31 de dezembro de 2011

Feliz 2012!

Ao final deste ano, o Le Vin au Blog só tem a agradecer.

2011 foi marcado por ótimas degustações, muitos motivos para brindar e, especialmente, a companhia especial dos amigos - alguns antigos, outros mais recentes, mas não menos queridos.

Muito obrigado!
Desejamos um ótimo 2012!
Rafaela e Claudio

26 de dezembro de 2011

Abreu Garcia Brut Rosé - 2011 #cbe


Nome: 
Abreu Garcia
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Planalto Catarinense
Produtor: Abreu Garcia
Importador: -

Uvas/Corte: 50% Cabernet  Sauvignon e 50% Merlot
Teor alcoólico: 12,8%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: - 3.000
Preço: Gentilmente nos presenteado pela vinícola
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: Novembro de 2011
Degustado em: 10 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pão de São Francisco
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho foi degustado depois da festinha de 2 anos do Tito, o filho fofinho do Ricardo e da Raquel. Chegamos em casa no final da tarde e sem muita vontade para sair resolvemos ficar em casa, comendo um pão recheado que a mãe do Claudio havia nos presenteado e alguns queijos. Com cada uma das comidas, o vinho reagiu de uma maneira diferente. Impressionante. Com o queijo do seu Randon, o vinho provocava um gosto de pimentão na boca. Ficou bom sozinho e com pão, quando se mostrou mais ameno. Melhor não misturar com queijos. A garrafa é superbonita. Neste dia também fomos tomar café com a mãe do Claudio, na Escola do Pão. Apesar de caro, vale a experiência
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonita garrafa. Valoriza o espumante.
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz interessante que é uma mistura de características da Cabernet Sauvignon, com leve notas vegetais com algo clássico de espumantes.
Exame gustativo: Esta é a nossa indicação do vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. Esta também é a terceira garrafa de vinho que provamos da novata e interessante vinícola do planalto catarinense, a Abreu Gracia. Mais um boa surpresa. Bebemos este espumante com poucas informações sobre ele, o que tornou a degustação interessante. Ataque inicial com boa cremosidade em boca e logo de cara já dá para notar a boa estrutura proveniente das uvas tintas usadas em seu corte. Ele evolui na taça, bom corpo em boca. É um espumante que pede comida e pede a comida certa para ele. Este foi um dos espumantes que mais mudou com comida que já provei. Testamos com alguns queijos e pães e como ele mudou. Queria ter provado com alguma comida mais forte, mas não tínhamos nada em casa para isto. Vale procurar uma boa harmonização para ele. Acertando a comida, com toda a certeza você terá um espumante ainda melhor. Gostei da experiência.
Nota: 88,0

25 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

O Le Vin au Blog deseja um Feliz Natal a todos os apreciadores de um bom vinho!
Muita harmonia, tranquilidade e motivos para ótimos brindes.

23 de dezembro de 2011

Chandon Riche Demi-Séc

Nome: Chandon Riche Demi-Séc
Safra:-
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Chandon
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Christian
Quando foi comprado: -
Degustado em: 9 de dezembro de 2011
Onde Bebeu: DAAD Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pães, queijos, bolo e frutas
Com quem: Rafaela, Ursula, Rita, Christian, Ursula N., Camilla, Johanna, Celso, Worbs e Rebeca

Comentário do Produtor
Levemente suave, o Chandon Riche harmoniza o frescor do Riesling Itálico com os aromas frutados do Chardonnay e cresce em complexidade e maciez com a típica estrutura do Pinot Noir. Elaborado a partir de um “assemblage” das variedades Riesling Itálico, Chardonnay e Pinot Noir. Apresenta uma cor amarela dourada, uma espuma abundante com formação de um colarinho bem definido e borbulhas finas, numerosas. Os aromas lembram doce de laranja e frutas secas como uva passa, figo com toques de mel. No paladar, após um ataque de boa acidez, uma sensação de cremosidade oriunda da maciez conferida pelo vinho base e pelo licor revela a harmonia e a complexidade deste sutil equilíbrio. Acompanha as sobremesas, tortas e bolos, sorvete de creme, patês e mousses, queijos de mofo azul, peixes servidos com molhos mais ricos em manteiga e massas com molho branco. É também uma opção interessante para o aperitivo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Bolo de festa infantil.
Exame gustativo: Meu dia começou com espumante neste dia. Saí de casa sem tomar café, pois o café naquele dia seria no trabalho. Iríamos comemorar os 25 anos de DAAD da Ursula e os 30 da Rita. Para isso, foi organizado um café da manhã. Claro que haveria um brinde e ele foi feito com este espumante da Chandon que eu nunca havia provado. Adorei! Não chega a ser doce, mas não ter aquele amargo do Brut, que não gosto muito. A manhã foi muito agradável.
Nota: 89.0

22 de dezembro de 2011

Vinhos austríacos no Winebar

Nome: Lois / Sonnenmulde
Safra: 2009 / 2009
País: Áustria
Região: Langenlois
Produtor: Fred Loimer
Importador: -

Uvas/Corte: Grüner Veltliner / Zweitgelt
Teor alcoólico: 12% / 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 96,40 / R$ 83
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelos organizadores do Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 5 de dezembro de 2011
Onde bebeu: Casa do Affonso e da Cacá
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Affonso e Cacá

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como desta vez não recebemos os vinhos para degustação do Winebar, Affonso e Cacá nos convidaram para compartilhar os deles. Foi uma noite bem agradável com nossos praticamente vizinhos aqui em Botafogo. Pena que a conexão estava tão ruim, que não conseguimos entender direito o que a produtora austríaca e o Daniel conversavam. A conversa com Cacá e Affonso foi bastante boa. Muito obrigada pelo convite. Em janeiro, será nossa vez de recebê-los.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Destaque para o interior do rótulo do vinho branco que era verde. Isto criava um reflexo interessante no fundo da garrafa e no líquido.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Desta vez não fomos escolhidos para receber as garrafas para o Winebar. Gentilmente, nossos vizinhos e blogueiros, Affonso e Cacá receberam as garrafas austríacas e nos chamaram para participar do Winebar na casa deles. Compramos uns pães e uns queijos e na hora marcada chegamos na casa de nossos anfitriões. Affonso estava com um espumante gelado nos esperando. Logo começou a transmissão do Winebar, mas infelizmente a internet resolveu não contribuir neste dia. Toda a transmissão ficou picotada e perdemos a oportunidade de ver o Daniel gastar todo o seu inglês junto com a austríaca que apresentava o vinho. Provamos um branco e um tinto. O primeiro eu gostei, achei um vinho interessante, boa acidez, lembra alguma coisa de vinho verde. Leves notas minerais aparecem. Um vinho interessante que vale provar. Passamos para o tinto. Um vinho leve, frutado, algo de cereja. Um vinho que é bem feito, bom, mas não chega a empolgar. Achei o valor que os vinhos serão vendidos no mercado brasileiro, se não me engano,  na casa de 80-90 reais um pouco alto. De qualquer forma a noite foi muito divertida, valeu o papo agradável com o casal Caca e Affonso.
Nota: -

21 de dezembro de 2011

Dunamis Ar Brut


Nome:
 Ar Brut - exaltando a alegria da vida
Safra: -
País: Brasil
Região: Don Pedrito, no Rio Grande do Sul - Este espumante é produzido a partir de uvas da Serra Gaúcha
Produtor: Dunamis
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 11,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente presenteado ao Claudio pelo Julio da Dunamis durante a feira SoccerEx, no Forte de Copacabana, no Rio
Quando foi comprado: 29 de novembro de 2010
Degustado em: 29 de novembro de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Comidinha feita em casa com muitos legumes e frango
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nesta noite, fizemos um jantar em casa logo depois de o Claudio voltar da SoccerEx. Ele apareceu em casa com mais três garrafas. Não temos mais onde guardar vinhos. Por isso, falei que abriríamos uma das garradas naquela noite mesmo. O escolhido, por estar mais gelado, foi o Ar Brut. Espumante bem gostoso, bem feito, ideal para um começo de noite de verão. Trata-se de um vinho leve. Acompanhou bem nossa conversa e o jantarzinho em casa.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Segue a interessante linha de vinhos Dunamis. O nome AR é interessante e permite
Exame visual: Amarelo bem clarinho
Exame olfativo: notas cítricas.
Exame gustativo: Já havia provado este espumante em outras três oportunidades, durante feiras e apresentações de vinhos, e sempre me chamou a atenção. Quando estive visitando o stand da Soccerex conversei bastante com o Júlio Kunz, CEO da Dunamis. Tive a oportunidade de ouvir um pouco mais sobre o posicionamento da empresa, a busca por um público jovem, através de produtos bem feitos e descomplicados. Ele me falou também um pouco dos eventos que estão sendo promovidos com a degustação deste espumante. Eventos focados em um público jovem, em happy hours e baladas. Um trabalho bem feito e criativo. Conversamos um pouco sobre as pesquisas que a Dunamis vem fazendo  para entender um pouco do paladar do consumidor brasileiro. Antes de sair da feira o Júlio me deu duas garrafas, uma do espumante Brut e a outra do Moscatel e me pediu para fazer uma avaliação. Na mesma noite abrimos a garrafa. É um espumante feito pelo método Charmat, refrescante, fácil de se beber, leve e gostoso. Na boca tem boa acidez, notas de maçã verde e algo cítrico. Está muito bem feito e principalmente de acordo com a proposta da vinícola. É fácil imaginar por exemplo uma festa à beira mar, com um pôr do sol acompanhado por este espumante. Ele tem um clima festivo, um produto bem de acordo com o público que ele quer atingir. Um trabalho bem feito de promoção e divulgação em função da qualidade do espumante. Gostei.
Nota: 87.0+

20 de dezembro de 2011

Sul da França, os vinhos


Estes três vinhos nos foram enviados pela Caroline, organizadora do Festival Sud de France, junto com outros três gostosos produtos da região do Languedoc-Roussillon. O objetivo era degustarmos os produtos e nos inspirarmos para então fazermos um texto sobre o Sul da França. Outro seis blogueiros também participaram da promoção, cada qual com um estilo de texto diferente. Abaixo os links de todos os concorrentes:

• Le Vin au Blog - Sul da França: Apaixone-se
- Vivendo Vinhos - Degustando o Sul da França
- Vivendo a Vida - Sul da França (Languedoc-Roussillon): muito além da beleza!
- Papo de Vinho - Um mergulho no Languedoc-Roussillon
- Vinhos de Corte - O Sul da França e suas maravilhas
- Divino Guia - Languedoc-Roussillon tem muito a mostrar em gastronomia e vinhos
- Vinhos e mais Vinhos - Languedoc-Roussillon, o "patinho feio" das regiões vinícolas francesas se transformou num belo cisne

Nome: Domaine des Salices / Le champs des Grillons / L'Ostal Cazes Estibals
Safra: 2008 / 2010 / 2007
País: França
Região: Languedoc-Roussillon - Vayres / Puissalicon / Minervois
Produtor: Domaines François Lurton / Domaine La Croix Belle / Domaine L'Ostal Cazes
Importador: Zahil / La Cave Jado / Mistral

Uvas/Corte: Pinot Noir / Grenache e Syrah / Syrah, Carignan e Grenache
Teor alcoólico: 13% / 12,5% / 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 62,00 / R$ 65,00 / US$ 49,50
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Festival Sud de France
Quando foi comprado: Dezembro de 2011
Degustado em: Dezembro de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-
Robe brillante et teinte de rose. Arômes de fruits rouges : fraise écrasée. Harmonieux en bouche, légèrement acidulé, mais avec beaucoup de chair. C'est un rosé gastronomique de grande classe.
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fiquei superanimada e supercuriosa quando recebi o convite para participar do concurso do Sul da França. Quando a cesta chegou, fiz quase uma festa. :) Fomos provando os vinhos aos poucos. Cada um tem suas particularidades. Os dois primeiros que provamos, Salices e o rosé Le champs des Grillons, me pareceram bem leves, mas com personalidade. Nessas horas, você nota o quanto faz diferença servir o vinho na temperatura correta. O segundo foi degustado num fim de tarde, calorzinho. Trata-se de um rosé com gosto bem marcado. Dos três, o que mais gostei foi o terceiro, muito gostoso, acompanhou muito bem as pizzas caseiras que fizemos. Ele tem gostinho que lembra frutas vermelhas. Muito obrigada, Caroline, por me convidar para participar do concurso. Enquanto escrevo este post, o resultado ainda não foi divulgado - Será daqui a dois dias. Ainda estou na torcida. :)
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
 O destaque fica para o L'ostal Cazes. Bela garrafa, que apresenta uma aplicação em hot stamp com relevo em bronze. Muito interessante.
Exame visual: Cereja escura / bela cor rosado leve / violeta vivo.
Exame olfativo: Leve notas de frutas como cereja madura e agradável / notas claras de morango / especiarias, mistura de frutas maduras com notas picantes.
Exame gustativo: Recebemos estes vinhos para participar do concurso Sul da França. Muito interessante observar como a região é capaz de produzir vinhos com características diferentes. Primeiro vinho que provamos foi um Pinot Noir produzido pela grande F Lurton. Um Pinot com características próprias. Evolui bem na taça, na boca notas de cerejas e em seu final notas de embutidos. Boa presença em boca e seu final aparecem notas levemente doces, depois de um tempo aberto. Um Pinot interessante. O segundo vinho provado foi um rosé muito equilibrado. Os rosés sempre começam a seduzir pela cor. As notas de frutas frescas apareceram na boca mostrando um vinho de boa acidez e com personalidade. Vai bem com comida. Finalmente provamos o tinto L'ostal Cazes Estibals. Um vinho com corte das uvas clássicas da região: Syrah, Carignan e Grenache. Boa fruta madura em boca, misturada com especiarias e algo picante também. Muito interessante. Ainda vai crescer um pouco na garrafa. Carrega boa tipicidade das castas usadas. Preenche a boca. Um vinho gostoso e que vai agradar quem curte notas vivas na boca. Deve ir bem com comida também.
Bom estes foram os vinhos provados para o Concurso Sul da França. Nos divertimos muito provando os sabores, descobrindo os detalhes desta bela região francesa e escrevendo o texto para o concurso. Estimular o interesse pela região era um dos objetivos do concurso. Por isso, convidamos você a ler o post que fizemos e também os dos outros participantes. Com certeza você também irá se apaixonar pelo Sul da França.
Nota: -

Sul da França: apaixone-se


Faz mais ou menos um mês que fui convidada para participar de um concurso sobre o Sul da França. Recebi uma cesta com produtos da região do Languedoc-Roussillon e me comprometi a fazer um texto para o concurso. Primeiro pensei em produzir um texto jornalístico, mas como já faço isso todos os dias, resolvi apostar em algo que tivesse mais a ver com o espírito do Le Vin au Blog e com o próprio Languedoc-Roussillonum lugar onde a arte de viver bem me parece muito presente, por meio da riqueza gastronômica, dos vinhos e inspirada pela própria paisagem.

Se gostarem, por favor, comentem, pois isso também contará pontos.
Muito obrigada!



"Querida Marie,
finalmente encontrei um tempinho para contar um pouco sobre a viagem.
Cheguei no meio da tarde de domingo. Achei que estaria mais cansada, mas a viagem, apesar de longa, foi bastante tranquila. Ao chegar ao hotel, havia um agrado me esperando no quarto: rousquilles fondantes, pêssegos e uma garrafinha de Vin Doux Naturel. Resisti ao vinho, mas não às rosquinhas cobertas de glacê com leve gostinho de anis. Logo depois fui conhecer os companheiros de passeio e pegar mapas e afins.
Nosso grupo é pequeno, apenas seis jornalistas, mas cada um de um lugar diferente, até mesmo um parisiense que nunca havia visitado o Languedoc-Roussillon – veja só, você não é a única. Recebemos um belo material de divulgação da região. Em diversas línguas, inclusive português. Confesso que fiquei impressionada com a organização.
Depois de um breve bate-papo com seu conterrâneo, fui descansar, renovar as forças para os próximos quatro dias, que, pela programação, seriam intensos – e realmente foram, intensos e inesquecíveis. Visitamos pontos de cada região, começando pelos Pirineus Orientais passando por Aude, Hérault, rapidamente pelo Lozére e fechando com Gard.
No primeiro dia nos embrenhamos pela região dos Pirineus Orientais. Saímos cedo de Perpignan em direção de Ille-sur-Têt, onde ficam os Órgãos de Ille-sur-Têt, montanhas que se parecem com um órgão de igreja. O passeio deu fome, mas nosso guia estava preparado: fizemos um piquenique, com direito à linguiça catalã seca e  vinho rosé do Minervois.
Poderia ter ficado ali o dia todo, mas ainda havia muito a ser visto. Partimos para a bela Villefranche-de-Conflent, que é cercada por muros. Apesar de estarmos a mais de uma hora de Castelnaudary, a cidade onde foi inventado o cassoulet, nosso almoço foi esse prato, preparado especialmente para o nosso grupo. Havia vinho, claro, um Côtes du Roussillon.
Quando voltamos a Perpignan ainda estava claro e fomos dar uma breve caminhada no centro. A programação para aquele dia ainda incluía uma degustação no hotel – eu falei que foi intenso. Dormimos cedo, pois a saída na manhã seguinte estava marcada para as sete!
Na noite de terça, dormiríamos em Minervois. O guia atiçou nossa curiosidade o dia todo, falando que ficaríamos deslumbrados quando chegássemos ao hotel. Este dia foi dedicado às vinícolas. Visitamos quatro, desde logo cedo. A primeira parada foi para provar um dos meus preferidos, o doce Muscat.
Em seguida, percorremos uma estrada cercada por vinhedos, em direção a Corbières, onde almoçamos. Ali gastamos horas com boa comida, ótimos vinhos e trocas interessantes, cada um contando suas experiências relacionadas ao vinho. Animados, seguimos para mais uma etapa. Poucos quilômetros e já estávamos em outra denominação: Corbières Boutenac, onde provamos uma seleção de vinhos produzidos com as uvas carignan e syrah.
A tarde já ia longe quando entramos na nossa última região do dia, Minervois, onde estava localizado nosso misterioso hotel. Antes, porém, nosso grupo foi acolhido na Domaine L’Ostal Cazes, que fica entre a medieval Carcassone e a antiquíssima Narbone – visitaríamos as duas com mais calma na manhã seguinte.
Fiquei bem impressionada com o elegante L’Ostal Cazes Estibals 2007, feito com syrah, grenache e carignan. Foi minha primeira aquisição. Claude, este é o nome do seu conterrâneo, já tinha seis garrafas na mala, vinhos bem selecionados, segundo ele, e a maior parte orgânicos, pois o Languedoc-Roussillon é a maior região vitícola orgânica da França.
Em cinco minutos, chegamos ao paraíso. Nosso hotel ficava em um château. E meu quarto tinha vista para os vinhedos. O final de tarde estava lindo, o astral do grupo não podia estar melhor. O jantar ao ar livre. Acho que vou me lembrar para sempre desde fim de tarde no Minervois. Fazia muito tempo que não me sentia tão leve, tão tranquila, tão feliz.
Provamos diferentes sabores nessa noite. Nossos anfitriões prepararam um jantar especial com produtos da região. Cada azeite! Cada tapenade! Fiquei tão impressionada com a Tapenade L’Oulibo, que o guia deu um jeito de conseguir um vidrinho para mim. A cooperativa que a produz fica ali perto, em Bize, mas a agenda estava tão cheia que não daria para passar por lá. Menos mal que eu já havia garantido minha porção.
Nem preciso dizer que, apesar das camas convidativas do nosso charmoso hotel, seguimos madrugada adentro provando vinhos no terraço iluminado à luz de velas. Devo confessar que a companhia valia a pena. Um dos vinhos da noite foi o pinot noir da Domaine des Salices. Leve, perfeito para fechar um dia tão bom.
Apesar das poucas horas de sono, na manhã seguinte eu estava inteira, pronta para mais uma maratona. Sorte que nosso guia imaginou que aproveitaríamos ao máximo a estada e na parte da manhã elaborou uma programação bem tranquila, primeiro em Carcassone, depois em Narbone.
No meio do caminho para Montpellier, paramos em um bistrô para provar os famosos petits patês de pézenas, tortinhas recheadas com carne de carneiro assada e casca de limão cristalizada. Foi ali que provamos pela primeira vez também um doce delicioso. Eu já havia comido castanhas portuguesas, mas nem fazia ideia de que era possível fazer um doce com elas. O nome dessa pequena maravilha é Confiture de Chataigne – bom, não deve ser nenhuma novidade para você, né?
A programação deste dia incluía um almoço à beira-mar. Afinal, o Languedoc-Roussillon é todo margeado pelas águas do Mediterrâneo. No cardápio, adivinha... frutos do mar, muito bem acompanhados pelo elegante rosé Le Champs des Grillons, da Domaine La Croix Belle. Boa acidez e um frescor que combinou direitinho com a tarde. Lá pelas tantas nosso guia nos lembrou que precisávamos voltar. Passaríamos a noite em Montpellier.
Nosso grupo resolveu comer crepe no centro da cidade. Depois, os três incansáveis – Andreas, Pavel e Marco – decidiram procurar algum bar animado, Bridget havia combinado encontrar um amigo que viria de Avignon. Sobramos Claude e eu. Exploramos um pouco mais o centro e voltamos caminhando para o hotel. Ainda encontramos energia e assunto para encarar mais um rosé.
A quinta-feira amanheceu ensolarada... :)
Não sei se porque era o último dia ou se influenciados pelo céu azul, mas todo mundo parecia mais animado do que nunca. Logo cedo nos embrenhamos pela região dos vinhos da denominação Languedoc, onde fizemos duas visitas a vinícolas e almoçamos brandade de bacalhau nas proximidades de Nîmes. À tarde, pegamos a estrada para a tão esperada visita à Pont Du Gard.
A visão é arrebatadora. Eu que sou do Novo Mundo fiquei impressionada por cruzar uma ponte construída há mais de dois mil anos. Ali fizemos quase que nossa despedida. Marco voltaria para a Itália ainda naquela noite. Nosso guia tinha pensado em tudo e fizemos um piquenique perto da ponte. Deixamos o parque no fim da tarde.
Chegamos faz mais ou menos meia hora no hotel. Mais tarde, vamos fazer um último brinde. Não consigo tirar este sorriso do meu rosto. :) E pensar que na semana passada eu estava até meio desanimada.
Meu trem para Paris parte às 13h. Ainda terei a manhã livre para dar umas voltas por aqui. O voo para o Rio é amanhã à noite.
Escrevi quase um livro! E agora, bem na hora de enviar o e-mail, a rede do hotel resolveu parar de funcionar. Vou descer. Depois envio.
Beijos e até breve,
Rafaela
***********************************************
Existe P.S. em e-mail? Acabei de voltar. O e-mail estava pronto, mas tenho uma grande novidade: vou ficar mais uma semana!!! Resolvi tirar uma semana de férias e ficar mais uns dias na região. E antes que você pergunte: não, não ficarei sozinha... Claude também ficará. Desconfio que precisarei de aulas de francês na volta... : )

19 de dezembro de 2011

Vinhos brasileiros na Soccerex


Em 29 de novembro de 2011, Claudio visitou a SoccerEx, mais especificamente o estande da Ibravin, que contou com a presença de diversos produtores. A SoccerEx foi realizado no Forte de Copacabana.

Comentário do Claudio
Fui conferir a participação de algumas vinícolas brasileiras na SoccerEx, a maior feira de negócios do futebol no mundo. A feira ocorreu no Forte de Copacabana, com uma bela vista de toda a praia e também do Pão de Açúcar. A presença da Ibravin nesta feira tinha como objetivo aproximar o vinho brasileiro deste universo do futebol, de olho principalmente na Copa do Mundo de 2014.
Diferente de uma feira tradicional de vinhos, desta vez o estande era coadjuvante, mas um coadjuvante que fez bonito. No período que estive na feira, muitas pessoas pararam para degustar e muitas vezes conhecer alguns vinhos brasileiros. Estrangeiros se surpreenderam com a presença de um estande de vinhos nacionais por ali. Muitos famosos do mundo da bola também passaram pelo estande.
Como fiquei um bom tempo, deu para provar alguns vinhos que não conhecia, relembrar alguns que já havia provado e conversar com calma com alguns produtores.
Estavam presentes: Salton, Casa Valduga, Aurora, Miolo, Dunamis, Villa Francioni, Lidio Cararo e Aliança, todos apresentando bons vinhos e ótimos espumantes. Vamos aguardar e observar o resultado desta feira para os vinhos brasieliros e principalmente como o vinho brasileiro entrará em campo na Copa de 2014.

Möet & Chandon Impérial Brut

Nome: Möet & Chandon Impérial Brut
Safra: 20xx
País: França
Região: Épernay, Champagne
Produtor: Möet & Chandon
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 31,60 euros
Onde foi comprado: Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, na França
Quando foi comprado: 30 de agosto de 2011
Degustado em: 26 de novembro de 2011
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizzas feitas em casa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Bolo de festa infantil.
Exame gustativo: Desde que voltamos ano passado da França, fiquei com vontade de provar um champagne. Na viagem, provamos duas tacinhas, mas, sabe-se lá por quê, não compramos um champagne, falha que notamos apenas no último dia, quando a mala já estava cheia e não teríamos mais a oportunidade de fazer isso lá também. Resultado: neste ano, quando viajei novamente para a Europa, fui com um objetivo: beber um champagne. O problema foi que, sozinha, eu não achei muita graça em fazer isso. Cheguei até a comprar uma minigarrafa de Pommery, que acabou viajando comigo até o Brasil. Nos últimos minutos de Europa, no aeroporto, decidi comprar outro espumante, mas as opções não eram mais muitas. Acabei escolhendo o batido Möet & Chandon. Claudio até deu uma brigadinha de leve quando cheguei, pois eu podia ter trazido algo diferente. Bom, era o que tinha para escolher... Decidi que beberíamos em alguma data especial. Quando passei na seleção do programa de doutorado em Ciência da Informação IBICT/UFRJ, decidi que havia chegado a hora. Eu gostei do champagne, mas não é nada de parar o trânsito. Arrisco dizer que gosto mais do nosso querido 130. Quem sabe eu só não esteja acostumada... A degustação ocorreu na varanda, à luz de velas.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonita e imponente garrafa.
Exame visual: -
Exame olfativo: Leve notas de brioche misturado com frutas como pêssego e maçã.
Exame gustativo: Um agradável Champagne, bom, gostoso, mas não é tão complexo e marcante. Boa presença em boca com algumas notas cítricas misturado com algo de fruta como pera e maçã. Possuiu um bom final onde  aparecem amêndoas. Poderia ter um pouco mais de cremosidade na boca e poderia ser um pouco mais complexo. De qualquer modo é fácil de se beber em bastante agradável. Bebemos na varanda para comemorar a aprovação da Rafaela na seleção do doutorado.
Nota: -

18 de dezembro de 2011

Pan - Montepulciano d'Abruzzo DOC 2004

Nome: Pan
Safra: 2004
País: Itália
Região: Nocciano
Produtor: Nestore Bosco
Importador: -

Uvas/Corte: Montepulciano d'Abruzzo 85% e Cabernet Sauvignon 15%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado pela Cantina Bosco. Policarpo cobra R$ 20 de rolha
Onde foi comprado: Feira de Vinhos do Abruzzo
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de novembro de 2011
Onde Bebeu: Policarpo, em Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Massas
Com quem: Claudio, Rafaela, Miguel, Paula, Ricardo, Carlinhos, Cris e Flavio

Comentário do Produtor
Rosso rubino intenso
Spiccate note speziate di vaniglia, cannella e liquirizia
Di ottima struttura e persistenza, giustamente tannico, esprime al palato le sue note tostate


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A razão deste encontro era comemorar o aniversário do Claudio com os amigos aqui do Rio, mas acabou rendendo outros brindes, como à gravidez da Cris e do Flavio. Foi uma noite bem divertida. Primeiro pensamos em comemorar no Entre Tapas, mas como estava lotado, acabamos indo para o Policarpo. Eu cheguei da aula de alemão pouco antes de o Claudio abrir este vinho que trouxe da feira de vinhos do Abruzzo. Vinho bem gostoso, acompanhou bem a ótima massa do Policarpo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 
Bonita garrafa, no rótulo uma pintura muito interessante de um pintor italiano.
Exame visual: Bonito tom escuro e denso
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Um dos últimos estandes da Feira de Vinhos de Abruzzo que visitei foi o da Vinícola Bosco. Provei os ótimos vinhos, conversamos um pouco e gentilmente eles ofereceram esta garrafa para eu levar para o jantar com os amigos de faculdade com quem iria comemorar o meu aniversário. Este vinho era exatamente um dos que mais havia gostado da ótima feira descrita no post anterior. Levei a garrafa para a Osteria Policarpo, em Botafogo, e o abrimos para acompanhar os pratos de massa. Mais uma vez se mostrou um bom vinho, intenso, com notas de frutas maduras, leves notas doces em seu final. Muito vivo e presente, até parece um vinho mais jovem. Tem bom potencial para mais uns anos na garrafa. Foi uma ótima companhia para massas, funciona melhor com algum molho de carnes ou carnes grelhadas. Um ótimo vinho e uma bela surpresa. Espero que passe a ser importado para o Brasil
Nota: 90.0 +

17 de dezembro de 2011

Feira de vinhos do Abruzzo



Em 25 de novembro de 2011, Claudio participou da degustação de vinhos do Abruzzo, em Ipanema, de frente para o mar.

Comentário do Claudio
Foi um dia muito corrido e quando finalmente cheguei em Ipanema, mais precisamente na Av. Vieira Souto,  rua da praia,no  local do evento, fui surpreendido. A Associazione Vignaioli in Abruzzo montou uma feira com 6 produtores desta região, cada um deles apresentando 4 vinhos. Um evento em um tamanho enxuto, mas perfeito para você provar todos os vinhos com calma, conversar e tirar dúvidas com os produtores e perceber os detalhes de cada vinho. Minha surpresa veio da qualidade dos vinhos apresentados. Brancos e tintos com estilo e propostas diferentes, mas desde o vinho de entrada até os tops das vinícolas o nível ficou sempre alto. Em geral podemos dizer que são vinhos com boa fruta em boca, final longo, notas levemente adocicadas, perfil bem italiano e deve casar muito bem com comida. Me despertou o interesse em conhecer mais a região e seus vinhos.
Ao chegar no evento, recebi um material muitíssimo bem feito. Com bastante informação, belas fotos e ótimo design. O material descrevia bem os vinhos e as 6 vinícolas: Cantina Contesa, Tenuta I Fauri, Marramiero, San LorenzoDora Sarchese e Bosco. Selecionei um vinho de cada vinícola acima nas fotos. Estes vinhos ainda não tem importação para o Brasil. Soube que muito provavelmente uma das vinícolas terá em breve seus vinhos no Brasil. Vamos torcer e esperar.
Fiquei com muita vontade provar estes vinhos novamente, acompanhado por um bom prato da culinária italiana. Recomendo.


13 de dezembro de 2011

Meu Vinho com Susana Balbo


Diversos blogs brasileiros realizaram uma experiência diferente nos últimos dias. Depois de receber o kit do concurso Meu Vinho com Susana Balbo, tínhamos a tarefa de criar nosso próprio vinho. O kit era composto por cinco amostras de vinho de 375ml, uma proveta e uma pipeta. Os vinhos eram: Malbec Gualtallary; Malbec Vistalba; Tannat Ugarteche; Cabernet Sauvignon Altamira e Cabernet Sauvignon Ugarteche. A promoção é da vinícola argentina Dominio del Plata e da importadora Cantu.
Cada um dos blogueiros enviou seu resultado para Susana Balbo. A melhor combinação será apresentada em 2012, durante a Expovinis. O vinho terá a assinatura do blog no rótulo.
Na noite de 22 de novembro de 2011, realizamos as nossas tentativas sob o olhar atento de Carol e Marcelo.

Comentário da Rafaela
Devo registrar aqui que esta foi minha primeira experiência fazendo vinhos. Nesta noite resolvemos testar também a receita de pizzas do Emerson. Claudio estava todo empolgado com as duas novas atividades: de "enólogo" e de "pizzaiolo". As pizzas ficaram muito boas. Os vinhos, bem, eu gostei mais mesmo do que eu fiz... Como não foi a amostra enviada para o concurso, compartilho aqui: 10% Malbec Vistalba, 20% Malbec Ugarteche, 40% Cabernet Sauvignon Altamira e 30% Tannat. Eu achei que ficou muito bom, opinião compartilhada pelo Marcelo. :-) Se a dona Susana não gostar de nada do que lhe for enviado, fica aqui a minha receita. A brincadeira foi bem divertida e serviu para nos darmos conta do quanto é difícil fazer um bom vinho.

Comentário do Claudio
Está foi uma promoção muito divertida, difícil e interessante. Alguns blogs foram escolhidos para participar de uma ação diferente. A produtora argentina Suzana Balbo, a Cantu Importadora enviaram 5 amostras de vinhos, em garrafas de 375ml, uma pipeta e uma proveta. Nossa missão era, com estes 5 vinhos em mãos, testar, experimentar e criar o seu próprio corte. Eram 2 Malbecs de diferentes regiões, 2 Cabernets de 2 regiões e um Tannat. Chamamos os amigos Marcelo e Carol para participar da noite de experiências. Fui muito divertido e trabalhoso também. Fazer um corte de um vinho requer muita sensibilidade pois a quantidade de variáveis é muito grande. Primeiro provei cada vinho isoladamente. Todos com características bem diferentes, mas todos com muita qualidade. Me surpreendeu o Tannat. Começamos a fazer os testes: alguns muito parecidos e outros com diferenças mais marcadas. Outra variável: com o passar do tempo o vinho ia evoluindo nas taças e mudando. Tentei buscar um corte com bastante equilíbrio... Vamos ver no que vai dar. Convido a todos para acompanhar o resultado ao vivo na página do Winebar na próxima segunda feira, dia 19, 20h. Foi uma experiência muito interessante!!

9 de dezembro de 2011

Pro Chile - Chilean Wine Tour

Em 21 de novembro de 2011, Claudio participou da degustação Pro Chile de vinhos chilenos no Hotel Sheraton, no Rio.

Comentário do Claudio
Logo depois de voltar de São Paulo, na segunda feira dei um pulo no Hotel Sheraton. Passei muito rapidamente pela feira, que não era muito grande, mas não provei muitas coisas. Vale destacar Alguns vinhos provados:

- Cantaluna Sauvignon Blanc - Um vinho sem importador para o Brasil ainda. Tem gostado dos Sauvignon Blancs vindos do Chile. Este é um vinho simples, mas bem feito. Vai combinar perfeitamente com dias quentes do verão. Boa acidez, leve e freco. Deve ser um vinho de bom custo/benefício.

- Provei a linha completa da Casas del Toqui. Gostei bastante do perfil de todos vinhos. Seguem uma linha sem exageros, bem equilibrados e de estilo elegante. Provei a linha reserva, com um Pinot Noir e um Cabernet bem interessantes, a linha Terroir Selection já apresenta uma complexidade maior, sempre buscando a elegância. O vinho top, Gran Toqui Cabernet Sauvignon é muito bom, de boa estrutura. Gostei.

- Da ótima vinícola Perez Cruz provei um Petit Verdot que ainda não conhecia. Gosto bastante dos vinhos desta vinícola e este Petit Verdot estava especialemnte interessante. Vale provar.

- Por último provei alguns vinhos da Viña Undurraga que agora está sendo importada pela Abflug. Marcelo Toledo, sócio da importadora, estava pessoalmente apresentando os vinhos. Infelizmente provei rapidamente, mas gostei do que degustei. São vinhos que merecem atenção. Propostas interessantes que quero provar com calma novamente.

8 de dezembro de 2011

Carmen Reserve - Syrah 2004

Nome: Carmen Reserve
Safra: 2004
País: Chile
Região: Valle del Maipo
Produtor: Viña Carmen
Importador: -

Uvas/Corte: Syrah
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 20 de novembro de 2011
Onde Bebeu: Casa do Oswaldinho, Érika e Bruna
Harmonizado com: Churrasco
Com quem: Claudio, Rafaela, Oswaldinho, Érika, Bruna, Natália, Maurício, pais do Maurício, Luiz, Marilena, Carlos, Lucila e Fabio

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Encerramos as comemorações paulistas do aniversário do Claudio com um churrasco oferecido pelo Oswaldinho e pela Érika. Estava boa parte da família do Claudio. O almoço foi muito animado. Eu até comi dois pedaços de carne!!! Estava bom, mas ainda continuo preferindo não comer carne. Provei apenas um pouco deste Carmen, vinho que costumo gostar, para poder registrar aqui a gentileza do Oswaldinho e da Érika ao abrirem sua casa para nos receber. Gostamos muito de encontrar todo mundo por lá. Depois do almoço, pegamos a estrada para voltar para casa. Ao chegarmos ao Rio, ainda encontramos disposição para mais um drink na Prima Bruschetteria - que tinha fila, apesar de já ser quase 23h de um domingo!  
Nota: -


7 de dezembro de 2011

E a comemoração continua...



Cinco horas de comemoração não foram suficientes e depois do almoço no North partimos para a casa do Daniel (Vinhos de Corte) e da Tatiana para mais um pouco de festa. Lá provamos as fantásticas pizzas do Emerson (Toomate). Esta segunda comemoração foi compartilhada com Vanessa (Senhor Brigadeiro), Alexandre (Diário de Baco), Érika, Gil (Vinho para Todos), Cristiano (Vivendo Vinhos), Val,  Beto (Papo de Vinho), Claudia, Bia e Anna.


Comentário da Rafaela
Quando o almoço chegou ao fim, começou a rolar um burburinho sobre fazer algo depois. Eu não acompanhei de perto. Só soube quando a ideia já estava formada. Daniel ligou para a Tati, que passou a tarde toda dando aula, para avisar que iríamos para a casa deles. Emerson faria algumas pizzas. Formou, como diriam os cariocas. De carona com o Cristiano e a Val, partimos Claudio, Daniel e eu. Tati já estava em casa. Acho que ela nem acreditou que a casa ficaria cheia de convidados. Foram mais algumas horas animadas de conversa, de novos vinhos - eu provei uma tacinha de 130 e meia de um "lambrusco" uruguaio que o Daniel abriu - e de ótimas pizzas. Os meninos beberam outros vinhos, mas eu fiquei mesmo foi na água. Foi um sábado para ficar guardado na memória. Muito obrigada, Daniel e Tati, pela receptividade. E também ao Emerson pelas pizzas maravilhosas. Posso não ter bebido, mas as pizzas foram que foi uma beleza. Quando chegamos de volta à casa do Zé e da Sabrina, eles estavam se preparando para sair. Já estávamos no embalo mesmo e acabamos no Gràcia, perto do Instituto Tomie Ohtake, mas não ficamos muito por lá. Depois de um lanche - depois das pizzas, fiquei só assistindo - no Fifties, voltamos finalmente para casa.  E não existiu manhã de domingo...

Comentário do Claudio
E a comemoração continuou. Não sei como surgiu a ideia, mas quando percebi já estava chegando na casa do Daniel e da Tati para o segundo tempo das comemorações. O Emerson assumiu o comando da cozinha e de lá começaram a sair deliciosas pizzas. Daniel gentilmente abriu sua adega e bebemos vários vinhos: começamos com um espumante 130, provamos um vinho da Bulgária, o Enira Reserva 2006, o italiano da uva tempranillo IXE, o argentino Cinco Tierras e um espumante tinto de tannat Uruguaia, um tanto esquisito... A tarde/noite continuou muito agradável e divertida, sem falar das ótimas pizzas do Emerson. Um dia inteiro de comemorações!

6 de dezembro de 2011

5 anos do Le Vin au Blog - A Comemoração!

    

Chegamos aos cinco anos!
A comemoração ocorreu em São Paulo no dia 19 de novembro de 2011 no Restaurante North, em São Paulo - quando também comemoramos o aniversário do Claudio e os três anos do bem-sucedido Enoblogs. Para nossa felicidade, contamos com a presença de muitos amigos especiais: Vanessa (Senhor Brigadeiro) e Alexandre (Diário de Baco), Érika e Gil (Vinho para Todos), Cristiano (Vivendo Vinhos) e Val, Marcel e Nina (Goumandise), Daniel (Vinhos de Corte), Beto (Papo de Vinho) e Claudia, Emerson (Toomate) e Anna, Evandro (Confraria2panas) e Silmara, Felipe (Adega do Zboril) e Christiane, José Rodrigo e Sabrina, Hélio e Norie e Denise.


Comentário da Rafaela
Não é que chegamos aos cinco anos do Le Vin au Blog?
Creio que aqui estão registrados mais de 95% dos vinhos que provamos nos últimos seis anos, desde que Claudio e eu nos encontramos pela primeira vez, em Curitiba no dia 25 de novembro de 2006. Mais do que um registro dos vinhos bebidos, este blog guarda um pouco da nossa história, dos momentos vividos por nós dois, das nossas viagens e dos momentos tão especiais e importantes divididos com amigos. Foram tantos e tão bons.
A comemoração dos cinco anos de Le Vin au Blog não poderia ter sido melhor, pois passamos junto com pessoas especiais que conhecemos por simplesmente termos decidido, em 2006, anotar os vinhos que bebemos.
Chegamos ao North Grill com o Zé e a Sabrina e já encontramos os mais pontuais. Quando estávamos ainda ali na porta do restaurante, avistei o Alexandre e a Vanessa - e muitas sacolas de Senhor Brigadeiro. Aos poucos, todo mundo foi chegando, os queridos Nina e Marcel, nossos parceiros de 19 degustações virtuais, Cris e a Val, Daniel, Anna e Emerson. Conheci pessoalmente o Beto, a Claudia, o Felipe, o Evandro... E fiquei especialmente feliz quando o Gil e a Érika chegaram. Depois de tantos comentários pelo Instagram, finalmente estávamos nos encontrando pessoalmente. Além dos nossos anfitriões tão amáveis, Zé e Sabrina, também reencontramos o Hélio, que estava acompanhado pela simpática Norie.
Enquanto as 15 (!) garrafas não eram abertas, todos foram conversando, se conhecendo quem ainda não tinha se encontrado, colocando a conversa em dia. O almoço começou pouco depois das 13h e estendeu-se até depois das 17h. Foram horas muito agradáveis acompanhadas por uma comida muito boa e uma seleção muito bem escolhida de vinhos, levados pelos próprios participantes. Não consegui provar todos, mas preciso registrar aqui que degustar Taittinger, Tignanello, um Brunello, Epu, Angelica Zapata e um Pizzatto com mais de uma década numa mesma ocasião não acontece todos os dias.
Queridos amigos, muito obrigada! Por tudo!



Comentário do Claudio
No meio do ano a Rafaela tinha me dito que no dia do meu aniversário ela teria que estar em São Paulo a trabalho. Surgiu aí a ideia de tentar reunir alguns amigos para comemorar o meu aniversário e também os 5 anos do blog. Comentei com o Alexandre, que gostou da ideia e me ajudou a conseguir um restaurante que topasse fazer uma reserva para muitas pessoas em pleno almoço de sábado. Ele falou com a Denise, assessora do restaurante North, que gentilmente arranjou tudo para nós: reserva, menu especial, possibilidade de levarmos nossos vinhos... Com tudo resolvido, enviei e-mails para alguns amigos e para nossa alegria a maioria poderia ir naquela data, inclusive nossos amigos Gil e Érika, que foram de Uberlândia para São Paulo para nossa confraternização. Foi tudo ótimo. 24 pessoas reunidas, ambiente agradável, ótima comida, 15 garrafas de vinhos: Começamos com uma Magnun de Champagne gentilmente levada pelo Alexandre. Provamos diversos vinhos, passamos por um Pizzato Merlot Safra 2000, pelo Uruguai, Argentina, Chile, Espanha, Itália, Portugal e fechamos novamente com um francês, um Pommard, que escolhemos na adega do restaurante. (veja foto de alguns vinhos degustados aqui e mais fotos do almoço aqui). Enfim, foi uma tarde muitíssimo agradável e a melhor maneira de comemorar os 5 anos do blog com amigos feitos através do Le Vin au Blog! Obrigado a todos pela presença e continuem visitando o blog. A festa de 6 anos será ainda melhor!

4 de dezembro de 2011

Latitud 33 Sur / Cassal del Ronco / Cosecha Especial

Nome: Latitud 33 Sur / Cassal del Ronco / Cosecha Especial
Safra: 2010 / 2006 / -
País: Argentina / Itália / Argentina
Região: - / Delle Venezie / Lujan de Cuyo
Produtor: Bodegas Chandon / Azienda Agricola Banear / Bodega Norton
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec / Pinot Nero / Chardonnay
Teor alcoólico:  - / 13,5% / 12%
Rolha: Cortiça / Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Os dois primeiros foram gentilmente oferecidos pelo José Rodrigo / Vino & Sapore
Quando foi comprado: - / 18 de novembro de 2011
Degustado em: 18 de novembro de 2011
Onde Bebeu: Casa do Zé Rodrigo e da Sabrina
Harmonizado com: Tapas de entrada, risoto preparado pelo Zé e sorvetes Häagen Dazs
Com quem: Claudio, Rafaela, José Rodrigo e Sabrina

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois dos passeios por São Paulo, rumamos para a casa do Zé e da Sabrina, nossos anfitriões. O Zé Rodrigo foi colega de colégio do Claudio, Sabrina é a simpática mineira casada com o Zé. Eles nos esperavam com um belo jantar. Tudo começou com tapas. Sabrina preparou algo com polvo, que eu me esqueci o nome, mas estava delicioso. Depois, provamos o renomado risotto do Zé Rodrigo. Fabuloso! Gostei bastante do 33 Sur, do segundo provei pouco, pois preferi dar mais atenção ao ótimo espumante da Norton, que bebíamos pela segunda vez naquele dia. Muito bom!
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: 

Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Ficamos hospedados na casa dos amigos José Rodrigo e Sabrina em São Paulo. Quando chegamos, na sexta feira, eles gentilmente prepararam um delicioso jantar. Primeiro vinho que bebemos foi o Latitud 33, um malbec argentino, que achei bem agradável. Não é um vinho complexo, mas equilibrado e sem toda aquela potência exagerada de frutas que encontramos em muitos malbecs. Vinho fácil de beber. Segundo vinho da noite, que o José abriu com seu saca-rolhas automático, foi um italiano da uva Pinot Nero. O vinho era da safra 2006 e já demostrava sinais de envelhecimento, já na curva descendente. Acredito que era um vinho que deveria ter sido aberto jovem, com um ou dois anos de vida. Tinha jeito de ser um bom vinho. Não comprometeu com o ótimo risotto preparado pelo José. Pra finalizar a noite muito agradável ainda abrimos um espumante, o mesmo que havíamos degustado no almoço. Resolvemos comprar uma garrafa na Vino & Sapore para o jantar. Ótima noite!
Nota: -

2 de dezembro de 2011

Cosecha Especial Extra Brut / La Braccesca Vino Nobile di Montepulciano 2005

Nome: Cosecha Especial Extra Brut / La Braccesca
Safra: - / 2005
País: Argentina / Itália
Região: Luján de Cuyo / Toscana
Produtor: Bodega Norton / Antinori
Importador: -

Uvas/Corte: 100 % Chardonnay / 90% Prugnolo Gentile, 10% Merlot
Teor alcoólico: 12% / 13,5%
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: - / -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo João Filipe Clemente / Gentilmente oferecido pelo Deco Rossi
Quando foi comprado: -
Degustado em: 18 de novembro de 2011
Onde bebeu: Emilia Romagna, na Granja Viana
Harmonizado com: Diferentes polentas
Com quem: Claudio, Rafaela, João Filipe e Deco

Comentário do Produtor
Color amarillo dorado con sutiles tonalidades verdosas. Espléndidamente equilibrado, de intensos aromas de frutas maduras combinado con un cuerpo redondo, delicada textura y características notas de levadura y vainilla. Refinado y largo final en boca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estávamos contando os dias para nossa viagem a São Paulo. Na quinta-feira, dia 17, partimos rumo a Santana do Parnaíba, para a casa do Gustavo e da Gabi. Os fofos Pedro e Arthur estavam nos esperando. Chegamos bem tarde. Gabi tinha preparado uma sopinha deliciosa para nos esperar, com direito até a pão caseiro. Pena que não vimos o Gustavo, que teve de vir ao Rio para uma reunião de trabalho. No dia seguinte, depois de passarmos a manhã com Gabi e Arthur, fomos até a Granja Viana, onde encontraríamos o João Filipe (do Falando de Vinhos) na Vino&Sabore e o Deco Rossi (do Enodeco e da Winet). Gostei muito de conhecê-los e nosso almoço foi muito bom. Tomara que venham outros.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Programamos com antecedência o almoço do meu aniversário e do aniversário de 5 anos do blog em SP para que o máximo de pessoas pudessem ir. Porém, os amigos João Filipe Clemente e Deco Rossi não poderiam estar presentes no sábado. Então, marcamos um almoço na sexta, assim conseguiria encontrar com eles e passaríamos na Vino & Sapore para a Rafaela conhecer a bela loja do João Filipe. Dito e feito: na hora marcada chegamos na Granja Viana e minutos depois o Deco também estava lá. Almoçamos em um ótimo restaurante italiano ali do lado. Todos escolheram polentas. Abrimos o almoço com um espumante argentino, sugestão do João Filipe, o agradável e delicado Cosecha Especial da Norton. Não costumamos degustar espumantes argentinos e este me surpreendeu positivamente. Bastante agradável. Na sequência, para acompanhar as nossas polentas, abrimos o vinho levado pelo Deco. Um Vino Nobile di Montepulciano que funcionou muitíssimo bem com o prato. Um gostoso vinho italiano, gastrônomico e muito equilibrado. Bela escolha! Ótimo papo, o João Filipe nos contou como será o Tour por Portugal que ele está organizando (uma oportunidade única e quem quiser saber mais informações clique aqui ). De lá fomos conhecer a nova sede da Winet, empresa de assessoria e consultoria de vinhos do Deco. Uma bela casa no bairro Pinheiros, em São Paulo. Foi um ótimo almoço que marcou o início das comemorações de novembro. Espero que nos encontremos em breve novamente.
Nota: -

Angheben - Touriga Nacional 2005


Nome:
Angheben
Safra: 2005
País: Brasil
Região: Encruzilhada do Sul
Produtor: Angheben
Importador: -

Uvas/Corte: Touriga Nacional 100%
Teor alcoólico: 12,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 4969/ -
Preço: -
Onde foi comprado: Canta Maria, em Farroupilha
Quando foi comprado: 1º de junho de 2011
Degustado em: 15 de novembro de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: restos de Pizza Domino's e queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Atraente pela sua intensa coloração, contém aromas florais como violeta e madre-silva, abrindo para notas de frutas vermelhas e um toque de caramelo. Paladar agradável, taninos potentes e adocicados, com grande volume e persistência.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Em um primeiro momento, este vinho teve um comportamento esquisito. Começou provocando um amargo na garganta e, logo em seguida, como que do nada todo gosto desaparecia da boca. Depois de um tempo aberto ficou melhor. Neste dia, feriado, pensamento em visitar a Casa Cor, mas estava tão lotada. Uma pena que não nos organizamos para visitar a mostra. Era aqui do lado de casa... Neste dia, resolvemos usar um cupom que havíamos comprado, do Mekong. Muito bom. Esta foi a segunda vez que fomos, só tenho elogios. Aproveitamos o dia para conversar sobre um novo projeto - relacionado a vinho. Durante o jantar, a mãe me ligou para dizer que chegou bem aos Lençóis Maranhenses.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples e desequilibrado. Falta sintonia entre as fontes usadas, vale um redesenho.
Exame visual: Rubi vibrante. Parece mais jovem do que é.
Exame olfativo: Nariz bem marcado, algo que lembrava carne ou embutido.
Exame gustativo: Várias pessoas já tinha me falado sobre este vinho. Finalmente consegui provar. Um vinho de sabor intenso e bem presente em boca com boa fruta madura sem exageros. Bom corpo, boa estrutura. Vale deixar respirando por um tempo. Evoluiu muito bem na taça. Seu final que eu achei um pouco curto, poderia ser mais longo. Um bom vinho.
Nota: -

1 de dezembro de 2011

Vallontano Brut

Nome: Vallontano Brut
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Vallontano Vinhos Nobres
Importador: -

Uvas/Corte: 75% Chardonnay, 25% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Mistral, na Gávea
Quando foi comprado: 8 de novembro de 2011
Degustado em: 12 de novembro de 2011
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Queijos gouda e brie, pães, terrine
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Apresentando nuances e aromas cítricos e florais com cor límpida e brilhante, o elegante espumante VALLONTANO BRUT, elaborado a partir de um corte das variedades Pinot Noir e Chardonnay, revela-se um espumante de grande personalidade.
Sua perlage é fina e persistente, com boa espuma, excelente corpo e acidez correta. A elegância e harmonia são marcantes neste espumante que mescla delicadeza e persistência para brindar os seus melhores momentos.
HARMONIZAÇÃO: Aperitivos e entradas, carnes brancas, frutos do mar, ostras, caviar e cozinha japonesa.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Provamos este espumante dias atrás. Gostamos tanto que o Claudio resolveu comprar uma outra meia garrafinha. Nesta noite de sábado, estávamos nos preparando para sair, para ir à festa de 40 anos do Marcelo, na Gávea, quando ele nos ligou para dizer que a festa havia sido cancelada por indicação do dono do bar. Este foi o dia em que estava marcada a ocupação da Rocinha pela polícia e a Gávea é uma das principais vias de acesso à favela. Assim, acabamos ficando em casa. Fomos rapidinho ao Zona Sul para comprar umas coisinhas e resolvemos abrir esse espumante. Foi a abertura da temporada 2012 da varanda, mesmo que tenhamos tido que sair de lá uma hora depois, pois começou a bater um vento gelado. Acontece nas cidades mais quentinhas...
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Vale um redesign. Não empolga.
Exame visual: Dourado levemente escuro.
Exame olfativo: Nariz com muita intensidade, com destaque para frutas como pêssego. Leve notas de pão. Muito bom.
Exame gustativo: Mais uma garrafa deste gostoso Vallontano Brut. Desta vez abrimos para abrir a temporada de degustações na Varanda. Compramos alguns queijos, pães, uma terrine que trouxe da França e estava feita nossa degustação na Varanda. Copia abaixo as impressões que tive deste espumante da primeira vez que provamos que se reptiram desta vez:  É um espumante muito agradável, muito bem feito, fácil de beber. Espumante de boa acidez, pede mais uma taça e a garrafa acaba rápido. Bem refrescante, não é muito complexo, mas com boa presença em boca, vai agradar. Final de boca com algumas notas doces. Vai acompanhar bem uma comida leve. É uma boa opção, vale provar. De preferência em um dia quente. Boa compra.
Nota: 87.0 +

Perle des Lys


Nome:
Perle des Lys
Safra: 200x
País: França
Região: Loire
Produtor: Domaine des Lys
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 10,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteada a Rafaela pelo simpático Mamadou na Caravana dos Vinhos Tricolores
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 9 de novembro de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza Domino's
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho ganhei de um simpático moço na Caravana dos Vinhos Tricolores. Ele chamava-se Mamadou. Nesta noite, resolvemos abrir este rosé porque eu havia começado o tratamento de clareamento dos meus dentes. Então, resolvi não abusar bebendo um tinto. Não sei se adiantou muito. Este vinho é muito bom. Gostei muito na primeira vez que provei, durante a feira dos vinhos franceses, e continuei gostando desta vez.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Garrafa em formato diferenciado e apenas com um pequeno rótulo prata e preto. Não consegui uma foto da garrafa para colocar.
Exame visual: Linda cor. Um rosé com toques alaranjados muito vivo e bonito
Exame olfativo: Leve e delicado. Notas de cereja.
Exame gustativo: A Rafaela ganhou este vinho de um dos expositores da Caravana de vinhos franceses que visitamos há alguns meses. É aquele tipo de rosé saboroso e delicado. Muito fácil de se beber, leve, com notas levemente doces misturadas com frutas como morango e cereja. Um vinho refrescante. A garrafa acaba rapidamente. Um rosé descompromissado, delicado e saboroso. Vinho sem erro. Não conseguimos nenhuma informação sobre este vinho na internet. Se algum souber de alguma coisa nos conte!
Nota: 87.0+

Viña Bujanda Crianza 2008 / Altano - Vinha de Produção Biológica 2008 / The Wolftrap 2010

Nome: Viña Bujanda Crianza / Altano - Vinha de Produção Biológica / The Wolftrap
Safra: 2008 / 2008 / 2010
País: Espanha / Portugal / África do Sul
Região: Rioja / Douro / Cabo da Boa Esperança
Produtor: Viña Bujanda / Symington Family Estates / Boekenhoutskloof
Importador: -

Uvas/Corte: - / Syrah e Mourvédre Viognier
Teor alcoólico: 13% / 14% / 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 59,33 / R$ 63 / R$ 43,58
Onde foi comprado: Mistral
Quando foi comprado: 7 de novembro de 2011
Degustado em: 8 de novembro de 2011
Onde bebeu: Clube Paissandu
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Marcelo, Carlinhos, Ricardo e Miguel

Comentário do Produtor
Viña Bujanda - Fase visual: intensidad medial-alta, de color rojo púrpura y ribete de menisco azulado. lágrima densa y coloreada. Fase olfativa: aromas de frutos negros (mora y arándanos) unidos a los especiados provenientes del roble americano tales como (clavo, canela), tabaco rubio y ligeras notas balsámicas. buen reflejo de la variedad tempranillo, mostrando elegancia y complejidad. Fase gustativa: de las tres fases de la cata es esta, la que roza la máxima puntuación, mostrando una entrada amplia, fresca y sedosa. desarrollándose durante su recorrido un gran volumen y estructura. final largo, gustoso y de un extraordinario aroma en retronasal.
Altano - Um vinho muito aprazível que exprime bem a singularidade do terroir da sub-região da Vilariça (Douro Superior), e que expressa a pureza de sabores resultante do Modo de Produção Biológica empregue na vinha; fragrância de flores do campo e amoras, fresco e expressivo na boca, apresentando notas deliciosas de bagas silvestres e elegantes apontamentos de baunilha, resultantes da madeira bem integrada.
The Wolftrap - Spicy profile with ripe black fruit and cherries. Hints of violet flavours from the Viognier. Smooth and rich on the palate with soft tannins and good density. Made for easy drinking.

Comentário do Claudio
Rótulo: -.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais um encontro dos amigos de Faculdade e mais uma vez na varanda do clube Paissandu. Passei pela Mistral para comprar os vinhos da noite. Como a loja estava quase fechando tive que escolher rapidamente o que levar. Começamos a noite pelo espanhol. Um vinho bem leve, equilibrado, jovem. Muito fácil de beber, sem grandes surpresas. Na sequência passamos para o Altano. Sempre tive curiosidade de provar este vinho e para a noite escolhi o de Produção Biológica. É um vinho interessante, com um perfil velho mundo. Acho que cresceria se tivéssemos decantado um pouco. Um bom vinho, que gostaria de provar novamente com mais calma e atenção. Nesta noite ele não me causou surpresas, mas acho que ele pode evoluir ainda. Na sequência mudamos de perfil e partimos para um sul africano. Vinho mais intenso, com mais fruta madura em boca, mas sem exageros. Mais um bom vinho, não trouxe surpresas, cumpriu bem o seu papel. Uma noite agradável, de bons vinhos, mas sem nenhum grande destaque.
Nota: -