7 de janeiro de 2013

Os novos vinhos importados pela Domno Brasil

Quando: 03 de dezembro de 2012

Onde: Restaurante Eça, no Centro do Rio

Com quem: Claudio, demais convidados da degustação

Vinhos degustados: Ponto Nero Brut, Don Tommaso Chianti Classico 2007- Principe Corsini; Camporsino Chianti 2011 - Principe Corsini; Frontaura Reserva 2005; Nexus 2011 - Ribeira del Duero;  Cala nº1 Tinedo 2008; San Cristoforo Barbaresco 2008 - Pietro Rinaldi e Thasos Moscatel de Setúbal 2008

Comentário do Claudio
Em um agradável almoço no Eça, com harmonização feita pela sommelière Deise Novakoski e conduzido pelo diretor da Domno Brasil, o simpático Jones Valduga, foram apresentados os novos vinhos que serão importados pela Domno Brasil. Para quem não conhece, a Domno é uma empresa da família Valduga, que produz espumantes na Serra Gaúcha exclusivamente pelo método Charmat (enquanto a Casa Valduga só produz pelo método tradicional), e importa vinhos da Argentina, Chile, Portugal, França e, agora também, da Espanha e da Itália.
O almoço começou com o espumante brut Ponto Nero, fresco, com boa acidez e muito agradável em boca. Gostei bastante. Tenho que provar com calma toda a linha de espumantes Ponto Nero, o que ainda não consegui fazer. Todos os comentários são positivos e nas poucas vezes que provei uma taça eu gostei. Dos vinhos importados, o primeiro a ser servido foi um excelente Chianti, o Don Tommaso. Vinho empolgante no nariz, com boa acidez e excelente final. O único senão é seu preço, cerca de R$ 280. O segundo tinto, outro Chianti do mesmo produtor, mas desta vez um Chianti mais simples, talvez um vinho de entrada da vinícola, também de boa qualidade e boa presença em boca, com preço em torno de R$ 56.
Seguimos para a Espanha, para um vinho mais sério, com muito volume em boca sem ser exagerado, um belo vinho da região do Toro, safra 2005, que já está gostoso para beber e tem potencial para envelhecer um pouco, preço também alto, R$ 225. Outro espanhol provado foi o Nexus, vinho jovem, com muita fruta, vivo em boca, R$ 99. O último espanhol provado, o Cala nº 1 tem um rótulo diferente e interessante, na boca também mostra fruta, mas para o meu paladar foi o que menos trouxe novidade. Último tinto do almoço, um ótimo Barbaresco, que ainda tem muita vida pela frente e certamente vai crescer muito com mais um tempinho de garrafa, com preço na faixa de R$ 270 Para fechar, um Moscatel de Setúbal acompanhando a sobremesa.
Os vinhos apresentados mostram, sem dúvidas, qualidade em sua produção e um cuidado por parte da Domno na escolha dos rótulos. O único porém fica em relação aos valores dos vinhos, o que poderá ser um dificultador para ganharem o mercado.

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