31 de março de 2012

Aegerter 2008 - Fixin

Nome: Aegerter 
Safra: 2008
País: França
Região: Fixin, Borgonha
Produtor: Jean-Luc & Paul Aegerter
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 26 euros
Onde foi comprado: Nuits St. Georges
Quando foi comprado: setembro de 2010
Degustado em: 15 de fevereiro de 2012
Onde Bebeu:  Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: Cor bem clara e transparente, um típico Pinot Noir.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Agradável, gostoso, levinho, delicado. Diria que é quase um vinho feminino.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Segue a linha simples dos rótulos de Borgonha.
Exame visual: Clássica cor de Pinot Noir da Borgonha. Claro rubi.
Exame olfativo: Notas de cerejas maduras, de boa intensidade.
Exame gustativo: Sempre é um prazer beber um vinho da Borgonha. Este da região de Fixin carrega com ele todas as clássicas características dos Pinot Noir da região. É um paladar inconfundível. Vinho de boa presença em boca, com notas claras de cereja madura e no seu final aparece alguma coisa de especiarias. Evolui muito bem na taça, tem boa acidez. Leve, delicado, é um Pinot muito prazeroso e gostoso. Valeu a experiência. Este vinho foi comprado na aconchegante vila de Nuits St. Georges, durante nosso passeio pela Borgonha em 2010.
Nota: 91.0

30 de março de 2012

Espumantes à beira da piscina


Nome:
Vallontano Brut / Amadeu Brut Rosé / Valmarino Churchil
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos / Pinto Bandeira / Vale dos Vinhedos
Produtor: Vallontano / Cave Geisse / Valmarino
Importador: -

Uvas/Corte: 75% Chardonnay, 25% Pinot Noir /  50% Merlot, 30% Cabernet Sauvignon e 20% Pinot Noir / Chardonnay 90% e Pinot Noir 10%
Teor alcoólico: 12% / 12,5% / 12%13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Alipão, na Rua Dona Mariana
Quando foi comprado: 07 de fevereiro de 2012
Degustado em: 07 de fevereiro de 2012
Onde Bebeu:  Clube Paissandu
Harmonizado com: Salmão oriental
Com quem: Claudio, Miguel, Carlinhos, Marcelo

Comentário do Produtor
Apresentando nuances e aromas cítricos e florais com cor límpida e brilhante, o elegante espumante VALLONTANO BRUT, elaborado a partir de um corte das variedades Pinot Noir e Chardonnay, revela-se um espumante de grande personalidade.
Sua perlage é fina e persistente, com boa espuma, excelente corpo e acidez correta. A elegância e harmonia são marcantes neste espumante que mescla delicadeza e persistência para brindar os seus melhores momentos.
HARMONIZAÇÃO: Aperitivos e entradas, carnes brancas, frutos do mar, ostras, caviar e cozinha japonesa.

Amadeu: O Espumante Amadeu Brut Rosé é elaborado pelo método champenoise, trazendo um caráter mais jovial.NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:Apresenta uma bela coloração cereja claro, com excelente perlage. Boa intensidade aromática lembrando frutas vermelhas, como morango. No paladar, apresenta uma boa acidez; agradável e versátil para comida.

Cor: Cor: Dourado claro com perlage fina e muito elegante.
Aroma: Leve de frutas cítricas com toque de pão torrado.
Boca: Agradável de notável frescor e complexidade, lembrando frutas cítricas e carvalho. Boa acidez, exibindo uma persistência longa

Comentário do Claudio
Rótulo: -.
Exame visual: -.
Exame olfativo: -.
Exame gustativo: Resolvemos aproveitar os últimos dias do horário de verão e marcamos o encontro mensal dos amigos de faculdade em um final de tarde ensolarado, na agradável piscina do clube Payssandu no Leblon. Resolvi comprar alguns espumantes para combinar com o clima do dia. Depois do primeiro mergulho na piscina abrimos o Vallontano Brut. Este espumante é feito pelo método Charmat longo é muito agradável. Já tinha provado outras vezes e sempre o resultado é muito positivo. Fácil de se beber, refrescante e com boa complexidade. Mais uma vez não decepcionou. Partimos para o Amadeu Rosé, outro espumante que gosto. Ele é muito bem feito, tem uma boa estrutura e pede para acompanhar uma comida. Ainda não estávamos jantando quando abrimos ele, acho que ele cresceria com a comida. Por último, já acompanhando o jantar, Abrimos o Valmarino Churhill, outro espumante muito bom que já comentamos aqui no blog. Muita estrutura e intensidade. Foi uma ótima tarde/noite e o campeão por votação apertada foi o Vallontano Brut.
Nota: 

29 de março de 2012

Santa Augusta Brut

Nome: Santa Augusta Brut
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Videira, em Santa Catarina
Produtor: Vinícola Santa Augusta
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 54%, chardonnay 30% e merlot 16%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 28
Onde foi comprado: Cadeg, em São Cristóvão
Quando foi comprado: 11 de fevereiro de 2012
Degustado em: 13 de fevereiro de 2012
Onde Bebeu:  Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Cheguei da academia e o Claudio já estava ansioso para jantar. Estava esquentando o molho de tomate que sobrou das pizzas que fizemos na noite anterior. Só pedi que fosse uma massa normal, não aquela integral que não gosto muito. Fui tomar banho e na volta já estava quase tudo pronto. Claudio jogou um verde: - Quer água, suco de limão ou um espumante gelado. Respondi rapidamente: - Espumante gelado. Ele pergunta, mas nem sempre está preparado para a resposta... Aí tive que dizer que seria uma decisão conjunta, que eu não iria ser responsável por, nós que estamos de dieta, abrirmos um espumante em plena segunda. Com isso resolvido, ele foi procurar a garrafa ideal para hoje. Havíamos comprado este espumante no sábado anteior, ali na Cadeg. No primeiro gole, ele me pareceu espumante de casamento. Bom custo/benefício, leve, gostoso. Achei que ficou ainda melhor depois de aberto. É cremoso, tem muitas borbulhas e vai muito bem numa noite quente como esta. Depois de um pratinho de massa, colocando nosso regime a perder para valer, resolvemos dividir um alfajor. Foi até engraçado. Depois de uma mordida no alfajor e um golinho de espumante, a boca parecia um copo de sonrisal. :)
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Garrafa bonita, rótulo em preto branco e cinza, equilibrado. Marca da vinícola aparece em um detalhe em hot stamp vermelhado, no tamanho certo.
Exame visual: Amarelo claro com boa perlage e boa espuma.
Exame olfativo: Amêndoas misturado comleve pêssego.
Exame gustativo: Espumante interessante, vindo de Santa Catarina. Feito de um corte diferenciado, este espumante cresceu na taça. Tem boa acidez e boa intensidade em boca, com certa cremosidade. Seu final tem uma boa permanência, porém aparece uma leve nota amarga em seu retrogosto. Bem fresco, me pareceu bem versátil também, podendo ser combinado com vários tipos de comida. Um bom espumante.
Nota: 87.0

28 de março de 2012

Bouza - Tannat Parcela Única 2006

Nome: Bouza
Safra: 2006
País: Uruguai
Região: -
Produtor: Bodega Bouza
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat 100%
Teor alcoólico: 15%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 1863/3292
Preço: -
Onde foi comprado: Free Shop Uruguai, por Fernando
Quando foi comprado: -
Degustado em: 12 de fevereiro de 2012
Onde Bebeu:  Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color rojo muy intenso. Aroma a membrillo y ciruela, con notas especiadas y tostado. En boca se presenta fresco, con importante volumen y taninos presentes. Final prolongado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho muito bom. Intenso gosto de frutas vermelhas. Encorpado, mas sem ser pesado, apesar dos 15%. Apesar de que no dia seguinte, confesso, acordei meio atordoada. "Para ser um Tannat 100%, ele está bem macio", comentou o Claudio. Este domingo foi um dia de uma longa caminhada. Saímos de casa e acabamos indo almoçar no Nanquim, lá no Jardim Botânico. Fomos caminhando e depois do almoço fomos dar uma volta na Lagoa Rodrigo de Freitas. De lá, voltamos para casa. No caminho, paramos para tomar um cafezinho com pain au chocolat no La Bicyclette. Muito bom!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Bonito design da garrafa, destaque à ilustração do carrinho. Muito bem equilibrado.
Exame visual: Violeta vivo.
Exame olfativo: Muito intenso, frutas maduras, leve álcool no início que depois desapareceu.
Exame gustativo: Este tannat da Bouza é um ótimo vinho. Muito bem feito. Deixamos respirando no decanter por cerca de 40 minutos antes de prová-lo. Com 6 anos de vida, o vinho está em um ótimo estágio. É um vinho com bastante fruta em boca, moderno, macio, com seus taninos bem arredondados. Os 15% de álcool não são percebidos. Leve nota de madeira ao fundo. Um vinho bastante prazeroso, um Tannat com taninos muito bem domados. Mais um bom vinho do Uruguai, desta vinícola muito interessante que visitamos no início do ano. Vale provar.
Nota: 91.0

27 de março de 2012

Hex von Wein Reserva Especial 2007

Nome: Hex Von Wein Reserva Especial
Safra: 2007
País: Brasil
Região: Picada Café, RS
Produtor: Vinícola Hex von Wein


Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 12,6%
Rolha: Tampa de rosca na garrafa de 187 ml
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de fevereiro de 2009
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
As parreiras da Hex baseiam-se na biodiversidade, ou seja, a eliminação da monocultura e cultivo de várias espécies no mesmo habitat. Em resumo, na nossa produção voltamos aos antigos modelos de produção agrícola, equilibrando o meio ambiente naturalmente e amenizando as mudanças no sistema biológico. Assim, o solo produz uma fruta mais autêntica, particular, caracterizando o produto de acordo com a região e expressando o real terroir. Quando o solo recebe quimicamente os nutrientes que lhe faltam, até chegar ao ponto ideal de produção, ocorre a massificação da variedade, ou seja, qualquer lugar do mundo o produto tem as mesmas características. A Coopernatural lançou o vinho Cabernet Sauvignon orgânico certificado Safra 2007 na Bio Fach em São Paulo. As uvas desta safra foram selecionadas a dedo, as melhores uvas as mais sadias e as mais maduras, somente o melhor da produção, compõem este vinho de alto padrão enológico. A fermentação foi com controle de temperatura, não ultrapasando os 25º, o envelhecido vai ser barricas de carvalho Frances. Com graduação alcoólica de 12,6%. A produção de 2007 está limitada a uma produção de 1.575 unidades. Un dos primeiros vinhos finos orgânicos do Brasil.

Comentário da Rafaela
Rótulo:
 -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Abrimos o ":" do Luiz Argenta nesta noite, pois queria apenas uma meia garrafa, mas para nossa tristeza o vinho não estava bom. Para aplacar a vontade de tomar um bom vinho, Claudio sugeriu abrirmos este pequeno Hex von Wein. Bem que podia ser maior, pois estava muito bom! Ele evoluiu bem e ficmos bem felizes com o resultado.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: Muito interessante, algo doce misturado com leve especiarias. Muito agradável.
Exame gustativo: Na verdade iríamos beber um Merlot da Luiz Argenta que trouxemos de lá. Porém ao abrir a garrafa, para nossa decepção, o vinho estava bouchonee. Para não passar a noite em branco resolvi abrir mais uma das nossas garrafinhas de 187ml do Hex Von Wein. Quem acompanha o blog sabe que gosto muito deste vinho e que venho acompanhando a sua evolução. Desta vez tivemos uma boa surpresa. O vinho evoluiu muito bem e ele estava ainda melhor que a última garrafa que abrimos. Boa presença em boca, bem arredondado, com notas de café, boa acidez, um estilo velho mundo. Estilo que eu gosto, este vinho estava prazeroso. Vamos continuar observando a evolução.
Nota: 90.0 +

25 de março de 2012

Elos - Touriga Nacional/Tannat 2008

Nome: Elos
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Encruzilhada do Sul
Produtor: Lidio Carraro


Uvas/Corte: Touriga Nacional 77%, Tannat 23%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 2546 / 7350
Preço: R$ 50
Onde foi comprado: Vinícola Lidio Carraro
Quando foi comprado: Junho de 2011
Degustado em: 31 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa integral com molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Um vinho que desperta os sentidos pela sua coloração vibrante e intensidade aromática. Aromas florais de violeta, gerânio e jasmim, evoluindo para notas de frutas vermelhas em calda e chocolate. Uma verdadeira composição harmônica, com ótimo volume em boca e taninos maduros. Um vinho autêntico e instigante... como o doce balanço da vida. Alegra, seduz e equilibra.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Achei uma injustiça com este vinho tê-lo provado junto com um prato tão ruim. Esta massa integral e eu realmente não combinamos. Acabei nem fazendo muitas anotações, mas fiquei com uma ótima impressão deste vinho. É delicioso. Espero prová-lo novamente - e logo.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo de impacto. Acho que poderia ser um pouco mais delicado o seu design.
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz muito intenso e interessante. Notas claras de flores podem ser percebidas. Em três ocasiões diferentes que provei este vinhos os florais se repetiram. Interesasante.
Exame gustativo: Nas duas vezes que visitei a vinícola no Vale dos Vinhedos tinha provado este vinho. Fiquei com vontade de provar este vinho com mais calma e comprei uma garrafa. Vinho de estilo interessante, de um corte pouco comum, tannat com tempranillo de uvas vindas da Encruzilhada do Sul. Me parece que esta nova região vem produzindo uvas muito interessante, vale ficar de olho nos vinhos que saem de lá. Em boca é um vinho límpido, corpo médio, notas de frutas presentes como ameixa e cereja. Macio, com bom final de boca, surgindo leve adocicado. Cresceu na taça. É um vinho interessante e prazeroso que recomendo.
Nota: 88.0 +

Don Pascual - Tannat 2010

Nome: Don Pascual
Safra: 2010
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Establecimiento Juanicó - Família Deicas


Uvas/Corte: Tannat 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 12109
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pelo Fernando
Quando foi comprado: 2 de janeiro de 2012
Degustado em: 27 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pizzas caseiras de quatro queijos, champignon e calabresa
Com quem: Claudio, Rafaela,

Comentário do Produtor

Vino poderoso, bien estructurado y complejo, mostrando las características esenciales de la variedad Tannat.
Color: Púrpura oscuro, tinta y lúcido
Nariz: Notas de frutos rojos, higo, tinta, minerales y especies
Boca: Untuoso, representación de bayas oscuras y especias. Buena presencia de taninos suaves y aterciopelados muy bien marcados


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: No dia 26 de janeiro, Marcela e Mauro comemoraram 22 anos de casados. Como há tempos estávamos para convidar os dois para virem aqui em casa, aproveitamos a ocasião para colocar este plano em prática. Claudio aproveitou para colocar mais uma vez em prática suas receitas de pizza. Depois daquele aprendida com o Emerson, ele vem testando algumas outras. Foi uma noite bem agradável, acompanhada por este vinho que ganhamos do Fernando ao passarmos por Treinta y Tres.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Em papel vergé. Design simples, equilibrado, mas sem maiores atrações.
Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Ganhamos este vinho de presente no Uruguai, logo que entramos no país e visitamos o Fernando na cidade de Treinta y Tres. No dia seguinte embarcamos para Buenos Aires, porém nosso carro ficou em Colonia. Esta garrafa ficou dentro do carro. Infelizmente ela deve ter sofrido com o calor e mudança de temperatura. O vinho tinha vazado pela rolha e resolvemos abrir para ver como ele estava. Preparamos umas pizzas e convidamos a Marcela e o Mauro para nos acompanhar. O vinho me pareceu que estava prejudicado, me pareceu que não estava 100%. Vamos ter que provar novamente para uma análise perfeita. Fora isto adoramos ter recebido este presente do Fernando e a noite foi muito agradável.
Nota: -

24 de março de 2012

Luiz Argenta Brut 2011

Nome: Luiz Argenta Brut
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Flores da Cunha
Produtor: Luiz Argenta

Uvas/Corte: Chardonnay e Riesling Itálico
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Vinícola Luiz Argenta
Quando foi comprado: 23 de dezembro de 2011
Degustado em: 26 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Arroz, hambúrguer e legumes
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
O Espumante Brut Luiz Argenta foi elaborada pelo método charmat longo. As uvas utilizadas foram Chardonnay e Riesling Itálico. O Espumante Brut Luiz Argenta foi elaborada pelo método charmat longo. As uvas utilizadas foram Chardonnay e Riesling Itálico. Agradável e fino, apresenta uma ótima estrutura. Perfeitamente equilibrada e com uma boa persistência.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Talvez impressionada e pressionada pelo desabamento que ocorreu no Rio nesta semana, neste dia deu vontade de abrir um espumante para celebrar a vida. Quando ocorre esse tipo de tragédia, acho que nos damos conta do quanto a vida é fugaz. Na noite do desabamento, o Claudio estava trabalhando no centro, não muito longe dali. Tive um minuto de desconforto, entre pegar o telefone, discar e ele atender. Eu não sabia bem onde ele estava. Foi um alívio. Talvez por isso, mas não só por isso, sugeri que abríssemos este espumante. Gostei bastante. Já o havíamos provado durante a visita que fizemos à vinícola em dezembro.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Cada produto da Luiz Argenta possui um símbolo em seu rótulo. No caso deste espumante , uma estrela.
Exame visual: Dourado claro, com boa perlage.
Exame olfativo: Muito rico e de boa qualidade. Mel, amêndoas, leve adocicado ao fundo.
Exame gustativo: Provamos este espumante durante nossa visita à vinícola em Flores da Cunha. Compramos uma garrafa para trazer para casa. É um espumante bem feito e gostoso. Em boca tem boa estrutura e boa cremosidade. Notas de amêndoas e algo cítrico aparecendo em seu final que é longo e firme. Nota-se também algo de tostado. Bom espumante, boa surpresa.
Nota: 88.0 +

23 de março de 2012

Chalone Vineyard - Chardonnay 2008

Nome: Chalone Vineyard
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Chalone Vineyard


Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 162630 / 220000
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente comprado pela Paty nos Estados Unidos
Quando foi comprado: -
Degustado em: 21 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pad Thai do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Bright aromas of mango, stone fruit and green apple gain intrigue from a hint of pineapple. These same fruit components dominate the rich flavors, enhanced by mineral nuances derived from our limestone soils. Chalone Chardonnay is the white wine for the red wine drinkers.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estava morrendo de vontade de pedir comida Thai. Para acompanhar, resolvemos abrir uma garrafa de vinho branco. Este estava guardado há algum tempo. Ainda bem que o Claudio sabe o que temos na adega, pois eu nunca mais lembraria que em algum momento a Patty trouxera um vinho branco dos Estados Unidos. Vinho bom costuma ir rapidinho e foi o caso deste. Na harmonização, o vinho acabou acentuando a pimenta da comida. O prato já tinha vindo um pouco mais apimentado que o normal e acabou ficando mais quente ainda. Interessante que deu para sentir um gosto de tostado na boca, o que acaba causando a impressão de que o vinho é bem forte. Gostei bastante.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo gráfico, correto, mas sem nenhum charme em especial.
Exame visual: Amarelo dourado brilhante
Exame olfativo: Doce, como abacaxi em compota. Agradável
Exame gustativo: Esta é mais uma garrafa que minha prima Patty, que mora na California, me trouxe. Todos os vinhos que ela me trouxe e que já provamos, tteve um bom resultado. Este não foi diferente. Sempre que vou abrir uma garrafa de Cahrdonnay do novo mundo fico na expectativa se ele será muito amadeirado, que acho enjoativo. Este americano é um vinho muito bem feito, de boa estrutura e corpo, mas com uma elegância também presente em boca. Aparece uma leve nota tostada de barrica, mas na medida certa, sem incomodar. Vinho muito equilibrado e sem arestas, muito agradável em boca e com leves toques cítricos. Um chardonnay muito interessante. A harmonização ficou um pouco comprometida pois o prato estava muito picante. Gostei do vinho.
Nota: 90.0 +

Quimera 2005

Nome: Quimera
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Achaval Ferrer
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 37%, Cabernet Franc,10%, Merlot 28% e Cabernet Sauvignon 25%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 108 pesos
Onde foi comprado: Buenos Aires
Quando foi comprado: 7 de dezembro de 2007
Degustado em: 20 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este Quimera era para ter sido bebido no meu aniversário no ano passado, mas acabamos nunca encontrando tempo para ele. Ele havia sido comprado em nossa primeira viagem a Buenos Aires, em 2007. Estava muito bom! Vinho bem feito e gostoso. Gostei bastante. Quando estive em Mendoza, em 2008, aproveitei para conhecer a Achaval Ferrer. Fiquei bem impressionada. Não era uma vinícola grande, mas bem bonita e organizada. Desde então, meu sonho é comprar um Altamira.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bem característico da vinícola. Usam um papel vergé creme com impressão em preto e uma tonalidade de vinho. Segue um estilo clássico.
Exame visual: Rubi translúcido.
Exame olfativo: Início com alguma coisa picante, depois abre para uma fruta com cereja misturado com baunilha.
Exame gustativo: Este vinho já estava em nossa adega há 4 anos. Tínhamos planejado de degustar no aniversário da Rafaela no ano passado, mas acabamos não abrindo-o. Estava com curiosidade para ver como ele estaria com 7 anos de vida e tendo passado 4 anos morando na adega. Ele estava muito vivo em boca com uma acidez presente. Nos deu a certeza que ele ainda vai evoluir mais algum tempo na garrafa. Ele evolui muito na taça. É um vinho bastante curioso pelo seu corte de 4 uvas. Ele começa com uma mistura de fruta com algo picante e com mais tempo em taça ele vai ficando mais macio em boca. Quem tiver uma garrafa vale abrir antes e colocar em um decanter para ele respirar. Bom final de boca. Gostaria de provar este vinho com mais alguns anos. Acho que tem tudo para ficar ainda mais interessante.
Nota: 90.0 +

22 de março de 2012

Orus Rosé Pas Dosé

Nome: Orus Rosé Pas Dosé
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Adolfo Lona
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay,  Pinot Noir e Merlot
Teor alcoólico: 12,3%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelo sr. Adolfo Lona
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: 146/608
Degustado em: 18 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Queijos, empanadas e pães
Com quem: Claudio, Rafaela, Adolfo e Silvia

Comentário do Produtor
No dia 7 de dezembro, fizemos o lançamento de nosso espumante ORUS Rosé Pas Dosé, elaborado pela método tradicional ou champenoise e com ausência total de açúcares, o que equivale ao Nature. A produção deste pequeno lote de ORUS é feito em homenagem os clientes que nos privilegiam com sua preferência e possibilitam o crescimento constante de nosso carro-chefe o Brut Rosé Adolfo Lona. O lote de 608 garrafas anuais resulta de um volume de 500 litros que será a quantidade que irá caracterizar este produto durante toda sua trajetória. O ciclo de produção é de 12 + 12 meses, ou seja doze meses maturando sobre as leveduras onde ganha a complexidade aromática e gustativa que o tempo possibilita devido a autólises das leveduras e doze meses envelhecendo com a rolha definitiva quando ganha sutileza, elegância e potencia. O assemblage é uma mistura de vinhos de 3 variedades, Chardonnay, que participa com seu frescor, Pinot Noir em rosado que agrega força, e uma pequena parcela de Merlot em rosado, que complementa com elegância e ameniza a acidez. A cor é a típica dos rosados feitos pelo método tradicional, rosada laranja clara lembrando casca de cebola, seu aroma é intenso, complexo e convidativo e o gosto é longo, marcante e potente. É um espumante que dignifica o Rio Grande do Sul e nos deixa muito orgulhosos.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Durante nossos dias de férias no fim do ano, conhecemos o sr. Adolfo Lona. Fomos até sua vinícola em Garibaldi e ficamos bem impressionados. Conversa vai, conversa vem, ele nos contou que viria ao Rio em Janeiro. Não demorou muito para um encontro ser programado. O plano era beber um espumante à beira-mar. Confesso que não estava muito certa de que o encontro realmente sairia - acho que ando meio ressabiada com as promessas cariocas -, mas não é que saiu?! No final de uma tarde quinta-feira, nos encontramos com o seu Adolfo e sua simpática esposa, Silvia, e apreciamos duas garrafas de Orus, espumante de alta qualidade. Acabamos não vendo o pôr do sol, pois o dia estava meio emburrado, mas assim mesmo foi um encontro muito bom e agradável. Eu fiquei muito feliz. Tomara que voltemos a nos encontrar, seja aqui ou em Garibaldi. Ah, sim, preciso dizer novamente que este espumante me encantou. Vale muito a pena conhecer - mesmo que encontrar uma garrafa atualmente seja meio impossível. Muito obrigada pela gentileza, Silvia e seu Adolfo.
Nota: 95.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
O rótulo é feito em uma aplicação de metal gravada. Pendurado na garrafa, você encontra uma etiqueta com a numeração e informações sobre o produto. Logo de cara,percebe-se que é um produto diferenciado.
Exame visual: Bela cor, um suave salmão, lembrando um pouco casca de cebola.
Exame olfativo:
Exame gustativo: Provar um dos melhores espumantes nacionais, na companhia do produtor, em plena praia de Ipanema, não tem preço! Foi desta maneira que provamos o Orus, espumante cuidadosamente produzido por Adolfo Lona. Estivemos no final do ano visitando a vinícola em Garibaldi, onde descobrimos que o Adolfo e sua família viriam ao Rio em janeiro passar férias. Combinamos beber um espumante na praia e o espumante escolhido e gentilmente levado para o encontro foi o Orus. Providenciamos gelo, taças, algumas coisinhas para comer e no horário marcado rumamos para o Arpoador, local do encontro. Logo Adolfo e sua esposa Silvia chegaram. Deixamos as garrafas um pouco no gelo e em seguida já estávamos provando. É, sem dúvida, um belíssimo espumante. Boa complexidade, muito saboroso e boa cremosidade em boca, boa estrutura. É aquele tipo de espumante que dá prazer em beber. Realmente marcante e, como disse o Adolfo, para guardar na memória. Foi um final de tarde muito agradável e que esperamos poder repetir. Quando percebemos as duas garrafas já tinham acabado, deixando aquele desejo de beber mais um pouquinho. Belo espumante.
Nota: 92.0

21 de março de 2012

Visitas no Vale dos Vinhedos


Nome: Visitas às vinícolas Miolo, Lidio Carraro e Pizzato
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo, Lidio Carraro e Pizzato
Realizada em: 4 de janeiro de 2012
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário da Rafaela
Depois do ótimo café da manhã da Villa Valduga, resolvemos comer apenas uma sopinha de agnolini na hora do almoço. Fomos ao Canta Maria, pois também queríamos comprar mais um cremes. Dali, fomos direto para a Miolo, onde fomos recepcionados pela simpática Morgana. Cruzando constantemente com enormes grupos de turistas, nós tivemos o privilégio de fazermos uma visita especial. Subimos até na torre da Miolo, de onde se pode avistar a igreja de Monte Belo do Sul. Notamos uma diferença enorme tanto na Miolo quanto na Valduga da visita que fizemos em 2006. Fizemos uma degustação rápida de três ótimos vinhos, entre eles o Castas Portuguesas. Tão logo saímos da Miolo, entramos na vizinha Lidio Carraro. Passamos ali uma meia hora muito agradável na companhia dos queridos Patrícia e Juliano Carraro. Provamos ótimos vinhos. Para terminar bem a tarde, passamos ainda na Pizzato, onde fomos recepcionados pelo Flávio. Fizemos uma visita a jato. Estávamos mais do que atrasados para pegar a estrada rumo a Vacaria, onde minha mãe nos esperava. Chegando lá, tivemos direito a um deliciosa jantar. Ficaríamos ali até domingo de manhã, quando voltaríamos para o Rio depois de 16 dias muito bacanas pela região Sul da América do Sul. Recomendo!

Comentário do Claudio
Nossas férias já estavam chegando ao fim, mas ainda deu tempo de uma rápida visita à algumas vinícolas no Vale dos Vinhedos. Café da manhã na Villa Valduga, visita a Casa de Madeira e Dom Cândido, almoço no Cantamaria. Depois do almoço fomos muito bem recebidon na Miolo pela Morgana. Dali, "atravessamos a rua" e passamos pela Lidio Carraro, onde encontramos a Patrícia e o Juliano. Provamos ótimos vinhos e para finalizar passamos rapidamente pela Pizzato conde encontramos o Flávio. Visitas rápidas mas suficientes para ver a evolução e crescimento do Vale. Um passeio eno-gastronômico que vale a pena. Recomendo.

Identidade - Arinarnoa 2008

Nome: Identidade
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: Arinarnoa
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Villa Valduga
Quando foi comprado: 5 de dezembro de 2011
Degustado em: 6 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Villa Valduga
Harmonizado com: Risotto de brut com abrobrinha
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A  identidade desta variedade é resultado do cruzamento entre Merlot e Petit Verdot. Apresenta coloração rubi de média intensidade e boa vivacidade. No aroma, surpreende pela intensidade de frutas vermelhas como cereja, morangos e amora. Agradável ao paladar jovem e vivaz, este vinho une boa estrutura, corpo e persistência do Merlot com as notas de especiarias do Petit Verdot


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este dia foi de estrada. Saímos cedo de Punta del Este e viajamos até Bento Gonçalves, passando por lugares lindos, como a reserva do Taim. Almoçamos rapidamente em Santa Vitória do Palmar e fizemos uma paradinha antes de chegarmos a Porto Alegre. Quando chegamos, bateu o cansaço, mas resolvemos aproveitar. Fomos recebidos na Villa Valduga com uma tacinha gostosa de espumante, o meu com licor de laranja, uma delícia. Depois, fomos jantar em um dos restaurante da Villa Valduga. A comida estava deliciosa. Brindamos nossa viagem com um brut, meia garrafa, e escolhemos este diferentão Arinarnoa. Eu detestei, confesso, é muito complexo para alguém do meu nível. Talvez devêssemos ter pedido outro Identidade. Isso, porém, não estragou nosso jantar. Na manhã seguinte, antes de visitarmos mais algumas vinícolas e partir para Vacaria, tomamos o ótimo café da manhã, com direito - novamente - a espumante e até a música ao vivo. Tudo muito agradável. Tomara que voltemos logo à Villa Valduga. Ah, sim, também passamos na Casa de Madeira para umas últimas comprinhas, o carro ficou abarrotado só de coisas boas - vinhos, azeites, doce de leite, geléias, cremes à base de uva e suco de uva.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Segue a linha Identidade, com espaço para colocação de sua digital
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Acordamos pela manhã em Punta del Este e seguimos viagem pelo litoral de volta ao Brasil. Nosso destino era o Vale dos Vinhedos, mais precisamente a Villa Valduga. Chegamos no início da noite, um pouco cansados e com fome. Antes do jantar, bebemos uma taça de espumante que eles oferecem para os hóspedes. Seguimos para o restaurante, onde de entrada pedimos uma meia garrafa do sempre bom espumante brut. Acho que a Casa Valduga sabe fazer bons espumantes. Para acompanhar o jantar, escolhemos esta garrafa. É um vinho sobre o qual já li alguns comentários de pessoas que têm o paladar semelhante ao meu e que gostaram muito do vinho. Esta garrafa não estava fácil de beber, um pouco amarrado na boca, difícil definir. Até gostaria de prová-lo em outra ocasião para ter uma segunda impressão do vinho.
Nota: -

1 de março de 2012

L.A. Cetto - Reserva Privada 2005 - Nebbiolo #cbe

Nome: L.A. Cetto - Reserva Privada
Safra: 2005
País: México
Região: Valle de Guadalupe - Baja California
Produtor: Vinícola L.A. Cetto
Importador: -

Uvas/Corte: Nebbiolo 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Geltimente presenteado pelo Tio Carlos
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de fevereiro de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa da Veronesse com molho bolonhesa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Rojo rubí intenso con reflejos granate, limpio y brillante; aromas a frutos rojos y negros maduros con notas especiadas a nuez moscada, clavo y canela; en boca, frutal y especiado, con recuerdos a tabaco, cuero y nuez; redondo y con buena estructura tánica.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo:Senti uma lufada de álcool tão logo aproximei meu rosto da taça, mas foi ficando mais ameno com o tempo, especialmente depois que usamos o wine finer.
Exame gustativo: Primeira impressão: esquisito. Também já estava influenciada a pensar isso depois de o Claudio afirmar que essa uva está muito presente em uma região da Itália e, por não conhecermos o México, ser estranho vê-la em um vinho mexicano. Puro preconceito com o México, pois sabemos que aqui no Brasil algumas vinícolas também a plantam e têm bons resultados. Os mexicanos devem pensar a mesma coisa! A surpresa boa é que foi muito bem com a comida, uma saborosa massinha fresca da Veronese. No final, a avaliação foi positiva. Nesse sábado, começamos os preparativos para esperar as visitas que chegarão na quinta, hoje, para o Encontro de Vinhos. Uma outra observação sobre o vinho: tinge fortemente os dentes. Não recomendado para quem está fazendo clareamento ou está preocupado com isso.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples, com aplicação de hot stamp dourado. Poderia ser feito um redesign.
Exame visual: Rubi transparente.
Exame olfativo: Início com um pouco de álcool aparente, mas evoluiu para aromas diferentes e interessantes, algo com fruta misturado com aromas difíceis de reconhecer.
Exame gustativo: Estava com este vinho na adega há algum tempo. Foi um presente de meu tio Carlos. Ele é importador de alguns produtos mexicanos para o Brasil, principalmente tequilas. Este vinho, trouxe de uma de suas viagens ao México e gentilmente me presenteou. Quando recebi a missão de escolher o tema da Confraria Brasileira de Enoblogs do mês de fevereiro logo lembrei desta garrafa. Fiquei pensando que tema poderia sugerir para que esta garrafa fosse a escolhida. Como vinhos mexicanos são raros aqui no Brasil, o país não tem uma tradição vinícola grande e esta garrafa é feita de uma cepa italiana e que tem fama de só dar bons vinhos, como os Barolos, cheguei no seguinte tema: "Quanto mais diferente, incomum, curioso e pitoresco o vinho escolhido, melhor." Fomos provar então este vinho. Compramos massa fresca e molho bolonhesa para acompanhar. Logo ao ser aberto provei o vinho e achei bastante diferente, com um pouco de madeira aparente. Li o contra-rótulo e vi que a vinícola sugere que se abra o vinho com cerca de uma hora de antecedência. Meia hora depois e usando um aerador, o vinho começou a mostras suas qualidades. Continuou crescendo na taça. Boa presença em boca, com um bom volume e boa acidez. Harmonizou muito bem com o prato, se mostrou um vinho gastronômico, assim como seus irmãos italianos.. Me deixou a impressão que ele poderia ficar mais tempo na garrafa e que seria benéfico ao vinho, um característica da cepa que se repetiu neste mexicano. Foi uma boa experiência e uma boa surpresa. Este Nebbiolo mostrou boa complexidade, ser bem feito e ter tudo para evoluir. Li alguns comentários na internet sobre ele e, em geral, também foram positivos, com destaque para a safra 2005. Vamos ficar de olho nos vinhos mexicanos. Tenho mais duas garrafas na adega de outros rótulos e vamos ver quais vinhos os outros confrades escolheram. Acho que teremos boas surpresas com este tema.
Nota: 88,0+

Encontro de Vinhos, hoje no Rio de Janeiro


No dia do aniversário do Rio de Janeiro, a cidade foi brindada com um ótimo evento, o Encontro de Vinhos. Organizada pelos blogueiros e amigos Beto Duarte e Daniel Perches, esta será a primeira edição na Cidade Maravilhosa. Já tive a oportunidade de participar de outras edições do evento em São Paulo e recomendo.
Veja os expositores abaixo. Eu incluiria nesta lista a bela vista da baía de Guanabara, que certamente, acompanhado por uma taça de espumante, será uma atração do evento.  Não percam!

Adolfo Lona - www.adolfolona.com.br
Arcoroc - www.arcoroc.com
Au Vin - www.auvin.com.br
Cálix - www.calixvinhos.com.br
Cantu - www.cantuimportadora.com.br
Casa Flora - www.casaflora.com.br
Casa Valduga - www.casavalduga.com.br
Cave Geisse - www.cavegeisse.com.br
Domno - www.domno.com.br
Everest Vinhos - www.vinhoseverest.com.br
Inovini - www.inovini.com.br
Lindoya Verão - www.lindoyaverao.com.br
Max Brands - www.mxbrands.com.br
Maximo Boschi - www.maximoboschi.com.br
Miolo - www.miolo.com.br
MS Import - www.msimport.com
Pizzato - pizzato.net
Revista Prazeres da Mesa - prazeresdamesa.uol.com.br
Sbav-Rio - www.sbav-rio.com.br
Todovino/Interfood - www.todovino.com.br
Vinhosul - www.vinhosul.com.br
Winelovers - www.winelovers.com.br
Zahil - www.zahil.com.br
Hoje, das 14 às 22 horas no Real Astória - www.realastoria.com.br, Ingressos a R$ 60,00, no local.