28 de junho de 2013

Nieto Senetiner - Malbec 2011

Nome: Nieto Senetiner
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Nieto Senetiner
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 75
Onde foi comprado: CT Trattorie
Quando foi comprado: 22 de maio de 2013
Degustado em: 22 de maio de 2013
Onde bebeu: CT Trattorie
Harmonizado com: Pratos variados assinados por Claude Troisgois
Com quem: Claudio, Rafaela, Miguel, Paula, Ricardo, Raquel, Marcelo, Carol e Carlinhos

Comentário do Produtor
Vino definido e intenso, de color rojo profundo. Sus notas a frutos rojos pequeños y ciruela se combinan con el aroma a vainilla entregado durante su crianza en roble francés. En boca se presenta con gran personalidad, cuerpo distinguido, armónico y sensual; desplegando toda su identidad varietal.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Dando continuidade aos encontros denominados Jantar Mix, nosso grupo jantou no CT Trattorie nesta noite. A carta de vinhos tem uma marcação bastante alta. Então, acabamos optando por um dos vinhos mais baratos. Vinho simples, mas gostoso, que foi bem com o prato de nhoque feito a partir de uma receita da avó italiana do Claude. O lugar é muito bom e a comida, saborosa. Único porém fica por conta do serviço do vinho. Bebemos três garrafas deste mesmo vinho. Quando eu ainda estava com vinho da primeira garrafa em minha taça, o garçom veio com a segunda garrafa e me serviu. Sei lá, eu acho que ele deveria ter esperado eu terminar. Nesses anos todos bebendo vinho, sabemos que o vinho pode se apresentar de forma diferente, mesmo que seja da mesma safra. Tirando isso, foi uma noite bem agradável.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nesta noite, eu estava muito gripado e nem pude aproveitar direito o jantar. A carta de vinhos do CT Trattorie tem preços nada convidativos. Em comparação com o preço praticado por importadores, a marcação é altíssima e injustificada. Da mesma forma cobram uma taxa de rolha que é proibitiva. Tomei uma taça deste Malbec e que não me entusiasmou. Um vinho frutado, básico e sem grandes atrativos, não empolga. Fora isto, o jantar foi muito agradável, apesar de toda a gripe.
Nota: -

Tem suco no blog: 5 - Kranz

Suco de uva integral Kranz
Suco de uva integral (100% puro, sem adição de açúcar e conservantes)
Kranz Vinícola, Treze Tílias/SC ou Dreizehn Linden, como está escrito no rótulo
1l, R$ 14,50 (no Supermercado Zona Sul)
130kcal em cada 200ml

Sabor bem equilibrado do começo ao fim. Bastante intenso. Doce na medida certa. Tem boa textura, apesar de não ser muito denso. Não apresenta depósitos. Vai bem com uma pedra de gelo ou bem gelado. Pretendemos tomar muitas vezes mais. Apesar de não ser o melhor custo/benefício do mercado, é uma compra que vale muito a pena pela qualidade do suco.
Recomendamos!

27 de junho de 2013

Petit Bourgeois - Sauvignon Blanc 2010

Nome: Petit
Safra: 2010
País: França
Região: Loire
Produtor: Henri Bourgeois
Importador: Grand Cru

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 63
Onde foi comprado: Grand Cru Ipanema, no Rio
Quando foi comprado: -
Degustado em: 21 de maio de 2013
Onde bebeu: Grand Cru Ipanema, no Rio
Harmonizado com: Menu participante da Restaurant Week
Com quem: Claudio, Rafaela e Helton

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Helton veio ao Rio e nos concedeu a honra de um jantar. Escolhemos a Grand Cru por duas razões: primeiro por ter a possibilidade de beber um vinho por um preço razoável; segundo, por estar participando da Restaurant Week. Eu gosto muito de conversar com o Helton, sempre aprendemos muito sobre temas variados e aos quais não estamos muito acostumados, como petróleo e engenharia. Tão bom variar um pouco os temas das conversas. O vinho estava deliciosa. Claudio e Helton beberam ainda um vinho de sobremesa, mas eu já estava satisfeita. Agora, nos veremos em Florianópolis, Helton!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: Rubi vivo.
Exame olfativo: Nariz muito fechado e com notas de álcool aparente.
Exame gustativo: Depois de algum tempo, o Helton voltou ao Rio e conseguimos sair para jantar (e beber um vinho) com ele. Fomos para a Grand Cru de Ipanema, onde decidimos beber um vinho branco. Por minha sugestão, escolhemos este exemplar do Loire. Provei todos os vinhos deste produtor em um evento da importadora. Gostei de todos os vinhos. Este é o vinho básico, "de entrada", mas também muito agradável. Notas minerais e leves toque cítricos. Excelente acidez. Vinho bastante agradável. Assim como foi a noite e o papo com o Helton.
Nota: -

Aracuri - Pinot Noir 2012

Nome: Aracuri
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Aliprandini & Meyer Vinhos Finos
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pelo vinícola. Muito obrigada, Paula Schenatto!
Quando foi comprado: Abril de 2013
Degustado em: 18 de maio de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

100% PinotNoir Passagem de cinco meses em barricas de carvalho Aromas intensos e elegantes, destacando-sefrutas vermelhas com notas terrosas e decacau. Paladar complexo e equilibrado comacidez vibrante.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Passei o dia todo trabalhando em meu projeto de doutorado, que parece ter andado um pouco. Este vinho é levíssimo e foi muito bem com nossas pizzas caseiras. Este e outros dois vinhos foram nos presenteados pela vinícola. Por intermédio da enóloga Paula Schenatto, os vinhos foram deixados no escritório da Aliprandini e Meyer em Vacaria, onde eu passei alguns dias em abril. Quando fui lá buscá-los, acabei conhecendo os dois produtores. Eu já estava saindo quando o Meyer veio falar comigo. Fiquei contente em conhecê-los, pois sempre conto com orgulho sobre o que é produzido na minha região de origem.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Equilibrado e interessante.
Exame visual: Cor típica de Pinot Noir. Claro e transparente.
Exame olfativo: Nariz um pouco discreto. Notas de fruta como morango e cereja misturado com algo defumado. Leve.
Exame gustativo: Mais uma boa surpresa vinda dos Campos de Cima da Serra. Escolhemos este Pinot, que nos foi presenteado pela Paula, para acompanhar nossa pizza caseira. Um vinho de corpo leve, com boas características da cepa, notas de frutas vermelhas. Vinho direto, agradável e que ainda pode evoluir um pouco na garrafa. Bom final de boca. Vai melhor levemente refrescado. Se não me engano, esta é a primeira safra engarrafada deste Pinot. Sem dúvidas mostrou um bom potencial e acredito que será um vinho que vai crescer nas próximas safras. Foi bem com nossa pizza.
Nota: -

26 de junho de 2013

Colomè - Malbec 2009 (mais um vinho bebido pelo #malbecworldday)

Nome: Colomè
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Salta
Produtor: Hess Family Latin America
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pela Wines of Argentina
Quando foi comprado: -
Degustado em: 14 de maio de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Massa Veronese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Es el vino que más satisfacciones y reconocimiento le ha dado a la Bodega. Las uvas provienen de Fincas Propias en Colomé y el Arenal (Payogasta) cosechadas a fines de marzo, principios de abril. Predomina el sistema de conducción VSP con rendimientos de aproximadamente 8 tons/ha. 100% del vino tiene un proceso de crianza durante 15 meses en barricas de Roble Frances, 20% nuevas y 80% usadas. Es una versión muscular y suculenta del Malbec pero elegante y delicada. A la vista presenta un profundo y oscuro color granate. Revela una nariz licorosa llena de frutos negros y notas a nuez moscada y pimienta negra. Es corpulento en boca pero aterciopelado donde se destacan su fineza y enorme carácter. Tiene un potencial de guarda entre 6 y 8 años.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho gostoso, bem malbec, frutado. Existem alguns vinhos que me remetem a garrafas bebidas em viagem. Não sei a explicação, mas trazem uma sensação boa e normalmente agradam ao paladar. Talvez seja apenas porque estão ligados a um momento feliz. Talvez tenha sido a questão nesta noite. Apesar de que eu ainda vivia a dúvida de não saber exatamente o que fazer do meu projeto de doutorado. Bom, o jantar foi muito bom, assim como o vinho e a companhia.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: Rubi vivo.
Exame olfativo: Nariz muito fechado e com notas de álcool aparente.
Exame gustativo: Esta foi mais uma garrafa que recebemos pelo Winebar e Wines fo Argentina nas ações de comemoração ao Malbec World Day. Nesta ação foi provado três diferentes malbecs de diferentes regiões Argentinas, o que foi muito interessante para perceber como aquela cepa pode gerar vinhos de diferentes características, dependendo da região de onde ele vem. Este Malbec tem muita estrutura. Um vinho intenso e com muita fruta madura como ameixa preta, sem ser enjoativo. Com o tempo interessantes notas de especiarias vão aparecendo junto com leve pimenta preta o que deixa o vinho muito interessante. Ótima evolução na taça e deve evoluir bem com mais alguns anos na garrafa. Um ótimo vinho de Salta
Nota: 90,0 +

Casa Valduga Reserva Blush 2010 vai bem com feijoada?

Nome: Casa Valduga Reserva Blush
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e chardonnay
Teor alcoólico: 11,7%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 28
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: Abril de 2013
Degustado em: 12 de maio de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Feijoada
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcela, Mauro, Regina Helena

Comentário do Produtor
Visão: Rosado claro e cristalino, perlage fino e constante.
Olfato: Aroma frutado lembrando frutas secas, brioche e um leve amanteigado.
Paladar: Elegante, com agradável frescor e cremosidade em boca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este domingo começou cedinho. Participamos do Circuito Light Rio Antigo - Etapa Lapa. A prova ocorre no centro, cada etapa saindo de uma área diferente. Desta vez, a largada foi nos Arcos da Lapa. No caminho, o Theatro Municipal, a Assembleia Legislativa, o Paço Imperial, o CCBB, a Candelária, o Campo de Santana, a Praça Tiradentes, a Catedral e novamente os Arcos. Eu não achei que conseguiria correr os 5km direto, mas neste tipo de prova, parece que somos empurrados pela animação de todos os outros participantes. Quando vi, já estava quase no fim. Depois da prova, decidimos voltar caminhando. Quando chegamos em casa, depois de tomar banho, terminamos os preparativos para a feijoada de dia das mães e em comemoração ao aniversário do Mauro. Esta foi a melhor feijoada que o Claudio já fez. Estava deliciosa. O espumante estava bem gostoso, foi bem com o prato.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Uma das melhores harmonizações para feijoada no meu paladar é um bom espumante rosé. A acidez e, em geral, o pouco mais de estrutura que os espumantes rosé oferecem proporcionam uma boa companhia para o feijão e as carnes. Resolvemos aproveitar o dia das mães e fazer uma feijoada aqui em casa. Para acompanhar, escolhemos este rosé da Casa Valduga. É um espumante que gosto muito. Um rosé de boa cremosidade, boa acidez, bastante fresco em boca. Cai um pouquinho depois de um tempo aberto, mas certamente a garrafa vai acabar rápido. Uma boa compra que já comentamos aqui no blog.
Nota: -

25 de junho de 2013

Encontro de meninas: espumantes e curso de maquiagem


Nome: Nieto Senetiner Extra Brut
Safra: -
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodegas Nieto Senetiner
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 28
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: Abril de 2013
Degustado em: 8 de maio de 2013
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pãe feito na hora, com salada caprese e pesto, cachorro-quente e massa ao pesto
Com quem: Rafaela, Milena, Anne, Emília, Elinielle, Solange, Denise, Bia e Claudia

Comentário do Produtor
Sua cor vai do salmão ao âmbar, com, minúcsculas olhas numerosas e persistentes, o qie revela o cuidado na sua elaboração. 

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Não foi apenas este Nieto Senetiner que acompanhou a noite de muitas conversas de mulherzinha e curso de maquiagem, também teve um Chandon Riche e um Terranova Moscatel. É que depois desse rosè os outros ficaram meio sem graça. O encontro foi motivado pela vinda da Milena ao Rio. Aproveitamos a data para fazer uma espécie de despedida de solteira. Como eu queria fazer um curso de maquiagem e a Milena tem duas amigas superexperts, juntamos todos esses motivos e mais um bando de meninas e foi uma noite superagradável. Agora, iniciamos a contagem regressiva para o dia do casório, que será em Piracicaba, quando aproveitaremos para rever os amigos de Campinas e região.
Nota: 90.0

Provamos o Villagio Grando Brut Rosè 2011, espumante que foi top ten da Expovinis

Nome: Villagio Grando Brut Rosè
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Herciliópolis
Produtor: Villagio Grando
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e merlot
Teor alcoólico: 11,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 38
Onde foi comprado: Vossa Mercê, em Botafogo, Rio
Quando foi comprado: Abril de 2013
Degustado em: 7 de maio de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Cachorro-quente
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Visual: De cor límpida e rosada com perlage fina e intensa. Nasal: Levemente floral e frutado com aromas amplos e muito agradáveis, lembrando morango e goiaba serrana combinados com um toque de levedo. Boca: Em boca prima pelo frescor e leveza. Com ótima cremosidade e grande persistência

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Claudio tem uma teoria de que uma ótima harmonização para espumante moscatel é cachorro-quente. Nesta noite, eu preparei um cachorro-quente para o encontro que faria no dia seguinte em casa, em homenagem à Milena. Resolvemos então que este seria nosso lanche também. Apesar de termos um moscatel em casa, acabamos abrindo este bom rosè. Compramos a garrafa aqui perto de casa em uma nova mercearia que abriu na Bambina. É um lugar superarrumadinho, com mesas na varanda e onde até se pode beber uma cerveja ou um vinho. Ainda não tivemos esta experiência, mas a teremos. Aliás, a Bambina tem ganhado boas opções de restaurantes e bares nos últimos tempos. Eu achei este espumante bom, mas com alguns defeitinhos. Na primeira taça, parece que você mordeu um morango verde, dá uma ardida na boca. Depois passa. O final de boca, como diz o Claudio, é meio amargo. Com um tempo de aberto, vai melhorando - ou você vai ficando mais bêbado e não percebe os defeitos, difícil saber.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Bonita cor salmão, com perlage fina.
Exame olfativo: Nariz bastante intenso com algo doce e leve fruta.
Exame gustativo: Abriu uma pequena mercearia aqui perto de casa e dia desses vi que ele passaram a vender os vinhos da Villagio Grando, vinícola catarinense. Resolvi comprar este espumante para experimentar. Ele tinha sido eleito o melhor espumante no top ten da última Expovinis. Não gosto muito dessas classificações de melhores vinhos disto ou daquilo. Já provei outros vinhos que ganharam medalhas ou concursos e que não emocionaram. Estas classificações acabam virando mais ferramenta de vendas para vinícolas e importadores. Mas nosso espumante já estava no gelo e vamos a ele: ataque inicial é bem interessante, com boa cremosidade, bastante intensidade em boca e diferente de outros rosés já provados. Final de boca apresenta algo estranho, talvez um leve amargor que diminui com o tempo aberto. Tem uma acidez correta. Quem curte um espumante com acidez mais elevada, pode sentir falta de um pouco nesta garrafa. É um espumante bem feito, que vale ser provado, que não é um espumante top, mas agradável e correto dentro de sua faixa de preço.
Nota: 87,0 +

24 de junho de 2013

Tem suco no blog: 4 - Panizzon

Suco de uva integral Panizzon
Suco de uva integral (sem adição de açúcar e com conservantes)
Vinícola Panizzon, Flores da Cunha/RS
1l, R$ 9,50 (no Supermercado Zona Sul)
140kcal em cada 200ml

Estávamos fazendo algumas compras no Zona Sul quando resolvemos comprar um suco de uva para nosso almoço. Pensamos em comprar um da marca Kranz, que havíamos bebido e gostado dia desses, mas não o encontramos. Batemos os olhos neste Panizzon. Como estava escrito suco de uva integral, nem pensamos duas vezes. Depois de prová-lo, aprendemos uma lição: de agora em diante compraremos apenas sucos 100% natural e sem conservantes. O fato de ser integral não significa que ele será gostoso. A começar pelo cheiro, este suco não tem qualidades a serem destacadas. Ao bebê-lo, sente-se como se travasse na garganta e o retrogosto é pavoroso. Ele parece até artificial. Como não somos técnicos, nos baseamos apenas em nosso paladar. Pensamos que este gosto pode ser pelo fato de ter conservantes. Os demais que havíamos provado até agora eram livres desses produtos. Talvez o único jeito de não perder o dinheiro gasto seja bebê-lo como refresco, misturando com um pouco de água ou enchendo o copo com muito gelo. Outra coisa que nos chamou a atenção foi o fato de que apesar de ter conservantes a validade dele é de apenas um ano, muito menos do que os sucos sem conservantes. Alguém poderia nos explicar isso?
Não recomendamos!

Encontro com Adolfo Lona no Gonzalo

Nome: Orus Rosé Pas Dosé / Château Belregard-Figeac / Hex von Wein
Safra: - / 2006 / 2007
País: Brasil / França / Brasil
Região: Garibaldi / Bordeaux-Saint Emilion Grand Cru / Picada Café
Produtor: Adolfo Lona / Pueyo Frères / Vinícola Hex von Wein
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e chardonnay/ Merlot, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon / Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: - / 12,5% / -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 4 de maio de 2013
Onde bebeu: Restaurante Gonzalo, no Leblon
Harmonizado com: Cortes variados de carne
Com quem: Claudio, Rafaela, Adolfo, Silvia, Alain, Andrea e o pequeno Vicente

Comentário do Produtor
Orus - No dia 7 de dezembro, fizemos o lançamento de nosso espumante ORUS Rosé Pas Dosé, elaborado pela método tradicional ou champenoise e com ausência total de açúcares, o que equivale ao Nature. A produção deste pequeno lote de ORUS é feito em homenagem os clientes que nos privilegiam com sua preferência e possibilitam o crescimento constante de nosso carro-chefe o Brut Rosé Adolfo Lona. O lote de 608 garrafas anuais resulta de um volume de 500 litros que será a quantidade que irá caracterizar este produto durante toda sua trajetória. O ciclo de produção é de 12 + 12 meses, ou seja doze meses maturando sobre as leveduras onde ganha a complexidade aromática e gustativa que o tempo possibilita devido a autólises das leveduras e doze meses envelhecendo com a rolha definitiva quando ganha sutileza, elegância e potencia. O assemblage é uma mistura de vinhos de 3 variedades, Chardonnay, que participa com seu frescor, Pinot Noir em rosado que agrega força, e uma pequena parcela de Merlot em rosado, que complementa com elegância e ameniza a acidez. A cor é a típica dos rosados feitos pelo método tradicional, rosada laranja clara lembrando casca de cebola, seu aroma é intenso, complexo e convidativo e o gosto é longo, marcante e potente. É um espumante que dignifica o Rio Grande do Sul e nos deixa muito orgulhosos.
Bordeaux - Cold maceration prior to fermentation for 72 hours, then alcoholic fermentation for 8-10 days at 28°, then maceration for about a week, followed by a free run with separation of the free run from the press wine. 50% of this wine is put into French oak casks for a year, the rest into vats. About every two months it is drawn off in order to clarify and stabilize it by adjusting the amount of sulphur which is an essential element in keeping the wine. Blending enables a unique wine to be created from the different grape varieties. Some time before this operation the wine is naturally fined (clarified) with egg white. At the bottling stage we filter for a second time to remove all undesirable elements still in suspension. ( September 2008)
Hex von Wein - A Coopernatural lançou o vinho Cabernet Sauvignon orgânico certificado Safra 2007 na Bio Fach em São Paulo. As uvas desta safra foram selecionadas a dedo, as melhores uvas as mais sadias e as mais maduras, somente o melhor da produção, compõem este vinho de alto padrão enológico. A fermentação foi com controle de temperatura, não ultrapasando os 25º, o envelhecido vai ser barricas de carvalho Frances. Com graduação alcoólica de 12,6%. A produção de 2007 está limitada a uma produção de 1.575 unidades. Un dos primeiros vinhos finos orgânicos do Brasil. Rotulo em Braille nome comercial Hex von Wein.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Desde a última vez que o seu Adolfo havia vindo ao Rio, já havia sido meio que pré-marcado um novo encontro, desta vez com a companhia de sua esposa, a simpática Silvia. Para completar, Alain foi com Andrea e o pequeno Vicente, bebezinho tranquilo que estava saindo à noite pela primeira vez. Foi uma noite superagradável, como sempre o é no Gonzalo. Gostamos demais, de tudo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais uma vez o mestre Adolfo Lona esteve no Rio de Janeiro e tivemos a oportunidade de marcar um jantar com ele. Adolfo trouxe na bagagem a última safra do seu espumante top, o Orus para provarmos. Escolhemos o restaurante uruguaio Gonzalo para o encontro que também contou com a presença do Alain, da Andrea e da Silvia, esposa do Lona. Além de provar a nova safra do Orus, que mostrou todo o seu potencial, provamos também a safra atual, espumante pronto e de excelente qualidade como sempre. Passar uma noite na companhia de Adolfo Lona é certeza de um papo agradável, descontraído e sempre instrutivo. Além dos espumantes, para acompanhar as carnes abrimos um vinho brasileiro que ele tinha gostado muito da outra vez que provou, o Hex Von Wein, e o Alain levou um ótimo Saint Emillion, que funcionou bem com o jantar. Não fiz anotações sobre os vinhos, mas fica aqui o registro de uma noite muito agradável.
Nota: -

23 de junho de 2013

Provei todos os Toro Loco em jantar da Wine





















No dia 5 de maio, estive o dia inteiro em São Paulo em reuniões de trabalho. Depois do longo dia, resolvemos jantar e por acaso escolhemos comer uma carne no North Grill, restaurante que fica no bairro da Vila Nova Conceição. Ao chegar ao restaurante, avistei alguns amigos blogueiros e uma equipe da Wine. Descobri naquela hora que estava ocorrendo um jantar de apresentação dos vinhos Toro Loco. Gentilmente a equipe da Wine nos convidou para fazer parte do jantar e a provar os vinhos. Assim, meio que por acaso, tive a oportunidade de provar Toro Loco 2011, o fenômeno de vendas, seu irmão mais novo, o Toro Loco 2012, e a novidade, o Toro Loco Crianza 2010.

Para abrir a noite, foi servido outro campeão de vendas: o Champagne Montaudon Brut. Um corte clássico da região, com Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Este é uma excelente opção para quem quer beber um Chanpagne por menos de R$ 100. Boa cremosidade e boa acidez, um Champagne correto e imbatível em preço.

A degustação seguiu muito bem comandada pelo sommelier da Wine, o Manuel Luz, e provamos os 3 exemplares do Toro Loco. Este vinho foi um fenômeno de vendas mundial. Para quem não se lembra, este fenômeno se deu depois do Toro Loco ganhar a mídia especializada e não especializada por ter conquistado uma medalha de prata na tradicional International Wine & Spirits Competition e por ser um vinho barato. Criou-se um burburinho em torno deste vinho e muita gente queria provar o "vinho campeão"ou o "vinho que ganhou um concurso internacional custando pouco". Muita gente que regularmente não consome vinho queria comprar e provar o tão falado Toro Loco. A Wine, importou 300 mil garrafas e acertadamente posicionou o preço em cerca de R$ 25. Sucesso absoluto de vendas.

O Toro Loco, como já comentei aqui no blog, é um vinho muito bem feito e oferece ótima qualidade pelo preço. É uma boa opção de compra e principalmente aproximou muita gente para o mundo do vinho com um produto correto. Não é o "melhor vinho do mundo" e nem é esta a proposta. Muitas pessoas que bebem vinho regularmente podem ter se decepcionado por ter ido provar o vinho com uma expectativa muito alta em função da mídia. Se você não for com esta expectativa, é um vinho que vai funcionar bem.

Provamos as duas safras, a badalada 2011 e a 2012. É interessante beber assim, pois você tem a possibilidade de comparação. Existem diferenças e, para o meu paladar, a 2011 estava melhor. O 2012 pareceu mais frutado e um pouco menos interessante. Porém, para a grande maioria, essas diferenças não serão perceptíveis. Continua sendo um vinho correto e boa opção pelo seu preço.

E finalmente, provamos a novidade trazida pela Wine, o Toro Loco Crianza. O Crianza, passa por madeira, o que agrega ao vinho um pouco mais de corpo e estrutura. Seu perfil é o mesmo só que algumas notas de couro e leve madeira e um pouco mais de complexidade. Acho que vale provar. Se preço também é atraente: R$ 35.

As carnes servidas pelo North Grill estavam ótimas como de costume e a noite foi muito agradável depois de um longo dia de trabalho.

22 de junho de 2013

Duas boas novidades no evento Essência do Vinho

Aproveitando para colocar os posts do blog em dia, no começo de maio, mais precisamente no dia 4, passei rapidamente pelos salões do Centro de Convenções Sul América para a primeira edição do Essência do Vinho no Brasil. Organizado pela empresa portuguesa Essência do Vinho, que cuida da comunicação e da divulgação do vinho naquele país.

Feira muito bem montada, com boa programação visual dos estandes e boa organização. Uma série de degustações especiais e temáticas aconteciam no salão ao lado, mostrando vinhos de safras antigas de vinhos portugueses, entre outras, das quais, infelizmente, não pude participar.

Como tinha um tempo curto na feira, resolvi focar em dois expositores que achei bem interessantes.

Julia Kemper:  Não conhecia os vinhos desta simpática produtora de vinhos orgânicos, de maneira natural,  da região do Dão. Tive uma grata surpresa. Fiquei alguns minutos conversando com a Julia, que tem um papo envolvente e paixão pelos vinhos que faz. Comecei provando um excelente vinho branco, o Julia Kemper 2012, corte de Encruzado e Malvasia Fina, com 13,5%. Um vinho de excelente acidez, fresco e ao mesmo tempo com boa complexidade em boca. Um vinho branco envolvente, com personalidade e elegância. Bela surpresa e belo vinho, fiquei com vontade de provar novamente com calma. Na sequência, provei mais três vinhos tintos, também de produção orgânica, os três muito interessantes e que acredito que vão evoluir ainda na taça: o Curiosity, um belo corte de Touriga Nacional e Alfrocheiro; um corte tinto de Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz; e Jean, vinho que carrega as característica do Dão. Por último, provei um Touriga Nacional 100%, que mostrou muita intensidade em boca, vinho ainda novo, mas que mostra muito potencial. Os vinhos de Julia Kemper devem chegar em breve no Brasil. É uma vinícola para ficar de olho. Como todas as videiras foram replantadas em 2003 para seguir uma cultura orgânica, acredito que os vinhos de próximas safras virão ainda melhores.

V&A Vinhos: No meio de tantos vinhos portugueses na feira, um estande destoava apresentando uma série de vinhos franceses. No estande, uma senhora francesa e um jovem mineiro serviam e explicavam sobre os vinhos. Fiquei curioso e resolvi conhecer os vinhos. A V&A é uma jovem importadora de vinhos com sede em Belo Horizonte. Felipe, o simpático diretor comercial da importadora, conheceu e se apaixonou pelos vinhos franceses em uma viagem à França quando acompanhou a namorada que fazia mestrado no país. Nessa vaigem, conheceu a senhora Marie, negociante de vinhos. Surgia assim a V&A Vinhos, importadora de ótimos vinhos franceses para o Brasil. A seleção de vinhos abrange diversas regiões. Tive a oportunidade de provar diversos vinhos que estavam na feira. Achei o portfólio muito consistente, de boa relação qualidade/preço para vinhos franceses. Alguns destaques que valem provar: Les Achantes, um rosé da região de Tavel, Rhône, um tinto envolvente de Gigondas, o La Reference, que vale muito provar, Le Blason du Prince - Chateneuf du Pape, o ainda jovem Chateau Altimar Lalande de Pomerol. Vários bons vinhos que gostaria de provar novamente com mais calma. Fiquem de olho nesta jovem importadora criada especialmente para quem curte vinhos franceses.

Na foto, a água mineral Pedras que estava sendo apresentada na feira.

Um pulo no Alentejo no Winebar: Herdade do Rocim 2009 e Olho de Mocho 2009

Nome: Herdade do Rocim / Olho de Mocho
Safra: 2009 / 2009
País: Portugal / Portugal
Região: Alentejo
Produtor: Herdade do Rocim
Importador: -

Uvas/Corte: Alicante Bouschet, Aragonez, Syrah, Touriga Nacional e Trincadeira / Syrah, Touriga Nacional e Alicante Bouschet
Teor alcoólico: 14% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 98 / R$ 185
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 17 de junho de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com molho à bolognese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Durante este Winebar, fui até acusada de não falar sobre vinhos. Imagina, logo eu? Calúnia do Daniel! Isso sim! O primeiro vinho degustado, por exemplo, foi um vinho leve, fácil de beber, especialmente se for assim de forma descompromissada. É um vinho que vai rápido, sem fazer pensar muito. Quer dizer, se você não parar para pensar no preço. Achei que essa é a única coisa que não combina com a leveza do vinho. Confesso que não vi muita diferença deste primeiro para o Olho de Mocho. Talvez isso tenha acontecido porque não bebi os dois vinhos exatamente juntos. Assim, não fiquei com muitas lembranças de um vinho para poder compará-lo com o próximo. Agora que já falei dos vinhos, vamos ao que interessa. Quer dizer, vamos ao que também aconteceu na noite em que foi realizado o winebar. Em diferentes capitais brasileiras, milhares de pessoas - estima-se que mais de 245 mil - caminharam pelas principais ruas centrais. A primeira motivação foi o aumento das passagens de ônibus, mas junto a esta vieram tantas outras: a falta de investimentos em educação, saúde, infraestrutura... Os motivos para protestar são tantos. Eu mesma teria vários. Fico emocionada com a movimentação das pessoas. Falamos tanto que somos tão acomodados, não reclamamos nem quando alguém fura a fila na nossa frente. Agora, parece que aos poucos estamos ganhando coragem e força para protestar. As motivações ainda não foram agrupadas e estruturadas, mas por ora isso é apenas um detalhe. É hora de fazer barulho!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: Programação visual bem feita, moderna e limpa, reflete o conteúdo das garrafas.
Exame visual: -
Exame olfativo: Notas de temperos, vivo, pimenta preta
Exame gustativo: Participamos mais uma vez da ótima iniciativa do Alexandre Frias e Daniel Perches, o Winebar. Desta vez, provamos dois vinhos da vinícola Herdade do Rocim que chega ao Brasil pelas mãos da importadora World Wine. Dois vinhos do Alentejo que carregam em seu DNA o perfil dos vinhos da região: vinhos bem feitos, com bastante fruta, taninos redondos, notas levemente doces. O primeiro vinho provado foi o Herdade do Rocim, um vinho bem feito, de proposta bem definida, de perfil moderno, fruta e taninos redondos. Não é um vinho complexo e que em minha opinião deveria ser bebido um ano antes. Senti um pouco de falta de acidez, o que o deixaria ele vibrante. Um vinho moderno, que deve agradar muita gente, mas com um valor um pouco alto pelo que oferece. O segundo vinho provado também tem este perfil com bastante fruta, um pouco de madeira aparente, taninos redondos e um pouco mais de complexidade que o primeiro. Boa intensidade de fruta em boca, um Alentejo clássico. Algumas notas de tempero aparecem neste vinho. Um bom vinho, mas que também vai esbarrar no preço um pouco elevado. Foi muito interessante a degustação via Winebar.
Nota: -

18 de junho de 2013

Tem suco no blog: 3 - Salton

Suco de uva integral Salton
Suco de uva integral (100% natural, sem conservantes, sem adição de açúcar)
Vinícola Salton, Tuiuty, Bento Gonçalves/RS
500ml, R$ 3,85 (no Supermercado Mundial)
123kcal em cada 200ml

Para darmos continuidade às degustações de sucos de uva, Claudio resolveu comprar esta opção da Salton quando fomos ao supermercado Mundial. O preço estava ótimo para uma garrafinha de 500ml. Este é um suco muito bom, de alta qualidade. Apresenta um amarguinho no final e é levemente ácido. Não é muito denso. Apesar de na embalagem alertar para a possível formação de cristais, nesta garrafa não sobrou nada! O rótulo é bem feioso e não combina com a qualidade do produto. A garrafa tem um estilo bem antigo, mas não chega a comprometer. Ele é docinho e há um aviso no rótulo para diabéticos sobre a quantidade de açúcar. Foi uma boa experiência. Voltaremos a comprá-lo. Excelente custo/benefício.
Recomendamos!

9 de junho de 2013

Valdivieso Reserva - Merlot 2011 / Strabon Bronce - Tempranillo 2009

Nome: Valdivieso Reserva / Strabon Bronce
Safra: 2011 / 2009
País: Chile / Espanha
Região: Santiago / Toro
Produtor: Viña Valdivieso / Bodegas Gil Luna Vinos Ecologicos do Toro
Importador: Level / Decanter

Uvas/Corte: Merlot 100% / Tempranillo (tinta de Toro) 100%
Teor alcoólico: 13,5% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Em média R$ 45 cada
Onde foi comprado: Winet Club
Quando foi comprado: -
Degustado em: 27 de abril de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pães de queijos caseiros e receitas do Claude Troisgois
Com quem: Claudio, Rafaela, José Rodrigo e Sabrina

Comentário do Produtor
Valdivieso - Este Merlot es uno de los grandes éxitos de Chile. Este vino es un ejemplo del por qué, el Merlot en Chile desarrolla fantásticos sabores, es muy suave y casi voluptuoso en el paladar, es un excelente acompañamiento para una comida, o para simplemente disfrutado solo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: José Rodrigo e Sabrina casaram-se em setembro de 2012. Acabamos não comprando um presente, mas prometemos um jantar especial. Depois de muitos meses, finalmente conseguimos entregar o presente prometido. Escolhemos as receitas de um livro do Claude Troisgois (As melhores receitas do que marravilha!). Claudio fez algumas adaptações e voilà! Os vinhos acompanharam muito bem os pães de queijo de entrada, o prato de frango com crostra crocante de pão sobre cogumelos e acompanhado por ótimo nhoque com gorgonzola. Melhor ainda foi a sobremesa: calda de morangos com sorvete de creme e bolachinha feita em casa. Estava tudo muito bom. Acabou sobrando um pouco do vinho Strabon, que tomamos na noite seguinte com uma pizza da Vezpa. Os vinhos eram agradáveis.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Finalmente conseguimos marcar o jantar aqui em casa para os amigos José Rodrigo e Sabrina. Para esta noite, resolvi preparar alguns pratos de um livro do Claude Troigros, que ganhei de aniversário da minha prima Paula. Para acompanhar os pratos, selecionei dois vinhos que foram escolhidos e enviados pelo Deco Rossi do Winet Club. Um vinho chileno e outro espanhol, mas com um perfis semelhantes: vinhos modernos, com bastante fruta e boa concentração em boca. Começamos pelo Merlot chileno, um bom vinho, estilo Novo Mundo, com uma fruta fresca muito presente. Vinho jovem e vivo em boca. Depois passamos para o espanhol, também estilo moderno, com bastante fruta, só que uma fruta mais concentrada estilo geleia. Dois bons vinhos dentro desse estilo. Bebemos um pouco no dia seguinte e se mostrou ainda bem interessante. Ótima noite.
Nota: -

8 de junho de 2013

A.R.M.M. Cab. Lot 3

Nome: A.R.M.M. Cab. Lot 3
Safra: 2009 e 2010
País: Brasil
Região: Campanha, Vale dos Vinhedos e Campos de Cima
Produtor: Projeto A.R.M.M., de Alexandre Rodrigues e Marcel Miwa  - http://projetoarmm.blogspot.com.br/
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon, Merlot
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Presenteado ao Claudio pela Nina e pelo Marcel
Quando foi comprado: Novembro de 2012
Degustado em: 26 de abril de 2013
Onde bebeu: La Bicyclette, no Jardim Botânico
Harmonizado com: Pães, mussarela de búfala, beringela, parma e peito de peru
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
"O Cab. Lot. 3 foi um corte mais complicado, bem mais complicado. Cab de Cabernet Sauvignon, Lot de Merlot e 3 de das três regiões de onde vieram os vinhos bases: Campanha, Vale dos Vinhedos e Campos de Cima. Como sempre dizemos, entendemos de degustação, não de enologia. O critério que adotamos para mesclar os vinhos foi degustativo. Talvez para um enólogo pareça uma transgressão, mas o assemblage final contém além das três regiões, vinhos da safra 2009 com leve passagem por barrica (máx 8 meses) e vinhos de 2010 sem madeira. O objetivo foi chegar a um vinho um pouco mais evoluído com estilo predominante da Cabernet Sauvignon. A ideia do rótulo mais uma vez é traduzido o estilo do vinho. No caso, um vinho gastronômico apresentado pelo kit-tripé de sobrevivência gourmet: pão, queijo e vinho."

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia um tempão que estávamos tanto para provar este vinho que ganhamos do Marcel e da Nina quanto para jantarmos no La Bicyclette, padaria que fica no Jardim Botânico e adoramos. Finalmente surgiu a oportunidade. Chegamos cedo, pedimos uma tábua com algumas comidinhas e sob uma lua extraordinária, tivemos um jantar muito agradável. Gostei bastante do vinho do Marcel. Durante o jantar, trocamos algumas mensagens com Nina e Marcel e combinamos de beber juntos uma garrafa da próxima safra do projeto A.R.M.M. Tomara que não demore! Gostamos muito da experiência de levar um vinho ao La Bicyclette. Claudio, Emerson, Alexandre, Vanessa, Anna, Cris e Val já haviam tomado um café da manhã com champagne em novembro passado. A taxa de rolha é bastante razoável e convidativa, R$ 19. Assim o programa fica perfeito. Bom vinho acompanhado de produtos muito gostosos.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: Simples e bem feito, com uma ilustração de uma garrafa de vinho, uma taça, pão e queijo. Personalidade.
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz um pouco fechado. Com tempo em taça, aparece algo de terra, fazenda, o que me agradou.
Exame gustativo: Há algum tempo estava querendo ir no final de um dia ao La Bicyclette para comer algum dos bons produtos dali acompanhado por um vinho. Para esta noite, escolhemos um vinho que ganhei de aniversário dos amigos Marcel e Nina, do blog Gourmandise. O Marcel e a Nina foram os primeiros amigos que conhecemos através do blog. O Marcel em parceria com Alexandre Rodrigues resolveu fazer vinhos e assim surgiu o projeto A.R.M.M. (veja o blog). Um dos vinhos desenvolvidos foi este corte de Cabernet com Merlot de 3 regiões diferentes do Rio Grande do Sul e de duas safras. Achei a ideia de usar uvas de diferentes regiões bastante interessante e válida, alguns puristas certamente não vão gostar desta mistura de terroirs, mas o resultado é interessante. No início, apresentou leve adstringência, mas evoluiu e abriu com tempo em taça. Na boca, apresentou uma mistura de alguma fruta vermelha limpa com leve defumado. Tem boa intensidade em boca, apresenta uma fruta límpida e pura, e lembra alguma coisa de outros vinhos brasileiros. Com tempo em taça, ele ficou mais vivo e mais interessante. Gostei da proposta do vinho e da experiência de prová-lo. Temos outra garrafa do projeto, a qual provaremos em breve.
Nota: -

5 de junho de 2013

Noite de muitos e bons vinhos no encontro de professores

No dia 24 de abril, aconteceu mais um encontro dos meus colegas professores da PUC-RJ. Neste semestre, escolhemos o tema "vinho" para os alunos do 5º período da graduação em Design desenvolverem seus projetos. E nada melhor que um encontro com vinhos para uma reunião de professores. Depois de adiarmos algumas vezes, conseguimos marcar em uma agradável noite na casa da Joy. Fiquei com a missão de selecionar os vinhos do encontro, que contou com a presença de Joy, Vitoria, Tatiana, Roberta, Carla, Monica, Flavia, Jorge, Marcelo, Ana e eu. Os vinhos foram os seguintes:

- ZirloTalenti 2011 - Vinho que escolhi para abrir a noite. Um vinho toscano, corte de uvas francesas, muito bem feito e de excelente custo/benefício. Não é um vinho complexo, mas agradável e uma ótima companhia para pratos de massas.

- Achaval Ferrer Malbec 2011 - Esta safra do malbec da Achaval Ferrer está muito boa. Já havia bebido este vinho de entrada da vinícola de outras safras. Sempre foi um bom vinho, mas este está melhor, com intensidade e boa fruta, equilíbrio e elegância. Vinho para beber agora e para guardar um pouco, vai crescer na garrafa. Belo vinho e boa surpresa.

- Beronia Reserva 2007 - Terceiro vinho da noite, um belo vinho espanhol. Vinho com taninos finos, arredondado pela madeira que está presente de maneira correta. Boa complexidade e elegância, fácil de se gostar. Um vinho sem erro.

- Nimbus Estate Cabernet Sauvignon 2010 - Gosto muito desta linha de vinhos chilenos. Sempre muito consistentes. Este Cabernet mostrou todo seu potencial. Acho que está ainda um pouco novo, vale esperar um pouco para abrir, certamente com mais um par de anos será um belo companheiro para uma comida de peso. Durante a noite, evoluiu muito na taça.

- Meandro do Vale Meão 2009 Douro - Um ótimo vinho. Havia provado este vinho no evento Douro Boys na presença do produtor. Tinha achado, na época, este 2009 especialmente bom, o que me deixou com vontade de prová-lo novamente. Nesta noite, o vinho mostrou todas as suas qualidades: clássica intensidade de fruta dos vinhos do Douro, com muito equilíbrio, complexidade e permanência. Belo vinho, que ainda vai evoluir muito na garrafa. Vale provar.

- Arerunguá Tannat 2006 - Saímos de Portugal e seguimos para o Uruguai. Esperava um pouco mais deste Tannat. É um belo vinho, mas acho que fui provar com uma expectativa alta. Um vinho já pronto para beber que não deve evoluir. Um Tannat com taninos já redondos.

- La Segreta Planeta - Comprei este vinho italiano para ficar de back-up. Caso as pessoas estivessem animadas, abriríamos mais esta garrafa... Abrimos. Este vinho é um bom vinho, mas mais simples que os outros degustados. Um vinho correto e que irá bem com uma pizza.

Foi uma noite muito agradável e divertida. Fomos muito bem-recebidos pela Joy e pela Vitoria. Espero que venham novos encontros.

2 de junho de 2013

Finca La Anita - Syrah 2008 #cbe

Nome: Finca La Anita
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Finca La Anita
Importador: -

Uvas/Corte: Syrah
Teor alcoólico: 14,3%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 165 Euros
Onde foi comprado: Winery em Buenos Aires
Quando foi comprado: 30 de Dezembro de 2011
Degustado em: 30 de maio de 2013
Onde bebeu: Restaurante Gonzalo, no Leblon, Rio
Harmonizado com: Lulas, carnes e os ótimos acompanhamentos do lugar
Com quem: Claudio, Rafaela, Emerson e Anna

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Recebemos a visita de dois amigos queridos neste feriado. Para mim, foi um pouco feriado, pois apesar de não ter aula na sexta-feira, tive que trabalhar na quinta. Porém, deu tempo de eu sair do trabalho e ainda esperar as visitas em casa. Mesmo eles estando cansados da viagem, nós saímos para dar uma caminhada no Leblon e depois jantarmos no Gonzalo, nosso restaurante querido do momento. Abrimos duas garrafas e este foi o primeiro deles. Também o que mais gostei. Os vinhos da Finca La Anita estão entre os meus preferidos, nunca decepcionam.
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Assim que o amigo Gil Mesquita do blog Vinho para Todos divulgou o tema do mês, fui procurar na adega o vinho que tinha feito da uva Syrah. Tinha apenas um, este Finca La Anita que estava pensando em guardar mais um pouco antes de abrir, mas resolvi que deveria abrir este mesmo. Quem acompanha o blog sabe que esta é uma vinícola que gosto muito. Todos os vinhos provados mostraram a consistência e principalmente a personalidade dos vinhos feitos por eles. Para degustar este vinho, não podia ter oportunidade melhor: os amigos Emerson e Anna vieram passar o feriado no Rio e fomos jantar no Gonzalo. A noite agradável, ótimo atendimento no Gonzalo como sempre, clima perfeito para degustar o vinho do mês. Um Syrah argentino de muita qualidade. Em boca ele é envolvente e cativante. Muitas notas de especiarias e leve fruta, tudo com muita elegância. Foge um pouco dos vinhos argentinos, busca algo mais velho mundo, com muita personalidade. Ainda pode evoluir na garrafa, mas já bom para beber agora. Quem ainda não conhece os vinhos da Finca La Anita, fica a dica!
Nota: 91.0