7 de novembro de 2010

Masua di Jago 2009 - Valpolicella DOC Classico



Nome: Masua di Jago
Safra: 2009
País: Itália
Região: Masua di Jago, Jago di Negrar, Verona
Produtor: Azienda Agricola Recchia
Site: http://www.recchiavini.it
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 12%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Café em Verona
Quando foi comprado: 12 de setembro de 2010
Degustado em: 12 de setembro de 2010
Onde bebeu: Café em Verona
Harmonizado com: Salada (Rafaela) e risotto (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do ProdutorIl classico senza tempo. Di corpo medio e con contenuto alcolico moderato, sorprende per la modernità del suo gusto giovane. Nasce da potature corte e produzione limitata. Le uve della Valpolicella vengono raccolte quando hanno già raggiunto la piena maturazione, perché possano esprimere al meglio la carica della fragranza fruttata. A tavola, un brillante convitato non senza un certo carattere.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Continuando na viagem à Itália, depois do jantar improvisado no hotel, partimos para Cinque Terre, lugar, que como o nome já diz, é formado por cinco terras bonitinhas na costa do Mar Mediterrâneo. O ideal seria passar alguns dias por ali, curtindo devagar cada terra, mas como nosso tempo era curto, como sempre é quando brasileiros viajam à Europa somente a passeio, e precisamos ver tudo num dia só! Partimos de trem logo cedo, parando na primeira terra: Monterroso al Mare. Dali, empolgados, resolvemos ir até a segunda terra, Vernazza, pela trilha. Mal sabíamos o que nos esperava. Havíamos feito a meia maratona dias antes de viajar e estávamos bem auto-confiantes. Depois de uma hora caminhando morro acima, eu estava quase pedindo para ser resgatada por um helicóptero... Como não havia outra opção e uma hora a gente ia descer, segui caminhando. Depois de duas horas de trilha, chegamos a bela Vernazza, tomamos banho de mar, bebemos uma garrafa inteira de água e decidimos: seríamos mais feliz visitando as outras terras de trem! Já tínhamos até o bilhete! Foi assim que chegamos a Corniglia e Manarolla. Corniglia é a única que não tem praia, fica no alto de uma montanha, mas depois daquela primeira trilha, os degraus nem nos assustaram mais. Gostamos bastante de Manarolla, bonita e animada. Dali até a última terra, Riomaggiore, fomos caminhando novamente, mas é moleza e vai-se pela Via dell'Amore. Então valeu muito a pena, a vista é linda e o dia estava fantástico. Na volta a Lavagna para pegar o carro, tomamos mais um banho de mar e uma ducha rápida na praia mesmo. Havíamos reservado um restaurante em Parma e já estávamos atrasados. Chegamos quase às 21h em Parma, onde fomos à deliciosa Trattoria Corrieri. Ali comemos comida maravilhosa (na internet se encontra comentários de todos os tipos sobre o lugar - nossa experiência foi bem positiva), acompanhada por um vinho da casa. Dormimos em Modena. Na manhã seguinte, domingo, aproveitamos para ir ao Museu da Ferrari em Maranello. Claudio estava todo animado. Os carros são impressionantes mesmo, mas fiquei meio chateada de todos os pilotos terem uma foto em close, menos o Barrichello. Dele, tem apenas uma foto dentro do carro. Antes de irmos para Verona, onde passaríamos os dias seguintes, fizemos a loucura de ir até o Adriático. Estava um dia bonito, Claudio até tomou banho de mar. Chegamos em Verona à noite e fomos direto para o centro da bela cidade. Ao chegar lá, uma boa surpresa: estava acontecendo o XXX Campionato Nazionale Sbandieratori. Quem já assistiu a Sob o sol da Toscana, tem uma ideia do que seja. Muito bacana. No final, tiramos fotos com os vencedores. Cada equipe tem um uniforme todo de veludo, com modelos que remetem aos tempos medievais. Nessa noite, jantamos em um café ali no centro de Verona, pois já estava tarde, estávamos com fome e sem vontade de ficar procurando muito. Eu gostei muito da minha salada. Na volta para o hotel, ainda passamos pela Casa di Giulieta, algo que eu queria muito conhecer, ainda mais depois de Cartas para Julieta, mas disso falo mais depois.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Pouco atraente.
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Completando o comentário da Rafaela. Depois do belo passeio em Cinque Terre, tivemos um ótimo jantar em Parma. Lá degustamos o vinho da casa, um típico e agradável vinho italiano. Não fiz anotações sobre ele. No dia seguinte tivemos um ótimo almoço em Bolonha. Comemos uma massa à bolonhosa e pedimos duas taça diferentes de dois excelentes Chiantis. Foi um almoço muito saboroso. A curiosidade é que na TV do restaurante estava passando o Grande Prêmio da Itália de F1. Foi interessante ver a vibração dos italianos quando a Ferrari do Alonso passou a Red Bull na saída dos boxes. A reação deles foi a mesma de um gol da Itália. Chegando em Verona, alguns restaurantes já estavam fechando, conseguimos comer alguma coisa em um café perto do local onde estava acontecendo o XXX Campionato Nazionale Sbandieratori. Sempre é muito bacana quando você chega em algum lugar onde está acontecendo alguma festa ou evento que envolva a cidade. Durante este jantar, pedimos uma garrafa deste Valpolicella. Um vinho bastante agradável, fácil de se beber. Vinho com perfil mais básico, mas combinou com aquela noite de domingo em Verona. Valeu.
Nota: 87.0

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