5 de fevereiro de 2013

Toro Loco - Tempranillo 2011 / TH - Syrah 2008 / Freixenet

Nome: Toro Loco / TH - Syrah / Freixenet Rosè
Safra: 2011 / 2008 / -
País: Espanha / Chile / Espanha
Região: Utiel Pequena / Limari / Catalunia
Produtor: - / Undurraga / Freixenet
Importador: -

Uvas/Corte: Tempranillo / Syrah / -
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 12 de janeiro de 2013
Onde bebeu: Casa da Sabrina e do Zé Rodrigo
Harmonizado com: Comida Thai
Com quem: Claudio, Rafaela, Sabrina e Zé Rodrigo

Comentário do Produtor
Toro Loco: Vinho tinto frutado com aromas que remetem a amora fresca, ameixa fresca e gerânio. Em boca tem sabor macio e frutado, confirmando os aromas em nariz. Possui acidez refrescante e taninos suaves. Apesar de ser um vinho espanhol, tem estilo bem moderno, muito parecido com os vinhos do novo mundo.

Freixenet: he grape varieties used in the production of the base wine for this Cava are Trepat and Garnacha. The harvest begins at the end of September with the Trepat, and is followed at the beginning of October with the Garnacha. We chose the Trepat for the very special aromatic characteristics which it gives to both still wines and Cavas. It is a variety indigenous to the region of Conca de Barberà in the Province of Tarragona. There are only 1000 ha planted in the whole of Catalunya. Its particular characteristics do not only depend on winemaking and ageing, but also on the soils, the climate and the management of the vineyards.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para nossa alegria, Sabrina e Zé Rodrigo vieram morar no Rio. Mesmo não nos encontrando o quanto gostaríamos, já tivemos algumas oportunidades de nos revermos. Esta foi uma delas. Depois de um ótimo almoço no Adegão Português, Sabrina nos convidou para irmos jantar com eles no sábado seguinte. Claudio escolheu um Syrah para levar, mas tão logo chegamos, Zé resolveu abrir o Toro Loco. Como ainda não tinha provado o mais falado vinho de 2012, fiquei animada. O vinho é leve, gostoso, fácil de beber e de gostar. Esta foi a minha impressão, bem positiva. O vinho realmente tem um ótimo custo-benefício. Depois, para terminar o jantar, continuamos com o bom syrah Terroir Hunters e, já na fase da gula, com um Freixenet, fresco e gostoso.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fomos convidados pela Sabrina e pelo Zé Rodrigo para conhecer a nova casa deles aqui no Rio. Depois de uma temporada em São Paulo, agora estão por perto e com certeza faremos muitos encontros como este. Eles preparam um cardápio completo de comida thai, aprendido durante viagem pela região. Tudo delicioso. Para acompanhar começamos pelo famoso Toro Loco, que eu ainda não tinha provado. Este vinho é um fenômeno de vendas. Acho que muita gente que não estava acostumada a comprar vinhos, comprou uma garrafinha deste. Acho que por este aspecto, o Toro Loco já tem seu valor. É claro que não é o melhor vinho do mundo, como erradamente se espalhou por aí. É um vinho que, na sua faixa de preço e pela sua proposta, não faz feio. É besteira querer comparar com outros vinhos mais caros e superiores, o Toro loco vai perder, mas se você pensar que é um vinho básico, para o seu dia a dia, ele tem seu valor: bem feito, redondo, final um pouco curto, mas que vai agradar muita gente que comprou e que não tem hábito de beber vinho com regularidade. Na sequência, abrimos o Syrah do Limarí, do projeto Terroir Hunters que estava muito bom, (o meu Syrah favorito desta linha) dentro da consistência dos vinhos deste projeto chileno. A noite estava animada e ainda deu tempo para uma taça de Freixenet Rosé. Que venham novos jantares.
Nota: -

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