20 de junho de 2012

Jean Bousquet - Malbec 2010

Nome: Jean Bousquet
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Jean Bousquet

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 25 (meia garrafa)
Onde foi comprado: Diretamente da Abflug
Quando foi comprado: 8 de maio de 2012
Degustado em: 8 de maio de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color | Violeta oscuro, casi negro típico de los mejores Malbec de Argentina.
Nariz | Aromas ricos intensos de mora con notas de grosella, pimienta verde,
y grosella negra.
Boca | Aromas de ciruelas maduras y de chocolate con una entrada en
boca suave y elegante. Estructura excelente y final largo.
Maridaje Culinario | Ideal con carne roja, salsas, quesos y pastas

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estamos meio apaixonados pelo Jean Bousquet, independente da uva, temos gostado de todos que provamos. Nesta noite, estreamos a minha tão sonhada panela de arroz. Ficou bem bom o jantarzinho!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Clean e equilibrado.
Exame visual: Violeta límpido
Exame olfativo: Algo de cereja, bem agradável
Exame gustativo: Este é aquele tipo de vinho que podemos chamar de ótima compra. É da linha de entrada do Domaine Jean Bousquet, mas não parece vinho de entrada. Vinho muito bem feito, foge daquele tipo óbvio de malbec. Em boca notas de frutas maduras, mas sem exageros. Agradável busca um equilíbrio e elegância. Boa presença em boca tanto na entrada quanto em seu final. É um vinho acima da média de outros vinhos da linha de entrada. Muito fácil de se beber, a garrafa acaba rapidamente. Bom vinho, ótimo custo/benefício.
Nota: 88.0

Maria Valduga Brut / Adolfo Lona Brut / Les Coteaux 2004 / Casa Riva 2003 / Monte Vide Eu 2006


Nome: Maria Valduga Brut / Adolfo Lona Brut / Les Coteaux / Maria Pinto / Monte Vide Eu
Safra: - / - / 2004 / 2003 / 2006
País: Brasil / Brasil / África do Sul / Chile / Uruguai
Região: Vale dos Vinhedos / Garibaldi / Western Cape / Vale do Maipo / Montevideo
Produtor: Casa ValdugaAdolfo Lona / Mont du Toit / Casa Rivas / Bouza
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir / Chardonnay e Pinot Noir / Cabernet Sauvignon, Merlot e Shiraz / Syrah e Cabernet Sauvignon / Tannat, Merlot e Tempranillo
Teor alcoólico: 13% / 12% / 14,5% / 14% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 6784 / - / - / - / 1493 de 3920
Preço: Gentilmente nos enviado pelo Gil e pela Érika, do Vinho para Todos via Cris e pela Val, do Vivendo Vinhos / Les Coteaux e Maria Pinto, gentilmente trazidos por Cris e Val
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 5 de maio de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Cristiano, Valdirene e Milena

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A programação, como previsto, foi intensa, com muitos passeios pela cidade. Começamos tomando café na Casa da Táta, na Gávea. Dali, fomos até o Mirante do Leblon, com uma passada pelo Jardim Botânico primeiro. Fotos feitas, partimos para Copacabana, onde paramos para dizer um alô ao Carlos Drummond de Andrade, sempre simpático. O tempo parece que passou voando e dali resolvemos seguir para Santa Tereza, onde seria nosso almoço. Escolhemos o Sobrenatural, velho conhecido de outras visitas nossas (Alexandre e Vanessa que o digam...). Depois disso, fomos realizar o sonho da Val, de conhecer a Confeitaria Colombo. Havíamos estado lá uns meses atrás com minha amiga Denise. Paramos para um café e fui apresentada ao cartola, um doce no formato de um pastel de belém, só que feito com banana e canela. É de comer rezando. Nesse meio tempo, minha nova colega de doutorado, a Milena, ligou para se encaixar na nossa programação. Havíamos pré-combinado no dia seguinte e ela escolheu ir à praia tomar um espumante conosco. Deixamos Cris e Val no Pão de Açúcar enquanto Claudio ia ao supermercado comprar os ingredientes para o jantar e eu aproveitava para conhecer rapidamente o Bernardo, filho de nossos amigos queridos Cris e Flávio. Ele nasceu no dia 4 de maio, a cara do Flávio! Na volta para casa, passamos buscar a Milena e após rápida passagem por casa para pegarmos espumantes, taças e cangas, partimos rumo à Praia Vermelha. A noite não podia ter sido melhor escolhida: era o dia da tal lua gigante. Algumas nuvens apareceram, mas não estragaram nossa noite. Foi um programa muito divertido, que recomendamos. E esperamos fazer com outros amigos. Abrimos dois ótimos brasileiros: Maria Valduga, nos enviado pela Érika e pelo Gil, com quem havíamos estado na semana anterior, em Uberlândia. (Obrigada, amigos!) E um Adolfo Lona. Dali, partimos para casa, onde Claudio ainda prepararia nosso jantar: pizza! Aqui o agradecimento vai para o Emerson, que despertou o pizzaiolo existente no Claudio. A noite seguiu superagradável e uma alegria só! Obrigada, Cris e Val (e Milena), pela visita. Voltem sempre!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo:-.
Exame gustativo: O dia foi movimentado, como a Rafaela escreveu, e para fechar o dia nada melhor que bons vinhos. Começamos a noite na Praia Vermelha, sentados na areia, observando a lua e bebendo espumantes. O primeiro foi o Maria Valduga, presente dos amigos Gil e Érika. Esta foi a segunda vez que bebi o Maria Valduga. Desta vez, achei que ele estava melhor. Quem sabe alguns meses de garrafa não fizeram bem a ele? Pareceu-me mais maduro, complexo, realmente interessante. Na sequência, tinha levado uma garrafa do Adolfo Lona Brut e, já que estava ali, o bebemos também. Realmente beber um espumante à beira mar, na areia da praia, é um programa muito gostoso. Recomendo (acho que o Cristiano gostou). Voltamos para casa e fui preparar as pizzas da noite. Enquanto as preparava, o Cristiano abriu o primeiro tinto da noite, o sul-africano Les Coteaux, que ele gentilmente trouxe e eu não conhecia. Boa surpresa. Um vinho que sabe mesclar muito bem potência com elegância e que está no ponto para ser degustado, muito bom. Depois partimos para um chileno, Maria Pinto, com aquela característica que encontrávamos muito nos vinhos chilenos (que eu acho que tem diminuído ultimamente): notas clássicas de goiaba, doce de figo, goiabada. Vinho também bastante gostoso. Para finalizar a noite de pizzas, abrimos um Monte Vide Eu, belo vinho Uruguaio da Bouza. Vinho muito bom, que poderia ter sido bebido com uma comida mais intensa. Foi um ótimo dia e uma bela noite.
Nota: -

19 de junho de 2012

Adolfo Lona Nature

Nome: Adolfo Lona
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Adolfo Lona
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay, Pinot Noir e Merlot
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 15, em megapromoção do Zona Sul
Onde foi comprado: Zona Sul Botafogo, no Rio
Quando foi comprado: -
Degustado em: 4 de maio de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Cristiano e Valdirene

Comentário do Produtor
Com a finalidade de ampliar a diversidade de propostas oferecida ao exigente mercado de apreciadores de espumantes de qualidade, Adolfo Lona iniciou em 2005 a tomada de espuma e maturação desse novo produto.
O Nature é produzido a partir de um assemblage de vinhos da safra 2004 elaborado com as uvas tradicionais da Champagne - Chardonnay e Pinot Noir - misturadas a uma parcela menor de Merlot, vinificado em branco.
A presença de uma pequena porcentagem de blanc de noir Merlot permitiu reduzir ligeiramente a acidez e torná-la mais amável.
O resultado é um espumante de cores pálidas, transparente, com um pérlage intenso e persistente, aromas refinados com toques de pão torrado e mel, onde se destaca a complexidade e a leveza dada pela harmonia entre acidez e álcool. A ausência absoluta de açúcares é um desafio que exige esse equilíbrio.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Cris e Val haviam prometido há mais de ano virem nos visitar, mas só agora conseguiram reservar uma data e vir de verdade ao Rio. Claudio foi buscá-los no aeroporto e seguindo a tradição (de levar as visitas sempre nos mesmos lugares :) ), fomos comer sanduíche de queijo e abacaxi no Cervantes. Depois de uma rápida passada no Leme, para Val ver o mar, voltamos para casa. Como a noite ainda era uma criança, abrimos este espumante do seu Adolfo Lona, para comemorarmos a chegada das visitas. A programação no dia seguinte seria intensa.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Mistura dourado com prateado e verde, design pode evoluir.
Exame visual: Claro, algo como um amarelo pálido
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o espumante de boas vindas ao Cris e a Val. Eles vieram passar o final de semana no Rio e depois de comer um clássico sanduíche no Cervantes, voltamos para casa e abrimos esta garrafa do Adolfo Lona. Já havíamos degustado este espumante em outra ocasião, mas desta vez ele estava particularmente bom. Comprei algumas garrafas de espumante Adolfo Lona em uma promoção no Supermercado Zona Sul. Não sei se era algum lote antigo, mas esta garrafa pareceu particularmente evoluida. Notas de compota de Abacaxi misturado com notas de amêndoas deixavam este espumante muito interessante e equilibrado. Prazeroso a garrafa acabou rapidamente deixando aquele gosto de quero mais. Espumante no ponto!
Nota: 90.0

Rocca Alata Amarone della Valpolicela 2007

Nome: Rocca Alata Amarone della Valpolicela
Safra: 2007
País: Itália
Região: Vêneto
Produtor: Rocca Alata

Uvas/Corte: Corvina, Molinara e Rondinella
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Verona
Quando foi comprado: Agosto de 2010
Degustado em: 2 de maio de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com bolognese Veronese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Un vino che nasce in un territorio ricco di storia, tra antiche rocche e ville patrizie. Per estrarre solo la parte più aromatica dall’acino, le uve vengono poste ad appassire per qualche mese e poste a maturare in botti. Presenta dei profumi intensi di ciliegia, ribes, cioccolato e spezie, è morbido, elegante, perfettamente equilibrato.Ottimo con piatti di carne, arrosti, e con formaggi invecchiati o erborinati.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho gostoso. Depois de semanas, tomamos um vinho em casa. E a escolha não poderia ter sido melhor, pois este Amarone estava muito bom, mesmo com um gosto verde de legumes que deixa na boca. Fácil de beber, fácil de gostar.
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonito rótulo com a utilização de verniz preto sobre o fundo preto criando uma bela textura.
Exame visual: Rubi, levemente atijolado.
Exame olfativo: Nariz que foi se abrindo durante a degustação. Difícil definição, algo de ervas misturado com frutas escuras maduras.
Exame gustativo: Sempre é um prazer beber um Amarone e este não foi diferente. Em boca tem bastante presença, com paladar intenso sem ser "over". Notas de chás, ervas misturado com frutas maduras. Vinho prazeroso e muito agradável. Final firme e longo. Boa evolução em taça. Bom vinho.
Nota: 90.0

L.A. Brut / Estrelas do Brasil Brut / 130 / Moët & Chandon Rosé Impérial / Le Paradis Cahors / Ladoix 1er Cru / Churchill

Nome: L.A. Brut / Estrelas do Brasil Brut / 130 / Moët & Chandon Rosé Impérial / Le Paradis Cahors /  Ladoix 1er Cru / Churchill
Safra: - / - / - / - / 2000 / 2008 / 2008
País: Brasil / Brasil / Brasil / França / França / França / Brasil
Região: Flores da Cunha / Vale dos Vinhedos / Vale dos Vinhedos / Reims / Cahors / Borgonha / Pinto Bandeira
Produtor: Luiz Argenta / Estrelas do Brasil / Casa Valduga / Moët & Chandon / Edmound Cornu e Fils / Valmarino

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: - /
Onde Bebeu: VPT Home, em Uberlândia
Harmonizado com: Queijos de entrada e bobó de camarão e lagostin, acompanhado por arroz. Teve também uma saladinha especial de entrada
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil, Érika, Antônia, Cris, Val e a mãe do Gil

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Organizando este post, dei-me conta de que foi um dia e tanto! O Luiz Argenta foi degustado mais cedo, durante o dia. Mais tarde, provamos todos os outros. Cris e Val chegaram cedo, mas antes de encontrarmos com eles, deu tempo para conhecermos o Parque do Sabiá, um lugar muito agradável de Uberlândia. Mais tarde, fomos almoçar no Mercado Público. O jantar foi muito especial. Érika produziu uma salada deliciosa, que tem até sorvete de limão! Inesquecível! O prato principal foi bobó de camarão com lagostins. Claudio deu uma forcinha na hora do preparo dos lagostins. Foi uma noite muito legal, na companhia de amigos queridos, dando muita risada e sentido-me muito feliz.Momentos como estes fazem a vida valer a pena. Muito obrigada aos queridos Érika e Gil por nos receberem de forma tão afetuosa em Uberlândia. Da próxima vez, iremos para conhecer o VPT Farm. Não vai demorar, podem ter certeza!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: 
Exame olfativo:
Exame gustativo: Nosso segundo dia em Uberlândia foi intenso e com muitos vinhos. Pela manhã, o Cristiano e a Val chegaram. Passamos em casa e, antes de sairmos novamente, abrimos o bom Luiz Argenta Brut. Já comentamos este vinho por aqui e gostamos dele. Depois de passear por Uberlândia começamos os preparativos para o jantar. Gil abriu um espumante que não conhecia, o Estrelas do Brasil. Espumante de paladar intenso, bom corpo e peculiar. Acho que pede uma comida. Na sequência, em homenagem à Rafaela, bebemos o nosso velho conhecido o 130. Provamos pela primeira vez o gostoso Möet Chandon Rosé. Na sequência três tintos: um Cahors que morreu depois de um tempo na taça, um elegante Borgonha oferecido pelo Gil e um surpreendente Cabernet Franc nacional, o Churchill. O Jantar preparado pela a Érika foi ótimo! Noite bastante animada em Uberlândia.
Nota: -

11 de junho de 2012

Casa Valduga Reserva Brut / Robert Weil - Riesling 2009

Nome: Casa Valduga Reserva Brut / Robert Weil - Riesling / Passito
Safra: 2009 / 2009 / -
País: Brasil / Alemanha / Itália
Região: Vale dos Vinhedos / Rheingau / -
Produtor: Casa Valduga / Robert Weil Weingut / -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 13% /  / 15,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 27 de abril 2012
Onde Bebeu: VPT Home, em Uberlândia
Harmonizado com: Queijos e frios variados
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil, Érika e Antônia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Logo depois de apanhar o Claudio no aeroporto, com direito a cartaz feito pela Antônia, voltamos para casa, onde várias delícias nos esperavam. A noite foi muito agradável, de bom papo e vinhos bons - apesar de este alemão ter cheiro de barata! Muito obrigada, Gil, Érika e Antônia, pela recepção tão carinhosa. Adoramos!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Assim que cheguei a Uberlândia, seguimos para a casa dos amigos Gil, Erika e Antônia. Chegando lá, vimos que a Érika tinha preparado uma bela mesa com várias coisas gostosas. Para abrir os trabalhos do final de semana, começamos com um espumante, o sempre bom Casa Valduga Brut. Sempre falo que a linha de espumantes da Valduga é muito consistente e este não fugiu à regra. Na sequência, provamos um vinho branco alemão, que eu tinha levado do Rio para provarmos lá. O vinho se mostrou bem peculiar e interessante. Era um Riesling, que no nariz tinha muito maracujá. Algo de petróleo ao fundo e que deixava o seu nariz bastante diferente. Na boca, muita intensidade e final com doçura. Vale provar e ler os comentários no blog do Gil, o Vinho para Todos, sobre este vinho. E o final de semana só estava começando.
Nota: -

Terranova Brut Rosé

Nome: Terranova Brut Rosé
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale do São Francisco
Produtor: Miolo

Uvas/Corte: Grenache
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelos queridos amigos Gil e Érika, do Vinho para Todos
Onde foi comprado: Sushi
Quando foi comprado: -
Degustado em: 26 de abril de 2012
Onde Bebeu: Uberlândia
Harmonizado com: Sushis e yakisoba
Com quem: Rafaela, Gil, Érika e Antônia

Comentário do Produtor
Espumante rosado de média intensidade, possui perlage delicada e constante, bom equilíbrio entre acidez/açúcar. Aroma lembrando flores e frutas vermelhas como cereja e morango.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -.
Exame gustativo: Logo depois de voltar da viagem à Alemanha, cai em outra viagem do trabalho. Desta vez, a Uberaba e a Uberlândia. Quando fiquei sabendo que iria para o Triângulo Mineiro, logo pensei nos amigos queridos Érika e Gil. Falei com o Claudio e nos convidamos para passar um fim de semana na VPT Home. Fomos prontamente acolhidos. Eu cheguei antes a Uberlândia. Érika, Gil e Antônia foram me buscar na rodoviária e por votação fomos comer comida japonesa. Ver a Antônia comendo sashimi dá gosto! Para acompanhar, eles escolheram este espumante numa carta produzida pela Miolo. Na sexta-feira, ainda tinha mais um compromisso de trabalho, mas tão logo fiquei liberada, fui para a VPT Home. Mais tarde, fomos buscar Claudio no aeroporto e no sábado chegaram Cris e Val.
Nota: -

10 de junho de 2012

Encontro de Vinhos Off 2012

Em 23 de abril, Claudio esteve presente no Encontro de Vinhos Off, organizado pelos amigos Daniel Perches e Beto Duarte, realizado na pizzaria Bendita Hora, em Perdizes


Comentário do Claudio
Aproveitando para colocar os posts em dia, não podia deixar de falar do Encontro de Vinhos Off que está em sua terceira edição e cada vez melhor. Está é uma feira de vinhos organizada pelos amigos e blogueiros Beto e Daniel que acontece sempre na véspera da Expovinis em São Paulo. É uma feira que tem um tamanho muito bom, excelentes expositores m um local muito agradável a Pizzaria Bendita Hora. Mais uma vez estive por lá. Cheguei cedo e participei da degustação para a escolha do TOP 5 da feira. Durante a feira pizza foram servidas e a novidade deste ano ficou por uma banda tocando música ao vivo. Tudo ajudou para deixar a feira ainda melhor. Provei bons vinhos na feira, alguns brancos bastante interessantes da portuguesa Secret Spot, os tintos da Gloria Reynolds, novidade espanhola da uva Garnacha, os ótimos espumantes de Adolfo Lona, champagnes apresentados pela Hedoniste. Fora tudo isto a oportunidade de rever vários amigos por lá.
Encontro de vinhos Off já se firmou como evento obrigatório para quem aprecia vinhos. Ano que vem estarei lá novamente!



Jantar em São Paulo com vinhos da Borgonha


Nome:
Cave Geisse Terroir Nature / Les Chenevottes Montrachet 1 Cru / Blanc Fumé de Pouilly L. B. Dagueneau / Pernand-Vergelesses  Philippe Pacalet / Domaine des Chezeaux Gevrey Chambertin 1 Cru Lavaux Saint-Jacques / Gloria Reynolds / Julian Reynolds Reserva 2004 / -
Safra: 2008 / 2007 /  - / 2009 / 2002 / 2004 / 2004
País: Brasil / França / França / França / França / Portugal / Portugal / Portugal
Região: -
Produtor: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Pizzaria Bendita Hora, Perdizes
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de abril de 2012
Onde Bebeu: Pizzaria Bendita Hora, nas Perdizes
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Alexandre, Vanessa, Tatiana, Daniel, Guilherme, Beto, Nelson Martins enólogo da Gloria Reynolds  e Gonçalo Lopes enólogo da Secret Spot

Comentário do Produtor
-

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Em 2010, encontrei-me com os amigos blogueiros Alexandre Frias e Guilherme Mair na Expovinis e passamos um grande tempo entre os estandes de produtores franceses da Borgonha. Desde então, estamos combinando um jantar para degustarmos alguns vinhos dessa região. Como cada um mora em uma cidade (Rio de Janeiro, Campinas e Brasília), sempre ficava difícil acertar as agendas para estarmos juntos em um local, mas desta vez conseguimos. Como era véspera do Encontro de Vinhos Off e da Expovinis, marcamos domingo à noite para nos encontrarmos e jantarmos em São Paulo. Assim poderíamos degustar alguns vinhos. Alexandre ficou de arrumar um restaurante para irmos no domingo à noite e acabamos indo para a Pizzaria Bendita Hora, onde o Daniel Perches e o Beto Duarte estariam preparando tudo para o Encontro de Vinhos Off do dia seguinte. Também estavam presentes a Vanessa, a Tatiana e os enólogos portugueses Nelson e Gonçalo.
Abrimos a noite com um espumante brasileiro, levado pelo Daniel, o ótimo Cave Geisse Terroir Nature, sempre uma boa pedida. Com o paladar já preparado, partimos para os vinhos brancos, as estrelas da noite. Primeiro vinho branco foi o Montrachet Premier Cru, levado pelo Guilherme: complexo e elegante, vinho envolvente e muito agradável em boca com um longo final. Muito bom. Fugindo à regra, o Alexandre levou um vinho de outra região francesa, o Loire. O Blanc Fumé de Pouilly, de  Louis-Benjamim Dagueneau, é um vinho arrebatador. Um dos vinhos brancos mais instigantes que já provei. Notas de pêssego e damasco domimam a sua boca com uma complexidade de nuances incrível. Um vinho para se beber com calma. Pretendo comprar uma garrafa, para prová-lo novamente. Recomendo. 
Partimos para os dois tintos da Borgonha, o Philippe Pacalet, que eu levei, e o Gevrey Chambertin 1 Cru, gentilmente oferecido pelo Guilherme. Dois bons vinhos, prazerosos, em estágio de evolução bem distintos pelas safras. Os tintos não tiveram o mesmo impacto dos brancos, mas a experiência foi muito boa. Ainda tivemos tempo para provar dois vinhos da vinícola portuguesa Gloria Reynolds, oferecidos pelo Nelson, o enólogo da vinícola. Dois vinhos alentejamos de muita qualidade, complexidade e potencial de envelhecimento. Trouxe uma garrafa do Gloria Reynolds 2004 e está em minha adega para evoluir ainda mais um pouco. Comemos algumas pizzas e o Daniel ainda tinha levado um espumante português já com alguns anos de vida, que nem conseguimos provar... Já tinha passado do tempo dele. Foi uma ótima noite, acompanhado por amigos e ótimos vinhos.
Nota:-

Noite de muitos vinhos em jantar no Aprazível


Em 20 de abril, Claudio participou de jantar no Aprazível.

Comentário do Claudio
No evento de vinhos da Borgonha, encontramos o Pedro Hermeto, um dos donos do restaurante Aprazível.  Guilherme e eu combinamos de ir jantar na sexta à noite por lá. Eu aproveitaria para levar os vinhos da vinícola Abreu Garcia para Pedro provar. O Aprazível é um restaurante que possui diversos rótulos de vinhos brasileiros, principalmente de pequenos produtores, em sua carta de vinhos. O restaurante fica em Santa Teresa e o local é muito bonito, agradável, com comida excelente. Em nossa mesa, estavam também Ana Castilho, sócia do restaurante, o amigo Alain Ingles, o produtor espanhol Carmelo Rodero e Duda Zagari da loja Confraria Carioca. A noite foi muito agradável e animada. Provamos diversos vinhos de diferentes estilo e países. Para citar alguns: provamos a linha de vinhos da Abreu Garcia, sendo um espumante rosé, dois brancos e um tinto; provamos dois espanhóis brancos, que o Duda importa para sua loja; um Cabernet Franc Fulvia de Marco Danielle; um tinto orgânico do Sul da frança; e um Chateau Kirwan Margaux 2009. Para finalizar, o Pedro foi à adega e sacou um vinho brasileiro garimpado por ele e que surpreendeu a todos: o Juan Carrau Semillon 2002. Vinho branco com 10 anos de vida, muito interessante em boca.
Comida perfeita, clima agradável, ótimo papo. Tudo acompanhado por vinhos. Excelente noite!

4 de junho de 2012

World Wine Experience 2012

Em 19 de abril de 2012, Claudio participou da World Wine Experience 2012, na churrascaria Fogo de Chão

Comentário do Claudio
Na companhia do amigo e blogueiro de Brasília o Guilherme, saímos do evento da Borgonha para ir para a churrascaria Fogo de Chão onde estava acontecendo o evento da importadora World Wine. Saímos já mais tarde que o previsto e o tempo até lá fez com que chegássemos tarde ao evento, no horário mais cheio e já rumando para o seu final. Com isto não conseguimos provar muita coisa, mas escolhemos algumas coisa interessantes para degustar. Dentre os provados, podemos destacar: O sempre incrível Gamay do Lapierre, ótimos vinhos da borgonha do produtor Phillipe Pacalet, da Itália os toscanos da La Massa, os amarones da Zenato, os ótimos vinhos das garrafas com formato diferenciado da Travaglini Giancarlo. Provamos também os espanhóis da Carmelo Rodero e para fechar provamos Portos da Wiese & Kronh. Apesar de rápida, o evento me pareceu ter sido um sucesso. Vale conhecer o portfolio da World Wine, uma das principais importadoras de vinhos do Brasil.