31 de agosto de 2012

Ladera de la Vega - Tempranillo 2009

Nome: Ladera de la Vega
Safra: 2009
País: Espanha
Região: Tierra de Castilla
Produtor: -
Importador: -

Uvas/Corte: Tempranillo
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 55
Onde foi comprado: Pizzaria de Mercedes, em Morro de São Paulo, na Bahia
Quando foi comprado: 10 de julho de 2011
Degustado em: 10 de julho de 2012
Onde Bebeu: Pizzaria de Mercedes, em Morro de São Paulo, na Bahia
Harmonizado com: Pizza 3 queijos e portuguesa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Cheiro de defumado.
Exame gustativo: Vinho gostoso para fechar nossa estada no Morro de São Paulo. Pizza saborosa do forno à lenha de Mercedes. Foi bem acompanhada pelo vinho. Melhor do que o da hora do almoço. Dia de chuva, ficamos no quarto, lendo, vendo Dirty Dancing. Claudio aproveitou para trabalhar. Falei que tinha acabado minhas anotações, mas Claudio me devolveu o iphone para que eu escrevesse uma lingazinha sobre o vinho. Vinhos não parece ser o forte dos restaurantes de Morro de São Paulo. Ficamos no hotel em frente a esta pizzaria e numa outra noite pedimos para ver as garrafas que eles ofereciam. Esta estava perdida entre algumas outras. O atendente não sabia nem o preço. Voltamos e pedimos para ele descobrir quanto custava. Se fosse um valor razoável, experimentaríamos o vinho. Achamos R$ 55 ok.
Nota: -


Comentário do Claudio
Exame visual: Grená escuro.
Exame olfativo: Nariz mistura leve defumado com notas de groselha.
Exame gustativo: Devido a chuva, mudamos nosso plano e resolvemos comer uma pizza em frente a nossa pousada. As opções de vinhos na ilha não são grandes e fiquei curioso com este espanhol de rótulo estranho. Início um pouco alcoólico, mas vai abrindo e melhorando com o tempo. Em boca, boa presença, com fruta escura madura. Foi bem com a pizza. Final levemente adocicado e algo oxidado. Agradou.
Nota: -

Apaltagua Reserva - Cabernet Sauvignon 2010

Nome: Apaltagua Reserva
Safra: 2010
País: Chile
Região: Colchágua
Produtor: Carballo Faro
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 35
Onde foi comprado: Italiotto
Quando foi comprado: 10 de julho de 2011
Degustado em: 10 de julho de 2012
Onde Bebeu: Italiotto
Harmonizado com: Massa com filé de frango
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Cheiro de defumado.
Exame gustativo: Durante nossa temporada em Morro de São Paulo, ficamos vários dias sem beber vinhos. Notamos que a oferta na ilha é bem pequena. Não encontramos nada que valesse à pena. No penúltimo dia, com toda a chuva que resolveu cair, decidimos ir comer uma massa na hora do almoço. Foi o restaurante mais perto também que conseguimos chegar, sem sombrinha. A comida e o clima pediam um vinhozinho. Na carta, achamos que esta meia garrafa seria suficiente. Acompanhou bem nosso prato. Foram dias muito bons de férias. Adorei. O almoço foi ao som de Zé Ramalho.  
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Exame visual: Violeta leve.
Exame olfativo: Alguma coisa leve que lembrava ameixa preta.
Exame gustativo: Em julho passamos alguns dias na tranquila ilha de Morro de São Paulo na Bahia. Nos dias que passamos por lá procuramos descobrir quais vinhos chegavam por lá nos mercadinhos e nos restaurantes, mas a oferta é pequena concentrada em alguns rótulos de um importador.  No último dia de nossa viagem, a chuva resolveu aparecer para atrapalhar um pouco. Resolvemos comer em um restaurante de comida italiana que tinha por lá e descobri esta meia garrafa na carta de vinhos. Resolvi pedir para acompanhar a massa, mas sem muitas expectativas. O vinho não decepcionou. Chegou na mesa ele estava muito gelado, mas à medida que a temperatura foi subindo, ele se mostrou ser um vinho correto, bem feito e agradável. Notas iniciais com predomínio de algo vegetal e final de boca com algo puxando para o caramelo. Boa presença em boca, funcionou bem com a nossa massa e com o dia chuvoso. Beber vinho sem expectativa pode lhe trazer boas surpresas.
Nota: 86.0 +

Adolfo Lona Demi Sec

Nome: Adolfo Lona Demi Sec
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Adolfo Lona

Uvas/Corte: Moscatel
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente me presenteado pelo seu Adolfo quando visitamos a vinícola em dezembro de 2011
Quando foi comprado: Dezembro de 2011
Degustado em: 1 de agosto de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Comida thai
Com quem: Rafaela e Marie

Comentário do Produtor
A necessidade de atender o amplo mercado de apreciadores de espumantes mais amáveis, com moderados teores de açúcar, fez com que Adolfo Lona desenvolvesse o DEMI, elaborado exclusivamente com a variedade Moscatel produzida na Serra Gaúcha. Esta variedade originária do norte da Itália e perfeitamente adaptada às condições de clima e solo brasileiros desde a década de sessenta é utilizada com êxito nos espumantes doces aromáticos. Com essa uva se elabora no país de origem o famoso espumante Asti e no Brasil o conhecido Espumante Moscatel. A proposta é oferecer ao mercado um produto diferenciado, com teor de álcool de 12%, semelhante aos espumantes tradicionais e conteúdo de açúcar de 25 gramas por litro, que o enquadra como demi-sec, na faixa de 20 a 60 gramas de açúcar por litro. O método utilizado para a tomada de espuma é o Charmat (ou grandes recipientes), que possibilita com seu curto tempo de duração preservar e destacar os aromas primários da uva. O resultado é um espumante fresco, jovem, alegre, de pérlage intenso e persistente, com cores pálidas e aromas marcantes da uva que o gerou, por isso extremamente aromático, com sabor amável e ligeiros toques doces. A limitada quantidade total de açúcares contida nesse espumante o transformam num excelente companheiro de momentos descontraídos fora das refeições,como aperitivo e também acompanhando pratos frios e quentes à base de carnes brancas e peixes. Deve ser servido bem frio, a temperaturas próximas aos 5ºC, que se consegue colocando a garrafa num balde com gelo durante 45 minutos.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Claudio saiu para encontrar com os amigos da faculdade e eu aproveitei para colocar a conversa em dia com minha amiga Marie. Pedimos uma ótima comida thai e abrimos este espumante para acompanhar.  Marie, como boa francesa, não gosta de bebidas doces, mas ou disfarçou ou gostou deste. Não é exatamente doce, mas não tem a austeridade de um brut. Eu, particularmente, gosto muito. Doce na medida certa. Esta garrafa veio de Garibaldi. No final do ano, visitamos a vinícola e quando tentei comprar uma garrafa, seu Adolfo disse que eu levaria uma de presente. Fiquei superconstrangida, mas, no fundo, aceitei feliz. Claudio prefere outros do seu Adolfo. Então, achei que esta seria uma boa oportunidade para provar o meu espumante.
Nota: 90.0

30 de agosto de 2012

Degustando e Celebrando com os Douro Boys no Rio

Final do mês passado o evento "Degustando e Celebrando" com os Douro Boys passou pelo Rio de Janeiro, mais precisamente nos belíssimos salões do consulado de Portugal.

Este foi o segundo evento dos Douro Boys que participei e nas duas oportunidades tive a possibilidade de ver de perto a simpatia, a amizade e os belíssimos vinhos de 5 grandes produtores do Douro: Fransisco Olazábal da Quinta do Vale Meão, João Ferreira Álvares Ribeiro da Quinta do Vallado, Miguel Roquette da Quinta do Castro, Dirk Van Der Niepoort da Niepoort Vinhos e Cristiano Van Zeller (que este ano não estava presente no evento) da Quinta do Vale Dona Maria.

Em 2003 estes 5 produtores se juntaram com a missão de divulgar e colocar o Vale do Douro no mapa mundial do vinho. E conseguiram através da produção de vinhos de muita qualidade e consistência em toda a linha e principalmente do clima de "reunião entre amigos" que estes produtores conseguem transmitir em seus eventos.

Não foi diferente neste ano no belíssimo consulado de Portugal aqui no Rio. Sempre muito concorrido, o evento em seu início estava muito cheio, mas quem esperou o salão esvaziar um pouco, conseguiu provar todos os vinhos com calma e conversar com os produtores, sempre muito solícitos.

Todos os vinhos provados estre brancos, tintos e Potos eram de muita qualidade, mas podemos destacar alguns deles. Da Quinta do Crasto (importado para o Brasil pela Qualimpor), podemos destacar o excelente Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2009, com muita fruta intensa na boca, um vinho concentrado e muito bem feito. Ainda jovem irá ficar ainda melhor com alguns anos. Da Quinta Vale D. Maria (importado pela VinhoSul) destaque para o VZ Douro branco 2010, gostoso e gastronômico e o CV Curriculum Vitae Douro Tinto 2008, um belíssimo e envolvente tinto. Da Quinta do Vale Meão (importado pela Mistral) o vinho de mesmo nome da safra 2009 foi, na minha opinião, um dos melhores vinhos do evento. Já tinha provado outras safras deste vinho, mas esta está especialmente boa: intensidade, complexidade e elegância, um vinhaço que ainda vai evoluir bastante em garrafa. Da Niepoort (importado pela Mistral) muita qualidade em toda a linha, destaque para o vinho de maior personalidade do evento o Charme 2007, dentre todos os vinhos provados este é o que apresenta um perfil aromático e em boca que sai da curva dos outros vinhos, estilo único e muita personalidade, ouvi alguns comentários dizendo que parecia um Barolo. Vale provar e tirar suas conclusões. Deste mesmo produtor o Porto que mais gostei, um Colheita 1998, delicioso. E da Quinta do Vallado foi difícil escolher o melhor vinho, mas vou dar o destaque para o excelente Quinta do Vallado Reserva Fiels Blend, outro vinho muito envolvente, boa concentração e complexidade.

Quem nunca provou um vinho destes produtores e querem conhecer um pouco sobre o que esta região produz, podem escolher um destes vinhos que irá se surpreender. Belos evento, belos vinhos de uma das regiões vinícolas mais bonitas do mundo: o Douro.

29 de agosto de 2012

Estacion Por Venir - 2007

Nome: Estacion Por Venir
Safra: 2007
País: México
Região: Valle de Guadalupe
Produtor: Union de Productores del Valle de Guadalupe
Importador: -

Uvas/Corte: Petite Sirah, Cabernet Sauvignon,Zinfandel, Barbera
Teor alcoólico: 13,3%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente presenteado ao Claudio pelo tio Carlos e Lucila
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de julho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salada e pizza
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
It’s a medium-bodied and low-medium structured wine, to be enjoyed alone or in
company of lightly spiced meat or pasta. It has fruity character, no oak notable.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Parecia ter um dementador dentro da taça, mas ele era inofensivo.
Exame olfativo: Bem alcoólico no começo, mas depois melhorou.
Exame gustativo: Estávamos há meses para abrir os vinhos mexicanos que o Claudio ganhou do tio Carlos. Finalmente, tomamos a decisão. Confesso que estava com um pouco de medo, bobo, porque raramente abrimos vinhos do México. Foi uma boa surpresa no final das contas. Na verdade, se eu não soubesse que é mexicano, provavelmente acharia que é de um país bem conhecido.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Diferente, original e bem interessante. Em um papel texturizado e com círculos cortados. Gostei.
Exame visual: Grená vivo.
Exame olfativo: Início com um pouco de álcool depois surgiram notas de groselha e pimenta preta.
Exame gustativo: Este é o terceiro vinho Mexicano que comentamos aqui no Blog e todos nós ganhamos do tio Carlos e da Lucila. Eles importam a tequila Revolution para o Brasil além de outros produtos de gastronomia e em uma de suas viagens ao México comprou alguns vinhos e gentilmente nos presenteou. Assim como o rótulo este vinho é diferente e inusitado. A começar pelo seu corte, nunca tinha provado nada com esta combinação de uvas, deve ser unica e deixa o vinho bem peculiar. Vinho de corpo médio, uma mistura de notas de pimenta, especiarias (algo picante)e fruta em boca. Seu final se concentra na boca e aparece notas levemente doces. Um vinho que muda bastante em taça e com o passar do tempo seu final caiu um pouco. Um vinho diferente que gostei de provar. Em geral os três vinhos mexicanos que provamos mostraram bons resultados. 
Nota: 87.0 +

TH - Sauvignon Blanc Casablanca 2011

Nome: TH
Safra: 2011
País: Chile
Região: Vale de Casablanca
Produtor: Undurraga
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente presenteado pela Abflug
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de julho de 2012
Onde Bebeu: Casa do Mauro e da Marcela, no Rio
Harmonizado com: Moqueca de camarão
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
This is a lifted and exuberant Sauvignon Blanc, pale straw green in colour and vibrantly aromatic. Ripe citrus and tropical fruit aromas of pink grapefruit, passion fruit and guava dominate the nose. Subtle lychee aromas come through on the finish. It is consistent and broad on the palate, with great volume, pleasant acidity and a sweet passion fruit aftertaste.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Apesar do boicote de nossos celulares, que não receberam o convite do Mauro para comermos moqueca na casa deles, nós conseguimos! Estava deliciosa, como sempre. Resolvemos levar este vinho para acompanhar a comida. Combinou bem. A tarde foi bem agradável. Obrigada, Mauro, por sempre nos agraciar com pratos saborosos.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Escolhemos este Sauvignon Blanc para acompanhar a moqueca que o Mauro fez. Já havia provado todos os vinhos desta cepa da linha Terroir Hunters e todos são de muita qualidade. Esta garrafa da região de Casablanca, funcionou bem com a moqueca. É um vinho elegante, sem aquele excesso de notas verdes que muitos Sauvignons Blancs chilenos apresentam. Em boca ele é envolvente, notas de alguma fruta tropical, boa acidez e com um ótimo final. Um vinho muito bem feito e ótima pedida para quem curte esta cepa.
Nota: 90,0+

28 de agosto de 2012

TH - Pinot Noir 2009

Nome: TH
Safra: 2009
País: Chile
Região: Vale de Casablanca
Produtor: Undurraga
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente presenteado pela Abflug
Quando foi comprado: -
Degustado em: 20 de julho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa ao alho e óleo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Intense and complex Pinot Noir dominated by black cherries, raspberries and spices on the nose, with hints of liquorice and a subtle note of coffee notes. Wide palate, concentrated ripe cherries and brambleblackberriesbramble, with a bright acidity, soft tannins and a lingering finish.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Pinot de ótima qualidade. Bem leve. Serviu para brindar as bem-sucedidas semanas de férias. Aproveitei bastante, passeando por Morro de São Paulo, na Bahia, e no Mato Grosso do Sul. Comecei e terminei as férias estudando e terminando trabalhos de aula, mas o meio foi bem aproveitado para descansar. Senti um gosto de defumado neste vinho. De uma modo geral, todos os vinhos TH me agradaram.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Segue a linha TH, com as pegadas do "caçador de Terroirs". Conceitualmente interessante.
Exame visual: Característico de Pinot Noir, claro, tom de cereja.
Exame olfativo: Notas defumadas, final com leves frutas vermelhas.
Exame gustativo: O projeto Terroir Hunters da vinícola Undurraga é bem interessante. Eles procuram e estudam diversos terroirs diferentes e escolhem pequenas parcelas para plantar determinada cepa. No caso deste Pinot Noir o local escolhido foi a região de West Casablanca. É um Pinot de muito boa qualidade. Bem representativo da cepa, em boca notas de cereja com leve notas terrosas Em boca apresenta uma boa mistura de intensidade e elegância. Boa fruta em boca e com o tempo aparecem notas defumadas. A região de Casablanca é muito interessante para esta cepa. Ótimo vinho.
Nota: 90.0

Norton Reserva - Cabernet Sauvignon 2009 / Jean Bousquet Grande Reserva - Malbec 2009


Nome: Norton Reserva / Jean Bousquet Grande Reserva
Safra: 2009 / 2009
País: Argentina / Argentina
Região: Mendoza / Mendoza
Produtor: Bodega Norton / Jean Bousquet
Importador: - / Abflug

Uvas/Corte:  Cabernet Sauvignon / Malbec
Teor alcoólico: 14,5% / 15,8%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Ricardo / Direto da importadora Abflug
Quando foi comprado: -
Degustado em: 19 de julho de 2012
Onde Bebeu: Casa do Ricardo e da Raquel
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio, Rafaela, Ricardo, Raquel, Tito, Miguel, Paula, Maria Claudia, Maria e Wagner

Comentário do Produtor
Vibrant ruby color. Complex aromas of ripe red fruits and mint, with dark chocolate notes. Highly concentrated on the palate with round, ripe tannins and a long, spicy finish.


Color | Violeta opaco, casi negro, color típico del Malbec de mayor calidad.
Nariz | Aromas Intensos recordando frutas rojas maduras, ciruela, grosella negra, pimienta negra con notas de fruta confitada y mermelada. Notas sutiles de chocolate, café y nuez dadas gracias a un envejecimiento largo en nuevo roble francés.
Boca | Paladar aterciopelado, taninos suaves y redondos con notas de mora, especias y trufa que proveen una complejidad aromática con un final exquisito


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O Wagner veio ao Brasil pela primeira vez desde que se mudou para a Nova Zelândia em 2009. Estávamos todos com saudades e curiosos. Fizemos um verdadeiro interrogatório. A noite foi agradável e divertida. Wagner chegou a ficar com soluço com as histórias do Miguel. As pizzas estavam deliciosas e os vinhos acompanharam tudo isso muito bem.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Nos reunimos na casa do Ricardo e da Raquel para reencontrar o Wagner que veio a peimeira vez ao Brasil depois de 3 anos morando na Nova Zelândia. Chegando lá o Ricardo abriu uma garrafa de um Norto Reserva que ele havia trazido da Argentina. Ele colocou o vinho no Decanter e foi uma decisão acertada. No início ainda estava fechado e não mostrou todo o potencial. Na última taça que ele começou mostrar todo o seu valor. Boa estrutura, final bem marcado, um bom vinho que tem tudo para evoluir na garrafa. Segundo vinho da noite foi um Grande Reserva Malbec de uma vinícola que gosto muito: Jean Bousquet. É um grande vinho, muito corpo, muita presença em boca, macio e envolvente. Notas levemente doces em boca, com muita fruta. Mesmo com toda esta estrutura, não é enjoativo como muitos Malbecs que vimos por aí. Um vinho que vale provar. A noite foi divertida com o Wagner contando as novidades da Nova Zelândia.
Nota: -

27 de agosto de 2012

Antaño Crianza 2008


Nome: Antaño Crianza 
Safra: 2008
País: Espanha
Região: Rioja
Produtor: Bodegas y Vinedos Marques de Carrión
Importador: Vinoteca Brasil

Uvas/Corte: Tempranillo, Mazuelo, Graciano, Garnacha
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 22, meia garrafa
Onde foi comprado: Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 14 de julho de 2012
Degustado em: 14 de julho de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio

Comentário do Produtor
Antaño Crianza es un Rioja de color rubí, con capa media alta, limpio y brillante. El ataque en nariz presenta la reducción propia de su reposo en botella, para finalmente mostrarse potente y complejo entre los aromas primarios de las variedades que lo componen y las maderas que lo envejecieron y le dejaron especiados recuerdos. En fase gustativa es algo tánico y ligeramente cinárico, dejando paso a un vino agradable con un largo final de boca complejo y aterciopelado.

Comentário do Claudio
Rótulo: Merece um redesenho buscando um pouco mais de delicadeza.
Exame visual: Grená
Exame olfativo:
Exame gustativo: A Rafaela tinha viajado e como estava sozinho em casa resolvi comprar uma meia garrafa para acompanhar a pizza da noite. Nem sempre a oferta de vinho em meia garrafa é boa. Resolvi ir até a Cobal para buscar uma. Acabei escolhendo este espanhol que ainda não conhecia. É um típico vinho básico espanhol. No primeiro gole ele se mostrou interessante, mas para minha surpresa o vinho começoua decair e em pouco tempo ele perdeu suas características que tinha. Realmente foi um comportamento estranho, deixou o vinho apagado, sem vida.
Nota: 84,0

26 de agosto de 2012

Pharos Crianza 2007 / Trinity Hill Syrah 2009

Nome: Pharos Crianza / Trinity Hill
Safra: 2007 / 2009
País: Espanha / Nova Zelândia
Região: Rioja /
Produtor: Bodega Classica / Trinity Hill
Importador: Confraria Carioca /

Uvas/Corte: Tempranillo, Garnacha Tinta e Graciano. / Syrah
Teor alcoólico: 13,5% / 13%
Rolha: Cortiça / Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Confraria Carioca
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de julho de 2012
Onde Bebeu: Confraria Carioca
Harmonizado com: frios e Cheese burguer
Com quem: Claudio, Miguel, Carlinhos e Marcelo

Comentário do Produtor
-

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Marcamos o encontro mensal dos meus amigos da faculdade na Confraria Carioca, em Botafogo. Confraria Carioca é um loja e importadora de vinhos que tem algumas mesas onde você pode beber o seu vinho, pertence ao amigo Duda Zagari. O Duda importa alguns bons vinhos espanhóis bem garimpados por ele. E para abrir a noite ele nos indicou o Pharos, um Rioja que não conhecia. O vinho agradou bastante, boa presença em boca, taninos arredondados pela medeira (bem integrada). Um bom vinho que vale ser provado. Partimos para o segundo vinho da noite e acabamos escolhendo um Syrah da Nova Zelândia, também por indicação do Duda. Um excelente Syrah, elegante e com personalidade. Mais um que também vale provar. Saldo negativo da noite foram os sanduíches que pedimos no Joe Leos, restaurante que fica no mesmo shopping, que estavam péssimos.
Nota: - 

Adolfo Lona Brut

Nome: Adolfo Lona Brut
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor:  Adolfo Lona
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 15
Onde foi comprado: Zona Sul
Quando foi comprado: Abril 2012
Degustado em: 28 de junho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Comida Thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
O espumante método tradicional Adolfo Lona sempre mantêm as leveduras durante períodos superiores a um ano e por isso apresenta um exuberante conjunto de características aromáticas e gustativas que o diferenciam dos outros espumantes comercializados no Brasil.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fica melhor quando está na temperatura certa. Tão bom combinar espumante com comida thai. Dá sempre uma alegria. Apesar de que este espumante pode até ser bebido sozinho, que vai bem.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi uma das últimas garrafas de espumantes do Adolfo Lona que tínhamos em casa. Sempre muito agradável, é uma escolha sem erros. Já bebemos este espumante em outras oportunidades já comentado aqui no blog e desta vez provamos com comida Thai. Funcionou muito bem. Boa acidez, muito bem feito pelo método tradicional. Ótimo espumante.
Nota: 

Fim de semana em Campinas com muitos vinhos entre amigos.

Fim de semana em Campinas

Quando: de 22 a 24 de junho de 2011

Com quem: Claudio, Rafaela, Vanessa, Alexandre, Baco, Gil, Érika, Cris, Val, Emerson, Anna, Daniel, Tati e Beto

Comentário da Rafaela
Tão logo ficamos sabendo que o Daniel e o Beto estavam organizando um Encontro de Vinhos em Campinas, nos escalamos para participar. Trocamos um e-mail com nossos amigos Alexandre e Vanessa e eles receber. Com lugar garantido para ficar, compramos nossas passagens e começamos a contagem regressiva. Pelo meio do caminho, descobrimos que a data seria outra. Tivemos alguns minutos de dúvidas, mas decidimos trocar as passagens e ir, pois sabíamos que seria um ótimo fim de semana. E foi mesmo. Fomos recebidos no aeroporto pelo Alexandre. Vanessa estava em casa com o Baco (que tinha tomado banho e estava até de gravatinha nos esperando). Pouco tempo depois começaram a chegar os outros amigos para um jantar festivo. Como sempre, Vanessa preparou um jantar inesquecível e repleto de delicadezas. Obrigada por lembrar que não como (muita) carne. E que o Claudio não gosta de chocolate. :) Foi um ótimo encontro. Adoramos rever a todos. Érika e Gil haviam a acabado de chegar de Uberlândia. Entre os vários pratos da noite, havia uma sopa deliciosa de abóbora elaborada pelo Emerson - então uma novidade da Voilà. Este foi apenas o começo. No sábado, voltaríamos a nos encontrar, para o Encontro de Vinhos, organizado pelo Dani e pelo Beto no Casarão, lugar superbonito de Campinas. Passamos por lá o dia. Encontramos vários conhecidos, conversamos bastante, provamos vários vinhos. Alguns participaram dos top 5. Eu fiquei fazendo algumas fotos com a câmera do Gil. :) Lá pelas tantas, o Gil nos chamou para nos apresentar a um casal que costuma ler nosso blog. Eu fico meio envergonhada sempre, mas agradecida. Obrigada! Depois do encontro de vinhos, fui dar uma voltinha no shopping com Cris, Val, Érika e Gil. Claudio ficou com Vanessa e Alexandre. Mais tarde nos encontramos no Bráz. Eu gostei especialmente de um dos vinhos levados pelo Alexandre, um malbec. Fui tão egoísta, que nem deixei o Alexandre dá-lo para o Beto, que chegaria mais tarde. Desculpa, Beto. Depois, veja só, nem bebi mais o vinho, pois no domingo fomos almoçar em Sousas e eu a Vanessa acabamos provando foi uma caipirinha. Aos poucos, nosso fim de semana chegava ao fim. Obrigada, queridos amigos de Campinas e Jundiaí. É sempre muito bom encontrá-los. Voltamos muito mais felizes para casa. Espero que o próximo encontro não demore.

Comentário do Claudio
Final de semana com muitos vinhos e encontro com amigos. Em função do Encontro de Vinhos que o Beto e o Daniel, combinamos de ir até Campinas para reencontrar os amigos e claro, beber alguns vinhos. Além do pessoal de Campinas e região, o Gil e a Érika de Uberlândia também foram até lá. Turma reunida, começamos com um jantar na casa do Alexandre e Vanessa. Os vinhos da noite estão nas foto acima. Foi um final de semana que não fizemos anotações sobre os vinhos degustados. Apenas resolvemos aproveitar o que o vinho proporciona de melhor: reunir os amigos. No dia seguinte foi o dia do Encontro de Vinhos, assim como foi no Rio, um sucesso. Organização perfeita, ótimos vinhos e um grande público sem contudo ter aperto. No próximo final de semana mais uma edição do Encontro de Vinhos, desta vez em Ribeirão Preto. Quem estiver por perto, recomendo. Depois do evento ainda tivemos força para ir até a pizzaria Braz e abrir mais algumas garrafas. Alexandre passou em casa e pegou 3 garrafas na adega. Resolvemos abrir todas, mas o pessoal já estava devagar e voltamos com as garrafas para casa. Alexandre durante a semana foi verificando a evolução. Nada melhor que reunir amigos e beber bons vinhos. Que venham novos encontros!

25 de agosto de 2012

Apresentação dos vinhos da Bodega Melipal no Rio de Janeiro

Em uma noite muito agradável na Cavist de Ipanema com a presença de Clarisa Aristi, proprietária da vinícola Melipal e do amigo Avelino Zanetti, sócio da importadora curitibana Mundosur, tive a oportunidade de provar alguns vinhos interessantes desta vinícola de Mendoza.
A Melipal é uma vinícola jovem, foi criada em 2002, pela família Aristi que tinha tradição no setor agrícola (trigo e algodão) e pela paixão ao vinho iniciaram este projeto. Desde as primeiras safras a família conseguiu obter excelentes resultados com os vinhos e hoje já são 87 hectares plantados, sendo 25 hectares de parreiras antigas, de 1923. Produzem cerca de 300 mil litros em três linhas de produtos: Ikella, Melipal e Melipal Reserva.
O primeiro vinho que provamos foi um Malbec Rosé da linha Melipal. Já havia degustado este vinho antes e mais uma vez ele mostrou bom resultado. Feito de uvas Malbecs colhidas prematuramente, é um vinho com uma cor intensa e sedutora. Notas doces e delicadas ao nariz que se repete em boca. Um vinho de corpo leve/medio, muito fresco. Vai acompanhar muito bem entradas e vai muito bem em dias mais quentes. 
Passamos para a linha Ikella, provamos um Malbec e um Cabernet Sauvignon. Esta linha se mostrou bastante consistente e bem feita. O Malbec possui boas características da cepa, sem exageros. Um vinho fácil de se gostar. O Cabernet Sauvignon apresentou bastante fruta madura no nariz. Na boca se mostrou um vinho muito interessante, com bom corpo, boa intensidade e evolução. Vinho com traços gastronômicos que gostei bastante. Esta linha custa cerca de R$ 50-60, bom preço para o que oferece.
A prova seguiu para dois Malbec, um da safra 2009 e um da linha reserva safra 2007. Dois malbecs de boa estrutura, bem feitos. A safra 2009 mostrou notas de café, ameixa. A linha reserva com mais complexidade e com bom potencial para envelhecer. Para finalizar a ótima noite, provamos um novo vinho, um corte diferente com Malbec, Petit Verdot e Cabernet Franc. Um excelente vinho, muito intenso com longo final. Um vinho que empolga e que vai dar muito o que falar. 
Foi uma noite agradável, com vinhos ótimos e muito consistentes. Em breve os vinhos estarão sendo vendidos na Confraria Carioca, no shopping Rio Plaza, para o pessoal aqui do Rio. Valem ser provados!

15 de agosto de 2012

Eichberg Grand Cru - Pinot Gris 2008

Nome: Eichberg
Safra: 2008
País: França
Região: Alsácia
Produtor: Wolfberger

Uvas/Corte: Pinot Gris 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Supermercado em Estrasburgo, na França
Quando foi comprado: 20 de agosto de 2008
Degustado em: 18 de junho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Comida thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Comprei este vinho de forma bem desinteressada em um supermercado de Estrasburgo no ano passado. Uma colega polonesa do curso de alemão queria comprar um vinho para levar para o pai. Enquanto ela escolhia o vinho dela, resolvi olhar as meias garrafas. Adorei a minha escolha às cegas. O vinho é ótimo, docinho sem ser enjoativo. Perfeito em sua doçura. Tomara que o encontre uma segunda vez por aí. Neste domingo, eu havia acabado de chegar em casa, depois de um fim de semana de trabalho em Teresópolis, na região serrana do Rio, onde o DAAD realizou um seminário sobre desastres naturais.
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonita garrafa.
Exame visual: Dourado.
Exame olfativo: Nariz delicado e agradável com leves notas doces aparecendo.
Exame gustativo: Um Pinot Gris da Alsácia, quase doce (em uma escala de 1 a 9, sendo 9 o doce, este vinho está em 6, conforme o contra rótulo). Em boca, ele apresentou excelente cremosidade, com uma mistura que parecia doce de maçã com uvas verdes. Boa complexidade, notas doces agradáveis e ricas. O seu final poderia ser um pouco mais longo. Foi bem com a comida, mas acho que iria melhor se tivesse na escala 3 de doçura descrita acima. Bom vinho, boa surpresa. É bom provar algo diferente do que bebemos regularmente.
Nota: 89,0 +

9 de agosto de 2012

Marcel Lapierre MMIX / Minimvs Anima - 2007

Nome: Marcel Lapierre MMIX / Minimvs Anima
Safra: 2009 / 2007
País: França / Brasil
Região: Villié Morgon / Encruzilhada do Sul
Produtor: Marcel Lapierre / Marco Danielle

Uvas/Corte: Gamay 100%  / Tannat (35%), Cabernet Sauvignon (35%), Alicante Bouschet (20%) e Merlot (10%)
Teor alcoólico: 14,5% / 13.5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Na própria vinícola, em Villié Morgon, na França / Gentilmente oferecido pelo Pedro
Quando foi comprado: Setembro de 2010 / -
Degustado em: 14 de junho de 2012
Onde Bebeu: Restaurante Aprazível, em Santa Teresa
Harmonizado com: 
Com quem: Claudio, Rafaela, Pedro Hermeto, Paul Medder, d. Ana

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia um tempão que eu queria conhecer o Aprazível. Claudio já havia ido em duas outras oportunidades, duas degustações. Deixamos passar o frenesi do dia dos namorados e no dia 14, lá fomos nós para Santa Teresa. Como iríamos beber, fomos de táxi. Ideia boa, mas cheguei lá em cima meio enjoada. O taxista era, digamos, meio agitado. Dirigia feito um louco. Isso não chegou a estragar o jantar. Logo me recuperei. Foi uma noite muito legal, pois tivemos a companhia do Pedro, da d. Ana, que é a mãe do Pedro, assim como do Paul Medder, o sommelier do Aprazível, um neozelandês tão sério quanto simpático. Comemos um prato bem gostoso, a galinhada caipira, mas melhor mesmo foi a deliciosa sobremesa, Morango do Amor, que eu já havia planejado comer desde que olhei o cardápio em casa. Foi uma noite bem agradável. Na volta ainda ganhamos carona da simpática mãe do Pedro, a d. Ana. Tomara que a repitamos logo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Há pouco tempo tinha ido a um jantar no ótimo e aconchegante restaurante Aprazível em Santa Teresa e em uma conversa com o Pedro Hermeto, descobri que ele também gostava muio dos vinhos do falecido produtor francês Marcel Lapierre. Em 2010 quando viajamos pela França fizemos uma visita à vinícola (relembre aqui, aqui e aqui). Durante a visita, provamos um vinho especial, o Marcel Lapierre MMIX e compramos uma garrafa para bebermos aqui no Brasil. Combinamos com o Pedro de levar nossa garrafa e bebermos juntos durante um jantar no Aprazível e assim a Rafaela conseguiria conhecer o restaurante. Este é um Gamay muito especial. Feito apenas em grandes safra e de apenas uma pequena parcela de vinhedos. Já tinha ficado muito impressionado com a força e complexidade que os Lapierres conseguiram imprimir neste vinho e não foi diferente nesta garrafa. Vinho inicialmente estava muito fechado. Colocamos em um decanter e esperamos um pouco para beber. Abriu bastante e pudemos comprovar toda a concentração e fruta desta garrafa. De qualquer forma, todos concordaram que cometemos um crime ao abrir a garrafa. Este vinho tem muito potencial e não estava no ponto para abrir. Pelo menos deveríamos esperar por pelo menos mais uns 5 anos para abrir. Mesmo assim, pudemos sentir o potencial do vinho e foi a melhor companhia para a noite agradável, de boa comida e bom papo. Fiquei com vontade de tentar comprar uma outra garrafa para abrir daqui a alguns anos. Depois, o Pedro gentilmente abriu uma garrafa da adega, o Minimus Anima 2007, vinho brasileiro do polêmico produtor Marco Daniele. Um vinho com um corte inusitado, de perfil velho mundo, equilibrado e interessante. Não tinha provado ainda este vinho e gostei. Uma ótima noite.
Nota: 

6 de agosto de 2012

Barda - Pinot Noir 2010

Nome: Barda
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Patagonia
Produtor: Bodega Chacra

Uvas/Corte: Pinot Noir
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Winery, em Buenos Aires
Quando foi comprado: 30 de dezembro de 2011
Degustado em: 12 de junho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Lasagna Veronese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor: Vermelho rubi translúcido.
Aroma: Aroma delicado e intenso com muita fruta e suaves toques florais.
Palato: Boa presença de fruta fresca, saboroso, taninos sedosos, redondo, média persistência, vibrante, suculento e extremamente agradável de tomar.
Harmonização: Harmoniza muito bem com carnes leves mas de sabor marcante como porco, javali, vitela e aves.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Neste dia dos namorados, como de costume, ficamos em casa. Descongelamos uma lasagna que havíamos comprado na Veronese, abrimos este ótimo Barda e ficamos felizes e tranquilos por aqui. O vinho é todo perfeitinho, gostoso, leve, mas com personalidade. Gostei muito.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Límpo, clássico, equilibrado. Usa hotstamp cobre.
Exame visual: Típico de Pinot Noir, translúcido e claro.
Exame olfativo: Notas de cerejas. Início com um pouco de álcool, que logo desapareceu.
Exame gustativo: Um Pinot Noir da Patagônia muito interessante. Corpo leve, taninos redondos, com boas características da cepa. É um Pinot muito agradável, bem feito e com personalidade. Início com notas frutadas como cereja, final muda para algo com leve amargo, sem ser um defeito, álcool bem comportado. Gostei deste Pinot e vale ficar de olho o que está saindo da Patagônia com esta cepa.
Nota: 89.0

5 de agosto de 2012

Adolfo Lona Brut / Villa Antinori 2007

Nome: Adolfo Lona Brut / Villa Antinori
Safra: - / 2007
País: Brasil / Italia
Região: Garibaldi / Toscana
Produtor:  Adolfo Lona / Antinori
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir / Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah
Teor alcoólico: 12% / 13.5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 15 / 16,99 euros
Onde foi comprado: Zona Sul / Galeria Kaufhof, em Frankfurt am Main
Quando foi comprado: Abril 2012 / 23 de abril de 2012
Degustado em: 8 de junho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Lasanha da Veronese
Com quem: Claudio, Rafaela, José Rodrigo e Sabrina

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando Claudio vai a São Paulo, volta e meia fica hospedado na casa do Zé Rodrigo e da Sabrina. Num desses encontros, acabaram conversando sobre comidas e lugares que o Zé sentia falta aqui no Rio. Ele disse que gostava da lasanha da Veronese. Quando os convidamos para vir aqui em casa jantar, Claudio teve a ideia de fazer uma surpresa ao Zé. Acho que ele gostou. É uma lasanha bem caseira. Eu gostei também. Para acompanhar algumas entradinhas, abrimos o espumante do seu Adolfo que o Claudio comprou por um ótimo preço em uma promoção do Zona Sul. Estava bom, como sempre. Para acompanhar a lasanha, escolhemos esse Villa Antinori, que eu havia comprado em Frankfurt, na viagem que fiz à Alemanha em abril. Comprei este vinho influenciada pela conversa que ouvi durante um almoço em São Paulo, com o Deco Rossi e o João Filipe Clemente. Naquele dia, provamos um vinho da Antinori, e fiquei com o nome na cabeça. Assim, quando o vi na Kaufhof não tive dúvidas. Quando cheguei, Claudio quis saber porque tinha comprado um vinho tão simples. No final, achei o vinho é bem bom.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Convidamos o casal de noivos, José Rodrigo e Sabrina, para jantarem aqui em casa. Na infância o José Rodrigo costumava comer a ótima lasanha do Veronese, casa com mais de 50 anos, que vende massas frescas e que fica no início de Ipanema. Para fazer uma surpresa resolvemos que o menu do jantar seria a tal lasanha. Para abrir a noite um espumante já nosso conhecido o ótimo Brut do amigo Adolfo Lona, que dispensa comentários e como sempre a garrafa acabou rapidamente. Para acompanhar a lasanha nada melhor que um vinho italiano, escolhemos o Villa Antinori. Ao provar achei que em seu final aparecinha uma leve nota que indicava que ele estava querendo ficar bouchonnè, mas somente eu tive esta impressão. Noite muito agradável.
Nota: 

1 de agosto de 2012

Santa Ema - Cabernet Sauvignon 2010 #cbe

Nome: Santa Ema
Safra: 2010
País: Chile
Região: Maipo
Produtor: Santa Ema
Importador: Vinoteca Brasil

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 21 (meia garrafa)
Onde foi comprado: Loja Candy, na Cobal, no Rio
Quando foi comprado: Julho de 2012
Degustado em: 30 de julho de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa da Veronese, com molho de gorgonzola com cogumelos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color Rojo rubí intenso.AromaIntenso y delicado, recuerda frutas rojas como ciruelas, moras y frambuesas, acompañadas de suaves notas de tostado. Paladar Vino redondo de muy buen balance y persistencia. Gastronomía Consumir con carnes rojas, platos condimentados, guisos, estofados y quesos

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Eu nem sabia do tema da CBE quando o Claudio chegou em casa com a garrafinha do Santa Ema. Ele só me disse: comprei para a CBE, você vai adorar o tema. Ontem, enquanto bebíamos o vinho, ele leu o e-mail do Gustavo, do Enoleigos, propondo o tema do mês. Achei tão bonito o tema e mais bonitinho ainda o Claudio por ter escolhido este vinho. O vinho em si é bem correto, simples, gostoso. Para nós, porém, trás uma lembrança muito boa. Foi o primeiro vinho que bebemos juntos, na noite em que nos conhecemos, no dia 25 de novembro de 2005, em Curitiba. Também é, obviamente, o primeiro vinho do blog. Já bebemos muitos outros vinhos de lá para cá. Muitos mesmo. Este, porém, continua tendo esse significado especial. Enquanto o bebíamos, desta vez, ficamos tentando lembrar o que tínhamos conversado naquele primeiro encontro. Amenidades, chegamos à conclusão. Obrigada, Gustavo, por nos fazer lembrar de um momento tão bom.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Poderia ser um pouco mais delicado. O dourado e o logo da vinícola separado do restante do rótulo acaba pesando um pouco.
Exame visual: Rubi vivo e intenso.
Exame olfativo: Nariz direto, com algo de pimenta, leves notas vegetais. Depois de um tempo na taça aparece algo de caramelo.
Exame gustativo: Há algum tempo, tinha passado na Cobal e vi na vitrine de uma das lojas de vinhos uma garrafa magnum deste vinho. Tinha pensado em comprá-lo para provarmos em algum momento. Este foi o primeiro vinho que eu e a Rafaela degustamos juntos no dia que nos conhecemos em uma pizzaria em Curitiba e, consequentemente, é o primeiro vinho que publicamos no Le Vin au Blog. Com o tema deste mês, surgiu a oportunidade e resolvi comprar uma meia garrafa para ser o nosso vinho do mês na Confraria Brasileira de Enoblogs. É um vinho de entrada da vinícola. Um Cabernet Sauvignon bem feito e agradável. Equilibrado, não é complexo, com boa presença em boca e final vivo. Um vinho que possui um conjunto correto que ainda evolui bem na taça. Bom custo benefício.
Nota: -