31 de dezembro de 2012

Feliz 2013!

Que 2013 seja repleto de momentos felizes para brindar com os amigos! 

Um excelente ano para todos os leitores do Le Vin au Blog!

Tsarine Brut Rosé Champagne no café da manhã

Nome: Tsarine Brut Rosé
Safra: -
País: França
Região: Champagne
Produtor: Tsarine
Importador: -

Uvas/Corte: 34% Chardonnay, 33% Pinot Meunier, 33% Pinot Noir 
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa:
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Emerson
Quando foi comprado: -
Degustado em: 16 de novembro de 2012
Onde Bebeu: La Byciclette
Harmonizado com: café da manhã do La Byciclette
Com quem: Claudio, Emerson, Anna, Cris, Val, Alexandre e Vanessa

Comentário do Produtor
Draped in ruby silk, a fine stream of fine bubbles envelops this rosé champagne. 
Like some magical alchemy, aromas of wild strawberry, wheat and blackcurrant buds awaken the instinct of our senses. On the palate, body and finesse combine in red berry and cream notes. Gentleness and pleasure come together as one


Comentário do Claudio
Rótulo: Destaque para o vidro todo trabalhado da garrafa. Um estilo antigo que não agrada a todos, mas é bem marcante.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Que tal beber um champagne na presença dos amigos em um café da manhã ao lado do Jardim Botânico? E, além disso, acompanhado de excelentes pães, croissants, geleias e afins marcando o início das comemorações do seu aniversário? Pois é, no último dia 16 de novembro foi exatamente isso que fizemos. Aproveitando as visitas que estavam no Rio, surgiu a ideia de abrir um champagne em pleno café da manhã no La Bicyclette. O Tsarine se mostrou um agradável champagne, que harmonizou muito bem com os pães e tanto com a geleia quanto com o salmão defumado que pedimos e principalmente com o clima agradável, entre amigos, daquela manhã. Recomendo a experiência!
Nota: -

29 de dezembro de 2012

130 / Casa Valduga Blush / Viapiana 192 anos Brut / Tabalí Reserva Especial 2005/ Mission Hill Icewine Riesling 2009

Nome: 130 / Casa Valduga Blush / Viapiana / Tabalí / Mission Hill
Safra: - / 2009 / - / 2005 / 2009
País: Brasil / Brasil / Brasil / Chile / Canadá
Região: Vale dos Vinhedos / Vale dos Vinhedos / Flores da Cunha / Valle del Limari / Okanagan Valley
Produtor: Casa Valduga / Casa Valduga / Viapiana / Tabalí / Mission Hill Family State
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir / Chardonnay e Pinot Noir / - / Cabernet Sauvignon 50%, Shiraz 45% e Merlot 5% / Riesling
Teor alcoólico: 13% / 13% / 12% / 14,5% / 8,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Cadeg e presenteados pelos amigos Cris e Alexandre
Quando foi comprado: -
Degustado em: 15 de novembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pão de queijo, salada, linguiças, bolo de carne, massa com pesto, pão caseiro
Com quem: Claudio, Rafaela, Vanessa, Alexandre, Emerson, Anna, Cristiano, Valdirene

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Com tantas visitas legais em casa, é claro que não fiquei prestando atenção aos vinhos! Notei, porém, que para mim foi servidas apenas uma tacinha de 130. Logo eu, Alexandre, tinha que ficar por última? Tudo bem, depois tudo se acertou. Aproveite para comer uma saladinha, pois ainda tinha que entrar em um vestido na noite seguinte. Os amigos foram chegando aos poucos. Cris e Val chegaram ainda de manhã e conseguimos pegar ainda o café da manhã da Casa da Tatá. Depois, fomos até a casa da mãe do Claudio, onde deixamos as malas do Cris e da Val. Em seguida, pensamos em ir no Chico e Alaíde, mas estava lotado. Aí, acabamos no mediano Belmonte do Leblon. Antes de virmos para casa, passamos na Cobal. Em casa, ficamos esperando as visitas que estavam chegando ao Galeão. Com todos reunidos, passamos algumas horas agradáveis, planejando o fim do mundo e o que fazer no dia seguinte.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite de muitos vinhos e amigos. Nesse feriadão, recebemos visitas e para a chegada deles resolvemos preparar algumas coisinhas em casa e abrir alguns vinhos. Começamos pelo sempre bom espumante 130 da Casa Valduga, velho conhecido aqui no blog. Os últimos 130 que bebemos apresentaram concentração de sabor maior que os antigos. Provavelmente fruto da nova prensa que a Valduga passou a utilizar. Passamos para o segundo espumante, o rosé da Casa Valduga, o Blush. Belo espumante, muito equilibrado e agradável em boca. Vale muito provar. Terceiro espumante da noite foi um que ainda não conhecia, o Viapiana 192 anos Brut. Um espumante de ótimo preço e muito agradável. Vale ressaltar que é um espumante com acidez muito marcada e pode desagradar alguns, mas com uma comida um pouco mais gordurosa irá muito bem. Em seguida, abrimos um ótimo tinto que o Cristiano trouxe. Esta vinícola sempre faz bons vinhos do interessante vale do Limari. Este não foi diferente: taninos redondos, vinho que preenche a boca e muito agradável. Para finalizar, um Icewine canadense, que estava delicioso, muito equilibrado, doce, sem ser enjoativo, acidez presente, delicado e elegante. Muito bom. Foi uma noite muito agradável, um bom começo para o que viria nos próximos dias.
Nota: -

28 de dezembro de 2012

Voyeur Carpe Noctem 2008

Nome: Voyeur Carpe Noctem
Safra: 2008
País: Portugal
Região: Península de Setúbal
Produtor: Wine with Spirits
Importador: -

Uvas/Corte:  Castelão 48%, Touriga Nacional 28% e Touriga França 24%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 02897
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 13 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Founde de queijo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
No trânsito, no escritório, pela janela do seu quarto? De certeza que em alguma ocasião alguém tinha os olhos postos em si. Ninguém lhe tocou, mas foi alvo de desejo sem saber.
À sua frente tem um objecto de prazer. Olhe bem... Não resista à provocação! Toque, sinta, cheire e beba. Não vai ter muitos momentos assim. 

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho gostoso, bem fácil de beber, frutado na medida certa. Não destoou do founde. Muito bom! Nesta terça-feira, cheguei um tanto tarde em casa e o Claudio já havia até participado do Winebar com este vinho. Ainda não sabia o que jantaríamos, mas felizmente Claudio viu que tínhamos um founde, quase vencendo, na geladeira e decidiu que seria aquilo mesmo. Quando fazemos essas degustações em casa, eu me torno um perigo. Ou saio convidando pessoas para encontros ou faço revelações. Nesta noite, acabei contando para o Claudio que os últimos dos 40 presentes de aniversário que ele ganhou estavam relacionados. Pronto, foi o que bastou para ele criar muitas expectativas.

Comentário do Claudio
Rótulo: Um QR code que te leva para um filme interessante sobre o conceito do vinho. Diferente, inovador. Vale conhecer.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais uma edição do Winebar e desta vez com novidades: não só nos foi apresentado um vinho, mas um conceito. A Wine With Spirits, empresa portuguesa que cria conceitos de vinhos e como bem diz em seu site,"que procura, acima de tudo, fazer com que as pessoas consumam vinho não em função das características técnicas que o vinho tem, mas em função das emoções que sentem"... Um approach à comercialização de vinhos totalmente diferente, uma vez que não vende só vinho mas sim "emoções engarrafas". Assim, com uma abordagem única e uma série de vinhos com nomes inusitados, a Abflug, importadora de vinhos, passou a distribuir alguns vinhos desta linha. Um deles é este Voyeur. É um vinho moderno tanto na abordagem quanto na boca. Vinho com boa extração, muita fruta madura e firme em boca. Notas doces em seu ataque inicial e algo um pouco apimentado em seu final, algo como ameixa preta madura com notas de pimenta preta. Vinho com perfil que deve agradar muita gente, arredondado pela madeira. Como profissionalmente trabalho com construções de marca, é muito interessante ver um projeto como o Wine With Spirits.
Nota: -

27 de dezembro de 2012

ReD - Cabernet Sauvignon e Merlot

Nome: Routhier & Darricarrère - ReD
Safra: -
País: Brasil
Região: Rosário do Sul
Produtor: Routhier & Darricarrère 
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon e Merlot
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 57
Onde foi comprado: Zot Gastrobar, em Copacabana, no Rio
Quando foi comprado: 10 de novembro de 2012
Degustado em: 10 de novembro de 2012
Onde Bebeu: Zot Gastrobar, em Copacabana, no Rio
Harmonizado com: Tábua de frios, brandade de bacalhau
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Em 1972 Jean Daniel Darricarrère, veio do Uruguay e começou sua história no Brasil.  Aqui ele comprou uma Kombi, apelidada de Col, diminutivo de caracol, por sentir que era sua casa enquanto rodava o país. Junto com o irmão Pierre conheceram as belas praias do país.Brasil e foram conquistados pelos atrativos do país. Jean Daniel e Pierre Darricarrère são proprietários da Vinhedo Routhier e Darricarrère e homenageiam o espírito ousado e aventureiro, que marca a juventude.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Faltando poucos dias para nossas visitas chegarem e para realizarmos o almoço de seis anos do blog, decidimos ir conferir o Zot de perto. Já havíamos estado lá em outra ocasião, mas queríamos ver se acertávamos os detalhes pessoalmente. Claudio havia pedido orçamentos em diferentes lugares, mas achamos que ali ficaríamos instalados do jeito que gostaríamos. Enquanto conversávamos com o Márcio, proprietário do Zot junto com a esposa Andrea, pedimos uma tábua de entradas. São seis opções muito saborosas (berinjela, queijo de cabra, tomate, salsicha, queijo com creme de aceto balsâmico e presunto de parma). Íamos pedir um vinho, mas Márcio nos ofereceu algumas taças deste novo vinho, o ReD. Foi uma ótima surpresa, o vinho é leve e delicioso. Vale provar. Mais tarde, comemos ainda uma brandade de bacalhau. Fantástica!

Comentário do Claudio
Rótulo: Divertido desenho da Kombi. Combina com o espírito do vinho.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ótima surpresa vinda da Campanha Gaúcha. Estávamos no Zot, ótimo Gastrobar em Copacabana, dos amigos Marcio e Andrea, e ele nos ofereceu uma taça deste vinho, de garrafa divertida e descontraída. Tinha lido na internet alguns bons comentários sobre o vinho  e estava curioso para provar. É um vinho jovem, leve e elegante. Vinho fácil de se beber, sem nenhuma aresta e que vai fácil. Perfeito para acompanhar entradas leves, um vinho que pede este tipo de comida. Vinho muito agradável e bem feito. Uma opção de ótimo preço e para quem quer fugir de vinhos pesados e frutadões. Dentro da sua proposta de ser um vinho descomplicado e jovem, assim como seu rótulo. Vale provare ficar de olho nos vinhos desta jovem vinícola.
Nota: -

5 de dezembro de 2012

Bougros Chablis Grand Cru - Thierry Laffay 2007

Nome: Bougros Chablis Grand Cru
Safra: 2007
País: França
Região: Chablis
Produtor: Thierry Laffay
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 12,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Na vinícola, em Chablis
Quando foi comprado: Setembro de 2010
Degustado em: 9 de novembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salmão com legumes e salada
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nesta noite, fiz salmão pela primeira vez na vida. Claudio estava em um compromisso de trabalho e demorou bastante para chegar em casa. Então, tive de fazer algo que até então nunca tinha feito: ir ao supermercado escolher eu mesma um pedaço de salmão e depois prepará-lo. Até que não ficou dos piores. Este vinho foi uma ótima surpresa. Claudio havia me avisado de que se tratava de um ótimo vinho, mas não imaginei que seria tão bom assim! Perfeito com nosso prato. No meio "de boca", como me corrigiu o Claudio, senti um gosto docinho. Não é um vinho fácil de ser encontrado por aqui, mas se algum dia alguém for a Chablis, recomendo fortemente comprar uma garrafa.
Nota: 93.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: amarelo bem clarinho.
Exame olfativo: Complexo, rico, com notas frutadas misturada com toques minerais.
Exame gustativo: Bbeber um chardonnay de qualquer parte do mundo é uma coisa, beber um bom Chablis é outra completamente diferente. Um Chablis é sempre um prazer e este Bougros que compramos diretamente do produtor quando estivemos por lá, não foge à regra. Em boca apresenta ótimas características dos vinhos daquela região, boa complexidade, notas frutadas e em seu final marcado pela acidez e mineralidade intensa. Boa presença em boca. Um vinho muito elegante e complexo que foi muito bem com o nosso salmão preparado pela Rafaela. temos que voltar em Chablis para comprar outros vinhos.
Nota: 91.0 +

Vollereaux Brut - Champagne no Winebar

Nome: Champagne Vollereaux
Safra: Uvas das colheitas de 2005 + 2006 + 2007
País: França
Região: Champagne
Produtor: Vollereaux
Importador: Chez France

Uvas/Corte: Chardonnay, Pinot Noir, Meunier
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 131, 00 no site da importadora
Onde foi comprado: Gentilmente enviada pelo WineBar
Quando foi comprado: Outubro de 2012
Degustado em: 06 de novembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Quiche de cebola
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
O clássico champagne da Maison Vollereaux é o resultado da mescla das três variedades de castas da Champagne, cada uma contribuindo maravilhosamente para conferir refinamento e elegância a esse vinho delicado e frutado. Três anos de envelhecimento conferem a ele um excelente nível de consistência e qualidade.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Tenho um compromisso toda terça no final da tarde. Como não poderia estar às 20h em casa, Claudio assistiu o WineBar, mas esperou até eu chegar para abrirmos este champagne. Compraria fácil este espumante se fosse fazer um casamento ou uma grande festa. É fácil de se beber, fresco, leve, ideal também para acompanhar refeições descompromissadas. 
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: Um rótulo simples e clássico.
Exame visual: Perlage fina e intensa.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de algum tempo, voltou em grande estilo o Winebar, iniciativa dos amigos Daniel Perches e Alexandre Frias. Desta vez foram apresentados os Champagnes Vollereaux. Colocando os post em dia aqui no blog, vamos começar falando um pouco sobre o Brut. É um Champagne bem interessante, de boa relação custo/benefício (lembrando que é difícil achar Champagnes de baixo custo), e muito bem feito. É um espumante leve, fácil de se beber, com algumas notas cítricas aparecendo, algo mais para fruta que para cremosidade. Boa acidez que lhe confere este caratér fresco e leve. É um espumante festivo, que irá bem em uma comemoração com amigos, ou em festas maiores.
Nota: -

3 de dezembro de 2012

Achaval Ferrer - Cabernet Franc 2005 #cbe



















Nome:
Achaval Ferrer Cabernet Franc
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Achaval Ferrer
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Franc 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 220 pesos
Onde foi comprado: Vinícola Achaval Ferrer, em Mendoza
Quando foi comprado: 19 de dezembro de 2008
Degustado em: 25 de novembro de 2012
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Bruschettas caprese
Com quem: Rafaela e Claudio

Comentário do Produtor
Alc. 13,5%. Del viñedo Diamante. Para una botella usan tres plantas de vid. La fermentación maloláctica es en las barricas francesas, donde pasa 12 meses.
Rojo carmín granate con algo de evolución y de profundidad media-alta.
Aromas florales (violetas) y fruta. Intensidad media-alta.
En boca es franco y de alta acidez. Mucha fruta y la madera muy bien puesta. Muy equilibrado y elegante.

RPC Muy Mala. El vino es muy rico y seguramente con buen tiempo en copa o decanter, ganará en complejidades. El precio es el impedimento para disfrutarlo seguido.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este era um dos vinhos mais antigos que tínhamos em casa, quero dizer, um que havíamos comprado há mais tempo. Lembro bem do dia em que o comprei, em Mendoza, depois de ser tão bem recebida pelo Nicolas na Achaval Ferrer. Lembro-me de ter gostado muito deste vinho, mas queria mesmo era ter comprado um Finca Altamira. Acabei escolhendo este por estar mais dentro do meu orçamento. Não sei se hoje, mais acostumada a gastar um pouco mais com vinhos, se teria me jogado no outro um mais caro. Trata-se de um vinho diferente, não muito recomendado para iniciantes. Neste dia, completamos sete anos de namoro. Então aproveitamos para abrir um vinho especial, como este. O vinho apresentava bastante depósito. Durante minha visita a Mendoza, bebi uma tacinha deste vinho. Naquele post, Alexandre do blog Diário de Baco deixou um comentário, dizendo que ainda gostava de vinhos frutadões (E aí, Alê, ainda gosta?). Quando li este comentário para o Claudio, ele me disse que este não é um vinho frutadão. Tudo bem, mas tem bem um gostinho de frutas vermelhas.
Nota: 90.0

Comentário da Rafaela
Rótulo: Segue padrão clássico da vinícola.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Aproveitamos o tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, escolhido pelo amigo Deco Rossi, para abrir um dos vinhos que estava há mais tempo em nossa adega. Gosto muito dos vinhos feitos de Cabernet Franc e estava muito curioso para provar este vinho. Achaval Ferrer produz alguns dos melhores vinhos argentinos e também este pouco conhecido Cabernet Franc. Foi comprado diretamente na vinícola durante visita que a Rafaela fez em 2008. Um vinho com 7 anos de vida que ainda mostra um bom potencial para envelhecer. Cresceu depois de um tempo que deixamos no decanter respirando. Vivo em seu ataque inicial, predomínio de fruta madura em boca com notas vegetais e algo de defumado no final de boca. Um Cabernet Franc de ótima qualidade, amigável, de boa acidez. Gostei bastante e recomendo.
Nota: 90.0 +

29 de novembro de 2012

6 anos de Le Vin au Blog

O Le Vin au Blog completou seis anos!

Nesse período, tivemos a oportunidade de beber ótimos vinhos, fazer algumas viagens e participar de ótimas degustações, mas, acima de tudo, de fazer muitos amigos.

Muito obrigado por acompanhar nossos posts.
Abraços,
Claudio e Rafaela

Anselmann - Dornfelder 2010

Nome: Anselmann
Safra: 2010
País: Alemanha
Região: Pfalz
Produtor: Weingut Anselmann
Importador: -

Uvas/Corte: Dornfelder
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Kaufhof Frankfurt, na Alemanha
Quando foi comprado: Abril de 2012
Degustado em: 1º de novembro de 2012
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Intensive Aromen von Schwarzkirsche. Sehr harmonisch und reif. Schönes Zusammenspiel von dornfeldertypischen Rebsorteneigenschaften und Barriquenoten. Bemerkenswert reife und harmonisch eingebundene Tannine. Hohe Komplexität und nachhaltige Länge.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho bem gostoso, leve, com sabor meio infantil, que lembra algo adocicado. No primeiro gole, o primeiro pensamento que me veio à mente foi a lembrança de provar aquele picolé da kibon lançado há alguns anos, de banana. O gosto lembrava esse picolé. Este post marcou um momento importante: comecei a usar o método GTD de organização. Vamos ver no que vai dar!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
 -
Exame visual: Claro, translúcido, lembra cor de Pinot Noir.
Exame olfativo: Nariz jovem e frutado. Lembra um gamay levemente doce.
Exame gustativo: Um tinto alemão bem diferente. Vinho de corpo médio, que passa uma primeira impressão de ser jovem e frutado, com algo adocicado. Depois de um tempo, aparecem notas que lembram um leve apimentado. É um vinho com comportamento diferente.
Nota: -

28 de novembro de 2012

T.H. - Riesling 2010

Nome: T.H.
Safra: 2010
País: Chile
Região: Lo Abarca
Produtor: Viña Undurraga
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Riesling 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pela Abflug
Quando foi comprado: 2012
Degustado em: 29 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Murg Tikka Masala, do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como se fosse uma tradição, pedimos comida thai e, claro, para acompanhar abrimos um branco. Este vinho é bastante bom, mas algo me incomodou profundamente durante o jantar: o cheiro de querosene. Fiquei impressionada. Parece que você está em um posto de gasolina, pois o cheiro não passa nunca, quer dizer, mais para o finalzinho estava menos forte. Trata-se de um vinho mais forte, não se engane quem acha que será tão levinho simplesmente por ser branco.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Exame visual: amarelo bem clarinho.
Exame olfativo: Típico nariz de riesling, com algo derivado de petróleo.
Exame gustativo: Já degustamos e comentamos aqui no blog outros vinhos da interessante e consistente linha Terroir Hunters. Desta vez provamos uma cepa que não é tão comum no Chile, mas pelo resultado deste vinho poderia ser mais explorada. É um vinho bastante elegante, de boa acidez, com agradáveis notas de alguma fruta. Com um tempo em taça ele cresce um pouco deixando as características da cepa mais evidentes. Um vinho muito bom que vale ser provado.
Nota: 89.0 +

27 de novembro de 2012

Lavaque - Torrontes 2011 / Alvarez de Toledo Roble - 2008

Nome: Lavaque Partida Limitada / Alvarez de Toledo Mencia Roble
Safra: 2011 / 2008
País: Argentina / Espanha
Região: Mendoza / Bierzo
Produtor: Lavaque / Alvarez de Toledo
Importador: First / Wine

Uvas/Corte: Torrontes / Mencía
Teor alcoólico: 13% / 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente trazido pelo Rodrigo e pela Tati / Clube W
Quando foi comprado: - / Outubro 2012
Degustado em: 27 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salada Rafaela, Paçoca de Pinhão e Quiche de Cebola
Com quem: Claudio, Rafaela, Rodrigo e Tatiana

Comentário do Produtor
Alvarez de Toledo - Nuestro vino se caracteriza por su marcado carácter frutal que permite mostrar todas las cualidades y características de la variedad Mencía. Su paso por barrica complementa estas cualidades aportándo sutileza, elegancia y complejidad. La entrada en boca es sedosa, frutal, con persistencia y mucha amabilidad.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia um tempão que planejávamos este encontro. Quando eu trouxe pinhões de Vacaria neste ano, pensei que era para cozinharmos para o Rodrigo, o maior entusiasta da paçoca de pinhão. Nossas agendas estavam difíceis de serem casadas, mas finalmente deu certo. Foi um encontro muito agradável, como sempre. Conversamos, rimos e ficamos divagando sobre Christian Grey, minha nova fixação! Durante a semana, fiz uma viagem a trabalho que passou por Recife, Natal, Belém e Manaus. Durante todo esse percurso tive a companhia dos personagens de Cinquenta Tons de Cinza. Li, sem sentir, as 900 páginas dos dois primeiros livros. Agora, aguardo ansiosa o lançamento do terceiro e último volume. Que dia 08.11 chegue logo!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite muito agradável na companhia dos amigos Rodrigo e Tatiana. Abrimos a noite com um vinho argentino da uva Torrontés. Este vinho era da região de Mendoza e não apresentou toda aquela exuberância aromática que regularmente vimos nesta uva. Em boca o vinho se mostrou leve e agradável, mas também não tinham características bem marcadas da cepa Passamos para um vinho que recebi do ClubeW. Já tinha lido alguns comentários sobre este vinho em outros blogs e resolvi provar. Foi um vinho que decepcionou um pouco. Não é um vinho ruim, apresenta fruta em boca, mas achei com baixa acidez. É um vinho que você bebe, mas não desperta o seu interesse.
Nota: -

13 de novembro de 2012

Barolo Batasiolo 2007

Nome: Barolo
Safra: 2007
País: Itália
Região: Barolo
Produtor: Batasiolo
Importador: -

Uvas/Corte: Nebbiolo
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Antonio Moacir e pela Alice
Quando foi comprado: -
Degustado em: 22 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Casa do Antonio Moacir e da Alice, em Recife
Harmonizado com: Prima Donna com torradinhas, salada especial feita pela Sheila, risoto de camarões preparado pela Alice e sobremesa com bolo de rolo e sorvete feita pela Sheila
Com quem: Rafaela, Antonio Moacir, Alice e Sheila

Comentário do Produtor
Este vinho é obtido de uvas Nebbiolo cultivadas nas colinas da zona do Barolo, constituída por onze municìpios, todos situados nos primeros contrafortes da regiáo Langhe. O Barolo jovem distingüe-se pela cor vermelho rubi e por uma acentuado concentraçao de tanino que, mediante uma sábia apuraçao em madeira, gradualmente adquire um sabor macio, aveludado e delicado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Pelo lado paterno, tenho mais de 40 primos. Alguns fizeram parte da minha infância e adolescência, mas outros, apesar de sempre ouvir falar, nunca cheguei a conhecer pessoalmente. Foi assim com o Antonio Moacir até poucos dias atrás. Primeiro "conheci" a Sheila pelo Facebook, logo depois foi a vez dele. Trocamos algumas mensagens e ficamos com essa promessa de um dia nos encontrarmos. Conheci Sheila quando veio ao Rio em março passado. Uma viagem de trabalho pelo Nordeste ofereceu uma opção. Depois de um dia de palestras, Sheila me buscou em Boa Viagem e seguimos para casa. A noite foi superagradável. Antonio Moacir e eu colocamos a conversa em dia. É engraçado, nunca tínhamos nos visto, mas conseguimos conversar sem precisar pensar muito. Eu fiquei muito feliz e me deu uma baita saudade dos parentes todos. A conversa seguiu durante o jantar preparado pelas meninas. Estava tudo tão delicioso. Tomara que voltemos a nos encontrar em breve. Alice, Sheila e Antonio, muito obrigada pela recepção tão amorosa. Ah, sim, o Barolo estava fantástico!
Nota: -

12 de novembro de 2012

José L. Mounier Reserva 2005

Nome: José L. Mounier
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Valle de Cafayete, Salta
Produtor: Bodega Mounier
Importador: -

Uvas/Corte: 60% Malbec, 20% Cabernet Sauvignon e 20 %Tannat
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 3607/8000
Preço: -
Onde foi comprado: Winery, em Buenos Aires
Quando foi comprado: Dezembro de 2011
Degustado em: 20 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Ravioli de ricota com molho bolognese da La Veronese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Es un vino de corte (60% de Malbec, 20% de Cabernet Sauvignon, 20% de Tannat). De color rojo intenso, con tonos violetas, aroma muy complejo, típico de la región, frutas rojas y sutiles de madera. En boca es estructurado, taninos suaves y madiros de final muy largo. En condiciones adecuadas se puede guardar entre 10 y 15 años. Se recomienda abrirlo una hora antes o decantarlo, consumirlo entre 16 y 18 °C. Ideal para acompañar carnes rojas, de caza, pastas o con lo que Ud. Prefiera.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este sim é um vinho imperdível! Adorei. Merece nota alta com estrelinhas. Aproveitamos este jantar para começar a planejar um almoço de blogueiros, que ocorrerá no dia 17 de novembro, aqui no Rio. Alguém mais gostaria de participar?
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Rótulo que parece de vinho antigo.
Exame visual: Rubi vivo e intenso.
Exame olfativo: Nariz franco e vivo, quase aparecendo álcool.
Exame gustativo: Este foi mais um dos vinhos que comprei na última vez que estive na Argentina. Naquela viagem procurei escolher vinhos que nunca tivesse provado, sem nenhuma referência. Assim escolhi este blend da safra 2005 da região de Salta. Com 7 anos de idade imaginei que ele estaria bom para se beber. Ao primeiro gole deu para perceber que o vinho estava ainda muito vivo, taninos presente e intensos. Uma intensidade que não esperava. É um vom vinho, que busca um estilo velho mundo e que deve melhorar muito com mais alguns anos de garrafa. É sem dúvida um vinho com estilo e personalidade. Se você achar uma garrafa deste vinho, deixe ela na sua adega por mais algum tempo. Gostei.
Nota: -

11 de novembro de 2012

Cannubi Barolo 2005 / Biondi Santi Brunello di Montalcino 2004 / Dal Forno Romano Amarone della Valpolicella 1996

Nome: Cannubi / Biondi Santi / Dal Forno Romano
Safra: 2005 / 2004 / 1996
País: Itália
Região: Piemonte / Toscana / Vêneto
Produtor: Cascina Adelaide / Biondi Santi / Dal Forno Romano
Importador: Abflug/ Mistral / -

Uvas/Corte: Nebbiolo 100% / Sangiovese 100% / Corvina 60% Rondinella 20%, Croatina 10%, Oseleta 10%
Teor alcoólico: 14% / 13% / 17,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 18 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Restaurante Giuseppe Grill, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e demais convidados.

Comentário do Produtor
-

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual:
Exame olfativo: 
Exame gustativo: Um passeio pela Itália através de grandes vinhos. Assim foi o jantar no bom restaurante Giuseppe no Leblon na companhia de alguns amigos. Primeiro vinho da noite foi um Barolo. O amigo e blogueiro Guilherme de Brasília tinha bebido este mesmo vinho dias antes e me alertado que estava extremamente novo. Como já tinha combinado de levar o Barolo resolvi pagar para ver. Talvez tenha ido preparado para um vinho muito novo, mas a verdade é que ele me surpreendeu. É sem dúvida um grande Barolo e com certeza tem muitos anos ainda pela frente, mas foi muito prazeroso bebê-lo agora. Muita personalidade. Foi um belo início dos trabalhos. Passamos para o segundo vinho, mudando de região e desembarcando na Toscana. O Brunello do Biondi Santi dispensa apresentações. Vinho de extrema elegância, com vida muito longa ainda pela frente. Quem, assim como eu, é fã de Sangiovese, tem que provar os vinhos deste produtor. Foi um belo contraponto ao último vinho da noite que já estava respirando no decanter. Mais uma vez, mudamos de região e partimos para a potência de um Amarone. O Dal Forno Romano, com 16 anos de vida, mostrou-se em excelente forma para ser bebido. A idade deixou-o ainda mais complexo, sem perder toda a presença característica dos Amarones. Excelente qualidade, muito macio em boca, prazer garantido. Foi uma noite de excelentes vinhos, e foi muito interessante ver vinhos tão distintos, de regiões que produzem vinhos com características próprias, todos de excelente qualidade e muita personalidade. Viva a Itália!
Nota: -

4 de novembro de 2012

Paulo Laureano Clássico - Antão Vaz e Roupeiro 2010

Nome: Paulo Laureano Clássico
Safra: 2010
País: Portugal
Região: -
Produtor: Paulo Laureano
Importador: -

Uvas/Corte: Antão Vaz e Roupeiro
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Joaquina, na Cobal Botafogo
Quando foi comprado: 18 de setembro de 2012
Degustado em: 18 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Joaquina, na Cobal Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Nhoque à bolognesa
Com quem: Rafaela, Ana Rosa, Tatiana, Antonio e Neusa

Comentário do Produtor
Aroma: Cítrico com notas tropicais muito elegantes e agradáveis. Prova: Fresco e macio de estrutura marcante e muito atraente. Final: de Boca Longo com uma sensação de frescura bem evidente.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Mais um encontro especial com os colegas da turma de mestrado. Faltou a Angela para ficarmos completos. Aproveitamos para comemorar o aniversário da Tati, que seria dois dias depois. Paulo Laureano é sempre uma boa opção. Ainda não tinha provado o branco e gostei bastante. Ana Rosa sempre fala que não tem como um vinho português ser ruim. Bom custo/benefício.
Nota: -

3 de novembro de 2012

Jean Bousquet - Chardonnay 2010

Nome: Jean Bousquet
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Tupungato, Mendoza
Produtor: Jean Bousquet
Importador: Abflug

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Diretamente da importadora Abflug
Quando foi comprado: maio 2012
Degustado em: 15 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Orienthai
Com quem: Claudio, Rafaela e Emilia

Comentário do Produtor
Color | Amarillo claro con tonos verdes.
Nariz | Aromas de frutas tropicales con notas cítricas y florales.
Boca | Notas concentradas de manzana y pera con un ligero tono de especias suaves. El final es limpio y fresco con una acidez fresca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Desde o dia em que passamos pela Nelson Mandela e sentimos o cheiro de curry, Milena, Emilia e eu combinamos de "fazer" um jantar com comida thai. Marcamos uma vez, mas por motivos diversos não deu certo. Fizemos esta segunda tentativa. Milena ficou presa em Campinas por conta de um avião com pneu furado. Mesmo sentindo-nos como traidoras, Emilia e eu resolvemos manter o jantar mesmo assim. Milena fez falta, mas o encontro foi muito bom. Conversamos, comemos e bebemos este refrescante vinho branco. Foi muito bem com a comida thai. Agora, precisamos encontrar uma nova data!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais um belo vinho produzido pelo Domaine Jean Bousquet. Já provamos e comentamos alguns vinhos desta vinícola e sempre o resultado é altamente positivo, em geral vinhos que oferecem bem mais que o preço da garrafa, ou seja, vinhos que chamamos de ótimas compras. Este Chardonnay foi a primeira vez que bebemos: um vinho agradável, elegante e bem feito. Escolhemos esta garrafa para acompanhar a comida thai e funcionou bem. Um vinho de corpo médio, bem macio em boca, sem exageros que você irá beber de forma despreocupada. Daquele tipo de vinho que a garrafa vai fácil. Recomendo.
Nota: -

2 de novembro de 2012

Casal Mor Dão - 2009 / Los Vascos - Cabernet Sauvignon 2009

Nome: Casal Mor / Los Vascos
Safra: 2009 / 2009
País: Portugal / Chile
Região: Dão / Vale do Colchagua /
Produtor: Casal Mor / Los Vascos /
Importador: -

Uvas/Corte: 50% touriga nacional, 30% alfrocheiro preto e 20% jaen / Cabernet Sauvignon /
Teor alcoólico: -% /  14% /
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 29 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Pousada Vista da Serra, em Casa Branca, Brumadinho
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Ana Rosa, Angela, Neusa e muitos outros

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia tempo que nossa turma de amigos do mestrado planejava uma viagem. Já havíamos tentado ir para o interior do Rio, mas nunca dava para todos irem. Bom, dessa vez também não deu, faltaram a Tati e o Antonio, mas Ana, Angela e eu conseguimos entrar no grupo da viagem organizada pela Neusa para Inhotim. No final, éramos mais de 20 pessoas. Foi simplesmente demais! Adoramos. O lugar é lindo, em meio ao verde e repleto de obras diferentes (para mim, pelo menos). Foi uma experiência fantástica, especialmente porque estávamos juntos. Em uma da noites, bebemos um vinho em nosso quarto. Na outra, levamos essas duas garrafas para o jantar muito bom preparado na pousada. Foi uma experiência inesquecível. Que venham outros!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Passamos o final de semana em Minas Gerais para conhecer Inhotim, um lugar que recomendo, vale a viagem. Nas duas noites em que passamos por lá, abrimos estes vinhos na pousada. Confesso que não fiz anotações sobre os vinhos... Bebemos na companhia de muitas pessoas e acabei não prestando a atenção necessária para escrever comentários. Vale destacar que o vinho do Dão era um vinho fácil de se gostar. Do chileno, eu não esperava muito, mas me surpreendeu positivamente. Um Cabernet correto, com boa expressão. Foi até uma surpresa. Quem ainda não conhece Inhotim, recomendo a visita.
Nota: -

Río de los Pájaros Reserve Brut Nature Tannat 2009

Nome: Río de los Pájaros Reserve
Safra: 2009
País: Uruguai
Região: Progreso
Produtor: Pisano
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Nos foi presenteado pelo Daniel Pisano.
Onde foi comprado: Vinícola Pisano, no Uruguai
Quando foi comprado: 2 de janeiro de 2012
Degustado em: 14 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Feijoada
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

COLOR : Color profundamente violáceo.
AROMA : Nariz llena de elegante poder. Aromas intensamente frutados que se desprenden
continuamente, evocan frutas rojas maduras como cerezas, moras  y granadas, además de
menta y pimienta negra.
SABOR : Sabor complejo, intenso, muy refrescante y facil de beber. Guindas ácidas, notas de
canela,  con una rica  textura y una acidez  equilibrada.  Burbuja fina, bien integrada y
persistente. Amable en boca, con taninos marcados  pero  dulces.  Un  toque  frutal  le  aporta
profundidad y elegancia. Final largo y aterciopelado de exuberante y densa efervescencia.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Havíamos provado este espumante há quase um ano na casa do Daniel Perches. Na época, não passei dos primeiros goles. Ao visitarmos a Pisano, em nossa viagem ao Uruguai, ganhamos do seu Daniel Pisano uma garrafa. Lembramos imediatamente do encontro em São Paulo. Seu Daniel disse que o espumante deveria ser bebido com uma feijoada. Demoramos um tempão para finalmente preparar a tal da feijoada. Finalmente, a fizemos e resolvemos abrir o espumante. Sozinho, ele é forte demais, também não poderia imaginar algo diferente, levando-se em conta de que é feito a partir da Tannat, uma das uvas de gosto mais acentuado que já provei. Com a feijoada, ele se comportou de maneira mais agradável. De qualquer modo, não é uma bebida fácil de ser bebida e gostada. Fiquei aqui pensando o quanto tentamos ser o mais sinceros possíveis quando provamos um vinho, optamos por escrever aqui o que realmente achamos, se gostamos escrevemos que foi bom, se não gostamos, não temos compromisso com ninguém para ter que esconder nossa opinião. De qualquer forma, é sempre difícil. Neste caso, por exemplo, ganhamos este vinho de uma pessoa superquerida, que nos tratou superbem quando o visitamos. É chato dizer que não gostei tanto do vinho, mas ao mesmo fico pensando também que gosto é muito pessoal. Assim como já não gostei de alguns vinhos que todos amam, nesse caso não é diferente. O fato de eu não ter gostado tanto, não significa que alguém não vá achá-lo perfeito, especialmente com uma saborosa feijoada.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: Escuro, denso, lembra a cor de Grapette. Produz uma espuma tinta.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi a segunda vez que provamos este espumante. Se você for prová-lo, siga o conselho que o Daniel Pisano nos deu ao visitarmos a vinícola: "Beba com uma feijoada" (se não for com uma feijoada, que seja com alguma comida que tenha o mesmo peso). Ganhamos este vinho na excelente visita à Pisano. Acho que a primeira reação de todos ao ver um espumante Brut Nature feito de Tannat é de estranheza. Um espumante tinto de Tannat eu nunca tinha visto. Mas, sem preconceitos,  resolvemos seguir o conselho: preparamos a feijoada e partimos para a prova. A uma temperatura baixa e acompanhando a feijoada, ele vai bem. Achei que houve uma integração entre o prato e o espumante. Como não fazemos uma feijoada tão gordurosa, imagino que o espumante vá melhor  melhor com um prato ainda mais pesado. Aparece uma harmonia que é surpreendente. Depois, provei o espumante sozinho e confesso que ele, sem a comida, é um espumante difícil. É sem dúvida um espumante que irá dividir opiniões, mas é interessante ver como um espumante pode mudar radicalmente com a presença de uma comida. Foi uma experiência diferente.
Nota: -

1 de novembro de 2012

Aracuri - Sauvignon Blanc 2011 #cbe

Nome: Aracuri
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Aracuri
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 12,1%
Rolha: Tampa de rosca
Numeração da garrafa: 2298 / 3000
Preço: -
Onde foi comprado: Supermercado Bortolon, em Vacaria/RS
Quando foi comprado: Março de 2012
Degustado em: 19 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Sushi Matsuda
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Este é um inacreditável e pungente Sauvignon Blanc, com notas de Maracujá, groselha e pomelo equilibrados por uma vibrante acidez. A nota mineral torna o paladar rico e complexo. É untuoso e fresco, com boa persistência, final frutado e elegante.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como meio Brasil, nesta noite paramos para assistir a novela Avenida Brasil. Aqui em casa, raramente ligamos a televisão para acompanhar uma novela - quer dizer, no começo do ano eu estava viciada em Mulheres de Areia, mas foi uma situação bem particular. Nas últimas duas semanas de novela, começamos a nos interessar. E aí nos preparamos para este último dia. Iríamos ficar em casa. Como tinha de provar um vinho para a CBE, sugeri comprarmos sushi para acompanhar. Ideia aceita, pouco antes de começar a novela, fui ao Matsuda e fiz minha encomenda. Esse restaurante é o mais asiático que conheço aqui no Rio, há sempre frequentadores falando idiomas que nem imagino o que sejam. A combinação foi muito boa. Sushi de alta qualidade com bom vinho, apesar de muito vegetal para o meu gosto. Talvez prefira outras uvas brancas, não estou bem certa ainda. Vale provar, de qualquer forma.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Rótulo bem delicado, com traços finos e uma ilustração que remete a um pássaro. Conjunto agradável.
Exame visual: Bem clarinho, quase transparente.
Exame olfativo: Nariz bem marcado por frutas como maracujá e pêssego. Delicado e interessante.
Exame gustativo: Sempre procuramos provar os vinhos que são feitos na região dos Campos de Cima da Serra no Rio Grande do Sul, terra da Rafaela. Na última vez em que estivemos por lá, vimos este Sauvignon Blanc da Aracuri. Já havíamos provado outros vinhos tintos deles, mas não conhecíamos este branco. Aproveitando o tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, escolhido pelo amigo Silvestre, resolvemos abri-lo. É um vinho bem fresco, com claras notas vegetais/verde na boca. Boa acidez, funcionou melhor a uma temperatura mais baixa. Percebe-se que as uvas têm muita qualidade, talvez falte um pouquinho de delicadeza encontrada no nariz ao conjunto. Acredito que é um vinho para se ficar de olho nas próximas safras. Funcionou bem com a nossa comida japonesa. Foi um agradável jantar. Prestem atenção a este produtor e nas uvas plantadas a 960 metros de altitude.
Nota: 86.0 +

29 de outubro de 2012

Carlos Reynolds 2009 / Inniskillin Vidal 2008

Nome: Carlos Reynolds / Inniskillin
Safra: 2009 / 2008
País: Portugal / Canada
Região: Alentejo / Niagara Peninsula
Produtor: Julian Cueller Reynolds / Inniskillin Wines
Importador: Clube W / -

Uvas/Corte: Aragonês 40%, Trincadeira 40% e Alicante Bouschet 20% / Vidal
Teor alcoólico: 13,5% / 9%
Rolha: Cortiça / Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 40 / Geltimente presenteado pela Regina Helena
Onde foi comprado: Clube W / Na vinícola no Canadá
Quando foi comprado: Agosto 2012
Degustado em: 12 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa Veronese com molho de tomates, mussarela de búfala e manjericão
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
De cor granada com grande poder aromático onde se destaca um aroma florais misturados com compotas de frutas vermelhas. Na boca é elegante e muito fácil de beber, o que o torna um vinho ideal
para o quotidiano.
Tasting Notes
The nobility of this vintage shines with an alluring assortment of fresh tangerine, papaya and lychee. These exquisite fruit flavours, combined with invigorating acidity offer multi-layers of balanced pleasure.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gostei muito deste vinho. Ele é tão amigável. Muito fácil de beber, fácil de gostar. Passei o feriado trabalhando, um pouco fora de casa, um pouco em casa. No final do dia, com o friozinho, resolvemos fazer uma comidinha em casa. Massa ou risoto. No final, como tínhamos mais ingredientes para fazer uma massa, optamos por uma com molho de tomate, manjericão e mussarela de búfala. Receitinha básica, mas especial. Ficou triboa. Em seguida, preparamos bananas assadas no forno com mel. Queríamos provar um dos icewines que a mãe do Claudio trouxe do Canadá. É um vinho doce, mas muito doce. Eu costumo gostar da doçura dos vinhos de sobremesa, mas confesso que achei este um pouco doce demais. É de uma uva que eu nunca tinha ouvido falar: a vidal.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Valoriza o logo, bem gráfico e marcante pelo ícone da coroa.
Exame visual: Rubi denso.
Exame olfativo: É um nariz bastante agradável, uma boa mistura de frutas com especiarias e talvez algo defumado. Interessante.
Exame gustativo: Na véspera do último Encontro de Vinhos Off, tive a oportunidade de conhecer Nelson Martins em um jantar, enólogo da vinícola Carlos Reynolds. Nesta oportunidade, provei todos os vinhos Reynolds e saí com uma boa impressão deles. Para minha surpresa, a Wine colocou dois vinhos desta vinícola no Clube W. Este foi a primeira garrafa que abrimos deste que é o vinho de entrada da vinícola. É um alentejano interessantíssimo. Um vinho muito agradável, equilibrado e bem feito. Em boca, uma boa mistura de frutas e final de boca com leve toque apimentado. Vinho gastronômico, que pede uma comida para acompanhar. É sem dúvida uma ótima compra, vinho que irá agradar. Para fechar a noite resolvemos abrir uma garrafinha que ganhamos de um Icewine. Minha mãe trouxe do Canadá e aproveitamos esta noite para abri-lo. Feito da uva Vidal, a qual eu não conhecia, é um vinho de grande intensidade e presença em boca. Com muita potência, mas aliada à elegância, o que dá uma bela personalidade ao vinho. Tem um perfil de calda de algum doce de fruta em compota, sem ser enjoativo. Muito gostoso, vale provar.
Nota: 88.0 + / 90.0

24 de outubro de 2012

Naiara - Malbec 2009

Nome: Naiara
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Naiara Wines
Importador: Vinho Sul

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 12,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 45
Onde foi comprado: Winet Club
Quando foi comprado: Outubro 2012
Degustado em: 11 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza Domino's
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor vermelha intensa. Aromas de cassis e cerejas maduras,e matizes de menta e eucalipto.
Taninos suaves, maduros e integrados com aromas de frutos maduros e notas de especiarias.
Redondo e de boa concentração, balanço e amplitude. Fineza em seu perdurável final.
Combinações sugeridas:
Una combinação ideal para carnes vermelhas, massas e queixos.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gostei deste vinho, é gostoso, levinho, aliás, bem mais leve do que os malbecs argentinos que estamos acostumados. A chuvinha que começou a cair nesta véspera de feriado nos inspirou a ficar em casa. Resolvemos pedir uma pizza. Normalmente pedimos Domino's. Sempre chegava quentinha e gostosa, mas desde que tiraram a regra de entrega em 30 minutos as pizzas têm chegado frias. Sempre precisamos esquentar no forno antes de comê-las. É um pouco frustrante. Começamos a pensar na versão 2013 de nosso bloquinho Le Vin au Blog.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Garrafa com rótulo escuro, vem com um tag, além do uso de dourado. Tipologia poderia ser mais trabalhada.
Exame visual: Rubi vivo e translúcido.
Exame olfativo: Nariz de boa intensidade, com frutas escuras sem excessos. Boa característica da cepa.
Exame gustativo: Este Malbec foi um dos vinhos que recebemos do Winetclub. Um bom vinho argentino, bem feito, redondo, um vinho que busca um estilo um pouco mais elegante. Me pareceu um bom vinho para acompanhar comida. Boa fruta misturado com leves notas apimentadas. Uma boa opção de Malbec que não conhecia, mas que apresentou um bom conjunto.
Nota: 87.0 +

23 de outubro de 2012

Les Pensées de Pallus 2006 - Chinon

Nome: Les Pensées de Pallus
Safra: 20
País: França
Região: Vale do Loire
Produtor: Domaine de Pallus
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Franc 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 12,80 euros
Onde foi comprado: Galeria Kaufhof, em Munique, na Alemanha
Quando foi comprado: 17 de setembro de 2010 
Degustado em: 5 de outubro de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pão caseiro, pão árabe, queijos e frios
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando eu acho que meu paladar evoluiu, aparece um vinho para enviar minha certeza por água abaixo. Foi o caso deste vinho do Loire. Ô vinhozinho difícil. Bem que tentei, mas não deu. Não consegui gostar dele. Achei amargo, forte demais, agressivo. Infelizmente, não foi uma boa experiência para mim. Com este vinho, abrimos a temporada de degustações na varanda, algo que adoramos fazer, mas acabamos sempre esquecendo. No inverno, porque venta demais, no verão porque fica quente demais. Tomara que a primavera mantenha-se assim, agradável, e possamos aproveitar este pedacinho tão agradável da casa.
Nota: Preferi não dar nota para não ser injusta.

Comentário do Claudio
Rótulo: Simples e muito bem equilibrado.
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz muito intenso, bem característico da cepa e estilo velho mundo.
Exame gustativo: Se você leu primeiro os comentários da Rafaela, vai ver agora que minhas impressões foram opostas. Gostei bastante deste vinho. Ele é um clássico Cabernet Franc do Loire, muito característico e com todas as características da cepa apresentada de forma bem intensa. Para quem gosta de Cabernet Franc é um prato cheio. De corpo médio leve, boa presença com notas vegetal/apimentada misturado com algo de fruta e alguma coisa de especiarias. Vale deixar ele um pouco no decanter para respirar. Bom final de boca. É um vinho interessante e muito característico. Gostei.
Nota: 90,0 +

22 de outubro de 2012

Callejon del Crimen - Merlot 2007

Nome: Callejon del Crimen Gran Vino de Finca
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Finca La Luz
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça, longa e com logotipo gravado.
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Winery, Buenos Aires
Quando foi comprado: Dezembro de 2011
Degustado em: 15 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa com molho de tomates e linguicinha
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color rojo violáceo con reflejos rubíes. De nariz delicada, donde sobresalen aromas a mermeladas de frutos rojos y un suave toque de especias. En boca se supone algo dulce y con cuerpo medio, agradable acidez, se perciben taninos muy suaves y redondos que ofrecen un final agradable y largo

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho parece que me levou a Buenos Aires. O gosto dele me lembrou alguns dos nossos jantares na cidade, mesmo que esta tenha sido a primeira vez que o provamos. Ele foi comprado durante nossa passagem por Buenos Aires em dezembro passado. Claudio procurava algo diferente. Foi uma boa escolha. Ele fica melhor quando está na temperatura certa, ou seja, mais refrescado. É  impressionante como vinho bom a gente bebe sem perceber.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Com personalidade. Simple, explora uma foto p&B e bordas irregulares. Pequena ilustração de uma coruja completa o conjunto.
Exame visual: Bordo vivo.
Exame olfativo: Nariz bem característico de outros vinhos argentinos degustados. Não é frutado e aparece um pouco notas de carvalho e baunilha.
Exame gustativo: Na última vez que estivemos na Argentina, procurei escolher vinhos que não conhecia para comprar. Um deles foi este Merlot. Não costumamos achar muitos merlots argentinos, por isto acabei escolhendo esta garrafa. Primeiro ataque em boca passa a sensação de algum outro vinho argentino já provado. Vinho de corpo médio, boa presença em boca e final um pouco curto. Agradável, tem um estilo um pouco velho mundo, um mistura de fruta com algo de especiarias, cresce bastante com um tempo em taça. Não é um super vinho, mas bem interessante.
Nota: 88.0+

21 de outubro de 2012

Altosur - Malbec 2009

Nome: Altosur
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Finca Sophenia
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Pizza Park/Spagueteria, na Cobal Humaitá, no Rio
Quando foi comprado: 27 de setembro de 2012
Degustado em: 27 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Pizza Park/Spagueteria, na Cobal Humaitá, no Rio
Harmonizado com: Massas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
De atractivos rojos con tonos violetas. En nariz intensos frutos maduros, cereza, moras y ciruelas frescas combinadas con notas especiadas y florales. En boca sus dulces y redondos taninos aumentan la sensación de frutosidad y equilibrio. Buena intensidad, concentración y persistencia.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta semana foi bastante pesada, com acontecimentos muito tristes. Quando a quinta-feira chegou, decidimos ir comer ali na Cobal. Como o prato de massa parecia bem apetitoso, resolvemos pedir uma meia garrafa para acompanhar. O vinho é bastante simples e nem sei se gostei muito. Enquanto jantávamos, ficamos lembrando que há alguns anos, eu dei este mesmo vinho de páscoa para o Claudio. Na época, gastar R$ 30 em um vinho era algo não muito comum. Quem poderia imaginar que hoje eu aceito ser um pouco menos pão-dura. Talvez meu paladar também tenha evoluído nos últimos tempos.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Minimalista, moderno e limpo. Estilo que marca.
Exame visual:
Exame olfativo: Nariz intenso que evolui depois de aberto, notas de fritas maduras.
Exame gustativo: Fomos comer uma massa na Cobal do Humaitá. A noite estava com um friozinho e frio + massa, sempre acaba pedindo um vinho. Escolhemos uma meia garrafa deste Malbec argentino. Se apresentou um vinho bem simples e sem grandes atrativos. Cumpriu o papel de acompanhar a massa e o frio, sem maiores atrativos.
Nota: 85.0

20 de outubro de 2012

Massaya Classic 2009/ Maycas del Limari Reserva Pinot Noir 2011/ Rayun Reserva 2010

Nome: Massaya Classic / Maycas del Limari / Rayun
Safra: 2009 / 2011 / 2010
País: Líbano / Chile / Chile
Região: Valée de la Békaa / Valle del Limari / Valle del Elqui
Produtor: Massaya / Maycas del Limari / Geo Wines
Importador: Au Vin Import / Wine / Vinho Sul

Uvas/Corte: Cinsault 60%, Cabernet Sauvignon 20% e Syrah 20% / Pinot Noir 100% / Carmenére 65% e Syrah 35%
Teor alcoólico: 15% / 14% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 45 / R$ 40 / R$ 45
Onde foi comprado: Winet Club / Clube W / Winet Club
Quando foi comprado: 2012
Degustado em: 22 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salgadinhos árabes
Com quem: Claudio, Rafaela, Tatiana, Rodrigo, Marie, Paula, Miguel, Ricardo, Raquel, Tito, Marcelo, Carol e Lucas

Comentário do Produtor
This is a 65% Carménère - 35% Syrah blend, were the Carménère gives an
elegant softness with ripe tannins and great volume. The Syrah complements
the blend with freshness and unique aromas of red fruits.  The wine shows
great balance and character, expressing well the terroir of this valley.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para fechar as comemorações de meu aniversário, recebemos alguns amigos aqui em casa para um brinde. Na hora do almoço, havíamos almoçado com a família no Cirandinha, onde a família é atendida pelo mesmo garçom há mais de 40 anos, o Itamar. Ele é uma figura! Para a noite, compramos uns salgadinhos, fizemos um pão, separamos estes vinhos e estava pronta a festinha. Os três vinhos compramos de clubes de vinhos. O Winet Club é de nosso amigo querido Deco Rossi, do Enodeco. Provei uma taça de cada um. O primeiro, já havia provado no Encontro de Vinhos realizado aqui no Rio em março passado. Gostei muito, é leve na medida certa. Confesso que não lembro detalhes dos outros dois (novidade!), mas sei que estavam muito bons. O Rayun achei bem forte, mas bom. Esta foi a segunda vez que bebi um Maycas del Limari. E fico com os olhos cheios de lágrimas só de olhar para a garrafa. É que ela me faz pensar em um senhor tão interessante, atencioso, gentil e com um humor bem peculiar. A garrafa me fez lembrar do padrinho do Claudio, o "dindo", como o Claudio o chamava, que faleceu no mês passado. Em dezembro de 2009, abrimos uma garrafa desta vinícola. Era um vinho que estava entre os guardados do "dindo" no sítio em Secretário. Ele, Guilherme, era sempre tão carinhoso conosco. Apesar de me deixar triste, esta é uma lembrança boa.
Nota: -


Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite agradável e de bons vinhos. Continuando as comemorações do aniversário da Rafaela, alguns amigos vieram aqui em casa e acabamos abrindo três garrafas, as quais, por acaso, vieram de clubes de vinhos que estamos participando atualmente, o Winet Club e o Clube W. Começamos a noite com um vinho que já provei algumas vezes e que todos costumam gostam, o libanês Massaya Classic. Conheci este vinho no Encontro de Vinhos realizado aqui no Rio. Todos que provavam as novidades libanesas gostavam. É um vinho jovem, com personalidade, versátil e interessante, a garrafa foi rapidamente esvaziada, vinho que vale ser provado. Na sequência, abrimos um belo Pinot Noir chileno. Provamos um vinho da Maycas del Limari pela primeira vez na companhia de meu padrinho, que, infelizmente, nos deixou no início deste mês. Foi um excelente Cabernet Sauvignon, que nos fez despertarmos para este produtor. Desta vez, provamos um interessante Pinot Noir, vinho com boa característica da cepa, boa presença em boca, notas leves de embutido com frutas vermelhas leves, conjunto agradável e equilibrado. Um bom vinho para o meu paladar. Pra finalizar a noite, passamos para outro vinho chileno, só que desta vez um vinho com muito força e concentração. Bastante intensidade em boca neste corte de Syrah com Carmenère. É um bom vinho, que deve ir melhor com uma comida que sustente toda sua presença e força.
Nota: -

16 de outubro de 2012

Cuvée Troisgois Côte Roanaisse - 2011

Nome: Cuvée Troisgois Côte Roanaisse
Safra: 2011
País: França
Região: Vale do Loire
Produtor: Domaine Roberto Sérol
Importador: -

Uvas/Corte: Gamay 100%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 89,00
Onde foi comprado: CT Trattorie, no Rio
Quando foi comprado: 20 de setembro de 2012
Degustado em: 20 de setembro de 2012
Onde Bebeu: CT Trattorie, no Rio
Harmonizado com: Gnocchi de la Meme Forte e Polpetone CT Trattorie
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Tasting : The robe is garnet red with a brilliant intensity. Aromas of very ripe red and black fruit, in conjunction with spicier aromas (pepper and clove).

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O dia do meu aniversário é sempre especial! E este 20 de setembro não foi diferente. Ganhei festinha dos colegas de aula, flores do meu chefe, mais presentes do que poderia esperar e ainda me permiti andar de táxi da universidade até o trabalho. Para completar um dia perfeito, fomos jantar na CT Trattorie. Eu havia escolhido outro italiano para comemorar, mas nas últimas semanas resolvi trocar pelo restaurante do Claude Troisgois, que agora arrumou uma origem italiana. Confesso que tenho uma implicância gratuita com o Claude, mas tive de dar o braço a torcer. A comida do restaurante é a melhor comida italiana que já comi aqui no Rio. O nhoque que escolhi estava simplesmente perfeito. Voltaria fácil lá! Adorei! Escolhemos o vinho da casa, que é produzido no Loire para os restaurantes da família Troisgois.  Gostei bastante, foi apenas mais um belo detalhe no meu dia tão especial.
Nota: 89.0


Comentário do Claudio
Rótulo: Rótulo de muito equilíbrio dentro de sua simplicidade.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Aniversário da Rafaela e resolvemos jantar em um dos restaurantes do Chef Claude Troisgros aqui no Rio, o CT Trattorie. Este é o restaurante 'italiano' do chef francês. E a experiência valeu. O ambiente é agradável e logo o restaurante ficou cheio. O cardápio não é extenso, com algumas releituras de pratos italianos clássicos, serviço cordial e eficiente. Escolhemos os dois pratos que estavam indicados comos as especialidades da casa. Comi um excelente polpetone que espero repetir. Ao olhar a carta de vinhos, resolvi também ficar com o vinho 'da casa', ou melhor, o vinho que e produzido para o restaurante da família Troisgros na França. Um Gamay produzido no Vale do Loire, leve, agradável, leve fruta, seguindo o estilo velho mundo. Um vinho que me pareceu muito versátil, um tinto que combina bem com nosso clima. Gostei. Acho que a Rafaela curtiu a comemoração do aniversário dela!
Nota: -

15 de outubro de 2012

Orus Rosé Pas Dosé - 2010

Nome: Orus Rosé Pas Dosé
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Adolfo Lona
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay,  Pinot Noir e Merlot
Teor alcoólico: 12,3%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 93,00
Onde foi comprado: Por intermédio do Beto, do Papodevinho
Quando foi comprado: 055/608
Degustado em: 18 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa ao alho e oleo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
No dia 7 de dezembro, fizemos o lançamento de nosso espumante ORUS Rosé Pas Dosé, elaborado pela método tradicional ou champenoise e com ausência total de açúcares, o que equivale ao Nature. A produção deste pequeno lote de ORUS é feito em homenagem os clientes que nos privilegiam com sua preferência e possibilitam o crescimento constante de nosso carro-chefe o Brut Rosé Adolfo Lona. O lote de 608 garrafas anuais resulta de um volume de 500 litros que será a quantidade que irá caracterizar este produto durante toda sua trajetória. O ciclo de produção é de 12 + 12 meses, ou seja doze meses maturando sobre as leveduras onde ganha a complexidade aromática e gustativa que o tempo possibilita devido a autólises das leveduras e doze meses envelhecendo com a rolha definitiva quando ganha sutileza, elegância e potencia. O assemblage é uma mistura de vinhos de 3 variedades, Chardonnay, que participa com seu frescor, Pinot Noir em rosado que agrega força, e uma pequena parcela de Merlot em rosado, que complementa com elegância e ameniza a acidez. A cor é a típica dos rosados feitos pelo método tradicional, rosada laranja clara lembrando casca de cebola, seu aroma é intenso, complexo e convidativo e o gosto é longo, marcante e potente. É um espumante que dignifica o Rio Grande do Sul e nos deixa muito orgulhosos.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ainda faltavam dois dias para o meu aniversário, mas achamos que já dava para começar as comemorações. :) Não poderia ter começado melhor. Este espumante é especial, de alta qualidade. Gostamos muito. Ele acompanhou o prato sem se destacar mais do que deveria. Foi perfeito!
Nota: 92.0

Comentário do Claudio
Rótulo: 
O rótulo é feito em uma aplicação de metal gravada. Pendurada na garrafa, há uma etiqueta com a numeração e informações sobre o produto. Logo de cara, percebe-se que é um produto diferenciado.
Exame visual: Bela cor, um suave salmão, lembrando um pouco casca de cebola. A cor deste espumante é realmente marcante.
Exame olfativo: Muito interessante. Notas levemente doces, algo de tostado, amêndoas. Nariz complexo e interessante.
Exame gustativo: Já tivemos a oportunidade de provar Orus em outros momentos. O principal deles foi no início do ano, sentado nas areias da praia de Ipanema na companhia do produtor, nosso amigo Adolfo Lona (já comentada aqui no blog). No final do ano passado, tinha comprado esta garrafa e estávamos esperando uma oportunidade para abri-la. Resolvemos iniciar dias antes o aniversário da Rafaela e estava criado o motivo para abrir o Orus. Mais uma vez ele se mostrou um excelente espumante. Bom corpo, boa presença em boca, ótima acidez, final de boca firme: todos os elementos no lugar certo para compor um grande espumante. Em boca, leve cremosidade e sabor intenso. Um espumante muito prazeroso. Já está saindo a nova e limitadíssima safra do Orus. Parabéns ao Adolfo pelo belo trabalho.
Nota: 91.0

de Ladoucette - Pouilly-Fumé 2008

Nome: de Ladoucette
Safra: 2008
País: França
Região: Pouilly-Fumè / Loire
Produtor: de Ladoucette
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 23 euros
Onde foi comprado: Galerias Lafayette
Quando foi comprado: Julho de 2011
Degustado em: 15 de setembro de 2012
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Comida thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho muito bom, com ótima acidez. Combinou muito bem om a comida thai. É um vinho refrescante e foi ótimo para fechar um sábado de atividades na rua e de estudos. Gostei muito!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Estilo antigo e tradicional, com letras góticas e brasão.
Exame visual: Dourado bem clarinho.
Exame olfativo: Nariz muito agradável, complexo e de difícil definição. Algo como maçã ou pera talvez. Final levemente doce.
Exame gustativo: Sempre é um grande prazer beber um bom vinho branco do Vale do Loire. Este Pouilly Fumé não foge à regra e é um excelente vinho, que traz muito prazer em beber. Em boca, ele é muito elegante, corpo leve/médio e muito complexo. Notas de frutas cítricas e leve toque vegetal, tem algo de cremoso em boca. Os Sauvignon Blancs franceses são únicos, bem distintos de vinhos desta mesma cepa de outras partes do mundo. Ótimo vinho, dá vontade de beber um pouco mais. Está pronto para ser degustado.
Nota: 91,0 +

14 de outubro de 2012

Degustação Bodega Mi Terruño

A degustação Mi Terruño foi realizada no dia 14 de setembro na Confraria Carioca, loja de vinhos localizada no Casa e Gourmet Shopping (até bem pouco tempo chamava-se Plaza Shopping).

Comentário da Rafaela
Já faz algum tempo que conhecemos o Avelino, que é colorado e gaúcho como eu. Desta vez, ele veio ao Rio para organizar a degustação da vinícola argentina Mi Terruño. Estava presente a simpática enóloga Eugenia Baigorria, com quem conversei sobre origens italianas, estilos de se vestir adotados por cariocas e argentinos e outros assuntos. Foi uma noite bem agradável.

Comentário do Claudio
Recebi um convite do meu amigo Avelino Zanetti para participar de uma apresentação dos vinhos da Bodega Mi Terruño, que são importados pela Mundosur, sua importadora de Curitiba. A apresentação dos vinhos foi em uma sexta-feira, na ótima loja Confraria Carioca do também amigo Duda Zagari que vende os vinhos da Mundosur aqui no Rio. Com a presença da simpática enóloga da vinícola, a jovem Eugenia Baigorria, apresentação foi bem concorrida, a loja ficou cheia e movimentada. Não consegui ficar perto para ouvir a história da vinícola e acabei provando muito rapidamente os vinhos (bem feitos e que quero provar novamente com calma). Apenas no final da apresentação conversamos um pouco e provamos um interessantíssimo malbec, top da vinícola, rico em aroma e sabor, bastante fruta. Um ótimo vinho. Vale ficar de olho nos produtos desta vinícola.