30 de abril de 2013

Bastardo Rosè 2010

Nome: Bastardo Rosè
Safra: 2010
País: Portugal
Região: Península de Setúbal
Produtor: Wine with Spirit
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Castelão 45%, Aragonês 25% e Trincadeira 30%
Teor alcoólico: 11%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos oferecido pelo Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de março de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Duas noites atrás, quando fizemos vários pães e comidinhas, resolvi aproveitar meia garrafinha de leite de coco para temperar um arroz jasmin que tinha em casa. Ficou muito bom! Para acompanhá-lo, pedimos a boa comida do Orienthai. Já fazia um tempão que não comíamos. O vinho, com seus 11% de graduação alcoólica, é leve como a brisa que começou a soprar na cidade com a chegada do outono. Ao invés de bastardo, o vinho deveria ter outro nome mais fofinho, pois é um vinho muito agradável e amigável.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Mais um rótulo marcante deste conceito de vinhos da Wine with Spirits. Para quem curte estratégias de venda e design vale conhecer este case. Os nomes dos vinhos são cuidadosamente escolhidos e já posicionam o vinho em função do seu estilo ou sugerem um forma de consumo. O Bastardo é aquele que tem um espaço para você escrever o nome de alguém que naquele momento você gostaria de chamar de Bastardo. o rótulo foi feito na vertical, pois por pesquisa observou-se que estimula o consumidor retirar o vinho da prateleira. É um projeto que vale conhecer.
Exame visual: Cor muito envolvente. Muito vivo. Rosés sempre rendem boas fotos.
Exame olfativo: Bem fresco, leve, notas frutadas. Direto
Exame gustativo: Para acompanhar nossa comida Thai, escolhemos este Bastardo Rosé que nos foi enviado pelo Winebar e que acabamos abrindo somente agora. É um rosé leve, que deve ser bebido bem geladinho, refescante e boa fruta. Poderia ter um pouco mais de acidez, mas pela proposta de ser um vinho para todos, acredito que seu perfil funciona bem. Bem feito, foi bem com nossa comida thai e deve ir bem com saladas em dias de verão. Jovem, leve e direto.
Nota: 

25 de abril de 2013

Julian Reynolds 2007, um bom vinho do Alentejo

Nome: Julian Reynolds
Safra: 2007
País:Portugal
Região: Alentejo
Produtor: Julian Cellar Reynolds
Importador:Wine.com.br

Uvas/Corte: Alicante Bouschet 40%, Trincadeira 40% e Touriga Nacional 20%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Club W
Quando foi comprado: -
Degustado em: 23 de março de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Queijos, homus, pães
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi um dia bastante produtivo em nossa cozinha. Preparamos pastéis de forno, cookies integrais e pão de cebola. Eu ainda aproveite para fazer um treino de 8km. Antes de ir ao super, almoçamos no B, em Ipanema. Comi um frango delicioso. Para encerrar um dia muito bom, um ótimo vinho, comidinhas deliciosas e ótimos pães feitos em casa. Este vinho é muito equilibrado e gostoso. Recomendo!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Rubi Vivo.
Exame olfativo: Fruta fresca, leve notas de pimneta e especiarias. Não é complexo, mas interessante.
Exame gustativo: Mais um ótimo vinho desta vinícola portuguesa, sobre a qual já comentamos aqui. De perfil moderno, muito bem feito, é um vinho fácil de se gostar. Boa intensidade em boca, com notas frutadas, envolvente. Final com boa intensidade, que se concentra no céu da boca. Tem potencial para evoluir mais um pouco. Já havia desgustado este vinho na presença do enólogo, e, quase um ano depois, se mostrou bastante agradável. Boa escolha do clube da Wine e funcionou muito bem com nossas comidinhas. Boa opção, vale provar!
Nota: 89.0

24 de abril de 2013

Pizzas do premiado chef italiano Vicenzo Varlese com Conde de Vimioso 2010

Nome: Conde de Vinioso
Safra: 2010
País: Portugal
Região: Vinho Regional do Tejo
Produtor: Falua Sociedade de Vinhos SA
Importador: Decanter

Uvas/Corte: Touriga Nacional, Aragonês, Cabernet Sauvignon, Syrah
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 68
Onde foi comprado: Fiammetta, em Botafogo
Quando foi comprado: 21 de março de 2013
Degustado em: 21 de março de 2013
Onde bebeu: Fiammetta, em Botafogo
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Claudio segue a pizzaria Fiammetta no Facebook e dia desses ele viu que seria realizado um workshop de pizza na unidade de Botafogo, que fica bem perto de casa. Liguei e fiz nossa inscrição. Foi diferente do que imaginávamos, mas foi uma boa experiência. Achamos que colocaríamos as mãos na massa de verdade, mas o que ocorreu foi que a Fiammetta estava recebendo um pizzaiolo italiano famoso e resolveu mostrar do que ele era capaz. Assim, ficamos, nós e mais umas 30 pessoas, confortavelmente instalados esperando as pizzas que eram feitas pelo italiano. Tínhamos que pagar apenas as bebidas consumidas. Como seria assim, resolvemos pedir um vinho. Tentamos escolher um que nos interessasse e tivesse preço razoável. Adoramos beber vinhos em restaurantes, mas os preços nem sempre são muito convidativos. Nesta noite, fiz campanha pelo sempre bom Artero Tempranillo, mas Claudio quis algo diferente. Depois de escolher vários e o garçom dizer que não tinha, conseguimos encontrar este português. É um vinho bem simples, bem básico, mas que estava bom e não era enjoativo, como afirmou o Claudio no primeiro gole. Questionei: "Mas não é muito cedo para saber?" "se fosse mais bombado, já daria para perceber de início", respondeu ele.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A pizzaria Fiammetta divulgou em seu facebook um evento com a presença do premiado pizzaiolo italinao Vicenzo Varlese. Fiquei logo interessado em participar e descobrir os segredos do chef. Provamos ótimas pizzas, massa leve, queijo italiano bem delicado e saboroso, fizemos algumas perguntas, mas pela configuração do restaurante não deu para acompanhar o chef metendo a mão na massa. Já que estávamos ali e para acompanhar as pizzas, nada melhor que um vinho. Escolhi uns 3 vinhos que estavam em falta na casa naquele momento. Acabamos pedindo este português, do Tejo. Um vinho de entrada, básico, mas bem feito e saboroso. Sempre tenho receio de vinhos básicos portugueses, não sei a razão, mas sempre acho que será algo frutado demais e enjoativo. Para minha alegria este vinho estava bem equilibrado, Corpo leve, em boca uma mistura de leves notas frutadas com especiarias. Final de boca desaparece rapidamente. Um bom custo/benefício. Foi uma noite interessante para conhecer a delicadeza de uma pizza feita por um italiano com ingredientes italianos.
Nota: -

23 de abril de 2013

Harmonização de Polpettone Voilà com Melipal Reserva Malbec 2006

Nome: Melipal Reserva
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Viñas Família Aristi, Bodegas Melipal
Importador: Mundo Sur

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado ao Claudio pelo Avelino
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 16 de março de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Polpettone Voilà com massa da La Veronese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
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Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quer conhecer uma combinação perfeita de sabores? Então experimente comprar Polpettone Voilà no Zona Sul e depois passe na tradicional La Veronese para comprar um pouco de talharim. Pronto! Fácil assim. Se decidir tornar a refeição ainda melhor, escolha um bom malbec. Você sentirá a felicidade em estado puro. E não estou exagerando! Este foi o jantar perfeito de um dia bem produtivo e agradável. Neste sábado, fechei cinco semanas de treinos de corrida. Voltando ao jantar, devo afirmar que malbec é uma das minhas uvas preferidas. Já aprendi até a gostar de vinhos do velho mundo, vinhos renomados e tudo mais, mas os malbecs têm posição privilegiada em meu coração. Aqui alguns dos que já provei: link.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta garrafa do Melipal 2006 ganhei de presente do meu amigo e importador desta vinícola, o Avelino. Ano passado, fui a um jantar na presença da proprietária da vinícola e tive a oportunidade de provar todos os vinhos (leia aqui). Escolhemos este vinho para acompanhar o excelente Polpettone da Voilà Food com massa fresca da La Veronese. Não podia dar errado! Esta safra do Melipal estava muito interessante. Um Malbec com boas características da cepa. Em boca, notas de ameixa madura, café e também caramelo. Bom corpo, intenso, sem excesso e sem ser enjoativo, cresceu na taça e ainda pode evoluir na garrafa. Muito bom vinho, que funcionou perfeitamente com nosso jantar. Provem o vinho e o polpettone!
Nota: 90.0 +

22 de abril de 2013

Como evolui um vinho? Nossa experiência com o Primus 2006

Nome: Primus
Safra: 2006
País: Chile
Região: Valle de Colchágua
Produtor: Veramonte
Importador: Zona Sul

Uvas/Corte: Cab. Sauvignon, Syrah, Merlot, Carmenère
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 38
Onde foi comprado: Zona Sul
Quando foi comprado: julho de 2010
Degustado em: 13 e março de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Porco, salada, chips de batata doce
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Confesso ter certa implicância com este vinho. Há anos que o consumimos. Normalmente gosto, mas sempre que o Claudio sugere que o bebamos, encontro uma desculpa. Talvez porque ficasse sempre a primeira impressão, que me remetia a um vinho pesadão, daqueles que provoca dor de cabeça no dia seguinte. Bom, devo dizer que desta vez tive de dar o braço a torcer. Este Primus estava muito bom, conseguindo dobrar minha implicância. Estava equilibrado, pronto para ser apreciado sem preconceitos. Fizemos este jantar depois de eu ter voltado de minha primeira aula sobre texto editorial. Ao ler todos os posts sobre o Primus, confirmei que minha implicância é realmente sem fundamento, pois nas minhas anotações anteriores sempre gostei de tê-lo bebido. Vá entender porque sempre me traz uma lembrança ruim...
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: Um mix de notas de goiaba, bem típicas do Chile com algo de especiarias, pimenta. Depois de um tempo aberto aparece leve fruta.
Exame gustativo: Acompanhamos a evolução deste vinho desde a safra 2005. Logo depois de bebermos esta ótima safra, chegou ao Zona Sul a safra 2006. Logo compramos uma garrafa para provar e, para nossa surpresa, não estava tão interessante quanto o da safra anterior. Lembro que o vinho era bom, mostrava potencial, mas estava muito vivo na boca. Tive a ideia de comprar uma garrafa para ser esquecida por um tempo na adega, e assim foi feito. Em julho de 2010, comprei a tal garrafa e depois de quase 3 anos guardada a abrimos para ver o resultado. Vale lembrar que neste meio tempo bebemos outras garrafas da safra 2006 e da safra 2008. A última de degustada, de 2008, estava no ponto perfeito. Voltando à nossa experiência, o vinho evoluiu bem, como imaginava, e estava muito interessante. Bom corpo. Na boca, repete o nariz com especiarias presentes e leve fruta em seu final. Taninos bem mais domados e potência equilibrada, valeu a pena esperar este tempo para bebê-lo. A safra 2009 já chegou ao mercado. Vamos provar e, se achar interessante, podemos repetir a experiência.
Nota: -

21 de abril de 2013

Encontro do mestrado: novo brinde à amizade!

Nome: Postales del Fin del Mundo
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Patagônia
Produtor: Bodega del fin del Mundo
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 60% / Syrah 40%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado ao Claudio pela Cicida
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: Novembro de 2012
Degustado em: 14 de março de 2013
Onde bebeu: Casa da Angela, em Santa Teresa
Harmonizado com: Comida árabe, gentilmente preparada pela Angela
Com quem: Rafaela, Ana Rosa, Angela, Neusa, Tatiana, Antonio, Claudio e Maurício

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Sem os amigos, a vida não teria a menor graça. Esses cinco amigos especiais transformaram a minha experiência de viver no Rio de Janeiro. Antes de conhecê-los no curso de mestrado, eu não tinha amigos para chamar de meus. Tentamos e conseguimos nos encontrar de tempos em tempos depois da conclusão do curso. Nem sempre é fácil. Cada um seguiu sua vida, cada qual com sua agenda repleta de compromissos. Celebramos muito quando conseguimos nos ver. Sempre fico na torcida para que o tempo não nos afaste. Nossos encontros, desde o início, são acompanhados por comidas gostosas (como este incomparável bolo de chocolate da Neusa que aparece na foto) e alguns vinhos. Um que está sempre presente é o delicioso Mateus rosè. Ana Rosa sempre nos apresenta a um português diferente. Doña Dominga e Casilero del Diablo também costumam aparecer com frequência. Independente do nome da uva ou do país de origem, esses vinhos servem sempre para brindar o encontro, as conversas animadas e, especialmente, a amizade!
Nota: -

Inniskillin - Riesling 2008: Icewine com um doce do Guerin

Nome: Inniskillin - Icewine
Safra: 2008
País: Canadá
Região: -
Produtor: Inniskillin
Importador: -

Uvas/Corte: Riesling
Teor alcoólico: 9,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente nos presenteado pela Regina Helena
Onde foi comprado: Canadá
Quando foi comprado: Agosto de 2012
Degustado em: 9 de março de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Sobremesas do Guerin
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Riesling is a classic vinifera grape variety suitable for Icewine. It’s tropical and citrus aromas and flavours offer an elegance that are defined by its natural high acidity.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Demoramos tanto para escrever sobre este vinho, que eu sequer lembro de tê-lo bebido. Claudio me informa que foi aberto para acompanhar sobremesas de nossa confeitaria preferida do momento: a Guerin. Se foi acompanhado por um tartelette do Guerin, deve ter sido uma boa experiência.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: Impresso diretamente na garrafa.
Exame visual: Amarelo claro.
Exame olfativo: Bem fresco, leve floral.
Exame gustativo: Como a Rafaela comentou, não tomamos nota sobre este vinho, mas não esqueço o prazer que ele proporcionou. Ganhamos quatro pequenas garrafinhas de icewine de minha mãe, que esteve no Canadá. Ela visitou a vinícola e comprou as pequenas garrafas, cada uma feita com uma cepa. Esta é a segunda garrafa que provamos e mais uma vez foi uma agradável experiência. Esses icewines canadenses são muito elegantes, com acidez presente e redondos em boca. Pena que as garrafinhas acabam rapidamente. Foi muito bem com minha tartelette de morango do Guerin. Vale provar os dois!!
Nota: 87,0

18 de abril de 2013

Valley of the Moon - Pinot Blanc 2010

Nome: Valley of the Moon
Safra: 2010
País: Estados Unidos
Região: -
Produtor: Valley of the Moon Winery
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Blanc 98%, Chardonnay 1%, Muscat Canelli 1%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente nos presenteado pela Patty e pelo Brandon
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: Dezembro de 2012
Degustado em: 6 de março de 2013
Onde bebeu: Em casa, no rio
Harmonizado com: Saladas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Aromas of baked apple, peach and lychee nut are enhanced with mineral notes. Integrated fruit flavors of pear, white peach and green melon lead to a rich mouthfeel and lengthy finish balanced with bright acidity. This traditional Alsatian-style wine is a blend of grapes from vineyards that are located in the Russian River Valley and the Southern Sonoma Valley. Both viticultural areas have deep alluvial soil and a cool climate due to the moderating influence of the Pacific Ocean and the San Pablo Bay. These cool microclimates are responsible for preserving the crisp acidity and fresh fruit and floral characteristics of the wine. The 2010 Pinot Blanc was whole-cluster pressed and the majority was fermented at cool temperatures in stainless steel tanks to preserve the varietal fruit aromas and flavors of the grapes. Approximately 23 percent of this vintage was fermented and aged sur lies in three-year old French oak barrels and new and used French Acacia wood barrels for added richness and complexity.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Hoje foi o dia de fazer a matrícula em um curso de revisão gramatical do Goethe, de dar uma rápida andada pelo centro do Rio (o que sempre me fascina). Quando cheguei em casa, deu vontade de abrir um vinho para acompanhar o jantar. Como faríamos saladas, decidimo-nos por um branco. Temos alguns guardados na adega e acabamos optando por este, que nos foi presenteado pela Patty e pelo Brandon. É um vinho bem agradável, mas meio ardidinho no final.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Impresso diretamente na garrafa.
Exame visual: Amarelo claro.
Exame olfativo: Bem fresco, leve floral.
Exame gustativo: Este foi o vinho branco californiano que a Patty me trouxe de presente no final do ano passado. Quando encontramos com ela em Tremembé, bebemos uma taça deste vinho e gostamos. Nesta noite, preparamos uma salada e resolvemos abrir um vinho para acompanhar. Funcionou muito bem com a salada. Um vinho com acidez adequada, com personalidade e boa presença em boca. Notas levemente amanteigadas e alguma coisa cítrica como limão siciliano. Bem interessante de uma uva pouco difundida, a Pinot Blanc. Gostei do vinho e da harmonização. Obrigado Patty pelo presente e temos que combinar de bebermos juntos, ou aí na Califórnia ou aqui no Rio.
Nota: 87,0

Jazz na vitrola para acompanhar Juan Carrau Merlot de Reserva - Merlot 2010 e Lagar de Robla - Mencia 2008

Nome: Juan Carrau Merlot de Reserva / Lagar de Robla
Safra: 2010 / 2008
País: Uruguai / Espanha
Região: Montevidéu / Castilla y Léon
Produtor: Bodegas Carrau / Vinos de Arganza
Importador: - / Wine

Uvas/Corte: Merlot / Mencia
Teor alcoólico: 13,5% / 14%
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Ricardo /  Clube W
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de março de 2013
Onde bebeu: Casa do Mario, na Tijuca
Harmonizado com: Salada especial do Mario, queijos e pães
Com quem: Claudio, Rafaela, Mario, Henrique, Ana, Raquel, Ricardo, Tito e pais do Mario

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estava há semanas, quiçá meses, combinando com o Mario umas aulas sobre jazz. Eu não sou muito fã do gênero e ele vive me dizendo que é porque não ouvi os discos certos. Bom, depois de muito combinar, acabamos marcando o encontro. Raquel e Ricardo foram juntos, levando o Tito. Foi ótimo, pois assim ele e o Henrique puderam se reencontrar. Deram-se muito bem, apesar da diferença de dois anos. Henrique é muito fofinho, mas meio arisco. Quer dizer, arisco mesmo é o Sasha, o gato do Mario, que me faz sentir mais do nunca a Felícia. Um dia ainda vou conseguir pegá-lo! Bom, pelo menos com o Henrique tudo deu mais certo. Depois de uma hora, ele já estava vindo para o nosso lado. A aula de jazz foi muito boa. Mario é um apaixonado. Ele nos mostrou a evolução, o que surgiu primeiro, de onde vieram as principais influências. Muita informação de qualidade. Eu fui gostando, gostando, gostando... até chegar ao momento em que tudo vira uma bagunça. Para o Mario, mais evoluído, este é o momento em que o jazz fica mais interessante. Fiquei pensando que deve ser como beber vinho. Você começa gostando dos mais fáceis, depois quer se aventurar por algo mais desafiador. Quem sabe um dia eu chego lá. Obrigada, Mario! Agora, precisamos marcar a segunda lição.
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Foi uma noite de vinhos e jazz. O Mario nos chamou para ouvirmos uma seleção de LPs de jazz da sua enorme coleção. O Ricardo e a Raquel também foram e levaram o primeiro vinho que bebemos na noite, o uruguaio Juan Carrau. Em geral, gosto muito dos vinhos uruguaios, acho que eles têm personalidade, buscam um estilo mais elegante e sempre temos boas surpresas com os vinhos de lá. Este Merlot estava bem interessante, de perfil bem elegante, taninos domados e bastante equilibrado. Bom vinho. Depois, partimos para um vinho que recebemos do Clube W. Este vinho veio junto com um outro vinho espanhol, que eu não havia curtido muito. É de uma uva pouco conhecida, a Mencia. Com boa intensidade em boca, bom equilíbrio, o vinho agradou e harmonizou bem com a seleção especial de jazz que o Mario nos preparou.
Nota: -

16 de abril de 2013

Noite de Cabernet Franc no restaurante uruguaio Gonzalo

Nome: Lagarde - Cabernet Franc 2010 / Loma Larga - Cabernet Franc 2007
Safra: 2010 / 2007
País: Argentina / Chile
Região: Mendoza / Vale de Casablanca
Produtor: Lagarde / Vinhedos Loma Larga
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Franc / Cabernet Franc
Teor alcoólico: 14,2% / 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: - / 11.800 pesos chilenos
Onde foi comprado: Trazido pelo Deco / Santiago, Chile
Quando foi comprado: - /  9 de dezembro de 2008
Degustado em: 29 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Restaurante Gonzalo, no Leblon, Rio de Janeiro
Harmonizado com: Cortes de carne, provoletta e frango
Com quem: Claudio, Rafaela, Deco e Mariana

Comentário do Produtor
Lagarde - Color rojo rubí con tonalidades violáceas. Aroma intenso a confituras de frutos rojos, dejos de eucaliptus y cedro y algunas especias. En boca la entrada es dulce, con taninos maduros y excelente untuosidad. Tiene un final largo y persistente.
Loma Larga - Intenso color púrpura-tinta oscura. La nariz es muy intensa, floral y jugosa, con notas de pétalos de rosa y regaliz, que se complementan con el tostado aportado por la madera. La boca es amplia: empieza con sabores de fruta y regaliz rico y sigue con algunas notas especiadas. La mineralidad y la estructura de taninos del vino garantizan un final largo y complejo que trae suaves notas de durazno amarillo, mango y mocha. Beber ahora o disfrutar en su momento óptimo en 2013.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como na noite anterior, havíamos ficado em casa, na sexta resolvemos ir ao Gonzalo, lugar que está entre os nossos preferidos no momento. O atendimento é perfeito, a comida é excelente. Gostei muito dos dois vinhos, especialmente do primeiro, trazido pelo Deco. Fiquei com vontade, porém, de  pedir uma bela caipirinha de morango que a Mariana estava bebendo - e estava muito boa! Foi uma noite muito agradável em boa companhia.
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nas últimas viagens do Deco à Argentina, ficava constantemente falando pelo Instagram para ele trazer uma garrafa de Cabernet Franc para bebermos juntos. E não é que ele trouxe? Resolvemos ir ao Gonzalo, ótimo restaurante Uruguaio que abriu no Leblon, para bebermos um Cabernet Franc argentino. Para completar a noite, levei uma garrafa de um chileno que estava há quase 5 anos guardada aqui na adega. O Gonzalo é simpático à ideia de o cliente levar seu vinho (a rolha custa R$ 35). Por esse motivo, já voltamos lá diversas vezes. Começamos a noite com o Lagarde. Ótimo vinho, com uma elegância até incomum para os vinhos argentinos, corpo médio, boas características da cepa. Foi uma boa experiência. Na sequência, abrimos o Loma Larga. Em 2010, havia bebido uma garrafa desse vinho, que estava muito intenso e vivo na boca. Achei que com mais alguns anos na garrafa ele estaria mais comportado. Realmente estava. De cara, apareceu aquela leve nota de goiaba, característica dos vinhos chilenos. Em boca, um vinho com mais fruta e intensidade, porém, depois de algum tempo aberto na taça, o vinho deu uma queda, ficando com seu final curto. É um bom vinho e que deve ser bebido logo. Excelente noite, de bons vinhos, boa comida e bom papo. Deco, pode continuar trazendo outros Cabernets Francs da Argentina para provarmos.
Nota: -

15 de abril de 2013

Bartoli Giusti Brunello di Montalcino - 2006

Nome: Brunello di Montalcino
Safra: 2006
País: Itália
Região: Montalcino
Produtor: Bartoli Giusti
Importador: -

Uvas/Corte: Sangiovese 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Presente do Beto, do blog Papo de Vinho, ao Claudio
Quando foi comprado: -
Degustado em: 28 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Em casa, em Botafogo
Harmonizado com: Risoto e dois deliciosos pratos Voilà
Com quem: Claudio, Rafaela, Deco e Mariana

Comentário do Produtor
Il Brunello di Montalcino Bartoli Giusti - Tenuta Comunali è un vino elegante ed armonico con un’elevata struttura ed un caratteristico profumo intenso e persistente. Viene prodotto con uve Sangiovese rigidamente selezionate, invecchiato in botti di rovere di Slavonia per tre anni ed affinato in bottiglia.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Neste dia, ocorreu a segunda edição do Encontro de Vinhos, promovido pelo Daniel Perches e pelo Beto Duarte. Depois de um dia de muitas atividades, encontrei-me com o Claudio e com o Deco no Real Astória. Provei rapidamente alguns vinhos e viemos para casa caminhando. Iríamos jantar fora, mas depois que chegamos em casa, deu uma preguiça e acabamos ficando por aqui mesmo. Claudio improvisou um risoto com alguns ingredientes que tínhamos na despensa e aquecemos dois Voilàs nos presenteado pelo Emerson. Para acompanhar - e como a companhia estava à altura -, Claudio abriu este Brunello de Montalcino. Como tínhamos visitas, não fiz anotações. Acabei de perguntar para o Claudio e ele lembra que eu gostei do vinho. Bom, tomara que eu volte a bebê-lo para ter certeza. :) Quem sabe em julho abriremos outro in loco.
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ganhei este vinho de aniversário do amigo e blogueiro Beto Duarte, o Barão do Vinho. Aproveitando que um outro amigo e blogueiro estava hospedado na Maison Le Vin au Blog, resolvi abrir e provar este Sangiovesse. Havíamos passado o dia no Encontro de Vinhos aqui no Rio e no final do dia voltamos para casa. Bateu certa preguiça de sair e resolvemos preparar alguma coisa para comer em casa mesmo. Tínhamos alguns Voilás, do amigo Emerson, no frezer, preparamos também um risoto e o jantar estava na mesa. Um elegante Brunello, que acabamos não aproveitando como deveríamos. Acho que provamos muitos vinhos e todos já estavam um pouco cansados do longo dia. Por isso não apreciamos como este Brunello merecia. De qualquer modo, um ótimo vinho, bem elegante e que tinha potencial para envelhecer mais um pouco na garrafa. Fechamos um dia repleto de encontros com vários amigos.
Nota: -

14 de abril de 2013

Encontro de Vinhos OFF chegando. Relembre o Encontro de Vinhos no Rio 2013

No próximo dia 23 de abril, na Casa da Fazenda, no Morumbi, em São Paulo, vai acontecer mais uma edição do Encontro de Vinhos OFF. Para quem está na cidade, é um evento imperdível. Nos últimos anos, participei da feira, mas infelizmente não conseguirei ir neste ano. Uma pena, pois promete ser ainda melhor do que os anos anteriores. Na véspera da Expovinis, o evento já se firmou no calendário dos amantes de vinho. Recomendo.

Relembrando: no final de fevereiro, foi realizado aqui no Rio mais um Encontro de Vinhos, organizado pelos amigos Daniel Perches (Vinhos de Corte) e Beto Duarte (Papo de Vinho). O local foi o mesmo da primeira edição, o restaurante Real Astoria, em um belo salão com vista deslumbrante para a a Baía da Guanabara. Foi uma ótima feira. Mesmo com muito movimento, se conseguia provar os vinhos e conversar com expositores sem atropelos. Foi uma boa oportunidade de rever alguns amigos e provar bons vinhos.

Participei da eleição do top 5 da feira:
1º Temático Único Blend 2008 
2º Nexus 2011 
3º Quinta do Serrado Touriga Nacional 2008 
4º Sios Selección 2009 
5º Grey Glacier Single Block 2012
Na minha avaliação, o vencedor foi o Sios Selección, um espanhol muito interessante e que deve crescer muito com mais alguns anos.

Ótimo evento, organização muito boa também.
Fica a Dica: não perca o Encontro de Vinhos Off deste ano.

Castillo de Molina Reserva - Cabernet Sauvignon 2008 / Bouza - Tempranillo e Tannat 2011

Nome: Castillo de Molina Reserva / Bouza
Safra: 2008 / 2011
País: Chile / Uruguai
Região: Valle de Cachapoal / Montevidéu
Produtor: Viña San Pedro Tarapacá / Vinícola Bouza
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon / Tempranillo e Tannat
Teor alcoólico: 14,5% / 14%
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Em Montevidéu, por Raquel e Ricardo / Presenteado ao Claudio pelo Mario
Quando foi comprado: -
Degustado em: 23 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Casa de Raquel e Ricardo
Harmonizado com: Pão caseiro, salada caprese com molho pesto, azeitonas, cenourinhas e choripan
Com quem: Claudio, Rafaela, Miguel, Paula, Carlinhos, Ricardo, Raquel e Tito

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na sexta-feira à noite, Miguel sugeriu que fôssemos todos para a praia e depois comêssemos algo ali por Ipanema. Com as vidas atarefadas de todos, acabou não dando certo o encontro. No sábado, acho que todo mundo acordou com vontade de fazer algo juntos, já que não nos víamos há tempos. Ricardo e Raquel tiveram a ideia de fazer choripan. Eles haviam acabado de chegar do Uruguai. Nos encontramos na casa deles e foi uma noite bem legal. Sempre é tão bom reencontrar o Tito, que está cada dia mais querido e esperto. O molho chimichurri que o Ricardo preparou estava fantástico. Eu até comi Choripan. E os vinhos também não fizeram feio. Os vinhos da Bouza são sempre boas compras. Este não foi diferente.
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A Raquel e o Ricardo passaram o carnaval no Uruguai. Voltaram de lá inspirados e com alguns vinhos na bagagem. Assim, nos convidaram para comer alguns choripan com chimichurri que eles prepararam. Estava tudo delicioso. Para acompanhar, dois vinhos: o uruguaio Bouza Tannat / Tempranillo e um chileno que eu levei, um Cabernet que o Mario havia me presenteado. Quando estivemos no Uruguai, visitamos a Bouza, uma bela vinícola com um restaurante melhor ainda. Gosto muito de todos os vinhos deles e este não foi diferente. Um intenso corte de Tannat com Tempranillo, com boa presença em boca, vivo e bem feito. Pode ainda evoluir um pouco com mais algum tempo em garrafa, mas já está gostoso para se tomar. Bom vinho. Na sequência, partimos para o chileno, com toda a sua goiaba característica no nariz. Em boca, um vinho agradável, com taninos domados e que também foi bem com o sanduíche de linguiça. Foi uma noite muito agradável.
Nota: -

13 de abril de 2013

T.H. Sauvignon Blanc- Leyda 2009


Nome:
Terroir Hunters
Safra: 2009
País: Chile
Região: Leyda
Produtor: Undurraga
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela Abflug
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Em casa, em Botafogo
Harmonizado com: Peru com salada
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de não dar certo a saída que faríamos com alguns amigos, resolvemos fazer uma comidinha magra em casa mesmo. Como era sexta-feira, achamos que um vinho poderia acompanhar muito bem nosso jantar. Eu tenho uma leve implicância com vinhos sauvignon blanc. Tão logo aproximo a taça do nariz e sinto o cheiro de pimentão, fico receosa. Eu gosto de pimentão, mas o cheiro dele nos sauvignon blancs não me alegra muito. Claudio tenta me convencer que eu gosto dos SB do Vale do Loire. Sim, gosto, eles não têm esse cheiro. O que vejo de vantagem ao me deparar com um vinho com cheiro tão forte - como são os SB do Chile - é que eles reforçam e servem de exemplo para entender o que é um terroir. No final, os vinhos não são ruins, é mais implicância com o aroma mesmo.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Exame visual: Bem clarinho.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais um ótimo vinho que degustamos da linha Terroir Hunters. Especialmente os Sauvignon Blancs, eu gosto muito. Este da região de Leyda é bem característico em boca com as clássicas notas verdes de pimentão e grama sem ser agressivo. Muito bem feito e equilibrado, é um prato cheio para quem gosta desta uva. Bastante elegante e depois de um tempo na taça abre alguma nota mais frutada, algo como melão. Um ótimo vinho, que recomendo.
Nota: 89,0 - 90,0

11 de abril de 2013

Carmelo Patti Extra Brut - Pinot Noir e Chardonnay

Nome: Carmelo Patti Extra Brut
Safra: -
País: Argentina
Região: Lujan de Cuyo, Mendoza
Produtor: Carmelo Patti
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: 12,7%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Em Buenos Aires naloja Malambo em Palermo, Argentina
Quando foi comprado: 7 de dezembro de 2013
Degustado em: 16 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pão sírio feito pelo Claudio, geleia de pimentões que a Érika nos ensinou a fazer, pasta de grão de bico, queijo gorgonzola
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Este noble producto fue elaborado por el Método Champenoise (fermentación en su misma botella) con la selección de uvas Pinot Noir y Chardonnay de la Zona Alta de Luján de Cuyo. Su maduración por un período de 15 meses en estiba y su minuscioso cuidado, han dado como resultado reflejos dorados, tonos salmón y finas burbujas a la vista; aromas a pan tostado y avellanas en la nariz; sabor a frutas maduras, equilibrada acidez con gran estructura en la boca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este belo espumante é daquelas bebidas que acompanham lindamente um jantar sem se intrometer. Você conversa, come e a bebida não atrapalha sua noite, não te distrai. Há quem goste de ficar conversando com o vinho. Eu já acho que a bebida tem o papel de acompanhar bem um jantar e isto o Carmelo Patti sabe fazer muito bem. Valeu muito a pena. Percebemos que muitos sábados passamos em casa ao escutar mais uma vez um programa da rádio Paradiso FM, que se chama Festa. É um programa com músicas antigas, pensado supostamente para animar uma festa. A trilha costuma ser bem boa, toca os hits de nosso tempo de adolescência e início da idade adulta. 
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Exame visual: Bonito dourado
Exame olfativo: Notas suaves de torrefação, algo de nozes. Muitíssimo agradável.
Exame gustativo: Carmelo Patti é um produtor ímpar na Argentina. Um produtor artesanal, garagista que produz vinhos especiais, que não seguem tendências. Vinhos de personalidade, vinhos de autor. Já havíamos provado um vinho tinto. Na última vez que estivemos na Argentina, vi este espumante em uma loja de vinhos de Palermo e não tive dúvidas em comprá-lo. Gosto muito do estilo e fiquei muito curioso para provar um espumante feito por ele. Atendeu às expectativas. Um excelente espumante, boa cremosidade, notas de amêndoas, mel, leve nota amadeirada. Muito elegante, agradável e envolvente. Sua acidez não é tão alta, mas o conjunto equilibrado o deixa muito interessante. Vale provar. Acho que não é importado para o Brasil, então fica a dica para sua próxima viagem para a Argentina.
Nota: 91.0

La Bastile de Veyran 2007 - Saint Chinian

Nome: La Bastile de Veyran L'Olivette
Safra: 2007
País: França
Região: Saint-Chinian
Produtor: L'Olivette
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 7,70 euros
Onde foi comprado: Galeria Laffayette, em Paris
Quando foi comprado: Julho 2011
Degustado em: 15 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pão ciabatta feito pelo Claudio, pão integral e pão de abóbrinhas, com queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho leve, muito gostoso, que foi muito bem com nossos pães e queijos. O jantar nesta noite foi supertarde, pois Claudio chegou de São Paulo depois das 22h. Enquanto o esperava, finalmente consegui escrever duas páginas do meu projeto de doutorado. Espero que o orientador goste tanto quanto eu da nova ideia.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Exame visual: Grená muito vivo, já mostrava a juventude do vinho
Exame olfativo: Um mix de defumado  com ameixas pretas maduras e algo de embutido.
Exame gustativo: Gosto sempre de comprar vinhos franceses de regiões menos badaladas. Sempre conseguimos boas surpresas e com um custo mais baixo. Quem escolheu esta garrafa foi a Rafaela em uma viagem que ela fez. Tinha sugerido para ela procurar um vinho desta região. Um bom vinho, mas que estava muito jovem ainda. Mesmo com 6 anos de vida, ele mostrava potencial para ainda muito mais. Em boca apresentou uma fruta muito viva, boa intensidade, repetindo as ameixas do nariz. Evoluiu muito durante a degustação na taça. Um vinho bem interessante que deve ficar melhor com mais um par de anos.
Nota: 88,0 +

10 de abril de 2013

Ótima dica de um rosé francês que bebemos em Uberlândia

Nome: Domaine Barmès Buecher / Domaine de Saint Ser
Safra: 2004 / 2010
País: França / França
Região: Alsace / Côtes de Provance
Produtor: - / Domaine de Saint Ser
Importador: Divino / Intercom

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 14,5% / 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecidos por Gil e Érika
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: Restaurante Castelli, no Uberlândia Shopping, em Uberlândia
Harmonizado com: Massas, grelhados e saladas
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil, Érika e Antônia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de dias fantásticos em Catalão, voltamos a Uberlândia, de onde os amigos paulistas pegaram voo para Campinas. Nós ficaríamos mais uma noite, agora na não menos acolhedora VPT Home. Depois de uma rápida passada em casa, pensamos em comer comida japonesa, mas a fila na porta do restaurante japonês estava enorme. Acabamos dando mais uma volta pelo centro, sem encontrar muitas opções abertas, até nossos anfitriões decidirem-se por um restaurante no Uberlândia Shopping. Foi uma boa decisão. O restaurante é amplo e com boa comida. Foi um bom encerramento para um feriado inesquecível. Já aceita reserva para 2014, VPT? ;)
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Voltamos do VPT Farm para Uberlândia, onde ficaríamos mais uma noite na companhia dos amigos Gil e Érika. Saímos para jantar e o Gil resolveu levar duas garrafas de sua adega. Um branco, Pinot Gris, e um Rosé. Infelizmente o branco da Alsácia parecia já ter passado do seu auge e estar entrando em declínio. Já o Rosé estava no ponto. Um clássico rosé da Provence, muito equilibrado, elegante e prazeroso. Acidez na medida e aquele final de boca típico dos vinhos daquela região. Ótima escolha - que recomendo. Leia o que o Gil (Vinho para Todos) escreveu sobre este vinho. O jantar foi ótimo, na nossa última noite de Carnaval.
Nota: -

9 de abril de 2013

Despedida da VPT Farm com ótimos champagnes

Nome: Vollereaux Brut Rosé / Legras e Haas Brut Rosé Brut / Vollereaux Millesime 2005 / Champagne Gosset
Safra: - / - / 2005 / -
País: França
Região: Champagne
Produtor: Vollereaux / Legras & Haas / Vollereaux / Gosset
Importador:-

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 12% / 12,5% / 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: VPT Farm, em Catalão/GO
Harmonizado com: Joelho de porco, purê de maçãs e batatas cozidas
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil, Érika, Cristiano, Valdirene, Vanessa, Alexandre, Paulo, Carol, Antônia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Tão triste quando a viagem vai chegando ao fim. Para espantar a melancolia, a programação para o dia não poderia ser melhor: champagnes de alto nível. Gostei de todos, mas confesso que o primeiro, Vollereaux Brut Rosé, foi o meu preferido. Sim, ele era o mais docinho. Os outros também são ótimos, mas se preferir uma bebida mais fácil de beber, pode comprar este espumante sem hesitar. O almoço neste dia foi o tão falado joelho de porco do Cris, quer dizer, não do Cris, que o Cris levou. Nunca tinha comido e gostei, mas deixei a pururuca para os mais escolados. Foi um ótimo encerramento para dias tão felizes na VPT Farm. Que venham outros!
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Havíamos combinado que este seria o Carnaval dos Champagnes. Cada um deveria levar uma garrafa e abriríamos todas durante o Carnaval e assim foi feito. Durante o nosso último almoço, um joelho de porco preparado pelo Cristiano, um desfile de bons champagnes desfilou pelas mesas do VPT Farm. Primeiro espumante aberto foi o Brut rosé Vollereaux. Este espumante foi tema de um Winebar e ainda não tinha aberto a minha garrafa. Funcionou muito bem para abrir os trabalhos. Bela cor, boa acidez em boca, um ótimo espumante para o seu custo. O segundo aberto foi a garrafa levada pelo Cristiano, uma boa surpresa, o Legras & Hass Brut Rosé. Perfil bem diferente do primeiro, este rosé de cor salmão clara é mais delicado em boca. Boa complexidade e cremosidade apresenta leves notas oxidadas, gostei bastante. Na sequência, mais um tiro certeiro quando o assunto é relação custo/benefício, o safrado Vollereaux Brut Cuvée Tradicion. Mais complexo que seu irmão não safrado, mostra notas clássicas de brioche no nariz. Em boca, bela acidez e ótima presença em boca. Para finalizar o nosso almoço das Champas, abrimos uma garrafa de um champagne que gosto muito, o Gosset. Muito bem equilibrado, boa cremosidade e acidez marcante em boca. Um champagne que agrada. Assim encerramos a maratona eno-gastronômica do Carnaval com muitos amigos no VPT Farm
Nota: -

Cave Geisse Terroir Nature 2003 / Maria Valduga / Catena Zapata Cabernet Franc 2005/ Cesari Bosan Amarone Della Valpolicella 2001 / Dall'Agnol DMD no VPT Farm

Nome: Cave Geisse / Maria Valduga / Angélica Zapata/ Cesari Bosan Amarone Della Valpolicella 2001
 / Dall'Agnol
Safra: 2003 / 2006 / 2005 /
País: Brasil / Brasil / Argentina / Itália / Brasil
Região: Vale dos Vinhedos / Garibaldi / Mendoza / Verona
Produtor: Casa Valduga/ Cave Geisse / Catena Zapata / Cesari / Dall'Agnol
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 10 de fevereiro de 2013
Onde bebeu: VPT Farm, em Catalão/GO
Harmonizado com: Pizzas feitas com carinho pela Vanessa
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil, Érika, Cristiano, Valdirene, Vanessa, Alexandre, Paulo, Carol, Antônia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: De brincadeira, no dia anterior acho que o Gil provocou se alguém gostaria de fazer pizzas na noite seguinte. Vanessa aceitou prontamente o desafio. Enquanto entravam em cena os quase-infalíveis caçadores de um ratinho em um canto da casa, Vanessa produzia deliciosas pizzas na cozinha. Érika havia arrumado a mesa com velinhas e foi mais uma noite de boa comida, vinhos gostosos e conversa animada. Gostei especialmente do Angélica Zapata e do Amarone.
Nota: -

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de uma memorável feijoada na parte da tarde, caindo a noite a Vanessa se animou e preparou muitas pizzas para todos e para acompanhar, nova leva de espumantes e vinhos. Começamos com o excelente Maria Valduga. Depois abrimos mais uma garrafa do Cave Geisse que o Alexandre vem abrindo todos os anos. Já com 10 anos de vida, apresentou boa complexidade, mas já perdendo um pouco da sua vivacidade. Mesmo assim é muito interessante acompanhar sua evolução. Partimos para um Angelica Zapata Cabernet Franc, uva preferida de muitos ali naquela noite. Esta linha de vinhos é sempre correta, bem feita, sem arestas, mas um pouco padronizada. Na sequência, surgiu um Amarone, excelente vinho que já havia bebido no meu aniversário, excelente experiência. Para finalizar provamos um vinho brasileiro em duas etapas: bebemos uma taça do Dall'Agnol antes de dormir e outra assim que acordamos, ficou aerando na taça durante a noite. Este vinho gostaria de rovar novamente para ter uma opinião mais precisa. Mais um ótima noite de Carnaval na companhia dos amigos.
Nota: -