20 de maio de 2014

La Cuvée du Chat 2012, o vinho com o gatinho no rótulo de Jean Claude Chanudet #cbe

Nome: La cuvée du chat
Safra: 2012
País: França
Região: Beaujolais
Produtor: Jean Claude Chanudet
Importador: Galeria do Vinho

Uvas/Corte: Gamay 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 119,00
Onde foi comprado: Chegou aqui em casa pelo Alain Ingles, comprado direto do importador
Quando foi comprado: Janeiro de 2014
Degustado em: 26 de janeiro de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza do Braz
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

La Cuvée du Chat é um Gamay puro, aromático, frutas vermelhas e negras, com notas de alcaçus e violeta. Na boca é muito vibrante com impressão de leveza, que desliza pelo paladar com uma densidade sedosa e generosa, muito bem equilibrada pela acidez refrescante e um leve toque de terroir e pimentas no final. Um vinho alegre e generoso. Puro prazer! 
Jean-Claude Chanudet criou este vinho em 2010. Natural de Fleurie e casado com Geneviéve Chanudet de Morgon, viveu o renascimento do Vinho Natural no fim dos anos setenta juntamente com seu sogro Josef Chamonard e Marcel Lapierre, amigo de infância que se tornou sócio quando adquiriram o Château Cambon em 1995. Jean-Claude nasceu e passou seus mais de sessenta anos de vida em torno de vinhedos de Gamay e produção de Beaujolais. Não obstante seu talento natural para trabalhar com esta casta. La Cuvée du Chat é um vinho que criado nos vinhedos arrendados ao redor de Fleurie e Morgon. Jean-Claude é um ícone do Beaujolais, um exímio vinicultor, que nunca preocupou em ter seu nome revelado por traz de seus vinhos, como seu Morgon, que mantém o Domínio com o nome do sogro, que faleceu em 1990. Por isso, pedi também que mencionasse seu nome no rótulo, e omitisse a menção da denominação de origem, Beaujolais. Para mim seu nome vale muito mais. “Chat” é seu apelido (Chanudet), e significa gato em francês.
Impressões da Rafaela
Um dos rótulos mais fofinhos de todos os tempos. Claro que tem um gatinho. Vinho leve, frutadinho e muito gostoso. Fiquei feliz em prová-lo. Este vinho o Claudio havia encomendado para que fosse meu presente de amigo-secreto em dezembro, mas acabou chegando somente em janeiro. Acabei ganhando dois presentes. A pizza do Bráz é realmente imbatível. Demoramos tantos anos para pedi-la em casa. Bem quentinha e com um miniazeite para acompanhar. Claro que se paga por isso, mas são 70 reais bem investidos. Chegamos neste dia de um passeio de 10 dias pelo Rio Grande do Sul, durante os quais encontramos várias pessoas que gostamos muito, comemos bem e passeamos bastante. Foram miniférias muito boas. 


Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Comprei este vinho para dar de presente para a Rafaela. Tinha certeza que ela iria adorar o rótulo com a ilustração de um gatinho. Já havia um tempo que queria beber um Gamay francês. Minha referência de Gamay são os Morgons do falecido Marcel Lapierre, vinhos que gosto muito e já comentei por aqui alguma vezes. Para completar, este foi o tema da Confraria Brasileira de Enoblogs do mês de fevereiro. Como estamos com alguns posts atrasados, resolvemos publicar este vinho como sendo o da Confraria, mesmo com o longo atraso. Um vinho natural que não decepcionou. Um Gamay de boa tipicidade, límpido, equilibrado, muita fruta fresca em boca, vivo e elegante. Fácil de beber e de gostar. Um bom exemplar para quem quer conhecer um Gamay de boa expressão.

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