13 de fevereiro de 2013

Encontro com Adolfo Lona no Zot - parte 2


Com quem: Claudio, Rafaela, Adolfo, Márcio, Andrea, Alain, Affonso, Paola, Sheila, Dmitri e Duda

Vinhos degustados: Adolfo Lona Brut RoseOrus Pas Dose, Hex Von Wein Cabernet Sauvignon, Fulvia Cabernet Franc, 9

Harmonização: Comidinhas gostosas do Zot

Comentário da Rafaela
Esta noite foi dividida em duas etapas. Receberíamos visitas, que chegariam no Galeão depois das 21h. O encontro estava marcado para as 20h. Como não sabia se Sheila e Dmitri iriam querer ir à Copacabana, decidi ir um pouco com o Claudio às 20h e voltaria mais tarde, se fosse o caso. Tomei uma tacinha do Adolfo Lona Brut Rosè, bem gostoso, antes de pegar o metrô para voltar para casa. Felizmente, as visitas não estavam cansadas e toparam ir à Copa. Pude provar o ótimo brandade de bacalhau do Zot. Acabei voltando para casa sem o Claudio, que, assim como na outra quinta-feira, seguiu para o Cervantes com Alain e seu Adolfo.

Comentário do Claudio
Na semana anterior, havíamos deixado marcado mais um encontro com Adolfo Lona no mesmo agradável Zot, em Copacabana. Desta vez, a noite começou com o espumante brut rosé que Lona faz pelo método Charmat. Este espumante está em boa parte das cartas de vinho de restaurantes cariocas. Espumante que já comentamos por aqui e é sempre uma escolha certeira. Acho que bebemos duas ou três garrafas dele antes de passarmos para o Orus. Espumante elegante e de boa complexidade que já comentamos aqui no blog também. Bebemos duas garrafas. Encomendei uma garrafa dele com o Lona, a qual vou deixar repousando um pouco antes de beber. Acho que ainda vai crescer. Na sequência, bebemos dois vinhos, o Hex von Wein, que levei, e o Fvlvia Cabernet Franc, levado pelo Alain. Eram vinhos que estávamos curiosos para saber a opinião do Adolfo Lona. Não vou adiantar o que ele achou aqui no blog, pois ele prometeu que faria um post lá no blog dele . De qualquer modo, o Hex Von Wein é um vinho que gosto muito e não decepcionou. O Fvlvia, do Marco Danielle, também é um vinho interessante, segunda vez que provo e gosto. Marco Danielle é um produtor que gera calorosos debates, contra ou a favor. Muitos consideram suas garrafas grandes vinhos; outros, nem tanto. Gostei bastante deste Cabernet, mas para o meu paladar ainda não foi o grande vinho que muitos comentam. Para fechar a noite, ainda abrimos uma garrafa do vinho espanhol "9".  Para comer, o Marcio conseguiu providenciar empanadas, que estavam ótimas... Tomara que entrem no cardápio do Zot. E para não quebrar a tradição, demos um pulinho no Cervantes para fechar a agradável noite.

Nenhum comentário: