29 de novembro de 2012

6 anos de Le Vin au Blog

O Le Vin au Blog completou seis anos!

Nesse período, tivemos a oportunidade de beber ótimos vinhos, fazer algumas viagens e participar de ótimas degustações, mas, acima de tudo, de fazer muitos amigos.

Muito obrigado por acompanhar nossos posts.
Abraços,
Claudio e Rafaela

Anselmann - Dornfelder 2010

Nome: Anselmann
Safra: 2010
País: Alemanha
Região: Pfalz
Produtor: Weingut Anselmann
Importador: -

Uvas/Corte: Dornfelder
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Kaufhof Frankfurt, na Alemanha
Quando foi comprado: Abril de 2012
Degustado em: 1º de novembro de 2012
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Intensive Aromen von Schwarzkirsche. Sehr harmonisch und reif. Schönes Zusammenspiel von dornfeldertypischen Rebsorteneigenschaften und Barriquenoten. Bemerkenswert reife und harmonisch eingebundene Tannine. Hohe Komplexität und nachhaltige Länge.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho bem gostoso, leve, com sabor meio infantil, que lembra algo adocicado. No primeiro gole, o primeiro pensamento que me veio à mente foi a lembrança de provar aquele picolé da kibon lançado há alguns anos, de banana. O gosto lembrava esse picolé. Este post marcou um momento importante: comecei a usar o método GTD de organização. Vamos ver no que vai dar!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
 -
Exame visual: Claro, translúcido, lembra cor de Pinot Noir.
Exame olfativo: Nariz jovem e frutado. Lembra um gamay levemente doce.
Exame gustativo: Um tinto alemão bem diferente. Vinho de corpo médio, que passa uma primeira impressão de ser jovem e frutado, com algo adocicado. Depois de um tempo, aparecem notas que lembram um leve apimentado. É um vinho com comportamento diferente.
Nota: -

28 de novembro de 2012

T.H. - Riesling 2010

Nome: T.H.
Safra: 2010
País: Chile
Região: Lo Abarca
Produtor: Viña Undurraga
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Riesling 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pela Abflug
Quando foi comprado: 2012
Degustado em: 29 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Murg Tikka Masala, do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como se fosse uma tradição, pedimos comida thai e, claro, para acompanhar abrimos um branco. Este vinho é bastante bom, mas algo me incomodou profundamente durante o jantar: o cheiro de querosene. Fiquei impressionada. Parece que você está em um posto de gasolina, pois o cheiro não passa nunca, quer dizer, mais para o finalzinho estava menos forte. Trata-se de um vinho mais forte, não se engane quem acha que será tão levinho simplesmente por ser branco.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: amarelo bem clarinho.
Exame olfativo: Típico nariz de riesling, com algo derivado de petróleo.
Exame gustativo: Já degustamos e comentamos aqui no blog outros vinhos da interessante e consistente linha Terroir Hunters. Desta vez provamos uma cepa que não é tão comum no Chile, mas pelo resultado deste vinho poderia ser mais explorada. É um vinho bastante elegante, de boa acidez, com agradáveis notas de alguma fruta. Com um tempo em taça ele cresce um pouco deixando as características da cepa mais evidentes. Um vinho muito bom que vale ser provado.
Nota: 89.0 +

27 de novembro de 2012

Lavaque - Torrontes 2011 / Alvarez de Toledo Roble - 2008

Nome: Lavaque Partida Limitada / Alvarez de Toledo Mencia Roble
Safra: 2011 / 2008
País: Argentina / Espanha
Região: Mendoza / Bierzo
Produtor: Lavaque / Alvarez de Toledo
Importador: First / Wine

Uvas/Corte: Torrontes / Mencía
Teor alcoólico: 13% / 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente trazido pelo Rodrigo e pela Tati / Clube W
Quando foi comprado: - / Outubro 2012
Degustado em: 27 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salada Rafaela, Paçoca de Pinhão e Quiche de Cebola
Com quem: Claudio, Rafaela, Rodrigo e Tatiana

Comentário do Produtor
Alvarez de Toledo - Nuestro vino se caracteriza por su marcado carácter frutal que permite mostrar todas las cualidades y características de la variedad Mencía. Su paso por barrica complementa estas cualidades aportándo sutileza, elegancia y complejidad. La entrada en boca es sedosa, frutal, con persistencia y mucha amabilidad.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia um tempão que planejávamos este encontro. Quando eu trouxe pinhões de Vacaria neste ano, pensei que era para cozinharmos para o Rodrigo, o maior entusiasta da paçoca de pinhão. Nossas agendas estavam difíceis de serem casadas, mas finalmente deu certo. Foi um encontro muito agradável, como sempre. Conversamos, rimos e ficamos divagando sobre Christian Grey, minha nova fixação! Durante a semana, fiz uma viagem a trabalho que passou por Recife, Natal, Belém e Manaus. Durante todo esse percurso tive a companhia dos personagens de Cinquenta Tons de Cinza. Li, sem sentir, as 900 páginas dos dois primeiros livros. Agora, aguardo ansiosa o lançamento do terceiro e último volume. Que dia 08.11 chegue logo!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite muito agradável na companhia dos amigos Rodrigo e Tatiana. Abrimos a noite com um vinho argentino da uva Torrontés. Este vinho era da região de Mendoza e não apresentou toda aquela exuberância aromática que regularmente vimos nesta uva. Em boca o vinho se mostrou leve e agradável, mas também não tinham características bem marcadas da cepa Passamos para um vinho que recebi do ClubeW. Já tinha lido alguns comentários sobre este vinho em outros blogs e resolvi provar. Foi um vinho que decepcionou um pouco. Não é um vinho ruim, apresenta fruta em boca, mas achei com baixa acidez. É um vinho que você bebe, mas não desperta o seu interesse.
Nota: -

13 de novembro de 2012

Barolo Batasiolo 2007

Nome: Barolo
Safra: 2007
País: Itália
Região: Barolo
Produtor: Batasiolo
Importador: -

Uvas/Corte: Nebbiolo
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Antonio Moacir e pela Alice
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Casa do Antonio Moacir e da Alice, em Recife
Harmonizado com: Prima Donna com torradinhas, salada especial feita pela Sheila, risoto de camarões preparado pela Alice e sobremesa com bolo de rolo e sorvete feita pela Sheila
Com quem: Rafaela, Antonio Moacir, Alice e Sheila

Comentário do Produtor
Este vinho é obtido de uvas Nebbiolo cultivadas nas colinas da zona do Barolo, constituída por onze municìpios, todos situados nos primeros contrafortes da regiáo Langhe. O Barolo jovem distingüe-se pela cor vermelho rubi e por uma acentuado concentraçao de tanino que, mediante uma sábia apuraçao em madeira, gradualmente adquire um sabor macio, aveludado e delicado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Pelo lado paterno, tenho mais de 40 primos. Alguns fizeram parte da minha infância e adolescência, mas outros, apesar de sempre ouvir falar, nunca cheguei a conhecer pessoalmente. Foi assim com o Antonio Moacir até poucos dias atrás. Primeiro "conheci" a Sheila pelo Facebook, logo depois foi a vez dele. Trocamos algumas mensagens e ficamos com essa promessa de um dia nos encontrarmos. Conheci Sheila quando veio ao Rio em março passado. Uma viagem de trabalho pelo Nordeste ofereceu uma opção. Depois de um dia de palestras, Sheila me buscou em Boa Viagem e seguimos para casa. A noite foi superagradável. Antonio Moacir e eu colocamos a conversa em dia. É engraçado, nunca tínhamos nos visto, mas conseguimos conversar sem precisar pensar muito. Eu fiquei muito feliz e me deu uma baita saudade dos parentes todos. A conversa seguiu durante o jantar preparado pelas meninas. Estava tudo tão delicioso. Tomara que voltemos a nos encontrar em breve. Alice, Sheila e Antonio, muito obrigada pela recepção tão amorosa. Ah, sim, o Barolo estava fantástico!
Nota: -

12 de novembro de 2012

José L. Mounier Reserva 2005

Nome: José L. Mounier
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Valle de Cafayete, Salta
Produtor: Bodega Mounier
Importador: -

Uvas/Corte: 60% Malbec, 20% Cabernet Sauvignon e 20 %Tannat
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 3607/8000
Preço: -
Onde foi comprado: Winery, em Buenos Aires
Quando foi comprado: Dezembro de 2011
Degustado em: 20 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Ravioli de ricota com molho bolognese da La Veronese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Es un vino de corte (60% de Malbec, 20% de Cabernet Sauvignon, 20% de Tannat). De color rojo intenso, con tonos violetas, aroma muy complejo, típico de la región, frutas rojas y sutiles de madera. En boca es estructurado, taninos suaves y madiros de final muy largo. En condiciones adecuadas se puede guardar entre 10 y 15 años. Se recomienda abrirlo una hora antes o decantarlo, consumirlo entre 16 y 18 °C. Ideal para acompañar carnes rojas, de caza, pastas o con lo que Ud. Prefiera.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este sim é um vinho imperdível! Adorei. Merece nota alta com estrelinhas. Aproveitamos este jantar para começar a planejar um almoço de blogueiros, que ocorrerá no dia 17 de novembro, aqui no Rio. Alguém mais gostaria de participar?
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Rótulo que parece de vinho antigo.
Exame visual: Rubi vivo e intenso.
Exame olfativo: Nariz franco e vivo, quase aparecendo álcool.
Exame gustativo: Este foi mais um dos vinhos que comprei na última vez que estive na Argentina. Naquela viagem procurei escolher vinhos que nunca tivesse provado, sem nenhuma referência. Assim escolhi este blend da safra 2005 da região de Salta. Com 7 anos de idade imaginei que ele estaria bom para se beber. Ao primeiro gole deu para perceber que o vinho estava ainda muito vivo, taninos presente e intensos. Uma intensidade que não esperava. É um vom vinho, que busca um estilo velho mundo e que deve melhorar muito com mais alguns anos de garrafa. É sem dúvida um vinho com estilo e personalidade. Se você achar uma garrafa deste vinho, deixe ela na sua adega por mais algum tempo. Gostei.
Nota: -

11 de novembro de 2012

Cannubi Barolo 2005 / Biondi Santi Brunello di Montalcino 2004 / Dal Forno Romano Amarone della Valpolicella 1996

Nome: Cannubi / Biondi Santi / Dal Forno Romano
Safra: 2005 / 2004 / 1996
País: Itália
Região: Piemonte / Toscana / Vêneto
Produtor: Cascina Adelaide / Biondi Santi / Dal Forno Romano
Importador: Abflug/ Mistral / -

Uvas/Corte: Nebbiolo 100% / Sangiovese 100% / Corvina 60% Rondinella 20%, Croatina 10%, Oseleta 10%
Teor alcoólico: 14% / 13% / 17,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 18 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Restaurante Giuseppe Grill, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e demais convidados.

Comentário do Produtor
-

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual:
Exame olfativo: 
Exame gustativo: Um passeio pela Itália através de grandes vinhos. Assim foi o jantar no bom restaurante Giuseppe no Leblon na companhia de alguns amigos. Primeiro vinho da noite foi um Barolo. O amigo e blogueiro Guilherme de Brasília tinha bebido este mesmo vinho dias antes e me alertado que estava extremamente novo. Como já tinha combinado de levar o Barolo resolvi pagar para ver. Talvez tenha ido preparado para um vinho muito novo, mas a verdade é que ele me surpreendeu. É sem dúvida um grande Barolo e com certeza tem muitos anos ainda pela frente, mas foi muito prazeroso bebê-lo agora. Muita personalidade. Foi um belo início dos trabalhos. Passamos para o segundo vinho, mudando de região e desembarcando na Toscana. O Brunello do Biondi Santi dispensa apresentações. Vinho de extrema elegância, com vida muito longa ainda pela frente. Quem, assim como eu, é fã de Sangiovese, tem que provar os vinhos deste produtor. Foi um belo contraponto ao último vinho da noite que já estava respirando no decanter. Mais uma vez, mudamos de região e partimos para a potência de um Amarone. O Dal Forno Romano, com 16 anos de vida, mostrou-se em excelente forma para ser bebido. A idade deixou-o ainda mais complexo, sem perder toda a presença característica dos Amarones. Excelente qualidade, muito macio em boca, prazer garantido. Foi uma noite de excelentes vinhos, e foi muito interessante ver vinhos tão distintos, de regiões que produzem vinhos com características próprias, todos de excelente qualidade e muita personalidade. Viva a Itália!
Nota: -

4 de novembro de 2012

Paulo Laureano Clássico - Antão Vaz e Roupeiro 2010

Nome: Paulo Laureano Clássico
Safra: 2010
País: Portugal
Região: -
Produtor: Paulo Laureano
Importador: -

Uvas/Corte: Antão Vaz e Roupeiro
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Joaquina, na Cobal Botafogo
Quando foi comprado: 18 de setembro de 2012
Degustado em: 18 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Joaquina, na Cobal Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Nhoque à bolognesa
Com quem: Rafaela, Ana Rosa, Tatiana, Antonio e Neusa

Comentário do Produtor
Aroma: Cítrico com notas tropicais muito elegantes e agradáveis. Prova: Fresco e macio de estrutura marcante e muito atraente. Final: de Boca Longo com uma sensação de frescura bem evidente.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Mais um encontro especial com os colegas da turma de mestrado. Faltou a Angela para ficarmos completos. Aproveitamos para comemorar o aniversário da Tati, que seria dois dias depois. Paulo Laureano é sempre uma boa opção. Ainda não tinha provado o branco e gostei bastante. Ana Rosa sempre fala que não tem como um vinho português ser ruim. Bom custo/benefício.
Nota: -

3 de novembro de 2012

Jean Bousquet - Chardonnay 2010

Nome: Jean Bousquet
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Tupungato, Mendoza
Produtor: Jean Bousquet
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Diretamente da importadora Abflug
Quando foi comprado: maio 2012
Degustado em: 15 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Orienthai
Com quem: Claudio, Rafaela e Emilia

Comentário do Produtor
Color | Amarillo claro con tonos verdes.
Nariz | Aromas de frutas tropicales con notas cítricas y florales.
Boca | Notas concentradas de manzana y pera con un ligero tono de especias suaves. El final es limpio y fresco con una acidez fresca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Desde o dia em que passamos pela Nelson Mandela e sentimos o cheiro de curry, Milena, Emilia e eu combinamos de "fazer" um jantar com comida thai. Marcamos uma vez, mas por motivos diversos não deu certo. Fizemos esta segunda tentativa. Milena ficou presa em Campinas por conta de um avião com pneu furado. Mesmo sentindo-nos como traidoras, Emilia e eu resolvemos manter o jantar mesmo assim. Milena fez falta, mas o encontro foi muito bom. Conversamos, comemos e bebemos este refrescante vinho branco. Foi muito bem com a comida thai. Agora, precisamos encontrar uma nova data!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais um belo vinho produzido pelo Domaine Jean Bousquet. Já provamos e comentamos alguns vinhos desta vinícola e sempre o resultado é altamente positivo, em geral vinhos que oferecem bem mais que o preço da garrafa, ou seja, vinhos que chamamos de ótimas compras. Este Chardonnay foi a primeira vez que bebemos: um vinho agradável, elegante e bem feito. Escolhemos esta garrafa para acompanhar a comida thai e funcionou bem. Um vinho de corpo médio, bem macio em boca, sem exageros que você irá beber de forma despreocupada. Daquele tipo de vinho que a garrafa vai fácil. Recomendo.
Nota: -

2 de novembro de 2012

Casal Mor Dão - 2009 / Los Vascos - Cabernet Sauvignon 2009

Nome: Casal Mor / Los Vascos
Safra: 2009 / 2009
País: Portugal / Chile
Região: Dão / Vale do Colchagua /
Produtor: Casal Mor / Los Vascos /
Importador: -

Uvas/Corte: 50% touriga nacional, 30% alfrocheiro preto e 20% jaen / Cabernet Sauvignon /
Teor alcoólico: -% /  14% /
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 29 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Pousada Vista da Serra, em Casa Branca, Brumadinho
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Ana Rosa, Angela, Neusa e muitos outros

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia tempo que nossa turma de amigos do mestrado planejava uma viagem. Já havíamos tentado ir para o interior do Rio, mas nunca dava para todos irem. Bom, dessa vez também não deu, faltaram a Tati e o Antonio, mas Ana, Angela e eu conseguimos entrar no grupo da viagem organizada pela Neusa para Inhotim. No final, éramos mais de 20 pessoas. Foi simplesmente demais! Adoramos. O lugar é lindo, em meio ao verde e repleto de obras diferentes (para mim, pelo menos). Foi uma experiência fantástica, especialmente porque estávamos juntos. Em uma da noites, bebemos um vinho em nosso quarto. Na outra, levamos essas duas garrafas para o jantar muito bom preparado na pousada. Foi uma experiência inesquecível. Que venham outros!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Passamos o final de semana em Minas Gerais para conhecer Inhotim, um lugar que recomendo, vale a viagem. Nas duas noites em que passamos por lá, abrimos estes vinhos na pousada. Confesso que não fiz anotações sobre os vinhos... Bebemos na companhia de muitas pessoas e acabei não prestando a atenção necessária para escrever comentários. Vale destacar que o vinho do Dão era um vinho fácil de se gostar. Do chileno, eu não esperava muito, mas me surpreendeu positivamente. Um Cabernet correto, com boa expressão. Foi até uma surpresa. Quem ainda não conhece Inhotim, recomendo a visita.
Nota: -

Río de los Pájaros Reserve Brut Nature Tannat 2009

Nome: Río de los Pájaros Reserve
Safra: 2009
País: Uruguai
Região: Progreso
Produtor: Pisano
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Nos foi presenteado pelo Daniel Pisano.
Onde foi comprado: Vinícola Pisano, no Uruguai
Quando foi comprado: 2 de janeiro de 2012
Degustado em: 14 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Feijoada
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

COLOR : Color profundamente violáceo.
AROMA : Nariz llena de elegante poder. Aromas intensamente frutados que se desprenden
continuamente, evocan frutas rojas maduras como cerezas, moras  y granadas, además de
menta y pimienta negra.
SABOR : Sabor complejo, intenso, muy refrescante y facil de beber. Guindas ácidas, notas de
canela,  con una rica  textura y una acidez  equilibrada.  Burbuja fina, bien integrada y
persistente. Amable en boca, con taninos marcados  pero  dulces.  Un  toque  frutal  le  aporta
profundidad y elegancia. Final largo y aterciopelado de exuberante y densa efervescencia.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Havíamos provado este espumante há quase um ano na casa do Daniel Perches. Na época, não passei dos primeiros goles. Ao visitarmos a Pisano, em nossa viagem ao Uruguai, ganhamos do seu Daniel Pisano uma garrafa. Lembramos imediatamente do encontro em São Paulo. Seu Daniel disse que o espumante deveria ser bebido com uma feijoada. Demoramos um tempão para finalmente preparar a tal da feijoada. Finalmente, a fizemos e resolvemos abrir o espumante. Sozinho, ele é forte demais, também não poderia imaginar algo diferente, levando-se em conta de que é feito a partir da Tannat, uma das uvas de gosto mais acentuado que já provei. Com a feijoada, ele se comportou de maneira mais agradável. De qualquer modo, não é uma bebida fácil de ser bebida e gostada. Fiquei aqui pensando o quanto tentamos ser o mais sinceros possíveis quando provamos um vinho, optamos por escrever aqui o que realmente achamos, se gostamos escrevemos que foi bom, se não gostamos, não temos compromisso com ninguém para ter que esconder nossa opinião. De qualquer forma, é sempre difícil. Neste caso, por exemplo, ganhamos este vinho de uma pessoa superquerida, que nos tratou superbem quando o visitamos. É chato dizer que não gostei tanto do vinho, mas ao mesmo fico pensando também que gosto é muito pessoal. Assim como já não gostei de alguns vinhos que todos amam, nesse caso não é diferente. O fato de eu não ter gostado tanto, não significa que alguém não vá achá-lo perfeito, especialmente com uma saborosa feijoada.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Escuro, denso, lembra a cor de Grapette. Produz uma espuma tinta.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi a segunda vez que provamos este espumante. Se você for prová-lo, siga o conselho que o Daniel Pisano nos deu ao visitarmos a vinícola: "Beba com uma feijoada" (se não for com uma feijoada, que seja com alguma comida que tenha o mesmo peso). Ganhamos este vinho na excelente visita à Pisano. Acho que a primeira reação de todos ao ver um espumante Brut Nature feito de Tannat é de estranheza. Um espumante tinto de Tannat eu nunca tinha visto. Mas, sem preconceitos,  resolvemos seguir o conselho: preparamos a feijoada e partimos para a prova. A uma temperatura baixa e acompanhando a feijoada, ele vai bem. Achei que houve uma integração entre o prato e o espumante. Como não fazemos uma feijoada tão gordurosa, imagino que o espumante vá melhor  melhor com um prato ainda mais pesado. Aparece uma harmonia que é surpreendente. Depois, provei o espumante sozinho e confesso que ele, sem a comida, é um espumante difícil. É sem dúvida um espumante que irá dividir opiniões, mas é interessante ver como um espumante pode mudar radicalmente com a presença de uma comida. Foi uma experiência diferente.
Nota: -

1 de novembro de 2012

Aracuri - Sauvignon Blanc 2011 #cbe

Nome: Aracuri
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Aracuri
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 12,1%
Rolha: Tampa de rosca
Numeração da garrafa: 2298 / 3000
Preço: -
Onde foi comprado: Supermercado Bortolon, em Vacaria/RS
Quando foi comprado: Março de 2012
Degustado em: 19 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Sushi Matsuda
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Este é um inacreditável e pungente Sauvignon Blanc, com notas de Maracujá, groselha e pomelo equilibrados por uma vibrante acidez. A nota mineral torna o paladar rico e complexo. É untuoso e fresco, com boa persistência, final frutado e elegante.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como meio Brasil, nesta noite paramos para assistir a novela Avenida Brasil. Aqui em casa, raramente ligamos a televisão para acompanhar uma novela - quer dizer, no começo do ano eu estava viciada em Mulheres de Areia, mas foi uma situação bem particular. Nas últimas duas semanas de novela, começamos a nos interessar. E aí nos preparamos para este último dia. Iríamos ficar em casa. Como tinha de provar um vinho para a CBE, sugeri comprarmos sushi para acompanhar. Ideia aceita, pouco antes de começar a novela, fui ao Matsuda e fiz minha encomenda. Esse restaurante é o mais asiático que conheço aqui no Rio, há sempre frequentadores falando idiomas que nem imagino o que sejam. A combinação foi muito boa. Sushi de alta qualidade com bom vinho, apesar de muito vegetal para o meu gosto. Talvez prefira outras uvas brancas, não estou bem certa ainda. Vale provar, de qualquer forma.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Rótulo bem delicado, com traços finos e uma ilustração que remete a um pássaro. Conjunto agradável.
Exame visual: Bem clarinho, quase transparente.
Exame olfativo: Nariz bem marcado por frutas como maracujá e pêssego. Delicado e interessante.
Exame gustativo: Sempre procuramos provar os vinhos que são feitos na região dos Campos de Cima da Serra no Rio Grande do Sul, terra da Rafaela. Na última vez em que estivemos por lá, vimos este Sauvignon Blanc da Aracuri. Já havíamos provado outros vinhos tintos deles, mas não conhecíamos este branco. Aproveitando o tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, escolhido pelo amigo Silvestre, resolvemos abri-lo. É um vinho bem fresco, com claras notas vegetais/verde na boca. Boa acidez, funcionou melhor a uma temperatura mais baixa. Percebe-se que as uvas têm muita qualidade, talvez falte um pouquinho de delicadeza encontrada no nariz ao conjunto. Acredito que é um vinho para se ficar de olho nas próximas safras. Funcionou bem com a nossa comida japonesa. Foi um agradável jantar. Prestem atenção a este produtor e nas uvas plantadas a 960 metros de altitude.
Nota: 86.0 +