19 de novembro de 2010

Le Châtaignier 2009


Nome: Le Châtaignier
Safra: 2009
País: França
Região: Ménerbes, Luberon
Produtor: Domaine de La Citadelle
Site: http://www.domaine-citadelle.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Clairette 80 %, Grenache 10 %, Ugni 5 %, Rolle 5 %
Teor alcoólico: 13.5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 6,80 Euros
Onde foi comprado: Musée du Tire-Bouchon - Domaine de la Citadelle, Ménerbes
Quando foi comprado: 5 de setembro de 2010
Degustado em: 17 de setembro de 2010
Onde bebeu: Ibis Karlsruhe, na Alemanha
Harmonizado com: Salmão, espinafre e batatas e Peru com fritas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vendanges en caisses et mécanique.Macération pelliculaire.Pressurage pneumatique.Fermentation en cuve inox.Elevage en cuve sur lies avec remuage régulier.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois que saímos de Belluno, passamos pelos Alpes em direção à Áustria. O visual é impressionante. Avistamos da estrada vários teleféricos que levam às pistas de esqui. As cidades pelo caminho são todas bonitinhas, limpas, aconchegantes. Almoçamos ainda na Itália, mas uma comida com cara de comida alemã, muito boa! Passamos bem rápido por Innsbruck, que não nos chamou a atenção. Guiados pelo nosso querido Manoel, o GPS português do Flávio e da Cris, seguimos em direção a Bayerzell, já na Alemanha. Manoel nos levou por uma estradinha que não passava carro algum, já estávamos quase ficando preocupados, mas depois de várias curvas, chegamos. Bayerzell parece cidade cenográfica. É pequena, mas pequena mesmo, menor que Esmeralda. É toda bonitinha. Nosso hotel parecia aquele do filme Feitiço do Tempo. Chegamos e logo já fomos nos instalando. Tão bom poder usar o meu (quase esquecido) alemão. O jantar seria servido até as 20h e já eram quase 19h! Claudio quis comer o buffet, que, logo descobrimos, era só para quem tinha pacote. Lá fui eu pedir para o garçom qual o nome daquele prato do buffet que o Claudio queria porque queria comer. "Não, esse não tem no cardápio". Tentei convencê-lo então de vender um jantar à parte. Consegui! Eu escolhi uma batata assada com salada deliciosa do cardápio mesmo. Claudio, como bom carioca, queria esperar para comer junto comigo, mas o garçom, sem papas na língua, como bom alemão, lembrava a todo instante que ele tinha que ir se servir no buffet. No final, com toda a confusão que criamos, conseguimos jantar muito bem! Como ainda eram 20h quando terminamos, resolvemos passear pela enorme cidade. Tudo apagado, mas ainda assim achamos um café aberto, onde tomamos um sorvete. Todas as pessoas entravam numa portinha de um hotel, pensamos em ir lá também, mas ficamos com medo. :) Sabe-se lá o que poderia ser. Fomos dormir cedo nesta noite. No dia seguinte, seguimos para Munique. Tão bom voltar a Munique depois de 10 anos! A cidade já estava em clima de Oktoberfest. Olhando as vitrines, cheias de manequins vestindo Lederhosen, me lembrei das vitrines de Caxias do Sul, que se transformam na época da Festa da Uva. Passeamos basicamente pelo centro de Munique. Saímos de lá em direção a Karlsruhe, onde passaríamos a noite. Longa viagem! Chegamos tarde e, sem indicações prévias, tivemos de apelar para a cozinha do Ibis, o que foi um acerto. Os pratos estavam muito bons e fizeram par perfeito com o saboroso vinho francês. Foi um ótimo jantar. Deu até saudade agora da comida alemã...
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: Leve dourado
Exame olfativo: Notas de frutas como melão, maçã misturado com mel. Agradável.
Exame gustativo: Durante nosso passeio pelo Luberon, passamos por acaso pelo Museu do Saca Rolhas e resolvemos entrar para ver. Este museu fica dentro do Domaine de la Citadelle, entre os vinhedos e a vinícola. Após a visita, você pode degustar alguns vinhos produzidos ali. Provamos alguns vinhos e em geral eles foram boas surpresas e resolvemos comprar 2 garrafas. (Isto deve acontecer com muitos turistas que passam por ali. A atendente me contou que naquele domingo o movimento tinha sido muito grande e com muitas vendas). Uma destas garrafas foi este gostoso vinho branco que acabamos bebendo na Alemanha. Chegamos tarde em Karlsruhe e resolvemos não arriscar em sair e procurar um restaurante aberto. Pedimos uma comida no restaurante do hotel Ibis que funcionou muito bem com o vinho. É aquele típico vinho de excelente custo/benefício, um branco bastante saboroso eintenso. Bastante rico na boca e ainda muito vivo e jovem. Boa acidez e notas que misturavam frutas tropicais com mel, sem ser enjoativo. Bom final de boca, com boa intensidade. Foi uma boa surpresa, muito agradável.
Nota: 89.0

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