28 de janeiro de 2009

Marco Luigi Reserva da Família - Cabernet Sauvignon 2003


Nome: Marco Luigi Reserva da Família
Safra: 2003
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Vinícola Marco Luigi
Site: http://www.marcoluigi.com.br/home.html
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha:De cortiça, tamanho médio
Numeração da garrafa: 3.456/5.000
Preço: -
Onde foi comprado: Diretamente com a Marco Luigi, por e-mail
Quando foi comprado: outubro de 2008
Degustado em: 2 de janeiro de 2009
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizza de atum e milho (Rafaela) e pizza de calabresa, ovo e cogumelos (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho elaborado com uvas Cabernet Sauvignon com nível de maturação excepcional de um único vinhedo onde a produção de uva por pé é de no máximo 2,5 Kg. Vinho encorpado, com excelente estrutura, equilíbrio , de grande complexidade e persistência. Apresenta um leque aromático de grande tipicidade, resultado do estágio de envelhecimento em barricas de carvalho. Os taninos intensos e refinados enchem a boca e equilibram a notável estrutura do vinho. Vinho diferenciado e com alto potencial para o envelhecimento.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Cheiro de morango e de pão que acabou de receber o fermento.
Exame gustativo: Para dar início às degustações de 2009, escolhemos esse Marco Luigi Reserva da Família e foi uma boa opção. Estava chovendo, como quase todos os primeiros dias 2009, e resolvemos não sair de casa. Recebemos um folheto de uma pizzaria na caixa de correio e resolvemos testá-la. Como se podia criar a própria pizza, escolhi duas coisas que gosto: atum e milho, mas os dois ingredientes juntos se mostraram uma opção meio furada. De todo modo, a pizza da The Pizza é bem boa. O vinho harmonizou com minha escolha maluca, mais do que com a combinação eleita pelo Claudio. O vinho não é tão leve, apesar dos 13% de álcool e fiquei com bastante sono ao longo da degustação. Ele tinha um gosto bem presente de geléia, mas isso não me desagradou.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
A tentativa foi de passar o conceito de "vinho artesanal". Contudo acredito que pesaram um pouco na mão com elementos demais que até desvalorizam o vinho. Acho que vale pensar num redesenho.
Exame visual: Tom bordô.
Exame olfativo: Ameixa, cereja madura. Baixa intensidade.
Exame gustativo: Mais um vinho da vinícola Marco Luigi. Vinho bem feito, de boa estrutura, álcool bem integrado. O vinho repete na boca as frutas sentida na análise olfativa. Frutas maduras, com final bem marcado lembrando geléia de ameixa e cereja, falta um pouco de acidez. Não é o meu estilo favorito de Cabernet Sauvignon, gosto de alguns aspectos vegetais presentes e não tão marcado por fruta madura. É um vinho feito com cuidado e que está pronto para beber, não devendo guardar mais. A intensidade das frutas me incomodou um pouco.
Nota: 86.0 +

Réveillon 2009



Nome: Polero Cabernet Sauvignon, Bodegas del Fin del Mundo Reserva Malbec, Pasmados, Angelica Zapata Merlot, Rio Sol Rose, Pol Clement e Casal del Ronco
Safra: -
País: -
Região: -
Produtor: -
Site: -
Importador: -

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelos demais convidados
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 31 de dezembro de 2009 e 1º de janeiro de 2009
Onde bebeu: Casa da Raquel e do Ricardo, no Rio
Harmonizado com: Comida árabe
Com quem: Claudio, Rafaela, Ricardo, Raquel, Marie, Mário, Christian e Madalena

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este é mais um registro da noite de ano-novo, que passamos com nossos amigos. Obrigada à Raquel e Marie por organizarem tudo.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Estes foram os vinhos oferecidos na noite do dia 31. Os destaques da noite ficaram por conta do português pasmados, vinho jovem, com leve madeira presente, redondo e muito fácil de se beber. O segundo destaque foi o Angelica Zapata Merlot. Ótimo vinho que pede um bom jantar para acompanhar.
Nota: -

25 de janeiro de 2009

Luiz Argenta Reserva - Cabernet Sauvignon 2004


Nome: Luiz Argenta Reserva
Safra: 2004
País: Brasil
Região: Flores da Cunha
Produtor: Luiz Argenta Vinhos Finos Ldta.
Site: http://www.luizargenta.com.br/
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,1%
Rolha: De cortiça e de bom tamanho.
Numeração da garrafa: - / 16.000
Preço: R$ 30
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 6 de maio de 2008
Degustado em: 28 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pães do Guy
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A elevada estrutura em taninos de altíssima qualidade, obtida através de um rigoroso controle da produção e da maturação fenólica das uvas, aliado a um moderno processo de elaboração, faz do Reserva Cabernet Sauvignon 2004 um grande vinho tinto. Foram elaboradas 16.000 garrafas deste vinho.
Vermelho rubi, com uma elevada intensidade.
O Reserva Cabernet Sauvignon Luiz Argenta 2004 possui aromas intensos, delicados e harmônicos. Estas características são provenientes da variedade e do tempo de envelhecimento em barricas de carvalho. Descrevem-se aromas de grande complexidade que lembram frutas vermelhas, licor de cassis, chocolate e café. Características de vinhos elaborados com excelentes uvas e que tiveram uma prefeita maturação em barris de carvalho.
É um vinho estruturado, que apresenta um ótimo volume de boca, com um grande corpo. Apresenta um ataque inicial doce, os taninos são perfeitamente evoluídos e equilibrados. Possui uma acidez equilibrada e uma grande persistência gustativa. Os aromas percebidos no olfato podem ser identificados no retrogosto.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Algo defumado. É repleto de aromas, mas que não são muito fáceis de serem identificados.
Exame gustativo: Depois de uma longa temporada sem fazer degustações em casa e tampouco acompanhas de pãezinhos gostosos, resolvemos aproveitar um almoço no bistrô e padaria Guy para comprar pães, uma terrine e outras coisinhas boas para comer mais tarde. O Luiz Argenta ficou à altura das compras no Guy. Trata-se de um vinho intenso, equilibrado, uma ótima mistura entre os vinhos frutados que eu tanto gosto e os vinhos mais 'sérios', por assim dizer, que o Claudio prefere. Este Luiz Argenta deixa um gosto bom na boca e só por isso já vale a experiência.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo limpo onde prevalece o uso do preto.
Exame visual:Violeta.
Exame olfativo: Nariz rico, início com frutas maduras e defumados, passando para pimentão. Interessante.
Exame gustativo: Bom Cabernet Sauvignon brasileiro. Vinho com boa personalidade e que pede um prato de comida. Evoluiu bem com algum tempo no decanter, e repete na boca o que sentimos no nariz. Álcool integrado e sem madeira aparente. Seu sabor é intenso e agradável. Está no ponto para ser degustado. Vale a pena ficar de olho nos vinhos desta vinícola.
Nota: 87.0+

Monastério de Tentudia - Tempranillo 2004


Nome: Monastério de Tentudia
Safra: 2004
País: Espanha
Região: Tierra de Extremadura
Produtor: Viña Extremeña
Site: http://www.vinexsa.com/
Importador: Casa Flora

Uvas/Corte: Tempranillo
Teor alcoólico: 12.5%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido por Mário e Marie
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 27 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Casa do Mário e da Marie
Harmonizado com: Espaguete ao molho de tomates
Com quem: Claudio, Rafaela, Marie e Mário

Comentário do Produtor
Rojo rubí muy brillante con matices teja. Cuerpo medio, fresco y cálido. Aroma muy complejo de larga crianza (especias, café, cuero y madera), vigoroso en boca, bien estructurado con gran riqueza de sensaciones, amplio y con taninos nobles bien conjuntados. Con elegante vía retronasal tiene una larga persistencia con rasgos muy expresivos de su crianza en madera. Buena acidez y larga vida.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Tentamos ir ao cinema neste dia, um sábado, mas diante de uma fila quilométrica, resolvemos ir mesmo foi tomar um café. Depois da Cobal, resolvemos levar a Marie, que nos acompanhava, para casa. Mário, claro, nos convidou para ficar. Marie fez um ótimo macarrão (Marie sabe cozinhar muito bem, não nega a origem) e Mário abriu este vinho. Foi uma boa combinação. Gostei bastante.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo com excessos de elementos. Cria um ar antigo para a garrafa,
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho gentilmente oferecido pelo Mário. Não fiz anotações sobre ele. É um vinho com uma fruta bastante intensa na boca, sem arestas, correto, fácil de se beber e que acompanhou bem a massa. Quem gosta de sabores bem frutados irá se identificar com este vinho.
Nota: -

24 de janeiro de 2009

Últimos dias - Participe!

Participe da Promoção Pergunta da Semana - 101!

Você tem até domingo, dia 25 de janeiro de 2009, para enviar sua sugestão de pergunta.

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Chocalán Reserva - Cabernet Franc 2005


Nome: Chocalán Reserva
Safra: 2005
País: Chile
Região: Vale del Maipo
Produtor: Bodega Chocalán
Site: http://www.chocalanwines.com/
Importador: Terramater

Uvas/Corte: Cabernet Franc 100%
Teor alcoólico: 14,3%
Rolha: De cotiça, bom tamanho.
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 72,00
Onde foi comprado: Terramater, Rio Design na Barra da Tijuca
Quando foi comprado: 26 de dezembro de 2008
Degustado em: 26 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Terramater, Rio Design na Barra da Tijuca
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e demais participantes da reunião

Comentário do Produtor
Intenso color rojo violáceo. Presenta aromas a licor de guindas, frutos negros y una nota mentolada acompañada por madera que esta presente en justa medida, acomplejando este vino con toques a toffee, chocolate y especias. En boca es untuoso, bien estructurado y equilibrado por una acidez que levanta la fruta y le da frescura. Ideal para acompañar un costillar de cordero o carnes de caza.

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo moderno e marcante.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Havia degustado uma taça deste vinho no Chile. Por acaso, durante uma reunião de trabalho, este Cabernet Franc foi aberto. Gosto bastante desta uva. Em geral são vinhos de boa acidez, fácil de se beber e sempre com final vegetão bastante característico. O Chocalán não foge a regra. Vinho bem feito, moderno, de corpo médio para leve. Início com madeira aparente que depois de aberto passou a ficar mais integrado. Taninos finos, leve fruta inicial e final vegetal, como pimentão verde. Esta transição de baunilha/madeira para o sabor de pimentão foi bem interessante. Bom vinho, com frescor, pronto para beber. Vale provar.
Nota: 88.0

23 de janeiro de 2009

Goats do Roam - 2006


Nome: Goats do Roam
Safra: 2006
País: África do Sul
Região: -
Produtor: The Goats do Roam Wine Company
Site: http://www.goatsdoroam.com/
Importador: Expand

Uvas/Corte: Chenin Blanc 28%, Crouchen Blanc 20%, Semillon 19%, Viognier 17% e Clairette Blanche 16%.
Teor alcoólico: 13,67%
Rolha: tampa de rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente presenteado pelo João Filipe do blog Falando de Vinhos
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Casa de Regina Helena
Harmonizado com: Comidas gostosas de Natal. Nossa contribuição foi a brandade de bacalhau (prato da harmonização virtual
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcela, Mauro, Regina Helena, tia Cremilda, Flora e Márcia

Comentário do Produtor
Winemakers Tasting Notes: This full bodied unwooded wine shows considerable character,
combining the flavours and feel of our sun drenched Mediterranean climate with the distinctive fruit-focused wine style of Fairview.
Colour: Golden straw
Aroma: Rich tropical fruit, melon and apple. Hints of straw and subtle grassiness.
Palate: Rich, medium body. Good acid and fruit balance.
Cellaring: Drink within two years of the vintage.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A desculpa já está esfarrapada, mas ainda vale: sempre que estamos em grandes grupos, eu nem sempre presto atenção ao vinho. Neste Natal, me concentrei nas comidas, o que valeu à pena. O vinho não me desagradou todavia. Se tivesse, eu teria notado.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo marcante e bem característico com uma ilustração de uma cabra.
Exame visual: Bonito dourado.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este é o primeiro vinho que degustamos das garrafas que ganahamos na festa de 1 ano do blog Falando de Vinhos. Escolhi esta garrafa para acompanhar o bacalhau e o Peru do almoço de Natal. É um vinho interessante que em seu ataque inicial apresenta toques minerais intensos. Algumas pessoas podem não gostar. Depois na boca ele se abre e deixa a acidez e frescor aparecerem. Não é um vinho complexo, mas é um vinho diferente, pelo corte de várias uvas brancas, que merece ser provado. Funcionou bem com o bacalhau, apesar de não ter sido uma harmonização perfeita. Pronto para beber, não deve ser guardado.
Nota: 86.0 - 87,0

Salton Brut



Nome: Salton Brut
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Produtor: Salton
Site: www.salton.com.br
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Riesling
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido por Guilherme Sônia
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Casa de Guilherme e Sônia
Harmonizado com: Ceia de Natal
Com quem: Rafaela, Claudio e demais convidados


Comentário do Produtor
Brilhante, com tonalidade palha e reflexos esverdeados. Abundante desprendimento de pequenas borbulhas de gás, em forma de rosário. Boa formação de espuma, boa persistência. Aroma de flores (como a flor de acácia) e frutas cítricas, maçã verde, pão torrado, fermento seco. Sabor fresco, agradável e cremoso.

* Este post foi alterado sem querer em março de 2010, quando perdemos todos os dados desta noite.

21 de janeiro de 2009

Pergunta da Semana - 100

Há quase dois anos, resolvemos criar uma seção aqui no blog para saber um pouco mais sobre as pessoas que eventualmente visitavam a página e liam os comentários que fazemos sobre os vinhos que degustamos.

Parece que passou tão rápido e quase não dá para acreditar que hoje estamos chegando à pergunta 100! Antes dela, queremos agradecer a todos os que já responderam à alguma das perguntas e aproveitamos para convidá-los para participar da promoção Pergunta da Semana - 101.

Aproveite também para responder à pergunta desta semana:

- Quando você fica sabendo de um vinho novo ou se lembra de algum guardado na adega, você fica com uma grande expectativa em relação a ele? Já teve essa sensação? Em relação à qual vinho?

20 de janeiro de 2009

Última Semana - Participe!

A promoção Pergunta da Semana - 101 está entrando na reta final.


Você tem até domingo, 25 de janeiro, para enviar sua sugestão de pergunta, ganhar o Bloquinho Le Vin au Blog e concorrer ao vinho Orzada Malbec 2005.

Leia o post sobre a promoção e participe.

Tabalí - Cabernet Sauvignon 2006


Nome: Tabali
Safra: 2006
País: Chile
Região: Valle del Limarí
Produtor: Viña Tabalí
Site: http://www.tabali.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: 3.600 pesos
Onde foi comprado: Restaurante Rivoli, em Santiago
Quando foi comprado: 22 de dezembro de 2008
Degustado em: 22 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Restaurante Rivoli, em Santiago
Harmonizado com: Fettuccine a Bolognese
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
Es un vino que presenta un color rojo rubí intenso, concentrado, con suaves tonos ladrillos. Su aroma es intenso y clásico, con fruta seria y madura y un toque muy interesante de mentol y eucaliptos. De cuerpo medio, combina muy bien los aromas tostados y de vainilla provenientes de su guarda en barrica de roble. Es un vino de gran estructura, suave y redondo que acompaña perfectamente en cualquier momento.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: No meio da manhã, deixei Mendoza, depois de duas semanas de curso de espanhol. No caminho de volta, de ônibus, pude ver a camada branca que permanece no alto dos Andes, mesmo sendo verão. O engraçado da viagem foi ser confundida com uma francesa ao explicar a um casal de alemães o que o guarda da imigração estava dizendo. Eles falaram que meu alemão tinha sotaque francês - língua que sei meia dúzia de palavras. Chegando a Santiago, fui procurar o hostel em que ficaria hospedada por duas noites. Feito isso (se alguém for ficar no Che Lagarto, vá de Mendoza a Santiago pela Ahumada, pois o terminal de ônibus é bem na frente do albergue), fui dar uma volta pelo centro da cidade. Às vésperas do Natal, a cidade estava cheia. Cansei de tudo aqui e como estava morrendo de fome, resolvi ir para a Providencia para jantar. Escolhi o Rivoli, restaurante ao qual já havíamos ido. Enquanto esperava que abrisse, dei uma voltinha nas lojas dos arredores, mas estava tão faminta. Para minha felicidade, ao voltar já estava aberto. Pedi um fettuccine e uma tacinha desse Tabalí. Foi uma boa opção para renovar as energias. Saí quase rolando, pois o prato era enorme. Caminhei mais um pouco por ali e fui para o albergue, onde apaguei até o dia seguinte. O vinho, pelo que lembro, era bem normal, sem nada de especial, mas bem agradável. Quem sabe eu prove noutro dia para tirar a prova.
Nota: 87.0

19 de janeiro de 2009

Altus - Malbec 2007


Nome: Altus
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Altus
Site:http://www.altusdetupungato.com.ar/
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: parte do menu, que custou 60 pesos
Onde foi comprado: Azafrán, em Mendoza, Argentina
Quando foi comprado: 20 de dezembro de 2008
Degustado em: 20 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Azafrán, em Mendoza, Argentina
Harmonizado com: Ensalada mixta, Ñoquis caramelizados e chocolate parfait
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
Con cuerpo equilibrado, taninos redondos prolongado placer en la boca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: No meu último fim de semana em Mendoza, resolvi que iria a pelo menos um bom restaurante. Na sexta-feira, havia ido ao ótimo La Marchigiana. Para o sábado, escolhi este, chamado Azafrán, que além de ser todo bonitinho, era muito bem recomendado. A poucas quadras da Praza Independencia, o Azafrán oferecia naquele sábado um menu fechado por 60 pesos. Depois de ver que um prato sozinho custava 45, me decidi pelo menu, que incluia entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho. O Altus Malbec foi servido pelo sommelier da casa. Quando perguntei qual vinho seria, ele chamou o sommelier, que me apresentou o vinho, abriu a garrafa e serviu um pouquinho para eu testar se o vinho estava bom (imagina só eu fazendo isso, tive que me conter para não rir). Como achei que estava bom, ele serviu uma taça, que seria bebida durante o prato principal. Primeiro, veio a salada mista, com folhas verdes, cebola assada, tomate fresco e tomates confeitados. Uma delícia, mas não comi toda, pois ainda tinha muito pela frente. Logo depois, veio o maravilhoso nhoqui caramelizado com cogumelos, abobrinha e tomates-cerejas ao molho de azeite de oliva com manjericão e redução de aceto balsâmico. Estava ótimo. O vinho harmonizou muito bem, deixando um gosto doce na boca. Comer bem é um das melhores coisas desse mundo. O lugar estava supertranqüilo, agradável, só faltou mesmo a companhia do Claudio, que teria adorado o Azafrán. Ele só não iria gostar da sobremesa que eu escolhi, a tortinha de chocolate com calda de framboesa. Foi uma ótima experiência, que recomendo a todos que forem a Mendoza.
Nota: 89.0

Marco Luigi Moscatel


Nome: Marco Luigi
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul
Produtor: Marco Luigi
Site: http://www.marcoluigi.com.br/
Importador: -

Uvas/Corte: Moscatel 100%
Teor alcoólico: 8%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pela tia Cremilda em seu aniversário de 90 anos
Onde foi comprado: Diretamente com a Marco Luigi por e-mail
Quando foi comprado: dezembro de 2008
Degustado em: 18 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Iate Clube do Rio de Janeiro, no Rio
Harmonizado com: Canapés
Com quem: Claudio, Marcela, Regina Helena, tia Cremilda e demais convidados

Comentário do Produtor
Elaborado com uva moscato pelo processo “Asti”, típico do Norte da Itália. Ligeiramente doce, aromático, leve e fino. Apresenta aromas intensos lembrando jasmim, melão, guaraná e mel.As borbulhas são ativas, muito finas e numerosas finalizando com ótima coroa.Bebida leve, refrescante ideal para acompanhar doces e frutas. Produção: são elaboradas em média 10.000 garrafas/ano. Temperatura ideal para consumo: 4° a 6° C.

Comentário do Claudio
Rótulo:
Parece-me que a Marco Luigi está trocando os rótulos dos vinhos. Costumavam usar uma linguagem que procurava parecer artesanal. Acho que era muito carregada. Um dos ícones usados era a simulação de papel rasgado. Neste caso, mesmo sendo um rótulo mais novo, continuaram usando o mesmo recurso gráfico. Eu acho que é um recurso um pouco ultrapassado. Gosto do uso da assinatura. Poderia evoluir, se trabalhassem melhor este ícone.
Exame visual: Transparente, quase incolor.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Indiquei este espumante para ser servido na festa de 90 anos da Tia Cremilda. Tinhamos degustado este Moscatel no mês anterior e fiquei com uma boa impressão. Quando ela me pediu para providenciar os espumantes, achei que o Marco Luigi seria uma boa opção e realmente foi. Confirmou todas as qualidades que já tinha notado, leve, refrescante, equilibrado e principalmente o seu açúcar residual na medida certa. É realmente um Moscatel muito bem feito e agradável. Funcionou muito bem com os docinhos e salgados servidos no Iate Clube. Foi uma noite muito agradável e todos estavam contentes pela comemoração. Depois de degustar algumas taças do espumante, segui para o Canecão, que fica ali perto, para assistir o excelente show da cantora mexicana Julieta Venegas. Foi uma ótima noite.
Nota: 89.0

18 de janeiro de 2009

Luigi Bosca



Nome: Luigi Bosca Reserva Chardonnay, Luigi Bosca Reserva Cabernet Sauvignon e o Finca Los Nobles Malbec Verdot
Safra: -
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Luigi Bosca
Site: www.luigibosca.com.ar
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Malbec e Petit Verdot
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: visita custou 15 pesos
Onde foi comprado: Luigi Bosca, em Lujan de Cuyo, Argentina
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2008
Degustado em: 18 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Luigi Bosca, em Lujan de Cuyo, Argentina
Harmonizado com: -
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
Luigi Bosca Chardonnay - De color amarillo dorado, con aromas de ananá, mango y melón. Notas de miel y pan tostado. Sutil aporte de la vainilla proveniente de su paso por roble francés. Vino de sensaciones dulces. Opulento y rotundo.

Luigi Bosca Reserva Cabernet Sauvignon - Rojo rubí, brillante, limpio. Fresco, frutado aterciopelado. Aromas de frutas rojas y negras, violetas y chocolate. De gran estructura y cuerpo, un vino de carácter y exquisita elegancia.

Finca Los Nobles - Se caracteriza por su gran estructura, dulzura y su aroma a especias, ciruelas maduras, café, cerezas y violetas. Luego de 18 meses en barricas de roble Francés, y 14 meses en botella adquiere aroma a vainilla. Aterciopelado final en boca.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de duas experiências superpositivas, fiquei meio decepcionada com a visita à Bodega Luigi Bosca. Essa foi a primeira que pensei em visitar, pois um dos primeiros vinhos que me fez gostar do assunto foi um Finca La Linda. Cheguei um pouco cedo e tive de esperar do lado de fora. Quando deu o horário, ainda demoraram mais uns 10 minutos para me buscar para a visita. Não sei se é porque estava sozinha, mas a garota parecia meio sem voia, como diriam em Caxias do Sul, sem vontade. Caminhamos pela vinícola. Depois que disse que tinha visitado outras, aí sim que ela foi mais monossilábica. Era educada, mas meio automática. Foi a visita mais rápida e superficial. No final, degustamos três vinhos dos 29 produzidos pela bodega: um Luigi Bosca Chardonnay, um Luigi Bosca Reserva Cabernet Sauvignon e o Finca Los Nobles, o que mais gostei dos três. Acabei não comprando nenhum vinho ali, pois são vinhos fáceis de se encontrar no Brasil e também porque não saí muito empolgada da vinícola. Bom, para visitar a Luigi Bosca pode-se ir de ônibus, basta pegar o 19 da Linha 1 no Centro de Mendoza. Passa na frente. A visita custou 15 pesos. Nenhuma outra foi cobrada.
Nota: -

17 de janeiro de 2009

Achaval Ferrer


Nome: Quimera 2008, Quimera 2006, Finca Mirador 2008, Finca Altamira 2008 e Dolce 2008
Safra: -
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Achaval Ferrer
Site: http://www.achaval-ferrer.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e Merlot
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: visita custa 30 pesos, mas ao comprar um produto, você é liberado de pagá-la
Onde foi comprado: Bodega Achabal Ferrer, em Lujan de Cuyo, Argentina
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2008
Degustado em: 18 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Bodega Achaval Ferrer, em Lujan de Cuyo, Argentina
Harmonizado com: -
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de sair da bela Catena Zapata, percorri alguns poucos quilômetros de estrada de chão e resolvi arriscar uma estrada, seguindo minha intuição, pois o mapa não ajudava muito. Deu certo. Em poucos minutos, estava no portão da Achaval Ferrer, bodega toda bonitinha que faz vinhos maravilhosos – pelo menos os que provei durante a degustação estavam ótimos. Não sabia direito se seria recebida, pois mandei o e-mail, mas não tinha lido a resposta naquela manhã. Não só fui muito bem recebida, como todos sabiam meu nome e que eu iria. Fiz um tour individual, guiada pelo paciente Nicolas, que respondeu todas as minhas perguntas, até as mais tolas. Ele me mostrou os tanques de concreto onde são fermentados os vinhos e ao dizer que tinha visto algo parecido na Escorihuela Gascón, ele me informou que havia ocorrido um grande incêndio na vinícola no dia anterior. Fiquei triste. Dali, fomos ver onde estão as barricas. Ele me explicou que existem duas salas, uma para receber as visitas, decorada, e outra mais simples. Acabou me mostrando as duas. Caminhamos pelo lugar onde as garrafas descansam e fiz fotos de dois simpáticos funcionários responsáveis por colocar os rótulos – tudo é feito a mão. Dali, fomos para a degustação de cinco vinhos, que tive de cuspir fora infelizmente. Foram os seguintes: Quimera 2008, Quimera 2006, Finca Mirador 2008, Finca Altamira 2008 e Dolce 2008. Todos ótimos. Foi a primeira vez que provei vinhos tirados diretamente da barrica. Adorei o Finca Altamira e pensei em comprar um, mas depois, para minha tristeza, descobri que custa quase 400 pesos a garrafa. Comprei um um pouco mais barato, mas nem tanto. Também provei os azeites. Tudo muito bom. Saí de lá muito feliz e segui para a Luigi Bosca.
Nota: -

15 de janeiro de 2009

Catena Zapata


Nome: Alamos
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Catena Zapata
Site: www.catenawines.com
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,6%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: incluído na visita, que é grátis
Onde foi comprado: Bodega Catena Zapata, em Agrelo, Lujan de Cuyo, na Argentina
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2008
Degustado em: 18 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Bodega Catena Zapata, em Agrelo, Lujan de Cuyo, na Argentina
Harmonizado com: -
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
De profundo color púrpura con matices violeta, la nariz es intensa y vivaz, con abundantes frutos negros y delicadas notas florales y de tostado. En boca presenta concentradas notas de cassis y frutos del bosque con sutiles dejos de chocolate y especias dulces provenientes de un moderado añejamiento en roble. El final es largo y persistente, con taninos maduros y sedosos.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Um dos motivos de ter escolhido Mendoza para estudar espanhol foi o número de vinícolas que existem nessa região argentina. Algo meio clichê como unir o útil ao agradável. Demorei para decidir quais seriam as vinícolas a serem visitadas. Quer dizer, eu até sabia, mas como não tinha certeza se alugaria um carro ou não, não tinha feito muitos contatos. Decidi visitar a Catena Zapata, a Achaval Ferrer e a Luigi Bosca. Fizemos umas trocas de aulas na escola e consegui a quinta-feira inteira livre para visitar Lujan de Cuyo. Acabei alugando um carro e bem cedo parti pelas estradinhas de Lujan. Depois de andar por uns 20 minutos em uma estradinha de chão, cheguei à Catena Zapata. Eles souberam posicionar muito bem a pirâmide. Cercada por vinhedos, a impactante construção, inspirada nas pirâmides maias, impressiona. Fiz várias fotos para o Claudio. Depois de chegar, fui recebida por uma mocinha, que me indicou um sofá confortável para me sentar e esperar até que os outros visitantes agendados chegassem. Enquanto esperava, me ofereceram um Chardonnay, mas como estava dirigindo, tive de dizer não. Depois me arrependi, pois poderia ter experimentado, pelo menos. Assim como na Concha y Toro, primeiro assistimos a um vídeo, que conta um pouco da história de Domingos Vicente Catena (daí vem o D.V. Catena) e Angélica Zapata, a segunda geração da família Catena. Depois, fomos às adegas, onde estão as barricas. Dali, fomos ver onde o processo de fermentação é realizado. Tudo é muito bonito e organizado. Em seguida, subimos até o alto da pirâmide, de onde fiz algumas fotos dos vinhedos. De lá, pode-se ver as montanhas, os Andes. É bem bonito. Tudo isso entremeado por explicações. No grupo, havia três casais brasileiros, três mexicanos e eu. Dali, fomos fazer a degustação do Alamos, mas só coloquei na boca dois golinhos. Estando há mais de nove meses sem dirigir, era melhor não arriscar fazer isso tomando vinho. E ainda tinha duas vinícolas pela frente. Na sala de degustação, é possível tomar outros vinhos, mas mediante pagamento. Comprei um vinho, o DV Catena, não o que eu queria ter comprado, que era um vendido somente ali. Duzentos pesos estava muito além do meu orçamento...
Nota: -

14 de janeiro de 2009

Pergunta da Semana - 99

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Nesta semana, o Le Vin au Blog gostaria de saber:

- Beber vinho te provoca sono?

Não deixe de participar da "Promoção da Pergunta da Semana - 101"! Ganhe um bloquinho para anotações do Le Vin au Blog e concorra a uma garrafa de vinho. Leia o post abaixo.

Degustação Proemio



Nome: Proemio Rosé, Proemio Reserve Malbec, Proemio Reserve Cabernet Sauvignon
Safra: 2007, 2003 e 2003, respectivamente
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Proemio Wines
Site: www.proemiowines.com
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec e Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13%, 14% e 14%, respectivamente
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: 25 pesos a degustação
Onde foi comprado: The Vines of Mendoza
Quando foi comprado: 17 de dezembro de 2008
Degustado em: 17 de dezembro de 2008
Onde bebeu: The Vines of Mendoza
Harmonizado com: Queijos e pãezinhos
Com quem: Rafaela e pessoas de Mendoza, Escócia, Estados Unidos e Suécia

Comentário do Produtor
Proemio Reserve Malbec - Deep violet color with ruby red tones. Boysenberry and blueberry aromas, leather and tobacco. Round and full-bodied, with chocolate and red fruit flavors, hints of vanilla, soft spices and tobacco. Pair with fatty red meats, poultry and pasta with light sauces. Drink now or cellar for 6 years.

Proemio Reserve Cabernet Sauvignon - Deep ruby red color with soft violet tones. Mixed aromas of roasted red pepper, red berry jam and vanilla. Round and full-bodied, showing blackberry and cassis flavors with hints of vanilla, soft spices and tobacco. Pair with red meats, strong cheese and pasta. Drink now or cellar for 6 years.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Quando fui a Vines na sexta-feira, descobri que todas as quartas-feiras eram realizadas degustações com produtores. Resolvi participar da seguinte. Existe uma pequena área externa na sala de degustação, onde são colocadas poltronas. É ali que ocorre a apresentação dos vinhos e a degustação. O encontro é bastante informal, mas bem organizado. Nesta quarta-feira, os participantes foram recebidos com uma tacinha do rosé que seria apresentado logo em seguida. Vinho fresco e gostoso. Levinho. A degustação é acompanhada por uns queijinhos e pães. O enólogo da Proemio contou um pouco sobre a história da vinícola, que existe desde o início dos anos 2000. Os donos compraram uma antiga vinícola, de 1938, e renovaram tudo no início da década. Eles não produzem suas próprias uvas, mas acompanham de perto os produtores. Alguns dos vinhos são feitos com uvas produzidas por parreiras centenárias. O primeiro vinho é feito a partir de algo que ele chamou de sangria do malbec que será usado para fazer outros vinhos. Sobre o segundo, um Malbec, o que mais gostei, o enólogo falou que se trata de um vinho mais “gordo”. Normalmente, eles demoraram uns três ou quatro anos para colocar o produto no mercado. Só o fazem quando acreditam que o vinho está pronto, no ponto. O terceiro foi o que menos gostei, talvez por ainda estar muito novo, com taninos violentos. Ao longo da apresentação, o enólogo deu uma verdadeira aula sobre o processo de vinificação. Valeu muito a pena. Depois da apresentação, conversei um pouco com a gerente da sala de degustação. Ela me deu uma lista de bons vinhos, quando pedi algumas indicações de vinhos para comprar. Escolhi quatro da lista. Pena não poder comprar mais – pelo preço e pelo peso.
Nota: -

13 de janeiro de 2009

Escorihuela Gascón


Nome: Família Gascón Chardonnay, Escorihuela Gascón Syrah e Escorihuela Gascón Malbec
Safra: -
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Escorihuela Gascón
Site: http://www.escorihuela.com.ar/
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay, Syrah e Malbec
Teor alcoólico: -
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Grátis
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pela Bodega Escorihuela Gascón
Quando foi comprado: 16 de dezembro de 2008
Degustado em: Gentilmente oferecido pela Bodega Escorihuela Gascón
Onde bebeu: 16 de dezembro de 2008
Harmonizado com: -
Com quem: Rafaela, Chrissali, Alessandra, Cristiane, Ignácio, Nathan e Nikolas

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este post é mais para registar a visita à Bodega Escorihuela Gascón. O passeio faz parte das atividades extras da escola de espanhol. Fomos em grupo, de bonde elétrico. A bodega fica praticamente dentro da cidade. Se quiser, dá para ir a pé, mas resolvemos pegar o ônibus (1,10 pesos). De chegada, a moça que nos recebeu já foi servindo o Chardonnay. Eu acredito que ela pensou: mais um grupo de estrangeiros estudantes de espanhol, vem aqui só para beber vinho de graca. Em parte, isso é verdade. Alguns colegas tomaram quatro taças cada. A visita foi bem rápida, com pouca informaçao, meio frustrante até depois das ótimas visitas que fizemos no Chile. A garota contou que a bodega foi fundada em 1884 e caminhou rapidamente apenas mostrando as barricas e os tanques de aço inox. De toda a forma, a visita foi muito divertida, rimos muito, pois o grupo era bem animado. Foi bom para praticar espanhol. :) Dos vinhos degustados, gostei mais do Malbec, foi o mais equilibrado, apesar de o branco ser bem refrescante em uma dia de quase 35 graus.
Nota: -

* Um dia depois de nossa visita, a vinícola pegou fogo. Segundo as notícias dos jornais, se perdeu mais de 30% da empresa. Triste notícia.

12 de janeiro de 2009

Achaval Ferrer - Cabernet Franc 2005




















Nome:
Achaval Ferrer Cabernet Franc
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Achaval Ferrer
Site: http://www.achaval-ferrer.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Franc
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: 47,50 pesos a taca
Onde foi comprado: The vines of Mendoza – Calle Espejo, 567, no Centro de Mendoza
Quando foi comprado: 12 de dezembro de 2008
Degustado em: 12 de dezembro de 2008
Onde bebeu: The vines of Mendoza – Calle Espejo, 567, no Centro de Mendoza
Harmonizado com: Bolachinhas salgadas, cortesia do winebar
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Já estava meio alegrinha quando terminei de degustar o Angélica Zapata Chardonnay, mas como era sexta-feira à noite, estava sozinha na cidade e não tinha grandes planos para o resto da noite, resolvi provar uma tacinha mais. Difícil escolher em uma lista tão grande e – depois de uma taça – tão interessante. Resolvi pedir ajuda a Paula, atendente do tasting room. Pedi sua opinião sobre três vinhos: um Bressia Malbec, um Foster Malbec e um Achaval Ferrer Cabernet Franc, sendo que os últimos dois faziam parte daquela lista com 50% de desconto. Ela perguntou do que eu gostava e respondi que me atraem os mais frutados. Ela respondeu sem pestanejar: prova este Achaval Ferrer que é muy bueno. E realmente era. A cor era muito forte, um bordô muito vivo. Senti cheiro de fazenda e comentei com Paula que costumo sentir os cheiros mais esquisitos. Ela me disse que é normal, pois cada um tem suas referências. Trata-se de um vinho muito bom, também forte, sem ser pesado, com uma acidez muito equilibrada. Desconfio, com todo o meu conhecimento no assunto, que merece ser tomado com uma comida. É outro que espero ter a oportunidade de provar de novo. Achaval Ferrer é um dos apoiadores do winebar. Falando no Vines, a idéia é muito boa. Não é um bar regular, mas um lugar para quem aprecia vinhos, onde se pode degustar bons vinhos, que não são necessariamente muito conhecidos. Conversei um pouco com dois dos atendentes, Alex e Paula. Alex nasceu na Rússia, mas morou na Ucrânia e depois foi, com os pais, para o Canadá, onde cresceu. Desde janeiro de 2007, mora na Argentina e, se entendi bem, começou a estudar Enologia neste ano. Ele me explicou que a Vines trabalha apenas com vinhos de bodegas butique, algumas bem pequenas, mas que vendem também alguns vinhos diferenciados de bodegas maiores, como é o caso dos vinhos da Catena Zapata. Já Paula é do México, um país, segundo ela, onde não há uma tradição de se beber vinhos, apesar de produzir alguns vinhos muito bons. Muito simpática, ela me indicou algumas vinícolas para visitar. Ela estudava direito no México e depois de visitar Mendoza resolveu se mudar para lá. Procurou cursos de direito, mas ao se deparar com o curso para formação de Sommelier, decidiu mudar de rumo. E não se arrepende. Ela é colega de um Salton, que disse para ela que a família dele tem uma vinícola no Brasil. Contei a ela que é uma das maiores vinícolas brasileiras e que tem, pelo menos, dois bons vinhos: o Salton Desejo e o Salton Talento. Depois de todo este texto, só posso terminar dizendo que foi uma ótima noite em Mendoza. Saí bem borracha dali, mas valeu a pena. Ainda mais que conheci dois noruegueses e, finalmente, pude dizer a alguém de lá que adoro o A-ha. Eles ficaram felizes.
Nota: 94.0

11 de janeiro de 2009

Angélica Zapata - Chardonnay 2004


Nome: Angélica Zapata Chardonnay
Safra: 2004
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Catena Zapata
Site: http://www.catenawines.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: 25 pesos a taca
Onde foi comprado: The vines of Mendoza – Calle Espejo, 567, no Centro de Mendoza
Quando foi comprado: 12 de dezembro de 2008
Degustado em: 12 de dezembro de 2008
Onde bebeu: The vines of Mendoza – Calle Espejo, 567, no Centro de Mendoza
Harmonizado com: Bolachinhas salgadas, cortesia do winebar
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
Angélica Chardonnay 2004 es un “single vineyard” que refleja características propias de la zona de gran altitud en donde se origina. Con días soleados y cálidos, y noches frescas al pie del Cordón del Plata, las uvas de Chardonnay adquieren una madurez plena y bien balanceada. Su color es amarillo intenso con reflejos verdosos claros. En nariz se presenta concentrado e intenso, con aromas de frutas cítricas y un toque mineral. En boca, de impacto dulce, untuoso, es brillante y fresco con sabores a frutas maduras, notas de vainilla y una excelente acidez natural que le otorga un final largo y persistente.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Desde o primeiro dia em Mendoza, Claudio me falou para olhar o blog do Bruno Agostini, pois havia boas dicas de vinhos e lugares para visitar. Foi lá que encontrei a boa dica do The Vines of Mendoza Tasting Room. Depois de uma semana de muito espanhol e de terminar meu trabalho de pós-graduação, resolvi tirar o fim da tarde de sexta para conhecer o lugar e beber meu primeiro vinho em Mendoza. Atravessei a Praça Independencia, a principal da cidade, e poucos passos depois estava na frente da Vines. Um moço muito alinhado recebe as pessoas na porta. Logo depois, se segue com um atendente até o bar, onde são feitas as degustações. Ali, se pode escolher entre uma degustação com vinhos já determinados, da cepa que mais agradar, como Malbecs, Cabernets e por aí vai. Essas degustações custam de 30 pesos até 200 e poucos, dependendo dos vinhos. Também é possível fazer uma aulinha rápida de degustação por 75 pesos. Optei por beber uma ou duas taças. A lista é enorme e, para mim, a maioria dos vinhos era um mistério. Depois que você olha a lista toda, o moço que atende no bar apresenta uma segunda lista com vinhos que foram abertos nos últimos três ou quatro dias e custam 50% menos. Escolhi, dessa lista, esse Angélica Zapata, apesar de ser um Chardonnay – minha última experiência não havia sido das melhores. O vinho é uma pequena maravilha. Gostei muito. Acho que até então só tinha bebido um branco do mesmo nível, um Conde de Valdemar Viura. A cor era parecida. Um amarelo ouro, muito bonito. Cheiros, não senti muitos, mas notava-se que não era os tradicionais cheiros de abacaxi ou pêssego que normalmente sinto nos brancos. O gosto era muito bom. Forte, bem forte, mas sem ser pesado. Depois, conversei um pouco com o atendente e descobri que este vinho passa dois anos em barrica. Por isso é tão especial e complexo – para usar uma linguagem do mundo do vinho. Foi uma ótima experiência e espero poder prová-lo de novo.
Nota: 94.0

10 de janeiro de 2009

Errazuriz - Cabernet Sauvignon



Nome: Errazuriz Max Reserva; Errazuriz Organics
Safra: 2006; 2007
País: Chile
Região: Valle de Aconcagua
Produtor: Viña Errazuriz
Site: http://www.errazuriz.com/errazuriz/espanol/default.asp
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvingon 94% e Cabernet Franc 6%; Cabernet Sauvignon 90% e Shiraz 10%
Teor alcoólico: 14,5%; 14,5%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -Onde foi comprado: Da Carla e Wine 365, em Santiago, Chile
Quando foi comprado: 8 de dezembro de 2008
Degustado em: 8 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Da Carla e Wine 365, em Santiago, Chile
Harmonizado com: Pasta com ragu de cordeio; sanduíche de lomo
Com quem: Claudio

Comentário do Produtor
Nuestro Max Reserva Cabernet Sauvignon 2006 es de color rojo-rubí con destellos violetas. Este vino tiene una intensa nariz con aromas a frutos rojos y negros como las cerezas, frutillas y ciruelas que se entremezclan con notas a especias que recuerdan la canela, clavo de olor y vainilla, aportándole una sensación dulce y elegante. El paladar se abre con un dejo dulce y taninos suaves que dan paso a una estructura firme y exuberantes notas en boca. Su final es de intensidad media a prolongada y se complementa con sabores a dulce de leche, caramelo y chocolate, que dan paso a un agradable frescor final.

Intense, deep ruby-red in colour. The nose offers sweet notes of vanilla, caramel, and sweet spices, followed by abundant aromas of ripe red and black fruits and licorice. The two profiles will merge into a perfect marriage with time in the bottle. Friendly tannins lend balance and structure to the palate, and fresh red fruit flavours develop with clear notes of toast from oak aging. Balsamic notes and a bit of spice add a final note of complexity to the blend and linger on the long, pleasing finish.

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: Organics: nariz surpreendente, intenso sem ser over e com algo de defumado no início passando para uma fruta bem equilibrada. Muito interessante.
Exame gustativo: Este foi o meu último dia em Santiago, o qual passei sozinho, pois a Rafaela tinha seguido para Mendoza, na Argentina. Por acaso acabei degustando duas taças de vinhos diferentes, uma no almoço e outra durante o jantar, mas de um mesmo produtor: Errazuriz. No almoço, foi no ótimo restaurante italiano Da Carla. Pedi uma taça do bom vinho Errazuriz Max Reserva que já havia degustado aqui no Rio. Apenas confirmou suas virtudes e com o preço muito mais atraente no Chile ele se torna uma boa escolha em restaurantes. O melhor, porém, estava guardado para a noite. Fui até o bar de vinhos do hotel The Ritz-Carlton, o Wine 365. O lugar é muito agradável, serviço excelente, apenas os preços que não são tão atraentes. A seleção de vinhos en taças é muito boa, difícil escolher qual será o vinho a ser degustado. Acabei escolhendo o vinho orgânico da Errazuriz. Uma bela escolha, que me surpreendeu logo de cara. Apesar de se um vinho ainda novo, ele já estava muito agradável para se beber. Sem dúvidas, ele ainda vai crescer bastante com alguns anos. Vinho de sabor limpo e envolvente. Taninos bem agradáveis. Vinho muito gostoso, que faz do equilíbrio seu maior mérito. Tudo na medida certa. Um vinho que funciona muito bem sem comida e que também cresce com um prato. Merece ser provado novamente. No Chile, este vinho pode ser encontrado nas lojas por cerca de R$ 40-R$ 50 a garrafa. Não deixem de provar!
Nota: 89.0 +; 91.0+

7 de janeiro de 2009

Promoção Le Vin au Blog - Participe!

Quando nos demos conta já estávamos chegando à Pergunta da Semana número 100! Como, para nós dois, motivo assim sempre vale uma comemoração, já fomos pensando em qual vinho iríamos degustar para festejar. Foi quando nos ocorreu: por que não envolver as pessoas que sempre respondem à Pergunta?
Foi assim que surgiu a Promoção Pergunta da Semana - 101.
Participe enviando uma sugestão de pergunta. Todos os participantes receberão o Bloquinho Le Vin au Blog. O autor da pergunta vencedora da promoção receberá o Bloquinho e uma garrafa do vinho Orzada Malbec 2005, produzido pela chilena Odfjell. Confira abaixo como vai funcionar.


Regras da promoção:
1. A promoção será realizada de 7 a 25 de janeiro de 2009.
2. A sugestão deve ser enviada para o e-mail levinaublog@gmail.com de 7 a 25 de janeiro de 2009.
3. O participante deve informar nome, endereço completo e e-mail. Os dados não serão divulgados, exceto o nome do vencedor e a cidade/estado em que reside.
4. Serão aceitas mais de uma sugestão por pessoa. Porém, o participante que enviar mais de uma sugestão receberá apenas uma premiação.
5. A sugestão deve conter uma pergunta que ainda não tenha sido realizada pelo blog. A lista completa de temas já abordados pode ser consultada no blog. A pergunta concorrente pode tratar de algum tema já usado em perguntas antigas.
6. Não há limite de tamanho para a pergunta.
7. Todas as perguntas serão lidas e analisadas por Claudio e Rafaela, que escolherão a sugestão vencedora.
8. A divulgação do resultado ocorrerá no dia 28 de janeiro de 2009 no post Pergunta da Semana - 101, veiculado no blog.
9. As demais sugestões poderão ser usadas em outras edições da Pergunta da Semana.
10. O vencedor receberá em seu endereço uma garrafa do vinho Orzada Malbec 2005, produzido pela chilena Odfjell (90 pontos no guia Descorchados, importado pela World Wine), e um Bloquinho Le Vin au Blog.
11. Serão aceitas participações de moradores de outros países, porém, nesse caso, a premiação será apenas o Bloquinho Le Vin au Blog.
12. No caso de o vinho Orzada Malbec 2005 não ser encontrado ou não estar disponível para compra na data da entrega do prêmio, será enviado ao vencedor um vinho equivalente.
13. Todos os participantes serão contemplados com um Bloquinho Le Vin au Blog, que será enviado para o endereço informado pelo participante no momento da inscrição na promoção.

O Bloquinho Le Vin au Blog foi inspirado no modelo dos posts publicados no Le Vin au Blog, contendo espaços para anotações sobre o vinho, a ocasião e comentários pessoais.


PARTICIPE!

6 de janeiro de 2009

Baco Vino y Bistro


Nome: Villard Expresión Pinot Noir, Orzada Carignan, Viña Chocalán Cabernet Franc Reserva e Anakena Late Harvest Single Vineyard
Safra: 2007, 2004, 2005 e 2007, respectivamente
País: Chile
Região: Casablanca, Maule, Maipu e Rapel, respectivamente
Produtor: Villard, Odfjell, Viña Chocalán e Anakena, respectivamente
Site: http://www.villard.cl/, http://www.odfjellvineyards.cl/, http://www.chocalanwines.com/ e http://www.anakenawines.cl/
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir; Carignan; Cabernet Franc e Petit Verdot; e Viognier, Sauvignon Blanc e Muscat de Alexandria
Teor alcoólico: 13,5%, 14%, 14% e 12,7%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: em média, de 2 mil a 4 mil pesos
Onde foi comprado: Baco Vino y Bistro, em Providencia, Santiago, Chile
Quando foi comprado: 7 de dezembro de 2008
Degustado em: 7 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Baco Vino y Bistro, em Providencia, Santiago, Chile
Harmonizado com: Salmão à Normandia com batatas cozidas e tomates (Rafaela) e Steak au Poivre Vert com batatas (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Villard Expressión Pinot Noir - COLOR: Maravilloso rojo frutilla, brillante.AROMA: Berries frescos, frutillas y frambuesas. GUSTO: Buena complejidad entre la fruta y el roble con un buen y largo final.

Orzada Carignan - Deep and intense ruby color with a violet touch. This wine displays a never ending of a wonderful mix of aromas such as leather, black cherries liquorice, black fruits, and mushroom. The complexity of this wine finishes with notes of apricots, peaches, pears and a touch of lichee. Elegant and mature profile. The palate is juicy and round, showing notes of vanilla and blackcurrant. Its tannins are abundant and ripe which allow a long and complex finish.

Viña Chocalán Cabernet Franc Reserva - De color rojo rubí muy intenso y profundo. La nariz es seductora y perfumada, con una sinfonía de frutas negras y rojas maduras, unida a especias como vainilla, tomillo, pimienta. La barrica aporta todavía más complejidad con notas de torrefacción, café tostado, chocolate bitter, humo y tabaco. La boca presenta un buen cuerpo con los taninos densos, sabrosos y maduros. Este elegante y sabroso vino termina con un largo final.

Anakena Latest Harvest Single Vineyard - Viognier, Sauvignon Blanc, and Muscat of Alexandria have been blended to produce this complex and elegant wine. Intense yellow gold in colour, it exhibits honey, cinnamon, apricot, and delicate floral notes. Excellent as an aperitif, with desserts, or with after dinner cheeses. Serve chilled.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na noite seguinte à ida ao Rivoli, resolvemos provar o vizinho Baco. Foi uma boa ideia. Nesse dia, madrugamos para ir à Concha y Toro. Depois, ficamos de bobeira pela cidade, indo mais uma vez ao Patio Belavista e depois ao Cerro Santa Lucia, que ficava pertinho do hotel. Foi um dia em câmera lenta, apesar da quilometragem percorrida, de novo. Como era nossa última noite juntos na cidade, resolvemos escolher um restaurante bonitinho, como o Baco. Ao invés de pedirmos uma garrafa, resolvemos provar vinhos em taça, uma especialidade da casa, que oferece muitas opções. Optei pelo Villard Expresión por já ter provado e gostado de outro vinho dessa vinícola (numa degustação da Decanter) e depois, na hora da sobremesa, achei que seria um bom momento para um vinho de sobremesa. Também um vinho de uma vinícola conhecida. As duas foram boas escolhas, harmonizando com os pratos escolhidos.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: É muito comum encontrar opções de vinhos em taça nos restaurantes de Santiago. As opções são boas, em bom número para você escolher. Os vinhos, em geral, parecem bem armazenados e a rotatividade é grande. Nesta noite, resolvemos jantar em um bistrô, com comida com toques franceses, o Baco. Com boas opções de vinhos em taça, resolvemos não pedir uma garrafa e experimentar alguns vinhos. Primeiro pedi o Orzada. Queria experimentar um vinho da uva Carignan que está aparecendo cada vez mais no Chile. Bom vinho de bom corpo, com toques achocolatados na boca. Fez boa companhia ao meu filé. Depois, para continuar provando uvas menos usuais, pedi um Chocalán Cabernet Franc. Este já tinha um perfil mais moderno com toque amadeirado no início, passando por uma boa fruta na boca e final bem característico com toques de pimentão. Vinho bem feito, que agrada. Para finalizar, resolvemos pedir um late harvest para acompanhar a sobremesa. Foi uma boa degustação e um ótimo jantar. Vinho em taça em Santiago também pode ser uma boa opção.
Nota: -

Pergunta da Semana - 98

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Nesta semana, o Le Vin au Blog gostaria de saber:

- Por quanto tempo você já guardou uma garrafa de vinho? Qual foi? Ou ainda está guardado? Você se preocupa com a forma de armazenamento?

Participe da promoção da pergunta da semana! Leia abaixo o post.

4 de janeiro de 2009

Concha y Toro


Nome: Amelia - Marques de Casa Concha
Safra: 2006 - 2004
País: Chile
Região: El Triangulo, Casablanca Valley - Puente Alto Vineyard, Maipo Valley
Produtor: Concha y Toro
Site: http://www.conchaytoro.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100% - Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5 %
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Concha y Toro, em Santiago, no Chile
Quando foi comprado: 7 de dezembro de 2008
Degustado em: 7 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Concha y Toro, em Santiago, no Chile
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color: Light yellow with green hues. Bouquet: Very complex, smoke, mineral and honey tones. Taste: Concentrated and long in the mouth, fruits such as ripe pear and figs. Good balance, fresh acidity, savvy and persistent.
Color: Bright, deep red. Bouquet: Cherry, chocolate, black tar and smoke. Taste: A smooth, almost silky texture with a long finish. Concentrated and full bodied.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na noite anterior à visita à Concha y Toro, fui colocar o relógio para despertar, mas percebi que meu celular estava sem bateria e pedi para o Claudio colocar o dele. Bueno! Na manhã seguinte, com muito sono, nos levantamos às oito, porque a visita estava marcada para as 10. Saímos rápido para pegar o metrô logo abaixo de onde estávamos hospedados. Chegamos à estação final e pegamos o microônibus que vai perto da Concha y Toro. Ao chegar ao suntuoso portão da vinícola, o guarda nos perguntou a que horas estava marcada nossa visita. Com um ar meio divertido, ele falou que estávamos um pouco adiantados. Ainda eram nove horas – em ponto, diga-se de passagem. Caímos na risada. O relógio do Claudio estava com o horário do Brasil e nos levantamos uma hora antes. Bom, como não havia muito o que fazer, caminhamos um pouco pelas redondezas, tomamos um chocolate quente em um posto de gasolina ali perto e matamos o tempo até pouco antes da 10, quando mostramos nosso número de reserva, pagamos os 7 mil de cada visita e seguimos para uma área, onde outros três brasileiros e uma família de colombianos esperavam pela exibição de um vídeo de seis minutos sobre a Concha y Toro. O funcionário que nos recebeu nos levou então à antiga casa de Don Melchor, o idealizador do projeto da vinícola. No caminho, passamos por um belo jardim, que tinha, inclusive, araucárias. Vimos umas vinhas que pareciam estar ali especialmente para os turistas. Em seguida, a primeira degustação. Depois, fomos ver onde as barricas descansam e, claro, soubemos sobre a lenda do Casillero del Diablo. Dali, seguimos para a segunda degustação e o guia nos indicou o winebar e a loja. Compramos o Don Melchor, com o resto do dinheiro do Artero e mais um pouco. Foi o segundo vinho mais caro que compramos no Chile. Comprei também um cachecol, para a travessia pelos Andes. Visitar a Concha y Toro é meio que um passeio obrigatório para quem vai a Santiago, tanto para quem se interessa por vinhos quanto para quem quer dizer que visitou uma vinícola. Exagerando, é quase como ir a Paris e visitar o Louvre. Programa que todo turista deve fazer. A visita é um espetáculo e merece crédito, pois tem timing, é divertida e os guias são muito bem preparados. Além de ser bem fácil de chegar à vinícola, diferente das que ficam em regiões mais distantes da cidade.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi a última das quatro visitas que fizemos a vinícolas no Chile. Visitar a Concha y Toro é quase uma obrigação para todo turista que vai a Santiago. É a maior vinícola do Chile, além de estar bem perto do centro da capital chilena, sendo possível ir de metrô e ônibus. Eles estão preparados para receber os turistas. A visita é divertida, quase "um show", a "disneylandia" das vinícolas. Um belo local, boa estrutura, profissionais preparados fazem do passeio um programa bem interessante. Não é possível aprofundar sobre os vinhos, mas pelo público eclético que visita a Concha y Toro, a visita é adequada. Provamos dois vinhos, um branco e um tinto. O Amelia é um bom Chardonnay, menos licoroso e mais refrescante, toques de frutas como pêssego e maça. Não chegou a empolgar, mas é sem dúvida um bom vinho. Segundo vinho degustado foi um Marquês de Casa Concha, Cabernet Sauvignon. Um bom vinho, forte, de bom corpo e boa estrutura. Certamente ganharia acompanhando um prato de comida e com algum tempo a mais em garrafa. Você pode levar a taça que você degustou os vinhos, um presente da vinícola. Ao fim da visita existe uma loja com todos os vinhos e alguns outros produtos e um wine bar, onde você pode degustar outros vinhos da vinícola. Vale o passeio
Nota: -

1 de janeiro de 2009

Pergunta da Semana - 97

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Nesta semana, o Le Vin au Blog gostaria de saber:

- Brindou a chegada de 2009 com espumante? Qual foi?

Feliz 2009!