18 de fevereiro de 2012

Cuna - Sauvignon Blanc 2011

Nome: Cuna
Safra: 2011
País: Uruguai
Região: Colonia
Produtor: Los Cerros de San Juan
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Esquecemos de anotar, de novo
Onde foi comprado: Lo de Charlie, em Punta del Este
Quando foi comprado: 4 de janeiro de 2012
Degustado em: 4 de janeiro de 2012
Onde Bebeu: Lo de Charlie, em Punta del Este
Harmonizado com: Paella (Rafael) e Peixe (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de visitar a Alto de la Ballena e a Casapueblo, chegamos finalmente a Punta del Este, onde havíamos estado muito tempo atrás, quando fizemos um cruzeiro pela parte sul da América. Foi bom voltar, mesmo que por tão pouco tempo - de novo! Ficamos hospedados em Los Pinos Guesthouse. Um casal jovem, formado pelo inglês Brad e pela argentina Martina, aluga dois quartos em um bom apartamento perto do centro de Punta. Outro casal de brasileiros também estava hospedado lá, mas não nos encontramos. Chegamos e logo fomos para a praia. Só então me dei conta de que não tínhamos canga. Não fez mal, Claudio fez um banco de areia e ali ficamos um pouco. O sol estava quente. Depois fomos para outra praia, mais próxima do centro. Foi nesse momento que colaram dois adesivos no vidro de trás do carro, uma verdadeira mania/praga local. Depois de tomar banho, fomos dar uma voltinha no centrinho. Punta é superbadalada e tal, mas o centrinho é pequeno e parece o de uma praia qualquer dessas que temos aos montes no Brasil. A fome bateu e resolvemos usar uma das dicas dos Destemperados. Escolhemos o Lo de Charlie. A comida estava boa, mas talvez eu esperasse um pouco mais. De qualquer forma foi uma noite agradável, concluída com um sorvetinho do Freddo - um pago pelo Itaú. :)
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Destaque para a ilustração do pássaro no rótulo.
Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Última noite no Uruguai, na agradável Punta del Este. Tinhamos passado uma vez por lá durante um cruzeiro e nas poucas horas que estivemos por ali vimos algumas pessoas bebendo vinhos brancos nos agradáveis restaurantes. Resolvemos tentar repetir esta cena que tínhamos visto anos antes. Escolhemos o restaurante Lo de Charlie. É um bom restaurante, agradável e a comida ok. Na carta de vinhos escolhemos este branco, Sauvignon Blanc. Era um vinho superfresco, boa acidez, bem feito, parecendo um vinho de entrada. No final das contas, foi uma boa pedida. Ficamos com vontade de voltar a Punta para passar alguns dias.
Nota: -

17 de fevereiro de 2012

Visitamos a Vinícola Alto de la Ballena


Nome: 
Visita à Vinícola Alto de la Ballena
País: Uruguai
Região: Punta del Este
Produtor: Alto de la Ballena
Realizada em: 4 de janeiro de 2012
Com quem: Claudio e Rafaela


Comentário da Rafaela
Nosso dia começou supercedo, saindo do hotel em Montevidéu. Seguimos beirando a praia até boa parte do caminho para Punta del Este, nossa última parada no Uruguai. Quando visitamos Daniel Pisano, ele ligou para o amigo Álvaro e acabamos nos programando para passar na vinícola antes de chegarmos a Punta. Fomos recebidos pelo advogado, que junto com a esposa Paula, criou a vinícola há 12 anos. O lugar é bonito, tem uma vista interessante. Quando chegamos, havia também um grupo de ingleses fazendo uma visita. Eles estavam sendo recebidos pela enóloga Soledad, que tem pai brasileiro, fala muito bem português e trabalhou durante algum tempo na Miolo. Onde fizemos a degustação é uma espécie de deck, bem agradável. Também passeamos, acompanhados por Álvaro, pelos vinhedos. De lá, fomos visitar Lapataia, a fábrica de doce de leite! Comemos um crepe de doce de leite muito bom! Depois seguimos para a Casapueblo, lugar lindo. Adorei, especialmente por saber que Vilaró ama os gatos. Ele sabe viver! Vale muito a pena a visita.

Comentário do Claudio
Quando estávamos visitando a Pisano, o Daniel Pisano comentou que eu deveria ir conhecer a Alto de la Ballena, vinícola situada nas redondezas de Punta del Este. Daniel ligou para Álvaro e combinamos que no dia que estivesse indo de Montevidéu para Punta, passaríamos por lá. Saímos cedo ca capital e seguimos beirando o mar em direção a Punta. A estrada tem um visual bem bonito e sem muita dificuldade encontramos os vinhedos. Quem nos recebeu foi o Álvaro que, com sua esposa Paula, são os sócios da vinícola. A proposta é muito interessante. Estão explorando um terroir relativamente novo para o Uruguai, que sofre influência de ventos vindos do oceano. Outras vinícolas uruguaias estão começando projetos na região. No alto da propriedade, existe um deck rústico, onde se tem uma bela vista da região e onde as degustações são feitas. Pela proximidade de Punta del Este, a vinícola, que certamente será muito explorada para o enoturismo, parece que já nasceu com esta vocação. As parreiras são novas e uma nova cantina será construída. Provamos alguns vinhos e gostei da proposta da vinícola. Começamos com um interessante Viognier, na sequência provamos um rosé de bom corpo feito de Cabernet Franc. Passamos para um corte feito de tannat, merlot e cabernet franc, vinho que achei iria muito bem com algum prato de carne. Pede uma comida. Depois passamos para um corte diferente e interessante: Tannat/Viognier. Gostei deste vinho, tem um perfil mais moderno, bem arredondado, carvalho americano ainda um pouco aparente, um vinho diferente e saboroso. Por último, provei um merlot muito bom que passa por barricas francesas que está bem mais integrada. Merlot com boas características da cepa, com força e elegância. Vinho para ficar de olho. Ganhamos uma garrafa do Cabernet Franc para provar. Colocaremos nossas impressões aqui no blog. Sem dúvida, a Alto de la Ballena é uma vinícola para se ficar de olho.

Pisano Reserva Pessoal da Família

Nome: Pisano Reserva Pessoal da Família - RPF
Safra: 2010
País: Uruguai
Região: Progresso
Produtor: Vinos Pisano
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Esquecemos de anotar
Onde foi comprado: La Fonda del Puertito, em Montevidéu
Quando foi comprado: 3 de dezembro de 2011
Degustado em: 3 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: La Fonda del Puertito, em Montevidéu
Harmonizado com: Lulas à doré, mexilhões, chouriço e de sobremesa um delicioso crepe de doce de leite
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na noite do dia primeiro do ano, descobrimos este restaurante, um dos poucos abertos. Gostamos muito da experiência. E eu fiquei morrendo de vontade comer lula, prato pedido em mais da metade das mesas, que pareciam frequentadas por locais. Voltamos lá especialmente para isso. Estavam muito boas as lulinhas. Para complementar a experiência, pedi também mexilhões, igualmente bons. Claudio foi de chouriço. O vinho combinou com o final da tarde ensolarado. Foi a primeira vez durante a viagem que jantamos ainda com sol e antes das 22h. Fechamos nesta noite nossa passagem por Montevidéu. Na manhã seguinte, partiríamos para Punta del Este.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: último dia em Montevidéu, passeamos bastante pela capital, com direito a pegar uma prainha no Rio da Prata. O dia estava bonito e resolvemos jantar antes do pôr do sol e no mesmo restaurante que havíamos jantado na primeira noite. Naquele dia vimos que em diversas mesas as pessoas estavam pedindo lulas a dorê. Ficamos com vontade de provar. Final do dia, um restinho de sol, lulas, resolvemos escolher um vinho branco. Fiquei na dúvida entre as opções de vinhos brancos da casa. Procurava um Sauvignon Blanc, mas não quis nenhuma das opções da carta. Acabei escolhendo o Chardonnay da Pisano. Ótima escolha, um vinho bem feito, vivo em boca, com personalidade, sem aqueles excessos de vinhos desta cepa que encontramos no Novo Mundo. Pedimos também um chouriço e mexilhões. Tudo foi bem com o vinho e com o clima do local.
Nota: -

16 de fevereiro de 2012

Pisano Trebbiano Toscano Primera Riserva - 2011

Nome: Pisano Trebbiano Toscano Primera Riserva
Safra: 2011
País: Uruguai
Região: Progresso
Produtor: Vinos Pisano
Importador: Mistral

Uvas/Corte: Trebbiano
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 205 pesos uruguaios (meia garrafa)
Onde foi comprado: Francis, em Montevidéu
Quando foi comprado: 2 de dezembro de 2011
Degustado em: 2 de dezembro de 2011
Onde Bebeu:  Francis , em Montevidéu
Harmonizado com: Risotto de vegetais (Rafaela) e risotto de cordeiro (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de um dia intenso de passeios por vinícolas, resolvemos conhecer outro restaurante bem falado de Montevidéu. Bem conhecido também por brasileiros, como deu para atestar. Esperamos mais ou menos meia hora por uma mesa. A comida era bastante boa. Para acompanhar, meia garrafinha, pois, afinal, estávamos viajando e a dieta só começaria na semana seguinte. :)
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
-
Exame visual: -
Exame olfativo: Leve notas de brioche misturado com frutas como pêssego e maçã.
Exame gustativo: Fomos jantar no restaurante Francis depois do longo dia passeando pelas vinícolas. Como tínhamos provado muitos vinhos durante o dia, resolvemos escolher uma meia garrafa para o jantar. Por acaso vi a opção desta meia garrafa de vinho branco exatamente de um das vinícolas que tínhamos visitado. Vinho de uma uva que não costumamos degustar, a Trebbiano Toscano. Vinho bom, com personalidade, com boas características da cepa. Foi na medida para fechar a noite. Meu risotto estava ótimo, com belos pedaços de cordeiros.
Nota: -

Visitamos a Estabelecimiento Juanico - Familia Deicas

 

Nome: Visita ao Estabelecimiento Juanicó - Familia Deicas
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Estabelecimiento Juanico
Realizada em: 2 de janeiro de 2012
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário da Rafaela
Chegamos superatrasados na Juanicó, mas fomos recebidos assim mesmo com uma taça de espumante. Foi bebericando o espumante que percorremos a vinícola acompanhados pelo simpático Diego. Foi tudo bem rápido, pois já estava praticamente fechando. Fizemos uma degustação de ótimos vinhos, os quais, espero, o Claudio tenha guardado na memória melhor do que eu. Fizemos uma comprinhas, olhamos a coleção de carros da família Deicas e encerramos um ótimo dia pelas ótimas vinícolas uruguaias.

Comentário do Claudio
Saímos da Pisano com muito atraso para nossa última visita do dia, à Juanico. Em cerca de 10 minutos chegamos na grande vinícola. Eles já estavam encerrando o expediente, mas fomos gentilmente guiados para conhecer as instalações pelo Diego. Mesmo de forma rápida, deu para perceber a estrutura e a bela vinícola. O dia estava lindo, o que contribuiu para deixar o local ainda mais bonito. Eles têm uma estrutura para receber turistas e a esmagadora maioria que os procura é de brasileiros. Curiosamente, havia um grupo de ingleses que passaram a tarde sentados na sobra de uma árvore, bebendo os vinhos e aproveitando a propriedade. Fizemos uma rápida degustação: provamos inicialmente um vinho branco da uva Viognier, de uma das linhas Don Pascual, talvez a maior marca em quantidade de vinhos produzidos no país. Facilmente você vai encontrar estes vinhos no Uruguai e em várias partes do mundo para onde eles exportam. Provamos também um vinho que quando bebi pela primeira vez, há alguns anos, me encantou, o Prelúdio tinto. Havia degustado a safra 2002 e desta vez provamos o 2006. Eles têm disponível para a venda safras antigas dos vinhos. Provamos também um delicioso azeite produzido por lá. Depois de algumas comprinhas, retornamos para Montevidéu após um excelente dia conhecendo um pouco da produção vinícola uruguaia.

13 de fevereiro de 2012

Visitamos a Vinos Pisano


Nome: Visita a Vinos Pisano
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Vinos Pisano
Realizada em: 2 de janeiro de 2012
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário da Rafaela
Depois de algumas perdidas, chegamos à Pisano com meia hora de atraso. Gabriela nos esperava e logo depois Daniel, um dos três proprietários, se juntou ao nosso pequeno grupo. Sob um sol escaldante, Daniel nos explicou bastante sobre o processo de produção de vinhos da Pisano, a decisão há muitos anos do pai de não usar agrotóxicos. Já no interior da vinícola, nos mostrou onde ficam guardadas as garrafas e alguns equipamentos bastante antigos. Dali, fomos para a sala onde são realizados animados encontros de família. A mesa grande é cercada de garrafas, presenteadas à família por diferentes amigos do mundo do vinho. Ali foi que provamos alguns ótimos vinhos da família Pisano. Nossos anfitriões tinham preparado também algumas gostosuras para comermos, mas quem disse que consegui provar sequer um pedacinho de queijo de Colônia. Ainda estava empanturrada com o almoço da Bouza. A conversa foi além do planejado. Quando vimos, já estávamos mais de hora atrasados para a visita na Juanico. A tal ponto de Diego, que nos receberia na terceira vinícola, ligar para o celular do Claudio, para saber se havíamos nos perdido. Compramos dois vinhos, ganhamos mais um e seguimos adiante.

Comentário do Claudio
Saímos da Bouza com destino à Pisano. As vinícolas não são longes e algum tempinho depois já estávamos sendo recepcionados pela Gabriela, diretora de exportações da vinícola, e, logo em seguida, pelo simpático Daniel Pisano, um dos três irmãos que cuidam da vinícola atualmente. A Pisano, ao contrário da Bouza, não tem estrutura para turistas. Eles apenas recebem pessoas que entram em contato com eles. Debaixo de um sol forte, Daniel nos contou um pouco da história dos parreirais, como de maneira "quase" orgânica eles cuidam das uvas, a grande quantidade de variedades que eles plantam por lá e mais alguns detalhes interessantes sobre o amadurecimento das uvas naquela região. Em seguida, fizemos um passeio pelas instalações da vinícola, provamos um Tannat que estava na barrica e seguimos para uma sala, com uma grande mesa e uma churrasqueira ao fundo onde eles fazem os encontros e as reuniões de família. Lá provamos mais alguns vinhos acompanhados por queijos de Colônia e mais alguns frios. Gostei muito do estilo de vinho. Como eles dizem, é o estilo Pisano. Vinhos com personalidade, que fogem do lugar comum. Todos os vinhos provados tinham algo de interessante, inclusive o Syrah preferido de Daniel. Provamos um ótimo licor de Tannat. Ótima conversa, bons vinhos, sentados em volta da mesa, perdemos a hora. Tínhamos agendado uma visita a Juanico e quando percebemos já estávamos quase 2 horas atrasados e tivemos que deixar a Pisano. Foi uma ótima visita, uma boa conversa e muito aprendizado.

10 de fevereiro de 2012

Visitamos a Bodega Bouza

Nome: Visita à Bodega Bouza
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Bodega Bouza
Realizada em: 2 de janeiro de 2012
Com quem: Claudio e Rafaela


Comentário da Rafaela
Nem bem nos instalamos em Montevidéu e já saímos da cidade para passar o dia visitando vinícolas. Há várias nos arredores da capital uruguaia e nos programamos para visitar três delas: Bouza, Pisano e Juanico. Se posso dar uma dica a quem pretende fazer o mesmo, ela é a seguinte: visite apenas duas por dia, para poder aproveitar melhor e não ficar preocupado com o tempo. Chegamos na metade da manhã à Bouza. Seria uma visita em grupo, com degustação e almoço. O lugar é lindo. Era uma antiga vinícola, que passou por melhorias. O dia estava lindo, o que ressaltava ainda mais a beleza dos jardins. Fizemos o passeio com um grupo composto basicamente por brasileiros. Ao final, fomos almoçar no restaurante da vinícola, superbonito. Optamos por fazer a degustação durante o almoço. Eu pedi a degustação mais simples (500 pesos uruguaios, algo como R$ 50) e Claudio (900 pesos), a de vinhos mais elaborados. O almoço começou com pães deliciosos. Podia ter comido apenas isso e já estaria satisfeita, mas havia muito mais. Escolhi um prato de massa, raviolis de mussarela de búfala com molho de tomate e manjericão. Nossa senhora, como estava bom! Pena que eu havia me empanturrado de pão. Outra dica: faça a degustação simples sem almoço e, se der, volte em outro dia para aproveitar o restaurante. Foi um ótimo passeio, mas que levou mais tempo do que o programado e nos atrasou um pouco para a próxima visita: Vinícola Pisano.

Comentário do Claudio
Tiramos este dia no Uruguai para visitarmos algumas vinícolas. Para quem curte o enoturismo, o Uruguai é um excelente destino. Muitas vinícolas se  encontram perto da capital. De fácil acesso, cerca de 20 minutos de carro você já chega em uma região produtora. Fora isto os vinhos são ótimos e a gastronomia local idem. Uma das vinícolas que consegue juntar tudo isto é a Bouza. Já conhecia alguns vinhos desta Bodega e tinha muita curiosidade de conhecê-la. Tentei marcar uma visita específica, mas não conseguimos e acabamos nos conhecendo a vinícola junto com um grupo. O lugar é muito bonito, bem cuidado e preparado para receber os visitantes. Conhecemos as instalações, os vinhedos e ainda a coleção muito interessantede automóveis antigos que eles tem por lá. O ponto alto da visita foi o almoço no excelente restaurante. Tudo estava muitíssimo bem feito. Desde os deliciosos pães de entrada até o macio e saboroso cordeiro que pedi. Vale muito a pena comer por lá. Durante o almoço fizemos a degustação dos vinhos. Você pode escolher provar 4 vinhos que são agrupados por eles em vinhos mais básicos e os mais tops. Todos de ótima qualidade, gostei de vários, o Albarinho, um Merlot parcela única, o Monte Vide Eu. O serviço durante o almoço foi impecável. Para que for de carro ao Uruguai, vale deixar para comprar vinhos da Bouza no freeshop do Chuí. Eles estavam um pouco mais baratos que na própria vinícola. Belo passeio e um ótimo almoço e vinhos.

8 de fevereiro de 2012

Eolo Gran Reserva 2004

Nome: Eolo Gran Reserva
Safra: 2004
País: Uruguai
Região: Atlantida
Produtor: Viñedos de los Vientos
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat 85% e Ruby Cabernet 15%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 490 pesos uruguaios
Onde foi comprado: La Fonda del Portito, em Montevidéu
Quando foi comprado: 1º de janeiro de 2012
Degustado em: 1ºde janeiro de 2012
Onde Bebeu: La Fonda del Puertito, em Montevidéu
Harmonizado com: Gratin de vegetais (Rafaela) e Entrecote con papas fritas (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Começamos o dia com um passeio na Feira de SanTelmo, que abriu no primeiro dia do ano. Tomamos café com medialunas, fotografamos a Mafalda, resistimos a todas as ofertas da feira e seguimos de volta para o hotel para pegarmos nossas malas. Difícil foi pegar um táxi até o porto, mas conseguimos depois de alguns minutos tentando. Buenos Aires é um paraiso para quem curte uma rede wi-fi. Há em todos os lugares. Poucas vezes fechada. Uma maravilha! De Buquebus, voltamos para Colônia, onde já havíamos passeado. Cidade muito bonita. Acho que vale nova visita em outra oportunidade. Dali seguimos para Montevidéu. Finalmente, iriamos conhecer melhor a capital uruguaia. Nesta noite, achamos que estaria tudo fechado. E de fato quase tudo estava. Por sorte o La Fonda del Puertito estava aberto. Foi tudo muito bom, tão bom que resolvemos voltar ali dois dias depois.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: O primeiro vinho que degustamos em 2012  foi uma grata surpresa e uma ótima experiência! Depois de passarmos a virada em Buenos Aires, passeamos ainda na manhã do dia 1º por lá. Fui conhecer a estátua da Mafalda que inauguraram ano passado. Sempre gostei das tiras da Mafalda e foi diverdido tirar uma foto ao lado dela. Atravessamos o Rio da Prata e voltamos à Colonia onde pegamos o carro e seguimos rumo a Montevidéu. Ficamos preocupados se encontraríamos restaurantes abertos no primeiro dia do ano, um domingo. Ano passado quando corremos a São Silvestre em São Paulo, tivemos dificuldades para encontrar restaurantes no primeiro dia do ano. Rodamos um pouco de carro e avistamos um simpático restaurante que estava aberto e com movimento. Era o La Fonda del Puertito. Resolvemos jantar por ali mesmo e foi uma excelente escolha. O restaurante tem uma bela adega e ótima carta de vinhos e por sorte encontrei esta garrafa produzida pela vinícola de Los Vientos. Dias antes de embarcar para a viagem, li uma ótima materia no Globo, escrita pelo amigo e blogueiro Bruno Agostini, que falava desta vinícola. Fiquei interessado em conhecer, troquei vários e-mails com a Mariana, uma das propietárias da vinícola, mas não conseguimos marcar uma visita e, o pior, ela me informou que seria difícil achar os vinhos para provar em Montevidéu. Por sorte, encontramos esta garrafa no restaurante. Ótimo vinho, do estilo que gosto, com personalidade, seguindo uma linha mais velho mundo. Vinho que vai te envolvendo a cada taça e que você lamenta quando a garrafa acaba. Muito bem feito, corte inusitado, mostrava boa evolução com seus 7 anos de vida. Vinho para beber com calma e ir curtindo. Para completar, comi a melhor carne da viagem. Fiquei com muita vontade de provar os outros vinhos desta vinícola. Foi um jantar excelente, para começar o ano com o pé direito!
Nota: 90.0 +

7 de fevereiro de 2012

Quieto Reserva 2005


Nome: Quieto Reserva
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Agrelo, Lujan de Cuyo
Produtor: Bodega Monte Quieto
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Franc, Malbec, Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 14.5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 80 pesos argentinos
Onde foi comprado: Tonel Privado, Buenos Aires
Quando foi comprado: 30 de dezembro de 2011
Degustado em: 31 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: Puerto Madero, Buenos Aires
Harmonizado com: Empanadas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este dia foi de pouca atividade. Passeamos à tarde por Puerto Madero, para reconhecimento do terreno. À noite, voltaríamos ali para a virada. Quando estávamos indo para lá, às 16h, acabamos nos deparando com a São Silvestre de Buenos Aires. Era a segunda edição. Não tinha tanta gente, mas foi emocionante. Ficamos assistindo. No ano passado, nós é que estávamos correndo, mas lá em São Paulo. Chorei ao assistir a largada. Já voltei aos treinos e neste ano quero participar novamente de algumas provas. À noite, carregamos nossas empanadas e nosso vinho para Puerto Madero. Queríamos levar um espumante, mas como não tínhamos como gelá-lo, optamos por um vinho. Estava um vento meio friozinho, mas, tirando isso, foi ótimo. Achei a comemoração bem bacana. Os fogos vão explodindo aos poucos e em diferentes pontos. Voltamos para casa a pé, na maior tranquilidade. Para ir, usamos o metrô mais antigo da América do Sul. O ano encerrou muito bem.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Fiquei com a difícil missão de escolher um único vinho para bebermos na nossa "ceia" da virada. Entrei em várias lojas em Buenos Aires e fiquei com muitas dúvidas. Na verdade, vi algumas garrafas de espumantes e me deu vontade de provar uma dela, mas não teríamos como gelar e abortamos a ideia. Decidi escolher algum vinho que não conhecia, que não tivesse nenhuma referência. Me interessei por este Quieto, por ser um corte com bastante Cabernet Franc. Gosto desta uva e fiquei curioso para provar o corte. Assim, compramos esta garrafa no Tonel Privado. Partimos no início da noite para Puerto Madero, onde passaríamos a virada. Abri o vinho e o bebemos acompanhado de nossas empanadas. É um vinho diferente e meio mutante. Durante a degustação, em diversos momentos, achei um bom vinho e, em outros, nem tanto. Tem boa intensidade em boca, final poderia ser mais longo, um pouco de madeira aparente. Um vinho diferente. A noite foi bem bacana. Foi uma boa virada de ano.
Nota: -

6 de fevereiro de 2012

Clos de los Siete 2008

Nome: Clos de los Siete
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Clos de Los Siete
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 56%, Merlot 21%, Cabernet Sauvignon 10%, Syrah 11% e Petit Verdot 2%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 110 pesos argentinos
Onde foi comprado: La Stampa (Migueletes, 880), Buenos Aires
Quando foi comprado: 30 de dezembro de 2011
Degustado em: 30 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: La Stampa, Buenos Aires
Harmonizado com: Espaguetti al pomodoro (55 pesos argentinos, Rafaela) e pappardelle a carbonara (58 pesos argentinos, Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
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Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: No post anterior falei da vontade ir a Las Cañitas. Desta vez, acabamos caindo em La Imprenta, na Rua Migueletes. Sem muitas opções. O ótimo Francesca, onde comemos em outra viagem, não existe mais. Agora virou casa de parrillada. Cansados e com fome, acabamos indo a este italiano. Eu fiquei feliz, mas Claudio acho que queria algo diferente. Éramos os únicos não superarrumados no lugar e um dos casais mais jovens. Havia famílias, creio que comemorando o final do ano. Aos poucos o lugar foi ficando cheio. Achei a comida bem saborosa. Apesar de eu ter escolhido um prato relativamente simples, espaguete com molho de tomates, não é todo restaurante que acerta. Este estava muito bom, bem gostoso. Nesta noite, tive um pensamento que dizia: vinhos costumam ser muito bons em viagem, especialmente na Argentina.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Depois de caminhar bastante por Buenos Aires, final do dia chegamos na região de Las Cañitas. Na última vez que tivemos por lá, a região estava cheia de vida e restaurantes. Anos depois, a região mudou um pouco o perfil. Não achamos muitas opções e acabamos escolhendo um restaurante italiano, onde diversas famílias de argentinos jantavam. A comida estava boa e acabei escolhendo o Clos de los Siete para provar. Nunca este vinho tinha me atraído, mas naquela noite acabei escolhendo ele. É um vinho correto, sem arestas, bem feito, saboroso. Não é o tipo de vinho marcante ou que ao paladar traga algo novo ou inesperado. Um vinho sem surpresas, fácil de se beber. Muita genta irá gostar, se você for beber sem muita expectativa pode agradar.
Nota: -

3 de fevereiro de 2012

Lopez - Malbec 2010


Nome: Lopez
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodegas Lopez
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 28 pesos argentinos (meia garrafa)
Onde foi comprado: El Sanjuanito, em Palermo, Buenos Aires
Quando foi comprado: 30 de dezembro de 2011
Degustado em: 30 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: El Sanjuanito, em Palermo, Buenos Aires
Harmonizado com: Empanadas variadas, cada uma custo 9 pesos argentinos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
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Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: No dia seguinte, resolvemos fazer uma comprinhas no período da manhã. Claudio foi para a Ligier e Winery e eu para as imediações da Florida. Resolvido isso, de tarde fomos à Recoleta para comer umas empanadas no El Sanjuanito, onde já havíamos ido em outra viagem. São ótimas e havia fila de brasileiros. Como era férias, resolvemos tomar uma meia garrafa para acompanhar. Depois, saímos sem muito destino. No final da tarde, acabamos indo para Las Cañitas, não sabíamos que as coisas por lá estavam meio caídas. De qualquer modo, tivemos uma boa experiência no italiano La Stampa.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Um almoço mais do que tradicional em Buenos Aires. Gostamos muito de comer empanadas e as do El Sanjuanito são excelentes e bem tradicionais na capital portenha. O lugar não é tão grande e assim como no resto da cidade, o restaurante estava repleto de brasileiros. Resolvemos pedir uma meia garrafa de vinho para acompanhar nossas empanadas. Escolhemos o Lopez Malbec. Vinho produzido pela tradicionalíssima Bodegas Lopez, vinícola que produz um vinho que gosto muito e que já provamos algumas safras, o Montchenot. Eles são reconhecidos por fazer "vinhos à moda antiga" e também por fazer vinhos para o argentino. Bodega 100% argentina, centenária, faz vinhos de estilo mais velho mundo. Este Malbec me agradou e foi muito bem com as empanadas. É um vinho simples, com boas características, fruta  fresca em boca, boa acidez e  ótima relação custo/benefíco. Um vinho interessante para quem curte malbecs mais comportados, sem excessos de madeira e álcool. Foi um almoço muito tradicional em Buenos Aiers...só faltou ouvir espanhol nas mesas ao lado.
Nota: 87,0

2 de fevereiro de 2012

Visitamos a vinícola Hex von Wein em Picada Café

Nome: Visita a Hex von Wein
País: Brasil
Região: Picada Café
Produtor: Hex von Wein
Realizada em: 26 de dezembro de 2011
Com quem: Claudio, Rafaela, Regina Helena e Luci

Comentário da Rafaela
No domingo de Natal, havíamos ido a Gramado, mas o clima lá lembrava os meses mais frios do ano. Havia tanta neblina por todos os lados!E a temperatura estava nos ridículos - para dezembro - 13 graus. Mãe do Claudio, carioca, quase morreu de frio. A minha - gaúcha - estava achando o clima fresquinho. Resultado foi que não conseguimos ficar muito na cidade e partimos para Nova Petrópolis. Lá, estava outro clima. E, para completar a decisão acertada, encontramos nossos amigos Eliane e Luis, que estavam com suas respectivas mães passeando. Na segunda, depois de passear por Caxias do Sul e visitar o presépio de rolhas em Ana Rech, decidimos ir novamente a Gramado. No caminho, como Claudio havia combinado, fomos para Picada Café. Queríamos conhecer o local onde é feito o Hex von Wein. Infelizmente, Ricardo não conseguiu voltar a tempo de Porto Alegre, mas fomos muito bem recebidos pela simpática esposa do Ricardo. Ela nos mostrou as instalações da vinícola. Dali seguimos para Gramado. Desta vez sim! Conseguimos ver até a apresentação da árvore cantante. Bem bonito. No dia seguinte, partiríamos para Porto Alegre.

Comentário do Claudio
Já degustamos algumas garrafas do vinho Hex von Wein. É um vinho surpreendente e que gostamos muito de provar. Há algum tempo tinha feito contato com o Ricardo, o produtor do vinho. Dias antes e ir passar o final do ano na serra fiz um novo contato e combinamos que passaria por lá para conhecê-lo pessoalmente. Picada Café fica perto de Nova Petrópolis. Tivemos um pouco de dificuldade de achar, mas chegamos no endereço certo. Marcamos 18h., mas infelizmente o Ricardo havia ficado preso em um compromisso em Porto Alegre e não riria conseguir chegar a tempo. Quem nos recebeu foi sua esposa que gentilmente nos mostrou as instalações onde o vinho é feito. Descobrimos que o forte do local é a produção de sucos orgânicos de algumas frutas, e como ela definiu, o vinho é um hobby para o Ricardo. Ainda tenho algumas garrafas da safra 2007 guardadas aqui comigo. Venho provando e acompanhando a evolução deste vinho. Em breve devo abrir mais uma garrafa e conto aqui no blog como ele está. Espero conhecer pessoalmente o produtor em uma nova oportunidade. De lá seguimos para passar a noite em Gramado.

1 de fevereiro de 2012

Animal - Malbec 2008

Nome: Animal
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Vinhos Alma Negra
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 105 pesos argentinos
Onde foi comprado: Minga, em Palermo, Buenos Aires
Quando foi comprado: 29 de dezembro de 2011
Degustado em: 29 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: Minga, em Palermo, Buenos Aires
Harmonizado com: Parrillada con papas fritas (Claudio) e massa com legumes (Rafaela)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta passagem por Montevideo foi bem rápida. Nem bem chegamos, já saímos. Fomos cedo para Colônia de Sacramento, onde pegaríamos o Buquebus (R$ 351, ida e volta) em direção e Buenos Aires. Deixamos o carro em Colônia (estacionamento custou mais ou menos R$ 35 por três dias e meio), pois em Buenos Aires o que mais gostamos de fazer é caminhar. Levamos apenas uma mala para facilitar. Chegamos na estação, no bairro Retiro, e decidimos ir a pé até a Praça do Congresso, onde ficava nosso hotel, um velho e não tão bom Ibis. No caminho, bateu a fome e comemos num lugar que eu amei! Chama-se Green Eat, é todo do jeito que eu gosto e com comidas que eu adoro. Voltaria lá sem pensar duas vezes. Alimentados, fomos até o hotel, deixamos a mala e saímos para caminhar e olhar a cidade. Fomos até perto do Shopping Abasto, onde eu queria ver se encontrava uma loja que gostei anos atrás. Ela existia, mas não vendia mais roupas femininas. De lá, fomos para Palermo, para jantarmos. Confesso que estava bem cansada quando finalmente chegamos. Acho que neste dia caminhamos mais de 5km. Para alguém totalmente fora de forma como eu... Não foi fácil. Quando deu fome, olhamos vários restaurantes, todos lotados, e acabamos escolhendo este Minga, mais novo, nada tradicional. Claudio continuou na carne. Eu resolvi provar uma massa com legumes. Estava bem boa! Falei que não queria nada de vinho conhecido. Ele então escolheu este Animal, que é de alguém conhecido, Ernesto Catena, da Alma Negra. Tudo bem, já que o rótulo era novo para mim. Era um bom malbec. Valeu provar. Depois o vimos em várias lojas. Dali, pegamos um táxi de volta para casa. Eu simplesmente não conseguia manter meus olhos abertos e fui dormindo a acordando até o hotel, achando que a viagem não acabava nunca!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Saímos cedo de Montevideo rumo a charmosa cidade de Colonia del Sacramento. Passeamos um pouco por lá. Um lugar bonito e aconchegante que dá vontade de ficar mais tempo... Nosso objetivo era passar a virada do ano em Buenos Aires. Atravessamos o Rio da Prata de barco e 1 hora depois já estávamos passeando pela sempre agradável capital argentina. Andamos bastante e no final do dia rumamos para a região de Palermo. Quando a fome apertou, entramos no restaurante Minga. Pedi uma carne e, claro, escolhemos um vinho para acompanhar. A Rafaela sugeriu escolher algo desconhecido, mas a carta do restaurante não era tão grande e nada de desconhecidos por ali. Resolvi arriscar este Animal. Já conhecia o rótulo, mas nunca tinha provado. Feito por Ernesto Catena, vinhedos orgânicos... Foi um bom vinho. Tem a virtude de não ser um malbec "bombástico". Vinho fácil de beber e agradável. Não é um vinho que vai mudar a sua vida, mas é gostoso, macio e caiu muito bem na agradável noite portenha.
Nota: -