23 de fevereiro de 2011

Mythique Languedoc - 2009


Nome: Mytique
Safra: 2009
País: França
Região: Languedoc
Produtor: Les vignerons de la Méditerranée
Importador: Zona Sul

Uvas/Corte: xx
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 08371
Preço: -
Onde foi comprado: Zona Sul Botafogo
Quando foi comprado: 24 de janeiro de 2011
Degustado em: 24 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Frango com limão siciliano e alho, receita da Nigella, e arroz integral
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-
Comentário da Rafaela
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Claudio resolveu testar receita da Nigella publicada na revista Gulla. Na ida ao super para comprar os ingredientes que faltavam, resolveu comprar este vinho para fazer uma experiência, que será revelada em breve. :) Metade da garrafa, degustamos nesta noite. Vinho honesto.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Compramos este vinho com 3 propósitos: cozinhar, beber uma taça com o prato e fazer um teste congelando o vinho para ver o resultado. Para fazer o prato funcionou bem. Na taça se mostrou um vinho correto com notas florais e leve fruta tropical, sem excessos. Bem feito, sem empolgar muito. Boa relação custo/benefício. Por último, nossa experiência não deu muito certo. Depois de uns 10 dias no freezer, descolngelamos e surgiu um depósito muito estranho na garrafa. Teremos que fazer o teste novamente.
Nota: -

15 de fevereiro de 2011

Pergunta da Semana - 208

Seguimos com o novo formato da Pergunta da Semana e desta vez com a participação dos blogs Vinhos e Mais Vinhos, Confraria 2 Panas, Blog do Jeriel e Bomdivinho.

- Nesta semana o Le Vin au Blog quer saber: "Se você tivesse que dar uma sugestão para aumentar o consumo de vinho no Brasil, qual seria?"

"Investir mais na difusão de nossos espumantes, de reconhecida qualidade, e que têm tudo para agradar o público brasileiro, além de “harmonizarem” perfeitamente com nosso clima. Certamente, é o produto vinícola com a maior capacidade de penetração nas regiões do país onde o consumo de vinho é quase inexistente. Para os produtos de qualidade mediana e os mais refinados, que poderiam ter um consumo bastante ampliado em restaurantes e estabelecimentos similares, o entrave parecer ser o tamanho da margem de lucro. Conheço alguns restaurantes que têm uma política razoável de preços, e o resultado é evidente: quase todas as mesas bebem vinho. Querer transpor o ganho percentual de uma garrafa de cerveja para uma garrafa de vinho, não faz sentido. Em qualquer simulação provável, um casal que beber 1 garrafa de vinho (com margem adequada) vai gerar um faturamento superior, se comparado com o consumo de cervejas. Por último, é preciso “desmistificar” o vinho (ao que procuramos fazer nos nossos blogs)! Como qualquer produto de consumo (roupas, carros, relógios...), sempre haverá produtos quase inalcançáveis, voltados para a “elite”, mas o vinho de qualidade está disponível na maior parte das faixas de preço. Basta o consumidor se interessar um pouco mais e descobrir (inclusive com a nossa ajuda...). Luiz Cola- Vinhos e Mais Vinhos

"Penso que a nossa idéia de desmitificar o vinho, torná-lo mais 'simples'. Já escrevemos alguns posts sobre este assunto, onde abordamos temas que procuram dizer que não é preciso de um grande evento para se abrir um vinho, basta querer. Mais recentemente começamos uma série de posts que propõe percorrer São Paulo provando vinhos com diversos tipos de comida. Começamos com pastel por exemplo, e por que não beber um vinho no happy hour? Ah, pode ter aqueles que digam, mas esta calor, prefiro uma caipirinha e por que não um bom rosé? Gelado, é uma bebida que traz a fruta tal como a caipirinha e também é refrescante. Claro, também tem os espumantes, afinal o Brasil é referência mundial no assunto, mas no consumo ainda não. Vamos consumir espumantes, rosés, brancos, tintos... Vamos beber vinho! Por que não?" Evandro Silva - Confraria 2 Panas

"A nossa experiência de visitas a países produtores ainda se restringe aos principais países do Cone Sul: Argentina, Chile e Uruguai. Todavia, o que se percebe nesses países, de sólida tradição vinícola, é que nos três o preço do vinho é muitíssimo inferior ao praticado no Brasil. Além disso, o vinho não é visto como "objeto do desejo" ou artigo de luxo como aqui. Basta entrar em algumas enotecas de São Paulo para sabermos por que o vinho custa tão caro, basta examinar alguns catálogos de importadoras para concluírmos que não existe nada de graça, por que os custos disso tudo acabam sendo embutidos no preço do vinho. No Brasil, assim como nos EUA, que também é um país com boa reputação na produção, o vinho custa caro. O primeiro passo será que a cidadania, que tem mecanismos constitucionais à disposição (iniciativa popular), acione o Congresso Nacional para aprovar uma lei federal, de abrangência nacional, conferindo tratamento tributário diferenciado para essa bebida, isentado-a ou cobrando alíquotas mínimas dos produtores nacionais e diminuindo o imposto dos vinhos importados, da mesma forma como ocorre nos países produtores do Velho Continente, que protegem seus produtores e taxam os produtos importados de forma racional. Depois, acredito que uma campanha governamental com apoio dos produtores e importadores, para divulgação dos efeitos positivos para a saúde proporcionados por essa bebida. Não podemos olvidar que o vinho tem preço elevado não somente pelo "custo Brasil", mas também por margens exageradas praticadas por alguns agentes de mercado. Isso fica bem claro quando um importador "descarta" um produtor e vende seus vinhos por "preço de custo". Somente nessas condições que vale à pena comprar vinhos ou nas liquidações de começo de ano. Falta transparência. Para concluir, acreditamos que a imposição de selo fiscal não é uma solução adequada para proteção do produto nacional. Alguma coisa necessita ser feita para saírmos do consumo de 2 litros per capita por ano, porque o vinho não pode receber tratamento tributário idêntico ao de outros 'bens de consumo'". Jeriel da Costa - Blog do Jeriel

"Bom, como eu venho de um mercado de consumidor final, estou convencido que o que faria aumentar o consumo de vinho no Brasil seria a popularização da cultura e o investimento de produtores e importadores de forma descomplicada em novas mídias. O mercado do vinho precisa se profissionalizar e adaptar um nova linguagem para ser mais acessível ao novo consumidor e ou admirador da cultura do vinho. Divulgar e fazer ações comerciais ao alcance do mercado de consumo certamente teremos no mínimo em dois anos um acréscimo de 20 a 30% do consumo."
Marcelo di Moraes - Bomdivinho

Depois de responder, dê uma passadinha em Vinhos e Mais Vinhos, Confraria 2 Panas, Blog do Jeriel e Bomdivinho.

14 de fevereiro de 2011

Steenberg - Sauvignon Blanc 2007


Nome: Steenberg
Safra: 2007
País: África do Sul
Região: Constantia
Produtor: Steenberg
Importador: Expand

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 69,00
Onde foi comprado: Expand, Shopping Itaguatemi
Quando foi comprado: 30 de dezembro de 2010
Degustado em: 22 de janeiro de 2010
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Bobó de Camarão do Nomangue
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
From the Old World comes the typical grassiness and gooseberry overtones and from the New World, a gentle scent of tropical fruit. This Sauvignon Blanc reflects the fresh, flinty and full bodied characteristics of grass, peppers and fruit.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Este foi o legítimo dia dos cupons, onda na qual entramos há pouco mais de seis meses. Neste sábado, o dia começou bem cedo, justamente por causa de um cupom de limpeza de pele comprado meses antes. Com o rosto "novo em folha", fomos tomar café em Copacabana. Estando lá, por que não dar uma paradinha na praia? Ficamos menos de uma hora no Posto 6, com muito protetor solar e boné para não gastar assim tão rápido o tratamento. Na volta para casa, ainda passamos em uma feira de orgânicos no Bairro Peixoto e no Hortifruti. Como já havíamos combinado, fomos gastar nossos cupons no restaurante Nomangue, aqui em Botafogo mesmo. Sempre pensamos em ir lá, mas sempre achamos muito caro, por se tratar de pratos individuais. Bom, chegamos e nos instalamos no segundo andar. Mostramos nossos dois cupons e ficamos aguardando nossos dois pratos de bobó de camarão. Qual não foi nossa surpresa quando surgiram na nossa mesa duas panelinhas grandes de bobó, duas travessas de arroz e duas cumbiquinhas de farinha de mandioca... Deus do céu quanta comida. Decidimos comer apenas um e trazer o segundo para casa. Decisão acertada, pois com uma porção já saímos quase rolando... À noite, ainda sem muita fome, fizemos um pequeno pratinho de bobó para acompanhar este sul-africano vegetal pra caramba. Não é um gosto ruim, mas é muito forte. Parece que você está mastigando um pimentão verde! Depois de uma semana de lua cheia, nesta noite nosso jantar foi com lua minguante mesmo, mas estava bem bom! No domingo, acabamos de comer o bobó... Ah, sim, estava quase esquecendo de dizer que o vinho também foi comprado com um cupom! :) Como sabíamos que no final do ano estaríamos em São Paulo, aproveitamos uma promoção da Expand e compramos vários vinhos com 50% de desconto. Valeu muito a pena.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Uma garrafa clássica. Eu gosto deste estilo sóbrio.
Exame visual:Amarelo, já mostrando alguma evolução.
Exame olfativo: Pimentão verde, grama com leve nota de maracujá.
Exame gustativo: Há pouco tempo o Alexandre do Diário de Baco degustou este mesmo vinho. Ele não ficou muito empolgado. Foi até bom ler o comentário dele antes de degustar, assim fui com uma expectativa mais baixa. É um Sauvignon Blanc bem vegetal, comnotas muito marcadas de pimentão verde na boca e final com algo levemente picante. As notas vegetais dominan o paladar e quem não gosta de um vinho tão "verde" este não é recomendado. Com algum tempo na taça ele evoluiu positivamente. As notas de pimentão diminuiram tornando o vinho mais fácil de se beber. Acidez baixa. É um vinho que deve ser consumido imediatamente. Se não harmonizou perfeitamente com o bobo de camarão, também não ficou ruim. Final de média permanência.
Nota: 87,0

13 de fevereiro de 2011

Pergunta da Semana - 207

Seguimos com o novo formato da Pergunta da Semana e desta vez com a participação dos blogs Enoleigos, Notas Etílicas, Divino Guia e Enoteca.

- No mês passado, tivemos duas esxperiências relacionadas ao pagamento de rolha. Em um restaurante cobravam R$ 45, achamos caro e optamos por não levar o vinho. Em outro, cobraram R$ 10 e nosso almoço foi acompanhado por um espumante comprado em uma loja vizinha. A partir dessas experiências, nesta semana o Le Vin au Blog quer saber: E você, até que valor considera razoável pagar pela rolha? Costuma levar vinhos a restaurantes?"

"O valor razoável para a rolha está diretamente relacionado ao valor do vinho! Até hoje só levei vinhos para restaurantes por três ou quatro vezes. Todas foram momentos especiais, nos quais levei vinhos especiais e, consequentemente, caros! Vale ressaltar que em todas estas vezes o máximo que paguei de rolha foi R$30! O que, sinceramente, prefiro é procurar restaurantes onde o preço do vinho seja justo! Aqui em São Paulo, existem muitos restaurantes que ou cobram o preço de importadoras, ou acrescentam um pequeno percentual sobre o preço do vinho também em importadoras. É uma pena que estes locais ainda sejam uma minoria. Apesar de ser uma tendência mundial, tenho convicção de que se o preço do vinho em restaurantes fosse mais justo, claro que respeitando o custo do serviço dos vinhos, o consumo também seria muito, mas muito maior!" Gustavo Kauffman - Enoleigos

"Bem, pra começar, não tenho o hábito de levar vinho para restaurantes. Só levo quando se trata de alguma ocasião especial, na qual eu quero beber um vinho diferenciado (seja pelo preço, ou pela dificuldade de achar em cartas de restaurante). Aí abro uma ressalva: acho que quem gosta de levar o seu vinho para restaurantes deve ter certos cuidados, para não soar desrespeitoso com o restaurante, nem deselegante: Ligar antes perguntando se é possível levar um vinho e quanto é cobrado de taxa de rolha é imprescindível. Outra coisa é evitar levar vinhos que estejam na carta do restaurante que você vai: Pega muito mal, e neste caso acho que o restaurante deve cobrar o preço do rótulo em carta, independente do valor que ele costuma cobrar por rolha.
Quanto ao valor que acho razoável, é complicado. Eu pagaria no máximo até R$ 30, caso estivesse levando um rótulo de aproximadamente R$ 100. Mas digo isso porque é o máximo que meu bolso costuma pagar em um vinho mais especial atualmente. Por outro lado, se você vai levar um rótulo de R$ 500, pagar R$ 50 de rolha pode não parecer tão absurdo, afinal o vinho vai custar pelo menos uns R$ 700 na carta. O ideal seria a aplicação de preços variáveis de rolha, tipo um percentual sobre o valor de mercado do vinho, mas acho que fica difícil operacionalizar isso: Precisa de um sommelier que conheça MUITO o preço de mercado de vários vinhos e um bom banco de dados.
Por fim, uma coisa é certa: SEMPRE que um estabelecimento cobrar taxa de rolha, ele deve dispor de ferramental adequado (taças para cada tipo de vinho, decanters etc.) e pessoal treinado para o serviço correto do vinho. Se não puder oferecer este serviço, melhor não cobrar rolha ou proibir logo de levar vinho. "
Alexandre Takei - Notas Etílicas

"Amigos, já fiz vários artigos sobre este assunto. Gostaria de que as casas não cobrassem rolhas, mas tenho que admitir que ainda não possuímos, na maior parte das vezes, cultura suficiente para respeitarmos os locais. Assim, há quem leve vinhos que são vendidos em milhões de garrafas ao preço inimaginável de R$12,90, por exemplo, e depois os comparam com os da carta. Levar vinhos ao restaurante em que já se é assíduo, creio que seja mais fácil, e os responsáveis também, creio, que não cobrarão rolhas. Agora, cobrar rolha de R$ 45 e ainda incluir esta na conta para o pagamento dos 10% , em minha opinião, é crime! Não digo que tenha sido esta sua experiência, mas vejamos: Levando um vinho de valor médio, por exemplo, R$ 50 e ainda pagando rolha de R$ 45, este vinho me saiu por R$ 95. Será que na carta não tenho algo de valor abaixo desta quantia que me venha satisfazer? Levo vinhos somente quando sei que os mesmos não se encontram nas cartas, são raridades ou ainda não são importados por nós. Outra dica de bons modos é perguntar antes se determinado vinho se encontra na carta e qual o preço, daí se decide. Abraços de luz." Álvaro César Galvão - Divino Guia

"Penso que R$ 45 pode ser barato, e R$ 10 pode ser muito caro. Porque se a gente leva uma garrafa de vinho a um restaurante há de ser um vinho especial. Aquele grandioso Bordeaux que a gente comprou em Paris, um ícone chileno ou argentino regalado por um amigo, um daqueles brancos doces alemães inacreditáveis, um Priorato de estirpe, quem sabe um Barolo ou um Barbaresco, um champanhe safrado? Enfim. Para um vinho desses, um serviço digno parece essencial. E, cá entre nós, por um sommelier talentoso, um decantador se necessário e taças adequadas, R$ 45 não me parece extorsivo. E se o cara sugerir ainda um prato perfeito para se combinar com o vinho, então, o negócio me parece uma pechincha. Por outro lado, uma rolha de R$ 10 me parece simpática, honesta e acessível. Mas se não houver gelo para refrescar um vinho que precise, se não tivermos taças de qualidade, se o maitre, garçom, sommelier ou não sei mais o que não souber se portar nem servir, enfim, se for desastroso o serviço, R$ 10 me parecem muito caros, seja lá qual for o vinho à mesa. E se a comida for ruim, então, nem se fala... Não devemos ir nunca a um lugar desses."
Bruno Agostini - Enoteca

Depois de responder, dê uma passadinha em Enoleigos, Notas Etílicas, Divino Guia e Enoteca!

11 de fevereiro de 2011

Miolo Cuvee Tradition Brut 2009


Nome: Miolo Cuvee Tradition
Safra:2009
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo Wine Group
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir e Chardonnay
Teor alcoólico: 11,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 25207
Preço: R$ 21,50
Onde foi comprado: Supermercado Mundial de Botafogo
Quando foi comprado: Dezembro de 2010
Degustado em: 20 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Carne de porco, arroz e farofa do Na Brasa Columbia
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho Espumante Natural elaborado pelo processo clássico (Champenoise) de fermentação na própria garrafa e envelhecido por um ano sobre as próprias leveduras da fermentação, onde através da "Autólise" das mesmas confere a este produto uma complexidade particular. O vinho base é uma Assemblage de uvas Chardonnay e Pinot Noir. Sua produção é limitada, todos os anos é feita uma "tiragem" do número pré-determinado de garrafas.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Feriado no Rio de Janeiro, mas dia normal de trabalho para mim. Pelo meio da manhã, como estava um dia lindo, tive a ideia de sugerir ao Claudio que fizéssemos um almoço com espumante. Ele passou então ali no Na Brasa Columbia e comprou uma comidinha gostosa para acompanhar. Quando cheguei em casa, nos posicionamos na sala e fizemos um ótimo almoço.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
bonito conjunto. Valoriza o produto.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Feriado de sol no Rio, resolvemos abrir este espumante para acompanhar nosso almoço. Já tinha provado outras vezes. É um bom espumante, a unica coisa que me incomada um pouco é o seu final com um amargos marcado. Quando provado com a comida ele se equilibra e fica mais agradável. Vale provar esta combinação, carne de porco com espumante. Surpreende.
Nota: 87,0

10 de fevereiro de 2011

Cheval des Andes 2004 / Castello di Brolio - Vin Santo del Chianti Classico 2003


Nome: Cheval des Andes / Castello di Brolio - Vin Santo del Chianti Classico
Safra: 2004 / 2003
País: Argentina/ Itália
Região: Mendoza / Chianti
Produtor: Terrazas de los Andes / Barone Ricasoli
Importador: - / Real Comercial

Uvas/Corte:55% Malbec, 43% Cabernet Sauvignon, 2% Petit Verdot / Malvasia
Teor alcoólico: 13,5% / 16,5%
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 250 pesos / Gentilmente presenteado pelo Alexandre Frias, do Diário de Baco
Onde foi comprado: Winery em Buenos Aires / -
Quando foi comprado: dezembro de 2007 / -
Degustado em: 15 de janeiro de 2010
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Queijos, Pães do Los Paderos, Mil folhas da La Veronese e brigadeiros do Senhor Brigadeiro
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre e Vanessa

Comentário do Produtor
Castello di Broglio: Le uve destinate al Vin Santo vengono raccolte a vendemmia ormai avanzata, solo quando un elevato contenuto zuccherino può garantire il lungo processo di maturazione che questo vino deve affrontare. I grappoli vengono intrecciati e appesi in verticale e lasciati ad appassire per circa quattro mesi. Il mosto ottenuto dalla pressatura soffice è fatto fermentare lentamente e conservato per circa quattro anni in caratelli di rovere da 225 litri.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Depois do belo jantar no Oui Oui voltamos para casa para beber o vinho que havíamos planejado levar no jantar, mas devido ao preço da rolha achamos melhor deixar em casa. Era um dos vinhos que estavam guardados há mais tempo na nossa adega, de nossa primeira viagem à Argentina, em 2007. Animados, resolvemos provar também o presente que o Alexandre nos trouxe, um vin santo del Chianti. Uma belezura! Docinho, gostoso, mas beeeeemmmm forte.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: No começo do ano tinha resolvido que abriria o Cheval de Andes em 2011. E a oportunidade surgiu logo em janeiro. Nada melhor que beber um vinho especial em companhia de amigos. Depois de jantarmos no interessante Oui Oui, voltamos para casa, preparamos uma mesa com uns queijos e pães e abrimos o Cheval des Andes e colocamos no decanter. No final da garrafa apresentou um pouco de depósito. Deixamos um pouco aerando e logo começamos a degustar. Acho que o vinho poderia ter ficado mais tempo no decanter, mas a vontade de provar foi maior. Estava um pouco fechado no nariz. Na boca de cara mostrou ser um vinho prazeroso e de grande elegância. É claro o acento de Bordeaux neste argentino. Muita elegância aliada a fruta na medida. Todo o conjunto arredondado por uma madeira bem aplicada. É aquele tipo de vinho para você beber com calma, curtindo a sua evolução na taça, aproveitando todas as nuances que ele vai apresentando na taça. Belo vinho que deixa aquele gosto de quero (muito) mais. Para finalizar com chave de ouro, abrimos um Vin Santo que gentilmente o Alexandre e a Vanessa nos trouxeram. Aproveitamos que ainda tínhamos mil folhas e brigadeiros do Sr. Brigadeiro. Este foi o primeiro Vin Santo do blog. Mais um vinho delicioso, de boa complexidade e muito interessante para fechar o agitado sábado.
Nota: 92,0 + / 91,0

Pergunta da Semana - 206

Seguimos com o novo formato da Pergunta da Semana e desta vez com a participação dos blogs Falando de Vinhos e Vivendo a Vida.

- Nesta semana Le Vin au Blog quer saber: Qual o melhor vinho que degustou neste mês de janeiro? Consumiu mais brancos, espumantes ou rosés que habitualmente em função do verão?

"Aalto PS 2005 (leia aqui). Não, o meu consumo de brancos, espumantes são regulares o ano todo. Praticamente todas as minhas degustações antecedem de um branco ou espumante. Em relação ao rosé é um caso a parte. Tenho dificuldade de relacionamento com ele, mais já estamos nos entendendo e assim degustairei mais...!" Silvestre - Vivendo a Vida

"Comecei o ano tomando na cabeça com algumas decepções vínicas, mas tive um restante de Janeiro bem compensador! Não consigo, creio que é sina, nomear um então lá vai, meu melhor vinho de janeiro são três, sobre os quais ainda não escrevi, e todos lusos! Quinta dos Carvalhais Touriga Nacional 2000 que o amigo Cristiano tão bem harmonizou com uma costela no forno, coisa de lamber os beiços, um Quinta do Crasto Vinhas Velhas 2003 que performou de forma soberba com o Bacalhau à Brás de meu aniversário e aquele que assumiu lugar em meu altar viníco, um magnifico exemplar de Moscatel Roxo de Setubal 1971 de José Maria da Fonseca! Dois grandes, complexos e elegantes tintos e um elixir dos deuses que, mais que ser cheirado e tomado, é para ser lambido!! Por outro lado, sou um amante de brancos, rosés e espumantes e não poderia deixar de aproveitar esse clima quente para me deliciar ainda de forma mais amiúde do frescor que esses vinhos nos trazem. Salue e kanimambo" João Filipe - Falando de Vinhos

Depois de responder, dê uma passadinha em Vivendo a Vida e Falando de Vinhos!

8 de fevereiro de 2011

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2009 - NQN Malma Reserva Pinot Noir 2009


Nome: Miolo Cuvée Tradition - Malma
Safra: 2009 - 2009
País: Brasil - Argentina
Região: Vale dos Vinhedos - Neuquèm, Patagônia
Produtor: Miolo Wine Group - Bodega NQN
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir, Chardonnay / Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5% / 14,5%
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 21,50 / R$ 60,00
Onde foi comprado: Supermercado Mundial / Restaurante Oui Oui
Quando foi comprado: Dezembro de 2010 / 15 de janeiro de 2011
Degustado em: 15 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Praia Vermelha / Oui Oui, em Botafogo
Harmonizado com: - / Comidinhas no Oui Oui: Costelas de porco com creme de abóbora, couscous nordestino com frango orgânico, quiabo e castanha do pará, massa com cogumelhos e filé com limão siciliano
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre e Vanessa

Comentário do Produtor
Este espumante Brut Rosé com variedades Chardonnay e Pinot Noir, cultivadas no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves é elaborado pelo Método Tradicional Champenoise, mesmo método utilizado na região de Champagne na França. Com fermentação na própria garrafa, permanece aproximadamente 6 meses envelhecendo nas caves subterrâneas da Miolo.
Chardonnay e Pinot Noir. Límpido, apresenta coloração rosada de média-alta intensidade, leve coroa, perlage fina e constante. Aromas elegantes de frutas vermelhas ( morango, groselha e cereja) com leve toque floral. Corpo leve, com acidez delicada aliada à boa cremosidade, retrogosto refrescante e final de boca longo.

Tem cor vermelha brilhante, no aroma destacam-se frutas vermelhas, morango e ameixa madura, é frutado, com toques de especiarias e baunilha, aportado pelo leve estágio em madeira. É um vinho equilibrado e elegante.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O sábado começou com um ótimo café da manhã no La Bicyclette, pertinho do Jardim Botânico. Alimentados, partimos para uma caminhada no Jardim Botânico. Dali, vimos a vista no mirante do Leblon e seguimos para uma caminhada pelo bairro, entrando e saindo de lojas. Depois, uma paradinha para beliscar alguma coisa no Chico e Alaíde. Estava tão bom. Os salgadinhos de lá valem muito a pena. Mais uma vez repostas as energias, resolvemos caminhar pelo Forte de Copacabana. Como já era quase meio da tarde, paramos para comer um sanduba no Cervantes. Foi quando tomamos a decisão de passar em casa, pegar um espumante e curtir o fim da tarde na Praia Vermelha. Foi o que fizemos, depois de uma caminhadinha pela Urca. Nem mesmo a chuva que ia e vinha atrapalhou nosso programa aos pés do Pão de Açúcar. O espumante combinou perfeitamente com a praia - até queremos repetir isso em breve. Como já tínhamos compromisso marcado, voltamos para casa para nos prepararmos para a próxima etapa. E que próxima etapa: jantar no Oui Oui. É um restaurante muito bacana na Conde de Irajá. Ficamos meio contrariados com o preço da rolha, R$ 45 POR garrafa, mas tão logo começamos a comer toda a contrariedade foi embora. O vinho escolhido pelos meninos combinou muito bem com as deliciosas comidas. O sistema ali é um pouco diferente. Ao invés das tradicionais entradas, pratos principais e sobremesas, no cardápio há uma boa lista de comidinhas, que podem ser compartilhadas por todos na mesa. Pedimos quatro e mostraram-se adequadas em quantidade. Acabamos dispensando a sobremesa pois tínhamos outros planos enogastronômicos para aquele sábado. Vanessa fez ótimo texto no Menu de Baco.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Bebemos estes dois vinhos em um sábado agitado e de muitos passeios com nossas visitas, Alexandre e Vanessa. O espumante, bebemos no final de tarde em um programa que já estava com vontade de fazer há algum tempo: beber um espumante na praia. Não estava o tempo tão firme, mas mesmo assim foi muito divertido. É um programa que vamos repetir. Não fizemos nenhuma anotação sobre o vinho, mas o mais interessante era a situação de estarmos bebendo o vinho de frente para o Pão de Açúcar. Programamos para a noite ir conhecer o restaurante Oui Oui aqui em Botafogo. Tínhamos pensado em levar um vinho, mas a abusiva rolha de R$ 45 nos demoveu da ideia. Acabamos escolhendo um Pinot da Patagônia. Era um vinho agradável que cumpriu o papel de não atrapalhar a degustação dos diferentes pratos e temperos do Oui Oui. O vinho fez o papel de companhia, sem interferir. Os pratos do Oui Oui são muito interessantes assim como o clima do restaurante. Pretendemos voltar lá. E o sábado ainda não tinha acabado. Aguardem o próximo post.
Nota: -

Festinha mestrado

Neusa estaria de aniversário no dia seguinte e resolvemos comemorar tudo junto, a quase entrega do copião e o ano a mais dela. Foi uma noite muito divertida, apesar do calorão que fazia.

Quando: 28 de janeiro de 2010

Onde: Casa da Neusa

Quem: Rafaela, Claudio, Neusa, Junior, Ana, Tatiana, Angela, Antonio, Rafael

Vinhos degustados: Foram tão bons que acabamos esquecendo...

Harmonização: Camarão na moranga, oferecido pela Neusa, salada preparada pela Ana e outras comidinhas gostosas

4 de fevereiro de 2011

Marco Luigi Reserva Brut - Casa Marin Cipress Vineyard Sauvignon Blanc 2008 - Amadeu Moscatel



Nome: Marco Luigi Brut / Casa Marin / Amadeu
Safra: - / 2008 / 2009
País: Brasil / Chile / Brasil
Região: Vale dos Vinhedos / San Antonio / Serra Gaúcha
Produtor: Vinícola Marco Luigi / Casa Marin / Vinícola Geisse
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100% / Sauvignon Blanc 100% / Moscatel 100%
Teor alcoólico: 12% / 14,5% / 7,5%
Rolha: Cortiça / Rosca / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 23,50 / 16.000 pesos / R$ 24,75
Onde foi comprado: Cadeg / na própria vinícola, no Chile / Grife dos vinhos, na Cadeg
Quando foi comprado: dezembro de 2010 / 5 de dezembro de 2008 / dezembro de 2010
Degustado em: 14 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Queijos, Brandade de Bacalhau e Mil folhas e brigadeiros do Senhor Brigadeiro
Com quem: Claudio, Rafaela, Alexandre e Vanessa

Comentário do Produtor
Marco Luigi: Este espumante foi elaborado com uvas Chardonnay provenientes de um vinhedo minuciosamente planejado. Elaborado através do método Champenoise (fermentação na própria garrafa), fermentou em caves de terra natural com permanência em contato com as leveduras por um período aproximado de 15 meses. Resultou em um espumante agradável, de aromas intensos com perlage fina e persistente. Este espumante apresenta cor clara, com tons esverdeados. Apresenta um perlage intenso e persistente. Seu aroma é intenso, fino, lembra flores brancas e frutas cítricas. Seu sabor é leve, doce e refrescante.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Esta sexta-feira começou bem cedo, pois o dia seria cheio de atividades. Passei a manhã estudando, pois sabia que à tarde e nos dois dias seguintes não conseguiria dar muita atenção à dissertação. Mas não poderia ser por melhor motivo: receberíamos visitas. À tarde, demos um jeito na casa, preparamos o jantar, arrumamos a mesa e partimos para o Galeão para receber o Alexandre e a Vanessa. Eu ainda não os conhecia pessoalmente, mas o Claudio já tinha me dito que eu iria gostar bastante deles. Ele estava totalmente certo. Só no abraço de boas vindas já deu pra sacar que teríamos um ótimo fim de semana. Dali, depois de um engarrafamento na volta para a Zona Sul, partimos para Ipanema, onde vimos o cair da tarde. Estava um dia bem agradável, depois de semanas de chuvas. Quando a fome apertou, viemos para casa, onde queijos nos esperavam, junto com o primeiro espumante. Enquanto isso, Claudio ligou o forno para terminar a Brandade de Bacalhau, aquela mesma da harmonização virtual que gostamos tanto. Para acompanhar, resolvemos abrir o Casa Marin, guardadinho há pelo menos dois anos na adega. A ocasião valia. De sobremesa, desta vez com o Amadeu, eu comi meus ótimos Senhor Brigadeiro e os outros, menos afortunados, os mil folhas da Veronese. Fiquei apaixonada pelo Senhor Amaro!!! Nossa, que coisa deliciosa! É bom nem pensar muito, para não ficar triste de eles terem acabado... Depois disso tudo, fomos descansar, pois o dia seguinte seria de programação intensa logo cedo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Preparamos um rápido jantar para recepcionar nossas visitas, Alexandre e Vanessa, que vieram de Campinas para passar o final de semana no Rio conosco. Depois de uma rápida passada por Ipanema, voltamos para casa onde começamos o trabalho com o Marco Luigi Reserva Brut para acompanhar queijos e pães. Já tinha provado este espumante há algum tempo e tinha esquecido o quanto ele é muito interessante. Feito pelo método tradicional, apenas com a uva Chardonnay, é um espumante elegante, leve cremosidade na boca e com um final bem agradável. É sem dúvida uma ótima compra e funcionou muito bem para abrir a noite de um bom papo. Com o Bacalhau pronto, partimos para o segundo vinho. Visitamos a Casa Marin em 2008 e lá compramos este Sauvignon Blanc. Estávamos guardando para abrir em algum momento especial e nesta noite foi a ocasião perfeita. Fiquei com medo de não harmonizar com o prato de bacalhau, mas até que funcionou bem. É um vinho de muitas qualidades. É extremamente elegante e suave, não tem aquelas notas verdes tão agressivas comuns em Sauvignon Blancs. Os 14,5% de álcool são inperceptíveis. Um pouco de notas de frutas cítricas, algo de maracujá. Muito bem feito e muito agradável, um grande vinho. Para fechar a noite e acompanhar a sobremesa, partimos para um espumante Moscatel da Amadeu. Não conhecia e, para mim, foi uma boa surpresa. Sem aquele açúcar em excesso, é fácil de beber e acompanhou muito bem o meu mil folhas. Um espumante ideal para fechar a noite. Como disse o Alexandre, foi uma noite que passamos em branco.
Nota: 88,0 / 91,0 / 87,0+

3 de fevereiro de 2011

Pergunta da Semana - 205

Seguimos com o novo formato da Pergunta da Semana e desta vez com a participação dos blogs Papo de Vinho e EnoDeco.

- Algumas vinícolas e importadoras usam a mídia impressa para colocar anúncios de um determinado vinho. Nesta semana Le Vin au Blog quer saber: você já comprou algum rótulo em função de uma propaganda em jornais ou revistas? Se sente atraído por estas publicidades ou desconfia da qualidade do vinho?

"Eu acho que a publicidade na mídia impressa ajuda a deixar a marca mais conhecida e também pode animar donos de lojas a incrementar o pedido. No meu caso, dificilmente vejo propaganda de um vinho que não conheço ou não tenha provado, mas pode haver um incentivo pela propaganda ate para voltar a provar. Como uma lembrança de que aquele vinho existe!" Beto Duarte - Papo de Vinho

"Já comprei vinhos por causa de anúncios, mas apenas quando ele tem algo que me faça ter certeza de que é uma importadora séria e um vinho com boa qualidade. Boas notas, premiações e referência a críticas de especialistas ou publicações ajudam a atestar a qualidade e mostrar que o conteúdo daquela garrafa pode ser confiável e “experimentável”. Acho inclusive que as importadoras e produtores deveriam investir mais em publicidade, até para que os novos consumidores possam conhecer mais vinhos." André Rossi - EnoDeco

Depois de responder, dê uma passadinha em Papo de Vinho e EnoDeco!

1 de fevereiro de 2011

Melipal - Malbec Rosé 2008 #cbe


Nome: Melipal
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega MelipalImportador: Wine Company

Uvas/Corte: Malbec 100% cosecha temprana
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado pelo amigo Alexandre Frias, do Diário de Baco
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 21 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Bruschettas caprese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Tá, eu sei que pode ser estranho, mas me lembrou saídas noturnas, tipo aquelas que vivemos em Florianópolis anos atrás, quando íamos ao Emporium Bocaiuva.
Exame gustativo: Este é um daqueles vinhos que você gostaria que tivesse um litro. Estava uma noite linda de verão, com uma bela lua cheia vista da varanda, onde nos instalamos para degustar nossas bruschettas feitas no capricho com esse vinho delicioso. Ele é leve, gostoso. De início, tinha um leve álcool daqueles que sai pelo nariz. Harmonizou muito bem com nossas bruschettas.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Limpo. Não gosto muito da fonte utilizada na logomarca.
Exame visual: Bonita cor que é uma mistura de cereja com goiaba.
Exame olfativo: Um nariz doce, algo como gelatina de cereja.
Exame gustativo: Este foi o vinho que escolhemos para mais uma edição da Confraria Brasileira de Enoblogs. Neste mês foi a nossa vez de indicar o tema: um rosé até R$ 100,00 para harmonizar com um final de tarde ensolarado do verão. Acabamos bebendo um pouco mais tarde, mas a foto do final de tarde deste dia está aí. Ganhamos esta garrafa do nosso amigo Alexandre. Quando ele me deu ele disse que esra um belo rosé. E ele tem toda a razão. É um vinho de corpo leve/médio, muito agradável, muito fácil de beber e de gostar. É daquele tipo de vinho que quando você olha para a garrafa já não tem mais nada. É um vinho versártil, não tão complexo mas muito fresco e equilibrado. Final não é muito longo, mas agradável com leve notas adocicadas. Escolha um dia quente, gele e aproveite este vinho.
Nota: 88.0