20 de junho de 2012

Maria Valduga Brut / Adolfo Lona Brut / Les Coteaux 2004 / Casa Riva 2003 / Monte Vide Eu 2006


Nome: Maria Valduga Brut / Adolfo Lona Brut / Les Coteaux / Maria Pinto / Monte Vide Eu
Safra: - / - / 2004 / 2003 / 2006
País: Brasil / Brasil / África do Sul / Chile / Uruguai
Região: Vale dos Vinhedos / Garibaldi / Western Cape / Vale do Maipo / Montevideo
Produtor: Casa ValdugaAdolfo Lona / Mont du Toit / Casa Rivas / Bouza
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir / Chardonnay e Pinot Noir / Cabernet Sauvignon, Merlot e Shiraz / Syrah e Cabernet Sauvignon / Tannat, Merlot e Tempranillo
Teor alcoólico: 13% / 12% / 14,5% / 14% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 6784 / - / - / - / 1493 de 3920
Preço: Gentilmente nos enviado pelo Gil e pela Érika, do Vinho para Todos via Cris e pela Val, do Vivendo Vinhos / Les Coteaux e Maria Pinto, gentilmente trazidos por Cris e Val
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 5 de maio de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Cristiano, Valdirene e Milena

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A programação, como previsto, foi intensa, com muitos passeios pela cidade. Começamos tomando café na Casa da Táta, na Gávea. Dali, fomos até o Mirante do Leblon, com uma passada pelo Jardim Botânico primeiro. Fotos feitas, partimos para Copacabana, onde paramos para dizer um alô ao Carlos Drummond de Andrade, sempre simpático. O tempo parece que passou voando e dali resolvemos seguir para Santa Tereza, onde seria nosso almoço. Escolhemos o Sobrenatural, velho conhecido de outras visitas nossas (Alexandre e Vanessa que o digam...). Depois disso, fomos realizar o sonho da Val, de conhecer a Confeitaria Colombo. Havíamos estado lá uns meses atrás com minha amiga Denise. Paramos para um café e fui apresentada ao cartola, um doce no formato de um pastel de belém, só que feito com banana e canela. É de comer rezando. Nesse meio tempo, minha nova colega de doutorado, a Milena, ligou para se encaixar na nossa programação. Havíamos pré-combinado no dia seguinte e ela escolheu ir à praia tomar um espumante conosco. Deixamos Cris e Val no Pão de Açúcar enquanto Claudio ia ao supermercado comprar os ingredientes para o jantar e eu aproveitava para conhecer rapidamente o Bernardo, filho de nossos amigos queridos Cris e Flávio. Ele nasceu no dia 4 de maio, a cara do Flávio! Na volta para casa, passamos buscar a Milena e após rápida passagem por casa para pegarmos espumantes, taças e cangas, partimos rumo à Praia Vermelha. A noite não podia ter sido melhor escolhida: era o dia da tal lua gigante. Algumas nuvens apareceram, mas não estragaram nossa noite. Foi um programa muito divertido, que recomendamos. E esperamos fazer com outros amigos. Abrimos dois ótimos brasileiros: Maria Valduga, nos enviado pela Érika e pelo Gil, com quem havíamos estado na semana anterior, em Uberlândia. (Obrigada, amigos!) E um Adolfo Lona. Dali, partimos para casa, onde Claudio ainda prepararia nosso jantar: pizza! Aqui o agradecimento vai para o Emerson, que despertou o pizzaiolo existente no Claudio. A noite seguiu superagradável e uma alegria só! Obrigada, Cris e Val (e Milena), pela visita. Voltem sempre!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo:-.
Exame gustativo: O dia foi movimentado, como a Rafaela escreveu, e para fechar o dia nada melhor que bons vinhos. Começamos a noite na Praia Vermelha, sentados na areia, observando a lua e bebendo espumantes. O primeiro foi o Maria Valduga, presente dos amigos Gil e Érika. Esta foi a segunda vez que bebi o Maria Valduga. Desta vez, achei que ele estava melhor. Quem sabe alguns meses de garrafa não fizeram bem a ele? Pareceu-me mais maduro, complexo, realmente interessante. Na sequência, tinha levado uma garrafa do Adolfo Lona Brut e, já que estava ali, o bebemos também. Realmente beber um espumante à beira mar, na areia da praia, é um programa muito gostoso. Recomendo (acho que o Cristiano gostou). Voltamos para casa e fui preparar as pizzas da noite. Enquanto as preparava, o Cristiano abriu o primeiro tinto da noite, o sul-africano Les Coteaux, que ele gentilmente trouxe e eu não conhecia. Boa surpresa. Um vinho que sabe mesclar muito bem potência com elegância e que está no ponto para ser degustado, muito bom. Depois partimos para um chileno, Maria Pinto, com aquela característica que encontrávamos muito nos vinhos chilenos (que eu acho que tem diminuído ultimamente): notas clássicas de goiaba, doce de figo, goiabada. Vinho também bastante gostoso. Para finalizar a noite de pizzas, abrimos um Monte Vide Eu, belo vinho Uruguaio da Bouza. Vinho muito bom, que poderia ter sido bebido com uma comida mais intensa. Foi um ótimo dia e uma bela noite.
Nota: -

2 comentários:

Milena disse...

Eu adorei! Obrigada por me incluírem nesse paseio tão agradável! Se posso dar meu pitaco, também gostei muito do vinho sul-africano e, claro, com a pizza do Cláudio, especialmente a última, com o ingrediente secreto... adorei a ideia! :)

Cristiano Orlandi disse...

Rafa e Claudio,

Nós que agradecemos a hospitalidade. as habilidades de Claudio como pizzaiolo e com estes vinhos então... a festa foi ótima!

Ah! Nunca me esquecerei do pastel de camarão do Sobrenatural... Petacular! Mas o espumante na areia, a beira mar, é impagável!

Abs,

Cris