4 de janeiro de 2009

Concha y Toro


Nome: Amelia - Marques de Casa Concha
Safra: 2006 - 2004
País: Chile
Região: El Triangulo, Casablanca Valley - Puente Alto Vineyard, Maipo Valley
Produtor: Concha y Toro
Site: http://www.conchaytoro.com/
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100% - Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5 %
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Concha y Toro, em Santiago, no Chile
Quando foi comprado: 7 de dezembro de 2008
Degustado em: 7 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Concha y Toro, em Santiago, no Chile
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color: Light yellow with green hues. Bouquet: Very complex, smoke, mineral and honey tones. Taste: Concentrated and long in the mouth, fruits such as ripe pear and figs. Good balance, fresh acidity, savvy and persistent.
Color: Bright, deep red. Bouquet: Cherry, chocolate, black tar and smoke. Taste: A smooth, almost silky texture with a long finish. Concentrated and full bodied.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Na noite anterior à visita à Concha y Toro, fui colocar o relógio para despertar, mas percebi que meu celular estava sem bateria e pedi para o Claudio colocar o dele. Bueno! Na manhã seguinte, com muito sono, nos levantamos às oito, porque a visita estava marcada para as 10. Saímos rápido para pegar o metrô logo abaixo de onde estávamos hospedados. Chegamos à estação final e pegamos o microônibus que vai perto da Concha y Toro. Ao chegar ao suntuoso portão da vinícola, o guarda nos perguntou a que horas estava marcada nossa visita. Com um ar meio divertido, ele falou que estávamos um pouco adiantados. Ainda eram nove horas – em ponto, diga-se de passagem. Caímos na risada. O relógio do Claudio estava com o horário do Brasil e nos levantamos uma hora antes. Bom, como não havia muito o que fazer, caminhamos um pouco pelas redondezas, tomamos um chocolate quente em um posto de gasolina ali perto e matamos o tempo até pouco antes da 10, quando mostramos nosso número de reserva, pagamos os 7 mil de cada visita e seguimos para uma área, onde outros três brasileiros e uma família de colombianos esperavam pela exibição de um vídeo de seis minutos sobre a Concha y Toro. O funcionário que nos recebeu nos levou então à antiga casa de Don Melchor, o idealizador do projeto da vinícola. No caminho, passamos por um belo jardim, que tinha, inclusive, araucárias. Vimos umas vinhas que pareciam estar ali especialmente para os turistas. Em seguida, a primeira degustação. Depois, fomos ver onde as barricas descansam e, claro, soubemos sobre a lenda do Casillero del Diablo. Dali, seguimos para a segunda degustação e o guia nos indicou o winebar e a loja. Compramos o Don Melchor, com o resto do dinheiro do Artero e mais um pouco. Foi o segundo vinho mais caro que compramos no Chile. Comprei também um cachecol, para a travessia pelos Andes. Visitar a Concha y Toro é meio que um passeio obrigatório para quem vai a Santiago, tanto para quem se interessa por vinhos quanto para quem quer dizer que visitou uma vinícola. Exagerando, é quase como ir a Paris e visitar o Louvre. Programa que todo turista deve fazer. A visita é um espetáculo e merece crédito, pois tem timing, é divertida e os guias são muito bem preparados. Além de ser bem fácil de chegar à vinícola, diferente das que ficam em regiões mais distantes da cidade.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi a última das quatro visitas que fizemos a vinícolas no Chile. Visitar a Concha y Toro é quase uma obrigação para todo turista que vai a Santiago. É a maior vinícola do Chile, além de estar bem perto do centro da capital chilena, sendo possível ir de metrô e ônibus. Eles estão preparados para receber os turistas. A visita é divertida, quase "um show", a "disneylandia" das vinícolas. Um belo local, boa estrutura, profissionais preparados fazem do passeio um programa bem interessante. Não é possível aprofundar sobre os vinhos, mas pelo público eclético que visita a Concha y Toro, a visita é adequada. Provamos dois vinhos, um branco e um tinto. O Amelia é um bom Chardonnay, menos licoroso e mais refrescante, toques de frutas como pêssego e maça. Não chegou a empolgar, mas é sem dúvida um bom vinho. Segundo vinho degustado foi um Marquês de Casa Concha, Cabernet Sauvignon. Um bom vinho, forte, de bom corpo e boa estrutura. Certamente ganharia acompanhando um prato de comida e com algum tempo a mais em garrafa. Você pode levar a taça que você degustou os vinhos, um presente da vinícola. Ao fim da visita existe uma loja com todos os vinhos e alguns outros produtos e um wine bar, onde você pode degustar outros vinhos da vinícola. Vale o passeio
Nota: -

8 comentários:

Alexandre (Diário de Baco) disse...

oi pessoal...

concordo plenamente com vcs..a Concha y Toro é uma "EnoDisney" no Chile, mas são impecáveis no atendimento e apresentação da vinícola.

inesquecível!

abs!
Alexandre

Claudioas disse...

Realmente a visita a Concha y Toro é essencial e espetacular, mas infelizmente é o lugar mais caro de Santiago para comprar vinhos!

Abs,

Claudio

Anônimo disse...

MEsmo para comprar o Don Melchior? Ouvi que era o local mais barato para comprar o Don Melchior, verdade?
Carlos

Vitor disse...

Quanto ao Don Melchor, acho difícil encontrar mais barato q no Paraguai. Não há o charme de comprar no Chile, mas o preço é ótimo. Comprei o 2005 há alguns meses, ainda sem qualquer comentário da mídia especializada, a U$ 50,00, na loja Macedônia. O dólar estava cotado a R$ 1,70, ou seja, paguei míseros R$ 85,00 por cada garrafa. Voltei lá há 10 dias, e o vinho subiu para U$ 65,00. Mesmo com a cotação atual, ainda vale muito a pena.

A dica é procurar lojas grandes, em que as garrafas permanecem pouco tempo guardadas, pq as condições para isso evidentemente não são adequadas.

Os meus estão adormecendo na adega.

Le Vin au Blog disse...

Vitor, esta é uma boa dica para comprar vinhos. Existem boas lojas no Paraguai? Boas opções de rótulos? Existe o risco do vinho ser "paraguaio"?

Com relação aos preços na loja da Concha y Toro, eu achei que acompanhavam os preços das outras lojas em Santiago. Em alguns restaurantes, porém, os vinhos premiuns estavam mais baratos que nas lojas, inclusive o Don Melchor.

Abs.,

Vitor disse...

Sim, existem.

Vou dar alguns exemplos de vinhos q são vendidos no Paraguai, além do Don Melchor:

Chile: toda a linha da Concha y Toro (Marques de Casa Concha, Terrunyo, Amelia), Casa Lapostolle (inclusive o Clos Apalta), Viña Montes (inclusive o Montes M) e Altair (inclusive o Sideral).

Argentina: Terrazas de los Andes (inclusive o Afincado e o Cheval des Andes - este comprei pela pechincha de R$ 100,00!!!), Luigi Bosca, Dona Paula, Catena (somente a linha Angelica Zapata), Zuccardi (comprei o Zeta 2005 por U$ 36,00 na última visita).

Europa: pouca oferta de qualidade, exceto na loja Monalisa, q é a mais chique de Ciudad del Este e tem ótima adega climatizada, onde encontramos bons vinhos franceses com preços 30% inferiores aos do Brasil. Nas outras lojas, há alguns Chiantis, Barolos e Barbarescos de 3ª linha. Como exceção, a Herdade do Esporão tem toda sua linha em oferta (comprei o Esporão Private Selection Tinto 2004 tb por R$ 100,00).

Indico apenas as lojas Monalisa (para vinhos franceses), Macedônia e La Petisquera, q têm grande saída e os vinhos não ficam cozinhando em depósitos quentes. Nunca fui enganado.

Abraço.

Roberson disse...

Paguei U$ 70,00 pelo Don Melchor na loja da Conhca y Toro. Estive lá em setembro/2008 (com dólar a R$ 1,70).

Nas lojas de vinhos de Santiago os preços de vinhos premium variam pouco. Todos os top (Clos Alpata, Don Melchor, Domus Aurea, Montes M, Dom Maximiano, etc) estão acima dos U$ 75,00. Ainda com dólar a 2,20 valem a pena. O melhor custo-benefício que achei foi no Sol de Sol Chardonnay que paguei U$ 25,00 e no Pinot Noir da Casa Marin que encontrei por U$ 28,00.

Cristiano Orlandi disse...

Prezados,

Estou atrasado, mas tambem comprei vinhos no Paraguai e nao ocrreram problemas. Porem compro na Casa Americana, mais barata que a Petisqueira e a Monalisa, porem com variedade menor. No Caballo Loco paguei USD 37.

Quem vai ao Paraguai por Foz, tambem pode ir a Argentina, Puerto Iguazu, la tem um pequeno emporio no centro da cidade com boas pedidas, a loja e de um brasileiro.

Cristiano
Vivendo Vinhos