1 de abril de 2009

Langhorne Crossing - 2004 #cbe



* O Langhorne Crossing 2004 foi o vinho escolhido pelo blog I Vini para ser o 28º vinho a ser degustado pela Confraria Brasileira de Enoblogs.

Nome: Langhorne Crossing
Safra: 2004
País: Austrália
Região: Langhorne Creek
Produtor: Bleasdale Vineyards
Site: http://www.bleasdale.com.au/
Importador: Casa Flora

Uvas/Corte: Shiraz 61% e cabernet sauvignon 39%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: De rosca.
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 37
Onde foi comprado: Lidador
Quando foi comprado: 27 de março de 2009
Degustado em: 27 de março de 2009
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Risoto de arroz integral com cenouras, tomate e cogumelos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: Achei que era grená, mas dias depois bebi um vinho realmente grená e agora já não tenho mais certeza se esse aqui era tão grená assim...
Exame olfativo: Frutas vermelhas. Vinho bastante cheiroso. Cheiro de armário que ficou fechado por muito tempo. Cheiro de fogo de chão. Cheiro de gloss em forma de moranguinho. No final, sei lá por que, cheiro de cinzeiro.
Exame gustativo: Gosto forte. Não sei se gostei muito, apesar de não se tratar de um vinho ruim. Apenas não é um estilo que me agrade tanto. Achei, de qualquer forma, bem equilibrado, álcool bem integrado apesar dos 14,5%, agradável no primeiro ataque à boca. Ele é meio pesado. Se decidir prová-lo, beba bastante água, para não sentir a cabeça levemente pesada no dia seguinte. Vale ser provado.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Gosto do estilo. O rótulo colocado inclinado, como um selo. Apesar de muito texto, falando sobre a história da vinícola, o conjunto é equilibrado.
Exame visual: Rubi, indo para um alaranjado claro.
Exame olfativo: Leve álcool inicial. Bastante fruta como cereja, algo de gelatina. Algo doce e intenso. No final aparece uma leve madeira.
Exame gustativo: Vinho australiano de sabor intenso. A garrafa degustada ainda apresentava paladar bastante intenso. Sabor inicial de fruta bem madura, que evoluia para especiarias com notas altas. Surgiu um leve amargor no final, aparentou leve desequilíbrio que possivelmente não existia se bebido mais jovem com a indicação na garrafa. Boa permanência. Vinho de estilo mais parrudo, bem novo mundo. A comida domou um pouco o vinho o que deixou ele mais agradável. No final algo achocolatado apareceu. Um vinho correto, de paladar já sentido em outros vinhos e que não surpreende. Não é o meu estilo de vinho preferido.
Nota: 86.0 +

Nenhum comentário: