29 de julho de 2011

Os Douro Boys também estiveram no Rio de Janeiro

Junte a simpatia e a simplicidade de 5 grandes produtores portugueses com uma perfeita organização e 22 ótimos vinhos e para temperar tudo isto a bela vista do Hotel Marina, no 25º andar de um prédio na praia do Leblon. Foi assim com muita informação, bom humor e vinhos, incríveis vinhos, a passagem dos Douro Boys pelo Rio. Na véspera do evento, tinha lido muitos comentários dos amigos blogueiros paulistas que foram ao evento em São Paulo e posso confirmar que no Rio de Janeiro o evento também foi um sucesso.

A ideia de divulgar os vinhos do Douro juntando 5 produtores - Quinta do Vale Dona Maria/Van Zellers & Co, Quinta do Crasto, Quinta do Vale Meão, Niepoort e Quinta do Vallado -  para apresentação em uma espécie de aula é excelente. Muitos detalhes e informações foram passadas: desde a formação do solo do Douro que praticamente foi feita de forma artificial pelo homem até a tradição de pisar as uvas, mantida até hoje. A grande mistura de diferentes cepas em um mesmo campo (na Quinta Vale D. Maria, por exemplo, já foram catalogado 41 tipos de uvas diferentes) e a dificuldade que isto gera para saber o momento certo de colher a uva foi outro detalhe interessante levantado na apresentação. Esta mistura de cepas, a tradição de mais de 5 gerações cuidando do vinho e belos cenários são algumas das características que moldam os empolgantes vinhos da região.

Na sequência, foram apresentados 4 vinhos brancos, 3 vinhos do Porto e 15 vinhos tintos em 7 rodadas de degustações. Muito interesante observar que cada vinícola segue uma linha ou um estilo. Como foi comentado, os Douro Boys trabalham em conjunto para a divulgação, mas cada vinícola segue seus próprios conceitos na elaboração dos vinhos. Escolhi um vinho em cada rodada como melhor (uma tarefa difícil tamanha a qualidade dos vinhos apresentados) que são os vinhos da foto acima.

Um belo evento e uma forma muito inteligente de divulgar e valorizar os vinhos do Douro.

28 de julho de 2011

Abreu Garcia - Chardonnay 2010

Nome: Abreu Garcia
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Campo Belo do Sul, Planalto Serrano, em Santa Catarina
Produtor: Abreu Garcia - Vinhos de Altitude
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 12,6%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: - / 4.000
Preço: Deverá ser comercializado por volta de R$ 30,00
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido ao blog pela vinícola
Quando foi comprado: Junho de 2011
Degustado em: 18 de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Fondue de queijo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor:
Este alegre Chardonnay 2010 da Abreu Garcia apresenta uma explosão de jovialidade caracterizada pela limpidez e brilho que valorizam a coloração amarelo palha claro com leves tons esverdeados que tinge suas lágrimas untuosas. De aroma aberto e franco de boa intensidade, fundamentado nos evidentes e marcantes aromas frutados de melão amarelo maduro e florais de jasmim e de magnólia mesclados às complexas notas minerais e de especiarias pouco comuns em vinhos brancos jovens. Em boca possui um ataque potente que transmite a exuberância de seu teor alcoólico evidenciado pelo grande volume. Sua harmonia gustativa se baseia na acidez viva e equilibrada que lhe concede uma longa e agradável persistência cítrica.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Dias atrás, recebemos aqui em casa uma caixa de belos vinhos. Vieram direto de Santa Catarina, oferecidos por antigos conhecidos do Claudio. Estávamos curiosos para prová-los, mas ainda não havíamos conseguido. Então, nesta noite, para acompanhar o fondue de queijo, resolvemos escolher umas das garrafas. Foi uma ótima surpresa. O vinho é bem feito e muito gostoso. Depois de alguns goles, fiquei surpresa também comigo mesma ao perceber que havia entendido finalmente, ou pelo menos tinha ali um exemplo, o que era um vinho com boa acidez. Lembrei-me da explicação do Alexandre, sobre a salivação que o vinho com boa acidez provoca. Este Abreu Garcia é realmente um bom exemplo. Por fim, harmonizou muito bem com o fondue. Aprovado!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Uso de hot stamp dourado em um papel perolizado cria ar de prestígio e elegância ao vinho.
Exame visual: Dourado claro.
Exame olfativo: Nariz inicialmente um pouco fechado. Com tempo em taça abre para leve mineral e algo doce.
Exame gustativo: Novos vinhos começam a chegar ao mercado. Abreu Garcia é uma nova vinícola no Planalto Serrano Catarinense que há cerca de 4 anos iniciou o projeto de produzir vinhos de qualidade. Uma bela vinícola foi construída com cuidados em cada detalhe. Hoje a vinícola está com uma área plantada de 7 hectares, produzindo cerca de 1 kilo por planta. Recebemos em primeira mão esta garrafa e outras duas (um Chardonnay 2009 e um corte tinto que degustaremos em breve) para provarmos. Confesso que fiquei bastante curioso e aproveitamos um fondue de queijo e reolvemos abrir este Chardonnay 2010 para provar.Acredito que esta seja a primeira avaliação deste vinho na internet. Foi uma boa surpresa. Um Chardonnay elegante e delicado. Na boca uma ótima acidez, tipo de vinho que pede mais uma taça. Notas de frutas como pêssego  e melão. Bom final com algo de castanha. Madeira não aparece em excesso, bem integrada. Vinho bem feito, onde é possível notar a qualidade da uva. Agradável, fácil de se gostar e foi bem com o Fondue. Aumentou minha expectativa para provar os outros vinhos da vinícola. Vale ficar atento. Ótima surpresa!
Nota: 88.0

26 de julho de 2011

Pergunta da Semana - 230

Ontem estive presente no excelente evento "Douro Boys" aqui no Rio de Janeiro (em breve post sobre o evento). Cinco grandes produtores da região do Douro em Portugal apresentaram seus excelentes vinhos. Inspirados no evento, nesta semana o Le Vin au Blog quer saber:

- Você gosta dos vinhos do Douro/Porto? Tem algum vinho desta região para indicar para o blog?

25 de julho de 2011

Feudi di San Marzano Primitivo Puglia IGT 2010

Nome: Feudi di San Marzano
Safra: 2010
País: Itália
Região: Puglia
Produtor: Feudi Di San Marzano
Importador: Casa Flora

Uvas/Corte: Primitivo 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 39,00 nas lojas
Onde foi comprado: Restaurante Policarpo, no Largo dos Leões
Quando foi comprado: 16 de julho de 2011
Degustado em: 16 de julho de 2011
Onde bebeu: Restaurante Policarpo, no Largo dos Leões
Harmonizado com: Massa ao sugo (Rafaela), sopa de tomate (Cris) e polpetone com arroz à piamontese (Claudio e Flavio)
Com quem: Claudio, Rafaela, Flavio e Cristina

Comentário do Produto:
colore rosso rubino molto intenso con riflessi violacei, profumo intenso, fruttato con note di prugna e ciliegie, speziato con sentori di rosmarino e vaniglia. Vino di corpo, morbido e armonico, di facile beva e gradevole 

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estávamos decidindo o que íamos comprar no Zona Sul para o jantar, quando o telefone tocou. Eram Cris e Flavio, convidando para sairmos. Convite aceito. Decidimos conhecer um antigo restaurante ali do Largo dos Leões, o Policarpo. Sempre quis comer ali, mas sei lá por que motivo nunca havíamos ido. Gostei muito. Minha massa estava no ponto. Molho de tomate caseiro, bem gostoso. E por um preço bem razoável. Aprovado! Pedi um suco de laranja bem antes dos meninos decidirem-se por tomar vinho. Acabei apenas provando o vinho, mas confesso que fiquei mesmo mais interessadas nas histórias sempre divertidas do Flavio e da Cris. 
Nota:-

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Combinamos de jantar com o Flávio e com a Cris. Resolvemos ir na Osteria Policarpo, um pequeno restaurante que fica em Botafogo. Sempre passávamos por ali e nunca tínhamos ido. A carta de vinho é pequena, mas tem algumas opções italianas de baixo custo. Escolhi este Primitivo sem ter nenhuma informação sobre ele. É um vinho com boas características da cepa, com final levemente doce. Não é um vinho complexo, mas não apresentata nenhum defeito. Um vinho correto para acompanhar um jantar. Que por sinal estava ótimo e muito agradável a conversa com eles.
Nota: -

22 de julho de 2011

Vallontano Reserva - Tannat 2007 #instavinho

Nome: Vallontano Reserva
Safra: 2007
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Vallontano
Importador: -

Uvas/Corte: Tannat 100%
Teor alcoólico: 13,4%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 3.918 / 4.200
Preço: R$ 39,90
Onde foi comprado: Canta Maria, em Bento Gonçalves
Quando foi comprado: 2 de junho de 2011
Degustado em: 15 de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Polenta cremosa com ragú de carne moída e linguiça
Com quem: Claudio e Rafaela, Alexandre e Vanessa, Gil (e Antonia), Silvestre, Daniel, Gianni, Bruno e Gustavo

Comentário do Produtor:
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho foi bebido na primeira degustação via Instagram, a degustação que fizemos na companhia de Alexandre e Vanessa, Gil, Silvestre, Daniel, Gianni, Bruno e Gustavo. Parecia até que eles estavam todos aqui em casa. Nos divertimos muito. Nos últimos tempos, desde que aderimos ao Instagram, em praticamente todas as vezes que bebemos vinhos, comentamos no Instagram. Invariavelmente, um ou outro amigo está on-line e comenta. Foi daí que nasceu a ideia de reunir todo mundo, mesmo que cada um estivesse na sua casa. Combinamos que poderia ser um vinho da Vallontano ou um da Lidio Carraro, mas no final Daniel e Silvestre participaram com outros e não foi problema algum. Tomara que venha a próxima. Quanto ao vinho, é realmente um vinho fantástico, que recomendo ser provado.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Novo design para os rótulos da Vallontano. Mais moderno e equilibrado. Evolui em relação aos anteriores.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o vinho que escolhemos para a nossa 1ª degustação virtual via Instagram. Empolgados com a degustação, fotos e comentários on line, não fizemos as nossas anotações sobre o vinho. De qualquer forma foi uma boa experiência. Tenho provado ótimos Tannats brasileiros e o Vallontano foi mais um deles. Um vinho com bastante personalidade, muita presença em boca, com taninos presentes. É um vinho com boas características da cepa e que deve ser provado preferencialmente com alguma comida de estrutura. Acho que este vinho deve casar muito bem com um bom churrasco. Bom corpo e bom intensidade em seu final. Um vinho que deve ser decantado antes de beber ou ainda deixar mais um tempinho na adega para crescer mais um pouco. Um bom vinho, sem dúvidas que acompanhou bem nossa experiência via Instagram. Vamos repetir.
Nota: 87.0 +

21 de julho de 2011

Los Clop Reserva Malbec 2006 / Casa de Santar - Dão 2006 / Norton Malbec DOC

Nome: Los Clop / Casa de Santar / Norton Doc
Safra: 2006 / 2006 / 2008
País: Argentina / Portugal / Argentina
Região: Mendoza / Dão / Mendoza
Produtor: Bodega de los Clop / Dão Sul / Bodegas Norton
Importador: D'olivino / - / -

Uvas/Corte: Malbec 100% / Touriga Nacional 100% / Malbec 100%
Teor alcoólico: 14% / 14% / 14%
Rolha: Cortiça / Cotiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 10 de julho de 2011
Onde bebeu: Clube Paissandu
Harmonizado com: Queijos, Frios, batatas fritas.
Com quem: Claudio, Miguel, Ricardo e Marcelo

Comentário do Produtor
-

Comentário do Claudio
Rótulo:
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de adiar várias vezes, conseguimos marcar nosso encontro mensal. Fomos para a varanda do Clube Paissandu, local onde é possível levar o próprio vinho. Marcelo levou o primeiro deles, um Malbec argentino que eu não conhecia. Vinho correto e fácil de beber, um Malbec bem feito. Passamos para um vinho que me tinha sido presenteado pelo Marcelo e resolvi levar para bebermos juntos. Um vinho português, do Dão, trazido de Portugal. Tinha algo estranho no vinho. Parecia sem vida. Já tinha bebido uma outra garrafa deste mesmo vinho e estava muito mais interessante. Para finalizar, resolvemos pedir um vinho da carta do clube. Não tinha muitas opções e acabamos caindo no já batido Norton Doc. Já gostei mais deste vinho. Esta safra estava doce em excesso na boca. Não sei se mudaram o estilo, mas ficou um pouco enjoativo para o meu paladar. Sentamos ao ar livre e foi uma noite muito agradável.
Nota: -

19 de julho de 2011

Reichsgraf von Kesselstatt - Riesling 2006

Nome: Reichsgraf von Kesselstatt
Safra: 2006
País: Alemanha
Região: Mosel
Produtor: Kesselstatt
Importador: -

Uvas/Corte: Riesling
Teor alcoólico: 11,5%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: 11 euros
Onde foi comprado: Helia.de
Quando foi comprado: Março de 2011
Degustado em: 12 de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Murg Tikka Masala, arroz jasmin e pão paratha do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Como estou prestes a viajar para a Alemanha, para a região de Mosel, resolvemos beber um dos vinhos alemães que tínhamos em casa. Tanto esse quanto o outro que ainda temos guardado foram comprados meio às escuras. Este foi uma boa compra, mas Claudio achou que já havia passado um pouco de seu período de glória. Eu não sei, gostei assim mesmo. Ele me lembrou um tanto aquele Conde de Valdemar bebida há uns três anos, que também já estava na curva descendente. Este Reichsgraf é adocicado e gostoso. Foi bem com a comida thai.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Simples, com um brasão, bem alemão. Destaque para o inconfundível formato da garrafa de Riesling
Exame visual: Amarelo límpido, mas não estava vivo. Talvez já apresentando sinais de envelhecimento
Exame olfativo: Algo como uvas verdes doces. Não mito intenso.
Exame gustativo: Aproveitamos a comida Thai e resolvemos abrir uma das duas garrafas de Riesling alemão que compramos. Escolhi a mais antiga, safra 2006 e a expectativa era grande. Acho que o vinho passou do seu auge. Mostrava ótimas qualidades, alguma fruta que não reconheci na boca e um final bem marcado e intenso. Porém a sua acidez já estava em declínio e que me deixou a impressão que já tinha passado pelo seu apogeu. Não foi ruim, mas com certeza era um vinho que já teve mais para oferecer. Vamos ver como se comporta a próxima garrafa.
Nota: -

18 de julho de 2011

Pergunta da Semana - 229

Recentemente diversas novas marcas de cervejas artesanais, especiais e importadas surgiram nas gôndolas de lojas especializadas e supermercados. Observando isto, nesta semana o Le Vin au Blog quer saber:

- Você gosta de cervejas especiais? Costuma beber com frequência? Você acha que estas cervejas são concorrentes do vinho?

RAR Colezione - Viognier 2010


Nome:
RAR Colezione
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: RAR/Miolo
Importador: -

Uvas/Corte: Viognier 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 50
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul/RS
Quando foi comprado: 9 de maio de 2011
Degustado em: 10 de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza da Vezpa, porque era Dia da Pizza!
Com quem:Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Análise Visual: Apresenta-se límpido com tonalidade de cor que vai do amarelo-esverdeado ao palha.
Análise Olfativa: Possui uma marcante intensidade aromática,com notas de flores e frutas harmonizando com notas de carvalho.
Análise Gustativa: Apresenta boa cremosidade com acidez equilibrada e retrogosto prolongado.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: Cheiro docinho.
Exame gustativo: Claudio estava repetindo a semana toda que domingo era dia da pizza. Depois, vi no Instagram do Alexandre, mas ainda não tinha caído a ficha de que era o tal dia que se criou para "homenagear" a pizza. Só me dei conta disso no próprio domingo. A princípio também pensei que era mais uma desculpa do "Grupinho de Baco" - Alexandre, Daniel, Gil, Claudio, Deco... - para beber um vinho no domingo à noite. Morri de rir quando descobri que estava enganada. :) Compramos uma pizza ainda de tarde, aproveitando a ida ao Leblon. Sei lá se foi uma boa ideia, mas fato é que a pizza ainda estava bem boa à noite, mesmo requentada. Quando decidimos que a pizza seria mesmo acompanhada por um vinho, falei que queria um branco. - Branco???, quase berrou o Claudio. - É, branco. Vamos lá, nada de preconceitos! Ele não quis discutir e foi logo catando um branco na geladeira. Escolheu e aprovei esse do seu Randon. Estava muito bom e a combinação com a pizza não foi nada mal não. É um vinho muito bem feito!
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: Tonalidade clara, me lembrou alguns Sauvignon Blancs
Exame olfativo: Nariz com notas florais, algo doce e marcado por algo de tostado que deve ter vindo da madeira.
Exame gustativo: Acompanho de perto os vinhos que vem dos Campos de Cima da Serra. Este Viognier é um lançamneto da Miolo e uma novidade da região. Primeira safra vinificada, mostra potencial da cepa na região. É um bom vinho e que poderia ser ainda melhor se tivesse o uso um pouco mais controlado da madeira. Um pouquinho mais de frescor faria muito bem ao conjunto. De qualquer maneira é um vinho que deve ir muito bem com comidas picantes. Não fez feio com a nossa pizza. Final de boca nem marcado, com algo parecendo doce queimado ou castanhas. Vale observar as próximas safras, acho que a Viognier pode ser uma boa aposta para região. Vamos ficar de olho.
Nota: 87.0

17 de julho de 2011

Trecipressi Chianti - 2009


Nome:
Trecipressi
Safra: 2009
País: Itália
Região: Gaioli in Chianti
Produtor: Geografico
Importador: -

Uvas/Corte: 85% Sangiovese e 15% Canaiolo
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 17,50
Onde foi comprado: Zona Sul Botafogo, no Rio
Quando foi comprado: 7 de julho
Degustado em: 7 de julho de 2011
Onde bebeu: Zona Sul Botafogo, no Rio
Harmonizado com: Pizzas de atum (Rafaela) e portuguesa (Claudio)
Com quem:Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Apesar de ter de concluir um artigo acadêmico, nesta tarde, decidi ver um filme que precisava voltar para a locadora, fui tomar um chocolate quente com minha amiga Marie e, quando voltei, a preguiça de cozinhar qualquer coisa era tamanha, que decidimos ir comer pizza no Zona Sul. Para acompanhar, havia esses vinhos novos, italianos, que eu nunca havia visto. Como o Claudio estava ao telefone, eu fui escolhendo o mais baratinho. Posso dizer que me arrependi da minha pão-durice. O vinho era meio fraco. Até sobrou um restinho na garrafa. Da próxima vez, vou investir um pouco mais.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Abrimos este vinho que estava em promoção no Zona Sul para acompanhar nossa pizza. É um Chianti bem básico que não empolgou. É um vinho de baixo custo, simples. Não cresceu como a pizza. Vinho bem básico.
Nota: 83.0

16 de julho de 2011

1ª Degustação via Instagram #instavinho


Foi muito divertida a 1ª Degustação via Instagram! Antes mesmo das 20h30 já começavam os preparativos e as primeiras fotinhos, identificadas pelo atalho #Instavinho.

Aos poucos, os 10 participantes foram se apresentando e mostrando suas escolhas. A sugestão é que fossem selecionados vinhos Vallontano e Lidio Carraro.

Durante duas horas, interagimos remotamente, apresentamos nossas opiniões e comentamos a dos outros participantes. Também demos muitas risadas. Foi uma experiência muito bacana!

Nós (Le Vin au Blog) escolhemos um Vallontano, o Reserva Tannat 2007. Gianni (Goles & Letras) também foi de Vallontano, o Reserva Tannat 2005. Alexandre (Diário de Baco) e Vanessa (Senhor Brigadeiro) optaram pelo Lidio Carraro Elos Touriga Nacional/Tannat 2008. Gustavo (Enoleigos) escolheu o Lidio Carraro Da’Divas Pinot Noir 2010. Gil (Vinho para Todos), o Lidio Carraro Coletânea 2009. O amigo do Instagram, Bruno, também foi de Lidio Carraro, safra 2005 da uva merlot.

Daniel (Vinhos de Corte) e Silvestre (Vivendo a Vida) também participaram, mas com outras escolhas. Daniel bebeu o português Boas Vinhas e Silvestre, o australiano Kilikanoon Shiraz Killerman’s Run. Quebraram as “regras”, mas foram muito bem vindos.

À medida que os vinhos foram provados, cada um emitiu seus comentários. O bate-papo virtual acabou tratando até de temas improváveis, como os Backyardigans (!). Rafaela continua até agora impressionada com o fato de não haver um Nicolas na turminha...

A experiência foi muito bacana e esperamos que logo possamos vivenciar outra dessas.

Quando tudo acabou, a sensação era de que os amigos tinham vindo aqui em casa. É claro que as degustações presenciais continuam sendo as melhores, mas quando cada um mora em uma cidade diferente, essa pode ser sim uma boa solução.

Obrigada, amigos, pela noite tão agradável!

15 de julho de 2011

Château Canet - Les Evangiles - 2006

Nome: Les Evangiles
Safra: 2006
País: França
Região: Minervois
Produtor: Château Canet
Importador: -

Uvas/Corte: Grenache, Syrah, Carignan e Cinsault
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 12,80 euros
Onde foi comprado: Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris
Quando foi comprado: 20 de setembro de 2010
Degustado em: 8 de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Fondue de queijo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produto:
Oeil : robe rouge cerise soutenue et brillante. Nez : nez ouvert sur les fruits rouges très mûrs, arômes d’épices (cannelle) et de violetteBouche : l’attaque en bouche est très élégante, faite de finesse et de fraîcheur. La puissance de ce vin s’exprime en milieu de bouche et la finale se fait très longue et nette.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Muito bom este vinho! Realmente me surpreendeu, mas não me inspirou muito a escrever. Foi nesta noite que Claudio compartilhou a ideia de uma degustação "ao vivo" via Instagram. Gostaria de deixar registrado aqui em nosso diário que foi a noite de estreia da nossa panelinha de fondue. Ela morava ali no armário há muitos anos, mas nunca havia sido usada. Foi uma ótima estreia. Ficou muito bom, mesmo que tenha sido um fondue desses prontos. :) Para terminar, resolvi tomar uma tacinha do imbatível Baileys e dançar pela sala. Foi um ótimo final de noite, podem apostar!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Muito bem equilíbrado. Uma linguagem mais moderna para um rótulo com elementos tradicionais. Muito bem feito.
Exame visual: Grená bem vivo. Mostrando juventude.
Exame olfativo: Nariz com notas de especiarias, mas não muito intenso.
Exame gustativo: Comprei este vinho no freeshop do aeroporto de Paris. Foi aquela compra "saideira". Passamos rapidamente pelo freeshop e acabei pegando um vinho sem escolher muito. Foi uma ótima surpresa. Escolhemos esta garrafa para acompanhar um fondue de queijo que fizemos em casa, mesmo sabendo que não seria o melhor vinho para harmonizar. É um vinho da safra 2006 que está muito jovem e vivo. É um vinho que valeria guardar para abrir daqui há alguns anos. Muito bom em boca. Notas de especiarias se misturando com frutas escuras. Leve madeira bem empregada arredondando o conjunto. Os 14,5% de álcool não aparecem. Muito vivo e saboroso em boca. Destaque para seu longo e diferente final, onde aparecia algo de cacau. Ótimo vinho, boa surpresa e não comprometeu o fondue.
Nota: 90.0

14 de julho de 2011

Da'divas - Pinot Noir 2010

Nome: Da'divas
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Encruzilhada do Sul - RS
Produtor: Lidio Carraro
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 9402 /9980
Preço: R$ 40
Onde foi comprado: Vinícola Lidio Carrato, em Bento Gonçalves
Quando foi comprado: 4 de junho de 2011
Degustado em: 4 de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com frutos do mar
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Terras de Encruzilhada do Sul - RS
Aroma sedutor de rosas, violetas e frutas do bosque, como morango, framboesa, cereja, amora, groselha, notas de especiarias e frutas secas. Vivaz e equilibrado. Envolvente, complexo e macio. Um vinho para apaixonar-se.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
 -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Inspirado pela massa gostosa que comemos na casa do Mário no fim de semana, Claudio resolveu fazer a sua própria receita. Quando cheguei da aula de alemão nesse dia, os camarões e mexilhões já estavam sendo descongelados. O vinho acompanhou bem a massa. Trata-se de um vinho leve, frutadinho, gostoso. Creio que esta linha é uma boa forma de começar a conhecer os vinhos de Lidio Carraro, especialmente se a grana para a compra de vinhos não for muita. Os Lidio Carraro costumam ser bem caros, mas estes são os mais baratos. E valem bastante a pena. Mudando de assunto. Todas as vezes que bebemos vinho, Claudio acaba colocando uma foto no Instagram e/ou no Facebook. Nesta noite não foi diferente. O engraçado é que rendeu uma baita "conversa" on-line, envolvendo a mãe do Claudio, o Alexandre, o Daniel e  nós dois. A história começou por ser uma segunda-feira. Alexandre e Daniel, que nuuuunnnnca bebem vinhos às segundas, começaram a pegar no pé do Claudio por causa disso. E a conversa foi ficando animada. Sei que, no final, foram 33 mensagens. :-) Acabou sendo divertido. 
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
 Simples, equilibrado, mas com personalidade.
Exame visual: Bonita cor, claro, típico de Pinot Noir. Tons leves de cereja.
Exame olfativo: Nariz se abre depois de um tempo aberto. Notas delicadas com algo de cereja e notas leves de algo mais doce.
Exame gustativo: Recentemente, estive no Vale dos Vinhedos a convite do Ibravin. Tive a oportunidade de conhecer a vinícola Lidio Carraro. Durante a visita provei este Pinot Noir. Na hora tinha achado muito interessante e resolvi trazer uma garrafa para provar com calma. O resultado veio confirmar as impressões que tive do vinho. É um Pinot Noir com personalidade. Tem um estilo próprio e o que me fez achar este vinho ainda mias interessante é que ele não tenta ser um Pinot francês, chileno ou de qualquer outra parte. Ele mostrou ótimas características: leve, agradável, muito bem feito. Um vinho elegante com notas de cerejas e morango. Final com boa presença. Assim como outros vinhos da Lidio Carraro, cresceu muito na taça. Vale abrir algum tempo antes de beber. Foi bem com a nossa massa com frutos do mar. Um vinho muito interessante que pretendo provar novamente para ver a sua evolução. Um Pinot que me surpreendeu. 
Nota: 89.0

13 de julho de 2011

La Giardina - Chardonnay 2009 / Clos de Torribas - Tempranillo 2004 / Punto Final - Malbec 2007

Nome: La Giardina / Clos de Torribas / Punto Final Reserva
Safra: 2009 / 2004 /2007
País: Itália / Espanha / Argentina
Região: Dogliani / Catalunya / Mendoza
Produtor: Poderi Luigi Einaudi / Bodegas Pinord / Bodega Renacer
Importador: -

Uvas/Corte: 100% Chardonnay / 100% Tempranillo / 100% Malbec
Teor alcoólico: 13% / - / -
Rolha: Sintética / Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecidos pelo Mário / Punto Final presenteado pelo Flavio
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de julho de 2011
Onde bebeu: Casa do Mário, na Tijuca
Harmonizado com: Salgadinhos e deliciosa massa com molho vermelho e camarões preparada pelo Mário
Com quem: Claudio, Rafaela, Mário, Ana, Maria Claudia, Miguel e Paula

Comentário do Produtor
La Giardina - Pressatura immediata e soffice dei grappoli vendemmiati, mosto decantato a freddo a 8-10°, leggermente torbido viene portato a fermentazione in autoclave per mantenerne i profumi, rilascio in primavera.
Clos de Torribas - Elaborado con un 85% de uva tempranillo, 10% de uva Cabernet Sauvignon y 5% de Merlot. Se elabora cada variedad de uva por separado. Los tiempos de maceración del mosto con los hollejos son de entre tres semanas y un mes dependiendo de la variedad. Posteriormente se procede al cupage. Una vez efectuados los distintos trasiegos para la clarificación y estabilización se pasa a las barricas de roble para su crianza durante un año. Después se embotella para seguir su evolución dentro de la botella como mínimo dos años mas.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia mais ou menos um ano e meio que não íamos à casa do Mário. Fazia um ano e meio que eu não encontrava o Sasha, o gato encardido do Mário. Nossa amizade se quebrou, não consegui nem pegá-lo no colo. Uma lástima. Fazer o quê! Tirando isso, a noite foi muito legal. Fiquei surpresa com os dotes culinários do Mário. Ele fez a melhor massa de todos os tempos. Como ficou boa! Provei um pouco de cada vinho, mas esse não foi meu foco naquela noite. Na verdade, passei boa parte do tempo correndo atrás do gato...
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: -

Exame visual: -
Exame olfativo: Fomos jantar na casa do Mário e bebemos 3 vinhos bem diferentes. Ele nos ofereceu inicialmente um vinho branco italiano. Leve, com notas delicadas da uva. Um vinho bastante agradável para se beber sem compromisso. Na sequência, abrimos um vinho que o Mário gosta: o espanhol Clos de Torribas. Desta vez abrimos o Reserva, que, da mesma forma que o Crianza, é um best buy, um tempranillo fácil de beber e que serve para acompanhar refeições mais leves. Um bom vinho. Por último, abrimos o vinho de mais corpo, o bom malbec argentino Punto Final. Ultimamente não tenho bebido muitos malbecs argentinos. Muitos vinhos desta uva têm se apresentado muito parecidos, com muito corpo, muita fruta e madeira em boca, além de alto teor alcoólico. Este Punto final Reserva apresenta o lado bom da cepa sem estes exageros descritos. É uma boa opção e pode ficar ainda melhor com mais algum tempo em garrafa. Vale provar. Noite muito agradável e com uma ótima massa preparada pelo Mario.
Nota: -

Pergunta da Semana - 228

Lemos nos últimos dias muitas notícias falando das uvas que foram colhidas congeladas na Serra catarinense. Pensando nisto, semana o Le Vin au Blog quer saber:

- Você já provou um Icewine? Conhece algum bom rótulo de um Icewine canadense para indicar para o blog?

12 de julho de 2011

Le Bon - Bourgogne 2007 - Domaine Ballorin

Nome: Le Bon
Safra: 2007
País: França
Região: Morey-Saint-Denis
Produtor: Domaine Ballorin et Filles
Importador: Santa Ceia Vinhos

Uvas/Corte: 100% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado pelo amigo Alexandre Frias, do Diário de Baco
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 1º de julho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Deliciosa polenta com ragu de cogumelos de Paris
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando olhei o rótulo deste vinho, nem acreditei muito que fosse francês (achei o rótulo moderno de mais para ser francês), mas bastou tomar o primeiro gole para ter certeza de que realmente era um vinho bem francês. Trata-se de um ótimo representante da uva pinot noir. Se fôssemos a uma degustação às cegas, talvez eu arriscasse até descobrir a uva. O vinho ficou muito bom com o prato delicioso que preparamos. Quero registrar aqui que fiz polenta pela primeira vez! E ficou bem boa. Claudio ajudou no final, quando eu não aguentava mais mexer. Pegamos a receita, tanto da polenta quanto do ragu, na revista Women's Health - receitas aqui. O ragu, especialmente, ficou fantástico. Muito obrigada, Ale, pelo vinho!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
O conteúdo é muito melhor que o rótulo. Falta harmonia e equilíbrio. Com os mesmos elementos poderíamos conseguir isto.
Exame visual: Clássica cor de Pinot. Leve cereja.
Exame olfativo: Nariz rico e delicado bem característico da Borgonha. Notas levemente doces.
Exame gustativo: Esta garrafa foi um presente do amigo e blogueiro Alexandre do Diario de Baco. Ele falou muito bem deste vinho. É de um produtor biodinâmico da Borgonha e o Alexandre tinha razão em falar bem deste Pinot. No início pegou na ponta da língua, parecendo gás carbônico, mas isto logo sumiu. Na boca um típico Pinot da Borgonha, Corpo leve, taninos finos e macios, notas frutadas e ricas na boca. Destaque para o seu final com bastante presença. Vinho muito bom e prazeroso.
Nota: 88.0 +

11 de julho de 2011

Que tal uma degustação via Instagram*?

Dia desses, bebendo um vinho e fazendo fotinhos para o Instagram, nos ocorreu que poderia ser divertido fazer uma degustação via Instagram. Na mesma hora, vários outros IGers se animaram. Assim, pensamos em fazer uma degustação via Instagram na próxima sexta-feira, 15 de julho, a partir das 20h30.

Como pensamos que pode funcionar: a partir das 20h30min, cada participante, do lugar onde estiver, publica fotos do vinho escolhido, comentando como o vinho está se saindo. Os demais degustadores fazem o mesmo, além de comentar as fotos dos demais. E assim por diante.

A sugestão é que seja escolhida qualquer garrafa das vinícolas Lidio Carraro ou Vallontano.

Alguns blogueiros de vinhos, como o Enoleigos, o Vinho para Todos, o Escrivinhos, o Diario de Baco, o Vivendo a Vida, o Vinhos de Corte e o Goles & Letras, e algumas pessoas não blogueiras já confirmaram.

Quem mais quer participar?

Estamos cadastrados no Instagram como @claudio_werneck e @rafaelagiordano.

Até sexta-feira!

*Instagram é um aplicativo para iPhone. É uma espécie de rede social na qual os usuários podem ver as fotos tiradas por seus amigos e fazer comentários sobre elas. Além disso, qualquer imagem alterada no aplicativo pode ser compartilhada em outras redes sociais como Twitter, Facebook, Flickr, Tumblr, Posterous e Foursquare. Quer ver mais? Aqui.

8 de julho de 2011

Pergunta da Semana - 227

Muita gente gosta de aproveitar o frio para tomar sopas. Pensando nisto, semana o Le Vin au Blog quer saber:

- Você costuma combinar sopa e vinho? Quais são suas sopas preferidas?

Château Trotte Vieille - Saint-Emilion 1er Grand-Cru Classé 2004


Nome: Château Trotte Vieille
Safra: 2004
País: França
Região: Saint-Emilion
Produtor: Château Trotte Vieille
Importador: -

Uvas/Corte: 55% Merlot, 40% Cabernet Franc, 5% Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente levado pelo Miguel e Paula
Onde foi comprado: Em Paris
Quando foi comprado: -
Degustado em: 30 de junho de 2011
Onde bebeu: Na Varanda do clube Paissandu, na Lagoa, no Rio
Harmonizado com: massa com salmão e escalope de carne
Com quem: Miguel, Paula, Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
On fait remonter l’origine de son nom à une vieille dame qui habitait cette maison il y a plusieurs centaines d’années. La légende veut qu’à proximité du château, au croisement de ses routes se trouvait un arrêt de
diligence, et chaque fois qu’un attelage s’arrêtait, la vieille dame descendait en trottinant pour aller aux nouvelles d’où le nom Trotte Vieille. Le second vin du Château fût créé en 2002 sous le nom de La Vieille Dame de Trotte Vieille. Un vieux parchemin en Gascon datant du XV° siècle atteste déjà de l’utilisation de ce nom. Fait exceptionnel il existe encore une pièce de vigne datant d’avant le phylloxéra. La cueillette manuelle en cagettes et la vinification sont toujours minutieusement accomplies. Le vin est reconnu pour son élégance, sa rondeur et sa grande longueur.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gostei muito do primeiro vinho da noite, o Sasyr, mas este francês não ficou atrás.  Gostoso. Harmonizou com meu prato de massa com salmão.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Muito bom o equilíbrio das cores que foram bem escolhidas. Moderno e interessante.
Exame visual: Muito escuro e mostrando sinais de amadurecimento
Exame olfativo: Início com aquele típico aroma de terra/fazenda de vinhos de Bordeaux, um pouco austero. Foi abrindo e aparecendo fruta madura misturado à terra.
Exame gustativo: Este foi o segundo vinho da agradável noite na varanda do Clube Paissandu. O Miguel já havia falado que ele tinha alguns vinhos que ele havia trazido da França que precisavam ser abertos pois ele achava que não tinham sido guardado corretamente. Nesta noite, ele levou este Premier Grand Cru Classé de Saint Emillion. Deixamos aberto enquanto bebíamos o Sasyr. Mesmo assim, ele merecia ter ficado em um decanter. Não sei se pelo jeito como foi armazenado, mas o vinho mostrou sinais de estar evoluído. Boa estrutura, bom corpo. Rico e complexo em boca, este St. Emillion mostrou ótimas características dos vinhos desta região. Cresceu na taça. Um belo vinho, prazer em degustar.
Nota: 91.0 +

6 de julho de 2011

Don Laurindo Reserva - Tannat 2006





















Nome:
Don Laurindo Reserva
Safra: 2006
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Don Laurindo
Importador: -

Uvas/Corte:Tannat 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 003125/4.000
Preço: -
Onde foi comprado: Canta Maria, em Bento Gonçalves
Quando foi comprado: 4 de junho de 2011
Degustado em: 26 de junho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Restos do encontro de sexta-feira, pastinha, azeitonas, queijos e pães
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho tinto seco, de cor vermelho rubi com tons violáceos, vinoso, intenso e penetrante. Seu aroma lembra cacau, pimenta, baunilha e manteiga. Vinho de guarda. Aconselha-se consumir em até 8 anos.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para finalizar um feriadão intenso, repleto de compromissos sociais, resolvemos limpar a geladeira. A azeitona apimentada acentuou o sabor do vinho. Gostei, achei bom e que combinou com esta comida mais ligeira.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bem tradicional. Segue o estilo de toda a linha Don Laurindo.
Exame visual: Rubi transparente, vivo.
Exame olfativo: Nariz bem fechado no início. Abre para algo com frutas escuras.
Exame gustativo: Vinho de estilo mais tradicional e gastronômico. Corpo relativamente leve e com taninos não tão acentuados como outros vinhos desta cepa. Vale deixar ele um tempo no decanter para abrir um pouco. Vinho equilibrado, sem arestas, notas de frutas na boca. Agradável, leve e rústico. Para quem procura um Tannat sem tanta intensidade. Foi bem com as comidinhas.
Nota: 86.0 +

5 de julho de 2011

Allegrini - Valpolicella 2009 / Vega Saúco Piedras - 2005

























Nome: Allegrini / Piedras
Safra: 2009 / 2005
País: Itália / Espanha
Região: Valpolicella / Toro
Produtor: Allegrini / Vega Saúco
Importador: Grand Cru / Ravin

Uvas/Corte: Corvina 60%, rondinella 35% e molinara 5% / Tinta de Toro 100%
Teor alcoólico: 13% / 14%
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 60 / R$ 49
Onde foi comprado: Cavist, em Ipanema, Rio
Quando foi comprado: 25 de junho de 2011
Degustado em: 26 de junho de 2011
Onde bebeu: Cavist, em Ipanema, Rio
Harmonizado com: Canapés de cortesia da casa, queijos (R$ 39), pães (R$ 14), bruschetta (R$ 19), sopa de abóbora (R$ 26), sopa de aspargos (R$ 24) e crostata de cogumelos (R$ 2x)
Com quem: Claudio, Rafaela, José Rodrigo e Sabrina

Comentário do Produtor
E' un vino di medio corpo, dal moderato contenuto alcolico. Il colore e' rosso rubino brillante, il profumo fresco di ciliegia. E' prodotto con uve Corvina Veronese, Rondinella e Molinara che vengono vinificate con breve macerazione, per accentuare la fragranza del frutto. Da gustare giovane per goderne al meglio l'intensita' aromatica, puo' invecchiare da 2 a 3 anni
Cor: Vermelho rubi vivo e brilhante. Aroma: Aroma de frutas vermelhas frescas, com destaque para a cereja, e notas mais complexas de pimenta e cravo. Palato: Vinho muito expressivo, cheio em boca com notas marcantes de amoras e um leve toque mineral. Seu final é rico e longo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Zé e Sabrina estavam no Rio e aproveitamos para vê-los. Eles escolheram conhecer a Cavist, antiga Expand. Não mudou muito o desenho da casa, com exceção da inclusão de uma varanda, mas a decoração ficou bem bacana, com cortinas e parede vermelhas. A parte da loja permaneceu praticamente igual. Quando olhei o cardápio, sorri. Continua não havendo muitas opções para mim, que não como muita carne vermelha, mas isso falando dos pratos principais. Quando o assunto é entradinha, a coisa muda de figura. Existem muitas opções e uma parece melhor que a outra. Das que provamos, gostei muito da sopa de abóbora e da crostata de cogumelos. O lugar é meio carinho, mas o preço dos vinhos acaba compensando, pois são vendidos a preço de loja.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Aproveitamos que o José Rodrigo e a Sabrina vieram passar o feriado aqui no Rio e combinamos de nos encontrar no sábado. O José sugeriu conhecer o Cavist, antiga Expand ali na praça Nossa Senhora da Paz. Começamos com um vinho que estava com vontade de provar, o Valpolicella  Allegrini. Quando o produtor é bom, Valpolicella se torno um vinho bem interessante de se beber e foi o caso deste vinho. Muito agradável, corpo leve, com notas suaves de frutas. Bem elegante e gostoso. Havia escolhido um outro vinho para provar, porém o Sommelier da casa sugeriu que não deveríamos beber tal vinho pois não era bom, então parti para outro vinho que já queria provar há algum tempo o Vega Saúco Piedras. Ótimo vinho espanhol, de bom corpo, boa presença, sem exageros. Excelente custo/benefício. Vale provar. Mais uma noite agradável, junto com amigos e vinhos interessantes.
Nota: -

3 de julho de 2011

Los Vascos - Cabernet Sauvignon 2010 / Luis Cañas - 2008 / Callejo - 2006

























Nome: Los Vascos / Luis Cañas / Callejo Crianza
Safra: 2010 / 2008 / 2006
País: Chile / Espanha / Espanha
Região: Peralillo / Rioja / Ribera del Duero
Produtor: Domaine Barons de Rothshild / Bodegas Luis Cañas / Bodegas Félix Callejo
Importador: Aurora /

Uvas/Corte: 100% Cabernet Sauvignon/ 90% Tempranillo, 10% Viura / Tinto Fino 100%
Teor alcoólico: 13% / 13% / 14%
Rolha: Cortiça / Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido por Rodrigo e Tati / Gentilmente oferecido por Claudine e Marcus / R$ 49,50
Onde foi comprado: - / - / Expand São Paulo, com 50% de desconto
Quando foi comprado: - / - / 30 de dezembro de 2010
Degustado em: 24 de junho de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Azeitonas, pastinha de alcachofra e pimentão, queijos, linguiça, salaminho, pães
Com quem: Claudio, Rafaela, Rodrigo, Tatiana, Claudine e Marcus

Comentário do Produtor
Le rosé de Los Vascos est issu de raisins pressés immédiatement après la vendange pour garder la fraîcheur, les arômes fruités et la couleur éclatante du jus à la récolte. Il est à boire jeune pour apprécier sa vivacité et sa finesse.
Rubi intenso. Limpo e intenso no nariz, revela framboesa e morangos frescos envolvidos por delicadas notas de violeta. O ataque em boca é fresco, macio, com final de prova persistente e frutado.
La fermentación de mosto, con levaduras autóctonas, comienza a baja temperatura para favorecer los aromas varietales y terminar con temperaturas cercanas a 30ºC. Un tercio de la producción de este crianza realiza la fermentación maloláctica en barricas nuevas y el resto en depósito de acero inoxidable. Crianza en barricas de roble francés durante 12 meses.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O feriadão foi intenso. Trabalhei no feriado, mas tão logo saí do trabalho deu-se início à programação que foi até o domingo. Na quinta, visitei minha amiga Marie e a fofinha da Fleur. Passamos uma tarde bem animada, que acabou se estendendo com um sushi na Tijuca com meus colegas de alemão. Recomendo o Tsuki, bem bom! Na sexta-feira, convidamos Claudine e Marcus, que estavam na cidade para vir aqui em casa. Tati me mandou uma mensagem cedo, falando sobre ir ao cinema. Quando contei isso ao Claudio, ele disse: - ah, por que você não os convidou para virem aqui? Liguei na mesma hora para a Tati. Foi um encontro bem legal, com amigos queridos. Sim, os vinhos também estavam bons. :) No sábado, a programação teve continuidade com almoço em família, com Claudine e Marcus novamente, e à noite, fomos ao Cavist com Zé Rodrigo e Sabrina, mas deste jantar falarei no próximo post.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite agradável de boa conversa e bons vinhos para acompanhar pães, queijos e outras coisas gostosas. Começamos a noite com o Rosé chileno que a Tatiana e o Rodrigo gentilmente trouxeram. Um bom rosé, de corpo leve e fácil de beber com notas de frutas na boca. O segundo vinho da noite acompanhou muito bem os acepipes. O Rioja que a Claudine e o Marcus trouxeram é um vinho jovem, com bastante fruta e também fácil de beber. Bem característico da Tempranillo. Apresentou algum depósito ao abrir. O último vinho da noite foi o Callejo. Um bom vinho espanhol, de bom corpo, taninos macios, arredondados pela madeira. Bom e persistente final. Um ótimo vinho que deve acompanhar muito bem um jantar. Vale provar!
Nota: -

1 de julho de 2011

Pergunta da Semana - 226

O frio chegou com força e nesta semana o Le Vin au Blog quer saber:

- Qual o receita especial ou prato que você gosta de comer nos dias de frio para acompanhar um vinho?

Sasyr 2007 #cbe

























Nome: Sasyr
Safra: 2007
País: Itália
Região: Maremma - Toscana
Produtor: Rocca delle Maciè
Importador: Decanter

Uvas/Corte: 60% Sangiovese, 40% Syrah
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado pela Rafaela no aniversário do Claudio
Onde foi comprado: Espírito do Vinho na Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 20 de novembro de 2010
Degustado em: 30 de junho de 2011
Onde bebeu: Na Varanda do clube Paysandu, na Lagoa, no Rio
Harmonizado com: Couvert
Com quem: Miguel, Paula, Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Rubi intenso e luminoso. Nariz enfático em morangos, framboesas, couro e notas tostadas. Sedoso, com taninos doces e fim-de-boca dominado por perfume floral.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estávamos nos preparando para fazer uma polenta com ragu de cogumelos e também para assistir ao último capítulo do House, quando Miguel e Paula nos chamaram para tomar um vinho. Acertamos então ir ao Clube Payssandu, para nos sentarmos na varanda e lá tranquilamente provar nosso Sasyr e o vinho francês que o Miguel queria abrir. O encontro estava muito bom. Os dois vinhos mostraram-se bem diferentes. O Sasyr é realmente um vinho especial. Gostei muito. Ele é moderno, gostoso, mas sem ser enjoativo ou forte demais. Acho que vamos comprar mais uma garrafa em breve.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Muito bom o equilíbrio das cores que foram bem escolhidas. Moderno e interessante.
Exame visual: Rubi vivo
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Tinha programado de comprar um outro vinho para a degustação deste mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. Em cima da hora, descobri que o vinho escolhido não estava disponível. Então recorremos à adega e o escolhido foi o Sasyr. Tinha provado este vinho no Decanter Wine Show do ano passado e gostado. No meu aniversário, a Rafaela comprou um de presente para mim. Para acompanhar, o planejado era preparar uma polenta com um ragú de cogumelos, mas no final da tarde o Miguel nos convidou para bebermos um vinho e acabamos indo no Clube Paysssandu. Levei esta garrafa e ele um Saint-Emillion, sobre o qual vamos comentar em breve. Sentamos na varanda, à beira da piscina, com vista para o Cristo. Melhor clima impossível! Vamos ao vinho: é aquele tipo de vinho que conquista a mesa logo de cara. Tem um perfil mais jovem e vibrante, mas no sabor mostra um pouco de complexidade e um paladar bem único e com personalidade. Bom fruta em boca e só poderia ter o final um pouquinho mais longo, como falou a Paula. Tipo de vinho que acaba rápido, cada gole pede outro. Vai bem sozinho e também funciona bem acompanhando uma comida. É aquele tipo de vinho que é sempre bom ter um na adega. Gostei, recomendo. Ele abriu a noite para o Premier Grand Cru Classé que estava por vir...
Nota: 88.0 +

Mano a Mano - Tempranillo 2008 / Jean Bousquet - Reserva Pinot Noir 2008


























Nome:
Mano a Mano / Jean Bousquet
Safra: 2008 / 2008
País: Espanha / Argentina
Região: La Tierra de Castilla / Mendoza
Produtor: Dominio Mano a Mano / Domaine Jean Bousquet
Importador: Vinci - Vinoteca

Uvas/Corte: Tempranillo 100% / Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 14% / 14%
Rolha: Sintética / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 55 / R$ 59
Onde foi comprado: La Botella, em Ipanema
Quando foi comprado: 21 de junho de 2011
Degustado em: 21 de junho de 2011
Onde bebeu: La Botella, em Ipanema
Harmonizado com: Pastinhas, sanduíches e massinha com molho de tomate
Com quem: Claudio, Rafaela, Miguel e Paula

Comentário do Produtor
Rojo picota oscuro con vivo borde violáceo. Aromas de frutos negros sazonados, cacao, florales (violeta) y balsámicos, sobre fondo ahumado. Sabroso, fresco, con agradable protagonismo de la fruta en boca, equilibrado y carnoso. Evoca las frutas silvestres en su postgusto.

Color | Color rojo rubí intenso con tonos violetas.
Nariz | Aromas complejos recordando a cerezas y ciruelas con notas de café, tabaco y de tostado.
Boca | Cuerpo medio. Acidez bien equilibrada típica del Pinot Noir que se desarrolla en un paladar dulce y redondo hasta terminar en un final largo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia um tempão que não íamos ao cinema. Neste dia, Miguel ia dar uma palestra para a turma do Claudio na PUC e aproveitamos para marcar uma saída para mais tarde. Decidimos ir ao cinema ver o filme do Woody Allen, Meia-noite em Paris. Foi uma decisão mais do que acertada, o filme é muito bacana. Eu adorei! Depois, como estava um friozinho, até a Paula se empolgou para beber um vinhozinho. Assim, partimos rumo ao La Botella, logo ali na Paul Redfern. A noite foi, como sempre, bem legal, divertida e de conversa animada. E Paula e eu ainda comemos nossas massinhas com molho de tomate, que tanto gostamos. Ah, sim, gostei mais do primeiro vinho, repetiria fácil.
Nota: 90.0 / 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Destaque para o rótulo pitoresco e moderno do Mano a Mano
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de assistirmos ao novo filme do Woody Allen, vermos todas aquelas cenas de Paris, com pessoas comendo bem e bebendo vinhos, o Miguel sugeriu irmos ao La Botella. Não tomamos vinhos franceses, mas provamos dois vinhos que nunca tinha bebido e o resultado foi ótimo. Começamos por uma indicação do Jean, o dono da loja, o espanhol Mano a Mano. Nunca tinha visto esta garrafa e foi uma boa surpresa. É um vinho jovem, vivo com um estilo mais moderno, mas sem exageros. Um diferente sabor de fruta madura que foi muito interessante. Sabor difícil de definir e bem peculiar. Vinho que vale provar. Partimos depois para um Pinot Noir argentino. Para nossa surpresa era um Pinot que seguia um estilo mais velho mundo, muito bem equilibrado e bem feito. Vinho de estilo elegante, mas com um leve acento do Novo Mundo. Uma mistura muito interessante, que deu muito estilo para este Pinot. Quero provar novamente com calma. Foi uma noite de boas surpresas. Dois vinhos de estilos bem diferentes, mas muita qualidade e personalidade.
Nota: 88.0 / 89.0