25 de maio de 2009

Pergunta da Semana - 118

Toda semana o Le Vin au Blog publica uma nova pergunta para conhecer um pouco mais sobre os seus gostos e hábitos. Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você costuma procurar por restaurantes que fazem uma marcação justa no valor do vinho? Na hora de escolher onde jantar você dá preferência para estes restaurantes? Costuma frequentar lojas de vinho que tem restaurante junto?

12 comentários:

Alexandre (Diário de Baco) disse...

oi pessoal...

acompanhando mais de perto os preços, comecei a reparar e sinceramente, já comecei a evitar os restaurantes gananciosos.

Outro dia mesmo, paguei de um vinho simplão num restaurante o dobro do que ele custa na loja. Absurdo.

abs!
alexandre

Gourmandise disse...

Eu gostaria de poder escolher mais. Uma grande pena que muitos restaurantes que adoro possuem uma marcação de preço dos vinhos bem pesada. Ou peço a taça ou bebo água com gás.
Em lojas de vinhos aliadas a restaurantes é praticamente impossível fazer uma refeição sem uma garrafa.

bjos,
Nina.

Pedro Cidade disse...

Eu trabalho numa adega que funciona junto com um restaurante. Aqui o preço é igual para levar ou para beber na casa. Uma vez que você está no meio é quase impossível não comparar preços e certamente evitar os lugares que cobram muito caro pelos vinhos.

Cristiano Orlandi disse...

Infelizmente o conceito dos restaurantes continua sendo dobrar, nesse caso prefiro pagar a famigerada rolha. Quando o restaurante tem um conceito diferenciado, de 60% de margem por exemplo, bebo os vinhos do restaurante.

Não costumo em ir a restaurantes com lojas pois eles "descontam" nos preços dos pratos...

Cristiano
http://vivendovinhos.blogspot.com

Gourmandise disse...

Lembrando que os restaurante quase sempre "dobram" o preço da importadora, não do produtor.
bjo,
Nina.

Anônimo disse...

Respondendo:
1- Sim, sempre procuro restaurantes que cobram um preço justo. Entendo que 20-30% seja uma margem bem justa, até porque restaurantes compram mais barato das importadoras que o consumidor final. Exemplos: Pommodorino, Artigiano;
2- Depende, pois infelizmente são minoria. Como não abro mão do vinho, acabo indo no que tenha a margem menos inflada e nos mais em conta, ou levo a garrafa de casa (mas só gfs especiais) e pago a taxa de rolha (aliás, esse é um tema interessante, tem restaurantes que cobram taxas de rolha justas, outros exorbitantes, e outros que adotam sistemas bem legais, como deixar levar o vinho se a gfs não estiver na carta ou a cada vinho comprado o cliente tem direito a abrir um seu sem taxa).
3- Sim, e estou querendo ir no Inter Vinos que, segundo li na Revista Adega, tem o sistema do cliente poder abrir uma gfs sua se comprar outra (mesmo que para levar). Vamos ver se é verdade (na Adega saiu que a taxa de rolha do Giuseppe Grill no Leblon era 25 reais e na verdade era de 50 reais, segundo me disse o sommelier quando lá estive).

Carlos Reis

Veneziano disse...

Sempre procuro best-buys em termos de restaurantes com vinhos justos. Apos toda refeicao fora, marco o preco do vinho e verifico quanto custava na importadora muitas vezes encontro casas que dobram ou mais o valor do vinho da importadora. Recentemente, em Sao Paulo, fui ao Cantaloup e tive o prazer de ver uma carta de vinhos em convenio com uma importadora, acho que a Decanter, e que tinha preços bem razoáveis. Acho que iniciativas dessas são louváveis e precisam ser repetidas. Além disso, gosto de politicas de ter um valor fixo de margem por vinhos e assim o preços das melhores garrafas ficam bem competitivos.

Boa pesquisa para todos,
Veneziano Araujo - SP

Rthecook disse...

Olá, todos!
Tendo em vista que a tática dos restaurantes é usar o preço das 'adegas'/distribuidoras x 2 e às vezes com uma gordurinha a mais, passei a evitar os restaurantes que são pesados na mão. Entre os menos gananciosos encontrei boas pedidas com bons pratos.

Anônimo disse...

Na quinta-feira passada fui na Capricciosa do Jardim Botânico e lembrando da pergunta da semana do Le Vin au Blog resolvi olhar mais atentamente as margens do restaurante em questão. Abusivas. Um Palo Alto Cabernet que custa 31 reais para o consumidor na Expand por 68 reais! Um Berço do Infante também da Expand de 24,80 por 58 reais e assim por diante.
Carlos Reis
PS: Acho que poderia have no blog um espaço para dicas de bares/restaurantes com cartas legais sem preços inflacionados.

Hermes Lorenzon disse...

Ola Rafaela. Não sabia que vocês tinham outros blogs, além do Cenas do Rio. Estão muito legais. Este de vinhos tem tudo a ver com a Itália. Parabéns.

Vitor disse...

Prezados,

Moro no interior e não tenho grandes opções de restaurantes com bons vinhos.

Quando vou a Curitiba, costumo passar no bistrô da Loja Vino do Batel. São representantes da WorldWine e cobram apenas 10% de serviço sobre o preço da loja. Os pratos têm preço justo. Recomendo aos confrades.

Abraço.

Le Vin au Blog disse...

Agradecemos a todos pelas respostas à pergunta da semana.

Há algum tempo, evitamos beber vinhos em restaurantes que cobram preço excessivo pelos vinhos. Vez ou outra nos arriscamos naqueles em que achamos menos pior. Gostamos de ir a lojas de vinhos que servem algum tipo de prato. Aqui no Rio, costumamos frequentar La Botella e L’Orangerie. As opções de comida não são muitas, mas são boas. Já fomos algumas vezes à Expand e ao Salitre, onde os vinhos têm bons preços, mas os pratos são meio carinhos. Ainda queremos provar o Intervinos – o incoveniente é ser bem longe de casa e somando preço do restaurante com o do táxi, acaba sendo inviável. Assim como o Carlos, gostamos também do Pomodorino.

Pedro Cidade, onde você trabalha, fica aqui no Rio?

Querido Hermes, seja bem-vindo ao blog. Volte sempre.

Vitor, já fomos a Vino! De São Paulo. Gostamos bastante.

Abraços a todos.
Rafaela