece ser seu amigo há muito tempo. Gentilmente ele nos contou um pouco do projeto e os desafios de se fazer um vinho artesanal, com o mínimo de intervenção, seguindo o estilo antigo de se produzir vinhos: fermentação em cubas abertas, de carvalho francês muito velho, pouquíssimo SO2 e leveduras indígenas. Os vinhedos estão em um local pouco explorado por uvas na região, os Caminhos de Pedra. De lá saíram Merlot, Tempranillo, Teroldego e Marselan, com as quais já produziram safras dos vinhos tintos.
A Era dos Ventos faz também um vinho da falada Peverella, uva branca que resulta em um vinho peculiar. A produção é muito pequena. Tudo é feito da forma mais artesanal possível. Durante o papo descontraído e animado, fomos provando algumas amostras dos vinhos. Não fiz anotações, mas posso dizer que os vinhos me empolgaram. 
É um estilo de vinho bem Velho Mundo. Pode-se perceber claramente vinhos delicados, elegantes, puros e verdadeiros. Vinhos que devem ser bebidos com calma para você apreciar as nuances e sutilezas. Estilo que gosto e que para mim é muito prazeroso.
Quando o papo é bom, o tempo passa rápido e já estávamos atrasados para pegar a Rafaela e a Vanessa no Spa do Vinho... Assim tivemos que nos despedir do Zanini, mas levamos um pouco da experiência que este projeto quer passar.

18 de maio de 2014

Visita à Vinícola Angheben, no Vale dos Vinhedos

Durante nossa viagem ao Vale dos Vinhedos em janeiro passado, visitei a Vinícola Angheben. Acompanhado pelo Alexandre Frias, do blog Diário de Baco, tive algumas horinhas na presença de Idalêncio e Eduardo. A visita foi realizada no dia 23 de janeiro de 2014.

Comentário do Claudio
Há tempos que eu queria visitar a vinícola Angheben. Já provamos alguns vinhos feitos pela dupla de pai e filho, Idalêncio e Eduardo Angheben, mas não os conhecia pessoalmente. Aproveitei os dias que passamos no Vale dos Vinhedos para finalmente marcar uma visita à vinícola. Almoçamos no restaurante da Casa Valduga. Depois, Alexandre Frias e eu, seguimos para as visitas do dia. Primeira parada seria na Angheben no Vale dos Vinhedos.

Bater um papo com os Ahgheben é uma bela oportunidade para aprender um pouco mais sobre a região e sobre vinhos. Professor Idalêncio, há mais de 30 anos trabalhando entre os vinhedos e cantinas, é um senhor de bom papo, fala mansa e muito conhecimento para passar. Além de cuidar de seus próprios vinhos, ele é muito chamado para dar consultoria a outras vinícolas. Eduardo, seu filho, personalidade forte e muito focado na qualidade de seus vinhos e na situação dos pequenos produtores brasileiros. A dupla consegue imprimir esta mesma personalidade forte e experiência em seus vinhos.
Durante a nossa conversa, conseguimos provar todos os vinhos que eles produzem. Foi muito didático provar todos os vinhos juntos, pois conseguimos perceber uma proposta muito bem definida e clara em toda a linha: vinhos gastronômicos, com potencial de guarda, de estilo próprio e muito bem feitos.
De uvas vindas da região de Encruzilhada do Sul, provamos alguns vinhos: um ótimo espumante brut, bem seco e de boa acidez, e um Gewurztraminer, com nariz encantador e acidez marcante já apontando que seria um bom par para peixes ou comida levemente condimentada.
Partimos para os tintos e a vocação gastronômica se mostrou mais presente. São vinhos de estilo bem definidos, de cepas diferentes, mas com a mesma alma. Provamos um excelente Pinot Noir de muita tipicidade, um Barbera, cepa que não encontramos muito em vinhos brasileiros, mas que os Angheben apostam e conseguem um ótimo vinho. Na sequência, um vinho que gosto muito, o Touriga Nacional, vinho envolvente, com muita presença em boca e mais uma vez ótima acidez. Um belo vinho. Por último, provamos o Teroldego, um vinho que na minha opinião tem muita estrada pela frente, aquele tipo de vinho que vale comprar e esquecer na adega. Muita estrutura, taninos vivos e muita fruta em boca. Fiquem de olho neste vinho!
Foi uma visita didática e muito interessante. Recomendo os vinhos da Angheben, que atualmente é distribuído pela importadora Vinci.

Jantar em Garibaldi com espumante Almaúnica e um Terragnolo Marselan

Nome: Almaúnica / Terragnolo
Safra: - / 2011
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Vinícola Almaunica / Terragnolo
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay / Marselan
Teor alcoólico: 12% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: Trattoria Primo Camilo, em Garibaldi
Degustado em: 22 de janeiro de 2014
Onde Bebeu: Trattoria Primo Camilo, em Garibaldi
Harmonizado com: Provoleta e massas
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre e Vanessa

Comentário do Produtor
Almaúnica - Elaborada com 100% uvas Chardonnay. De coloração amarelo palha sutil, com nuances esverdeados. Aromas frescos que remetem a fruta. Na boca, se mostra muito agradável, leve, persistente, com notas de pão tostado, frescor cítrico e boa cremosidade. Apresenta perlage fina, intensa e persistente. Seu processo de espumantização acontece na própria garrafa, como no método tradicional fracês, por um período de doze meses.
Terragnolo - Rubi profundo com reflexo púrpura. Nariz poderoso e crocante, aromas concentrados de geléia de frutas negras (amoras e ameixas), coco, especiarias, chocolate escuro e algo lácteo sobre um fundo terroso. Na boca subscreve plenamente o nariz com frutado exuberante, suculento e gostoso. Taninos potentes contrabalanceados por acidez de viés gastronômico a formar um vinho de perfil moderno e que demonstra o potencial da região.

Impressões da Rafaela
Nosso segundo dia de passeios pelo Vale dos Vinhedos. Depois de um bom café da manhã no Farina Park Hotel, seguimos para a Vinícola Geisse, onde havíamos agendado uma visita. O almoço acabou sendo ali mesmo, pois as empanadas estavam muito boas! Mais tarde, passamos na Vinícola Valmarino. A tarde estava quente e nos lembramos da piscina do hotel. Rumamos para lá e ficamos até o cair da noite. Menos o Claudio que estava supergripado e resolveu tirar um cochilo. Alexandre lembrou de um restaurante em Garibaldi e nosso jantar foi lá. Tri-bom! Massas de qualidade, além de um ambiente superaconchegante. Recomendo para quem for passear na região. Abrimos a noite com o espumante da Alma Única, que gostei bastante. Por sugestão do garçom, abrimos também este Terragnolo. 


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Aproveitamos mais um dia na Serra Gaúcha e para o jantar resolvemos rumar para Garibaldi, direto para o ótimo restaurante Primo Camilo. Para abrir o jantar, escolhemos um espumante sobre o qual eu já tinha ouvido falar bastante e estava curioso para provar, o Almaúnica Reserva Brut. Estava com os espumantes da Cave Geisse na cabeça que provamos durante a tarde e sem querer acabei comparando o estilo de um com os outros. O Almaúnica é um espumante feito pelo método tradicional, com muita presença em boca, acidez moderada, notas de frutas bem marcada. Achei que faltou um pouco de elegância ao conjunto, certamente influenciado pela degustação dos espumantes Geisse. Um espumante que vale provar, especialmente quem busca algo mais potente (leia o que o Alexandre Frias escreveu sobre o espumante). Em seguida, para acompanhar o jantar, resolvemos provar outro vinho que não conhecia, o Terragnolo da uva Marselan. Gosto desta uva, já provei bons vinhos brasileiros desta casta. Um bom vinho, que deve ganhar com mais algum tempo de garrafa. Em boca, muita fruta e potência, um vinho de bom corpo, que vai fazer boa companhia para comidas mais pesadas. Gostei bastante do restaurante Primo Camilo em Garibaldi, mais uma boa opção para quem está visitando a Serra.

17 de maio de 2014

Tem suco no blog: 24 - Serra da Uva

Suco de uva integral Serra da Uva
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes)
Recanto do Vinho, Santo Antônio do Palma/RS
Caminho entre Búzios e Rio de Janeiro
130kcal em cada 200ml

Imagina uma cor intensa. Agora multiplique por dois e terá a cor deste suco de uva. Linda, daqueles que tinge os dentes de tão forte. Sabor também intenso, daquele tipo que começa doce, mas tem aquele amarguinho gostoso mais para o fim. Vale muito a pena conhecer. Suco de alta qualidade.
Recomendamos.

Visita memorável à Família Geisse em Pinto Bandeira





















Durante nossa viagem ao Vale dos Vinhedos em janeiro passado, visitamos a Vinícola Família Geisse. Acompanhados pelo Alexandre e pela Vanessa, do blog Diário de Baco, tivemos algumas horinhas felizes na presença de Mario, Daniel e Rodrigo. Além dos ótimos espumantes, ainda provamos empanadas maravilhosas. A visita foi realizada no dia 22 de janeiro de 2014.

Impressões da Rafaela
O lugar é meio escondido, é preciso passar por várias estradinhas até chegar, mas o que
 se encontra hoje por ali, naquele pedaço do distrito de Pinto Bandeira, nem se compara ao visto pelo sr. Mario Geisse quase 40 anos atrás. Em 1975, o enólogo chileno chegou ao Brasil para trabalhar na Chandon. Quando não estava trabalhando, Geisse percorria os lugares mais remotos da região em busca de um terroir. O que ele queria, como conta o filho Daniel, era encontrar um lugar onde pudesse produzir um tipo diferente de vinho para oferecer ao mundo. Tanto procurou que encontrou em Pinto Bandeira aquele sonhado pedaço de terra. Chegar ali onde fica a Geisse hoje em dia era uma verdadeira epopeia. Quase no fim da década de 1970, "el Loco Chileno", como começaria a ser chamado na região, plantou as primeiras videiras - e em espaldeira, outra inovação para a época. Todo mundo plantava para ter volume, pois quanto mais produzisse, mais dinheiro ganhava. Mario Geisse escolhia as uvas que iria usar. O tempo passou, os primeiros vinhos ficaram prontos, os amigos provaram e começaram a fazer encomendas. De repente, os pedidos já não cabiam mais no caderninho em que costumava fazer as anotações. Foi quando começou a ver que precisava se organizar. Mudou muita coisa desde aqueles primeiros anos, mas algo não se alterou: a localização precisa de onde saem as uvas que são transformadas em espumantes Família Geisse. A prática atrai pesquisadores. Atualmente, Mario se divide entre o Rio Grande do Sul e o Chile. Por aqui, conta com a colaboração dos três filhos. Não bastassem os ótimos espumantes, faz alguns meses que a propriedade dos Geisse oferece também um passeio bem interessante. Foi este passeio que fizemos, percorrendo os parreirais e depois degustando as ótimas empanadas. Foi realmente um dia para guardar na memória. Obrigada, Família Geisse!


Comentário do Claudio
Você que está planejando viajar para a Serra Gaúcha, seguem 4 bons motivos para visitar a Família Geisse:

1- Os espumantes são excelentes!
A linha de espumantes Geisse é, sem dúvidas, uma das melhores do Brasil. Desde a década de 1970, quando o enólogo chileno Mario Geisse descobriu a região de Pinto Bandeira, área com altitude maior do que a do Vale dos Vinhedos, a família vem trabalhando e pesquisando a produção de espumantes. São 10 espumantes feitos pelo método tradicional, com personalidade, cremosidade marcante e muita elegância. Com excesão de um Moscatel, todos os outros espumantes são feitos com Chardonnay e Pinot Noir, cuidadosamente plantados em parcelas específicas da propriedade.Vale provar todos! Um dos meus preferidos é o Blanc de Blanc.

2- O lugar é lindo!
A vinícola está instalada na alta e bonita região de Pinto Bandeira. Dentro da propriedade, existe uma reserva florestal. Tudo é muito bem cuidado. Eles oferecem um tour em um carrinho tipo de golfe no qual passamos pelo meio dos vinhedos e da reserva florestal.

3- A Família Geisse é muito receptiva!
Além do cuidadoso trabalho na produção dos espumantes, os Geisse, Mario e seus filhos, sabem receber os visitantes! Daniel, um dos filhos, nos acompanhou durante toda a visita, contando detalhes e histórias da produção dos espumantes. Ao final do passeio, fomos recebidos na casa da família pelo próprio Mario e mais o seu filho Ignácio. Mario nos contou ótimas histórias em um papo descontraído e com a bela vista de sua casa.

4- E ainda provamos empanadas!
Para acompanhar o papo e os espumantes, provamos as famosas empanadas chilenas feitas pela família! Deliciosas, e harmonizaram muito bem com os espumantes.

Foi realmente um dia especial. Já tinha algum tempo que queria conhecer a vinícola e passamos algumas horas muito agradáveis por ali. Recomendo a visite e os espumantes.