30 de novembro de 2010

4 anos de Le Vin au Blog

Completamos quatro anos de blog na última sexta-feira, 26 de novembro.

Criado para servir como um 'caderno' de anotações sobre os vinhos que viríamos a beber juntos, o Le Vin au Blog transformou-se em um espaço de registro de momentos especiais, vividos a dois ou na companhia de amigos queridos. E foram tantos e tão bons!

Gilles de Beauvau - Haute Expression 2008 - Muscadet Sévre et Maine

Nome: Gilles de Beauvau - Haute Expression
Safra: 2008
País: França
Região: Muscadet Sévre et Maine
Produtor: Gilles de Beauvau
Site: -
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 8,70 euros, meia garrafa
Onde foi comprado: Léon de Bruxelles, em Paris
Quando foi comprado: 20 de setembro de 2010
Degustado em: 20 de setembro de 2010
Onde bebeu: Léon de Bruxelles, em Paris
Harmonizado com: Moules et frites
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Almoço em comemoração ao meu aniversário! Eu adoro dias de aniversário e estar em Paris nesse dia foi realmente muito especial. O dia estava lindo, estávamos comemorando também o sucesso de uma viagem muito bacana de férias. Passeamos bastante pela cidade, nos despedimos da Torre, dos belos jardins, comemos um bolinho comprado em uma confeitaria daquelas em que dá vontade de provar um pouco de tudo. Escolhi um de framboesas para me despedir da temporada de ótimos doces. Durante a viagem, provei moules e frites em Cannes e adorei. Resolvi então que queria isso no almoço do meu aniversário. E assim foi, escolhemos o Léon de Bruxelles de Saint Germain e lá fomos nós. Estava tão bom! Para acompanhar, o vinho com a uva que mais me impressionou durante a viagem, a muscadet. Foi tudo muito legal. Tomara que no ano que vem, meu aniversário seja tão bom quanto. :) Assim, encerramos nossa temporada europeia. Voltamos na noite do dia 20.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o último vinho de nossa viagem, o qual degustamos no almoço de aniversário da Rafaela. Ela escolheu comer Moules et frites, então resolvemos ir a um dos restaurantes Léon de Bruxelles. Para acompanhar, escolhemos um vinho branco que também harmonizou com o belo dia de sol que estava fazendo em Paris. No início de nossa viagem, degustamos um excelente Muscadet, resolvemos escolher outro para comparar. Foi um vinho agradável, mas não tão surpreendente quanto o primeiro. Depois do almoço, conseguimos caminhar bastante pela bela tarde ensolarada de Paris. Já estamos com saudades!
Nota: 87,0

28 de novembro de 2010

Zuccardi na estreia do Winebar #winebar


Nome: Serie A / Q / Zeta
Safra: 2007
País: Argentina
Região: La Consulta e Tupungato, Mendoza
Produtor: Família Zuccardi
Site: http://www.familiazuccardi.com/
Importador: Ravin

Uvas/Corte: Bonarda 100% / Cabernet Sauvignon 100% / 64% Malbec e 36% Tempranillo
Teor alcoólico: 13,5% / 14,5% / 14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 60 / R$ 105 / R$ 229
Onde foi comprado: Gentilmente oferecidos pela importadora Ravin para a estreia do Winebar
Quando foi comprado: Novembro de 2010
Degustado em: 25 de novembro de 2010
Onde bebeu: Em casa, em Botafogo
Harmonizado com: Pizza de mussarela Le Brantes, comprada no site de compras coletivas Groupalia
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor: Vermelho profundo e intenso.
Aroma: Destacam-se as frutas negras como ameixa, amora e framboesa.
Palato: Muito intenso e grande estrutura com destaque para frutas maduras. Delicado e atrativo final de boca.

Cor: Vermelho rubi profundo com nuances violeta.
Aroma: Notas intensas de frutas vermelhas e negras e especiarias. Aromas de chocolate, tabaco e couro provenientes do período em carvalho e um toque de eucalipto.
Palato: Cheio em boca com taninos robustos e um final complexo e longo.

Cor: Vermelho violeta intenso e vivaz.
Aroma: Atrativo e intenso no nariz com toques de especiarias e frutas negras. Notas de ameixa, morango, mirtilo e goiaba se somam a nuances de pimenta preta, tabaco, pimenta vermelha, chocolate e trufa.
Palato: Intenso, equilibrado e estruturado. Harmonia perfeita entre fruta e carvalho. Taninos sedosos e final profundo e longo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Em um dos dias mais tensos no Rio de Janeiro, quando começou o enfrentamento pesado entre polícia e bandidagem na tomada da Vila Cruzeiro, participamos de uma iniciativa superinteressante protagonizada pelo Daniel Perches, do Vinhos de Corte, e pelo Beto Duarte, do Papo de Vinho, em Mendoza. Foi a estreia do Winebar, com direito a transmissão ao vivo da vinícola em Mendoza. Via twitter, blogueiros brasileiros interagiam com os produtores e com a dupla. Foi bem interessante - apesar de eu não ter conseguido entrar no debate via Twitter, acho que por meu twitter ser fechado, não foi possível compartilhar meus twittes. Nem por isso a experiência foi menos proveitosa. Tomara que venham outras. E que da próxima vez os amigos que convidamos possam circular pela cidade com tranquilidade e não precisem cancelar a participação devido à violência. Parabéns a todos os envolvidos. Quanto aos vinhos, adorei o primeiro, um bonarda muito gostoso, fácil de agradar a qualquer um. Em seguida veio o cabernet, bem diferente, igualmente gostoso. O mais poderoso ficou por último, o Zeta.
Nota: 89.0 / 89.0 / 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Toda a linha Zuccardi tem uma programação visual bem marcante e bem feita.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Participamos da primeira degustação do Winebar. Mais uma iniciativa e belo trabalho dos meus amigos Alexandre Frias, Beto Duarte e Daniel Perches e apoiado pela importadora Ravin. A proposta é divertida e esta primeira degustação mostrou que tem tudo para se tornar um sucesso. Beto e Daniel estavam lá em Mendoza na vinícola em companhia do enólogo. Provamos os vinhos, tiramos dúvidas, batemos um ótimo papo com todos de forma virtual, muito interessante. Os vinhos degustados são de ótima qualidade. Em geral os vinhos da Zuccardi são modernos, macios e bem feitos. Começamos pelo Bonarda, uma uva que acho bastante interessante, Este foi o vinho com perfil mais jovem, com acidez marcante e vivo na boca. Interessante. Partimos para o Cabernet Sauvignon. Também bastante macio e com notas de madeira presente. Boa qualidade, puxa mais para notas de frutas e acho que pode evoluir com mais tempo em garrafa. Um Cabernet bem moderno. Finalmente fomos para o vinho top, o Zeta. Um belo vinho com bom corpo, boa estrutura, taninos macios e um corte interessante de Malbec com Tempranillo. Belo vinho, com potencial de crescer ainda mais na garrafa. Vale provar. Três propostas diferentes e todas de perfil moderno e bem feito. A experiência foi bem interessante.
Nota: 87.0 / 89.0 + / 91.0

25 de novembro de 2010

La Croisette Bio Blanc de Blancs - La Ravine Blanc de Noir


Nome: La Croisette Bio Blanc de Blancs - La Ravine Blanc de Noir
Safra: -
País: França
Região: Reims
Produtor: Leclerc Briant
Site: http://www.leclercbriant.com/
Importador: -

Uvas/Corte: 100% Chardonnay, 100% Pinot Meunier
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 7 euros a taça
Onde foi comprado: Le Bistrot du Forum, Reims
Quando foi comprado: 19 de setembro de 2010
Degustado em: 19 de setembro de 2010
Onde bebeu: Le Bistrot du Forum, Reims
Harmonizado com: Frango com cogumelos e batatas fritas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do ProdutorVin issu de raisins en culture biologique certifiés par Ecocert,en conversion vers Demeter.

Vin issu de raisins en conversion vers l'agriculture biologique certifiés par Ecocert, en conversion vers Demeter.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Em nosso penúltimo dia na França, aproveitamos para conhecer o novo Centre Pompidou, em Metz. É muito bonito, lembra uma cadeira de palhinha. Depois, passamos o dia na estrada, parando apenas para um lanchinho no Paul. Chegamos a Reims já no fim do dia e não foi nada fácil encontrar um restaurante na noite de domingo. Acabamos optando pelo que mais nos agradou entre as opções que estavam dentro do que queríamos gastar. Os espumantes que acompanharam nossa comida estavam bons, mas os pratos vieram um pouco passados demais. Este restaurante, descobrimos depois, é dos mesmos donos do L'Imprimerie que nos salvou na noite em que chegamos a Dijon famintos. Fizemos os primeiros brindes ao meu aniversário que seria no dia seguinte, dia em que nos despediríamos da França passeando por Paris.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando estava planejando a viagem, coloquei uma rápida parada em Reims. Sabia que não daria tempo de fazer um passeio que a região de Champagne merece, mas mesmo assim, resolvi dormir uma noite por lá e beber um Champagne. Foi isto que fizemos. Depois de uma passagem por Metz para conhecer novíssimo museu Pompidou, chegamos no final do dia em Reims. Era Domingo à noite e como estávamos sem referências tivemos dificuldade de encontrar um lugar para jantar. Escolhemos o Bistrot du Forum na place du Forum. Estavam servindo estes dois champagnes do produtor Leclerc Briant em taças. Dois ótimos espumantes de produção biodinâmica, com muita complexidade e delicadeza. Do tipo de Champagne que você poderia beber diversas taças. Muito prazeroso. A passagem foi rápida, mas o suficiente para deixar aquela vontade de voltar com calma.
Nota:
90.0 +

23 de novembro de 2010

Siegbert Bimmerle 2008


Nome: Siegbert Bimmerle
Safra: 2008
País: Alemanha
Região: Baden - Ortenau
Produtor:
Site: http://www.wein-bimmerle.de/
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 7,95 euros
Onde foi comprado: Kohler em Kehl, Alemanha
Quando foi comprado: 18 de setembro de 2010
Degustado em: 18 de setembro de 2010
Onde bebeu: À beira do Reno na promenade em Kehl
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Charakter: ein glänzendes Rubinrot im Glas verspricht auch im Duft eine eleganteFruchtaromatik die an dunkle Beerenfrüchte (schwarze Johannisbeere)erinnert, er besitzt einen kräftigen Körper der von einer harmonischenGerbstoffnote begleitet wird, auch im Abgang zeigt er sich sehr nachhaltigund ausdrucksstarkEmpfehlung: schöner Essensbegleiter zu Fleisch wie Rind und Kalb, auch zu kräftigemKäse ein GenussSelbstverständlich gilt grundsätzlich, trinken Sie jeden Bimmerle Wein, der Ihnen schmeckt, egal zu welchem Gericht!

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esqueci de contar no outro post que foi em Karlsruhe que arrumamos nossas malas para voltar para casa. Foi uma operação muito bem calculada para poder caber tudo que tínhamos para trazer. É impressionante que mesmo fazendo poucas compras ainda assim sempre temos muito para colocar na mala. Na manhã seguinte, passeamos por Karlsruhe antes de seguir para Strassbourg, nossa próxima parada. Foi uma viagem tranquila, a distância era pequena. Chegamos a Kehl, a cidade alemã na beira da fronteira francesa ao meio-dia. Aproveitamos para umas últimas compras germânicas. No supermercado, compramos algumas guloseimas para nosso último piquenique, que seria à beira do Rio Reno. Estava tudo muito bom. O vinho não era o melhor do mundo, mas fez bonito. Alimentados, partimos para Strassbourg, nos instalamos no hotel - que era bem longe de tudo e fomos dar uma volta pelo centro. Estive em Strassbourg há pouco mais de 10 anos, lembrava de algumas coisas, mas confesso que fiquei surpresa com o que vi/senti. Era como se estivesse lá pela primeira vez. É uma cidade encantadora, bonita, animada, convidativa. E aquela catedral é bem especial. Depois de caminharmos, comprarmos mais algumas lembrancinhas para o kit dos amigos e os últimos vinhos, partimos em busca de um restaurante. Escolhemos um centenário. O cardápio era no dialeto local e bem difícil de entender. Escolhemos sem pensar muito no que viria. Foram duas boas surpresas. Claudio se arrependeu depois de não ter pedido chucrute - que chegou à mesa ao lado e parecia bem bom. Foi um jantar bem bacana, numa casinha antiquíssima. Gostamos muito. Faltavam então dois dias para o fim da nossa viagem.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Queria provar um vinho tinto alemão durante nossa rápida passagem pela Alemanha. Fizemos mais um picnic antes de voltar para a França, em um belo parque à beira do Rio Reno. Passamos antes por um supermercado alemão, onde escolhi esta garrafa de Pinot Noir, ou melhor, Spätburgunden. Um Pinot bem diferente. No início, pareceu que seria um vinho básico, mas ele evoluiu bem na taça, mostrando suas características. Um Pinot diferente de todos os que já provei. Não harmonizou bem com as comidas que compramos, mas valeu pela experiência, pelo belo local. Seguimos para a bela cidade de Strassbourg. Gostei muito de lá. Jantamos em um pequeno e antiquíssimo restaurante local. Pedimos uma jarra do vinho branco da casa. Foi um jantar muito bacana.
Nota: 87,0

19 de novembro de 2010

Pergunta da Semana - 196

Nesta semana, o Le Vin au Blog pergunta:

- Você costuma usar as redes sociais, como Twitter e Facebook? Você costuma usar esses recursos para obter informações sobre vinhos?

Le Châtaignier 2009


Nome: Le Châtaignier
Safra: 2009
País: França
Região: Ménerbes, Luberon
Produtor: Domaine de La Citadelle
Site: http://www.domaine-citadelle.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Clairette 80 %, Grenache 10 %, Ugni 5 %, Rolle 5 %
Teor alcoólico: 13.5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 6,80 Euros
Onde foi comprado: Musée du Tire-Bouchon - Domaine de la Citadelle, Ménerbes
Quando foi comprado: 5 de setembro de 2010
Degustado em: 17 de setembro de 2010
Onde bebeu: Ibis Karlsruhe, na Alemanha
Harmonizado com: Salmão, espinafre e batatas e Peru com fritas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vendanges en caisses et mécanique.Macération pelliculaire.Pressurage pneumatique.Fermentation en cuve inox.Elevage en cuve sur lies avec remuage régulier.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois que saímos de Belluno, passamos pelos Alpes em direção à Áustria. O visual é impressionante. Avistamos da estrada vários teleféricos que levam às pistas de esqui. As cidades pelo caminho são todas bonitinhas, limpas, aconchegantes. Almoçamos ainda na Itália, mas uma comida com cara de comida alemã, muito boa! Passamos bem rápido por Innsbruck, que não nos chamou a atenção. Guiados pelo nosso querido Manoel, o GPS português do Flávio e da Cris, seguimos em direção a Bayerzell, já na Alemanha. Manoel nos levou por uma estradinha que não passava carro algum, já estávamos quase ficando preocupados, mas depois de várias curvas, chegamos. Bayerzell parece cidade cenográfica. É pequena, mas pequena mesmo, menor que Esmeralda. É toda bonitinha. Nosso hotel parecia aquele do filme Feitiço do Tempo. Chegamos e logo já fomos nos instalando. Tão bom poder usar o meu (quase esquecido) alemão. O jantar seria servido até as 20h e já eram quase 19h! Claudio quis comer o buffet, que, logo descobrimos, era só para quem tinha pacote. Lá fui eu pedir para o garçom qual o nome daquele prato do buffet que o Claudio queria porque queria comer. "Não, esse não tem no cardápio". Tentei convencê-lo então de vender um jantar à parte. Consegui! Eu escolhi uma batata assada com salada deliciosa do cardápio mesmo. Claudio, como bom carioca, queria esperar para comer junto comigo, mas o garçom, sem papas na língua, como bom alemão, lembrava a todo instante que ele tinha que ir se servir no buffet. No final, com toda a confusão que criamos, conseguimos jantar muito bem! Como ainda eram 20h quando terminamos, resolvemos passear pela enorme cidade. Tudo apagado, mas ainda assim achamos um café aberto, onde tomamos um sorvete. Todas as pessoas entravam numa portinha de um hotel, pensamos em ir lá também, mas ficamos com medo. :) Sabe-se lá o que poderia ser. Fomos dormir cedo nesta noite. No dia seguinte, seguimos para Munique. Tão bom voltar a Munique depois de 10 anos! A cidade já estava em clima de Oktoberfest. Olhando as vitrines, cheias de manequins vestindo Lederhosen, me lembrei das vitrines de Caxias do Sul, que se transformam na época da Festa da Uva. Passeamos basicamente pelo centro de Munique. Saímos de lá em direção a Karlsruhe, onde passaríamos a noite. Longa viagem! Chegamos tarde e, sem indicações prévias, tivemos de apelar para a cozinha do Ibis, o que foi um acerto. Os pratos estavam muito bons e fizeram par perfeito com o saboroso vinho francês. Foi um ótimo jantar. Deu até saudade agora da comida alemã...
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: Leve dourado
Exame olfativo: Notas de frutas como melão, maçã misturado com mel. Agradável.
Exame gustativo: Durante nosso passeio pelo Luberon, passamos por acaso pelo Museu do Saca Rolhas e resolvemos entrar para ver. Este museu fica dentro do Domaine de la Citadelle, entre os vinhedos e a vinícola. Após a visita, você pode degustar alguns vinhos produzidos ali. Provamos alguns vinhos e em geral eles foram boas surpresas e resolvemos comprar 2 garrafas. (Isto deve acontecer com muitos turistas que passam por ali. A atendente me contou que naquele domingo o movimento tinha sido muito grande e com muitas vendas). Uma destas garrafas foi este gostoso vinho branco que acabamos bebendo na Alemanha. Chegamos tarde em Karlsruhe e resolvemos não arriscar em sair e procurar um restaurante aberto. Pedimos uma comida no restaurante do hotel Ibis que funcionou muito bem com o vinho. É aquele típico vinho de excelente custo/benefício, um branco bastante saboroso eintenso. Bastante rico na boca e ainda muito vivo e jovem. Boa acidez e notas que misturavam frutas tropicais com mel, sem ser enjoativo. Bom final de boca, com boa intensidade. Foi uma boa surpresa, muito agradável.
Nota: 89.0

18 de novembro de 2010

Prosecco Agostinetto Valdobbiadene / Cabernet La Manzane - 2008


Nome: Prosecco Agostinetto Valdobbiadene / Cabernet La Manzane
Safra: - / 2008
País: Itália
Região: Valdobbiadene / Treviso - Vêneto
Produtor: Agostinetto - La Manzane
Site: http://www.agostinetto.com/ / http://www.lemanzane.it/
Importador: -

Uvas/Corte: Prosecco / Cabernet Franc
Teor alcoólico: 11,5% / -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: 2 euros cada taça
Onde foi comprado: Ristorante Taverna, em Belluno
Quando foi comprado: 15 de setembro de 2010
Degustado em: 15 de setembro de 2010
Onde bebeu: Ristorante Taverna, em Belluno
Harmonizado com: Gnochi di Zucca con Riccota affumicata (Rafaela) e Pappardele ao mirtilo con ragú di cinghiale (Claudio) e Skiz Pastin e funghi con polenta (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Prosecco: Spumante extra dry piuttosto secco con particolare attenzione verso la struttura e la durata nel tempo; canali di vendita quasi esclusivamente ristoranti ed enoteche.

Cabernet: Colore rosso rubino che invecchiando diviene granato. Profumo vinoso intenso, gradevole. Sapore asciutto, corposo, lievemente erbaceo, aromatico e deciso.
E’ indicato con piatti di carne e formaggi.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este post precisa começar um dia antes, quando chegamos a Belluno sem hotel reservado. Olhamos na internet e achamos a indicação de alguns. Um deles, descobrimos logo em seguida, estava fechado, apesar da placa enorme na fachada. Outro, lotado. Ciclistas costumam ir a Belluno para passeios pelas montanhas e havia um grupo deles nesse segundo hotel. Já meio desesperados, fomos a uma agência de viagem. Gastamos nosso italiano. No final, a moça da agência desceu até a rua para nos explicar onde poderíamos encontrar duas opções. A primeira era uma casa de férias, da igreja católica. Fomos até lá, como havia vagas, acabamos ficando ali mesmo, mesmo com os horários rígidos - tínhamos de voltar até as 23h, senão ficaríamos para fora. Deixamos as malas e saímos atrás de um restaurante. Cidade pequena, havia poucas opções. Acabamos indo a uma pizzaria onde tinha mais movimento. Foi uma boa escolha, pois a pizza era ótima. Pedimos um vinho da casa. Claudio detestou o vinho. Eu estava gostando do clima do jantar, com direito a cantor italiano, cantando músicas em italiano! Lembrei-me do cara que canta(va) na Macarronada Italiana em Florianópolis. :) A pizza foi um presente da minha mãe, "para comermos por ela a pizza tão boa da Itália". Voltamos a tempo ao hotel. Ufa! Na manhã seguinte, era o dia especial, de visitar as cidadezinhas dos parentes. Acordamos cedo. Na frente da casa de férias, havia um grupo de brasileiros, logo reconheci o (meu) sotaque, mas fiquei calada no meu canto. Depois de um imenso café com leite na praça central de Belluno, partimos para Cesiomaggiore, Anzaven e Feltre. Cesiomaggiore, como já disse, foi onde nasceu meu avô paterno. Anzaven foi onde meus bisavós moraram até se mudar para o Brasil. Feltre, não na cidade, foi onde nasceu minha bisavó. Foi um dia emocionante. Fiquei imensamente feliz de ter feito essa viagem. Foi realmente especial. Na volta para Belluno, passamos em um museu, o Museo Etnografico della Provincia di Belluno, destino certo de todo descendente de italianos da região do Vêneto, basta dar uma olhadinha no livro de visitas. Vale mesmo a visita, ali eu entendi vários dos costumes que fizeram parte da minha infância no Rio Grande do Sul. Lembrei também da professora Luci, que em 1989 foi quem pela primeira vez alertou para a ascendência italiana. De volta a Belluno, fomos procurar um lugar para jantar. Acabamos no Taverna, que não tínhamos visto na noite anterior. Restaurante antigão, tradicional, mas com pratos 'modernos' e deliciosos. Comi um nhoque que deixou saudades. Voltaria lá só para provar novamente. Claudio escolheu uns pratos menos convencionais. Para acompanhar meu nhoque, escolhi esse prosecco, bem gostoso. Depois, enquanto Claudio comia o secondo, pedi mais uma tacinha. Claudio pediu sugestão de um tinto para o garçom. Ótima escolha. Dali, no dia seguinte, partimos para a Áustria. Ah, sim, antes que eu me esqueça. Depois que voltamos do restaurante, havia um grupo na recepção da casa de férias, falando gauchês, claro. Conversamos um pouco e, para ver como esse mundo é pequeno, uma das integrantes do grupo de brasileiros de Erechim também era de Esmeralda! Ficamos todos impressionados.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Um dos jantares mais saborosos que fizemos durante nossa viagem foi na pequena cidade de Belluno no restaurante Taverna. Chegamos lá na véspera e na primeira noite resolvemos comer uma pizza. Foi divertido, a pizza estava boa, um cantor italiano bem animado cantava boas músicas. Pedimos um vinho da casa, que durante toda a viagem tinha sido boa opção, porém o vinho que pedimos para acompanhar a pizza foi o mais fraco da viagem, uma pena. Na noite seguinte, saímos caminhando pela cidade para ver as (poucas) opções de restaurantes. Por acaso, escolhemos o Taverna e foi uma das melhores escolhas que fizemos. O cardápio do restaurante não era extenso, mas recheado de opções muito atraentes. Foi difícil escolher qual prato comer. Para acompanhar, resolvi pedir vinhos em taça, assim poderíamos provar mais de uma opção. Como estávamos ali, colados à região de Valdobbiadene, resolvemos abrir a noite com um Prosecco. O espumante estava delicioso, boa acidez, agradável e muito bem feito. Foi uma grata surpresa, assim como os surpreendentes pratos. A Rafaela resolveu pedir mais uma taça do Prosecco e eu pedi a ajuda para um garçom, que parecia dono do restaurante, para escolher uma taça de vinho tinto. Ele sugeriu um Cabernet. Sugestão aceita, segundo prato chegando, quando fui provar o vinho, a surpresa, esperava um Cabernet Sauvignon e na boca o vinho tinha todas as características de um Cabernet Franc. Confirmei com o garçom que confirmou: "Sim, claro, Cabernet Franc." Como eu gosto muito de Cabernet Franc, a surpresa não poderia ser melhor. Passei a observar os tintos da região e muitos rótulo feitos apenas com esta uva. Vinho com boa tipicidade, com notas vegetais e leve fruta finalizando o agradável conjunto. Fiquei com vontade de provar outros Cabernet Francs italianos. Belo jantar, bela noite.
Nota: 89.0

16 de novembro de 2010

Sélection des Cognettes 2008 - Muscadet Sèvre et Maine - 19ª Harmonização Virtual entre Blogs



* Esta é a 19ª Harmonização Virtual Entre Blogs, realizada pelo Gourmandise e pelo Le Vin au Blog. Depois de um longo período sem nossas Harmonizações virtuais, voltamos com um vinho branco francês e este prato de salada de folhas com lula recheada. Veja a receita no blog Gourmandise.

Nome: Sélection des Cognettes
Safra: 2008
País: França
Região: Muscadet Sèvre et Maine Sur Lie - Clisson
Produtor: Stéphane et Vincent
Site: http://www.domainedescognettes.fr/index.php
Importador: Cave Jado

Uvas/Corte: Melon de Bourgogne 100%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 48,00
Onde foi comprado: Direto da importadora Cave Jado
Quando foi comprado: 08 de novembro de 2010
Degustado em: 15 de novembro de 2010
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Salada de Folhas com Lulas recheadas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do ProdutorSa robe est brillante aux reflets pâles. Le nez évoque la citronnelle, le pamplemousse, les fleurs blanches. La bouche offre une sensation de fraîcheur dotée d’une agréable vivacité. Les arômes de poire et d’agrumes sont suivis d’une belle minéralité et d’un léger perlant. Suggestion Consommation:Vous apprécierez ce vin en apéritif, sur des coquillages, sur des poissons, sur une fondue savoyarde ou un fromage de chèvre. T° 8° C Ce vin a obtenu une médaille d’Or aux concours des vignerons indépendants en 2009 et une médaille d’Or au grand concours des vins de Nantes 2009 PARUTION - prochains Guides des vins Gilbert § gaillard édition 2010, Gault § Millau édition 2010 et vins HACHETTE 2010.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Clarinho, mas como se fosse uma versão clarinha de um amarelo-ouro.
Exame olfativo: Cheiro bem característico de vinho branco, difícil de ser descrito.
Exame gustativo: Começando pelo vinho, este segundo semestre marcou minha estreia no mundo dos Muscadet, algo que me deixa especialmente feliz. Eu gosto muito de vinhos brancos e esses são muito bons. O primeiro que provei foi em Paris, como contado aqui semanas atrás, depois provamos um no dia do meu aniversário e outro com a Moqueca do Mauro, já aqui. O primeiro ainda continua imbatível, mas esse de ontem desponta como segundo na lista. Gostoso, equilibrado, um leve docinho, mas que de vez em quando revelava um amargo bem fraco e adequado. Em relação ao prato, comecei gostando muito, mas aos poucos, não sei por que, fui meio que perdendo o interesse. Ainda assim, comi duas porções! O molho da salada é bem suave e merece ser repetido. Acho que deveríamos ter colocado um pouco mais de sal no recheio da lula, não sei... De qualquer forma, o vinho ganhou disparado do prato. Para mim, não ocorreu efetivamente uma harmonização, cada um manteve-se sozinho no seu canto - com o vinho sobressaindo-se um pouco mais. Enquanto o Claudio achou que este é um vinho para acompanhar comida, eu já diria que é um vinho para beber num fim de tarde colocando a conversa em dia com as amigas.
Nota do vinho: 92.0
Nota da harmonização: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo bem francês. Garrafa comprida, comum nesta AOC.
Exame visual: Dourado pálido
Exame olfativo: Notas cítricas e leve nozes ao fundo.
Exame gustativo: Quando estivemos na França nas nossas férias provamos um delicioso Muscadet. Tivemos a ideia de sugerir um para a nossa Harmonização Virtual. Não existem muitas opções de Muscadet no mercado. Achamos este da importadora Cave Jado e nos pareceu uma boa opção. Sugestão feita, Marcel e Nina correram para preparar uma receita para acompanhar. A sugestão ficou para este leve e saboroso prato: Salada de Folhas com Lulas recheadas. Vamos ao vinho: gostoso Muscadet caracterizado pela marcante acidez. Notas cítricas, algo leve de maçã e melão e claras notas minerais. Um pouco de variação em função da temperatura que você serve. É um conjunto muito agradável, bem feito e refrescante. Bom vinho para se beber no verão. Para quem gosta de um vinho branco com bastante acidez fica aqui a dica. Gostei do prato, as folhas de hortelã e o molho davam um sabor diferenciado. Acho que coloquei pouco sal na Lula. Poderia ter um pouco mais, de qualquer forma o recheio casou bem. O conjunto salada + lula formou um prato bem leve. O conjunto vinho + prato ficou bastante fresco e agradável. Não ocorreu harmonização onde um faz o outro crescer, mas não brigaram entre si. A acidez do vinho se sobressaia no conjunto, mas a combinação como um todo foi agradável e leve. Valeu a experiência.
Nota: 88,0+

Les-Saint-Julien 2008 - Nuits-Saint-Georges


Nome: Les-Saint-Julien
Safra: 2008
País: França
Região: Nuits-Saint-Georges - Borgonha
Produtor: Domaine Chevillon-Chezeaux
Site: http://chevillon-chezeaux.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 23,30 euros
Onde foi comprado: Nuits-Saint-Georges
Quando foi comprado: 31 de agosto de 2010
Degustado em: 14 de setembro de 2010
Onde bebeu: Castelnuovo, no Vêneto
Harmonizado com: Salame vêneto com alho, prosciuto de San Daniele, dois tipos de queijo asiago e um legítimo pão italiano
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
http://chevillon-chezeaux.com/nuits-saint-julien.html

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Saímos cedo em direção ao Lago di Garda. Belo passeio, belo lugar, vale a pena, mas com mais tempo do que nós gastamos lá. No começo da tarde, estávamos de volta a Verona para irmos à loja de vinhos recomendada no Osteria Giulietta e Romeo. Ótima loja, pena que não a descobrimos antes. Pronto, agora estávamos preparados para seguir adiante, em direção aos i parenti, como de sacanagem o Claudio começou a chamar nossa viagem a Belluno. :) Essa era a parte mais importante, para mim, da nossa passagem pela Itália. Meu avô paterno nasceu em Cesiomaggiore e veio para o Brasil, junto com os pais e um monte de irmãos, no começo do século XX. Partiram de Gênova e, depois de dois meses a bordo de um navio, chegaram ao Rio. Até 1989, quando eu estava na sétima série, eu nem fazia ideia de que meu sobrenome era italiano. Meu pai pouco sabia da história toda, pois o avô morreu muito cedo. Ninguém aprendeu italiano ou soube muito sobre o assunto. Há mais ou menos 10 anos, eu comecei a me interessar, procurar informações, documentos. Descobri bastante coisa, especialmente depois que um parente me mostrou tudo que ele já havia pesquisado. Foi com ele que soube que os bisavós tinham morado, antes de partir para cá, num pequeno povoado chamado Anzaven. Pois bem, esse seria nosso destino na Itália, aquele canto pouco povoado no pé dos Alpes, ou dos Dolomiti, como eles chamam lá. De Verona, partimos então em direção a Belluno. No caminho, morrendo de fome, e sem achar lugar algum para comer, acabamos entrando numa pequena cidade. No supermercado, fomos atendidos por uma simpática vendedora. Ela separou salames, queijos e um bom pedaço de pão para nosso piquenique. Ela entendeu direitinho o espírito de nosso desejo de almoço. Nos instalamos numa pracinha perto do super e foi maravilhoso. Estava tudo muito gostoso. O vinho, que iríamos trazer para casa, mostrou-se muito bom, levinho, gostoso. Dali, partimos para Belluno, onde ainda precisávamos procurar um hotel. O caminho até lá é belíssimo, com muitas montanhas. Um dia, quem sabe, quero repetir.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Estilo da Borgonha, sem surpresas.
Exame visual: Clássica cor de Pinot Noir
Exame olfativo: Bastante intenso, notas de frutas com intensidade maior que outros Pinot que degustamos.
Exame gustativo: Compramos este vinho em Nuits-Saint-Georger com o objetivo de trazer esta garrafa para o Brasil. No meio do caminhjo, percebi que havia vazado um pouco pela rolha e achei melhor abrir logo e degustar de uma vez. Este é um problema que corremos quando viajamos de carro por alguns dias. Em geral o vinho fica dentro do carro e a variação de temperatura durante a noite e o dia pode prejudicar os vinhos. Acredito que tenha sido isto que aconteceu com esta garrafa. Desta forma, em pleno Vêneto, na Itália, abrimos uma garrafa de um Borgonha, para acompanhar mais um picnic denossa viagem. Desta vez comemos diversos e deliciosos produtos italianos: queijos, pão, salame. A vendedora do supermercado nos ajudou a escolher e cortou pequenos pedaços para provarmos de queijos locais. Tudo delicioso, perfeito. Assim como este Pinot Noir. Repetiu na boca a intensidade no sabor de fruta, sem perder sua elegância e corpo. Bastante nuances e que irá ganhar com mais tempo em garrafa. Final agradável. Muito bom vinho.
Nota: 90.0

15 de novembro de 2010

Pergunta da Semana - 195

Nesta quinta feira chega a safra 2010 do Beaujolais Nouveau. Inspirados nisto, Le Vin au Blog quer saber: você costuma comprar Beaujolais Nouveau? Você gosta dos vinhos feitos da uva Gamay?

10 de novembro de 2010

Pergunta da Semana - 194

Nesta semana, o Le Vin au Blog pergunta:

- O que você acha de banners e de propagandas em blogs?

8 de novembro de 2010

Allegrini La Grola - 2006



Nome: Allegrini La Grola
Safra: 2006
País: Itália
Região: Vêneto
Produtor: Allegrini
Site: http://www.allegrini.it/
Importador: -

Uvas/Corte: 70% Corvina Veronese, 15% Rondinella, 10% Syrah e 5% Sangiovese
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 25 euros
Onde foi comprado: Osteria e Enoteca Giulietta e Romeo, em Verona
Quando foi comprado: 13 de setembro de 2010
Degustado em: 13 de setembro de 2010
Onde bebeu: Osteria e Enoteca Giulietta e Romeo, em Verona
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vino di buon corpo, intenso ed elegante, ha colore rosso rubino carico e profumo ampio ed avvolgente, con note di frutti di bosco unite a sentori di ginepro, tabacco e caffe'. Viene prodotto con le uve Corvina Veronese, Rondinella, Syrah e Sangiovese provenienti dall'omonimo vigneto, uno dei piu' prestigiosi, per storia e posizione, della Valpolicella Classica. L'alta densita' di impianto e la conseguente bassa resa del podere contribuiscono a conferire a questo vino la caratteristica concentrazione. Puo' invecchiare per 10 - 12 anni.
La Grola e' indicato per accompagnare piatti a base di carni rosse, sia arrosto che con salse brune, specialmente agnello e capretto. Inoltre e' delizioso con funghi stufati o alla griglia e con formaggi stagionati non piccanti. Si consiglia di servire ad una temperatura di 16-18 C e di stappare la bottiglia un'ora prima del consumo.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Acordamos com uma chuvinha nesta manhã, o que nos fez alterar nosso plano de ir conhecer o Lago di Garda. Resolvemos passear por Verona. Era uma segunda-feira e as ruas estavam movimentadas. Entramos finalmente na casa de Giulietta, caminhamos pelos arredores do centro, almoçamos em um restaurante bem na hora de uma chuva torrencial. Havia na cidade outro evento, que depois descobrimos era a primeira edição. Tratava-se de um jantar na praça central, que foi transformada em um belo restaurante ao ar livre. Ruim era o prenúncio de chuva à noite, mas os veroneses têm o santo forte, pois à noite a chuva parou e todos puderam jantar tranquilamente. Nós até pensamos em ir, os 55 euros do ingresso nos seguraram. Depois, nos arrependemos, mas, ao mesmo tempo, ao ver todas as pessoas de vestidos longos e terno, pensamos que talvez não estivéssemos preparados. Enquanto o jantar ocorria na praça, fomos a uma simpática osteria, Giulietta e Romeo. Chegamos no momento certo. Atrás de nós, logo formou-se uma fila de espera. Resolvemos aproveitar para um jantar especial. E foi mesmo. A comida estava perfeita, o vinho à altura. Valeu muito a pena.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de um dia por Verona, resolvemos jantar no Giulietta e Romeo. A carta de vinhos deste restaurante é muito boa. Muitas opções interessantes e ficou difícil escolher. Acabei optando por um grande produtor da região, Allegrini. O La Grola foi logo mostrando ao que veio: no primeiro gole já dá para perceber que era um vinho muito prazeroso, bem equilibrado entre elegância e fruta. Foi uma companhia perfeita para nosso excelente jantar. Um vinho que recomendo. Conseguimos pegar uma dica de uma boa loja de vinho em Verona com o pessoal do restaurante. No dia seguinte passamos por lá para fazer umas comprinhas. Depois do Jantar rumamos para a praça principal, onde estava acontecendo um grande evento na cidade, um belo jantar ao ar livre. Durante o dia, mesmo com chuva, eles montaram uma grande estrutura com mesas para o jantar da noite. Durante o dia almoçamos por ali, bebemos uma taça de um gostoso Amarone e vimos todo o movimento de preparação do Jantar. Deu até vontade de participar, foi um jantar com 5 pratos, vinhos da região, tudo muito organizado e bem produzido. Felizmente, parou de chover e o evento transcorreu normalmente.
Nota: 90.0 +

7 de novembro de 2010

Masua di Jago 2009 - Valpolicella DOC Classico



Nome: Masua di Jago
Safra: 2009
País: Itália
Região: Masua di Jago, Jago di Negrar, Verona
Produtor: Azienda Agricola Recchia
Site: http://www.recchiavini.it
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 12%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Café em Verona
Quando foi comprado: 12 de setembro de 2010
Degustado em: 12 de setembro de 2010
Onde bebeu: Café em Verona
Harmonizado com: Salada (Rafaela) e risotto (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do ProdutorIl classico senza tempo. Di corpo medio e con contenuto alcolico moderato, sorprende per la modernità del suo gusto giovane. Nasce da potature corte e produzione limitata. Le uve della Valpolicella vengono raccolte quando hanno già raggiunto la piena maturazione, perché possano esprimere al meglio la carica della fragranza fruttata. A tavola, un brillante convitato non senza un certo carattere.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Continuando na viagem à Itália, depois do jantar improvisado no hotel, partimos para Cinque Terre, lugar, que como o nome já diz, é formado por cinco terras bonitinhas na costa do Mar Mediterrâneo. O ideal seria passar alguns dias por ali, curtindo devagar cada terra, mas como nosso tempo era curto, como sempre é quando brasileiros viajam à Europa somente a passeio, e precisamos ver tudo num dia só! Partimos de trem logo cedo, parando na primeira terra: Monterroso al Mare. Dali, empolgados, resolvemos ir até a segunda terra, Vernazza, pela trilha. Mal sabíamos o que nos esperava. Havíamos feito a meia maratona dias antes de viajar e estávamos bem auto-confiantes. Depois de uma hora caminhando morro acima, eu estava quase pedindo para ser resgatada por um helicóptero... Como não havia outra opção e uma hora a gente ia descer, segui caminhando. Depois de duas horas de trilha, chegamos a bela Vernazza, tomamos banho de mar, bebemos uma garrafa inteira de água e decidimos: seríamos mais feliz visitando as outras terras de trem! Já tínhamos até o bilhete! Foi assim que chegamos a Corniglia e Manarolla. Corniglia é a única que não tem praia, fica no alto de uma montanha, mas depois daquela primeira trilha, os degraus nem nos assustaram mais. Gostamos bastante de Manarolla, bonita e animada. Dali até a última terra, Riomaggiore, fomos caminhando novamente, mas é moleza e vai-se pela Via dell'Amore. Então valeu muito a pena, a vista é linda e o dia estava fantástico. Na volta a Lavagna para pegar o carro, tomamos mais um banho de mar e uma ducha rápida na praia mesmo. Havíamos reservado um restaurante em Parma e já estávamos atrasados. Chegamos quase às 21h em Parma, onde fomos à deliciosa Trattoria Corrieri. Ali comemos comida maravilhosa (na internet se encontra comentários de todos os tipos sobre o lugar - nossa experiência foi bem positiva), acompanhada por um vinho da casa. Dormimos em Modena. Na manhã seguinte, domingo, aproveitamos para ir ao Museu da Ferrari em Maranello. Claudio estava todo animado. Os carros são impressionantes mesmo, mas fiquei meio chateada de todos os pilotos terem uma foto em close, menos o Barrichello. Dele, tem apenas uma foto dentro do carro. Antes de irmos para Verona, onde passaríamos os dias seguintes, fizemos a loucura de ir até o Adriático. Estava um dia bonito, Claudio até tomou banho de mar. Chegamos em Verona à noite e fomos direto para o centro da bela cidade. Ao chegar lá, uma boa surpresa: estava acontecendo o XXX Campionato Nazionale Sbandieratori. Quem já assistiu a Sob o sol da Toscana, tem uma ideia do que seja. Muito bacana. No final, tiramos fotos com os vencedores. Cada equipe tem um uniforme todo de veludo, com modelos que remetem aos tempos medievais. Nessa noite, jantamos em um café ali no centro de Verona, pois já estava tarde, estávamos com fome e sem vontade de ficar procurando muito. Eu gostei muito da minha salada. Na volta para o hotel, ainda passamos pela Casa di Giulieta, algo que eu queria muito conhecer, ainda mais depois de Cartas para Julieta, mas disso falo mais depois.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Pouco atraente.
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Completando o comentário da Rafaela. Depois do belo passeio em Cinque Terre, tivemos um ótimo jantar em Parma. Lá degustamos o vinho da casa, um típico e agradável vinho italiano. Não fiz anotações sobre ele. No dia seguinte tivemos um ótimo almoço em Bolonha. Comemos uma massa à bolonhosa e pedimos duas taça diferentes de dois excelentes Chiantis. Foi um almoço muito saboroso. A curiosidade é que na TV do restaurante estava passando o Grande Prêmio da Itália de F1. Foi interessante ver a vibração dos italianos quando a Ferrari do Alonso passou a Red Bull na saída dos boxes. A reação deles foi a mesma de um gol da Itália. Chegando em Verona, alguns restaurantes já estavam fechando, conseguimos comer alguma coisa em um café perto do local onde estava acontecendo o XXX Campionato Nazionale Sbandieratori. Sempre é muito bacana quando você chega em algum lugar onde está acontecendo alguma festa ou evento que envolva a cidade. Durante este jantar, pedimos uma garrafa deste Valpolicella. Um vinho bastante agradável, fácil de se beber. Vinho com perfil mais básico, mas combinou com aquela noite de domingo em Verona. Valeu.
Nota: 87.0

2 de novembro de 2010

Pergunta da Semana - 193

Nesta semana, o Le Vin au Blog pergunta:

- Qual é o vinho que não sai da sua cabeça? Seja por ser um sonho de consumo, ou por vontade de prová-lo novamente, ou por curiosidade...

1 de novembro de 2010

Alamos - Malbec 2009 #cbe



Nome: Alamos
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Alamos
Site: http://www.alamoswines.com/en/
Importador: Mistral

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 14,90 (375ml)
Onde foi comprado: Griffe dos vinhos, Cadeg, RJ
Quando foi comprado: 9 de outubro de 2010
Degustado em: 24 de outubro de 2010
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizza da Domino's
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor-

Comentário da Rafaela
Exame visual: Rubi.
Exame olfativo: Cheiro que dá uma dorzinha no nariz. Difícil de identificar.
Exame gustativo: Vinho bem feito, ideal para acompanhar uma pizza. Leve. Fácil de gostar. E tem um ótimo preço, especialmente se for comprado na Cadeg. :) Vai ficando melhor depois de um tempo aberto. Lá pelas tantas, começa a ter gosto de frutas vermelhas. Bem bom!
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Tradicional linha do Alamos. Apenas a tipologia e a cor do nome da uva estão desequilibrando o conjunto.
Exame visual: Rubi indo para o Violeta
Exame olfativo: Início com um pouco de álcool aparente. Vai abrindo aos poucos, notas de groselha, algo doce. Final com notas tostadas.
Exame gustativo: Este foi o vinho que degustamos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. Aproveitei o tema, um Malbec argentino, para provar novamente o Alamos que não degustava há algum tempo. É um vinho interessante, pois é bem feito e tem um custo bastante interessante, típico best buy. Bom vinho, chama a atenção principalmente pelo seu final bem marcado, com notas altas. Sabor firme com ameixa madura e leve achocolatado. Vale deixar aberto um pouco antes de provar. Vai ficando bem macio no decorrer da degustação. É um vinho que vale pelo seu custo.
Nota: 87.0+

Domaine La Suffrene 2009 - Bandol


Nome: Domaine La Suffrene
Safra: 2009
País: França
Região: Bandol
Produtor: Domaine La Suffrene
Site: http://www.domaine-la-suffrene.com/domainea.html
Importador: -

Uvas/Corte: Mourvèdre 40 %, Cinsault 30 %, Grenache 20 % e Carignan 10 %
Teor alcoólico:14%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 11 euros
Onde foi comprado: Bandol Wines, em Bandol
Quando foi comprado: 8 de setembro de 2010
Degustado em: 10 de setembro de 2010
Onde bebeu: Lavagna, Itália
Harmonizado com: Focaccias e pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Notre vin rosé, tout aussi fidèle à la typicité du Bandol, est composé de Mourvèdre (40%), de Cinsault (30%), de Grenache (20%), et de Carignan (10%)Les fermentations malo-lactiques sont généralement bloquées pour garder de la fraîcheur et de la vivacité. C'est un vin complexe, gras, long en bouche, qui se veut aussi bien un vin de repas qu'un vin d'apéritif.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Durante alguns dias, provamos apenas vinhos da casa nos lugares que escolhíamos para jantar ou almoçar. Foi assim em Cannes, em Nice e em Gênova. Também provamos vinhos em uma loja da cidade de Bandol. Aliás, ótimos vinhos. Outra coisa que nos impressionou foi a simpatia do vendedor. Estávamos realmente muito esculhambados quando entramos na loja, vindos da praia... Na loja, havia já algumas pessoas bem arrumadas. Para o vendedor não fez a mínima diferença... Provei um vinho rosé fantástico, este que seria bebido dias depois na véspera de conhecer Cinque Terre, na Itália. Nesse dia em que passamos em Bandol, começamos com um rápido passeio por Manosque, depois seguimos para a fábrica da L'Occitane, onde visitamos um museu e fiz algumas comprinhas. Dali, fomos em direção ao Mar Mediterrâneo e passamos por Bandol - havia ali um grupo de brasileiros. Nosso destino era Toulon. Nesse dia, passamos por uma praia pequena, de pedras e encostada contra um penhasco, bem bonita. Em Toulon, à noite, passeamos por um parque que parece ficar bem movimentado no verão. No dia seguinte... Bom, o dia seguinte foi meio ruim. Pegamos em Toulon um protesto contra o aumento da idade para se aposentar, que nos atrapalhou bastante. Depois, mais trânsito em Saint-Tropez. Fiquei com uma péssima impressão. Só volto lá em baixa temporada. Chegamos a Nice só no final do dia, já meio cansados. A cidade é tão linda que anima! Há noite, há muitas pessoas pela rua e o clima da cidade é fantástico. Eram nossos últimos dias na França. No dia seguinte, fomos a Cannes, cidade bonita. Foi lá que provei pela primeira vez mexilhões com batatas fritas, acompanhados por um bom rosé. Adorei! Nesse dia, antes de irmos a Cannes, fomos conhecer Saint-Paul de Vence. Pequena cidade, também no alto de uma montanha, que respira arte. De pouco em pouco, há uma estátua ou uma obra artística, além de as casas serem todas de pedras e a vista de lá ser impressionante. Recomendo! Foi dali que fomos a Cannes e até pegamos uma prainha à tarde. Na volta a Nice, jantamos em um italiano. Pizza, acompanhada pelo vinho da casa. O dia seguinte foi de belas paisagens à beira do Mediterrâneo. A cor daquela água é linda! Antes de chegarmos à Itália, ficamos algumas horas em Mônaco. Trata-se de um país menor que uma cidade, bem apertadinho contra as montanhas. Os carros que circulam pelas ruas são bem bonitos. Claudio ficou o tempo todo identificando o circuito da F-1. :) Depois, passamos por Sanremo e seguimos para Gênova. Estávamos meio preocupados, pois não tínhamos hotel reservado. Na Itália, não encontramos tantas redes de hotéis como havia na França. Depois de mais de 10 dias viajando pela França, à primeira vista, achamos a Itália meio bagunçada, mas logo nos acostumamos com esse novo ritmo. Acho que essa é uma reação é meio natural, como em qualquer mudança. Depois de perguntar em vários hotéis se havia vaga, encontramos um de nosso agrado, chamado Hotel Vittoria. O senhor que nos atendeu era uma figura. Pareceu ser um hotel familiar. O irmão dele, tão velhinho quanto, era o mensageiro. O banheiro parecia o de casa de tia que nunca fez reforma, com azulejos bem coloridos. Não achei ruim não. O chuveiro era bem bom. Em frente ao hotel, jantamos em um restaurante indicado pelo senhor da recepção. Comi uma massa diferente com pesto genovese. Afinal, estava em Gênova. Aliás, antes que eu me esqueça, foi dali que saíram meus antepassados, rumo ao Brasil, há mais de 100 anos! Fizemos fotos no porto. De Gênova, seguimos passeando pela costa italiana até Lavagna, uma cidade antes das Cinque Terre. No dia seguinte nos dedicaríamos a elas. Como já havíamos aprendido que tudo pode fechar bem cedo na Europa, compramos uma coisinhas para nosso jantar. E, para acompanhar, abrimos o rosé comprado lá em Bandol. Antes de viajar, várias pessoas me perguntaram se estava prepara para enfrentar os italianos, que eles não eram simpáticos com turistas... Em Lavagna tivemos uma experiência que comprovou exatamente o contrário. Queríamos resfriar o vinho, mas não encontramos gelo para fazer isso nos supers locais. Claudio viu uma peixaria e sugeriu vermos se lá vendia. Não vendia, mas a moça que nos atendeu apontou para um freezer onde estavam legumes congelados e perguntou se queríamos um pouco do gelo que estava ali. Chamou então um outro funcionário, que, com uma faca, raspou pedaços de gelo e os colocou em um saco. Saímos de lá agradecidos. Nosso vinho geladinho estava garantido. :) Para terminar, vale dizer que o vinho é realmente muito bom.
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: Leve rosado, bonito.
Exame olfativo: Nariz rico e de difícil definição. Prazeroso.
Exame gustativo: Alguns complementos ao relato da Rafaela: Já tinha planejado beber um bom rosé quando estivéssemos à beira do Mediterrâneo. Um dos primeiros locais de praia que fomos foi Bandol. Bandol é um lugar interessante. Os vinhedos ficam muito próximos ao mar. Depois de um mergulho nas lindas águas do Mediterrâneo, voltamos para a cidade, onde avistamos uma loja de vinhos. Resolvemos parar por lá e conhecer a loja. Tivemos ótima surpresa. O vendedor da loja fui muito simpático, falou bastante sobre os vinhos e a região. Ele nos ofereceu alguns vinhos. Provei quatro deles e todos fantásticos. O mais interessante é que os vinhos de Bandol não têm o preço de outras regiões mais badaladas. Os vinhos realmente impressionaram. Era para comprar uma garrafa e acabamos saindo de lá com 3. E com vontade de ter levado outras tantas. Um dos vinhos comprados foi este que comentarei aqui. Durante estes dias degustamos alguns vinhos dos restaurantes que passamos. Destaque para um rosé que bebemos em um lindíssimo dia de sol, acompanhado por um prato que gosto: moules et frites. Fomos abrir esta garrafa de rosè já na Itália, na véspera de visitar Cinque Terre. Conseguimos um pouco de gelo, compramos pães italianos, queijos e degustamos em nosso hotel este delicioso Bandol. Vinho com bastante corpo e sabor muito intenso na boca. Muito bem feito, prazeroso de final marcado e intenso. Vinho pedia um prato de comida. Foi uma excelente surpresa. Fiquei fã dos vinhos de Bandol. Quem não os conhece, recomendo provar.
Nota: 90.0 +