29 de abril de 2011

Ventisqueiro Queulat - Syrah 2004


Nome: Ventisqueiro Queulat
Safra: 2004
País: Chile
Região: Vale del Maipo
Produtor: Viña Ventisqueiro
Importador: Cantu

Uvas/Corte: Syrah 100%
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 72
Onde foi comprado: Salitre Ipanema, no Rio
Quando foi comprado: 7 de abril de 2011
Degustado em: 7 de abril de 2011
Onde bebeu: Salitre Ipanema, no Rio
Harmonizado com: Pratos bem preparados e gostosos
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre e Gilberto

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nosso querido amigo Alexandre veio ao Rio a trabalho e, por sugestão do Claudio, ficou no Rio para darmos uma saída à noite. Tentamos ir ao La Botella, mas chegamos bem no momento em que todas as mesas haviam sido recém-ocupadas. Resolvemos então ir até o Salitre. Gostávamos muito do Salitre do Leblon, mas ainda não havíamos ido ao novo Salitre de Ipanema. A carta de vinhos parece um livro. São tantos rótulos. Alexandre e Claudio ficaram um tempão confabulando sobre o que pedir. Enquanto isso eu enfrentava uma grande dúvida sobre qual prato pedir. Todos pareciam bem apetitosos. Acabei optando por uma massa bem temperada com camarões. Estava deliciosa! Único porém em relação ao restaurante é que achei que o preço aumentou um monte em relação ao antigo Salitre. Nunca foi barato, mas me pareceu bem mais caro agora. De qualquer forma, a comida estava saborosa e eu voltaria lá para repetir o prato. Quanto ao vinho, melhor deixar para os especialistas. Logo aqui abaixo e no Diário de Baco.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Poderia ter um pouco mais de delicadeza. No rótulo da nova safra já conseguiram isto.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nossa ideia inicial era levar o Alexandre, que veio ao Rio a trabalho, no La Botella. Passamos por lá, mas infelizmente estava cheio. Decidimos seguir caminhando até o novo Salitre em Ipanema. Passamos um bom tempo olhando a longuíssima carta de vinhos da casa. Depois de muito pesquisar, o Alexandre sugeriu o Queulat. Estavam disponíveis as safras 2004, 2005 e 2006. Escolhemos o mais velho o que se mostrou uma ótima decisão. Esta garrafa já mostrava o sinal da idade, o que para nós foi ótimo. Tenho certo receio de alguns Syrah chilenos muito jovens que se mostram muito intensos e exagerados na boca. Este ainda tinha sua força, mas os exageros ficaram de lado e uma elegância e maciez dominavam a cena. Foi uma boa pedida. A noite foi muito agradável com ótima comida, conversa e companhia. Esperamos que o Alexandre retorne logo para podermos ir no La Botella.
Nota: 89.0

Quinta de Cabriz - Colheita Selecionada 2006


Nome: Quinta de Cabriz - Colheita Selecionada
Safra: 2006
País: Portugal
Região: Dão
Produtor: Dão Sul
Importador: Vinibrasil

Uvas/Corte: Alfrocheiro, tinta roriz e touriga nacional
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 15,50 (meia garrafa)
Onde foi comprado: Arte dos Vinhos, Cadeg
Quando foi comprado: 26 de março de 2011
Degustado em: 4 de abril de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com legumes e molho de tomates
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

Fruta muito limpa, do tipo framboesa, fresco e cremoso no aroma. Na boca está sumarento, muito polido, fresco, com taninos firmes, final bem harmonioso.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Talvez este vinho já tenha passado do auge. Lembro de ter gostado muito na primeira vez em que o provei, ainda em 2006. Desta vez, porém, não sei, estava meio apagado.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Desequilibrado. Pode evoluir muito.
Exame visual: Rubi com leve toque alaranjado.
Exame olfativo: Já em declínio.
Exame gustativo: Mais uma meia garrafa que compramos de um vinho com safra mais antiga do que o mesmo vinho em garrafa de 750 ml que está sendo vendido. Já degustamos este vinho uma outra vez e é um vinho de ótimo custo/benefício porém esta garrafa já mostrava que o vinho estava em declínio. Não sei se foi mal conservado ou porque o vinho deva ser consumido mais jovem. De qualquer maneira ainda deu para ver um pouco de suas qualidades. Final de boca apresentava leve amargor.
Nota: -

Pasion 4 Malbec 2009


Nome: Pasion 4
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Valle Uco
Produtor: RJ Vinedos
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Pizzaria em Taubaté
Quando foi comprado: 2 de abril de 2011
Degustado em: 2 de abril de 2011
Onde bebeu: Pizzaria em Taubaté
Harmonizado com: Pizzas variadas
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcela, Mauro, Regina Helena, Patrícia, Bruna, Luiz Heleno, Marilena, Guilherme Frederico e Inês

Comentário do Produtor

Pasión 4 Malbec, de impactante y concentrado color rojo profundo con tonalidades violáceas. Expresivo en frutos rojos maduros como ciruelas, cerezas y frutillas, con finas notas de
grafito. También aromas de chocolate y vainilla por su delicado paso por el roble. De entrada dulce y amplia en boca, con taninos redondos, aterciopelados, suaves y maduros. De uy buena estructura, largo final, contundente y personal.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois da ótima passagem por Campinas, seguimos para Tremembé, onde seria realizado um almoço árabe em família. Foi uma tarde bem legal com a os dois lados da família da Paty. Ficamos hospedados em uma pousada onde estivemos há dois anos. O que me fez pensar que sempre é possível voltar nos lugares mais improváveis. À noite, parte da família foi jantar em uma pizzaria. Lá fomos nós juntos. Claudio bebeu este vinho com os tios. Eu fiquei mesmo no suco de abacaxi com hortelã.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para acompanhar a pizza do jantar em família em Taubaté, tomei uma taça deste correto e gostoso Malbec argentino. Bom vinho e sem os exageros que sempre encontramos nos Malbec do país vizinho, cumpriu bem o seu papel na noite chuvosa de Taubaté.
Nota:-

24 de abril de 2011

Confraria da Mentira



Nome:
Confraria da Mentira

Degustado em: 1º de abril de 2011
Onde bebeu: Casa da Vanessa e do Alexandre, em Campinas
Harmonizado com: Queijo da Serra da Estrela, bruschettas, salada deliciosa de alface crespa, rúcula miúda, crisps de presunto de parma, gongonzola e figos, polpetones preparados pelo Emerson e um bolo de chocolate dos sonhos
Com quem: Claudio, Rafaela, Vanessa, Alexandre, Emerson, Anna, Cristiano, Valdirene, Daniel e Tatiana

Comentário da Rafaela
Este fim de semana vinha sendo preparado há semanas. Seria a primeira viagem depois da defesa da dissertação. Foram dias muito especiais. Começamos saindo do Rio na quinta-feira. Claudio representou o blog no encontro realizado na Vino & Sapore, a simpática loja de vinhos do João Filipe na Granja Viana. Eu aproveitei para passear por um shopping que ficava ao lado do hotel. Depois de semanas tão atribuladas foi bom ficar um pouco sozinha para acalmar os pensamentos. Na manhã seguinte, Claudio tinha uma reunião em São Paulo e me deixou na casa da minha amiga Gisele. Ela está de licença-maternidade, dedicando-se exclusivamente ao belo japinha Rafael, de três meses e meio. Ele é mesmo muito fofo. Feita a visita para a Gi, seguimos para Campinas. A viagem é supertranquila e chegamos rápido. Eu queria comprar umas coisinhas antes de seguirmos até a WebCompany, onde encontraríamos a Vanessa e o Alexandre, mas não conseguimos nos acertar com as ruas de Campinas. Conhecemos a bela agência e logo depois seguimos para a residência de Baco, o simpático coker da família. Antes de chegarem Emerson e Ana, Vanessa bailava pela cozinha preparando os ingredientes que mais tarde seriam usados nas bruschettas e na salada. Emerson e Anna trouxeram um queijo da Serra da Estrela. Estava fantástico. Aos poucos foram chegando os outros confrades. Que noite agradável. Nem dá para saber do que gostamos mais, se da companhia, das comidas ou dos vinhos. Se bem que, confesso, nesse tipo de encontro costumo me dedicar mais aos primeiros dois itens do que ao terceiro... Quando você achava que havia degustado o melhor prato, vinha outro ainda melhor. Imagina eu comi tu-do do meu polpetone e olha que nem costumo comer muita carne vermelha. Ainda comi, sem vergonha alguma, os figos que a Valdirene rejeitou... O gran finale foi uma torta de chocolates feita pela Vanessa. Eu comeria inteira! Como tenho a sorte de o Claudio não gostar de chocolate, tracei dois pedaços. Foi uma noite para ser guardada no coração. Tomara que possamos participar de outros encontros com essas pessoas tão simpáticas e com astral tão bom.

Comentário do Claudio
Já estávamos planejando há algum tempo conseguir ir a Campinas para nos reunirmos com a Confraria da Mentira. Finalmente, conseguimos nesta sexta. A noite foi muito agradável e divertida, conforme bem relatou a Rafaela. Vamos falar dos vinhos da noite: começamos bebendo um restinho de um vinho francês que o Alexandre tinha guardado da noite anterior, do encontro de blogueiros na Vino & Sapore. Ótimo vinho do Chateau La Gardine. Seguimos para uma sequência de 3 espumantes: o sempre bom 130, o Casa Valduga Gran Reserva Extra Brut, safra 2004. É um bom espumante, mas achamos que estava começando a passar do seu ponto. De qualquer forma, foi uma boa experiência. Nesta altura, já estávamos degustando o excelente queijo da Serra Estrela, gentilmente levado pelo Emerson. Na sequência, o Alexandre sacou da adega um Cave Geisse Terroir Nature. Foi o melhor espumante da noite, sem dúvida. Partimos para um diferente e agradável branco do Rhône. Comemos uma ótima salada, preparada pela Vanessa. A noite seguia animada. Entramos nos tintos. O primeiro a ser aberto foi a meia garrafa do Hex Von Wein. Como bem definiu o Alexandre, um vinho brasileiro de nome alemão e estilo francês. Ficamos um bom tempo degustando e observando este vinho. Logo abrimos o Loma Larga, Cabernet Franc chileno, não sei se pelo contraste com o vinho brasileiro, mas achamos muito intenso. É um bom vinho, tenho outra garrafa dele aqui na adega e acho que vou esperar mais algum tempo antes de abrir, acho que vai surpreender com mais uns anos. Seguindo, o Cristiano abriu o italiano que ele havia levado, mas que julgamos não estar 100%. Uma pena. Vale o registro que as bruschettas estavam ótimas, assim como o excelente polpetone preparado pelo chef Emerson. Para finalizar, o Esporão foi o último vinho da noite. Não o aproveitamos corretamente... Já estávamos no nosso limite. Foi um encontro memorável e que espero que a gente consiga logo repetir.

Encontro de blogueiros na Vino & Sapore



Com muito atraso, publico aqui sobre o encontro de 15 blogueiros de vinhos, que ocorreu na loja Vino & Sapore do amigo e também blogueiro João Filipe Clemente, no último dia do mês de março.

Aproveitando que iria para São Paulo, consegui antecipar um dia a viagem e cheguei a tempo de participar do encontro de blogueiros onde se debateu sobre o papel e a diversidade dos blogs de vinhos entre outros assuntos.

Foi uma ótima oportunidade para rever alguns amigos, conhecer outros e finalmente visitar a Vino & Sapore.

Degustamos ótimos vinhos, com destaques para o Château Grand Bert 1982 de Bordeaux (Saint Emilion) gentilmente oferecido pelo Daniel Perches e o Cousiño-Macul Antiguas Reservas 1999, garrafa de 3 litros gentilmente oferecida pelo Silvestre, que quase não consegue embarcar no aeroporto de Vitória com a garrafa. Agradeço também aos blogueiros que levaram vinhos, ao Paulo Queiroz que ofereceu os vinhos do jantar e ao João Filipe que nos recebeu em sua bela loja.

A noite foi ótima: nada melhor que rever os amigos, jogar conversa fora e beber bons vinhos. Ficou lançado o desafio de nossa próxima reunião ser aqui no Rio de Janeiro.

Ritual - Pinot Noir 2008


Nome: Ritual
Safra: 2008
País: Chile
Região: Vale de Casablanca
Produtor: Veramonte
Importador: First S.A.

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 43,80
Onde foi comprado: Zona Sul
Quando foi comprado: 29 de março de 2011
Degustado em: 29 de março de 2011
Onde bebeu: Zona Sul Botafogo
Harmonizado com: pizza portuguesa (Claudio) e atum (Rafaela)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Ritual Pinot Noir es una selección meticulosa de lotes especiales y de una selección de barricas que provienen de 22 hectáreas de Pinot Noir plantados en las secciones más frías de la viña cuya extensión suma 404 hectáreas pertenecientes a la Viña Veramonte en el Valle de Casablanca. Clones de Dijon 115 y 777 plantadas a alta densidad en rizomas seleccionados conforman la mayor proporción de la combinación que se complementa con viñas propias más antiguas de pie franco.

“Ritual 2008 abre con sorprendes aromas a cerezas negras, frambuesa y ciruela. Al paladar es redondo, suave y elegante con notas de grosella negra y arándano que se entremezclan con matices a cola. Es delicioso con moderados taninos que proporcionan espesor y conlleva a
un final ostentoso”.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o dia em que eu consegui bloquear meu cartão de crédito por digitar seis números e não quatro. Apesar disso, a noite foi bem agradável. Este vinho nem parece um pinot noir. Claro, a garrafa confirmava, mas a cor estava mais forte do que a normalmente vejo em pinots. O sabor também me pareceu mais intenso. Nada disso depõem contra o vinho que é bem feito e foi muito bem com as nossas pizzas.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Gosto da simplicidade do conjunto e da ilustração.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Já havia lido comentários sobre este vinho. Ele é produzido pela Vinícola Veramonte que tem seus vinhos vendidos no Supermercado Zona Sul. Gosto desta vinícola e principalmente dos vinhos produzidos na região do Vale de Casablanca no Chile. Quando esta garrafa apareceu pela primeira vez na gôndola do Supermercado, fiquei muito curioso para provar e aproveitei um dia em que fomos comer uma pizza para abrir fazer isso. O Ritual recebeu consultoria do famoso enólogo americano Paul Hobbes e foi selecionado Top 100 de 2010 da revista Wine Spectator. O vinho surpreendeu pelas suas características: um Pinot Noir mais intenso e forte que outros que degustamos do Chile. É um vinho moderno, muito bem feito e que deve agradar. Bastante fruta madura na boca, taninos macios. Acho que ele ainda vai melhorar na garrafa e gostaria muito de provar novamente daqui há algum tempo. É um ótimo custo/benefício e nesta semana esta sendo vendido em promoção por cerca de R$ 39. Um Pinot chileno com bastante corpo e estrutura, interessante e que merece ser provado.
Nota: 89.0 +

23 de abril de 2011

Premivm Casa Valduga Brut - 2006 / Peñalolen Sauvignon Blanc- 2006


Nome: Premivm Casa Valduga Brut / Peñalolen
Safra: 2006 / 2006
País: Brasil / Chile
Região: Vale dos Vinhedos / Vale de Casablanca e Limari
Produtor: Casa Valduga / Viña Peñalolen
Importador: - / -

Uvas/Corte: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40% / Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 12% / 13%
Rolha: Cortiça / Sintética
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 27,95 / R$ 30,00
Onde foi comprado: Griffe dos Vinhos, no Cadeg / Cadeg
Quando foi comprado: Março de 2011
Degustado em: 27 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: risottos de camarão e de funghi
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcela, Mauro, Regina Helena e Patrícia

Comentário do Produtor
Premivm: Visão - cor dourada e fascinante perlage. Olfato - bouquet elegante e
inesquecível de especiarias com agradável frutado, lembrando amêndoas e frutas tropicais. Paladar - Acidez equilibrada, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este almoço foi em homenagem à Marcela, de aniversário neste dia. Claudio preparou dois risottos bem gostosos. Tivemos também a companhia da Paty, recém-chegada dos Estados Unidos para ficar uns dias no Brasil. O vinho branco foi comprado para ser usado nos risottos. Eu acabei não provando o vinho, mas Mauro gostou. Bebi mais água e espumante, que acompanhou de maneira interessante a comida.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Destaque para a imagem forte e marcante do rótulo do vinho Peñalolen
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fiquei encarregado de preparar o almoço de aniversário da Marcela. Resolvi fazer um duo de risottos. Sempre que vou cozinhar com algum vinho, procuro comprar um que não tenha provado. Escolhi este Sauvignon Blanc chileno safra 2006. Provei uma taça dele e o Mauro foi quem acabou bebendo mais. Achei que ele já tinha passado do ponto de consumo e estava em declínio. Sua acidez e frescor já estavam comprometidos. A impressão que ficou foi a de que seria um vinho de boa complexidade. Vou ter que provar uma safra mais recente para comprovar isto. A minha dica para quem encontrar a safra 2006 é beber logo ou procurar uma safra mais recente. Para acompanhar o prato, o Casa Valduga cumpriu bem o papel.
Nota: -

Chandon Réserve Brut


Nome: Chandon Réserve Brut
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Chandon
Importador: -

Uvas/Corte: Riesling, Chardonnay e Pinot Noir
Teor alcoólico: 11,8%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 20,50 (meia garrafa)
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: 26 de fevereiro de 2011
Degustado em: 26 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pad Thai, do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A cor amarelo-esverdeada, a espuma abundante e persistente e o perlage de borbulhas finas, ativas e numerosas, caracterizam esse clássico assemblage das variedades Chardonnay, Pinnot Noir e Riesling Itálico. O aroma revela sutilezas florais e frutadas. A primeira impressão ao paladar é uma acidez equilibrada, seguida de nítida sensação de redondeza e frescor. Por fim, são percebidas notas de frutas secas e cítricas com uma persistência média.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A combinação da comida thai com este espumante ficou bem interessante. Ele acentua um pouco a pimenta, mas sem estragar o gosto da comida, tampouco seu próprio sabor. Depois de tantos 130, é claro que este Chandon tem menos cremosidade e complexidade, mas é bem agradável. Não sei se meu paladar está mudando, mas de uns tempos para cá não tenho achado o brut mais tão 'bruto'.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Um rótulo bem cuidado pela Chandon. Uso correto e equilibrado do preto e dourado.
Exame visual: Bem clarinho, perlage média.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Confesso que sempre vejo os espumantes Chandon nas gôndolas, mas tenho um certo preconceito em comprar sem nenhum motivo claro. Neste dia que estava na Cadeg acabei pegando esta meia garrafa do Reserve Brut para provar. É um espumante simples, sem muita complexidade, mas correto. Se fosse um vinho tinto ou branco diria que era um vinho para o dia-a-dia. De qualquer forma não fez feito com a nossa gostosa comida Thai.
Nota: 86.0

Pergunta da Semana - 216

Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você mantem a tradição de comer bacalhau na Páscoa? Acompanhado por vinho?

RAR - Reserva de Família 2004


Nome: RAR - Reserva de Família
Safra: 2004
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: RAR/Miolo
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 60% e Merlot 40%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça - gostamos de vinícolas e produtores que têm o cuidado com a rolha, aplicando logotipo, por exemplo
Numeração da garrafa: 39.259
Preço: -
Onde foi comprado: Bortolon, em Vacaria/RS
Quando foi comprado: Junho de 2010
Degustado em: 25 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pizza do José Eduardo e Domino's
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho de guarda, com estrutura para suportar vários anos de envelhecimento. Notas de Prova: Cor: Intensa com alta concentração de pigmentos, com tonalidades que vão do rubi ao púrpura com leve evolução. Aroma: Intenso e complexo, com presença da fruta e da madeira (carvalho) do envelhecimento. Descritores do aroma: - Eucalipto - Especiarias - Cassis - Trufas - Passas - Cacau. Exame Gustativo: Vinho potente, de corpo intenso com taninos ainda bem presentes que deixa um final-de-boca bem prolongado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho tem uma história legal, que está atrelado à própria existência dos vinhedos do seu Raul Randon. Reproduzo aqui o texto que está no rótulo da garrafa: "Há alguns anos, Raul Randon sonhou com uma forma especial de celebrar e dividir com todos as suas bodas de ouro: elaborar um vinho que, assim como o amor verdadeiro, fosse profundo, complexo, possuísse alma e aquecesse o espírito. O sonho tornou-se realidade em forma da edição especial de RAR Bodas de Ouro. Uma celebração dos sonhos realizados por dois jovens de Caxias do Sul: Nilva & Raul Randon." Achei essa história tão bonita desde a primeira vez que ouvi. Por isso, quando bebemos este vinho, fizemos um brinde ao casal.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Este vinho merece um redesenho de seu rótulo.
Exame visual: Rubi escuro e opaco.
Exame olfativo: Início com leve álcool e de difícil definição. Notas intensas e de frutos maduros.
Exame gustativo: Sempre ficamos atentos aos vinhos feitos na região dos Campos de Cima da Serra, RS. É a região da família da Rafaela e gostamos sempre de observar o que está sendo feito por lá e a sua evolução. Tentamos provar a safra 2002 deste vinho certa vez, porém a garrafa que abrimos não estava boa. Provei a safra 2005 na Expovinis do ano passado e fiquei muito bem impressionado. Compramos então, as safras 2004 e 2005. Abrimos o 2004 e pela minha lembrança, o provado na Expovinis estava em um estágio superior. Recomendo deixar aberto por algum tempo antes de provar, ele evolui bem na taça. Possui um meio de boca bem interessante e de certa complexidade. Notas de frutas maduras e sabor bem concentrado. Bem interessante. Final de boca poderia ser mais persistente. Gostei do vinho e estou na expectativa de provar o 2005 que está na adega.
Nota: 87.0 +

Casa Valduga 130 Brut


Nome: 130
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 37,50
Onde foi comprado: Griffe dos Vinhos, na Cadeg, em São Cristóvão, no Rio
Quando foi comprado: 28 de janeiro de 2011
Degustado em: 23 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Sushi
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Visão: Límpido e brilhante, de coloração dourada e fascinante perlage.Olfato: Bouquet elegante e intenso de frutas secas, amêndoas e um leve tostado.Paladar: Persistente e cremoso, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Combinado e realizado. Uma semana atrás, havíamos visto uma promoção de sushi num lugar aqui perto de casa. Resolvemos que na quarta-feira pós-defesa experimentaríamos com um 130. Fomos lá comprar, mas a promoção era somente para entrega e não podíamos simplesmente pagar até mesmo a taxa de entrega e trazer nossa comida para casa. Tivemos de fazer o pedido e esperar uma hora em casa até a comida chegar. Tirando esse pequeno contratempo, foi bem bom. O sushi é bem honesto e harmonizou bastante bem com o 130. Gostamos.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
O conjunto é muito bonito. Garrafa de formato diferenciado, com o rótulo me sua base. Uso correto e equilibrado do preto e do cobre. Bonita garrafa.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais um 130 que degustamos por aqui. Havia provado este espumante com comida japonesa. Nesse dia, a Rafaela não estava presente, por isso prometi que iríamos provar com sushis para ela aproveitar a harmonização também. Resolvemos comprar a comida em um restaurante e fazer a harmonização em casa. O resultado é ótimo, o espumante funciona muito bem com pratos da culinária japonesa. Recomendo.
Nota: 90.0

22 de abril de 2011

Villa Novare Ripasso - 2006


Nome: Villa Novare
Safra: 2006
País: Itália
Região: Verona
Produtor: Bertani
Importador: -

Uvas/Corte: Rondinella 20% e Corvina Veronese 80%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 10 euros
Onde foi comprado: Verona, na Itália
Quando foi comprado: 12 de setembro de 2010
Degustado em: 22 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizza de cogumelos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Colore rosso porpora, intenso. Al naso sono piacevoli i sentori di prugna, ciliegia e bacche nere assieme a spezie dolci e cioccolato. In bocca è pieno, morbido, con un buon sapore di frutta rossa e liquirizia, retrogusto sapido e leggermente speziato.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o grande dia da defesa da dissertação perante à banca. Apesar de todo o meu nervosismo, deu tudo certo! Obtive o título tão esperado e agora sou uma mestre em Ciência da Informação. É tão engraçado como nosso corpo reage a esse momentos. Antes da apresentação, eu sentia um peso no peito. Depois, passou, como por passe de mágica. À noite, como Claudio estava enrolado com alguns compromissos, acabamos fazendo uma comemoração breve, mas especial. Tomamos uma garrafa comprada na última viagem, na Itália. Trata-se de um vinho feito a partir de uvas passificadas. Resultou em um vinho bem fácil de se beber. Gostei bastante.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual:
Exame olfativo: Notas intensas de frutas doces
Exame gustativo: Compramos este vinho na nossa viagem à Itália. Tínhamos bebido uma taça de um Valpolicella Ripasso no almoço em Verona e resolvemos comprar uma garrafa para trazer para o Brasil. Não tinha referência e escolhemos esta garrafa. Abrimos para comemorar a defesa bem-sucedida da tese de mestrado da Rafaela. Vinho de corpo leve, gastronômico e bem gostoso. Não é tão marcante como o que bebemos por lá, mas não menos saboroso. Notas de frutas maduras que evoluem para algo achocolatado. Vale deixar um pouco aberto antes de degustar. Ainda vai evoluir um pouco na garrafa.
Nota: 89.0

Casa Valduga Brut 2006


Nome: Casa Valduga Brut
Safra: 2006
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 27
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: 10 de março de 2011
Degustado em: 19 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Lombo agridoce do China in Box
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

Visão: cor dourada e fascinante perlage. Olfato: bouquet elegante e inesquecível de especiarias com agradável frutado, lembrando amêndoas e frutas tropicais. Paladar: Acidez equilibrada, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Adorei este espumante com a comida chinesa. Achei, para o meu gosto, que ficou perfeito. Além disso, o espumante mostrou-se muito gostoso. Neste sábado, eu estava às voltas com a preparação da minha apresentação de defesa da dissertação de mestrado. Foi um dia meio tenso.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Segue a linha Premium da Valduga. Correto.
Exame visual: -
Exame olfativo: Clássico nariz, com notas de amêndoas, brioche e leve doce.
Exame gustativo: Mais um bom espumante feito pela Valduga. Está é da linha Premium e é uma ótima relação custo/benefício. Pagamos por ele cerca de R$ 27,00. Boa intensidade em boca, bem feito, boa cremosidade. Fácil de beber foi bem com a comida chinesa que compramos. Vale provar.
Nota: 88.0

Lamberti Amarone della Valpolicella Tenuta Pule 2006


Nome: Amarone della Valpolicella Tenuta Pule
Safra: 2006
País: Itália
Região: Veneto - Valpolicella
Produtor: Lamberti
Importador: -

Uvas/Corte: 65% Corvina, 35% Rondinella
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 7,45 euros, meia garrafa
Onde foi comprado: Verona, na Itália
Quando foi comprado: 14 de setembro de 2010
Degustado em: 18 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pães, queijo do seu Randon, queijo brie, azeite e salame
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

dark ruby colour, with a garnet rim; full and complex bouquet, of preserve, raisins, and violets with spicy and balsamic touches; flavour rich in herbs and body, balanced, notably fruity (dried grapes, plums, fruits of the forest), with an elegant, very lingering aftertaste of toasted almonds.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A poucos dias da defesa da dissertação, minha vida também foi inundada por frilas. Foram dias intensos. Quando escrevo este post, tudo já passou. A dissertação já foi defendida, os frilas concluídos e a vida segue mais tranquila. Nesta noite, abrimos esta garrafinha para dar um descanso para a cabeça numa sexta-feira à noite - que depois continuou madrugada adentro com a finalização dos textos. O vinho apresentou um tanto exagerado de álcool no começo, mas depois de um tempo aberto foi ficando melhor. É bastante leve e harmonizou muito bem com o brie. Melhorou com o tempo, mas sem nunca realmente empolgar. Quer dizer, a verdade é que quando comecei a gostar, ele chegou ao fim.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Conjunto agradável e equilibrado. Bonita garrafa.
Exame visual:
Exame olfativo: Precisa ficar um tempo respirando. Início com um pouco de álcool, mas que desapareceu depois. Abriu para notas de frutas vermelhas e algo de embutido.
Exame gustativo: Não é um Amarone top, mas é um vinho bem feito e gostoso. Carrega as características do Amarone. Notas de especiarias com final apresentando notas levemente doces. Evolui na taça e possui um final longo, que é o seu destaque.
Nota: 88.0

21 de abril de 2011

Goldridge Estate Pinot Noir 2009 / Santa Ema Barrel Select Syrah Reserva 2007 / Reverse Six 2005



Nome: Goldridge Estate / Santa Ema Barrel Select / Reverse Six
Safra: 2009 / 2007 / 2005
País: Nova Zelândia / Chile / Espanha
Região: Marlborough / Cachapoal Valley / Ribera del Queiles
Produtor: Goldridge Estate / Viña Santa Ema / Winery Arts
Importador: Oliverlube / Vinoteca / Cava de Vinhos

Uvas/Corte: Pinot Noir 100% / Syrah 100% / Tempranillo - Merlot
Teor alcoólico: 13,5% / 14% / 14%
Rolha: -
Numeração da garrafa: - / - / 2131/51.333
Preço: R$ 55 - R$ 58 - R$ 79
Onde foi comprado: La Botella, no Rio
Quando foi comprado: 14 de março de 2011
Degustado em: 14 de março de 2011
Onde bebeu: La Botella, em Ipanema, no Rio
Harmonizado com: Sanduíches e queijos
Com quem: Claudio, Miguel, Ricardo, Mário e Marcelo

Comentário do Produtor

Intense, expressive, fruit-driven. Old world structure and elegance meets new world power and intensity

.
Color: Rojo violáceo intenso. Aroma: Intensos aromas de berries que recuerdan a frutillas, cassis, notas florales acompañadas de notas cárnicas ahumadas y tabaco. Paladar: Vino maduro, generoso, estructurado, con agradable y largo final.

Comentário do Claudio
Rótulo:
Exame visual: -
Exame olfativo:-
Exame gustativo: Mais uma reunião dos colegas de faculdade e mais uma vez marcamos no ótimo La Botella em Ipanema. Como um dos colegas, o Wagner, está morando atualmente na Nova Zelândia, resolvemos abrir a noite com um Pinot Noir daquele país. Sem nenhuma referência, escolhemos este Goldridge. Um Pinot muitíssimo parecido com Borgonhas básicos. Bem feito, leve e rico em boca, com sutis notas florais misturado com leve fruta. As cegas passa por vinho francês. Resolvemos passar para algo com mais presença e escolhemos um Syrah chileno da Santa Ema. Para nossa surpresa, ele não estava tão forte em boca. Vinho com especiarias e frutas vermelhas, mas sem os excessos que muitas vezes encontramos em vinhos desta cepa vindos do Chile. Boa surpresa. Para finalizar a noite, escolhemos um vinho que eu já tinha provado e aprovado em uma feira, o Seis al Réves da interessante vinícola espanhola Winery Arts. Quem não conhece os vinhos desta vinícola, deve conhecer. Seus rótulos são sempre criativos e interessantes e os vinhos têm muita personalidade. Não foi diferente com esta garrafa. Vinho de bom corpo, sabor presente e intenso em boca com bom final. Recomendo.
Nota: 87.0 / 88.0 + / 89.0+

17 de abril de 2011

Casa Valduga 130 / Finca la Linda Viognier 2009 / Amadeu Brut Rosé/ Alfredo Roca Cosecha Tardia


Nome: 130 / Finca la Linda / Amadeu / Roca
Safra: -
País: Brasil / Argentina / Brasil / Argentina
Região: Vale dos Vinhedos / Mendoza / Vale dos Vinhedos / -
Produtor: Casa Valduga / Luigi Bosca / Vinícola Cave de Amadeu /Roca
Importador: Decanter / Casa Flora

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay / Viognier / 50% Merlot, 30% Cabernet Sauvignon e 20% Pinot Noir / Chardonnay
Teor alcoólico: 13% / 14% / 12,5% / 15,3%
Rolha: Todas de cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 37,50 / R$ 23,00 / R$ 27,50 / -
Onde foi comprado: Cadeg e presenteado pelo Ricardo
Quando foi comprado: -
Degustado em: 12 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Salada de cogumelos do Claude Troigos, Brandade de Bacalhau, docinhos da Gênova
Com quem: Claudio, Rafaela, Tatiana e Rodrigo

Comentário do Produtor
Visão: Límpido e brilhante, de coloração dourada e fascinante perlage.Olfato: Bouquet elegante e intenso de frutas secas, amêndoas e um leve tostado.Paladar: Persistente e cremoso, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Exótico, limpio casi brillante, casi oro. Notas bien definidas de orquídea, almizcle y damascos maduros. En boca aparece una textura untuosa. Largo y con una acidez penetrante.

Amadeu: O Espumante Amadeu Brut Rosé é elaborado pelo método champenoise, trazendo um caráter mais jovial. NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Apresenta uma bela coloração cereja claro, com excelente perlage. Boa intensidade aromática lembrando frutas vermelhas, como morango. No paladar, apresenta uma boa acidez; agradável e versátil para comida.

elaborado a partir de uvas 100% Chardonnay provenientes de la finca La Preseverancia. La concentración de azúcares en este vino se produce por la sobre maduración de las uvas en el viñedo y una fermentación que se desarrolla a una temperatura controlada (13 a 15º C) durante 20 días, obteniendo así un vino con elevado tenor de alcohol y con azúcar residual natural de 55 gr/l. Su estadía en barricas de roble nuevo es de 4 meses. Es un vino de color dorado intenso, en nariz aparecen notas de miel, pasas, chocolate blanco y tostadas que en boca se suman a su dulzura y sabores que recuerdan a coco y vainilla. Es untuoso, con sensación cremosa, que logran gran amabilidad en boca.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este jantar vem sendo marcado desde 2009, mas por motivos de agenda de todos os participantes só pode ser marcado agora. A espera foi recompensada. Tivemos uma noite agradabilíssima com os simpáticos e harmoniosos Tati e Rodrigo. Não poderia ter sido mais perfeita. Para acompanhar, Claudio soube escolher não somente o menu, mas os vinhos com os quais os pratos deliciosos seriam harmonizados. Repetiria tudo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite muito agradável na companhia da Tatiana e do Rodrigo. Começamos a noite com o "hit da Estação" aqui em casa, o Casa Valduga 130. Mais uma vez ele se saiu muito bem. Começamos o jantar com a ótima receita do Claude Troigros: salada de cogumelos. Provamos a salada com o finalzinho do 130 e com o La Linda Viognier que usamos na receita. Talvez esperasse um pouco mais deste vinho, mas não estava ruim. Resolvemos continuar nos espumantes e partimos para outro que gostamos bastante, o Amadeu Brut Rosé, já comentado aqui no blog. Acompanhou bem a brandade de bacalhau. Finalmente, para finalizar a ótima noite e escoltar os doces da Gênova, abridos este Colheita Tardia que havia sido presenteado pelo Ricardo. Vinho de sobremesa muito interessante, vale provar.
Nota: -

Convento da Vila 2009 - branco e tinto


Nome: Convento da Ilha
Safra: 2009
País: Portugal
Região: Borba
Produtor: Adega Cooperativa de Borba
Importador: -

Uvas/Corte: Trincadeira, Aragonez, Castelão / Roupeiro, Tamarez e Rabo de Ovelha
Teor alcoólico: 12,5 % - 13%
Rolha: De cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 11 (cada taça)
Onde foi comprado: Restaurante Da Silva, no Leblon
Quando foi comprado: 9 de abril de 2009
Degustado em: 9 de março de 2010
Onde bebeu: Restaurante Da Silva, no Leblon
Harmonizado com: Bacalhau (Rafaela) e arroz de pato (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Aspecto límpido, cor rubi definido. Aroma herbáceo, típico da casta Trincadeira. Sabor frutado com agradáveis notas de morango, provenientes da casta Aragonez, conjugado com uma ligeira adstringência oferecida pela casta Castelão.

Aspecto límpido, cor citrina com nuance esverdeada. Boa intensidade aromática sugerindo frutos tropicais e frutos secos. Sabor macio, equilibrado, denotando sabores a fruto tropical maduro com sensação persistente de frescura no final da prova.


Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Comprei dois cupons para provarmos dois pratos do Da Silva, restaurante português aqui do Rio. Depois de ensaiarmos várias idas, finalmente nesta noite conseguimos fazê-lo. Os pratos estavam bons. Gostei mais do meu, de bacalhau, do que o do Claudio, com pato. Mas boas estavam mesmo as sobremesas. Adorei. Para acompanhar os pratos, resolvemos pedir o vinho que estava em promoção neste dia. Eu pedi um branco e Claudio um tinto do Convento da Vila. Não tinha nada de especial, mas ali, naquela situação, foi bem-vindo.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fomos ao Da Silva no Leblon e para acompanhar os pratos resolvemos pedir os vinhos portugueses que o restaurante estava oferecendo em taças naquela noite. Não gostei dos vinhos. As vezes encontramos vinhos em taças bem interessantes... quase sempre são vinhos mais básicos, mas com alguma coisa interessante. Estes dois portugueses eram vinhos bem básicos, mas nada interessantes. Nem sempre acertamos...
Nota: 82.0

16 de abril de 2011

Pergunta da Semana - 215

Nesta semana, o Le Vin au Blog pergunta:

- Você consegue se lembrar de todos os vinhos que bebeu? Depois de certo tempo ainda lembra-se de detalhes?

Primus - 2006



Nome: Primus
Safra: 2006
País: Chile
Região: Valle Casablanca
Produtor: Veramonte
Site: http://www.veramonte.com
Importador: Zona Sul

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 36%, Syrah 31%, Merlot 17% e Carmenère 16%
Teor alcoólico: 14,5 %
Rolha: De cortiça, tamanho médio, com logomarca gravada
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 23,9o (meia garrafa)
Onde foi comprado: Supermercado Zona Sul
Quando foi comprado: 9 de março de 2011
Degustado em: 9 de março de 2011
Onde bebeu: Zona Sul Botafogo
Harmonizado com: Pizza de atum (Rafaela) e pizza portuguesa (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Un vino poderoso, contundente con notas de especies exóticas y fruta madura. Aterciopelado con sabores a mora y cerezas se combinan con taninos intensos pero suaves.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Parte do dia foi ocupada imprimindo as 858 folhas das seis cópias da minha dissertação. Papel pra caramba. E tinta também. Quando tudo ficou pronto, acabei não achando um lugar para encadernar. Então, o recurso foi respirar fundo e pensar que o melhor era esperar até o dia seguinte. Assim, resolvemos comer uma pizza no Zona Sul. Já provamos este vinho em outras vezes e ele sempre foi bem cotado. Desta vez, ele não harmonizou com minha pizza de atum, mas mesmo assim estava bom.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo equilibrado, estilo antigo, remetendo a algo religioso.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nesta semana o Zona Sul passou a vender o Primus em meia garrafa. Já degustamos este vinho outras vezes em diferentes safras, 2005, 2006 e 2007. É um vinho que gosto bastante. Tenho em garrafa da safra 2006 em minha adega pois quero guardar por algum tempo e ver como envelhece. Estou apostando que ele vai envelhecer bem. No Zona Sul só conseguimos encontrar a safra 2007, mas as meias garrafas que chegaram foram da safra 2006. Para imaginar como estaria a minha garrafa da adega, resolvemos provar este 2006. É um vinho que precisa ficar aberto por um tempo antes de se provar para ele abrir. Ele evoluiu muito na taça e por isto fica aqui meu conselho para quem for degustar, abra pelo menos 30 minutos antes de consumir. É um vinho que acho ainda vai evoluir bastante, apenas fez aumentar minha expectativa com a garrafa que está guardada e assim ficará ainda por mais algum tempo. Um bom vinho, que busca elegância e que vale ser provado. Não foi tão bem com a pizza.

Nota: 89.0

Adolfo Lona Nature Pas Dosé


Nome: Adolfo Lona
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Adolfo Lona
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay, Pinot Noir e Merlot
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 45
Onde foi comprado: Zona Sul Botafogo, no Rio
Quando foi comprado: 7 de março de 2011
Degustado em: 7 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Murg Tikka Masala, comprada no Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Com a finalidade de ampliar a diversidade de propostas oferecida ao exigente mercado de apreciadores de espumantes de qualidade, Adolfo Lona iniciou em 2005 a tomada de espuma e maturação desse novo produto.
O Nature é produzido a partir de um assemblage de vinhos da safra 2004 elaborado com as uvas tradicionais da Champagne - Chardonnay e Pinot Noir - misturadas a uma parcela menor de Merlot, vinificado em branco.
A presença de uma pequena porcentagem de blanc de noir Merlot permitiu reduzir ligeiramente a acidez e torná-la mais amável.
O resultado é um espumante de cores pálidas, transparente, com um pérlage intenso e persistente, aromas refinados com toques de pão torrado e mel, onde se destaca a complexidade e a leveza dada pela harmonia entre acidez e álcool. A ausência absoluta de açúcares é um desafio que exige esse equilíbrio.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mesmo que o calor mais forte já tenha passado e estejamos vivendo um momento que parece mais inverno, ainda não consegui aceitar que o verão está indo embora. E talvez a vontade de comprar esse Adolfo Lona tenha sido motivada pela vontade de fazer com que o verão - dos espumantes, diga-se de passagem - fosse prolongado um pouco mais. Não havia a lua, nem a varanda, mas nosso jantarzinho foi bem agradável. O espumante do seu Adolfo Lona é muito bem feito. Quando provei o primeiro gole, porém, fiquei pensando: é meio sem doce... O que o Claudio, parecendo ler meu pensamento, acabou elucidando ao perguntar: Sabe por que se chama Nature? Não. É porque não tem adição alguma de açúçar. Estava explicado. Já estávamos a fim de provar um Adolfo Lona há algum tempo, mas nunca havia surgido a oportunidade. Foi uma boa experiência. Fiquei com vontade de provar a versão brut. Este foi um carnaval meio parado. Não fomos a blocos. Eu ainda não consegui me livrar do peso do mestrado. Com o feriado, acabei não conseguindo imprimir as cópias que precisam urgentemente ser entregues aos professores da banca. Para não estragar esta maravilha de ano, resolvi relaxar. Pelo menos até quarta à tarde.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Mistura dourado com prateado, sem muita harmonia. Merece um desenho mais limpo.
Exame visual: Claro, algo como um amarelo pálido
Exame olfativo: Inicialmente um nariz bem clássico, com as famosas notas de brioche, depois na taça ele começa apresentar algumas notas de frutas cítricas.
Exame gustativo: Espumante de boa qualidade. Sempre olhávamos para ele na prateleira do Zona Sul e desta vez resolvemos comprar para acompanhar uma comida thai. Em boca, ele tem boa cremosidade, é seco e mostra acidez controlada. Mostrou evolução na taça, boa complexidade aliada à delicadeza. Não interferiu em nossa harmonização. Um bom espumante que vale ser provado.
Nota: 89.0

Crios - Malbec 2008


Nome: Crios
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Susana Balbo
Importador: Cantu

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 13,8%
Rolha: Tampa de rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecidos pelo tio Roberto para o almoço de Natal
Onde foi comprado: Deu La Deu, em Copacabana
Quando foi comprado: Dezembro de 2010
Degustado em: 6 de março de 2011
Onde bebeu: Casa da Marcela e do Mauro
Harmonizado com: Lombo de porco feito no forno, batatas assadas, farofa e rocambole de frango
Com quem: Claudio, Rafaela, Regina Helena, Marcela e Mauro

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este seria teoricamente o meu primeiro domingo livre depois de ter entregado a dissertação à banca, mas não foi bem assim. O meu orientador enviou a última versão revisada apenas no sábado à noite. Sendo assim, foram mais algumas horas de trabalho. Nem deu para tirar uma férias antes de começar a elaborar a apresentação da defesa, mas... se tem que ser assim, que seja. Eu mal provei este vinho, pois estava com dor de cabeça ainda por causa de uma gripe - que no final eu acho que foi da tensão, pois ela sarou tão logo o professor enviou a revisão final. Este vinho me pareceu amargo, mas talvez tenha sido por eu não estar com a mínima vontade de beber vinho naquela hora. A comida preparada pelo Mauro estava deliciosa, como sempre. Foi uma tarde agradável de domingo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este Crios foi uma garrafa que havia sobrado do Natal, das garrafas que o Tio Roberto levou para o almoço. Assim como no Natal, este Crios causou uma boa impressão. Este 2008 estava muito bom, diferente de safras anteriores que me pareceu pesadões. Funcionou bem com a carne de porco. É uma boa opção de malbec de bom custo e sem aquele perfil exagerado de outros malbecs nesta faixa de preço.
Nota: -

Salton Volpi - Merlot


Nome: Salton Volpi Merlot
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Salton
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot
Teor alcoólico: 12,8%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 14 (250ml)
Onde foi comprado: Prima Bruschetteria, no Leblon
Quando foi comprado: 5 de março de 2011
Degustado em: 5 de março de 2011
Onde bebeu: Prima Bruschetteria, no Leblon
Harmonizado com: Bruschettas variadas
Com quem: Claudio, Rafaela, José Rodrigo e Sabrina

Comentário do Produtor
Elaborado com 100% uva Merlot, a vinificação é realizada com seleção manual de uvas (cachos e grãos), maceração à baixas temperaturas e fermentação com leveduras selecionadas. O vinho é amadurecido em barricas de carvalho francês e norte-americano por seis meses e, depois de engarrafado, estagia por no mínimo 6 meses em garrafa.

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Aproveitamos que o Zé e a Sabrina estavam no Rio e marcamos de ir na Prima Bruschetteria. Resolvi pedir um decanter com o vinho da casa. O vinho em questão era o Salton Volpi Merlot. Acho que é uma boa política dos restaurantes oferecerem vinhos "da casa" em decanters. Acho que é uma boa oportunidades tanto para os vinhos brasileiros quanto para os restaurantes. Acredito que se os restaurantes olhassem com mais atenção para esta oportunidade poderiam oferecer vinhos melhores, com mais opções para os clientes e impulsionariam suas vendas. Com uma boa pesquisa, poderiam descobrir bons vinhos brasileiros de uma variedade grande de produtores que funcionariam muito bem para serem servidos como o vinho da casa. Em várias mesas da Prima Bruschetteria pudemos observar os decanters sendo servido. A noite foi muito agradável na companhia do Zé e da Sabrina.
Nota: -

12 de abril de 2011

Degustação dos vinhos Perez Cruz



Na noite do dia 5 de Abril foi apresentada a linha completa de vinhos da vinícola chilena Pérez Cruz na Casa da Tata na Gávea. A degustação foi organizada pela importadora dos vinhos, a Abflug e pelo sommelier e proprietário da loja de vinhos Porto di Vino de Niterói, Berdardo Murgel.

A condução da degustação foi realizada pelo enólogo e representante da vinícola no Brasil, o chileno Pablo Aguilera. O local da degustação foi ótimo. Sempre vou à Casa da Tata para tomar café da manhã. Já sabia que regularmente eram organizavam degustações e sempre tive vontade de conferir e felizmente desta vez consegui ir. A degustação começou pelo vinho de entrada, o Cabernet Sauvignon Reserva. Um bom Cabernet, versátil, sem exageros e já indicando um estilo que provaríamos nos outros vinhos: equilíbrio. Minha sugestão para a importadora que estes vinhos entrem no mercado um pouco mais baratos que o preço sugerido de R$ 50. Acredito que um preço pouco mais baixo o tornaria muito mais competitivo.

Seguindo a degustação passamos para o ótima linha "limited Edition". Porvamos um Carmenère, um Cot (Malbec) e um Syrah. Os dois primeiros são bons vinhos, mas você deve provar sabendo que não encontrará um Carmenère e um Malbec que encontramos aos montes no mercado. São vinhos com menos força, mas com uma boa elegância. Gosto do estilo e gostaria de provar novamente acomapnhando um prato de comida. o Syrah é o mais portente em boca dos três. Bom vinho e que tem tudo para agradar. Deve crescer com mais tempo em garrafa.

Para finalizar passamos para os vinhos top da vinícola: Liguai e Quelen. Dois vinhos muito bem feitos, de ótima complexidade e bastante prazeroso. Dois vinhos que também ainda podem evoluir muito. Vinhos de personalidade e seguindo o estilo da vinícola: equilíbrio e elegância. Gostei de conhecer os vinhos Peréz Cruz. Conforme conversei com o pessoal da Abflug, acho que vale pensar com cuidado nos preços que vão para o mercado. Alguns pequenos ajustes, tornariam os vinhos mais competitivos.

Vinha da Tapada Coelheiros - 2005



Nome:
Vinha da Tapada Coelheiros
Safra: 2005
País: Portugal
Região: Alentejo
Produtor: Herdade dos Coelheiros
Importador: Mistral

Uvas/Corte: Aragonês 40%, Trincadeira 20%, Cabernet Sauvignon 15%, Syrah 15% e Castelão 10%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 26 (meia garrafa)
Onde foi comprado: Mistral, na Gávea, no Rio
Quando foi comprado: 28 de fevereiro de 2011
Degustado em: 4 de março de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Tortéi com molho de frango e tomate
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor: Rubi intenso. Aroma: Frutos vermelhos maduros, compota, cereja, mineral. Sabor: Redondo, bem equilibrado e complexo. Boa frescura com final frutado e persistente. Pratos com os quais deve ser servido: Servir com carnes assadas ou grelhadas e queijo. Conservação em Cave Particular: As garrafas deitadas a uma temperatura ambiente de 13ºC e humidade de 60%. Enólogo: António Saramago.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este é o problema de ficar meses sem postar... Eu simplesmente não me lembro de ter bebido este vinho. Se a garrafa não estivesse mais aqui esperando pelo post, provavelmente eu apostaria que nunca o provei... Só me lembro dos tortéis, mas nem por estarem bons e sim por ficarem tão grudados depois de congelados. Bom é comer na casa da mãe. Por aqui, eles sempre ficam furados.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: Grená transparente
Exame olfativo: Difícil definir e pouco atraente.
Exame gustativo: Ultimamente temos degustado alguns vinhos em meia garrafa. Podemos notar algumas coisas interessantes. Conseguimos encontrar safras mais antigas dos vinhos, por outro lado a sensação que dá é que as meias garrafas não são tão bem armazenadas que as garrafas de 750 ml. Já havíamos degustado este vinho há algum tempo e tínhamos gostado bastante deste alentejano. Esta garrafa pareceu que já tinha passado do seu auge e estava em declínio. Parecia já um pouco sem vida, com o corpo mais magro que a lembrança que tinha deste vinho. Mesmo assim ainda agradou, é uma boa compra, bom custo benefício e que vale provar safras mais novas. Não harmonizou com nossa comida.
Nota: -

Terranoble - Cabernet Sauvignon 2009



Nome: Terranoble
Safra: 2009
País: Chile
Região: Central Valley
Produtor: Terranoble
Importador: Decanter

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 28,5 (meia garrafa)
Onde foi comprado: Fiametta Ipanema
Quando foi comprado: 1º de março de 2011
Degustado em: 1º de março de 2011
Onde bebeu: Fiametta Ipanema
Harmonizado com: Pizza
Com quem: Claudio, Rafaela, Miguel e Paula

Comentário do Produtor
This Cabernet Sauvignon offers an intense and deep colour and nice aromas such a red fruit, pepper and tobacco. It has smooth tannins, very freshness and fruity, which gives the wine a good balance. Serve at 16ºC – 18ºC

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando comprei um cupom para a Fiametta, pensei logo em chamar outras pessoas para irmos comer pizza. Raquel e Paula acabaram comprando também, mas acabamos não conseguindo marcar. Quando percebi, o cupom já estava quase vencendo. Resolvemos ir no mesmo dia. Raquel não podia. Paula tinha reunião no colégio do Rafa. Acabamos indo sozinhos, mas depois Miguel e Paula nos encontraram. Já havíamos provado este vinho noutras vezes e ele sempre é bastante honesto e vai bem com a pizza. Pode ser uma boa opção para beber vinho no restaurante sem gastar muito.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O Terranoble é aquele típico vinho básico, vinho de entrada da vinícola, mas que é bem feito e cumpre muito bem o seu papel. Pedimos esta meia garrafa para acompanhar a pizza na Fiametta de Ipanema. Funcionou bem. Se você estiver procurando um vinho de bom custo benefício, fácil de se beber, este é uma boa pedida.
Nota: -

Avelleda Follies 2009



Nome: Folies
Safra: 2009
País: Portugal
Região: Minho
Produtor: Aveleda
Importador: -

Uvas/Corte: Alvarinho e Loureiro
Teor alcoólico: 12%
Rolha: de Rosca / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 43,80
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: 25 de fevereiro de 2011
Degustado em: 26 de fevereiro de 2011
Onde bebeu: Casa do Marcelo e da Carol, em Saquarema
Harmonizado com: Feijoada preparada pelo Claudio durante a semana
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcelo, Carol, Miguel, Paula, Ricardo, Raquel e Tito

Comentário do Produtor
Notas de Prova: apresenta uma cor citrina, com aspecto límpido e brilhante. É um vinho de aroma frutado, delicado e persistente, equilibrado e muito perfumado, evidenciando a presença de aromas florais e fruto de polpa branca tais como ananás, alperce e frutos tropicais.

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A ideia era tentar harmonizar um Alvarinho com a feijoada que preparamos para o almoço de sábado em Saquarema. Passamos a semana preparando a feijoada e acabei testando uma dica para diminuir a gordura do feijão. Quando provamos, estava ótima, porém toda a gordura da feijoada tinha sido retirada. O princípio da harmonização era a acidez do Alvarinho equilibrar a gordura do prato que não aconteceu. Ficou bastante estranho na boca. A feijoada estava ótima, o vinho era interessante, mas os dois juntos não deu certo.... Vou testar novamente em outra oportunidade.
Nota:-

Chaminé Branco 2009 / 130



Nome: Chaminé / 130
Safra: 2009 / -
País: Portugal / Brasil
Região: Alentejo / Vale dos Vinhedos
Produtor: Cortes de Cima/ Casa Valduga
Importador: Adega Alentejana / -

Uvas/Corte: 38% Antão Vaz, 27% Viognier, 18% Verdelho e 17% Semillon / Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: 13% / 13%
Rolha: Cortiça/ Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 23,00 / R$ 37,80
Onde foi comprado: Cadeg
Quando foi comprado: 28 de janeiro de 2011
Degustado em: 25 de fevereiro de 2011
Onde bebeu: Casa do Marcelo e da Carol, em Saquarema
Harmonizado com: Anchova assada no forno e aipim, preparados pela habilidosa Carol
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcelo e Carol

Comentário do Produtor
Aromas frescos e cítricos a toranja e erva príncipe com notas de lima. Palato em fruta elegante e intensa, com mineralidade e acidez refrescante no fim de boca. Visão: Límpido e brilhante, de coloração dourada e fascinante perlage. Olfato: Bouquet elegante e intenso de frutas secas, amêndoas e um leve tostado. Paladar: Persistente e cremoso, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fazia tempo que eu não tinha uma sexta-feira tão corrida. Ainda às voltas com a dissertação, precisava fechar vários arquivos para enviar para o professor antes de podermos ir nos divertir em Saquarema na casa de praia dos pais do Marcelo. Claudio também teve um dia atribulado e só conseguimos sair do Rio no final da tarde, o pior horário para quem deseja ir para a Região dos Lagos. Como já sabíamos que a viagem iria demorar, passamos no super e compramos vários lanchinhos que fizeram a viagem até ficar menos longa. Quando chegamos a Saquarema, Carol nos aguardava com um belo peixe assado no forno. Para acompanhar um agradável vinho branco. E, para fechar a noite, o nosso já preferido 130.
Nota: -

Comentário do Claudio Rótulo:
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Chegamos tarde em Saquarema, mas ainda em tempo de abrirmos o Cahminé Branco para acompanhar o peixe preparado pela Carol. É um vinho diferente, com um corte de 4 uvas. Não tem complexidade, acidez marcada e algumas notas florais em boca. É um vinho para se provar sem espectativas. Um bom vinho para o dia-a-dia. Depois dele, resolvemos abrir mais um 130. Bebemos em copos de vidro, tipo aqueles que servem cervejas em bares, e funcionou bem para fechar a noite em volta da piscina. Segundo 130 que bebeia neste dia. Começava nosso final de semana na Região dos Lagos.
Nota: -

6 de abril de 2011

Pergunta da Semana - 214

Nesta semana Le Vin au Blog gostaria de saber: até que valor você estaria disposto a pagar em um vinho para o dia-a-dia?