15 de janeiro de 2009

Catena Zapata


Nome: Alamos
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Catena Zapata
Site: www.catenawines.com
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,6%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: incluído na visita, que é grátis
Onde foi comprado: Bodega Catena Zapata, em Agrelo, Lujan de Cuyo, na Argentina
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2008
Degustado em: 18 de dezembro de 2008
Onde bebeu: Bodega Catena Zapata, em Agrelo, Lujan de Cuyo, na Argentina
Harmonizado com: -
Com quem: Rafaela

Comentário do Produtor
De profundo color púrpura con matices violeta, la nariz es intensa y vivaz, con abundantes frutos negros y delicadas notas florales y de tostado. En boca presenta concentradas notas de cassis y frutos del bosque con sutiles dejos de chocolate y especias dulces provenientes de un moderado añejamiento en roble. El final es largo y persistente, con taninos maduros y sedosos.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Um dos motivos de ter escolhido Mendoza para estudar espanhol foi o número de vinícolas que existem nessa região argentina. Algo meio clichê como unir o útil ao agradável. Demorei para decidir quais seriam as vinícolas a serem visitadas. Quer dizer, eu até sabia, mas como não tinha certeza se alugaria um carro ou não, não tinha feito muitos contatos. Decidi visitar a Catena Zapata, a Achaval Ferrer e a Luigi Bosca. Fizemos umas trocas de aulas na escola e consegui a quinta-feira inteira livre para visitar Lujan de Cuyo. Acabei alugando um carro e bem cedo parti pelas estradinhas de Lujan. Depois de andar por uns 20 minutos em uma estradinha de chão, cheguei à Catena Zapata. Eles souberam posicionar muito bem a pirâmide. Cercada por vinhedos, a impactante construção, inspirada nas pirâmides maias, impressiona. Fiz várias fotos para o Claudio. Depois de chegar, fui recebida por uma mocinha, que me indicou um sofá confortável para me sentar e esperar até que os outros visitantes agendados chegassem. Enquanto esperava, me ofereceram um Chardonnay, mas como estava dirigindo, tive de dizer não. Depois me arrependi, pois poderia ter experimentado, pelo menos. Assim como na Concha y Toro, primeiro assistimos a um vídeo, que conta um pouco da história de Domingos Vicente Catena (daí vem o D.V. Catena) e Angélica Zapata, a segunda geração da família Catena. Depois, fomos às adegas, onde estão as barricas. Dali, fomos ver onde o processo de fermentação é realizado. Tudo é muito bonito e organizado. Em seguida, subimos até o alto da pirâmide, de onde fiz algumas fotos dos vinhedos. De lá, pode-se ver as montanhas, os Andes. É bem bonito. Tudo isso entremeado por explicações. No grupo, havia três casais brasileiros, três mexicanos e eu. Dali, fomos fazer a degustação do Alamos, mas só coloquei na boca dois golinhos. Estando há mais de nove meses sem dirigir, era melhor não arriscar fazer isso tomando vinho. E ainda tinha duas vinícolas pela frente. Na sala de degustação, é possível tomar outros vinhos, mas mediante pagamento. Comprei um vinho, o DV Catena, não o que eu queria ter comprado, que era um vendido somente ali. Duzentos pesos estava muito além do meu orçamento...
Nota: -

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