31 de dezembro de 2013

Boas Festas!


Lilliano Chianti Classico 2010

Nome: Lilliano Chianti Classico
Safra: 2010
País: Itália
Região: Chianti, Castellina in Chianti
Produtor: Tenuta di Lilliano
Importador: -

Uvas/Corte: Sangiovese 80%, Canaiolo 10%, Colorino e merlot 10%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente nos presenteado pelo Helton
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 28 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio, Rafaela e Helton

Comentário do Produtor
Vintage Chianti Classico is aged for at least one year in stainless steel and medium-sized barrels; ageing in the bottle: 2/3.

Impressões da Rafaela
Dando continuidade à temporada de pizzas caseiras, recebemos nosso amigo Helton, que estava na cidade para um curso. Como sempre, a conversa foi muito animada, e este vinho, trazido pelo Helton, estava muito bom, nos fez relembrar nossa viagem de férias à Toscana. Que saudade! Antes de abrirmos o chianti, começamos a noite com um Casa Valduga Blush.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais uma noite em que fizemos pizzas aqui em casa. Desta vez, na companhia de nosso amigo Helton, que gentilmente nos trouxe uma garrafa de vinho. A escolha dele não poderia ter sido melhor.... Chianti e pizza formam um belo par. O Lilliano é um vinho jovem, de boa fruta, fácil de se beber, que casou perfeitamente com nossa pizza e, principalmente, com o papo agradável daquela noite. Que em 2014 possamos repetir encontros como este e de preferência com Chiantis para lembrarmos de nossa passagem pela Toscana.

Dunamis Brut 2012

Nome: Dunamis Brut
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Dunamis
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pelo vinícola
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pães, queijos, patê
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
De início, beberíamos um suco de uva para acompanhar o jantar. Quando o Claudio foi tirar a foto da garrafa do suco para depois colocarmos no blog, ele bateu sem querer no copo, que entornou. Tivemos de parar com nosso jantar para fazer uma mega limpeza na sala. Quando acabamos, falei que agora tínhamos de abrir um espumante para compensar todo o atrapalho. Claudio aceitou e me mostrou todas as opções que temos em casa. Escolhi este Dunamis. É um bom espumante, sem defeitos, harmonioso.

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Segue a interessante identidade visual marcante da Dunamis
Exame visual: Amarelo bem clarinho, quase transparente. Perlage bem fina e intensa.
Exame olfativo: Clássico nariz com notas de amêndoas, tostado e fermento.
Exame gustativo: Provei este espumante durante o lançamento que a Dunamis fez aqui no Rio no restaurante Aprazível em Outubro. Na saída do evento gentilmente ganhei esta garrafa e assim podemos provar com calma. É um espumante brut, feito pelo método tradicional, apenas coms uvas Chardonnay e que a garrafa termina rapidamente. Fácil de se beber, bastante amigável, tem o espírito da vinícola de fazer vinhos jovens e descontraídos. Boa acidez, leves notas adocicadas na boca e mais uma vez cresceu bastante com a comida e com o tempo em taça. Se for provar este espumante tente fazer alguns testes de harmonização. Certamente você terá um espumante rico e mais complexo. As boas impressões que tive deste espumante se repetiram. Fica minha recomendação para provarem e lerem o post que fizemos sobre o lançamento.

30 de dezembro de 2013

Marcel Lapierre - Morgon 2010

Nome: Marcel Lapierre
Safra: 2010
País: França
Região: Villié-Morgon
Produtor: Marcel Lapierre
Importador: -

Uvas/Corte: Gamay 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 109,00
Onde foi comprado: Supermercado Farinha Pura, na Cobal Humaitá
Quando foi comprado: julho de 2012
Degustado em: 20 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pães da Casa Carandaí, queijos, geleia e patê
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Depois de um churrasco com os colegas de faculdade no Clube Paissandu e do almoço com a família na Majórica, decidimos ficar em casa na noite do aniversário do Claudio. Ele já havia escolhido previamente qual vinho seria aberto. Foi uma boa escolha. Trata-se de um vinho "bondoso", nada agressivo, foi muito bem com os acepipes que escolhemos, de forma delicada, sem querer ser mais importante que os outros elementos do jantar - mesmo tendo potencial para ser o mais importante da noite. Foi uma boa comemoração de aniversário. Parabéns, amorzinho!

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Estilo clássico.
Exame visual: -
Exame olfativo: -.
Exame gustativo: Para beber no meu aniversário, resolvi escolher um vinho que gosto muito de uma safra que tem um significado especial. Já escrevemos algumas vezes sobre os vinhos do Lapierre e sobre a visita que fizemos à vinícola, vale ler os post que fizemos aqui. Como falei, esta garrafa tem um significado especial pois foi exatamente do ano que visitamos a vinícola, as uvas estavam prestes a serem colhidas. Dias depois de nossa visita, Marcel Lapierre veio a falecer (leia aqui), 2010 foi a última safra que ele participou. Quem nunca provou este Morgon eu aconselho que prove. Um vinho feito da uva Gamay, biodinâmico, que mostra toda a pureza da fruta. Um vinho leve, instigante e prazeroso. Nada melhor para fechar o dia de seu aniversário que aproveitar um vinho como este.

Tem suco no blog: 19 - Dom Eliseo

Suco de uva integral Dom Eliseo
Suco de uva tinto integral (sem conservantes, sem adição de açúcar, 100% natural)
Dom Eliseo Delicatessen, Encantado/RS
200ml, 500ml e 1l, (Gentilmente nos enviado pela Dom Eliseo Delicatessen)
Uvas bordô e isabel
137kcal em cada 200ml

Este é um dos sucos de uva mais intensos que bebemos. Recomendado para aqueles que gostam de um produto com personalidade. A entrada de boca é suave, mostrando ser um produto redondinho, ao final tornando-se mais intenso e forte. Cor viva e uma densidade acima da média, nos lembrou o Casa Madeira. Um suco com muita qualidade, muito bem feito, gostamos muito!
Recebemos duas garrafinhas de suco de uva Dom Eliseo do Eduardo Civardi, descendente dos criadores da Dom Eliseo Delicatessen. Além do suco, recebemos geleias deliciosas, de bergamota, uva e morango, e ainda dois pacotes de erva-mate (Muito obrigado!). Em um dos e-mails trocados com o Eduardo, ele nos contou que o suco foi eleito um dos seis melhores do estado do Rio Grande do Sul no concurso organizado pela revista Bon Vivant, de Flores da Cunha. Em 2013, a Dom Eliseo produziu cerca de 200 mil litros de suco 100% integral. Espera-se dobrar a produção em 2014.
Recomendamos. 

29 de dezembro de 2013

RAR - Cabernet Sauvignon 2005

Nome: RAR
Safra: 2005
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Vinícola Miolo
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 15 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio,Rafaela e Marie

Comentário do Produtor
Campos de Cima da Serra no Rio Grande do Sul é uma das regiões produtoras de uvas mais frias e mais altas do Brasil, com 1.000 metros de altitude. A aliança da Miolo com o empresário Raul Anselmo Randon resultou na produção do RAR. O vinho é um corte de uvas cultivadas nos vinhedos do empresário no município de Muitos Capões, sob a supervisão técnica da Miolo. Pelo fato da empresa não ter uma vinícola instalada nos Campos de Cima da Serra, as uvas são colhidas e seguem para a cantina Miolo, no Vale dos Vinhedos, onde o vinho é elaborado e envelhecido em barricas de carvalho por aproximadamente um ano. Em seguida é engarrafado e permanece mais um ano envelhecendo na própria garrafa nas caves subterrâneas.

Impressões da Rafaela
Este vinho estava há um tempão guardado. Neste dia, convidamos nossa amiga Marie para vir comer pizzas conosco. Claudio está numa fase de fazer pizza e nas últimas semanas o forno aqui de casa tem andado bem ocupado. Neste feriado, contamos com a companhia da Marie. As pizzas estavam bem boas, assim como a conversa e o vinho.

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Esta garrafa já estava há 3 anos na adega. Como a Rafaela é da região dos Campos de Cima da Serra, sempre ficamos atentos aos vinhos que estão surgindo na região. Este RAR, parceria do empreáario Raul Anselmo Randon com a Miolo, foi um dos vinhos pioneiros da região. Acreditava que este vinho da safra 2005 poderia envelhecer bem. Resolvi abrir a garrafa com 8 anos de vida para ver como estava. Para minha surpresa, o vinho parecia jovem, com taninos bem vivos e paladar intenso. Depois de um tempo na taça o vinho mostrou um bom conjunto, mas claramente pode ficar mais tempo na garrafa. Foi uma boa experiência e gostaria de ter outra garrafa desta safra para abrir com mais alguns anos.

Luna - Cabernet Sauvignon 2007

Nome: Luna
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Finca La Anita
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 14,2%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 75 pesos
Onde foi comprado: Winery em Buenos Aires
Quando foi comprado: Em dezembro de 2012
Degustado em: 13 de novembro de 2013
Onde bebeu: Casa do Filé, em Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Carnes com guarnições bem brasileiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A la vista presenta gran intensidad colorante con tonalidades purpuras rojizas. Intensos y profundos aromas de ciruela pasa, menta y pimientos. Buen volumen en boca, con taninos adecuados en densidad y madurez. Muy persistente, con agradable retrogusto dulce que recuerda a frutos secos maduros.

Impressões da Rafaela
Começamos a comemorar o aniversário do Claudio com uma semana de antecedência. Fazia um tempão que eu não comprava cupons, mas dia desses vi esta oferta de jantar na Casa do Filé, que é um restaurante ao qual já fomos e gostamos. O preço era bem convidativo. Por que não? Liguei antes para saber qual o preço da taxa de rolha. Ao saber que custava R$ 22, nem pensamos duas vezes. Claudio então escolheu este ótimo vinho argentino. Eu gosto muito dos produtos da Finca La Anita, desde sempre. Foi um ótimo jantar, com comida gostosa e um vinho delicioso para acompanhar a conversa.

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Se tem uma vinícola argentina que gosto muito é a Finca la Anita. Já provei vários vinhos desta vinícola, sempre com resultado bem positivo. Eles conseguem dar um caráter de elegância, bem ao estilo velho mundo, sem perder a potência dos vinhos argentinos. Quem não conhece, vale a pena provar os vinhos. O Luna é da linha de entrada da vinícola, mas também bastante interessante. Escolhemos este Cabernet para levarmos ao restaurante Casa do Filet. Não fizemos anotações sobre o vinho, mas ele funcionou bem com nosso prato e também evoluiu na taça. Não foi o melhor Luna que já bebi, mas mesmo assim foi um vinho muito agradável.

28 de dezembro de 2013

Casa Valduga Reserva Blush

Nome: Casa Valduga Reserva Blush
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 31
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: Setembro de 2013
Degustado em: 9 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Comida thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Visão: Rosado claro e cristalino, perlage fino e constante. Olfato: Aroma frutado lembrando frutas secas, brioche e um leve amanteigado. Paladar: Elegante, com agradável frescor e cremosidade em boca.

Impressões da Rafaela
Depois de muitas horas à frente do computador tentando achar a questão de pesquisa do doutorado, achei que merecia uma comida gostosa acompanhada por um espumante. Foi o que fizemos no final deste domingo. Ainda temos várias garrafas de Blush na geladeira, o que dá uma certa alegria, pois o espumante é bem gostoso.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Já provamos este espumante em outras ocasiões e sempre ele se sai bem. É mais um belo espumante feito pela Casa Valduga e por um valor bem interessante: aqui no Rio, no Cadeg, podemos encontrar por R$ 31. Um ótimo valor pela boa complexidade deste espumante rosé. Comprei algumas garrafas para o aniversário da Rafaela e sobraram algumas na geladeira. Abrimos esta para acompanhar nossa comida Thai. Funcionou muito bem.

Casa Valduga 130

Nome: 130
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 48,00
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: Setembro de 2013
Degustado em: 8 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Visão: Límpido e brilhante, de coloração dourada e fascinante perlage. Olfato: Bouquet elegante e intenso de frutas secas, amêndoas e um leve tostado. Paladar: Persistente e cremoso, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Impressões da Rafaela
Realmente este é meu espumante preferido. Esta garrafa Claudio me deu de aniversário, pois sabia que eu ficaria muito feliz.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O 130 é figurinha fácil aqui no blog. É um espumante que gostamos bastante e sempre que provamos ele se mostra muito bom. Em boca ele mostrou boa cremosidade e elegância. Conseguimos comprar esta garrafa por R$ 48,00 aqui no Rio. Quem ainda não conhece o 130, vale provar!

27 de dezembro de 2013

Abreu & Garcia - Cabernet Sauvignon e Merlot 2009

Nome: Abreu & Garcia
Safra: 2009
País: Brasil
Região: Planalto Serrano
Produtor: Abreu & Garcia

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon e merlot
Teor alcoólico: 13%
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela vinícola
Quando foi comprado: -
Degustado em: 6 de novembro de 2013
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Frango com molho inventado na hora acompanhado de arroz 8 grãos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Meu humor neste dia estava meio nublado como o clima lá fora. Para tentar melhorar, já de tarde fiquei pensando no que poderia ser o nosso jantar. Nosso objetivo agora é esvaziar o freezer para podermos limpar a geladeira. Lembrei-me de um molho de cogumelos congelado, e que tínhamos um arroz por fazer. Comprei apenas um pouco de frango e o jantar estava planejado. Para acompanhar, decidimos abrir este vinho. Claudio brincou que era para mantermos o clima do último fim de semana, que passamos em Florianópolis. Talvez eu não estivesse preparada para este tipo de vinho nesta noite. É um bom vinho, mas na primeira taça não gostei muito. Depois, com mais tempo aberto, ele foi ficando melhor.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Rubi denso
Exame olfativo: Notas de frutas vermelhas.
Exame gustativo: Já estava com este vinho na adega há algum tempo e aproveitando que tínhamos acabado de voltar de Florianópolis, resolvemos abrir esta garrafa e continuar na onda dos vinhos catarinenses. Este foi a primeira safra comercializada pela novata vinícola Abreu Garcia. Interessante observar um vinho em sua primeira safra e neste caso, observar o potencial que ele tem. Em boca mostrou intensidade e boa presença, notas de fruta, algo como groselha e de pimenta preta. Evoluiu muito em taça, vale abrir a garrafa com um tempinho antes de beber. Taninos vivos, toques de baunilha vindos de sua passagem em madeira. Fiquei curioso para ver a como está a nova safra que já está sendo comercializada. Uma dica para quem estiver em Florianópolis: conhecer a bela loja da vinícola na Rua Alves de Brito 209.

Núbio - Cabernet Sauvignon 2007

Nome: Núbio
Safra: 2007
País: Brasil
Região: São Joaquim
Produtor: Sanjo
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 12,7%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R 64,00
Onde foi comprado: Di Taroni Trattoria, em Florianópolis
Quando foi comprado: -
Degustado em: 3 de novembro de 2013
Onde bebeu: Di Taroni Trattoria, em Florianópolis,
Harmonizado com: Massas maravilhosas
Com quem: Claudio, Rafaela, Claudine, Márcia, Jacy e Nicolas

Comentário do Produtor
O Núbio Cabernet Sauvignon Tinto é um vinho de coloração vermelho violáceo, com aroma complexo e franco, com destaque de frutas vermelhas maduras, café e tostado. Neste vinho apenas 50% de seu conteúdo amadurece em barris de carvalho. Ao paladar possui taninos de boa concentração que imprimem caráter e estrutura, complementada com um agradável aspecto frutado ao final.

Impressões da Rafaela
Para encerrar a curta temporada em Florianópolis, saímos para almoçar neste restaurante em Coqueiros, o qual ainda não conhecíamos e adoramos! Para acompanhar, mais um ótimo vinho catarinense. Ficamos muito felizes em ver como os vinhos locais são valorizados. Gostamos muito de provar diferentes opções e de ver os vinhos sendo vendidos nos mais diversos lugares. Foram dias muito legais na cidade que gosto muito, nas companhia de pessoas muito especiais. Tomara que voltemos logo.

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Nosso último dia em Florianópolis, fomos almoçar em uma simpática Trattoria no continente. Resolvemos escolher um vinho e dei preferência por um catarinense. Desta vez provamos um tinto da vinícola Sanjo. Já tinha provado o ótimo Sauvignon Blanc desta mesma linha (leia aqui e aqui) e desta vez provamos o Cabernet Sauvignon. Mais um bom vinho catarinense, versátil e fácil de se beber. Um vinho frutado, de corpo médio que vai bem sozinho e também foi bem acompanhando o meu prato de massa. Temos que voltar logo a Florianópolis para provar outros vinhos catarinenses.

26 de dezembro de 2013

Villaggio Bassetti Montepioli - Cabernet Sauvignon e Merlot 2010

Nome: Villagio Bassetti
Safra: 2010
País: Brasil
Região: São Joaquim
Produtor: Villagio Bassetti
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon e Merlot
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 80,00
Onde foi comprado: Cantina Sangiovese, em São Pedro de Lisboa, em Florianópolis
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de novembro de 2013
Onde bebeu: Cantina Sangiovese, em Santo Antônio de Lisboa, em Florianópolis
Harmonizado com: Massas maravilhosas
Com quem: Claudio, Rafaela e Claudine

Comentário do Produtor
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Impressões da Rafaela
Saímos de casa perto do meio-dia para almoçar no restaurante do Deca no Canto da Lagoa. Depois de encher a pança de camarões, fomos passear na igrejinha da Lagoa. Refizemos um passeio realizado em 2000, quando a Camille tinha recém quatro anos. Agora, ela é uma moça linda, que acaba de ser aprovada no curso de Cinema. Depois de dar uma voltas no shopping, Jacy e Márcia nos deixaram na casa da Claudine, onde iríamos passar a noite. Ela nos levou a um ótimo restaurante em Santo Antônio de Lisboa. Comemos uma massa maravilhosa. Quer dizer, eu comi uma panela inteira! Quando a Claudine resolveu provar, eu já havia devorado tudo. Fiquei até um pouco envergonhada, mas estava tããão bom! Provamos este vinho bem bom da região de São Joaquim.

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Segue a intere
Exame visual: Amarelo bem clarinho
Exame olfativo: notas cítricas.
Exame gustativo: Uma coisa que percebi em Florianópolis que achei bem interessante é a valorização dos vinhos de Santa Catarina, tanto em lojas e supermercados quanto em restaurantes. Saímos para jantar com minha prima Claudine que mora na ilha. Ela sugeriu um agradável restaurante italiano em Santo Antônio de Lisboa. Escolhemos uma massa com cordeiro que estava excelente. Na carta de vinhos, a primeira seção logo na abertura da carta, era destinada aos vinhos do estado. Dentre as várias opções interessantes, acabei escolhendo um corte da Villaggio Bassetti, vinícola que não conhecia, mas já tinha ouvido falar bons comentários sobre seus vinhos brancos. Foi uma boa escolha. Vinho bem feito, de perfil gastronômico, elegante e equilibrado. Taninos vivos que devem evoluir bem com mais um tempo de garrafa. Funcionou muito bem com a nossa massa. Gostei bastante do estilo, um vinho envolvente. É um vinho para ficar de olho nas próximas safras. Vale provar e de preferência acompanhado de uma boa comida.

Villa Francioni - Sauvignon Blanc 2009

Nome: Villa Francioni
Safra: 2009
País: Brasil
Região: São Joaquim
Produtor: Villa Francioni
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos oferecido pelo Jacy e pela Márcia
Quando foi comprado: -
Degustado em: 1º de novembro de 2013
Onde bebeu: Casa Feijó Gubert, em São José/SC
Harmonizado com: Começamos sem acompanhamentos, lá pelas tantas resolvemos atacar os salgadinhos que haviam sobrado da festa do Nicolas
Com quem: Claudio, Rafaela, Jacy e Márcia

Comentário do Produtor
Cor: Amarelo palha com tons esverdeados, límpido e brilhante. Aroma: Muita fruta e flor presente, destacando-se a maça verde e o abacaxi, com notas de flores brancas, mescladas com um leve cítrico de limão siciliano. Aroma intenso, muito complexo e extremamente agradável. Paladar: Um vinho com ótimo volume de boca. A acidez cítrica é bastante viva e equilibrada, trazendo muito frescor ao vinho. Persistência agradabilíssima. Notas de Produção: parreirais próprios conduzidos em espaldeira com produtividade de 4 toneladas por hectare. Raleio de cachos, colheita manual, prensagem direta, debourbage e fermentação em tanques de aço inoxidável em baixa temperatura.

Impressões da Rafaela
Esta viagem começou a ser planejada muito tempo atrás, quando soube que o Enancib seria realizado em Florianópolis. Seria uma ótima oportunidade de unir o útil ao agradável. No final, acabei ficando só com o agradável. Fui apenas na abertura do seminário de Ciência da Informação. Na maior parte do tempo em encontrei com pessoas queridas. Visitei várias amigas, reencontrei pessoas que gosto muito. Claudio chegou no dia do aniversário do Nicolas, meu afilhado fofo que completou oito anos. A festa foi muito divertida, em uma área de jogos do Shopping Itaguaçu. Acho que tirando a Márcia, que estava atenta a todos os detalhes e cuidando de mil coisas, todo mundo aproveitou muito os cartões liberados para todos os jogos por duas horas. Quando voltamos para casa, Jacy resolveu abrir um espumante. No final,a conversa ficou tão animada que ele decidiu abrir também este Villa Francioni. Foi muito bom reencontrar minha amiga mais querida. Pena que o tempo sempre é tão curto.

Comentário do Claudio
Rótulo:
 -
Exame visual: Amarelo-dourado fechado e opaco
Exame olfativo: Fruta madura como pêssego.
Exame gustativo: No dia que cheguei a Florianópolis o Jaci resolveu abrir este Sauvignon Blanc. Já tinha lido vários comentários sobre este vinho da Villa Francioni, mas nunca tinha provado. Já com 4 anos de vida, esta garrafa mostrou algumas peculiaridades que vou ter que provar novamente para tirar algumas dúvidas. O vinho estava bem licoroso, e apresentava uma certa nota de oxidação, aquele tipo de nota que vai deixar dúvidas se é uma característica do vinho ou se ele realmente sofreu ação do oxigênio. Ele se mostrou fechado no início e com bastante tempo de taça começou abrir em vária s camadas no paladar. Surgiram notas vegetais misturado com frutas como pêssego. Acidez foi ficando mais marcada depois de um tempo em taça. Tem um bom final, que deixa sabores concentrados na boca. Vou ter que provar novamente o vinho para tirar algumas dúvidas.

25 de dezembro de 2013

Tem suco no blog: 18 - Peterlongo

Suco de uva integral Peterlongo
Suco de uva tinto integral (sem conservantes, sem adição de açúcar, 100% natural)
Peterlongo, Garibaldi/RS
1,5l, R$ 9,80 (Cadeg)
Uvas bordô e concord
137kcal em cada 200ml

É daqueles sucos que remetem à infância, tem um amarguinho na medida certa - o que consideramos muito melhor do que o gosto adocicado em demasia. Pareceu-nos um produto mais rústico. Tonalidade diferente dos outros sucos que provamos, mais clarinho e opaco. Com boa densidade e intensidade. 
Recomendamos. 

Dunamis - Merlot 2011 / Casa de Santar - Touriga Nacional 2006

Nome: Dunamis / Casa de Santar
Safra: 2011 / 2006
País: Brasil / Portugal
Região: Campanha Gaúcha / Dão
Produtor: Dunamis / Casa de Santar
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot / Touriga Nacional
Teor alcoólico: 12% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: gentilmente oferecido pela vinícola / gentilmente oferecido pelo Marcelo
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 29 de outubro de 2013
Onde bebeu: Clube Paissandu, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Miguel, Marcelo, Mario, Ricardo e Carlinhos

Comentário do Produtor
Dunamis - Vinho jovem e muito bem equilibrado. De coloração vermelha rubi com traços violáceos. No olfato apresenta aromas de frutas vermelhas como cereja e ameixa preta. Em boca possui um sabor aveludado e corpo médio. Ótimo potencial de evolução.

Comentário do Claudio
Rótulo:
 -
Exame visual: -
Exame olfativo: -.
Exame gustativo: No final de outubro realizamos mais um encontro mensal dos meus amigos da época de faculdade. Mais uma vez o local escolhido foi a agradável varanda do clube Paissandu. Nesta noite bebemos 2 garrafas de vinho. Começamos pelo Merlot brasileiro da Dunamis. O vinho agradou: fácil de se beber, leve, sem complicações. A garrafa foi rápida. Este Merlot é da mesma série do Cabernet Franc provado dias antes (leia aqui). Enquanto o Cabernet Franc mostrou boas características da cepa, este Merlot se mostrou mais jovem e fresco. Na sequência, partimos para um vinho português que o Marcelo levou e gosta bastante, o Casa de Santar do Dão. Vinho mais complexo e encorpado. Em boca, mostrou boa evolução, notas claras de seu estágio em carvalho. Com 7 anos de vida, se mostrou no ponto para ser bebido. Dois estilos bem diferentes em mais uma noite agradável na companhia dos amigos.

Visita à Fenachamp em Garibaldi

No dia 26 de outubro, tive a oportunidade de visitar pela primeira vez a Fenachamp, a festa do espumante brasileiro que acontece no município de Garibaldi, no Rio Grande do Sul. Esta foi a 13ª edição da festa e neste ano comemorou-se o centenário dos espumantes brasileiros. 
Fui até lá a convite da Cooperativa Vinícola Garibaldi para um tour com jornalistas de diversas partes do Brasil. Dentre as atividades programadas, no sábado à noite, estava a visita à feira. Ficamos em uma mesa dentro do estande da cooperativa, onde provamos ótimos espumantes já comentados aqui no blog, leia aqui.
A Fenachamp é uma festa muito agradável. Apesar de ter ido no último fim de semana da feira, deu para perceber que é o tipo de evento que me agrada. As principais vinícolas da região, produtoras de espumantes, montam  bonitos estandes com mesas e cadeiras. Ali você pode comprar uma garrafa de espumante e bebê-lo acompanhado de alguma comidinha também vendida na feira. No centro do pavilhão, há um palco montado com diversas atrações musicais. O clima é descontraído e todos bebem espumantes. Pareceu-me um ótimo modelo para se divulgar o espumante nacional. Acho que é um perfil de festa que funcionaria muito bem em diversas cidades de médio porte de outras regiões do país.
Demos uma volta pela festa e pudemos provar alguns outros bons espumantes, além dos produzidos pela Garibaldi. Vale destacar dois espumantes provados: .Nero Brut Blanc de Blancs, um espumante muito bem feito pelo método Charmat que se destaca pela cor e pelo seu rótulo dourado; e o Perini Champenoise, outro produto muito bem feito, de boa relação preço/qualidade, elegante e ótimo frescor. 
Noite agradável, deu vontade de voltar novamente no próximo ano e visitar a Fenachamp com calma. Vida longa aos excelentes espumantes feitos em Garibaldi e em toda a Serra Gaúcha.

24 de dezembro de 2013

Dunamis lança espumantes feitos pelo método tradicional

No dia 15 de outubro, a vinícola Dunamis promoveu um almoço/degustação no restaurante Aprazível, em Santa Teresa, para apresentar seus novos espumantes: um Extra Brut e um Brut feitos pelo método Champenoise.

Foi um almoço muito agradável com a presença dos jovens enólogos da vinícola, Thiago Peterle e Vinícius Cercato, que falaram um pouco sobre os novos espumantes e sobre a própria vinícola, localizada em Dom Pedrito no Rio Grande do Sul.

Os novos espumantes seguem o espírito de todos os vinhos da empresa, vinhos jovens e envolventes. Os rótulos seguem também a linha de outros vinhos da Dunamis, ilustrações marcantes e alegres.
Os dois espumantes safrados (2012) foram feitos com 100% de uvas chardonnay provenientes de Coitiporã na Serra Gaúcha e foram vinificados nas instalações da Cave Geisse.

Em boca, são dois espumantes bem feitos e elegantes. Passaram 18 meses em contato com as leveduras, ganharam em complexidade sem perder o frescor e o caráter jovem. Boa cremosidade e equilíbrio. Uma boa surpresa foi descobrir que os espumantes cresceram muito quando provamos junto com o almoço. Mostrou um interessante perfil gastronômico, vai permitir fazer harmonizações com muitas comidas.

Gostei muito dos dois produtos. O Brut me pareceu mais macio e fácil de beber. O Extra brut também muito bom, mostrou um pouco mais de complexidade e deve ficar melhor com mais alguns meses de garrafa. De qualquer forma são dois produtos de excelente qualidade que valem ser provados. Serão comercializados na faixa de R$ 45-50.

13 de dezembro de 2013

Tem suco no blog: 17 - Mena Kaho

Suco de uva integral orgânico Mena Kaho
Suco de uva tinto integral (sem conservantes, sem adição de açúcar, 100% natural)
Vinícola Meno-Kaho, Bento Gonçalves/RS
1l, R$ R$ 16 (Feira Orgânica de Botafogo)
Uvas isabel e bordô
160kcal em cada 200ml

Suco de uva muito gostoso, com intensidade média, nem tão doce, nem tão amargo, equilibrado. Compramos este suco na feira orgânica que ocorre todo sábado na pracinha da São Clemente com Muniz Barreto. Ali é um bom lugar para encontrar sucos diferentes. Gostamos de provar este, um suco bem feito. 
Recomendamos.

12 de dezembro de 2013

Casillero del Diablo - Cabernet Sauvignon 2012

Nome: Casillero del Diablo
Safra: 2012
País: Chile
Região: Vale Central
Produtor: Concha y Toro

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: -
Preço: Acabei não olhando o preço
Onde foi comprado: Pizzaria Carioca da Gema
Quando foi comprado: 25 de outubro de 2013
Degustado em: 25 de outubro de 2013
Onde bebeu: Pizzaria Carioca da Gema, na Lapa, Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pizza de cogumelos, de abóbrinhas e de brie com damasco
Com quem: Rafaela, Márcia e Angelina

Comentário do Produtor
Es la cepa más famosa de Casillero del Diablo. Su cosecha 2005 fue premiada por Decanter como la mejor del planeta. Dueño de intensos aromas a cerezas, ciruelas y toques a vainilla y tostado. De los tintos es el que posee más cuerpo, es elegante e ideal para acompañar carnes como un corte de res en salsa de pimienta.

Impressões da Rafaela
Claudio viajou para o Rio Grande do Sul a convite da Cooperativa Garibaldi de manhã. Eu já tinha marcado uma pizza com amigas do mestrado/doutorado. Iríamos comemorar o aniversário da Tati e da Márcia, mas Tati ficou com dor na coluna e acabou não podendo ir. Fomos apenas Márcia, Angelina e eu. Foi muito divertido. As meninas são muito animadas e rimos muito. Foi bom para relaxar e me preparar para o sábado de estudos que me esperava. Ah, sim, o vinho estava bem bom e acompanhou perfeitamente a pizza. Quando saímos, a Lapa começava a ficar cheia.

Valmarino - Tannat 2011

Nome: Valmarino
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Pinto Bandeira
Produtor: Valmarino
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R 22,00
Onde foi comprado: Alipão, em Botafogo, Rio de Janeiro
Quando foi comprado: -
Degustado em: 18 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizza de mussarela da Vezpa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Variedade de uva tinta de origem francesa que adaptou-se bem as condições de clima e solo da Serra Gaúcha, em especial em Pinto Bandeira que é cultivada por nossa família desde 1990. Este varietal Tannat tem como atributos uma coloração vermelho rubi-intensa, aromas delicados de frutas vermelhas, algo a especiarias com toques de couro e tostado. Na boca é generoso com untuosidade, complexidade, equilíbrio e longa persistência..

Impressões da Rafaela
Nosso detox estava indo tão bem, mas o anjinho mau foi mais forte que o bom nesta noite. Depois de irmos ao lançamento do livro da tia Regina Célia, passamos na Vezpa e encomendamos uma pizza. Chegando em casa, decidimos abrir este Valmarino que já estava há algum tempo guardado. Eu havia comprado este vinho para o Claudio no Alipão, loja na Dona Mariana que agora mudou de nome. Trata-se de um vinho bem gostoso, tranquilo de beber, fácil de gostar. É um tannat nada típico, superagradável. Foi uma boa maneira de terminar um dia cheio de atividades. Antes de ir para a aula, fiz o suco verde de nosso detox e levamos o lixo no Light Recicla. Como o prato do almoço era escondidinho de cogumelos Paris, voltei rapidinho para casa. Depois o Claudio me levou na Uerj, onde passei a tarde em um evento para idosos. Estou tentando achar meu tema de doutorado e tenho ido a atividades relacionadas ao meu público-alvo. Para encerrar as atividades, fomos ao lançamento do livro da tia, que trata sobre um personagem de Graciliano Ramos.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Design padrão, sem grande inspiração.
Exame visual: Rubi vivo
Exame olfativo:
Exame gustativo: Li alguns comentários sobre este vinho e como tinha visto por um bom preço em uma loja aqui perto, resolvi testar. Um tannat da região de Pinto Bandeira que apresenta notas de frutas escuras, taninos vivos que secam um pouco a boca, final de boa intensidade com predomínio no céu da boca. Um vinho com um perfil gastronômico, que, em minha opinião, ainda vai melhorar um pouco na garrafa, pois ainda não estava 100% equilibrado. Com o tempo na taça, ele cresceu. Acho que vale comprar uma garrafa e esperar para beber em mais um ou dois anos. Oferece mais do que o seu preço sugere.
Nota: -

11 de dezembro de 2013

T.H. Lo Abarca - Sauvignon Blanc 2009

Nome: T.H. Lo Abarca
Safra: 2009
País: Chile
Região: Lo Abarca
Produtor: Undurraga
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 13 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Queijos e geleias de entrada, peito de frango crocante com creme de shitake com batatas bravas da Rita Lobo e Tarte Tatin da Rita Lobo
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil e Érika

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Este jantar foi marcado em junho, quando fui a Uberlândia para um compromisso na UFU. Gil pagou nosso jantar lá e me comprometi a retribuir fazendo um jantar. Como todos sabem, cozinhar é algo que venho aprendendo nos últimos tempos, aos pouquinhos. Claudio acabou me ajudando mais do que eu gostaria, mas foi também providencial, pois de outra forma acho que não daria muito conta de terminar os pratos ao mesmo tempo. Começamos o jantar com uma seleção de queijos acompanhados por geleias e mel, sendo que a geleia de pimentão eu mesma que fiz a partir de uma receita que a Érika nos ensinou no último carnaval. Depois, fizemos um frango com cogumelos do Claude com batatas bravas da Rita Lobo. A receita da Tarte Tatin também foi da autora do blog Panelinha. Estávamos todos já um pouco cansados. Afinal, o dia havia começado com a prova Circuito Light Rio Antigo, no qual a Érika e o Gil fizeram seus melhores tempos. Ela nos 5km, ele nos 10km. Eu fiquei feliz por ter completado a prova toda correndo. Estou sem treinar há meses. Foi meio uma loucura e meu corpo foi me avisando durante a prova. Quando cheguei, estava com uma dor de cabeça de lascar, mas que foi passando aos poucos à medida que o corpo se recuperava. Depois fomos almoçar no Felice, em Ipanema. Queríamos ter ido visitar o Forte de Copacabana, mas o sono foi mais forte. Voltamos para casa para dormirmos por um tempo. Ainda queríamos tomar espumante na praia, o que fizemos antes do jantar. No final, na hora do jantar, usamos um pouco deste vinho para cozinhar e o restante foi o que acompanhou divinamente o prato principal.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Dia intenso que terminou em casa com a Rafaela preparando um jantar para nós. Voltamos da Urca depois de bebermos nossos espumantes e resolvi abrir um vinho branco para acompanhar o jantar. O escolhido foi o ótimo Sauvignon Blanc da linha Terroir Hunters da Undurraga. Já comentei diversos vinhos desta linha aqui no blog: são vinhos de pequena produção, muito bem feitos. Os enólogos da Undurraga procuram micro terroirs no Chile para que cada cepa possa expressar o seu melhor. Este Sauvignon Blanc é da região de Lo Abarca. Muito elegante, leves notas cítricas, excelente acidez e notas minerais. Vinho com 4 anos de vida mostrou estar em plena forma. Uma ótima opção para quem gosta de Sauvignon Blanc. Foi muito bem com nosso jantar e perfeito para fecharmos nosso intenso dia na companhia dos amigos Érika e Gil, do blog Vinho para Todos.
Nota: -

10 de dezembro de 2013

Veuve Clicquot e Casa Valduga Blush de frente para o mar

Nome: Veuve Clicquot / Casa Valduga Blush /
Safra: -
País: França / Brasil
Região: Champagne / Vale dos Vinhedos
Produtor: Veuve Clicquot / Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Gil e pela Érika / Cadeg
Quando foi comprado: -
Degustado em: 13 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Mureta da Urca e Praia Vermelha
Harmonizado com: Empadas, pastel, bolinho de bacalhau
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil e Érika

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Chegou o grande dia do Circuito Rio Antigo. Nem sei como consegui realizar a prova correndo todo o tempo. Estou sem treinar há meses e confesso que achei que iria morrer nos últimos 100m. Minha cabeça estava prestes a estourar, mas pensei: morro na linha chegada, mas termino esta prova. Meu tempo foi o de sempre, 37min. Treinada ou não, sempre corro no mesmo passinho. Meu negócio é terminar a prova, sem grandes preocupações com o tempo. Sou assim, pouco competitiva. Desta vez, especialmente, queria mesmo era terminar, nem que para isso demorasse uma hora. Érika e Gil tiveram seus melhores tempos nesta prova aqui no Rio. Claudio terminou bem. Depois da corrida, passamos em casa, tomamos banho e fomos almoçar em Ipanema, no Felice. Resolvemos que seria melhor dar uma dormidinha antes de partir para outras atividades. Claudio preferiu ficar lendo o jornal. Duas horas depois, estávamos todos recompostos. Partimos então para a Mureta da Urca, onde abrimos o Blush. Curtimos o final da tarde e depois fomos para a Praia Vermelha. Ainda tínhamos que preparar o jantar prometido ao casal.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Antes mesmo de chegar ao Rio para a corrida do Circuito Rio Antigo, o Gil e a Erika já tinham avisado que queriam beber um espumante na praia. Para comemorar nosso desempenho na corrida, no final da tarde de domingo rumamos para a Urca para realizar o desejo em duas etapas. Primeira parada foi a mureta da Urca, próximo ao bar Urca com vista para a baía de Guanabara. Quem conhece o Rio, sabe que ficar sentado na mureta, bebendo uma cerveja e comendo um dos petiscos do bar é um clássico programa carioca. Nossa única diferença é que ao invés da cerveja, abrimos um Casa Valduga Blush Rosé. A tarde estava bonita, o clima mais que agradável e ficamos por ali aproveitando o dia e nosso espumante. Para acompanhar, comprei empada, pastel e bolinho de bacalhau. Quase anoitecendo, rumamos para a Praia Vermelha para a segunda etapa de nossa missão. Sentados na areia da praia, abrimos a Veuve Clicquot que gentilmente o Gil e a Érika trouxeram. Aproveitamos o início da noite na praia que também estava muito agradável.

7 de dezembro de 2013

Nipozzano Riserva 2007 - Chianti Rufina

Nome: Nipozzano
Safra: 2007
País: Itália
Região: Chianti Rúfina
Produtor: Marchesi di Frescobaldi
Importador: Ravin

Uvas/Corte: Sangiovese 90%, and complementary grapes (Malvasia nera, Colorino,  Merlot, Cabernet Sauvignon)
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Galeria Kaufhof, em Frankfurt
Quando foi comprado: Abril de 2012
Degustado em: 12 de outubro de 2013
Onde Bebeu: CT Trattorie
Harmonizado com: Pratos italianos diversos
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil e Érika

Comentário do Produtor
It appears a deep, purple-edged ruby red, of impressive brilliance. Solid fruit notes of  wild blackberry, blueberry, raspberry and dark cherry emerge initially on the nose, gradually yielding to more pungent impressions of sage, rosemary, vanilla, and  cinnamon. That spiciness segues onto the palate, and then into a finish that ends with a flourish of balsam, black pepper, and cocoa powder. The mid-palate shows alcoholic warmth and roundedness, while the tannins and acidity are noticeable , adding to the wine’s overall harmony.

Impressões da Rafaela
Como no domingo era dia de prova, o Circuito Light Rio Antigo, decidimos comer uma massa na véspera. Para aproveitar a promoção Rolha Zero, escolhemos o CT Trattorie. Primeiro queríamos ir conhecer o estrelado Olympe, mas como havia reserva apenas para as 23h, desistimos. A essa altura já teríamos que estar dormindo. O jantar foi maravilhoso, como sempre. O vinho acompanhou muito bem o prato e a conversa. Confesso que não vejo a hora de voltar ao CT, seja qual for.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Véspera de nossa corrida resolvemos comer uma massa e o restaurante escolhido foi o CT Trattorie (visto que a priemira escolha do Gil e da Érika o Olympe estava lotado). Mais um restaurante que estava fazendo parte da promoção Rolha Zero (por sinal uma excelente iniciativa!). Para comida italiana, nada melhor que um Chianti. E para relembrar um pouco a nossa excelente visita que fizemos no Castello di Nipozzano (leia aqui), escolhemos este ótimo Nipozzano Riserva. Com seis anos de vida, já no ponto para ser degustado. Demorou um pouco na taça para abrir. Mostrou toda a sua boa vocação para escoltar pratos. Ótimo vinho em uma noite muito agradável.
Nota: -

6 de dezembro de 2013

Eiswein Edelsüss Nachtgold

Nome: Eiswein Edelsüss Nachtgold
Safra: -
País: Alemanha
Região: Rheinessen
Produtor: Peter Mertes
Importador: -

Uvas/Corte: Muda em cada safra.
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Galeria Kaufhof, em Saarbrücken
Quando foi comprado: Agosto de 2011
Degustado em: 12 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Sobremesas do Guerin
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil e Érika

Comentário do Produtor
Im Dunkel der frühen Morgenstunden, wenn die Temperatur des Nachtfrostes auf unter -7° gefallen ist, werden die gefrorenen Trauben für diesen Wein gelesen und gekeltert. Den konzentrierten Traubenmost, bei dem das zu Eis gefrorene Wasser in der Kelter zurückbleibt, nennen die Winzer gerne "Nachtgold"..

Impressões da Rafaela
A prioridade neste dia era pegar o kit da corrida que faríamos no dia seguinte. Assim mesmo, fizemos mil coisas antes de ir até o endereço em que faríamos a retirada da camiseta e do número de cada um na prova. Tomamos café no La Bicyclette, passeamos em São Conrado, fomos até a Barra para ver se uma loja de produtos naturais estava aberta. Como era feriado, estava tudo fechado. Fomos ao centro e depois retornamos para almoçar na Zona Sul. Pensamos em ir à casa de hambúrgueres do filho do Claude Troisgos, mas como estava muito cheia fomos ao Terzeto. No caminho de volta, compramos sobremesas no Guerin para comermos em casa. Resolvemos abrir este icewine para ver se harmonizada. Depois, Érika fez um bolo de banana fabuloso e mais tarde fomos ao CT Trattorie, uma ótima pedida sempre.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: Levemente Ambar.
Exame olfativo:
Exame gustativo: Compramos ótimas sobremesas no Guerin para o Gil e a Érika provarem os famosos doces e resolvemos comer em casa. Para acompanhar resolvi abrir este Icewine alemão. Inicialmente se mostrou um bom vinho, delicaco e com boa acidez. Notas de doce de maçã verde. Final de boca apareceu uma nota um pouco amarga que não foi tão agradável. Fucnionou bem com a sobremesa. É um bom vinho, mas já provei outros icewines mais complexos e interessantes. De qualquer forma vaelu a experiência.

5 de dezembro de 2013

Tem suco no blog: 16 - Vistamontes

Suco de uva integral Vistamontes
Suco de uva tinto integral (sem conservantes, sem adição de açúcar, 100% natural)
Vistamontes, Bento Gonçalves/RS
1l, R$ 12,80 (Cadeg)
130kcal em cada 200ml

Este é um daqueles rótulos que chama a atenção em uma prateleira de supermercado em meio a outros sucos. O rótulo é bem bonito, leve, harmonioso. Trata-se de um bom suco, tem todos os ingredientes necessários - é feito apenas de uva, sem o acréscimo de mais nada. Porém, não combinou muito com o nosso paladar. É mais doce do que esperávamos, é necessário misturar um pouco de gelo. Achamos o gosto meio artificial. Este suco agradará quem está acostumado a tomar suco de caixas, pelo sabor adocicado - com a vantagem de ser natural e sem conservantes.
Recomendamos para quem gosta de sucos mais doces.

4 de dezembro de 2013

Começo de um fim de semana com visitas especiais - Nexus Cosecha -Tempranillo 2011

Nome: Nexus Cosecha
Safra: 2011
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Produtor: Nexus
Importador: -

Uvas/Corte: Tempranillo
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente trazido pelo Gil e pela Érika
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Restaurante Gonzalo, no Leblon, Rio de Janeiro
Harmonizado com: Carnes e acompanhamentos
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil e Érika

Comentário do Produtor
This is a light and young wine, aged for 8 months in french oak casks. A very intense and aromatic nose with the predominance of fruity balsamic notes and somewhat minty. Young and intense. The mouthfeel is balanced, long and intense with sweet tannins that are very polished and add complexity and volume to the wine.

Impressões da Rafaela
Depois de ficar mais de uma hora na fila do táxi no Santos Dumont, seguimos com malas e tudo para o Leblon. Já era quase onze da noite, mas ainda havia fila na porta do Gonzalo. Mesmo assim resolvemos esperar. Comemos empanadas e as carnes assadas no modo uruguaio. Tínhamos dois vinhos na mochila do Gil, mas estávamos já tão cansados àquela altura do dia que só demos conta de beber um. Durante o jantar, traçamos o roteiro do sábado, cujo objetivo máximo era buscar o kit da corrida que faríamos no domingo.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gil e a Érika tinham chegado de Uberlândia para passa o fim de semana conosco e a Rafaela foi até o aeroporto esperar por eles. Eu tinha passado o dia em São Paulo e cheguei ao Santos Dumont logo em seguida. Depois de esperar muito tempo na fila do táxi, partimos para o restaurante uruguaio Gonzalo (já falo dele aqui várias vezes). Chegando lá, mais fila de espera. Sentamos para jantar bem tarde e acho que não aproveitamos como devia. Para acompanhar o jantar abrimos um dos vinhos que o Gil trouxe, um tempranillo bem frutado, que não parecia ter 14,5% de álcool. Um vinho bastante equilibrado que escoltou bem nossa carne. Vale provar.


30 de novembro de 2013

7 anos do Le Vin au Blog

O Le Vin au Blog chegou aos sete anos no último dia 27 de novembro. Nesse tempo, perdemos as contas dos vinhos abertos e dos brindes realizados, mas não esquecemos de cada novo amigo que fizemos depois da criação do blog. A vida ficou muito mais animada!

Obrigado a todos pela companhia!
Claudio e Rafaela

25 de novembro de 2013

Almaviva - 2002, um belo vinho.

Nome: Almaviva
Safra: 2002
País: Chile
Região: Puente Alto
Produtor: Almaviva
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 67%, Carmenère 29% e Cabernet Franc 4%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 90.000 pesos
Onde foi comprado: Na própria vinícola, no Chile, durante uma visita
Quando foi comprado: Dezembro de 2008
Degustado em: 10 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Brasserie Ameno, no Casarão Ameno Resedá
Harmonizado com: Risotto de camarão
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Deep red tinged with violet. The nose is filled with mineral notes, mesquite, nutmeg and profound aromas of black fruits, forest blackberries, and licorice root. The attack is deep and well sculpted while the evolution reveals tremendous balance. Bitter chocolate and licorice root fill the mouth, and a return of cassis, cherries and peach pips dominate the final. The vintage 2002 is remarkably dense and unctuous

Impressões da Rafaela
Nesta semana, estava havendo o Rio Wine and Food Festival, que incluía rolha zero em diversos restaurantes. Foi o que nos inspirou a tirar nosso Alma Viva da adega e ir jantar em um bom restaurante. Depois de muito debatermos, optamos pelo Brasserie Ameno, localizada no Casarão Ameno Resedá, bela construção restaurada ali no Catete. Fomos muito bem recebidos e a comida estava muito bem preparada. Foi uma boa experiência. O Almaviva realmente é um vinho surpreendente, delicioso, daqueles que dá vontade que a garrafa nunca chegue ao fim. Valeu a pena esperar tanto tempo para abri-lo.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Sem dúvida um grande vinho. Aproveitamos que alguns bons restaurantes do Rio estavam participando de um festival e durante uma semana não cobravam o valor da "rolha" para quem levasse seu vinho. A ideia era que as pessoas aproveitassem para abrir vinhos especiais em bons restaurantes. Este Almaviva já estava cerca de 5 anos repousando em nossa adega. Compramos esta garrafa quando visitamos a bela vinícola no Chile. Durante a visita provamos duas safras mais novas do vinho e dava para sentir toda a sua potência. Resolvi que deixaria a garrafa da safra 2002 que compramos guardada por um bom tempo. Assim, com 11 anos de vida, 5 deles em nossa adega resolvemos abrir e para isto fomos até a Brasserie Ameno. Grande expectativa ao abrir o vinho que foi devidamente decantado antes de ser servido. O vinho estava espetacular! Os anos de adega fez muito bem a ele, estava muito elegante, mais do que eu imaginava e uma grande complexidade de sabores em boca. Taninos redondods, acidez envolvente e com o tempo no decanter ele foi se abrindo deixando o vinho mais intenso, sem perder a sua elegância. Belo final de boca, um vinho que dá muito prazer em beber! Valeu a espera!
Nota: -

Tem suco no blog: 15 - Sete Irmãos

Suco de uva integral Sete Irmãos
Suco de uva tinto integral (sem conservantes, sem adição de açúcar, 100% natural)
Sociedade Florense de Bebidas, Flores da Cunha/RS
1l, R$ 8,00
140kcal em cada 200ml

Gostamos, tem doçura certa, sem amargor. Ele tem menos força, concentração e densidade que alguns dos sucos que bebemos, mas não perde em harmonia. Muito bem feito. Ótimo custo/benefício. Ideal para quem prefere sucos menos concentrado, para aquelas pessoas que costumam misturar o suco de uva com um pouco de água.
Recomendamos.

24 de novembro de 2013

Provei os espumantes da Garibaldi



Durante a visita que fiz à Cooperativa Vinícola Garibaldi, tive a oportunidade de provar quatro espumantes produzidos pela vinícola. Sempre lia comentários sobre esses espumantes, mas nunca havia provado nem um deles, tive boas surpresas. Vamos a eles:
- Acordes - o único espumante feito pelo método tradicional da vinícola. Pertence à linha premium recém-lançada e já comentada aqui no blog (leia aqui).

- Giuseppe Garibaldi - ótima surpresa, não conhecia este espumante, um charmat longo, corte de 85% Chardonnay e 15% de Pinot Noir. Muito agradável, muito fácil de se beber, de boa acidez e boa cremosidade em boca. A garrafa termina rapidamente. Vai bem sozinho e deve ir bem com comidas leves. Preço na faixa de R$ 35, ótima compra. Gostaria de provar novamente, com mais calma, e até testar algumas harmonizações.

- Garibaldi Chardonnay - Espumante de excelente relação custo/benefício. Também feito pelo método charmat, seu preço fica em torno de R$ 20. Difícil encontrar a qualidade que ele oferece em outros produtos por este preço. Boa dica para festas, gostei.

- Garibaldi Moscatel - Não bebo regularmente espumantes Moscatel. Este, na mesma faixa de preço do Chardonnay, se mostrou bastante equilibrado, notas doces sem exageros e agradável em boca. Mais uma boa pedida para quem curte Moscatel.

Boas surpresas, espumantes bem feitos, de bom preço. Vale experimentar!



17 de novembro de 2013

Inycon Grower's Selection - Shiraz 2012

Nome: Inycon Grower's Selection
Safra: 2012
País: Itália
Região: Sicília
Produtor: Inycon
Importador: -

Uvas/Corte: Shiraz 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Zona Sul Botafogo, no Rio
Quando foi comprado: Outubro de 2013
Degustado em: 8 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Zona Sul Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
These wines are a great favourite amongst our growers because they are a real taste of Sicily, each one very different and packed with the most intense aromas and flavours of the grapes that make them. Over the years our growers have come to understand which vineyards produce the best grapes.

Impressões da Rafaela
Terça-feira é o dia ideal para fazer o jantar em casa, pois na quarta é dia de nossa faxineira ir, mas neste dia eu estava sem muita disposição e sugeri irmos ao Zona Sul ou outro lugar perto de casa. Chegamos a pensar em ir no Botafogo Praia Shopping, mas acabamos indo ao Zona Sul mesmo. Já que estávamos lá, decidimos tomar um vinho para acompanhar a pizza. Escolhemos este italiano, o qual, acredito, é vendido há pouco tempo no mercado. Vinho bem gostoso, com bom custo/benefício.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para acompanhar nossa pizza no Zona Sul, escolhemos este Shiraz italiano. Um vinho de bom custo. Em boca, muita fruta, vinho fácil e sem complicação. Um vinho básico, bem feito, ideal para o seu dia-a-dia.

Guayquil - El Elegido 2006 / Icewine Inniskillin - Cabernet Franc 2007

Nome: Guayquil / Icewine
Safra: 2006 / 2007
País: Argentina / Canadá
Região: Mendoza / Niágara Península
Produtor: Huarpe Wines / Inniskillin
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Bonarda e Tannat / Cabernet Franc
Teor alcoólico: 14,8% / 9,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Buenos Aires / Presenteado por Regina Helena
Quando foi comprado: Dezembro 2012 / Agosto 2012
Degustado em: 5 de outubro de 2013
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Batatas bravas e frango ao curry
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Means “The Chosen One” in Huarpe. A blend of Malbec,  Cabernet Sauvignon, Bonarda, Petit Verdot and Tannat, aged in new oak. A unique wine in which each component lends its best characteristics.

Impressões da Rafaela
Nesta noite decidimos testar uma receita que faríamos na semana seguinte para nossas visitas: as batatas bravas da Rita Lobo, do Panelinha. Para acompanhar, Claudio me sugeriu alguns vinhos, mas acabei escolhendo este impressionada pelo rótulo e pelo nome. É um vinho pesadão, faz jus aos 14,8%. Embebeda fácil. Acho que é sempre bom ter um docinho ao final da refeição para dar uma equilibrada. Depois desse jantar, decidimos comer um pouco de doce de leite Lapataia que ganhei de aniversário e provar um icewine que estava há meses na geladeira. Sei lá, acho que foi demais.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: Mistura de notas vindas da madeira com frutas maduras, algo levemente doce.
Exame gustativo: Compramos este vinho durante nossa última passagem por Buenos Aires. Entrei em uma loja em Palermo para procurar vinhos que ainda não conhecia. O vendedor se aproximou e percebendo que eu era brasileiro comentou que a grande maioria dos brasileiros entravam na loja para comprar marcas conhecidas e os vinhos mais caros. Ele comentou que vendia muito os vinhos da Catena. Expliquei que estava procurando pequenas vinícolas, vinhos desconhecidos, ou seja, coisas diferentes. Ele me mostrou muitos vinhos, comprei algumas garrafas inclusive esta, que ele falou que eu voltaria lá depois para comprar outra. É um corte bem equilibrado de cinco diferentes uvas. Boa intensidade em boca, encorpado e com um final de boca de boa presença. É um vinho bem argentino, taninos arredondados na madeira, bastante fruta e final longo. Acho que poderia ficar mais um tempo em garrafa, mas já está pronto para beber, um vinho moderno. Para fechar a noite, provamos mais uma garrafinha de icewine canadense que minha mãe me trouxe. Todos os vinhos que provei da Inniskillin são muito bons. Icewine equilibrado e envolvente e com esta Cabernet Franc não foi diferente. Vale muito provar.

16 de novembro de 2013

Tem suco no blog: 14 - Da Casa Orgânico Garibaldi

Suco de uva integral orgânico Garibaldi
Suco de uva tinto integral (sem conservantes, sem adição de açúcar, 100% natural)
Cooperativa Vinícola Garibaldi, Garibaldi/RS
500ml, R$ 6,50
130kcal em cada 200ml

Depois de vários dias bebendo uma bag in box de suco de uva Casa Madeira, difícil não comparar os dois produtos. Eles têm densidade parecida, mas este é mais suave e adocicado, com um final de boca de boa presença. É um suco orgânico, muito bem feito, com sabor equilibrado e boa acidez. Claudio comprou este suco no varejo da vinícola durante visita recente. Não vimos este suco no mercado do Rio de Janeiro, mas se você encontrar, recomendamos prová-lo.
Vale destacar um fato interessante: no rótulo, aparecem os nomes das famílias cooperadas que produzem as uvas orgânicas para a produção deste suco. Tive a oportunidade de conhecer uma dessas famílias, que estava presente durante a visita, e que falou um pouco sobre a produção orgânica, da acertada decisão de converter os vinhedos para este tipo de produção e os benefícios que eles e o meio ambiente têm por praticar este tipo de agricultura. Muito interessante.
Recomendamos.

Orus Rosé Pas Dosé, sempre um prazer em degustar

Nome: Orus Rosé Pas Dosé
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Adolfo Lona
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay,  Pinot Noir e Merlot
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido por Adolfo Lona
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 9 de agosto de 2013
Onde Bebeu: Zot Gastrobar, em Copacabana, Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Adolfo e Silvia

Comentário do Produtor
No dia 7 de dezembro, fizemos o lançamento de nosso espumante ORUS Rosé Pas Dosé, elaborado pela método tradicional ou champenoise e com ausência total de açúcares, o que equivale ao Nature. A produção deste pequeno lote de ORUS é feito em homenagem os clientes que nos privilegiam com sua preferência e possibilitam o crescimento constante de nosso carro-chefe o Brut Rosé Adolfo Lona. O lote de 608 garrafas anuais resulta de um volume de 500 litros que será a quantidade que irá caracterizar este produto durante toda sua trajetória. O ciclo de produção é de 12 + 12 meses, ou seja doze meses maturando sobre as leveduras onde ganha a complexidade aromática e gustativa que o tempo possibilita devido a autólises das leveduras e doze meses envelhecendo com a rolha definitiva quando ganha sutileza, elegância e potencia. O assemblage é uma mistura de vinhos de 3 variedades, Chardonnay, que participa com seu frescor, Pinot Noir em rosado que agrega força, e uma pequena parcela de Merlot em rosado, que complementa com elegância e ameniza a acidez. A cor é a típica dos rosados feitos pelo método tradicional, rosada laranja clara lembrando casca de cebola, seu aroma é intenso, complexo e convidativo e o gosto é longo, marcante e potente. É um espumante que dignifica o Rio Grande do Sul e nos deixa muito orgulhosos.

Impressões da Rafaela
Na sexta-feira, cheguei ao Aprazível no finalzinho da degustação realizada pelo sr. Adolfo Lona, mas ainda consegui tomar uma tacinha de Orus. Só não me lembro mais da safra, pois havia várias. No sábado, acompanhados da Silvia, fomos mais uma vez ao Zot, lugar que gostamos muito. Para acompanhar as empanadas e os acepipes gostosos preparados pelo novo chef argentino Gonzalo Vidal, duas garrafas de Orus. Bom demais! A conversa também foi animada com o casal.

Comentário do Claudio
Rótulo: 
O rótulo é feito em uma aplicação de metal gravada. Pendurada na garrafa, há uma etiqueta com a numeração e informações sobre o produto. Logo de cara, percebe-se que é um produto diferenciado.
Exame visual: Bela cor, um suave salmão, lembrando um pouco casca de cebola. A cor deste espumante é realmente marcante.
Exame olfativo:
Exame gustativo: Depois da memorável degustação da véspera, reencontramos o mestre Adolfo Lona, desta vez acompanhado da esposa Silvia, no Zot Gastrobar em Copacabana, onde o Márcio Martins inseriu empanadas no cardápio e queria que o Lona provasse. Mais uma vez, tivemos uma noite muito agradável, um bom papo, excelentes empanadas, o Orus prazeroso como sempre. Já estamos esperando as férias de verão dos Lona no Rio para repetirmos a dose!

15 de novembro de 2013

Degustação histórica: 6 safras do Baron de Lantier e todas as safras do Orus com a presença de Adolfo Lona

No último fim de semana, foi aniversário do mestre Adolfo Lona. Conhecemos Lona em uma visita a sua cantina em um dia 24 de dezembro anos atrás. Mesmo sendo um dia ingrato para visitações, fomos muito bem recebidos em Garibaldi, onde passamos um bom tempo conversando e trocando ideias.
Dias depois, voltaria a encontrar novamente o Lona, só que desta vez no Rio de Janeiro, em plena areia da Praia de Ipanema, onde degustamos duas garrafas do excelente espumante Orus, o top produzido por ele. Compramos empanadas (para quem não sabe, Lona é Argentino. Veio ao Brasil produzir vinhos em 1973, sendo um pioneiro dos vinhos finos no Brasil) e mais uma vez tivemos um final de tarde muito agradável.
Descobrimos também a paixão dele por Copacabana, bairro carioca onde costuma passar o verão com a família. Depois disto, nos encontramos mais algumas vezes. Em um dos encontros, ele revelou que tinha guardadas em sua adega algumas garrafas do histórico vinho Baron de Lantier e que estava com vontade de fazer uma degustação vertical, no Rio de Janeiro. Queria ver como estes vinhos suportaram ao tempo.
Começamos a planejar a degustação. Adolfo Lona enviou as garrafas ao Rio. Enquanto a data não era marcada, fiquei com a missão de cuidar dos vinhos aqui em casa. Depois de alguns cancelamentos,  finalmente, conseguimos encontrar uma data e Adolfo Lona veio ao Rio para a tão esperada degustação.
Assim começou a história de uma memorável noite no Restaurante Aprazível. Mais uma vez fomos muito bem recebidos pelo Pedro Hermeto e pelo Paul, na época ainda o sommelier do restaurante. Além deles, participaram da degustação o Alain Ingles, o Antonio Campos da Zahil, amigo e distribuidor dos espumantes do Lona aqui no Rio, e o Beto Duarte do Papo de Vinho, que veio de São Paulo especialmetne para a degustação.
O melhor é que naquela noite não seria uma vertical e sim duas! Começamos provando todas as safras já produzidas do Orus, um dos melhores espumantes feitos no Brasil. Provamos os espumantes que foram lançados entre os anos 2008 e 2013. Seis diferentes safras mostram que o Orus é um espumante que envelhece muito bem. Cada safra tinha sua característica e em comum um espumante de boa complexidade. Quanto mais antiga a garrafa, mais o Orus tem a te mostrar. Cremosidade, elegância equilíbrio, perfeita acidez.
Sempre perguntava quando seria o momento ideal de beber o Orus e o Lona me falava para abrir logo e beber... Depois desta vertical, acho que vale esconder uma garrafa para beber com mais tempo de vida. Na adega, tenho uma garrafa do lote 2013 e uma do lote 2012. São cerca de 600 garrafas produzidas em cada safra. O próprio Lona ficou positivamente surpreso e feliz com a bela evolução e longevidade do espumante. O Beto fez alguns videos com o Lona durante a degustação dos espumantes, vale dar uma olhada aqui.
Finalmente passamos para o grande momento da noite, provar seis diferentes safras do Baron de Lantier. Para quem não conhece, o Baron de Lantier foi um dos grandes vinhos brasileiros produzidos nas décadas de 80 e 90, um corte de Cabernet Sauvignon e Merlot com passagem de cerca de oito meses por barricas francesas. Um projeto capitaneado pelo Adolfo Lona de fazer um grande vinho de guarda brasileiro. Neste outro vídeo feito pelo Beto, o próprio Adolfo conta a história deste vinho. Mas como estariam aqueles vinhos com mais de 20 anos de vida? Começamos a prova pelo mais jovem, 1996 até chegar ao grande vinho da noite, da histórica safra 1991.
Foi uma grande emoção provar um pouco da história do vinho no Brasil. Todos os vinhos estavam inteiros, pouquíssimo sinais de envelhecimento. Em geral, todos apresentaram grande elegância, boa acidez e estavam vivos. A cada garrafa provada, a certeza de que a ideia original do projeto, de fazer um vinho de guarda, foi atingida com louvor. Foi muito interessante ver a reação de todos ao provar aqueles vinhos e principalmente a satisfação do Adolfo Lona em comprovar que, mais de vinte anos depois, tinha feito um belíssimo trabalho.
Duas safras em especial me chamaram a atenção, exatamente as duas mais velhas. O 1992 estava perfeito, grande elegância e muito prazer em degustar. O grande destaque da noite foi 1991, a melhor safra que o Brasil já teve em virtude de condições climáticas perfeitas, pouca chuva, grande amplitude térmica. O vinho apresentava uma combinação perfeita de elegância e intensidade de sabores. Final longo e ainda potencial para envelhecer. Um vinho memorável!

Obrigado, Lona, pelos grandes vinhos e pela grande noite!

12 de novembro de 2013

Hex von Wein Reserva Especial 2011

Nome: Hex Von Wein Reserva Especial
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Picada Café, RS
Produtor: Vinícola Hex von Wein

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Tampa de rosca na garrafa de 187 ml
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de fevereiro de 2009
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
As parreiras da Hex baseiam-se na biodiversidade, ou seja, a eliminação da monocultura e cultivo de várias espécies no mesmo habitat. Em resumo, na nossa produção voltamos aos antigos modelos de produção agrícola, equilibrando o meio ambiente naturalmente e amenizando as mudanças no sistema biológico. Assim, o solo produz uma fruta mais autêntica, particular, caracterizando o produto de acordo com a região e expressando o real terroir. Quando o solo recebe quimicamente os nutrientes que lhe faltam, até chegar ao ponto ideal de produção, ocorre a massificação da variedade, ou seja, qualquer lugar do mundo o produto tem as mesmas características. A Coopernatural lançou o vinho Cabernet Sauvignon orgânico certificado Safra 2007 na Bio Fach em São Paulo. As uvas desta safra foram selecionadas a dedo, as melhores uvas as mais sadias e as mais maduras, somente o melhor da produção, compõem este vinho de alto padrão enológico. A fermentação foi com controle de temperatura, não ultrapasando os 25º, o envelhecido vai ser barricas de carvalho Frances. Com graduação alcoólica de 12,6%. A produção de 2007 está limitada a uma produção de 1.575 unidades. Um dos primeiros vinhos finos orgânicos do Brasil.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Quem acompanha o blog sabe que venho degustando este vinho com regularidade. Desta vez, abri uma garrafa de 187 ml, um Reserva Especial, da safra 2011. Na primeira vez em que o provei, a safra era 2007 e se revelou um vinho surpreendente: um vinho orgânico brasileiro, estilo velho mundo, elegante e original. Dentro de sua proposta, um vinho envolvente. Uma alegria para quem gosta deste estilo de vinho. Recentemente, provei uma garrafa de 750 ml desta nova safra, 2011. O vinho estava menos atraente que a safra anterior. O produtor só vinifica este vinho quando é possível, como ele mesmo diz. Um vinho orgânico, sem intervenção, sofre muito a influência de cada safra, tinha sentido isto na garrafa que havia provado. Como estava sozinho em casa, resolvi abrir esta garrafinha, sem expectativa, mesmo sabendo que era um Reserva Especial. Mais uma vez o vinho me surpreendeu. Diferente da safra 2007 e da garrafa de 750 ml, este vinho apresentou muita fruta, fruta fresca e de boa presença em boca. Boa evolução na taça, parece que ainda pode evoluir na garrafa. Um vinho mais direto que a safra anterior, com um final de boca de boa intensidade. Gostei, deu vontade beber mais um pouquinho. Tenho uma garrafa de cada tamanho que vou esperar mais um pouco para abrir e ver sua evolução. Ainda tenho uma 2007 guardada.

10 de novembro de 2013

Punto Final - Malbec 2012

Nome: Punto Final
Safra: 2012
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Renacer
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 73
Onde foi comprado: Livraria Prefácio, em Botafogo, no Rio
Quando foi comprado: 8 de agosto de 2013
Degustado em: 25 de setembro de 2013
Onde bebeu: Livraria Prefácio, em Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Frango ao curry
Com quem: Rafaela, Milena e Emília

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
Milena veio mais uma vez para orientação de doutorado e aproveitamos para nos ver. Voltamos à prefácio e, como a Emília queria beber um vinho, acabamos escolhendo o mesmo rótulo do último encontro. Este vinho é bem gostoso e serve muito bem de companhia para um bom papo. Ficamos pouco mais de cinco horas na livraria e ainda teríamos assunto para mais algumas horas. Os assuntos foram os mais variados. Tão bom poder dividir histórias e também ouvir as dos outros. Tomara que consigamos repetir em novembro quando as meninas voltam ao Rio.