10 de junho de 2012

Jantar em São Paulo com vinhos da Borgonha


Nome:
Cave Geisse Terroir Nature / Les Chenevottes Montrachet 1 Cru / Blanc Fumé de Pouilly L. B. Dagueneau / Pernand-Vergelesses  Philippe Pacalet / Domaine des Chezeaux Gevrey Chambertin 1 Cru Lavaux Saint-Jacques / Gloria Reynolds / Julian Reynolds Reserva 2004 / -
Safra: 2008 / 2007 /  - / 2009 / 2002 / 2004 / 2004
País: Brasil / França / França / França / França / Portugal / Portugal / Portugal
Região: -
Produtor: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Pizzaria Bendita Hora, Perdizes
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de abril de 2012
Onde Bebeu: Pizzaria Bendita Hora, nas Perdizes
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Alexandre, Vanessa, Tatiana, Daniel, Guilherme, Beto, Nelson Martins enólogo da Gloria Reynolds  e Gonçalo Lopes enólogo da Secret Spot

Comentário do Produtor
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Comentário do Claudio
Rótulo: 
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Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Em 2010, encontrei-me com os amigos blogueiros Alexandre Frias e Guilherme Mair na Expovinis e passamos um grande tempo entre os estandes de produtores franceses da Borgonha. Desde então, estamos combinando um jantar para degustarmos alguns vinhos dessa região. Como cada um mora em uma cidade (Rio de Janeiro, Campinas e Brasília), sempre ficava difícil acertar as agendas para estarmos juntos em um local, mas desta vez conseguimos. Como era véspera do Encontro de Vinhos Off e da Expovinis, marcamos domingo à noite para nos encontrarmos e jantarmos em São Paulo. Assim poderíamos degustar alguns vinhos. Alexandre ficou de arrumar um restaurante para irmos no domingo à noite e acabamos indo para a Pizzaria Bendita Hora, onde o Daniel Perches e o Beto Duarte estariam preparando tudo para o Encontro de Vinhos Off do dia seguinte. Também estavam presentes a Vanessa, a Tatiana e os enólogos portugueses Nelson e Gonçalo.
Abrimos a noite com um espumante brasileiro, levado pelo Daniel, o ótimo Cave Geisse Terroir Nature, sempre uma boa pedida. Com o paladar já preparado, partimos para os vinhos brancos, as estrelas da noite. Primeiro vinho branco foi o Montrachet Premier Cru, levado pelo Guilherme: complexo e elegante, vinho envolvente e muito agradável em boca com um longo final. Muito bom. Fugindo à regra, o Alexandre levou um vinho de outra região francesa, o Loire. O Blanc Fumé de Pouilly, de  Louis-Benjamim Dagueneau, é um vinho arrebatador. Um dos vinhos brancos mais instigantes que já provei. Notas de pêssego e damasco domimam a sua boca com uma complexidade de nuances incrível. Um vinho para se beber com calma. Pretendo comprar uma garrafa, para prová-lo novamente. Recomendo. 
Partimos para os dois tintos da Borgonha, o Philippe Pacalet, que eu levei, e o Gevrey Chambertin 1 Cru, gentilmente oferecido pelo Guilherme. Dois bons vinhos, prazerosos, em estágio de evolução bem distintos pelas safras. Os tintos não tiveram o mesmo impacto dos brancos, mas a experiência foi muito boa. Ainda tivemos tempo para provar dois vinhos da vinícola portuguesa Gloria Reynolds, oferecidos pelo Nelson, o enólogo da vinícola. Dois vinhos alentejamos de muita qualidade, complexidade e potencial de envelhecimento. Trouxe uma garrafa do Gloria Reynolds 2004 e está em minha adega para evoluir ainda mais um pouco. Comemos algumas pizzas e o Daniel ainda tinha levado um espumante português já com alguns anos de vida, que nem conseguimos provar... Já tinha passado do tempo dele. Foi uma ótima noite, acompanhado por amigos e ótimos vinhos.
Nota:-

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