29 de julho de 2013

Antes do show do The Killers, piquenique com Castello di Ama 2006 em Lucca

Nome: Castello di Ama
Safra: 2006
País: Itália
Região: Chianti Classico
Produtor: Castello di Ama
Importador: -

Uvas/Corte: Sangiovese
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 28 euros
Onde foi comprado: Enoteca Vanni, em Lucca
Quando foi comprado: 17 de julho de 2013
Degustado em: 17 de julho de 2013
Onde bebeu: Piquenique no muro de Lucca
Harmonizado com: Pizza da Pizzeria Pellegrini
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Rosso vivace, lucente e intenso. Bouquet di piccoli frutti di bosco a bacca rossa. Attacco brillante dove
le note fruttate sono integrate da aromi speziati. Elegante e raffinato.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Neste dia, percorremos grande parte do território toscano. Depois de um pouco de sol na piscina, partimos em direção a Lucca. Escolhemos ir pelas estradinhas menores, passando por várias cidades. Foi uma ótima escolha, apesar de levarmos mais tempo. No caminho, nos deparamos com Montereggioni, lugar tão belo quanto minúsculo. Dica da Cris. Adoramos! Perto dali fizemos várias fotos em meio a girassóis. Lugar lindo! No meio da tarde, chegamos a Lucca. Trocamos nossos ingressos para o show da banda norte-americana The Killers e fomos dar uma volta pela cidade. Eu queria ver se encontrava uma sandália. Não aguentava mais andar só de tênis (merci, Air France :-/), mas meu gosto não bateu com o dos sapateiros de Lucca. Comprei apenas um chinelo - ufa, disseram meus pezinhos. Antes do show, fizemos um piquenique sobre o muro mega-antigo. Cenário lindo. Enquanto todo mundo passava correndo, nós mandávamos ver na pizza e no Castelo di Ama. Eita vinho bom! À altura do show que veríamos um pouco mais tarde. Apesar do cansaço da viagem e da cara feia do porteiro do hotel quando chegamos perto da uma hora, foi uma experiência bárbara!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Neste dia fomos para Lucca para assistir ao show do The Killers no Lucca Summer Festival. Antes do show, demos uma volta na cidade e resolvemos fazer um piquenique. Entrei em uma loja de vinhos e escolhi este Chianti o qual eu estava com vontade de provar. Compramos pedaços de pizzas e uma água mineral, e estava feito o nosso lanche. Sentamos sobre a murada da cidade e aproveitamos este ótimo Chianti. Ótimo vinho, já no ponto para ser bebido, taninos finos, paladar elegante e envolvente, um Chianti de muita qualidade. Bom final de boca, com boa complexidade. Ótima experiência, ainda mais no clima da cidade e minutos antes do show, que por sinal foi muito bom. O Castello di Ama produz outros vinhos muito mais caros do que este que devem ser de grande qualidade também, fiquei com vontade de provar.
Nota: 91.0

26 de julho de 2013

No Eataly, massa, pizza e Recantina 2010

Nome: Recantina
Safra: 2010
País: Itália
Região: Nervesa della Bataglia - Veneto
Produtor: Serafini & Vidotto
Importador: -

Uvas/Corte: Recantina
Teor alcoólico: 13%,5
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 15 euros
Onde foi comprado: Eataly Roma
Quando foi comprado: 15 de julho de 2013
Degustado em: 15 de julho de 2013
Onde bebeu: Eataly Roma
Harmonizado com: Pizza Margherita e penne al blognese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Minha nossa! Que lugar incrível! Enquanto escrevo este post, estamos ainda no Eataly, um supermercado de tudo que gostamos, massas, verduras, vinhos, azeites, molhos... Estou meio alegrinha já. O lugar é incrível - e tem wifi. O vinho foi ótimo com a pizza e a massa. Ficamos pensando como ainda não conseguimos fazer um molho ideal em casa. Experiência fantástica! Adorei!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: Design limpo e equilibrado.
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz
Exame gustativo: Andamos muito por Roma neste dia e quando já estávamos cansados de andar, lembrei que podíamos visitar o Eataly. Mais uma caminhadinha, mas o esforço valeu! Já tinha lido, visto fotos e ouvido comentários sobre este misto de supermercado, delicatessen, restaurantes, lojas (tudo em um só lugar) que existe em várias cidades do mundo. Realmente o lugar é muuuuito bacana. Tem tudo que uma pessoa que curte enogastronomia adora em quantidade e em qualidade. Você tem também diversas opções para jantar ali mesmo, cada uma melhor que a outra. Escolhemos jantar no espaço de massas e pizzas. A única coisa ruim é que em cada restaurante a carta de vinho é limitada. Minha ideia era escolher um dos vinhos que estavam sendo vendidos para abrir no jantar, mas acho que não dá para fazer isto. Assim escolhemos um vinho da carta, a escolha foi feita em função do produtor que queria conhecer. Bom vinho, perfeito para acompanhar nossa massa e nossa pizza. A garrafa acabou rapidamente. A experiência no Eataly foi a melhor possível, perfeito para fechar nossa passagem por Roma
Nota: -

25 de julho de 2013

Jantar em Montepulciano com um Vino Nobile: Mulinvecchio 2008

Nome: Mulinvecchio
Safra: 2008
País: Itália
Região: Montepulciano
Produtor: Cantucci
Importador: -

Uvas/Corte: 80% Prugnolo gentile, 10% Canaiolo nero, 10% Colorino.
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 25 euros
Onde foi comprado: Osteria del Conte
Quando foi comprado: 16 de julho de 2013
Degustado em: 28 de junho de 2013
Onde bebeu: Osteria del Conte
Harmonizado com: Pici al ragu e pici com queijo (em média, 7,50 euros o prato)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho fortão, muito gostoso, intenso. Dia de viagem. Saímos de Roma cedo, depois de pegarmos o carro e de o Claudio perder 30 minutos com a Air France no telefone. Eles não fazem ideia de onde está minha malinha querida. Viajamos sem ela. Passamos em Orvieto e chegamos ao hotel a tempo de ainda ficar uma horinha na piscina. Depois viemos para Montepulciano. As lojas já estavam fechadas, mas os restaurantes ainda estavam animados. Tivemos de fazer uma reserva para uma hora depois - e na parte interna, mas está valendo. Vinho ótimo. Entrada deliciosa, com uma seleção de bruschettas. Agora, esperamos as massas, chamadas pici, que parecem spätzle. Foi tudo muito bom! 
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: D-
Exame visual: -
Exame olfativo: Demorou para abrir, mas surgiu algo de bosque e leve fruta.
Exame gustativo: Começamos nosso giro pela Toscana e o primeiro lugar que nos hospedamos foi nos arredores de Montepulciano. A cidadezinha acabou sendo nosso ponto para o jantar nas noites que passamos na região e como não podia deixar de ser, o Vino Nobile de Montepulciano foi nossa companhia. O primeiro que provamos foi este Mulinvecchio. Escolhemos um restaurante que estava concorrido. Quando conseguimos uma mesa, descobri que o restaurante devia ter alguma parceria com o produtor deste vinho, pois na carta só tinha os vinhos da Cantucci, que eu não conhecia. Um vinho que ainda está muito jovem, com taninos muito vivos. Ele tem ainda muita vida pela frente. De qualquer modo ele foi abrindo com o tempo em taça e com a comida ficou muito equilibrado e interessante. Vale esperar mais um pouco para abrir, vai crescer. O jantar foi ótimo, noite muito agradável para abrir nossa temporada Toscana.
Nota: -

24 de julho de 2013

Domingo em Roma é dia de Pizza da Baffeto e Chianti - Brolio Chianti Classico 2010

Nome: Brolio
Safra: 2010
País: Itália
Região: Chianti Classico
Produtor: Baroni Ricasoli
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 10 euros
Onde foi comprado: Pizzeria Da Baffetto
Quando foi comprado: 14 de julho de 2013
Degustado em: 14 de julho de 2013
Onde bebeu: Pizzeria Da Baffetto
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Ampie ed intense note olfattive che riconducono alla frutta rossa, ciliegia, amarena uva-fragola, immerse in eleganti note di vaniglia.In bocca stupisce per la freschezza del frutto e la sua elegante struttura polifenolica. Equilibrato e potente.Un grande Brolio!

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Inspirados pelo Edu Luz, fomos conhecer as pizzas do Baffetto. Dividimos a mesa com duas americanas em um ambiente em que havia mexicanas, indianos, australianos e  italianos. Chegamos cedo e nem pegamos fila. A pizza é realmente muito boa. Pedi uma quatro queijos. A saladinha também valeu muito a pena. Para acompanhar, um ótimo vinho, que não fez feio. Hoje foi dia de visitar o impressionante Coliseu e caminhar milhas e milhas pela cidade. Estou exausta... E minha mala ainda não chegou. :-(
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A pizzaria Da Baffetto é bastante conhecida e muitos consideram a melhor pizza de Roma. Colocamos no nosso roteiro comer uma pizza ali para comprovar a fama. O ambiente é bem simples e despojado, você compartilha a mesa com outras pessoas. A pizza tem massa fina, um molho de tomate muito saboroso, gostei muito da pizza, realmente boa. Poucas opções de vinhos na pizzaria, escolhemos este Chianti do famoso Castelo di Brolio. Se não me engano, este é o vinho de entrada, um Chianti jovem, de boa fruta e intensidade em boca, fácil de se beber e de se gostar. Boa companhia para a pizza. Vinho bastante macio e bem feito. Uma boa opção para a pizza, de boa relação custo/benefício. Foi um ótimo domingo em Roma!
Nota: -

23 de julho de 2013

Na Salumeria Roscioli bebendo um Gattinara

Nome: Nervi Gattinara
Safra: 2004
País: Itália
Região: Gattinara
Produtor: Azienda Vitivinicola Nervi
Importador: -

Uvas/Corte: Nebbiolo (localmente conhecida como spanna)
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 24 euros
Onde foi comprado: Salumeria Roscioli
Quando foi comprado: 13 de julho de 2013
Degustado em: 13 de julho de 2013
Onde bebeu: Salumeria Rosciolo
Harmonizado com: Queijos da Itália
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bem clarinho.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gastamos a manhã resolvendo o desbloqueio do celular, que esquecemos de fazer no Brasil. Recebi notícia da minha mala depois do almoço. Foi localizada e vem de tarde para Roma, a danadinha. De tarde, visitamos o Museu do Vaticano e a famosa Capela Sistina. Gostei, mas realmente é muito cheia. Impossível não lembrar do episódio do Porta dos Fundos, em que Michelangelo sugere pintar o teto da capela. Depois caminhamos pela animada Piazza Navona e pelo Campo di Fiori, onde fiz umas comprinhas. Nosso destino era a disputada Salumeria Roscioli. Ficamos no balcão, bebendo nosso Gattinara. O vinho é gostoso, leve. Gostei! Agora, vamos voltar caminhando até o metrô do Coliseu. Na sobremesa, comi um tiramisú com uma taça de moscato Regina di Felicità Cascina Baricchi. Se existe um vinho que faz juz ao nome é este, realmente uma rainha da felicidade!
Nota:

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Clássica cor de Nebbiolo, claro, que em muitos casos lembra cor de Pinot Noir.
Exame olfativo: Nariz com notas defumadas que evoluiu muito na taça.
Exame gustativo: Mais um dia em Roma. Depois de caminhar bastante pela cidade, fomos procurar a Salumeria Roscioli, um lugar muito bacana para quem curte vinhos e boa comida. Não fizemos reserva e a casa já estava com todas as mesas ocupadas ou reservadas. Tentei reservar para o dia seguinte, mas não abrem aos domingos. Tentei para segunda, mas a casa estava lotada. Já estava quase desistindo, quando a garçonete falou, que poderíamos sentar no balcão, ali não precisava de reserva. O balcão não é dos melhores lugares da casa, mas era a única opção para ficar por ali. O local é um misto de delicatessen com restaurante e loja de vinhos. A carta de vinhos, ou melhor, as cartas (uma para vinhos franceses e outra para vinhos italianos) são enormes, com opções de diversas regiões. Difícil escolher apenas um vinho, mas como queria provar vinho de diferentes regiões da Itália, resolvi escolher um Nebbiolo da pequena região Gattinara. Um bom vinho, que necessita de muito tempo na taça respirando para se abrir e mostrar todo o seu potencial. Bem gastronômico, mostra em boca uma mistura de defumado com algo e fruta como cereja. Um bom vinho que foi bem com nossos queijos italianos. Para fechar a noite, pedimos um tiramisú e uma taça de um excelente espumante de sobremesa e uma taça de um Franciacorta.
Nota: -

22 de julho de 2013

Em Roma, com um vinho da Sardenha: Costera - Cannonnau 2010

Nome: Costera
Safra: 2010
País: Itália
Região: Sardenha
Produtor: Argiolas
Importador: -

Uvas/Corte: Cannonnau di Sardegna
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Braci e Abbracci
Quando foi comprado: 12 de julho de 2013
Degustado em: 12 de julho de 2013
Onde bebeu: Restaurante Baci e Abbracci, Piazza Bologna, em Roma
Harmonizado com: Fettucine al pomodoro e basilico e fettucine al funghi porcini
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Colore: rosso rubino intenso con sfumature granata. Olfatto: intensamente vinoso, tipico del Cannonau.
Gusto: caldo, rotondo, di buona struttura ed ottimo equilibrio.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo:  Acho que ainda não escrevi, mas a Air France perdeu minha mala. Eu não lamento pela maioria das roupas, mas por uma blusa que minha mãe fez de frivolitè há mais de 10 anos, pelo vestido novo e caro da Desigual, meu estojo novo de maquiagem (nem deu tempo de eu me aventurar), meu pente (um dos objetos mais antigos que tenho, que está comigo há 21 anos!) e umas poucas coisas mais. Tive de comprar umas roupas novas, um pente novo... Tirando isso, o primeiro dia em Roma foi muito bom. Caminhamos pela Via del Corso, vimos o monumento a Vittorio Emanuelle (na minha família, há muitos Vitórios), visitamos a Fontana di Trevi e a Piazza di Spagna. Jantamos aqui no bairro, junto com outros locais, perto da Piazza Bologna. Foi ótimo, até brincamos com o garçon, quando ele veio falando em espanhol. :-) Foi uma noite agradável. O vinho estava saboroso! A massa fresca é daquelas que dá vontade de comer todos os dias.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: Início com leve álcool e frutas vermelhas.
Exame gustativo: Nosso segundo jantar em Roma foi também na área residencial perto de nosso hotel. Um simpático restaurante, repleto de italianos, provavelmente moradores da região. Restaurante de boa comida, e uma carta de vinhos não muito longa, mas com vinhos de diversas regiões italianas. Resolvemos variar um pouco de região e escolhemos este tinto da Sardenha de um produtor bastante interessante. Vinho muito bem feito, que ainda vai evoluir com mais tempo em garrafa. Em boca, ele estava ainda jovem, com taninos vivos, notas de ameixa madura e final de boca intenso. Com certeza, ele ainda vai evoluir. Bom vinho e mais uma noite agradável na capital Italiana.
Nota: -

21 de julho de 2013

No dia seguinte ao Dia da Pizza: Le Ginestre Chianti Classico Reserva 2008 #cbe #diadapizza

Nome: Le Ginestre Chianti Classico Reserva
Safra: 2008
País: Itália
Região: Chianti Classico
Produtor: Pontedera
Importador: -

Uvas/Corte: Sangiovese, Canaiolo
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 15 euros
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: 11 de julho de 2013
Degustado em: 11 de julho de 2013
Onde bebeu: Restorante e Pizzeria Calabrisella, próximo à Piazza Bologna
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Chegamos bem tarde ao nosso hotel. Demoramos para sair do aeroporto, e depois para achar o hotel. Acostumamos com o mapa on-line e de repente nos vimos sem sequer um de papel. Por indicação do moço da recepção, fomos a uma pizzaria nos arredores. Só que ao invés de irmos na que ele tinha nos indicado, entramos na primeira que avistamos. Nem foi tão mal. Pizza boa, com vinho gostoso.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: 
Exame gustativo: Chegamos muito tarde em nosso hotel em Roma. Saímos correndo para ver se conseguíamos jantar. Conseguimos um restaurante aberto e pedimos pizza. Era um restaurante simples, não tinham mais do que 10 rótulos de vinho na casa e acabei escolhendo este. Um Chianti bem típico, de boa acidez, leve fruta em boca, bem gastronômico. Um Chianti simples que cumpriu muito bem o seu papel de escoltar a nossa pizza! Como comemos esta pizza no dia seguinte ao Dia da Pizza, escolhemos este post para ser a nossa contribuição à Confraria Brasileira de Enoblos
Nota: -

20 de julho de 2013

Baguette, queijos, framboesas e um champagne para acompanhar

Nome: Améthyste Louis Barthélémy Brut
Safra: -
País: França
Região: Champagne
Produtor: Louis Barthélémy
Importador: -

Uvas/Corte: 50% Pinot Noir, 30% Pinot Meunier, 20% Chardonnay
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Loja de vinhos da rua Demabert, em Paris
Quando foi comprado: 10 de julho de 2010
Degustado em: 10 de julho de 2010
Onde bebeu: Hotel Apollinaire, em Paris
Harmonizado com: Queijos, baguette e framboesas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
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Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de passar o dia todo nas liquidações de Paris (La Defense e no Marrais) já estávamos mortos de cansados. Na volta para o hotel, Claudio decidiu passar na loja vinhos do outro lado da rua. Quando chegou no quarto, abriu um sorriso e falou: - Não vamos embora sem tomar um champagne! Deixou a bebida no frigobar e foi em busca de acompanhamentos. Comprou então meia baguette, dois queijos e um potinho de framboesas. Tudo aqui na rua do hotel. Pouco depois, estávamos comendo nosso lanchinho especial. Bem felizes!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na mesma rua do nosso hotel em Paris, descobri uma loja bem interessante de vinhos e também uma loja de queijos. Quando estávamos voltando para o hotel, passei pela porta da loja de queijos e du vontade de provar uns queijinhos. Mas a ideia só ficou completa depois de entrar na loja de vinhos e descobrir que vendiam ali este Champagne em meia garrafa, e o melhor, já gelado. Comprado o Champagne, deixei no quarto do hotel e fui buscar, queijos, pão e framboesas. Pedi ao dono da loja me indicar dois queijos que harmonizassem com Champagne. Lanchinho da tarde pronto. Fica difícil analisar o Champagne isoladamente do contexto. Primeiro dia de férias, em Paris, deliciosos queijos, um boa baguette... o Champagne foi muito bem! Era tudo que precisávamos. Vale experimentar.
Nota: -

18 de julho de 2013

Reserve de la Baume - Merlot 2012

Nome: Reserve de la Baume
Safra: 2012
País: França
Região: Pays D'OC
Produtor: -
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot
Teor alcoólico: -
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 8 de julho de 2013
Onde bebeu: Voo AF443, do Rio de Janeiro a Paris
Harmonizado com: Comidinha de avião
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Foram tantos meses de contagem regressiva, mas finalmente chegou o grande dia de nossa viagem de férias. Começamos a planejar tudo em outubro do ano passado, mas é engraçado como sempre parece faltar alguma coisa na véspera. No meu caso, tentei fazer meus trabalhos de aula de forma tranquila, mas acabei o último deles no domingo anterior à viagem. Sufoco. Na manhã de segunda ainda resolvi várias coisas, coloquei cartas no correio, levei lixo para reciclagem, devolvi livro na biblioteca, fiz exame de sangue... Depois do almoço fomos para o Galeão. Nossos assentos eram os últimos do avião. Nos voos da Air France sempre há champagne e um vinho gostoso, mesmo na limitada classe econômica. Este vinho era simples, mas bem gostoso. O voo transcorreu com calma. Diferente das outras vezes, não vi nem um filme, tampouco dormi. Resultado foi que chegamos supercansados e tivemos de dar uma dormidinha tão logo conseguimos entrar em nosso quarto. Antes, fomos comer moules et frites, pois estávamos merecendo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: -
Exame olfativo: 
Exame gustativo: Férias! Para começar o relato dos vinhos que estamos bebendo durante estes dias, vamos ao primeiro, ou melhor, os primeiros. Viajar pela Air France te proporciona logo beber um vinho francês mesmo na classe econômica. De cara é servido um champagne, que não anotei o nome. Para acompanhar o jantar foi servido este Merlot do Languedoc. Vinho frutado, básico, com aquele perfil que te lembra outros vinhos já bebidos, mas serve para fazer entrar no clima. Vinho fácil que cumpre seu papel.
Nota: 88.0

15 de julho de 2013

Circuito Brasileiro de Degustação 2013 no Rio de Janeiro

Em 4 de julho de 2013, pelo terceiro ano, o Circuito Brasileiro de Degustação, uma iniciativa do Ibravin, desembarcou no Rio de Janeiro. No amplo salão o Iate Clube do Rio de Janeiro, 28 expositores apresentaram os lançamentos de alguns dos melhores vinhos brasileiros. Muito interessante ver que é uma feira já consolidada, com um excelente público presente e principalmente pude observar dezenas de donos de lojas e de restaurantes cariocas provando e negociando os vinhos nacionais.
Cheguei um pouco tarde na feira e não pude ver tudo o que queria. Além de chegar tarde, encontrei diversos amigos e pessoas conhecidas que já não via por algum tempo, o que também me fez provar menos coisas do que queria... mas o que seria do vinho sem os amigos.

Vamos ao que consegui provar: Aracuri, Routier & Darricarrère, Don Abel, além dos vinhos da Copa da Lidio Carraro, um espumante rosé da Luiz Argenta e alguns sucos de uva que estavam em exposição na feira (para quem ainda não viu, estamos postando sobre sucos de uva aqui no blog).
Na Aracuri, conversei bastante com a simpática enóloga Paula Schenato, que entrou na vinícola no início do ano. Na feira, apresentou vinhos muito interessantes e que ainda vão dar muito o que falar. O Pinot Noir e o Chardonnay, ambos já comentados aqui no blog, foram muito procurados por quem estava na feira. Provei ainda toda a linha de tintos, destaque para o ótimo Collector, além de um espumante Charmat e um Sauvignon Blanc, muito interessante que para o meu paladar, que mostrou muita personalidade e potencial, com toque minerais fortes e notas salgadas, assim como toda a linha, vinhos para ficar de olho. A Paula me garantiu que os vinhos da safra 2013 estão vindo muito bons, esperar pelas surpresas que ela irá colocar nos vinhos. Guardem esta vinícola dos Campos de Cima da Serra.
Outra vinícola que queria muito conhecer era a Routier & Darricarrère. Os vinhos são vendidos aqui no Rio pela Confraria Carioca, do Duda Zagari. Já tinha provado o vinho de entrada da vinícola, o gostoso Red, vinho já degustado e comentado aqui no blog, que me gerou muita curiosidade para provar os outros vinhos desta vinícola. Provei e gostei de um Cabernet Sauvignon e de um Chardonnay, outro nome para guardar e acompanhar a evolução desta novata da Camapanha. Conversei bastante com a Eliete Schubert, que me contou um pouco sobre a vinícola, alguns planos e sobre os vinhos. Interessante ver duas regiões distintas, com duas vinícolas novas, produzindo com muita qualidade e mostrando todo um potencial pela frente.

A Don Abel passou a ser distribuída no Rio pela Zahil. Já provamos alguns vinhos deles, mas há algum tempo não os bebia. Passei muito rapidamente pelo estande, quero voltar a provar os vinhos com calma, mas lá provei um Cabernet Sauvignon que realmente chamou minha atenção, o Rota 324, vinho muito consistente, vale provar.

Na Lidio Carraro, provei os dois vinhos da Copa, um corte branco e um corte tinto. Ambos cumprem muito bem o propósito, como mesmo disse o Giuliano: vinhos fáceis, leves, com fruta e será fácil as pessoas gostarem. O branco, um corte de Chardonnay, Sauvignon Blanc e Pinot Grigio, e o tinto um corte de 11 uvas, que representam os 11 jogadores em campo. Vinhos sem maiores complicações.

Já quase no final da feira, provei uma taça de um espumante rosé da Luiz Argenta, que estava muito bom, mas não peguei nenhuma informação sobre ele.

Por fim, provei alguns sucos de uva, mas isto é assunto para um outro post.

Parabéns ao Ibravin pela organização da feira, que a cada ano traz boas novidades de produtos e produtores.

13 de julho de 2013

Para fechar o período, um encontro com vinhos especiais

Mais um encontro dos meus colegas professores da PUC-RJ, desta vez para confraternizar o encerramento do período em que o tema "vinho" foi o mote dos projetos desenvolvidos pelos alunos. Mais uma vez, gentilmente a Joy ofereceu sua casa para o encontro que ocorreu no dia 2 de julho, com as presenças de Joy, Vitoria, Tatiana, Vitor, Roberta, Carla, Jorge, Flavia, Marcelo, Ana, Rômulo e Claudio. Mais uma vez, fiquei encarregado da seleção dos vinhos e procurei comprar vinhos diferentes ou com rótulos divertidos, vamos a eles:

- Primeiro vinho da noite foi o leve e gostoso brasileiro ReD, um corte de Cabernet Sauvignon com Merlot produzido na Campanha. Já comentamos este vinho aqui no blog e nesta noite ele agradou bastante. Vinho de corpo leve, um vinho jovem, fácil de se beber. Uma boa opção para quem procura um vinho descontraído. Seu rótulo tem uma ilustração de uma kombi.

- Saímos do Brasil e fomos para Portugal com o Conversa 2010, um vinho do Douro, vinho de entrada da vinícola Niepoort. Como todos os vinhos desta vinícola, este se mostrou muito equilibrado, bastante fruta em boca, muito bem feito. Este vinho tem um rótulo muito divertido, com uma história em quadrinhos. Bom vinho.

- Voltamos para a América do Sul, com o chileno Tabali Reserva Syrah 2010. Este vinho é sempre uma boa opção pelo que oferece em relação ao seu custo. Ele era importado pela Grand Cru, comprei a última garrafa que havia na loja. Não sei quem irá importar este vinho agora. Boca intensa, com frutas misturadas a notas de especiarias.

- O quarto vinho da noite foi o Plic Plic Plic... 2009, vinho que provei pela primeira vez faz pouco tempo. Mais um vinho de rótulo divertido e que desta vez se mostrou um pouco mais "nervoso"na boca, com taninos um pouco duros, que vão evoluir na garrafa. Vinho da região de Mallorca, pede uma comida para acompanhar.

- O quinto vinho da noite vale por dois: uma garrafa magnum do ótimo Palazzo della Torre 2008. Sempre quis levar uma garrafa magnum para alguma reunião entre amigos e desta vez consegui. Gosto muito deste produtor, Allegrini, e deste vinho: taninos redondos, leve notas adocicadas, ótimo final de boca. Um vinho muito interessante.

- Voltamos para a Espanha, com o ótimo Cepa Gavilán 2009, vinho da Ribeira del Duero. Este é um vinho muito bem feito, que se mantém consistente em diferentes safras. Vinho de bom corpo, taninos redondos e conjunto arredondado pela boa madeira usada. Bom vinho.

- O pessoal ainda estava com fôlego e fomos para o último vinho da noite, o EQ Syrah 2008, da vinícola Matetic.  Um vinho de muita personalidade e boa complexidade, com notas defumadas misturadas a algo vegetal. Vinho que merece ser decantado e provado com calma.

Mais um encontro divertido e que venham outros no segundo semestre.

11 de julho de 2013

Grand Tasting Argentina 2013

Em 27 de junho de 2013, depois de atender a alguns compromissos em São Paulo, consegui participar do Grand Tasting Argentina 2013, organizado pelo amigo Deco Rossi, do blog Enodeco e representante da Wines of Argentina no Brasil. O encontro foi no Hotel Unique.
Boa oportunidade de rever alguns amigos em São Paulo, além de provar bons vinhos e algumas novidades. O tempo que fiquei na feira foi corrido, mas deu para ver toda a organização muito bem feita pelo Deco e sua equipe. Consegui participar também de uma "Wine Walk", iniciativa muito interessante e didática que funciona da seguinte forma: o enólogo Tomas Hughes da Trapiche fez uma seleção prévia de alguns vinhos brancos argentinos de diferentes terroirs, entre os diversos expositores. Na companhia do simpático Tomas, um pequeno grupo percorreu a feira parando em cada expositor escolhido, provamos os vinhos e recebemos uma pequena aula sobre os diferentes tipos de vinhos brancos argentinos. Muito interessante o formato. Dos vinhos provados, destaque para um Viognier da Ampakama e um Torrentés da Elsa Bianchi.
Além dos brancos provei excelentes vinhos na Trapiche, destaque para o novo Iscay, corte de Syrah com Viognier, vinho com personalidade e diferente de qualquer outro vinho argentino. Nos vinhos da Susana Balbo, toda a linha muito consistente e einteressante com vinhos de perfis diferentes. Provei ainda o excelente malbec top, Nosotros, sem dúvidas um vinhaço.
A grande novidade da feira ficou por conta dos vinhos de Matias Riccitelli, enólogo que apresntou 3 vinhos diferentes e todos com muita personalidade. Gostaria de provar novamente estes vinhos que ainda não estão sendo importados para o Brasil. Três malbecs de muita qualidade.
Uma pena que tinha que seguir para o aeroporto para voltar. Boa feira, bons vinhos e boa chance de rever os amigos.
Parabéns ao Deco e a Wines of Argentina.

10 de julho de 2013

Província de São Pedro - Chardonnay 2011

Nome: Província de São Pedro
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Routier & Darricarrère
Importador: -

Uvas/Corte: 100% Chardonnay
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela gremista Eliete, da ReD
Quando foi comprado: -
Degustado em: 4 de julho de 2013
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pratos do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho de cor amarelo palha com reflexos dourados, aromas complexos de pipoca, doce de leite, manteiga, mel e nozes. Frutas como pêra e pêssego em menor intensidade, agradável toque cítrico.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Cheiro de barrica, de armário daqueles que tínhamos em nossas salas de jantar nos anos 1980 no Rio Grande do Sul, de madeira de verdade. Mais tarde, apresentou cheiro de abacaxi.
Exame gustativo: Depois de um dia intenso no trabalho, começaram as minhas férias! Cheguei em casa, resolvi arrumar algumas coisas e lá pelas tantas me bateu a maior vontade de ficar quietinha em casa. Eu havia prometido ir ao Circuito Brasileiro de Degustação, organizado pela Ibravin... Lá pelas tantas, Claudio me ligou dizendo que já estava voltando e trazia uma garrafa que havia sido me enviada por uma expositora, a Eliete, da ReD - apesar de seu ser colorada. Enquanto Claudio vinha para casa, pedi comida thai para acompanhar o vinho, que gostamos bastante. Ele não me pareceu ser um típico chardonnay. Apresentou gosto de chocolate branco, o que gostei obviamente. Na última taça, parecia haver um dementador se escondendo no vinho, mas nada que provocasse muito susto. :)
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: 
Exame olfativo: Uma mistura de fruta em calda com leve toque de barrica.
Exame gustativo: Estava no Circuito Brasileiro de Degustação que aconteceu aqui no Rio e lá perto do final do evento consegui parar no stand da Routier & Darricarrère. Desde que provei o Red, o vinho que tem uma kombi no rótulo, produzido pela vinícola, fiquei curioso com o trabalho que estava sendo feito por lá na Campanha Gaúcha. Depois de provar e aprovar todos os vinhos, conversei com a simpática gaúcha e gremista Eliete Peixoto, gerente de vendas da vinícola. Antes de ir embora, a Eliete me entregou esta garrafa e disse que era para a conterrânea Rafaela (que não pode ir ao evento) provar este Chardonnay. A Rafaela providenciou uma comida Thai e quando cheguei em casa provamos o vinho com calma. Vinho bastante consistente que em boca apresenta notas de frutas, algo como abacaxi ou maracujá e algo como um leve tostado, notas de sua passagem pela barrica que neste caso me pareceu positiva. Acidez equilibrada e final de boca com boa presença e intensidade. Mais um chardonnay brasileiro bastante interessante e que vale ser provado. Mais uma jovem vinícola que logo de cara apresenta bons vinhos ao mercado. Vale ficar de olho no que eles vão fazer, acho que tem tudo para crescer e fazer bons produtos na Campanha Gaúcha.
Nota: 87.0 - 88.0

Aracuri Chardonnay 2012 para acompanhar sushis deliciosos do Matsuda

Nome: Aracuri
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Aliprandini & Meyer
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela Paula, enóloga da vinícola
Quando foi comprado: Maio 2013
Degustado em: 28 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Sushi do Matsuda
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Passagem de 10 meses em barricas de carvalho Aromas elegantes onde se destacam as frutas tropicais com notas amanteigadas e de baunilha. Paladar complexo e equilibrado com acidez presente.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Superperfumado.
Exame gustativo: Fiquei em casa neste dia para terminar meus trabalhos de aula. Em uma pausa nas leituras, me deparei com uma chamadinha do Beto no Facebook para um post no Papo de Vinho. Falava sobre sushis. Na hora pensei, por que não comer uns sushis hoje à noite? Claudio topou e quando anoiteceu fomos até o Matsuda comprar umas peças. Acabamos comprando mais do que deveríamos, mas estavam muito saborosos, como sempre. O sushiman e as atendentes do Matsuda são muito simpáticos. O vinho era bastante delicado, mas bem perfumado e bem feito. Gostamos bastante.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Design limpo e equilibrado.
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz vivo e intenso, alguma coisa de frutas tropicais.
Exame gustativo: Resolvemos comprar comida japonesa para o jantar e para acompanhar optamos por provar este Chardonnay brasileiro, da região dos Campos de Cima da Serra. Há alguns dias, tínhamos provado um Pinot Noir desta mesma vinícola e gostamos bastante. Primeira impressão em boca foi o equilíbrio. Um chardonnay com características próprias, com interessantes notas minerais presentes. Um vinho de estilo elegante. Foge do perfil de outros Chardonnays do novo mundo, o que me agrada. Em boca, surgem algumas notas cítricas também. Foi muito bem com nossa comida japonesa. Fiquei muito bem impressionado com este vinho, muito bem feito e agradável, uma ótima opção de vinho branco nacional. Quero provar novamente e recomendo ficarem de olho nesta vinícola. Bela surpresa.
Nota: 88.0

9 de julho de 2013

Boas Vinhas 2009 - Dão

Nome: Boas Vinhas
Safra: 2009
País: Portugal
Região: Dão
Produtor: Sociedade Agrícola Boas Quintas
Importador: Lusovini

Uvas/Corte: Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Carlinhos
Quando foi comprado: -
Degustado em: 1. de julho de 2013
Onde bebeu: Casa do Carlinhos
Harmonizado com: Pizzas e petisquetes
Com quem: Claudio, Carlinhos, Miguel e Marcelo

Comentário do Produtor
Vinificação Contacto pelicular a frio durante 2 dias, seguido de uma fermentação de 5 dias com remontagens suaves. Prova Vinho jovem e suave, confirma a fruta encontrada no aroma e uma agradável sensação de frescura, taninos elegantes. Consumo Servir entre 16 e 18ºC. Acompanha bem carnes vermelhas ou brancas grelhadas, massas, pratos picantes ou queijos de sabor ligeiro.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Desta vez o encontro mensal dos colegas de faculdade aconteceu na casa do Carlinhos, na Lapa. Carlinhos é assinante do Winet Club (clube de vinho do Deco Rossi) e ele estava com algumas garrafas para escolhermos qual abriríamos. Marcelo escolhue este vinho português da região do Dão, o qual eu ainda não tinha provado. Este é aquele tipo de vinho fácil de se beber e de se gostar. Um vinho equilibrado, com boa fruta, redondo, moderno. A garrafa vai fácil e agrada a quem esta acostumado a beber vinhos com regularidade e também a quem bebe eventualmente. Funciona bem sozinho e também não foi mal com a pizza. Boa compra.
Nota: 87.0

Degustação promovida pela SBAV com Adriano Miolo

Na noite de 24 de junho de 2013, participamos da degustação da Miolo promovida pela Sociedade Brasileira de Amigos do Vinho (SBAV) aqui do Rio. Quem nos convidou foi o Affonso Nunes, atual presidente da SBAV. A palestra/degustação foi realizada pelo Adriano Miolo, que procurou apresentar um vinho de seis regiões selecionadas, nas quais a Miolo mantém vinhedos.  

Vinhos degustados:
1. Bueno Cuvée Prestige (50% Chardonnay, 50% Pinot Noir)
2. Alvarinho, da Campanha/RS
3. RAR Collezione (Viognier), dos Campos de Cima da Serra/RS
4. Testardi, do Vale do São Francisco/BA
5. Merlot Terroir, do Vale dos Vinhedos/RS
6. Vinhas Velhas Tannat, de Santana do Livramento/RS

Comentário da Rafaela
A degustação promovida pela SBAV foi interessante. Adriano Miolo deu uma miniaula sobre as principais regiões produtoras de vinho do Brasil, o que é sempre bom recapitular. Fiz algumas anotações sobre os vinhos. Tão logo chegamos, foi-nos servida uma taça de Cattacini Extra Brut, um espumante produzido nos Vale dos Vinhedos. Confesso que entre este e o espumante do Galvão Bueno, gostei mais deste. O espumante Bueno apresentou perlage bem fininha, nariz cítrico e tinha cor amarela clara. Logo depois que você bebe um golinho, fica um gosto de maçã verde na boca. O vinho que mais gostei na noite foi o segundo, o Alvarinho, que vinho gostoso! Superperfumado e um gosto de doce de pera na boca. O terceiro, RAR, tinha um leve gosto de tostado e um cheiro de pão fresco. Indo para os tintos, não sei se eu estava de má vontade, mas nem um me chamou a atenção. O Testardi, talvez por ser mesmo muito cabeça dura, passava pela boca e sumia. Depois disso, também, a degustação deu uma acelerada, a fome começou a ficar grande e eu perdi a concentração. De todos, compraria o Alvarinho sem titubear.

Comentário do Claudio
Participamos de uma palestra/degustação organizada pela SBAV com a presença de Adriano Miolo, um dos donos da vinícola Miolo, uma da maiores vinícolas brasileiras e com presença em diversas áreas produtoras no Brasil. A palestra era exatamente sobre a diferença entre as diversas regiões produtoras e tivemos a oportunidade de provar vinhos dos diferentes projetos da Miolo. Fomos recebidos no restaurante com um espumante fresco, de boa acidez, o Cattacini Extra Brut, agradável e apenas com o final um pouco curto. Na sequência, o primeiro vinho apresentado pelo Adriano foi o espumante que leva o nome do apresentador Galvão Bueno. Perlage fina, um espumante delicado e elegante, com claras notas cítricas e algo de maçã verde e mineral. Depois do espumante, provamos 2 vinhos brancos:  um Alvarinho da Campanha e um Viognier dos Campos de Cima da Serra. O Alvarinho apresentou um nariz muito intenso e perfumado, lembra algo de doce de pera em compota. Em boca, está bastante vivo, final poderia ser mais longo e apresentava leve amargor que não atrapalhou o conjunto. O Viognier estava mais fechado no nariz, apresentou uma boa acidez e boa estrutura. Também achei que poderia ter um final mais longo. Primeiro tinto da noite foi um Syrah fermentado em barrica do Vale do São Francisco. Este vinho é a tentativa da Miolo de produzir um vinho de alta qualidade. O resultado é interessante, um Syrah com especiarias misturado com frutas maduras, final de boca curto, mas foi bem com o jantar que comemos depois. Provamos depois o ícone Merlot Terroir, vinho do Vale dos Vinhedos, que já apresentou bons resultados em safras passadas. É um bom merlot, bem feito, mas achei que está um pouco jovem ainda, com madeira aparente, mais algum tempo de garrafa fará bem a ele. O último vinho apresentado foi o que fez mais sucesso durante a degustação, um Tannat de Santana do Livramento, vinhedo que pertencia à Vinícola Almadén, a qual recentemente foi comprada pela Miolo. Este Tannat é feito de uvas de algumas vinhas velhas da propriedade. O resultado é um vinho com o nariz ainda fechado com taninos firmes, final de boca intenso, e que pede um bom prato de comida. Este vinho ainda tem potencial para evoluir. Muito interessante o resultado. Depois da palestra, jantamos no restaurante, podendo provar os vinhos com a comida.

8 de julho de 2013

Veramonte Reserva - Pinot Noir 2010

Nome: Veramonte Reserva
Safra: 2010
País: Chile
Região: Vale de Casablanca
Produtor: Veramonte
Importador: Zona Sul

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 32,85
Onde foi comprado: Zona Sul, em Botafogo
Quando foi comprado: 20 de junho de 2013
Degustado em: 20 de junho de 2013
Onde bebeu: Zona Sul, em Botafogo
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
APPEARANCE: Bright cherry red
AROMA: Intense and fresh aromas of red berries with floral notes

TASTING NOTES: A soft, round, medium-bodied wine with complex flavors of red berry fruits and spice balanced by long silky tannins

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ao voltar da manifestação na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, convidei o Claudio para jantar no Zona Sul. Escolhemos este velho conhecido. O vinho é superlevinho, como se espera de um pinot. Eu nunca tinha ido a uma manifestação na minha vida, pelo menos que me lembre. Fui com uma colega de trabalho. Saímos do metrô bem onde os "vermelhos" estavam. Como o espírito era outro, não ver confusão, seguimos na direção contrária. Começamos a caminhada que nos levaria até quase em frente à prefeitura do Rio, chamada carinhosamente de Piranhão pelos locais. Foi bonito, cada pessoa com seu cartaz, reivindicando as mais diferentes coisas. Eu fui por cansar de bancar a bocó. Somos tão passivos, chega uma hora que até cansa. É dureza pagar tudo dobrado - impostos e ao mesmo tempo plano de saúde e educação particular). Foi uma caminhada tranquila. Quando estávamos quase na prefeitura, a coisa começou a ficar um pouco tensa, mas dava para ver quem ali estava pronto para criar confusão. Nesta hora, começamos a voltar, pegamos um ônibus na Riachuelo e antes das 20h30 já estava na Zona Sul olhando na televisão o caos se instalar em diferentes pontos do Brasil. É isso, sempre vai ter quem quer fazer certo e aquela meia dúzia para tumultuar. Fiquei feliz por ter ido, por ter visto de perto. Agora a torcida para que esses políticos fdp tomem vergonha na cara.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Já provamos muitos vinhos desta vinícola chilena, que fica em Casablanca. Em geral, todos os vinhos são muito bem feitos e o melhor: com ótimo custo. Fomos comer uma pizza no Zona Sul e escolhemos este Pinot para acompanhar. Esta safra 2010 se apresentou muito interessante, um Pinot que mistura bem as características dessas cepas de vinhos do velho e do novo mundo. Leve notas de frutas como cereja, toques defumados, sem exageros e com certa elegância. Um Pinot com boa personalidade, taninos polidos, boa acidez e fácil de se beber. Foi bem com a pizza. Um ótimo vinho pelo preço em que é oferecido. Recomendo.
Nota: 88.0

Novas Gran Reserva / Garzón / Bouza Viñas Viejas / Tsarine / A.R.M.M. / Champagne Louise Brison

Nome: Novas Gran Reserva / Garzón / Bouza Viñas Viejas / Tsarine / A.R.M.M. / Champagne Louise Brison
Safra: 2011 / 2011 / 2011 / - / - / -
País: Chile / Uruguai / Uruguai / França / Brasil / França
Região: Valle de Colchagua / - / Montevideu / Champagne / - / Champagne
Produtor: Emiliana Organic Wineyards / Bodega Garzon / Bodega Bouza / Tsarine / projeto A.R.M.M. / Champagne Louise Brison
Importador: -

Uvas/Corte: Carmenère e Cabernet Sauvignon / - / Merlot e Tannat / 34% Chardonnay, 33% Pinot Meunier, 33% Pinot Noir / Mernet: Merlot, Cabernet e um "dash" de Tannat / -
Teor alcoólico: - / 14,7% / - / 12% / - / 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Cada casal levou um
Quando foi comprado: -
Degustado em: 15 de junho de 2013
Onde bebeu: Theo Medeiros, em Campinas
Harmonizado com: Pratos variados
Com quem: Claudio, RafaelaAlexandreVanessaCristiano, Valdirene, Daniel, Tatiana, Emerson e Anna

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Se na noite anterior havia sido divertido nosso encontro, neste almoço foi ainda mais, pois a Anna e o Emerson conseguiram participar. Havíamos nos encontrado há pouco tempo, quando eles nos visitaram aqui no Rio, e foi ótimo revê-los tão rápido. Com o grupo completo, tivemos um almoço bem animado nos fundos do restaurante Theo Medeiros. A comida estava bem saborosa e a parte feminina da mesa gostou mesmo foi dos espumantes. Os meninos fizeram altas discussões sobre as outras garrafas, mas nós tínhamos assuntos diferentes para tratar. Logo depois do almoço, seguimos diretamente para o aeroporto e voltamos já sentindo saudades de todos de Campinas. Espero que o próximo encontro não demore!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nossa passagem por Campinas foi rápida, mas mesmo assim conseguimos marcar mais um encontro antes de pegarmos nosso avião de volta ao Rio. Desta vez, foi um almoço no restaurante Theo Medeiros. Além dos presentes da noite anterior, neste almoço a Anna e o Emerson estavam presentes também. Muitos vinhos e poucas anotações, mas vamos aos destaques. Começamos com dois bons Champagnes. Depois abrimos 4 garrafas que bebemos de forma aleatória: 2 uruguaios, um chileno e um brasileiro. O top da vinícola Garzon é um vinho de boa estrutura, mas estava com a madeira muito presente na boca, em excesso. Acho que precisa mais um tempo em garrafa para ver se a madeira se integra melhor ao vinho. o A.R.M.M., do amigo Marcel Miwa, já comentado no blog, um vinho que achei que foi bem com a comida. O chileno Novas, um vinho orgânico corte de Cabernet Sauvignon e Carménerè, se mostrou bastante frutado, mas poderia ter um pouco mais de acidez e complexidade. Por último, um vinho da vinícola uruguaia que gosto muito, a Bouza. Um corte muito equilibrado de Merlot com Tannat, ótimo vinho. Do restaurante, fomos direto para o aeroporto para voltar para casa depois de um final de semana muito bacana.
Nota:

Tem suco no blog: 6 - Casa de Bento

Suco de uva integral Casa de Bento
Suco de uva integral (100% puro, sem adição de açúcar e conservantes)
Cooperativa Vinícola Aurora, Bento Gonçalves/RS
1l, R$ 13 (no Supermercado Zona Sul)
130kcal em cada 200ml

Até agora, este foi o suco de uva mais doce que provamos. O ideal é bebê-lo com bastante gelo. O doce acaba prejudicando um pouco sentir outros sabores do suco. Um bom suco produzido pela Aurora, tem boa presença em boca e boa permanência. Apresenta bastante depósito.
Recomendamos para aqueles que não se importam com excesso de doçura.

7 de julho de 2013

Alta Vista Single Vineyard 2007 / Caballo Loco / Marcus Gran Reserva 2000 / Sum 2011

Nome: Alta Vista Single Vineyard / Caballo Loco / Marcus Gran Reserva / Sum Torreguacetto
Safra: 2007 / 200x / 2000 / 2011
País: Argentina / Chile / Argentina / Itália
Região: Mendoza / Valle Central / Patagônia / Puglia
Produtor: Alta Vista Wines / Viña Valdivieso / Bodega Canale / Racemi Soc. Agricola
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100% / - / Cabernet Franc / Salento Susumaniello
Teor alcoólico: 14,5% / 14,5% / - / 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Cada casal levou um
Quando foi comprado: -
Degustado em: 15 de junho de 2013
Onde bebeu: No ótimo Restaurante Duo, em Campinas
Harmonizado com: Ragu com pães e bruschettas
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre, Vanessa, Cristiano, Valdirene, Daniel e Tatiana

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois do agradável e emocionante casamento da Milena e do Rodrigo em Piracicaba, seguimos de carona com o simpático casal João Paulo e Paulo até Campinas. Alexandre e Vanessa foram nos apanhar no shopping e, depois de uma passadinha em casa, seguimos para o Duo Bruscheteria e Bodega, restaurante que nossos amigos frequentam sempre e tão bem falam. Conferimos que falam com razão. Eu adorei o lugar e a comida - apesar de achar que tenho que voltar, pois não provei muita coisa. Foi muito bom reencontrar nossos amigos queridos e colocar a conversa em dia. Os vinhos estavam muito bons, mas confesso que me concentrei mesmo foi nos assuntos das meninas. Amigos, muito obrigada pela acolhida tão carinhosa de sempre, especialmente à Vanessa e ao Alexandre.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Neste sábado, acordamos cedo e embarcamos para Piracicaba para o almoço de casamento da Milena e do Rodrigo. Fomos para Piracicaba via Campinas, onde dormimos naquela noite. Aproveitamos para rever os amigos que moram por lá e também beber alguns bons vinhos. Assim que chegamos de Piracicaba, fomos para a casa do Alexandre e da Vanessa. De lá, para a Duo Bruscheteria, lugar muito agradável. Todos levaram vinhos e quatro garrafas foram abertas naquela noite. Não fiz anotações sobre os vinhos, mas vale aqui algumas observações sobre eles. Abrimos a noite com um Cabernet Franc muito interessante da Patagônia. Cabernet Franc é uma uva que sempre faz sucesso com os blogueiros. Seguimos para um vinho italiano, cuja uva ninguém conhecia: Susumaniello, vinho que o Daniel levou, diferente e interessante. Na sequência, abrimos o Malbec que levei: bom vinho, mas poderia ter um final com mais presença em boca. Para fechar a noite, o Cristiano abriu um Caballo Loco, ícone chileno que nunca tinha provado antes. Boa complexidade e presença em boca justifica sua fama. Foi um sábado repleto de atividades entre amigos.
Nota:

6 de julho de 2013

Vinho alemão no Dia dos Namorados: Meyer-Näkel Pfarrwingert - Frühburgunder 2008

Nome: Meyer-Näkel Pfarrwingert
Safra: 2008
País: Alemanha
Região: Dernau, Ahr
Produtor: Meyer-Näkel
Importador: -

Uvas/Corte: Frühburgunder 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: do Cônsul alemão
Quando foi comprado: Agosto de 2012
Degustado em: 12 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Queijos, focaccia feita em casa pela Rafaela, salada caprese e pesto
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Der Frühburgunder ist eine alte eigenständige Rebsorte und frühreife Variante des Spätburgunders. Fast wäre er aufgrund seiner äußerst niedrigen Erträge in Vergessenheit geraten. Der Frühburgunder ist eine Variante seines „großen Bruders“, des Spätburgunders. Wie der Name schon erahnen lässt, setzt die Reife 2-3 Wochen früher ein. Aus seinen kleinen, dickhäutigen Beeren lassen sich fruchtbetonte, gehaltvolle Weine mit intensiver Farbe gewinnen. Sein samtiger Geschmack zeichnet sich durch eine feine Säure und weiche, feingliedrige Tannine aus.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
 -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Dia dos Namorados. Dia de ficar em casa. Claudio ia demorar para chegar em casa, então fui providenciando algumas comidinhas para nosso jantar. No Zona Sul, o super que fica aqui perto de casa, fiquei só observando o que as pessoas estavam comprando. Naquele dia, as sextas pareciam conter ingredientes mais caros, dignos de uma ocasião especial. Havia gente com listas de compras, escolhendo entre um determinado queijo e outro, ou entre uma massa mais especial e outra. Isso me fez sorrir. Eu também estava à procura de alguns produtos especiais. Neste dia, me dei o direito de comprar um pedaço de Prima Donna, que eu adoro. Resolvi fazer um pão caseiro e acabei optando por fazer uma focaccia. Ficou boa, apesar de achar que dá para fazer melhor. Foi um jantar bem agradável, com direito a dedicar música ao Claudio na Rádio Paradiso FM. O vinho surpreendeu. Estávamos curiosos para saber que sabor teria essa uva Frühburgunder.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Clássica combinação entre preto e dourado que traz muita elegância para a garrafa.
Exame visual: Cor típica de Pinot do velho mundo, tipo cereja claro com bordas levemente alaranjadas.
Exame olfativo: Leves notas de cereja e groselha. Início com um pouco de álcool que logo sumiu.
Exame gustativo: Mais um vinho que compramos da adega do cônsul da Alemanha, que estava indo embora do Rio e não queria transportar seus vinhos. Mais uma boa compra! Este vinho é feito da uva Frühburgunder, um Pinot precoce, ou seja sua característica é amadurecer antes que um Pinot Noir. Nunca tinha provado um vinho com esta uva e escolhemos este para ser o vinho do nosso jantar de dia dos namorados. Um vinho de qualidade e personalidade. Em boca, notas defumadas misturadas com fruta. Vinho com boa acidez, boa intensidade em boca e boa complexidade. Um vinho que mostrou que tinha potencial para evoluir ainda na garrafa. Longo final, concentrado na boca. Vinho bastante interessante desta ótima vinícola alemã. Vale conhecer.
Nota: 91.0

Corbec - Masi 2009 com Polpettone

Nome: Corbec
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Valle de Uco
Produtor: Masi
Importador: -

Uvas/Corte: Corvina veronese e malbec
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Winery, em Buenos Aires
Quando foi comprado: Dezembro de 2012
Degustado em: 8 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa e Polpettone Voilà
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Rosso vigoroso di grande ricchezza e intensità, dallo stile cosmopolita e anticonformista.
È vino moderno e innovativo, prodotto nella tenuta La Arboleda Masi Tupungato in Argentina, applicando l'expertise di Masi nella tecnica dell'Appassimento.
L'eleganza della Corvina, con i suoi sentori di ciliegia sovramatura e l'ampio vellulato, unita all'esuberante virilità e tannicità del Malbec, dona un inedito profilo aromatico-gustativo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O brinde da noite foi dedicado à Maria Victória, nossa nova afilhadinha. Este é um vinho com acidez na medida certa, supergostoso. Neste dia, fizemos um belo passeio pelo Centro, região linda da cidade, apesar de um pouco mal cuidada. A Praça Tiradentes promete se transformar em um local muito interessante nos próximos anos. Almoçamos no Bar Luiz. Foi ótimo!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Grená vivo
Exame olfativo: Fruta como ameixa madura e leve madeira. Evolui para algo picante  e chocolate.
Exame gustativo: Mais um bom vinho produzido pela Masi na Argentina. Masi é um belo produtor do Vêneto, sempre uma referência com seus Amarones. São experts na técnica de apassimento: após colhidas, as uvas são colocadas para secar, assim concentrando aromas e sabores. A Masi passou a fazer o mesmo com seus vinhos na Argentina. Este Corbec é um corte de uma uva tradicional do Vêneto, a Corvina, com a Malbec, uva-símbolo da Argentina. Além do original corte, a técnica de pacificação também foi usada, o que resultou em um vinho de muito personalidade, único. Em boca, bastante fruta madura, leve notas adocicadas, como caramelo e tostado. Nada é exagerado, tudo na medida certa, álcool integrado, assim como a madeira. Final de boca de boa intensidade, fruta madura que fica por um bom tempo em boca. Foi muito bem com  nossa massa e o polpettone. Um vinho muito gostoso e original que vale provar.
Nota: 91.0

5 de julho de 2013

Noite italiana entre amigos no La Botella: Tellus - Syrah 2010 / Ser Gioveto - Toscana 2006

Nome: Tellus - Syrah 2010 / Ser Gioveto 2006
Safra: 2010  / 2006
País: Itália / Itália
Região: Lazio / Toscana
Produtor: Falesco / Rocca delle Macìe
Importador: Winebrands / Decanter

Uvas/Corte: 100 % Syrah / 10% Cabernet Sauvignon,10% Merlot e 80% Sangiovese
Teor alcoólico: 14% / 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 69 / R$ 158
Onde foi comprado: La Botella, no Rio
Quando foi comprado: 3 de junho de 2013
Degustado em: 3 de junho de 2013
Onde bebeu: La Botella, no Rio
Harmonizado com: Sanduíches e acepipes
Com quem: Claudio, Carlinhos, Miguel e Marcelo

Comentário do Produtor
Tellus - Dal colore intenso con riflessi violacei, al profumo si esalta per i suoi sentori di frutta fresca e di ciliegia con note speziate che si fondono con grande equilibrio ed eleganza a quelli di vaniglia e dolci dati dal legno. Al gusto è avvolgente, setoso, con tannini morbidi e finale ricco e persistente. l'immagine di Tellus è da sempre legata al mondo dell'arte. La sua etichetta, rivisitata con l'annata 2009, è infatti nata in occasione di un evento tenutosi a Castel Sant'Angelo a Roma, durante il quale un gruppo di artisti ha riportato su tela le impressioni di appassionati degustatori.
Ser Gioveto - Ser Gioveto was conceived in 1985 by Italo as a tribute to his son Sergio, who began working alongside him at the helm of the winery in that year. That said, the given name of this wine is also a reference to the archaic name of Sangiovese – 'Sangioveto' – which was the main grape chosen to make the new wine. 10% Cabernet Sauvignon and 10% Merlot are blended with the noble native vine to create a wine of great structure and character, produced from a selection of the winery's finest grapes. Aging in French oak barriques for 9-14 months enriches the wine's aromatic complexity with an enhanced sense of balance and elegance. Bright ruby-red in color, Ser Gioveto releases a warm, attractive aroma of black cherry, plum and blackcurrant syrup, followed by balsamic notes with a spicy finish of leather and sweet tobacco, and can hold its own with full-flavored dishes thanks to its assertive tannic note.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Já tinha um tempo que não ia no La Botella, um pequeno e simpático Wine bar em Ipanema que gosto muito. Aproveitamos o nosso encontro mensal dos amigos da época de faculdade e marcamos ali. O primeiro vinho da noite foi um syrah italiano, da região de Lazio, sobre o qual já tinha ouvido falar muito bem, mas não tinha provado ainda. O primeiro destaque deste vinho fica com o formato diferenciado da garrafa, mais baixa e gordinha. O vinho me surpreendeu. Esperava um vinho mais parrudo, mas ele apresentou um corpo médio, taninos redondos, boa fruta, acidez correta e fácil de se beber e de se gostar. Boa surpresa. Depois deste vinho, o Carlinhos queria provar algo um pouco mais caro e acabamos por escolher outro vinho italiano, desta vez da Toscana, o Ser Gioveto. Um supertoscano de "entrada" da vinícola. Vinho com 7 anos de vida e em um ótimo momento para ser aberto. Muito agradável em boca, redondo e de perfil gastronômico. Boa complexidade e ótimo final de boca. Bom vinho. Com um belo prato de comida, vai crescer ainda mais. Noite agradável com dois bons vinhos italianos.
Nota: -

Alma Negra

Nome: Alma Negra
Safra: -
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Tikal/ Ernesto Catena
Importador: -

Uvas/Corte: Corte secreto
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo casal Vinho para Todos, Érika e Gil
Quando foi comprado: -
Degustado em: 4 de junho de 2013
Onde bebeu: Santa Chiara Restaurante, em Uberlândia
Harmonizado com: -
Com quem: Rafaela, Érika, Gil e Antonia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando chegamos ao Santa Chiara, já era bem tarde. Antonia, tadinha, estava bem cansada. Acho que todos nós, no final das contas. O rótulo deste vinho sempre me deixa meio impressionada, atingindo assim, creio eu, seu objetivo, que é o de ser bastante misterioso. Neste dia, fui e voltei a Uberaba. Na ida, meu ônibus quebrou no meio do caminho, mas nada que atrapalhasse minha missão à cidade. Tão logo terminei o que tinha para fazer lá, voltei a Uberlândia. Agora não sei quando voltaremos a Uberlândia. Para quem nunca tinha ido para aqueles lados, considero três vezes em um ano uma evolução e tanto! Espero que não demore. Primeiro, esperaremos Érika e Gil aqui no Rio, para realizarmos a primeira prova de corrida de nossa equipe. :)
Nota: -

Le Doyenné Bordeaux Rouge AOC - 2008

Foto: Gil Mesquita
Nome: Le Doyenné Bordeaux Rouge AOC
Safra: 2008
País: França
Região: Bordeaux
Produtor: Château Le Doyenné
Importador: Grand Cru

Uvas/Corte: Merlot (85%) e Cabernet Sauvignon (15%)
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo casal Vinho para Todos, Érika e Gil
Quando foi comprado: -
Degustado em: 3 de junho de 2013
Onde bebeu: VPT Home, em Uberlândia
Harmonizado com: Salada especial, mandioca cozida e costelinhas de porco
Com quem: Rafaela, Érika, Gil e Antonia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Eu não sei se minha memória inventa coisas, mas tenho a impressão de que em algum lugar do passado o Gil havia me dito que era contra os posts feitos ou só por mim ou só pelo Claudio, que o blog é dos dois e os posts deveriam, portanto, mostrar os vinhos degustados pelos dois. Se o Gil falou ou não, eu não sei, só sei que deixar de lado os posts de quando apenas um prova vinhos é deixar de lado vários momentos também inesquecíveis. Este início de semana foi marcado por alguns deles. Agradeço mais uma vez pela acolhida carinhosa na VTP Home. Nem preciso dizer que já me sinto em casa lá, pois é notório que já tenho até uma poltrona só minha (e do Bob Esponja da Antonia, quando viro as costas)! O jantar preparado pela Érika estava delicioso. O cardápio me levou a minha infância. E o vinho, como o Gil já descreveu muito bem em seu blog estava muito bom! Eu adorei. Muito obrigada, amigos!
Nota: -

4 de julho de 2013

Delas Frères Côtes du Ventoux 2011

Nome: Delas Frères
Safra: 2011
País: França
Região: Tournon-sur-Rhône
Produtor: Delas Frères
Importador: Wine

Uvas/Corte: Grenache 80% e syrah 20%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 29
Onde foi comprado: Wine
Quando foi comprado: -
Degustado em: 02 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Risotto de aspargos e medalhões Voilà
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi, por enquanto, a melhor das meias garrafas que o Claudio comprou no site da Wine recentemente. Vinho supergostoso, daqueles redondinhos, que não causam estranheza ao paladar. Complementou perfeitamente nosso jantar. Elegante e leve. Abrimos este vinho algumas horas depois de nos despedirmos de nossa visitas Anna e Emerson. Bate um vazio depois que os convidados voltam para suas casas. Muito obrigada pela visita, Anna e Emerson. Voltem sempre!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Tradicional estilo francês.
Exame visual: Rubi vivo e translúcido.
Exame olfativo: Fruta fresca e leve floral
Exame gustativo: Para fechar a noite de domingo resolvemos comer um dos pratos Voilà que o Emerson nos trouxe. Um prato Voilà vai sempre bem com um vinho, então resolvemos abrir uma meia garrafa, este corte de Grenache com Syrah de Ventoux. Um vinho bastante agradável, sem complexidade, mistura m boca notas de frutas como groselha com alguma especiaria. Fácil de se beber, leve e gostoso. Uma boa compra. Vale provar.
Nota: 87.0

T.H. - Chardonnay 2010 / Cheval des Andes - 2007



Nome: T.H. / Cheval des Andes
Safra: 2010 / 2007
País: Chile / Argentina
Região: Limari / Mendoza
Produtor: Undurraga / Terrazas
Importador: Abflug / -

Uvas/Corte: Chardonnay / Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot
Teor alcoólico: 13,5% / 14%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente nos oferecido pela Abflug / Gentilmente oferecido pelo Emerson e pela Anna
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Frango com quiabo e tomate + arroz branco, tudo feito pelo chef Emerson
Com quem: Claudio, Rafaela, Emerson e Anna

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O dia começou com café da manhã no La Bicyclette. O tempo nublado deu lugar ao céu azul e ao sol quente. Aproveitamos para dar uma volta pela cidade. Fomos ao Mirante do Leblon, ao Forte de Copacabana, ao Centro do Rio e à Santa Teresa, onde almoçamos no Sobrenatural e visitamos o Parque das Ruínas. Em seguida, deixamos Emerson e Anna no bondinho do Pão de Açúcar, onde havia uma fila monstruosa - eles acabaram não conseguindo subir naquele dia. Nós tínhamos o aniversário de um ano do Lucas, nosso pequeno príncipe, filho dos amigos queridos Carol e Marcelo. Como eu errei a hora do aniversário, acabamos chegando uma hora (!) antes do início. Ficamos vendo o jogo do Botafogo na casa dos pais da Carol, enquanto todo mundo da família se arrumava para a festa (Obrigada, dona Ermê!). O Lucas é lindo e estava como sempre, feliz e sorridente. Nesta noite, vimos também o Tito e outros amigos. Deixamos a festa pela metade, pois Emerson e Anna nos esperavam em casa com um superjantar. Emerson, querido, muito obrigada por, além de preparar o jantar, ainda deixar prontinhos cinco potinhos de sopa de legumes. Tomara que vocês voltem logo ao Rio!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: Rubi vivo.
Exame olfativo: Nariz muito fechado e com notas de álcool aparente.
Exame gustativo: Foi um sábado bonito de sol, repleto de atividades, que finalizamos com nada mais nada menos que uma garrafa de Cheval des Andes que o Emerson gentilmente trouxe. Mais uma vez o Emerson foi para a cozinha e preparou um delicioso frango com quiabo. Para abrir a noite, escolhemos um TH Chardonnay, que estava ótimo: muito equilibrio, elegância, boa acidez, um Chardonnay muito bem feito. Partimos então para o Cheval, um ícone argentino com DNA francês. Este vinho é realmente especial, um ddegrau acima em termos de complexidade, estrutura e elegância. Achei que a safra 2007 ainda está nova, vale esperar um pouco para abri-la, pois certamente vai evoluir. Queria agradecer ao Emerson e a Anna pela companhia, os vinhos e os pratos que comemos e bebemos aqui. Foi um final de semana dos mais divertidos.
Nota: -

Plic Plic Plic... - 2009 / Preludio - 2009

Nome: Plic Plic Plic... / Preludio
Safra: 2009 / 2009
País: Espanha / Uruguai
Região: Montsant / Juanico
Produtor: Ànima Negra / Família Deicas
Importador: Mistral / -

Uvas/Corte: Samsó 50% e Garnatxa 50% / Chardonnay 90% Viognier 10%
Teor alcoólico: 14% / 14%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelo Emerson e pela Anna / -
Onde foi comprado: - / Na própria vinícola
Quando foi comprado: 31 de maio de 2013 / Janeiro de 2012
Degustado em: 1º de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salada como entrada, bacalhau com purês de espinafre e batata
Com quem: Claudio, Rafaela, Emerson e Anna

Comentário do Produtor
Plic Plic Plic - Excelente e alegre tinto elaborado por Anima Negra em Montsant. Aromas de frutas negras, chocolate, baunilha e um agradável toque mineral. Na boca é desprentensioso, saboroso, fresco e com amplo final.
Preludio - The special reserve wine Preludio is blended from a selection of our best oak aged wines. Appearance: Bright gold colour. Nose: Complex with notes of honey and vanilla. Palate: Well balanced and rounded, full bodied and smooth with hints of butter. Serving temperature: 10° a 12° C. We recommend decanting at least 30 minutes before serving.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Emerson e Anna passaram o dia trabalhando. À noite, ao invés de deixar nossas visitas descansarem, as colocamos para cozinhar! Aqui em casa é assim. Bom, pelo menos a louça, as visitas não precisam lavar. Emerson adora cozinhar e preparou um bacalhau maravilhoso para nosso jantar. Enquanto o bacalhau estava sendo preparado, abrimos este vinho de rótulo e nome engraçadinhos. O vinho é leve e gostoso. Para acompanhar o bacalhau, Claudio sugeriu este ótimo vinho branco do Uruguai. Fomos dormir relativamente cedo, pois o dia seguinte prometia uma maratona!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: O Plic tem uma ilustração divertida em seu rótulo. O Preludio apresenta notas musicais.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Colocamos as visitas para cozinhar. O Emerson ficou empolgado e resolvemos que o jantar seria em casa, um bacalhau. Enquanto o Emerson preparava o prato abrimos este tinto espanhol, mais precisamente de Mallorca, que foi escolhido pela Anna devido ao rótulo divertido. Bom vinho, intenso, com estilo próprio, taninos vivos. Foi bem com um pate que abrimos. Vinho que cresceu com a comida. Bacalhau pronto, abri um vinho que estava há algum tempo querendo beber: um vinho branco diferente, que trouxemos de nossa viagem ao Uruguai, o Preludio. O Preludio tinto é um vinho que já bebemos e que gosto muito, porém o branco ainda não tinha provado. Um vinho de muita personalidade, encorpado, levemente licoroso em boca e que evolui na taça. Um vinho de respeito, boa complexidade, percebe-se que estagiou em madeira, mas diferente de todos os brancos que provei. Boa experiência.
Nota: -

Quinta da Mimosa - Palmela 2009

Nome: Quinta da Mimosa
Safra: 2009
País: Portugal
Região: Palmela
Produtor: Casa Ermelinda Freitas
Importador: -

Uvas/Corte: Castelão "periquita"
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelo Emerson e pela Anna
Onde foi comprado: Restaurante Gonzalo, no Rio
Quando foi comprado: -
Degustado em: 31 de maio de 2013
Onde bebeu: Restaurante Gonzalo, no Rio
Harmonizado com: Carnes, frangos e acompanhametos
Com quem: Claudio, Rafaela, Emerson e Anna

Comentário do Produtor
Vinho de cor granada, concentrado, rico em taninos de boa qualidade, muito complexo, com aromas a lembrar frutos vermelhos maduros, muito confitados, bem conjugado com a madeira que lhe dá um toque a baunilha. Fim de boca persistente e muito prolongado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Emerson e Anna chegaram no final da tarde ao Rio. Depois de guardarmos um carregamento de Voilà no congelador, decidimos dar uma volta pelo Leblon. Nosso plano desde o início era jantar no Gonzalo. Por isso, já levamos dois vinhos conosco. Sobre o Finca La Anita já escrevemos, pois ele acabou sendo o vinho do mês. Este, apesar de estar atrás do La Anita, foi um bom vinho. Em 2011, o Gil Mesquita, do Vinho para Todos, escreveu sobre a o vinho da safra 2007.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: 
Exame olfativo: 
Exame gustativo: Fomos jantar com a Anna e o Emerson no Gonzalo. Eles vieram passar o feriado conosco no Rio e resolvemos passear pelo Leblon e depois ir até o restaurante Uruguaio. Este foi o segundo vinho da noite, o primeiro foi o Finca la Anita que comentamos para a Confraria Brasileira de Enoblogs no mês passado. Vinho gentilmente trazido pelo Emerson, é um português  de muito corpo e muita intensidade em boca. Taninos muito vivo e com adstringência marcada. Ele precisa de mais algum tempo de garrafa para arredondar e ficará um ótimo vinho sem dúvidas. Se tiver uma garrafa desta safra, não abra agora. Mais uma vez tivemos um ótimo jantar no Gonzalo para abrir o final de semana em boa companhia.
Nota: -

1 de julho de 2013

Domaine du Grós Noré 2003: praticando o desapego na #cbe

Nome: Domaine du Grós Noré #cbe
Safra: 2003
País: França
Região: Bandol
Produtor: Alain Pascal
Importador: -

Uvas/Corte: Mourvedre 80%, Grenache 15% e Cinsault 5%
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Cave des Abbesses, em Montmarte, Paris, França
Quando foi comprado: Julho de 2011
Degustado em: 22 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa ao molho bolognese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: Rubi envelhecido, com bastante depósito
Exame olfativo: Muito cheiroso. Quando o Claudio o abriu na cozinha, eu senti um aroma na mesa da sala, onde estava estudando
Exame gustativo: E não é que o vinho escolhido para a degustação da Confraria Brasileira de Enoblogs neste mês foi justamente um comprado por mim? Em 2011, viajei à Alemanha para um curso e na ida passei alguns dias em Paris. Claudio me deu uma lista enorme de vinhos e de regiões. Minha missão era encontrar alguns desses vinhos. Como para este caso julguei que meu conhecimento não era suficiente, pedi ajuda ao moço que atende nesta simpática loja de Montmartre, em Paris. Ele ficou empolgado com a lista. Expliquei quais eram as regiões de meu interesse e quanto queria gastar em cada garrafa. Todos os vinhos já degustados desta compra foram especiais. O vinho é tão redondo, tão bom que minha forma pouco letrada não dá conta de descrevê-lo. É um vinho muito gostoso, sem arestas, perfumado, com sabor intenso. Foi uma boa compra!
Nota: 93.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Rubi Pouco brilhante.
Exame olfativo: Uma mistura de pimenta preta com alguma fruta intensa que não descobri o quê.
Exame gustativo: Desde que visitamos Bandol, fiquei fã dos vinhos da região. Quando estivemos lá, compramos duas garrafas. Em uma outra oportunidade, a Rafaela trouxe da França esta garrafa que escolhemos para ser o vinho do mês. Uma característica dos vinhos desta região é que eles têm grande potencial de guarda e não devem ser abertos com poucos anos de vida. Então são vinhos que dependendo da safra que você comprar, vão viver alguns anos na sua adega. Mas o prazer ao abrir uma garrafa destas será garantido... Mas quando abrir? Faltava um empurrãozinho para tomar coragem e sacar um "queridinho" da adega. Então, nada melhor que desapegar com o vinhos do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. Ficamos na dúvida entre esta garrafa e um Almaviva 2002... Escolhemos o francês. Este Bandol, do alto dos seus 10 anos, apresentou estar em excelente forma. Muito envolvente e bastante complexo: apresentou em boca uma mistura muito interessante de terra, temperos, pimenta e também fruta madura, como groselha. Sabor se concentra na garganta e seu final é muito longo. Taninos domados, boa intensidade, acidez na medida. Um vinho realmente marcante. Quem ainda não conhece os vinhos desta região, fica a dica. Temos mais duas garrafas na adega, mas temos ainda que esperar mais algum tempo... Belo vinho!
Nota: 92,0+