31 de janeiro de 2011

Hex Von Wein Reserva Especial - Cabernet Sauvignon 2007



Nome: Hex Von Wein Reserva Especial
Safra: 2007
País: Brasil
Região: Picada Café, RS
Produtor: Vinícola Hex von Wein
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 12,6%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -/1.575
Preço: R$ 10, a garrafa de 375 ml
Onde foi comprado: Feira Brasil Rural Contemporâneo, na Marina da Gloria
Quando foi comprado: 8 de outubro de 2009
Degustado em: 13 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizza do Zé Eduardo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
As parreiras da Hex baseiam-se na biodiversidade, ou seja, na eliminação da monocultura e cultivo de várias espécies no mesmo habitat. Em resumo, na nossa produção voltamos aos antigos modelos de produção agrícola, amenizando as mudanças no sistema biológico. Assim, o solo produz uma fruta mais autêntica, particular, caracterizando o produto de acordo com a região e expressando o real terroir. Quando o solo recebe quimicamente os nutrientes que lhe faltam, até chegar ao ponto ideal de produção, ocorre a massificação da variedade, ou seja, em qualquer lugar do mundo o produto tem as mesmas características. A Coopernatural lançou o vinho Cabernet Sauvignon orgânico certificado Safra 2007 na Bio Fach em São Paulo. As uvas desta safra foram selecionadas a dedo, as melhores uvas, as mais sadias e as mais maduras, somente o melhor da produção, compõem este vinho de alto padrão enológico. A fermentação foi com controle de temperatura, não ultrapasando os 25 graus, o envelhecimento vai ser em barricas de carvalho francês. Com graduação alcoólica de 12,6%. A produção de 2007 está limitada a uma produção de 1.575 unidades. Um dos primeiros vinhos finos orgânicos do Brasil.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo:Desde o início do ano, estávamos fazendo firmes e fortes uma tentativa de alimentação mais saudável. Depois de nove dias, porém, tivemos uma festa de aniversário e meio que saímos da dieta. Tentamos então comer direitinho neste dia de novo, pois sabíamos que no fim de semana, com visitamos, sairíamos novamente do planejado. Resolvemos fazer uma massa de arroz com molho de tomates frescos. Tudo certo até o Claudio jogar a massa na água quente. Ela estava cheia de carunchos... Que decepção. O Zona Sul até trocou o produto depois, mas o jantar já estava comprometido. Sem outra alternativa saudável, lembramos de ter uma pizza que a mãe do Claudio havia nos dado, feito por um primo. Foi o que salvou. O vinho já estava planejado que beberíamos essa meia garrafinha, tamanho ideal para um jantar leve. Até brincamos que tudo bem, era álcool, mas pelo menos o vinho era orgânico. :) No final, foi um ótimo jantar, com a pizza saborosa e esse, novamente, delicioso Hex von Wein, vinho muito bem feito. Desde a feira ali da Marina da Gloria que estamos provando este vinho lá de Picada Café. Ele sempre nos pareceu muito bom, mas esta garrafinha estava além das expectativas.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Formato diferenciado lembrando uma folha. Simples, correto e equilibrado. De acordo com o vinho.
Exame visual: Bonita cor grená escuro com alos alaranjados, já mostrando notas de evolução.
Exame olfativo: Difícil definição, não evoluiu tanto quanto na boca.
Exame gustativo: Desde a primeira vez que provei este vinho ele me surpreendeu. Acabamos comprando algumas meias garrafas e algumas de 187ml. Foi interessante observar a evolução deste vinho. Esta garrafa de 350 ml, com rolha de cortiça, estava especialmente interessante. Evolução muito boa, me pareceu que houve uma evolução diferente do vinho da garrafa de 187ml de tampa de rosca. O vinho se mostrou mais maduro, um pouco mais licoroso e redondo destacando ainda mais a fruta limpa e elgância deste vinho orgânico. Perfil velho mundo, de um estilo muito particular que me agrada muito. Boa complexidade, esta garrafa estava especialmente interessante. Um belo vinho que merece ser provado. Vamos ver se ele ainda tem mais para evoluir. Entrei em contato com Ricardo, o produtor deste vinho para saber detalhes. Ele me contou que estão na espectativa para um ótima safra em 2011. Vamos torcer para não chover até a colheita.
Nota: 90.0

30 de janeiro de 2011

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2009


Nome: Miolo Cuvée Tradition
Safra: 2009
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos - RR
Produtor: Miolo Wine Group
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir, Chardonnay
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 28
Onde foi comprado: Supermercado Pão de Açúcar em SP
Quando foi comprado: 31 dezembro de 2010
Degustado em: 31 de dezembro de 2010
Onde bebeu: Hotel Mercury, em São Paulo
Harmonizado com: Queijos, pães e pastinhas
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro e Marcela

Comentário do Produtor
Este espumante Brut Rosé com variedades Chardonnay e Pinot Noir, cultivadas no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves é elaborado pelo Método Tradicional Champenoise, mesmo método utilizado na região de Champagne na França. Com fermentação na própria garrafa, permanece aproximadamente 6 meses envelhecendo nas caves subterrâneas da Miolo.
Chardonnay e Pinot Noir. Límpido, apresenta coloração rosada de média-alta intensidade, leve coroa, perlage fina e constante. Aromas elegantes de frutas vermelhas ( morango, groselha e cereja) com leve toque floral. Corpo leve, com acidez delicada aliada à boa cremosidade, retrogosto refrescante e final de boca longo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na virada de 2009 para 2010, brincamos que no ano seguinte passaríamos em São Paulo depois de completar a São Silvestre. Ao longo do ano, a ideia foi ganhando corpo e lá por outubro decidimos que faríamos isso mesmo. Fizemos a inscrição e a reserva do hotel. Não tinha mais volta. Em novembro, comentamos com a Marcela e o Mauro que iríamos passar o revèillon em São Paulo. Marcela se empolgou e resolveram ir junto conosco. Isso não poderia ter sido melhor. Tivemos ótima companhia e também uma grande ajuda. A dupla nos levou à corrida de carro e depois foi nos buscar. Perfeito! Chegamos em São Paulo no dia 30, para pegar nosso kit da prova. À noite, já que estávamos em São Paulo, fomos comer pizza. No dia seguinte, alimentação forte. Almoçamos com o tio do Claudio, Carlos, mais a Lucila e o Fábio em um bom italiano. Estávamos preparados. A corrida começou quase as 5h. Mais animação, muita gente engraçada. Corri o primeiro quilômetro, mas como ainda tinha 14km pela frente e não estava nada treinada, resolvi maneira no ritmo. Foi a partir daí que passei a ouvir: "Isso não é caminhada, é corrida! Corre, menina!" Eu só ria, pois o que iria fazer, não podia sair correndo feito louca, senão nem completaria a prova. Bom, como não conheço São Paulo, eu tinha como única alternativa terminar a prova, mesmo que demorasse horas. Aos poucos, fui vencendo as ladeiras, viadutos e descidas. Sempre feliz da vida de estar realizando aquela "aventura". Completei a prova depois de 2h24, meia hora a mais que o Claudio. Nos encontramos no ponto marcado e seguimos para o hotel, passando no caminho em uma padaria para comer uma coisinha. Quando faltava pouco para a meia noite, Marcela avisou que nossa ceia estava pronta. Ainda bem que ela fez tudo, pois estávamos moídos - mas bem felizes. Assistimos um pouco dos fogos pela tevê, uma parte da sacada do hotel, bebemos o espumante levemente amargo e meia hora depois de iniciado o ano dormíamos como só nós merecíamos naquela noite. :)
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: -
Exame olfativo:
Exame gustativo: Fomos o final do ano na capital paulista. Nossa missão era correr a São Silvestre. Mesmo estando sem treinar, resolvemos encarar o desafio. Nosso planejamento de viagem era em função da corrida e acabamos não nos preocupando com a passagem do ano. Como estávamos sem planos, resolvem,os comprar alguns pães, queijos frios e passar a noite no hotel. No supermercado Pão de Açucar perto do hotel, não encontramos muitas opções de espumantes e acabei escolhendo este Miolo Rosé. Depois de completarmos a prova, voltamos bem cansado spara o hotel. Tempo de tomar banho, descansar um pouco e iniciar a nossa "ceia".
É um bom espumante com notas de morango, leve cremosidade e bom corpo. O final apresentou um leve amargo que não me agradou muito. Acho que este espumante vai melhor acompanhando comida. FOi bom para comemorar nossa "vitória" na corrida e a passagem de ano.
Nota: -

28 de janeiro de 2011

Pergunta da Semana - 204

Seguimos com o novo formato da Pergunta da Semana e desta vez com a participação dos blogs Um Papo sobre Vinho e Too Mate.

- Percebemos que os amantes do vinho sempre gostam de provar novos sabores e descobrir "produtos gourmets". Azeites especiais, queijos, pães, cafés, doces, charutos, etc. costumam estar no repertório de quem gosta de vinhos. Inspirados nessa constatação, nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber: E você, quais produtos costuma explorar além dos vinhos? Quais sabores também lhe trazem o prazer que o vinho proporciona? Algum desses produtos você prefere consumir com vinho?

“ Creio que essa tendência tenha, em grande parte, origem no fato de que, ao tomar um contato mais aprofundado com o mundo dos vinhos, as pessoas acabam por se tornar mais atentas às características organolépticas não só do vinho como de outras bebidas e alimentos. Daí ser natural a busca por alimentos "gourmet". Particularmente, gosto muito de provar azeites diferentes. Com o pão correto, o azeite pode ser um belo aliado do vinho. Cafés especiais também me atraem. Mas, tanto num caso como no outro, apesar da enorme variedade disponível no mercado, nunca me aprofundei no estudo sobre esses produtos. Prefiro continuar como um 'consumidor comum' e, portanto, menos exigente." Guilherme Lopes - Um Papo sobre Vinhos

"Acredito que essa seja a questão que me inspira dentro da enogastronomia. Em primeiro lugar, eu adoro experimentar coisas novas. Acredito que exista uma magia em combinar texturas, sabores, aromas, cores... E não importa se sua origem é no vinho ou nos queijos, pães, doces... A questão é que um dia você percebe que a única bebida capaz de harmonizar com praticamente tudo, é o vinho.

Como tenho uma veia muito intensa para a gastronomia, sempre que provo um vinho, imagino qual será a melhor combinação para ele. Se será uma carne e se haverá um molho, se é um peixe, um assado, uma massa, enfim, algo que deixe o vinho mais intenso, mais interessante, o prato mais rico, em outras palavras, procuro sempre valorizar ao máximo essa experiência. Digo isso apenas para justificar minha paixão por esse universo gourmet, que me fascina.

Os produtos que eu exploro são praticamente todos aqueles que eu tenha contato. Acredito que eu seja uma pessoa um pouco fora da curva, pois costumo ficar horas num empório, num mercado ou num sítio. Nesses casos, é automático eu fazer um raio-x em tudo que existe no lugar. Se há um queijo com um sabor diferente, com uma textura interessante, um presunto cru, serrano, uma erva diferente, um legume, uma carne que eu não conheça a textura ou que possa ter algo de novo, um tipo de ingrediente que eu nunca tenha visto. Adoro também buscar produtos que não estão nos empórios, mas que são regionais e por isso, muitas vezes ainda não foram exaustivamente experimentados no universo gourmet. Falo isso para pratos muito originais daqui, como frango com quiabo, o tacacá, o acarajé, a canjiquinha. Com essa última, em especial, eu fiz uma harmonização super bem sucedida com um Pinot Noir da Patagônia. Na verdade, foi uma das melhores harmonizações que fiz até hoje, mas os ingredientes da canjiquinha eu não encontrei num empório, mas sim diretamente na fazenda que os produzia, inclusive a linguiça curada de porco caipira que fez parte da canjiquinha. Acredito que o Brasil passa por um período de redescobrimento de sua gastronomia e de como ela pode se harmonizar com o restante do mundo, seja, com os azeites, pimentas e outras especiarias, como a flor de sal, algo que estamos descobrindo agora e que começa a ter maior espaço nos empórios e podem fazer uma grande diferença em qualquer prato. E tudo isso, acompanha muito bem um vinho.

Quanto a produtos que me dariam o prazer que o vinho me proporciona, não consigo comparar. O vinho para mim é uma bebida que pode ser coadjuvante ou ator principal, mas é praticamente impossível ele não participar da peça e não conheço algo que substituiria o vinho. Acredito sempre que exista a possibilidade de um "merge" (mesclar em inglês) entre os dois mundos, o mundo do vinho e todo o restante, das entradas, passando por saladas, pratos principais, sobremesas, comidinhas...

O mais legal disso é a constante descoberta, um espírito meio que "Indiana Jones" do universo gourmet e que vale cada segundo investido, principalmente quando você consegue descobrir um novo sabor, uma nova harmonização. Acho isso mágico."
Emerson Donadon - Too Mate

Depois de responder, dê uma passadinha em Um Papo sobre Vinhos e Too Mate!

27 de janeiro de 2011

Confraternização com colegas do mestrado


Nos encontramos no começo de dezembro, mas aquela não valeu como nossa festinha de fim de ano. Por isso, marcamos uma segunda. Ainda nem tinha anoitecido quando chegamos à casa da Angela, na agradável, para não dizer aprazível, Santa Teresa. Foi mais uma noite muito animada, com direito a amigo-secreto, comida deliciosa feita pelas meninas mais prendadas do grupo e muitas risadas. Estava tudo perfeito, como sempre.
Entre os vinhos o destaque ficou para o Gran Tarapacá levado pela Ana. O vinho com sinais claros de evolução, bastante elgância em boca,

Quando: 29 de dezembro de 2010
Com quem: Rafaela, Claudio, Angela, Ana Rosa, Antonio, Neusa, Tati, Oscar e Rose

Vinhos degustados: Pioneiro Morandé - Sauvignon Blanc 2009 (Morandé / Chile), Doña Dominga - Cabernet Sauvignon 2009 (Viña Casa Silva / Chile), Real Lavrador 2009 (Adega Coop. Redondo/ Portugal), Gran Tarapacá - Cabernet Sauvignon 2002 (Viña Tarapacá / Chile),

25 de janeiro de 2011

Crios - Malbec 2008 / Morandé Pioneiro - Sauvignon Blanc 2009



Nome: Crios / Morandé Pioneiro
Safra: 2008 / 2009
País: Argentina / Chile
Região: Mendoza
Produtor: Susana Balbo
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: -
Rolha: Tampa de rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecidos pelo tio Roberto para o almoço de Natal
Onde foi comprado: Deu La Deu, em Copacabana
Quando foi comprado: Dezembro de 2010
Degustado em: 25 de dezembro de 2010
Onde bebeu: Casa de Regina Helena
Harmonizado com: Comidinhas gostosas de Natal
Com quem: Claudio, Rafaela, Regina Helena, Marcela, Mauro, Luci, Elisa, Márcia, Claudine, Roberto, Marcus, D. Márcia

Comentário do Produtor
-

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Dois vinhos muito agradáveis que o tio Roberto levou para o almoço de Natal. Começamos pelo Pioneiro Sauvignon Blanc, vinho de entrada da chilena Morandé. Não sei porque, mas este vinho nunca tinha me atraído, sempre via nas prateleiras das lojas mas não comprava. É um vinho muito bem feito, sem exageros, fácil de se beber, que mostra qualidade da Sauvignon Blanc em terras chilenas. Um vinho ótimo para o dia-a-dia e que vai agradar. Boa surpresa. Passamos para o Crios, um velho conhecido. Havia algum tempo que não provava o Malbec. A última vez que tinha provado tinha achado um pouco pesadão demais. Este 2008 estava muito bom! Vinho redondo, taninos macios sem excessos de frutas e madeira. Vinho moderno e bem trabalhado. Outra boa opção e que também me surpreendeu.
Nota: -

24 de janeiro de 2011

Château Lalande-Labatut cuvee prestige 2003 - Bordeaux



Nome: Château Lalande-Labatut
Safra: 2003
País: França
Região: Languedoc
Produtor: Château Lalande-Labatut
Importador: -

Uvas/Corte: 70% Merlot, 20% Cabernet Sauvignon, 10%Cabernet Franc.
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 79820
Preço: Gentilmente oferecido pelos dindos do Claudio, Guilherme e Sônia, na ceia de Natal
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: 24 de dezembro de 2010
Degustado em: 24 de dezembro de 2010
Onde bebeu: Casa de Sônia e Guilherme, no Recreio dos Bandeirantes
Harmonizado com: Ceia de Natal
Com quem: Claudio, Rafaela, Luci, Regina Helena, Mauro, Marcela, Guilherme, Sônia, Fernando, Eliane, Bruno, Fernanda, Mariana, Renato, Laura, Juliana, Helton, 'tibisa', Aparecida...

Comentário do Produtor
- Color : deep and intense. - Nose : vivid red fruits, finely woody taste with notes of coffee and spice.- Mouth : a structured, full-bodied and balanced wine, characteristic of a good vin de garde.

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o vinho aberto na noite de Natal. Quando fui sacar a rolha ela se partiu e foi complicado para tirar, mas consegui. Este é um típico vinho de Bordeaux, estilo velho mundo, elegante e com notas de terrosas, de fazenda que as vezes pode não agradar à todos os paladares. O vinho estava no seu limite para ser degustado antes de iniciar seu declínio. Gostei, um vinho de estilo que me agrada. Foi uma noite de Natal muito boa!
Nota: 87.0 +

Espumantes em festa de final de ano



Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para não deixar o fim de ano passar em branco como fizemos no ano passado, resolvemos agitar uma festinha com os amigos. Claudio pensou em fazer só com espumantes, onda boa deste verão. Eu pensei que poderia ser numa terça-feira, por três motivos: precisava ser antes de minha mãe chegar, terça é o dia anterior à vinda da nossa faxineira, e neste dia a gente pede uma pizza no Domino's e recebe duas! Deu quase tudo certo. Todos podiam no dia 21 de dezembro, mas Ricardo e Raquel sugeriram fazer na casa deles, pois não tinham com quem deixar o Tito. Sem problemas, melhor ainda! Só não deu certo com as pizzas, pois todos tiveram a mesma ideia que a gente. Pedimos de outro lugar e foi bom igual! Os espumantes estavam muito bons, especialmente os já conhecidos Aimery e o Amadeu. A noite foi divertida, trocamos presentes e ficamos todos bem alegrinhos. E estava todo mundo lá: Ricardo, Raquel, Maria Claudia, Marcelo, Carol, Miguel, Paula, Mário, Ana, Carlinhos, Claudio e eu.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estes foram os espumantes que degustamos na casa do Ricardo acompanhado dos meus amigos da faculdade. Iniciamos com o Arte Brut da Casa Valduga. Este é um espumante leve e muito agradável, ótimo para iniciar os trabalhos. Seguimos para o francês Aimery, já comentado aqui no blog, com mais corpo e presença, agradou. Passamos para o Miolo Cuvee Brut é um espumante que na minha opinião vai melhor com alguma comida, seu final, quando degustado isoladamente, não me agrada muito. Pulamos para os rosés que tinha selecionado. Estava com vontade de provar o Blush da Valduga, porém não estava bom, foi para a pia. Abrimos o Amadeu Brut Rosé, também já comentado aqui no blog, muito agradável. Na sequência foi a vez do Miolo Cuvee Rosé, de bom corpo e presença, também fica melhor com comida. Para finalizar e acompanhar a sobremesa, as meninas degustaram o Salton Moscatel levado pela Carol e pelo Marcelo, sobras do casamento. Foi uma ótima noite!
Nota:

19 de janeiro de 2011

Filipa Pato 3b - Nimbus Estate Gewürstraminer 2008




Nome: 3B/ Nimbus
Safra: 2009 / 2008
País: Portugal / Chile
Região: Bairrada / Casablanca
Produtor: Filipa Pato - Viña CasablancaImportador: Casa Flora - Casa Flora

Uvas/Corte: Baga - 70% e Bical - 30%, 100% Gewürstraminer
Teor alcoólico: 12,5%, 14%
Rolha: Cortiça, Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 49,00 - R$ 69,00
Onde foi comprado: Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 20 de dezembro de 2010
Degustado em: 21 de dezembro de 2010
Onde bebeu: Kotobuki do Rio Design Barra
Harmonizado com: Pratos da culinária japonesa
Com quem: Claudio, Gilberto e Alexandre

Comentário do ProdutorO 3B (Baga - 70% e Bical - 30%, de uma região Atlântica começada por B…) nasceu da vontade de criar um Método Tradicional aromático, refrescante, honesto e elegante baseado nas uvas autóctones de vinhas que respeitam a tradição de cultivo da região.Por não concordar com a designação espumante, no próximo ano passarei a designa-lo por Método Tradicional. Aguardando que o país se decida por uma designação própria tal como acontece em Espanha com a Cava e em Itália com Franciacorta, etc...

Gewürztraminer Nimbus 2007 posee un color amarillo pálido brillante.
En los aromas es muy típico: notas florales como rosas y jazmín e intensa frutosidad que recuerda a manzanas verdes y lytchee. Al paladar es untuoso con un largo final. Su gran característica es el balance entre los sabores frutales y florales delicados con la frescura que otorga una acidez equilibrada y natural.

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Escolhi estas duas garrafas para acompanhar um almoço de final de ano no restaurante japonês Kotobuki. Começamos pelo gostoso espumante rosé, o portugês 3B da Filipa Pato. É um bom espumante, de bom corpo e boa cremosidade. Achei que vai melhor acompanhando comida, vale experimentar novamente. Na sequência partimos para o Gewurstraminer chileno. Vinho muito aromático e fresco. Muito rico na boca com notas de frutas, floral, bastante vivo e de bom corpo. Um vinho envolvente que não chegou a harmonizar com os pratos japoneses, mas não ficou ruim. Mais um vinho que vale provar. Foi um almoço muito agradável.
Nota: 88.0 +; 89.0

18 de janeiro de 2011

Pergunta da Semana - 203

Seguimos com o novo formato da Pergunta da Semana e desta vez com a participação dos blogs Vivendo Vinhos e Gourmandise.

Nesta semana o Le Vin au Blog vai querer saber:

- Em janeiro, lojas e importadoras costumam fazer suas queimas de estoque de vinho. Vocês costumam aproveitar estas promoções? Compram muitos vinhos? Tem alguma dica na hora de comprar vinhos em promoção?

“Caros amigos, sim! Compro vinhos nestas promoções, e não é pouco não... mas tomo alguns cuidados, procuro obter do vendedor o motivo da promoção, se ele vacilar é porque o vinho está ruim ou velho. Procuro descobrir os chamados vinhos descontinuados... aqueles com os quais o importador não vai trabalhar mais, isso normalmente ocorre por uma negociação que não teve êxito, é comum... Outro fator é que dificilmente compro vinhos com mais de 5 anos de safra, fujo dos brancos e roses – eles tem uma vida mais curta – e também fujo dos mais baratos, tenho receio, afinal não são vinhos que foram feitos para serem guardados... Forte Abraço!” Cristiano Orlandi - Vivendo Vinhos

"Se estamos em São Paulo nesta época, costumamos aproveitar para comprar alguns vinhos. Antes de tudo, estipule um valor máximo a gastar. A dica é sempre consultar algum vendedor antes e pedir a lista dos vinhos para pesquisar com calma, pois muitas vezes são rótulos que já passaram de seu apogeu. Observe cada uma das garrafas e verifique se não há vazamentos ou rolhas saltadas. Por fim, averigue o preço já que nem sempre os descontos são tão promocionais." Marcel e Nina - Gourmandise

Depois de responder, dê uma passadinha em Vivendo Vinhos e Gourmandise!

9 de janeiro de 2011

Laurent Miquel Père et Fils - Cinsault e Syrah 2009


Nome: Laurent Miquel Père et Fils
Safra: 2009
País: França
Região: Languedoc
Produtor: Laurent Miquel
Importador: Zona Sul

Uvas/Corte: Cinsault 70%, Syrah 30%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Sintética
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 21,98
Onde foi comprado: Supermercado Zona Sul de Botafogo
Quando foi comprado: 20 de dezembro de 2010
Degustado em: 20 de dezembro de 2010
Onde bebeu: Supermercado Zona Sul de Botafogo
Harmonizado com: Pizza
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Laurent Miquel Pere et Fils 2009 is a blend of 70% Cinsault and 30% Syrah. Characterised by a beautiful pale pink robe this Cinsualt Syrah combines the best of southern French rosis with forward fruit flavors and perfect balance. Cinsault contributes freshness and soft texture to the blend and Syrah the dramatic colour and delicious red fruit. Serve chilled 12-14 C and drink ideally within 12 months of purchase.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bela cor rosada! :)
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fomos sem planos de jantar no Zona Sul, mas chegando lá, acabamos conquistados pelo cheiro das pizzas. Interrompemos nossas compras e lá fomos nós para a área de alimentação. Ando pouco afeita aos tintos, então consegui convencer o Claudio de que o melhor seria um branco ou um rosé. Fui pegar nossa garrafa de água com gás enquanto Claudio se decidia. Fomos de rosé, gelado dentro de um saco de supermercado cheio de gelo. O Zona Sul tinha um recipiente, mas só um que já estava sendo ocupado em outra mesa. Vinho nada doce, mas bem agradável. Acabamos não bebendo todo pois o super acabou fechando conosco lá dentro - e o carro fechado no estacionamento. Da próxima vez, precisamos ir mais cedo ou não achar que tudo fica aberto até as 23h...
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Os vinhos rosès se destacam principalmente pela cor do líquido. Este rótuloúsa o branco sobre branco e tipologia preta e prata.
Exame visual: Bela e traente cor. Um leve rosa brilhante.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Para um dia de calor, escolhemos um rosé para acompanhar nossa pizza no Zona Sul. Este francês tem corpo leve, notas de frutas como morango e toques minerais. Final bem marcado e apresentando um leve amargor que não chegou a incomodar. É um vinho leve, agradável, de bom custo. Uma boa opção para os dias quentes.
Nota: 86.0

Pergunta da Semana - 201 a

Le Vin au Blog está preparando algumas novidades para 2011. Uma delas será na nossa tradicional "Pergunta da Semana". Na próxima semana voltaremos com nossas perguntas já com novidades. Aguarde.

Um ótimo 2011 para todos os nossos amigos e leitores!

5 de janeiro de 2011

Château Beauregard Ducasse 2006 - Graves #cbe


Nome: Château Beauregard Ducasse
Safra: 2006
País: França
Região: Pessac-Leognan, Graves
Produtor: Jean-Baptiste Audy
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 48,00 - meia garrafa
Onde foi comprado: Expand do Shopping Iguatemi em SP
Quando foi comprado: 30 de dezembro de 2010
Degustado em: 4 de janeiro de 2011
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Tortéi, trazidos de Vacaria pela mãe da Rafaela, com molho de tomate e frango
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do ProdutorCe vin bénéficie d'un encépagement équilibré, où le Cabernet apporte arôme et structure et le Merlot, parfum et souplesse. Jeune, il développe des arômes de fruits rouges accompagnés de notes épicées et grillées.
Un millésime exceptionel pour un Graves équilibré, souple et avec beaucoup d'arômes. Le Château Beauregard Ducasse, propriété familiale, valorise son terroir et son appellation en cherchant toujours la qualité - et est souvent recompensée. A découvrir !!!
Le vignoble "Château Beauregard Ducasse" est situé au sud de la région des "Graves" à Mazères prés de Langon.Ce vignoble est une propriété familiale depuis 1850.Marie-Laure et Jacques Perromat représentent la sixième génération de vignerons.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Rubi transparente.
Exame olfativo: Difícil de identificar.
Exame gustativo: Um dia antes de começarmos nosso detox, resolvemos fazer um jantar de despedida das comilanças que tomaram conta de nossos dias nesse último mês. Quando a mãe veio nos visitar, ela trouxe algumas massas caseiras bem tradicionais na região de Vacaria: tortéi e agnolini. Ficou delicioso o prato com molho de tomate feito em casa. O vinho é bem francês, eu diria, meio difícil de gostar à primeira vista. Bastaram alguns meses de argentinos e chilenos para eu já desacostumar ao jeito austero dos franceses. Tirando essa minha falta de adequação, o vinho é bem bom. Essa meia garrafa, compramos em nossa ida a São Paulo para correr a São Silvestre na semana passada. Ela saiu bem baratinha, pois tínhamos uns cupons da Expand. Os vinhos todos ficaram com ótimos preços. :) Além disso, eu adoro meias garrafas.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples, com uso de hot stamp dourado e ilustração do Chateau.
Exame visual: Rubi translúcido.
Exame olfativo: Nariz vegetal, com leves notas de carvalho.
Exame gustativo: Este foi o vinho que escolhemos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. A proposta do Silvestre era escolher um Bordeaux abaixo de R$ 150,00. Esta garrafa mostrou um vinho de corpo médio, com taninos firmes e final forte e bem marcado, com notas de pimenta preta. Mostrou uma boa evolução na taça, apresentado notas de frutas escuras. É um vinho agradável, estilo bem francês e de bom equilíbrio. Típico Bordeaux sem muita complexidade. Vale provar.
Nota: 87.0

Pergunta da Semana - 202

Nesta semana, novidades na Pergunta da Semana!

Contamos com a colaboração de três amigos blogueiros para estrear um novo modelo de Pergunta da Semana, no qual, além da pergunta, apresentamos as opiniões de dois ou três apreciadores de vinhos.

Veja as respostas, pois depois o Le Vin au Blog vai querer saber:

- Você sabe quantos vinhos diferentes provou no ano passado? Com que frequência você degustou vinhos em 2010? Aumentou em relação ao ano anterior?

"Na faixa de 400 vinhos. Levando em consideração a grande quantidade de eventos (feiras e apresentações e degustações) que participei. Na média de um a dois eventos profissionais por semana e pelo menos três degustações informais por semana. Acredito que tenha aumentado em relação ao ano interior, pois o ano passado foi muito movimentado em termos de eventos ligados ao vinho." Fabiana Gonçalves - Escrivinhos

"Acredito que comentei no blog 90% dos vinhos que degustei em 2010, num total de 111 vinhos diferentes. Então devo ter provado uns 120 vinhos, no máximo. Como participei de algumas degustações, que não são muito comuns em Uberlândia, o número de vinhos foi maior do que em 2009. Bebemos vinho em casa com muita frequência, normalmente no jantar, durante a semana quando dá e nos finais de semana sempre. Temos uma regra do "limite da elegância": uma garrafa durante a semana e no máximo duas quando é fim de semana. Sempre bebo com minha esposa e na maioria das vezes minha mãe também participa. Se dividirmos os dias do ano pelo número de vinhos, acredito que bebemos uma garrafa a cada 3 dias." Gil Mesquita - Vinho para todos

"Não sei e é uma ótima pergunta, mas diria que foram aproximadamente 1.000, pois eu provo muitos vinhos em eventos, aí em um dia posso ter provado 30, 40 ou 50. Só que durante esses eventos eu só provo e cuspo. Em minha última viagem, quando estive em Mendoza, Argentina, provei em média 20 vinhos por dia. Em casa, eu bebo nos fins de semana com minha esposa e familiares, mas eventualmente vou jantar fora durante a semana e também bebo algum vinho. Fora isso, bebo nos eventos, que acontecem durante a semana, então provo vinho em torno de três vezes por semana. Em relação ao ano anterior, aumentou bastante, mas como falei, são só provas, até porque seria impossível beber todos. Mas eu sempre sou partidário do lema 'beba menos e melhor'". Daniel Perches - Vinho de Corte

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