28 de novembro de 2008

Quorum I - 2002-2005-2006


Nome: Quorum
Safra: 2002 (malbec) - 2005 (merlot) - 2006
País: Argentina
Região: Luján de Cuyo, Mendoza
Produtor: Bodega Norton
Site: http://www.norton.com.ar/
Importador: Não é importado para o Brasil

Uvas/Corte: Malbec 60%, Merlot 22% e Petit Verdot 18%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: De cortiça, tamanho médio com logomarca gravada.
Numeração da garrafa: -
Preço: 70 pesos
Onde foi comprado: Winery, em Buenos Aires
Quando foi comprado: 11 de dezembro de 2007
Degustado em: 2o de novembro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Acepipes comprados no Terzzeto Café:foccacia com sal grosso e alecrim, quiche de alho poró, empadão de frango, risolis de camarão e terrine de pato defumado
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Quorum es elaborado a partir de una cuidada selección de diferentes cosechas y variedades por parte de nuestro enólogo.Cada cosecha posee cualidades distintivas, y la combinación de las misamas junto con sus estilos y variedades conforman un vino completo, armónico y único.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Logo depois que abri, senti cheiro de toalha velha. Mais tarde um pouco, cheiro de batom. Desde que ganhamos um abridor do Marcel e da Nina, do Gourmandise, eu passei a achar bem mais fácil abrir vinhos. Ah, falando em presentes, já ganhamos vários presentes deles e nunca criamos vergonha na cara para retribuir. Há de chegar a hora.
Exame gustativo: Tínhamos pensado em ir a um bom restaurante para comemorar o aniversário do Claudio, mas depois de termos almoçado com a família no Bistrô Le Vin na hora do almoço, decidimos ficar em casa e abrir um dos vinhos da nossa adega. Inicialmente, o vinho planeja era um Finca La Anita, mas Claudio sempre muda na hora e me faz decidir levando em consideração uma lista enorme. Normalmente, sou rápida e precisa na escolha. Desta vez, escolhi este Quorum, que compramos lá em Buenos Aires há quase um ano. Foi uma ótima escolha - tanto lá quanto aqui. O vinho está à altura da data comemorada. Trata-se de um vinho gostoso, agradável, equilibrado e que parecia estar no momento certo. A impressão que eu tinha ao beber um gole era de que se formada uma bolha dentro da boca que só explodia quando o líquido descia pela garganta. Aí sim, ele liberava o sabor. Algo como uma bomba atômica dentro da boca. A diferença é que a sensação era muito boa. A permanência é muito boa. Rico em sabor. Recomendo a quem for à Argentina.
Nota: 92.0

Ps.: quero aproveitar para pedir ajuda aos catarinenses. Morei muitos anos lá e estou muito sensibilizada pela situação. Aqui no Rio, é possível doar alimentos, remédios e roupas na Defesa Civil e no Cefet. Também é possível fazer depósitos em várias contas bancárias - os números podem ser acessados no site do Diário Catarinense. Qualquer quantia já ajuda.

Comentário do Claudio
Rótulo:
Clássico, limpo, elegante e que procura explicar o corte do vinho. Bonito
Exame visual: -
Exame olfativo: Complexo e que evoluiu muito depois de aberto. Difícil definição.
Exame gustativo: Sempre gostei muito dos vinhos da Bodega Norton. Quando fomos para Buenos Aires, queria comprar um vinho deles para trazer. Encontrei este Quorum I, que não é importado para o Brasil. Me chamou a atenção o corte pouco comum de Malbec, Merlot e Petit Verdot feito com safras diferentes. Sempre gosto de experimentar vinhos diferente e é sempre um prazer quando consigo descobrir sabores novos. E o Quorum foi uma ótima surpresa. Vinho com paladar diferenciado e personalidade própria.Prima pela a elegância sem perder sua intensidade de sabor. Final de boca com alguma especiaria levemente picante, ameixa e leve achocolatado. Longo agradável final de boa complexidade. Vinho surpreendente e prazeroso que envolve o seu paladar. Evoluiu muito com o tempo no Decanter. Vinho que ainda vai crescer bastante e que pode ser guardado por mais alguns anos. Foi uma ótima escolha para a noite do meu aniversário. Belo estilo. Recomendo.
Nota: 91.0 +

26 de novembro de 2008

Pergunta da Semana - 92

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Na semana passada, o Claudio fez aniversário. Se você fosse dar um vinho de presente para ele, levando em consideração os comentários do blog, qual seria esse vinho? Escolheria algum bom que você provou recentemente?

25 de novembro de 2008

Tuzko Bátaapáti - Kékfrankos 2005*



* Esta foi a décima edição da harmonização virtual entre blogs. O vinho foi uma indicação do Le Vin au Blog, enquanto o prato foi sugerido pelo Gourmandise, com auxílio de um amigo com ascendência húngara. Confira abaixo nossos comentários. Não deixe de visitar os outros blogs que realizaram a harmonização - Gourmandise, Tá bem Bom e Diário de Baco.

Nome: Tuzko Bátaapáti
Safra: 2005
País: Hungria f
Região: Bátaapáti
Produtor: Piero Antinori
Site: www.antinori.it/eng/adalmondo/indexungheria.php
Importador: Expand

Uvas/Corte: Kékfrancos
Teor alcoólico: 13%
Rolha: De cortiça aglomerada, com logomarca gravada
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 45
Onde foi comprado: Expand Barra, no Rio
Quando foi comprado: 13 de novembro de 2008
Degustado em: 22 de novembro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pörkölt
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Tai Vengrijos vynas, gamintas garsios italų vyno šeimos - markizų Antinori. Vengrų vyndarys Tibor Gal, gamina ne tik Bataapati ūkio, bet ir žymų Italijos vyną. Šis Kekfrankos vynas 6 mėnesius brandintas ąžuolo statinėse, yra skaisčios rubino spalvos. Vyno kvapas ir skonis gausus aviečių ir gėlių natomis bei prieskoniais, nėra sunkus. Tinkamas išlaikyti 3 metus.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Translúcido, superclarinho, vermelho.
Exame olfativo: Primeiro, senti um cheiro de pêssego, depois de vinho do porto, de vinho licoroso. Muito rico em aromas e agradável.
Exame gustativo: Depois de arrumar nossos móveis novos no lugar, minha amiga Gabi ter me ligado e de eu receber uma notícia maravilhosa da minha prima, encerramos o dia com esse ótimo jantar, da 10ª edição da Harmonização Virtual, realizada em parceria com a Nina e o Marcel, do Gourmandise. Este vinho poderia tranquilamente ser bebido sem comida, pois é bastante leve. Com a comida, ele ficou um pouco diferente, mas não por ele em si, e sim pela comida. O prato húngaro é bem saboroso, mas não sei se erramos na medida da páprica, porque ele ficou realmente "quente". Só que a reação da boca à pimenta foi bem esquisita. Ao colocar a comida da boca e mastigar, o prato mostrava-se bem saboroso, mas passavam alguns segundos e parecia que a língua estava pegando fogo. Assim, o coitado do vinho, tinha apenas alguns milésimos de segundos para harmonizar efetivamente com a comida. Passados esses segundos, ele juntava-se ao gosto da comida e tudo pegava fogo. Na próxima vez, creio que teremos reduzir ainda mais a medida da páprica...
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples, sem maiores atrativos.
Exame visual: Tom claro, levemente alaranjado. Lembra alguns Pinot Noir.
Exame olfativo: Leve, algo como doce de pêssego ou de algum licor. Início com cheiro bem estranho, lembrando armário, algo guardado. Levantou dúvidas se o vinho estava bom.
Exame gustativo: Acho interessante experimentar novos sabores ou uvas diferentes. Quando pensamos na décima harmonização virtual, a idéia era explorar uvas ou países não tão falados. Chegamos a este vinho húngaro, da desconhecida uva Kékfrankos. Realmente é um paladar diferente. Tentando buscar alguma coisa para comparar. Imaginei que este vinho seria semelhante a uma mistura de um Pinot Noir, com um Valpolicella e um toque de algum vinho rosé. Um vinho de corpo leve, sem frutas em excesso, tende a ser elegante e sutil. Paladar que vai para o doce, mas sem açúcar excedente. Levemente perfumado. É um vinho simples, correto, sem defeitos aparentes e, principalmente, diferente. Imagino que na Hungria este seja um vinho para o dia-a-dia. PS: (o único comentário que achei sobre este vinho na internet estava numa língua que imagino ser húngaro.... Se alguém entender o que está escrito, mande uma mensagem com a tradução.)
Nota: 86,0 - 87.0
Nota do vinho harmonizado com a comida: 87.0 +

Harmonização: Sempre gosto de provar novos pratos. A Nina havia comentado que tinha reduzido um pouco a quantidade de páprica picante da receita original fornecida por um húngaro amigo deles. Não sei se errei na mão, mas acho que ainda tinha muita páprica. O interessante é que ela "queima" apenas na garganta alguns instantes depois de se ter engolido a garfada. Assim era possível sentir todos os sabores do prato na boca: um prato bem gostoso, com a carne que ainda firme, mas bem macia, quase se desmanchava e combinava bem com as batatas cozidas. Eventualmente, se sentia o gosto de "erva-doce" do kümmel, que era interessante. Nesta fase, foi possível ver que o vinho cresceu com a comida. Minha impressão inicial seria a de que ele desapareceria, mas houve uma harmonia, mesmo que momentânea. A segunda fase da degustação era sentida logo após se engolir: todos os sabores desapareciam, tanto o do vinho quanto o da carne, molho e batatas, e em seu lugar o picante da páprica dominava completamente o sabor. Com um copo d'água, você conseguia neutralizar a "queimação" e partir para novo ciclo: sabor-harmonização-queimação-água. No fim, acabou sendo uma noite divertida de novos sabores.

24 de novembro de 2008

Pergunta da Semana - 91

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Na semana passada, publicamos um post sobre o vinho Finca La Linda, o qual não conseguimos degustar por que estava ruim. Por isso, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você já deu o azar de abrir um vinho que estava estragado? O que você fez? Reclamou com a loja ou a importadora?

Bouza - Tannat 2005



Nome: Bouza
Safra: 2005
País: Uruguai
Região: Montevidéo
Produtor: Bodega Bouza
Site: www.bodegabouza.com
Importador: Decanter

Uvas/Corte: Tannat 100%
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: De cortiça, tamanho médio para pequeno com a logomarca gravada.
Numeração da garrafa: 5.348 de 13.869 produzidas
Preço: U$ 8,50
Onde foi comprado: Gentilmente trazido pelo Fernando do Uruguai
Quando foi comprado: 2007
Degustado em: 15 de novembro de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Tagliatelle ao molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color rojo intenso con tonos violáceas. Aroma a pasas de ciruela, membrillo y cassis, sobre notas de vainilla y tabaco. En boca presenta buen cuerpo con marcada acidez, taninos aterciopelados y final prolongado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Um coloração bem escura, puxando para um bordô.
Exame olfativo: Cheiro de fumaça de cigarro e um quê de limão.
Exame gustativo: Quando Claudio pediu para eu escolher um vinho, pensei: será algo com satisfação garantida. E assim, fácil, fácil, cheguei a este Bouza. O engraçado dele é que o gosto parece que fica parado dentro da boca, não desce pela garganta. Já havíamos provado outro vinho assim. Vinho que mancha os dentes, este Tannat não parece muito com um Tannat. Não tem aquele final característico e é mais "fácil" do que os outros Tannats que já bebi. Não sei como explicar direito, nem sei os termos técnicos, mas ele parece que deixa a boca "sentindo" o vinho, deve ter algo a ver com os taninos (espiei o comentário do Claudio e ele fala algo sobre isso). Agora falando um pouco sobre o prato que fizemos. Nesse sábado, de feriado, fomos dar uma caminhada por Copacabana e Ipanema. Na volta, decidimos passar na Veronese, tradicional casa de massas, que eu, sinceramente, nunca tinha visto nesses dois anos que moro aqui. Fica em Ipanema, quase do lado do Terzetto Café. Compramos uma massa recém-feira, levinha, uma delícia. Queríamos fazer junto com o molho de tomates home made a partir de uma receita da Nina, do Gourmandise. Ficou maravilhoso. Recomendo, a quem tiver tempo e gosto, a fazer molhos de tomate em casa. Ficam muito melhores.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Destaque para o contra-rótulo. Informações detalhadas sobre o vinho. muito interessante e útil.
Exame visual: Violeta escuro e encorpado. Muitas lágrimas.
Exame olfativo: Predomínio de madeira e baunilha. Início com leve álcool. Evoluiu com tempo no decanter aparecendo toques vegetais.
Exame gustativo: Há muito tempo que não bebeia um vinho às cegas. Aproveitamos a massa fresca que compramos e o molho de tomate que fizemos para abrir uma garrafa de vinho. A Rafaela escolheu sem eu saber qual era. Tentei descobrir, mas não consegui. Este Bouza passou 15 meses em barrica de carvalho que deixou muito presente a madeira. Fora isso, é um vinho bastante agradável, saboroso e bem feito. Final um pouco curto, com sabor concentrado na boca. Destaque para o paladar de café e capuccino. Taninos levemente marcado, deixando a boca um pouco seca. Tinge os dentes. É um bom vinho. Não funcionou tão bem com a ótima massa que preparamos.
Nota: 87.0+

20 de novembro de 2008

Don Abel Premium - Merlot 2005


Nome: Don Abel Premium
Safra: 2005
País: Brasil
Região: Casca, Serra Gaúcha
Produtor: Vinícola Don Abel
Site: http://www.donabel.com.br/
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 14,0%
Rolha: De cortiça, de tamanho médio e estreita. Logomarca gravada.
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 30
Onde foi comprado: em Caxias do Sul, na loja Tumelero, pela Rafaela
Quando foi comprado: 6 de maio de 2008
Degustado em: 11 de novembro de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Lombo de porco com arroz integral variado e salada
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Merlot Premium – Vinho Fino Tinto Seco - Safra 2005 , premiado na XIII Avaliação Nacional de Vinhos Finos, Medalha de ouro no III Concurso Internacional de Vinhos do Brasil. Elaborado com uvas 100% Merlot, cultivadas em vinhedos próprios. Apresenta cor vermelho violáceo, de sabor intenso, paladar aveludado e encorpado. Um vinho potente e com aroma de frutas vermelhas e baunilha. Sem madeira e sem adição de açúcar. Servir entre 16 e 18 graus.

Comentário da Rafaela
Exame visual:
Cor intensa, escura, puxando para um bordô.
Exame olfativo: Cheiro de lavanda e de velho mundo.
Exame gustativo: Nos dois anos em que estou morando no Rio, fui duas vezes ao Rio Grande do Sul e nas duas vezes voltei com uma garrafa do Don Abel Premium. Claudio sugeriu que o degustássemos um ano depois da primeira garrafa - aquela foi degustada em 7 de novembro de 2007. Não deu para ser exatamente no dia, mas ficou perto. O vinho continua bastante bom. Não perdeu o vigor com mais um ano de guarda. Até me pareceu melhor do que a da outra vez. É um vinho fácil de beber, apesar do estilo velho mundo. Em um primeiro momento, achei que ele estava meio sem gosto, mas logo depois melhorou bastante. Só não aprovei muito com a comida. Ficou meio ácido, mas para ser bebido sozinho, serviu muito bem. Este jantar foi feito depois de horas na cozinha. Fomos à feira na segunda e compramos muitos tomates, que ontem se transformaram em um molho de tomate, seguindo uma receita me dada pela Nina. Não vejo a hora de usar o molho numa supermassa. O Don Abel é meio pesado e precisa ser degustado com bastante água. Tem 14% de álcool, que, apesar de bem integrados, parecem ser 16%, mas nada que alguns copos de água não resolvam. Ou uma aspirina no dia seguinte...
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Este vinho merecia uma nova programação visual. Rótulo desequilibrado e feio. Não combina com o vinho.
Exame visual: Diferente tom grená bem amarronzado.
Exame olfativo: Nariz bastante vegetal com toques de carne crua. Leve álcool ao fundo.
Exame gustativo: Degustamos um Don Abel Merlot em novembro de 2007. Como tínhamos gostado do vinho, compramos uma outra garrafa e resolvemos beber 1 ano depois da primeira. E o resultado continuou bom, ou melhor um pouco. O Don Abel suportou bem mais um ano de vida sem dar nenhum sinal de declínio, muito pelo contrário. Estilo velho mundo, é um Merlot bastante agradável. Um vinho para se acompanhar comida. Tentamos fazer uma harmonização com carne de porco. Vinho de corpo médio, final levemente quente. Sabor intenso e bastante agradável. Um ano depois continua um bom vinho. Não achei pesado como a Rafaela descreveu. Assim como no ano passado, apresentou depósitos na garrafa.
Nota: 87.0+

19 de novembro de 2008

Chandon Excellence Brut Réserve / Gestos - Syrah 2006



Nome: Chandon Excellence Brut Réserve / Gestos
Safra: - / 2006
País: Brasil / Argentina
Região: Serra Gaúcha / Mendoza
Produtor: Chandon do Brasil - Finca Flichman
Site: http://www.chandon.com.br%20/http://www.flichman.com.ar/

Uvas/Corte: Chardonnay 85%, Pinot Noir 15% - elaborado pelo método Charmat / Syrah
Teor alcoólico: 11.7% / 13%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecidos pelo DAAD
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 7 de novembro de 2008
Onde bebeu: Churrascaria Palace, no Rio
Harmonizado com: Mais do que eu possa relatar aqui
Com quem: Rafaela, colegas e bolsistas do DAAD

Comentário do Produtor
Chandon - Considerado um dos melhores espumantes das Américas, o Excellence é feito apenas com variedades Chardonnay e Pinot Noir, selecionadas exclusivamente dos vinhedos da Chandon. As uvas são colhidas em um estágio de maturação bastante avançado para proporcionar mais personalidade e complexidade ao vinho. Caracteriza-se por sua cor amarelo-dourada com reflexos verdes, espuma bundante e persistente com formação de um amplo colar no contorno da taça. As borbulhas são ativas, muito finas e numerosas. O aroma lembra frutas como ameixa preta, cítricos maduros, amêndoa e avelã fresca em harmonia com notas de torrefação (pão torrado e café) e toques sutis de especiarias doces, como canela, cravo e caramelo.
Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: O DAAD, serviço alemão de intercâmbio acadêmico, onde trabalho algumas horas por semana, realizou a festa de fim de ano e a comemoração do aniversário de um antigo diretor na Churrascaria Palace. Esta foi minha experiência em uma churrascaria aqui no Rio. Estava desacostumada. Não sou muito de carne vermelha e acho que não aproveitei tudo que poderia na churrascaria, que estava lotada de gringos. Só no nosso grupo, formado por umas 80 pessoas, metade era de alemães. Foi muito legal o encontro, pude usar um pouco do meu alemão e dei muitas risadas com as experiências de alguns bolsistas alemães no Brasil. Gostei muito. Quanto às bebidas, o espumante é muito bom, já havia provado numa festa no Copacabana Palace no ano passado. O vinho, vim a saber depois, é uma mistura de duas produções da mesma uva. 50% de syrah produzida a 1.100 metros de altitude e 50% de uvas produzidas a 700 metros de altitude. O resultado é agradável. Vinho fácil de beber, que pode tranqüilamente ser bebido sem comida. Bom para acompanhar uma conversa.
Nota: -

18 de novembro de 2008

Falando de Vinhos - 1 ano



Nome: Casillero del Diablo - Sauvignon Blanc; Casillero del Diablo - Carmenère, Marco Luigi Brut Reserva da Família
Safra: 2008, 2007, 2006
País: Chile, Chile e Brasil
Região: Central Valley, Rapel Valley, Vale dos Vinhedos
Produtor: Concha y Toro; Marco Luigi
Site: http://www.casillerodeldiablo.com/; http://www.marcoluigi.com.br/
Importador: -

Uvas/Corte: 100% Sauvignon Blanc; 100% Carmenère; 50% chardonnay e 45% Pinot Noir e 5% Merlot
Teor alcoólico: -, -, 12%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pelo blog "Falando de vinhos" (e seus parceiros: Concha y Toro do Brasil e Marco Luigi )
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 05 de novembro de 2008
Onde bebeu: Restaurante Villa em São Paulo
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio, Gilberto, Alexandre (Diário de Baco) e demais convidados

Comentário do Produtor
Casillero del Diablo - Sauvignon Blanc 2008
Colour: Translucent yellow with subtle green hues
Aroma: Expressive and with plenty of varietal identity; tropical fruits, white peach, currant and refreshing citrus notes.
Palate: In mouth it feels balanced, intense, fresh and with a good acidity level. An elegant and round wine with a pleasant, long finish.

Casillero del Diablo - Carmenère 2007
Color: Deep, intense violet-red.
Aroma: Intense and expressive fruit with leading plum and black cherry notes. Also bitter chocolate, coffee and toast.
Palate: Good structure and concentration, smooth and elegant tannins. Ripe fruit makes a comeback, in balance with the wood; long and very pleasant finish.

Marco Luigi Brut Reserva da Família – 2006
O espumante Brut é elaborado com as variedades Chardonnay, Pinot Noir e Merlot pelo método Champenoise (fermentação na própria garrafa). As uvas são colhidas em um estágio avançado de maturação para proporcionar mais complexidade e personalidade. Cor: Amarelo palha. Perlage: apresenta perlage persistente, fina e numerosa. Aroma: O aroma lembra ameixa preta, mel, amêndoa com notas de pão torrado.Sabor Na boca é equilibrado, com ótima acidez e persistência. No paladar revela uma bebida rica, harmônica, seca, complexa e com final elegante.

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fui sorteado para receber um dos prêmios oferecidos pelo blog Falando de Vinhos, do João Filipe Clemente. O blog está fazendo um ano e o João resolveu organizar um encontro para comemorar. Ele conseguiu, junto a parceiros diversos, ótimos prêmios para sortear entre os leitores do blog. A condição de participar do sorteio era estar presente na festa em São Paulo, dia 5 de novembro. Tive que passar dois dias em São Paulo a trabalho e, por sorte, seria no mesmo dia da confraternização. Depois de um dia corrido de trabalho, fomos, Gilberto e eu, para o agradável restaurante Villa no Morumbi, onde pude conhecer pesoalmente o João. Além do João, conheci também o Alexandre do blog Diário de Baco. É sempre muito interessante conhecer pessoas que você apenas encontra "virtualmente". Nada melhor que uma taça de vinho para brindar esses encontros. Nessa noite foram servidos três ótimos vinhos. O Sauvignon Blanc é muito equilibrado, fresco e com toques de fruta. O Carmenère era da safra 2007, divulgada como uma das melhores no Chile. Um bom vinho, de bom corpo, taninos bem arredondados, final agradável. Ainda um pouco marcado pela madeira, quem sabe um tempo a mais na garrafa possa deixá-lo mais intregrado. E, por último, fizemos um brinde com o espumante da Marco Luigi. Tenho uma garrafa dele na adega e em breve comentarei aqui no blog. A noite foi muito agradável. Parabéns ao João pelo aniversário do blog e pela organização do evento. Espero reencontrar todos novamente em breve. Ainda saí da festa com quatro garrafas de ótimos vinhos que ganhei no sorteio.
Nota: -

16 de novembro de 2008

Turning Leaf - Pinot Noir 2006


Nome: Turning Leaf
Safra: 2006
País: Alemanha
Região: -
Produtor: Turning Leaf Modesto
Site: http://www.turningleaf.com/home.asp
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: sintética, curtinha, com logomarca impressa
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido por Lê
Onde foi comprado: Califórnia, nos Estados Unidos
Quando foi comprado: agosto de 2008
Degustado em: 3 de novembro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Penne à Bolonhesa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
It's delicious, with aromas and flavors of ripe cherries, raspberries and subtle spice. Open a bottle with your take-out Thai ginger beef, or enjoy a glass with a tender slice of roast pork.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Clarinho, translúcido.
Exame olfativo: Cheiro de maçã, parece cheiro de vinho rosé.
Exame gustativo: Não se influenciada pelo cheiro, pelo gosto ou pelo país de origem, este vinho me lembrou muito os vinhos de maçã que uma ou outra vez bebi em Frankfurt quando morei lá - na região, mas principalmente em Frankfurt, é comum as pessoas pedirem uma jarra de Apfelwein ou Apfelwoi, como dizem os moradores no dialeto hessisch. Este vinho é muito leve, parece mais um vinho rosé, simples. Ah, devo dizer que a massa estava fantástica. Sou obrigada a comer uma porção de carne vermelha por semana por causa da baixa taxa de B12 e desta vez valeu a pena. O molho à bolonhesa que o Claudio preparou estava perfeito.
Nota: 86.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo equilibrado e bonito.
Exame visual: Rubi, bem clarinho.
Exame olfativo: Muita maçã e toques de cereja. Ao fundo um pouquinho de álcool.
Exame gustativo: Meu primo Lê mora na Califórnia. Já fazia algum tempo que ele não vinha ao Brasil. Em agosto passado, ele me falou que viria. Tinha passado para a Paty, irmã do Lê, e que também mora por lá, uma lista com sugestões de alguns bons vinhos californianos que ela procuraria e mandaria os vinhos pelo Lê. Ela não conseguiu achar nenhum vinho da tal lista e na véspera de embarcar ele me perguntou se eu queria que ele trouxesse algum outro vinho. Ele disse que iria passar numa loja perto da casa dele e que poderia comprar. Falei para ele escolher algum californiano da uva Zinfandel que estaria ótimo. Ele me alertou que não entendia nada de vinho, muito menos de escolher na loja. Encorajei ele para comprar na sorte. Dias depois nos encontramos aqui no Rio. Foi muito bom revê-lo. Colocamos o papo em dia e ele me presenteou com duas garrafas de vinhos: um Zinfandel e um vinho alemão da uva Pinot Noir, este Turning Leaf. Esta vinícola também produz vinhos na Califórnia, mas o Lê acabou trazendo um vinho da Alemanha. O Turning Leaf é um vinho bastante leve. Lembra muito vinhos rosés. Na boca ele acompanha o nariz: toques de frutas como maçã e cereja. Vinho simples, mas sem arestas com final curto porém agradável.
Nota: 86.0

Finca La Linda - Malbec 2006


Nome: Finca La Linda
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Luigi Bosca
Site: http://www.luigibosca.com.ar/
Importador: Decanter

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: se esfacelou ao ser aberta
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 25,90
Onde foi comprado: Arte dos Vinhos, na Cadeg, em São Cristóvão, no Rio
Quando foi comprado: 4 de outubro de 2008
Degustado em: 3 de novembro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Penne à Bolonhesa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Comuna de Luján de Cuyo, a 15 km ao sul da capital de Mendoza. Localizada na altitude de 960 metros acima do nível do mar, sobre a ladeira leste da montanha. Proprietário do vinhedo desde 1905.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Infelizmente, não pudemos degustar este vinho. Ele simplesmente estava intragável. Eu sou superfã dos Finca La Linda, mas desde o início, ao sentir o cheiro, já achamos que este vinho estava passado. Começamos a especular se tem a ver com a falta de refrigeração da loja, lá na Cadeg. Uma pena. Vou ter que comprar outro, mas desta vez vou comprar ali no seu Anibal.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Simples, equilibrado e correto.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gosto muito da linha de vinhos "Finca La Linda". Já degustei diversas safras diferentes e sempre é um vinho correto, bem feito e com ótima relação custo-benefício. Fazia algum tempo que não degustávamos um La Linda e quando fomos à Cadeg, a Rafaela resolveu comprar uma garrafa. A Cadeg é um lugar onde você encontra alguns vinhos pelos menores preços aqui no Rio, porém a forma como são armazenados é uma das piores. A vantagem é que a rotatividade é grande e vale arriscar comprar vinhos por lá. Não sei se foi pelo armazenamento, mas este Malbec não estava bom para o consumo. Nariz e a cor já estavam diferentes e o paladar apenas confirmou nossa suspeita: o vinho estava ruim, não deu para provar.
Nota: -

15 de novembro de 2008

1865 - Carmenère 2005


Nome: 1865
Safra: 2005
País: Chile
Região: Valle de Curicó
Produtor: Viña San Pedro
Site: http://www.sanpedro.cl/
Importador: World Wine

Uvas/Corte: Carmenère 100%
Teor alcoólico: 14%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 12, a taça
Onde foi comprado: Terzetto Café
Quando foi comprado: 1º de novembro de 2008
Degustado em: 1º de novembro de 2008
Onde bebeu: Terzetto Café, em Ipanema, no Rio
Harmonizado com: Quiche de queijo (Rafaela) e fatia de pizza de mussarela (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Aroma: Especiarias intensas, acompanhadas por um suave toque de pimentão verde, que é característico desta variedade. Aparecem também notas de tostado e baunilha e final muito elegante e marcante Sabor: Encorpado com grande suavidade e riqueza de sabores que combinam notas de frutas negras maduras, especiarias doces com toque tostado. Seu taninos são aveludados e elegantes com final de boca de longa persistência Elaboração: Quando as uvas chegam à adega são colocadas em tanques de aço a 12-15°C para fazer a maceração pré-fermentativa à frio. A fermentação é feita com leveduras selecionadas a uma temperatura de 27-29°C. Depois é feita uma maceração pós-fermentativa por 2 a 3 semanas. O amadurecimento é feito em barricas de carvalho francês (30% novas) por 1 ano e mais 6 meses de afinamento em garrafa Temp. Serviço: 16/18ºC.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ao lado do tradicional restaurante italiano Terzetto, foi recentemente aberto em Ipanema o Terzetto Café. Saímos de casa neste dia dispostos a ir a também recém-inaugurada Pizza Hut em Copacabana, mas uma fila de centenas de pessoas nos fez reconsiderar. Resolvemos caminhar até Ipanema e no caminho nos lembramos do Terzetto Café. Um conhecido já havia falado bem. É um café, com algumas poucas mesinhas, um canto com vinhos e uma vitrine de comidinhas rápidas, como quiches, pastéis de forno, pizzas em pedaços e doces. Eu resolvi beber uma água e o Claudio quis experimentar um vinho. Tomei alguns golinhos e gostei. É uma opção com bom preço.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Estilo moderno, limpo, mas que, sem nenhuma razão lógica, não me prende a atenção.
Exame visual: -
Exame olfativo: Clássico nariz de Carmenère.
Exame gustativo: Este Carmenère foi uma boa surpresa. Não tinha nenhuma referência dele. Era o vinho tinto que estava sendo servido em taças no Terzetto Café (uma boa opção de lugar para se beber um vinho, com preço de catálogo, que abriu em Ipanema). Como já escrevi aqui no blog, não sou muito fã desta uva. Porém, este vinho conseguiu me surpreender: apesar de carregar as características da Carmenère, conseguiu me agradar. Vinho de bom corpo, com a madeira amaciando os taninos e um final mais agradável que os outros, menos achocolatado talvez. Vinho bem feito que me deixou curioso para experimentar os outros vinhos da linha. Boa opção.
Nota: 88.0

14 de novembro de 2008

Pergunta da Semana - 90

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você tem o costume de guardar vinhos em casa? Qual foi o vinho que guardou por mais tempo? Você consegue se controlar e deixar a garrafa guardada por muito tempo? Quantos vinhos você tem em casa hoje aguardando pelo momento certo para ser aberto?

Caspagnolo Chianti Colli Senesi DOCG 2005



Nome: Caspagnolo
Safra: 2005
País: Itália
Região: Montalcino
Produtor: Villa Poggio Salvi/Biondi Santi
Site: http://www.biondisantispa.com/
Importador: Mistral

Uvas/Corte: Sangiovese 90% e Merlot 10%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: de cortiça aglomerada, tamanho médio, com logomarca gravada. Apresentou formação de cristais
Numeração da garrafa: -
Preço: US 29,90
Onde foi comprado: Mistral, em São Paulo
Quando foi comprado: 30 de junho de 2007
Degustado em: 25 de outubro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Queijo gouda, pasta de tomate seco, lombo canadense, pão com queijo minas e outros pães da padaria Le Bloise, de Botafogo
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Chianti "Caspagnolo" by Villa Poggio Salvi is created by a blend of Sangiovese Grosso grapes mixed to a small amount of Merlot coming from the estate vineyards located in Monteriggioni (Siena). This historical wine from Tuscany has well balanced, warm flavour, with harmonious roundness in tannins, a fruit fragrance with hints of black-currant and violet, bright ruby red color. It is ready for immediate enjoyment and it matches well with a great range of foods.
Excellent vintage in 2005: the springtime saw average and satisfactory rains, June and July were hot, while August had repeated showers that caused a slight delay in harvesting, but turned it into a great vintage.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Depois de várias degustações sem analisar a cor dos vinhos, volto a fazer isso nesta aqui: rubi, com as bordas alaranjadas - mas tem um porém, em nossa sala tudo é laranja e talvez isso possa influenciar a percepção
Exame olfativo: Cheiro de sabonete palmolive em barra, daqueles mais baratos, do tipo lavanda
Exame gustativo: Fazia muito tempo que não degustávamos um vinho em casa com comidinhas compradas em uma padaria. Neste dia, passamos o dia todo na rua. Fomos escolher um sofá novo na loja bonita do Fernando Jaeger, no Jardim Botânico, depois fomos a Copacabana olhar umas lojas de lustres e de cadeiras. Para quem ainda não sabe, estamos reformando nossa sala. Está ficando linda. O armário, dentro do qual esconderemos a adega, e a estante devem chegar perto do aniversário do Claudio e o sofá no início de dezembro. A parede já ganhou um tom mais alegre e acabamos de buscar o tecido que revestirá uma antiga cadeira da avó do Claudio. Até o fim do ano deve estar tudo arrumadinho. Bom, depois de fazermos tudo isso, ainda passamos no Rio Sul e no Botafogo Praia Shopping para mais umas comprinhas. Na volta para casa, resolvemos passar na Le Bloise para comprar uns pãezinhos. O Caspagnolo foi aberto para comemorar as 30 mil visitas do blog. Trata-se de um vinho com corpo médio, gostoso, com boa permanência e um gosto agradável. Claudio disse que se trata de um típico chianti e eu acreditei.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonito e equilibrado.
Exame visual: Rubi/telha, alaranjado e trnasparente. Lágrimas finas e rápidas.
Exame olfativo: Terra, pimentão verde, bem velho mundo.
Exame gustativo: Gosto bastante de Chiantis. Este Caspagnolo é um Chianti bem ípico. Vinho bem feito, de corpo leve que acompanha bem um prato de massa. De acidez marcante, vinho fácil de beber que evoluiu depois de um tempo aberto. Sabor de caráter vegetal e final levemente amargo. Permanência concentrada na boca. Sem madeira aparente é um bom vinho, típico e direto. Apresentou depósito na garrafa.
Nota: 87.0

12 de novembro de 2008

Convite 10ª Harmonização Virtual

Você já ouviu falar de kékfrancos ou pörkölt?

Não? Então não perca esta chance de conhecer e explorar novos sabores. Nesta edição da harmonização virtual, faremos uma incursão pela cultura húngara, experimentando um vinho da uva kékfrancos, selecionado pelo Le Vin au Blog, e o tradicional pörkolt, prato sugerido pelo Gourmandise.

Para receber a receita completa e a indicação do vinho, basta escrever para Le Vin au Blog (levinaublog@gmail.com) ou para o Gourmandise (ninocamori@hotmail.com), que lhe enviaremos todas as informações.

O resultado da harmonização será publicado no dia 26 de novembro nos blogs participantes. Se você gostaria de participar, mas não tem um blog, não tem problema, pode usar os nossos para publicar os seus comentários.

Esperamos pelo seu e-mail.
Le Vin au Blog & Gourmandise

Valduero Crianza 2005


Nome: Valduero Crianza
Safra: 2005
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Produtor: Bodegas Valduero
Site: http://www.bodegasvalduero.com/
Importador: Grand Cru

Uvas/Corte: Tinto fino
Teor alcoólico: 13 %
Rolha: de cortiça, bom tamanho, com logomarca gravada
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 105
Onde foi comprado: Vino!, em São Paulo
Quando foi comprado: 17 de outubro de 2008
Degustado em: 17 de outubro de 2008
Onde bebeu: Vino!, em São Paulo
Harmonizado com: Polenta com molho de cogumelos (Rafaela) e nhoque com polpetones (Claudio)
Com quem: Claudio, Rafaela, Nina, Marcel, Gisele e Avelino

Comentário do Produtor
Variedades: Tinto fino. Notas de Cata: Granate intenso vivo, capa alta. Con aromas frutales, balsámico y especiado con detalles de comino, clavo y nuez moscada. Un vino muy bien estructurado. Amable y con nervio en boca, se despide con un importante registro. Maridaje: Ideal frente a carne de buey, revueltos, embutidos ibéricos y quesos semicurados.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este também foi um bom vinho, mas depois de provar o vinho natural de Pacalet, a degustação já está comprometida. Tudo que vier depois vai parecer exagerado ou com muitos aditivos. É, de qualquer forma, um vinho bem interessante e talvez se eu o tivesse provado sozinho, tivesse gostado mais.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo verde com uma barra ilustrativa em baixo. diferente
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o segundo vinho da noite. E a escolha seria minha. Trocamos uma idéia com o Avelino que sugeriu o Valduero. Como já íamos iniciar o jantar, queríamos um vinho mais encorpado. Veio a idéia de algo da Espanha e a escolha caiu sobre este ótimo Valduero, de estilo bastante distinto em relação ao Pinot Noir que havíamos degustado. Vinho de ótima estrutura, bom corpo, fruta presente (algo como açaí) e os 15 meses de barrica se fazem notar de maneira bem agradável, arredondando o conjunto. No geral, funcionou bem com os pratos. Vinho interessante, intenso, com certa complexidade e muito bem feito. Boa pedida de vinho espanhol.
Nota: 91.0

11 de novembro de 2008

Bourgogne Philippe Pacalet - Pinot Noir 2006


Nome: Bourgogne Philippe Pacalet
Safra: 2006
País: França
Região: Bourgogne
Produtor: Philippe Pacalet
Site: -
Importador: World Wine

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: de cortiça, de tamanho médio para pequeno
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 150
Onde foi comprado: Vino!, em São Paulo
Quando foi comprado: 17 de outubro de 2008
Degustado em: 17 de outubro de 2008
Onde bebeu: Vino!, em São Paulo
Harmonizado com: Polenta com molho de cogumelos (Rafaela) e nhoque com polpetones (Claudio)
Com quem: Claudio, Rafaela, Nina, Marcel, Gisele e Avelino

Comentário do Produtor
Cor: Vermelho cereja, límpido e muito brilhante. Aroma: Aroma maravilhosamente frutado, com notas de morango, cassis e framboesa com leve toque de baunilha. Sabor: na boca, este vinho demonstra um equilíbrio perfeito entre a fruta e sua sólida e calorosa estrutura. Um vinho leve, porém com boa concentração e taninos bem resolvidos. O final é longo e persistente.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi a segunda vez que provamos um vinho de Philippe Pacalet. E foi novamente uma ótima experiência. Vinhos naturais são diferentes e me agradam muito, parecem muitos mais limpos - e devem ser devido ao processo de fabricação. Já sinto saudades desta noite. Fui a São Paulo para um encontro de arquitetura de informação (2º EBAI) e o Claudio resolveu ir também. Ficamos hospedados na casa de uma das minhas amigas mais queridas, a Gi. Foram quatro dias muito legais. Primeiro, porque revi minha amiga e pudemos colocar um pouco da conversa em dia. Desde que me mudei de Florianópolis, não tínhamos mais tudo a oportunidade de conversar tanto. Segundo, porque adoro ir para São Paulo. Sou de uma cidade muito do interior, mas me considero urbana. Eu adoro cidades grandes. Gosto de estar em São Paulo, a cidade tem tanto a oferecer. Nesta noite, fomos conhecer o restaurante do Avelino, importador de vinhos que tínhamos conhecido na semana anterior na degustação de vinhos Bacci. Foi bem engraçado, pois combinamos de nos encontrar lá com o Marcel e a Nina, do Gourmandise, e o Marcel também já conhecia o Avelino. Foi uma noite muito agradável. Fazia muito tempo que eu não me sentia tão feliz em um jantar. Foi uma combinação perfeita: estar jantando com a Gi, acompanhada por pessoas legais e de bom papo, em um lugar bacana, de comida e vinhos ótimos. Adorei. E dei muitas risadas. Espero que possamos repetir em breve a experiência, em São Paulo ou aqui no Rio.
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo que combina com o vinho.
Exame visual: Típica cor de Pinot.
Exame olfativo: Bouquet limpo com toques de cerejas, maçãs e algo floral. Muito bom.
Exame gustativo: Este foi o primeiro vinho da agradável noite no Vino! em São Paulo na companhia do Marcel e da Nina do blog Gourmandise, do Avelino, do Vino! e da Gi. Coube ao Marcel escolher o primeiro vinho e sua ótima sugestão foi o Bourgogne do Pacalet. Este é o vinho "básico" da linha, também natural e muito interessante. Não tem a complexidade dos outros vinhos que degustamos, mas é um Pinot limpo, delicado, elegante e muito agradável. Notas de frutas aliadas a toques florais. Um vinho que você consegue perceber a diferença por ele ter sido produzido de forma natural. Os vinhos do Philippe Pacalet merecem ser provados por todos que apreciam bons vinhos. Foi um ótimo início para um jantar bastante animado e, assim como escreveu a Rafaela, espero repetir em breve.
Nota: 90.0

8 de novembro de 2008

Chandon Brut Rosé



Nome: Chandon Brut Rosé
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul
Produtor: Möet Hennessy do Brasil / Chandon do Brasil
Site: http://www.chandon.com.br/
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico
Teor alcoólico: 11,9%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente presenteado pelo Claudio
Onde foi comprado: Espírito do Vinho, Cobal/Humaíta, no Rio
Quando foi comprado: 20 de setembro de 2008
Degustado em: 14 de outubro de 2008
Onde bebeu: Na varanda de casa
Harmonizado com: Mil folhas da Chez Anne, eleita pela Veja Rio durante vários anos o melhor mil folhas do Rio
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-
Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ganhei muitos presentes do Claudio neste aniversário: rosas bem bonitas; um fone de ouvido superpoderoso, com o qual eu sonhava há anos; um livro do amado Verissimo, o filho, apesar de como boa gaúcha gostar muito do Verissimo pai também; e este espumante, que acabamos degustando muitos dias depois. Foi num dia em que precisei ir até a PUC Rio e na volta resolvi almoçar no shopping da Gávea. Já que estava lá, pensei: por que não fazer uma surpresa para o Claudio e comprar o famoso mil folhas da Chez Anne? Depois de um jantarzinho básico em casa, disse para ele abrir o espumante que teria uma sobremesa especial. Quanto ao espumante, eu prefiro moscatel, mas este brut também agradou. E foi bem com o ótimo mil folhas.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Segue a linha competente dos produtos da Chandon.
Exame visual: Bela e atraente cor rosé. Ponto forte o espumante.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Degustamos apenas uma taça deste espumante pois era uma garrafa baby. O grande destaque fica pela cor. Na boca ele é um pouco ligeiro, mas funcionou com o mil frutas.
Nota: -

Renieri


Nome: Renieri - Rosso di Montalcino / Regina di Renieri
Safra: 2004 / 2004
País: Itália
Região: Montalcino - Toscana
Produtor: Bacci
Site: http://www.renierimontalcino.com/
Importador: Vino! - http://lojavino.com.br/

Uvas/Corte: Sangiovese 100% / Syrah 100%
Teor alcoólico: 14% / 14%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pela importadora Vino!
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de outubro de 2008
Onde bebeu: Bugatti, na Barra da Tijuca
Harmonizado com: Pernil de cordeiro com vitela e batatas assadas Com quem: Claudio, Rafaela, Bruno Agostini (Enoteca), Oscar Daudt (Enoeventos), Lygia Bittencourt (Factual), Paco Torras (Bistrô Carioca), Marco Bacci, Avelino Zanetti Filho (Vino!), Pietro Neroni (Bugatti), entre outros participantes

Comentário do Produtor
Renieri - All'esame olfattivo si presenta con un colore rosso rubino moltoprofondo. I profumi ci riconducono alle tipiche note del territorio di Montalcino, con un bel frutto rosso maturo in evidenzia, accompagnato da note di terra e legno pregiato. In bocca è potente con un tannino intenso ma elegante, che, unito a un finale lungo con una buona freschezza lo rendono un vino molto piacevole.

Regina di Renieri - all’esame visivo si presenta di un colore rosso intenso con sfumature viola che ricordano la buccia di melanzana. Profumi complessi e vari, speziati, floreali con leggere note fruttate. In bocca è potente ma equilibrato con un lungo finale.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A essa altura da degustação, todos na mesa estavam muito mais animados. Na minha opinião, o prato harmonizou mais com o Regina di Renieri, mas ambos talvez pela minha inexperiência com carne vermelha, tenha achado que ambos ficaram levemente ácidos com a comida. Foi um ótimo encontro, um ótimo almoço e ficamos muito lisongeados com o convite. Foi muito legal conhecer outros blogueiros e ter mais uma oportunidade de conversar com o produtor. Obrigada a Vino! e a Factual pelo convite.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Dado curioso sobre os rótulos: na ilustração de 5 árvores uma delas aparece caída. Estas árvores representam carvalhos existentes na vinícola. Nos rótulos das safras anteriores, podemos ver todas as árvores de pé. Porém neste ano, devido a uma tempestade, uma das árvores tombou. Resolveram mudar o rótulo para representar a paisagem atual.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais dois excelentes vinhos deste produto. O Renieri era o mais amadeirado de todos os apresentado. Pronto para beber, com taninos bem macios. Muito agradável. Um 100% Sangiovese com boa complexidade e boa permanência. O último vinho degustado foi o Regina di Renieri, um IGT 100% syrah. Um belo vinho, com características marcantes da Syrah: especiarias aliada a boa fruta. Vinho intenso de bom corpo e boa estrutura. Vai crescer bastante ainda. É o vinho menos "italiano", com características que podemos encontrar em outros Syrahs de outras partes do mundo. Foi uma tarde muito agradável e com vinhos ótimos.
Nota: 89.0+ e 91.0

7 de novembro de 2008

Pergunta da Semana - 89

O Le Vin au Blog publica uma pergunta nova toda quarta-feira. Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Quando chegam os meses mais quentes do ano, você costuma trocar os tintos por espumantes e rosés? Teria alguma boa compra para indicar?

Castelo di Bossi


Nome: Castelo di Bossi - Chianti Classico / Girolamo
Safra: 2004 / 2003
País: Itália
Região: Castelnuovo Berardenga
Produtor: Bacci
Site: http://www.castellodibossi.it/
Importador: Vino! - http://lojavino.com.br/

Uvas/Corte: Sangiovese 100% / Merlot 100%
Teor alcoólico: 13,5% / 14%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pela importadora Vino!
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de outubro de 2008
Onde bebeu: Bugatti, na Barra da Tijuca
Harmonizado com: Farfale ao funghi porcini
Com quem: Claudio, Rafaela, Bruno Agostini (Enoteca), Oscar Daudt (Enoeventos), Lygia Bittencourt (Factual), Paco Torras (Bistrô Carioca), Marco Bacci, Avelino Zanetti Filho (Vino!), Pietro Neroni (Bugatti), entre outros participantes

Comentário do Produtor
Chianti Classico - L'esame visivo denota un colore rosso rubino intenso, di buona luminosità. Al naso sensazioni dolci di rovere tostato esaltano la componente della frutta, dove si rilevano chiari profumi di ciliegia matura, ingentiliti da note floreali di viola molto eleganti. In bocca, l'ingresso dimostra appieno la solidità del prodotto, testimoniata da un corpo di buona struttura, dove i tannini trovano il giusto equilibrio con la componente alcolica. Finale gustativo di estrema godibilità.

Girolamo - Alla vista si presenta di colore rubino intenso, con lievi nuances porpora. Ottimo l'impatto con il naso, dove si mostrano evidenti sentori fruttati maturi, che richiamano la marmellata di lamponi, molto intensi. In bocca, lo svolgimento della trama è molto lineare, con un gusto che si dimostra in continua crescita. Morbido, setoso, di ottima stoffa, con un finale gustativo che richiama i sentori di frutta.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Os vinhos tintos foram servidos em dupla, mas aqui optamos por dividi-los por região. Este Chianti foi servido junto o Rosso di Montalcino, enquanto o Girolamo foi servido ao lado do Regina di Renieri. Marco Bacci, o propritário da vinícola foi explicando as características de cada um, mas confesso que depois de alguns goles e da comida deliciosa do Bugatti, eu acabei me destraindo um pouco. O legal do encontro foi que o Marco Bacci explicou tudo em italiano. A minha pequena porcentagem italiana adorou. Além disso, para alguma coisa tem de servir as horas de aula de italiano. Bom, esses vinhos tintos revelaram-se muito mais encorpados que o branco, naturalmente. Ambos harmonizaram bem com o prato.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Os dois rótulos seguem um estilo tradicional, correto. Não se destacam.
Exame visual: Chianti: belo Rubi.
Exame olfativo: Chianti: Ameixa com toque de pimenta
Exame gustativo: O Chianti foi o segundo vinho do almoço. Este é o vinho de "combate" da vinícola. Um típico Chianti, de corpo leve, bem elegante, acidez marcante e que cresceu muito com o prato de massa. O vinho pede uma comida e de preferência algo com um pouco de gordura para quebrar a acidez. Sem o prato ele ficou levemente quente. É um vinho agradável e que vai agradar aos fãs deste tipo de vinho.
Girolamo: um IGT da toscana feito com 100% de uvas Merlot. Acredito que este tenha sido o melhor vinho do almoço. Um vinho de bom corpo e ainda jovem. É necessário decantar antes de servir. Boa estrutura, intenso com final longo e marcante., vevemente picante. Um vinho gastronômico, de boa complexidade. Um grande Merlot.
Nota: 87.0+ e 91.0+

Terre de Talamo


Nome: Vento - Maremma Toscana
Safra: 2007
País: Itália
Região: Toscana
Produtor: Bacci
Site: http://www.terreditalamo.com/
Importador: Vino! - http://lojavino.com.br/

Uvas/Corte: Vermentino
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: de vidro, a primeira que vimos
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente oferecido pela importadora Vino! Preço de venda R$ 75,00
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de outubro de 2008
Onde bebeu: Bugatti, na Barra da Tijuca
Harmonizado com: Bolinho de Bacalhau e Tartare de salmão
Com quem: Claudio, Rafaela, Bruno Agostini (Enoteca), Oscar Daudt (Enoeventos), Lygia Bittencourt (Factual), Paco Torras (Bistrô Carioca), Marco Bacci, Avelino Zanetti Filho (Vino!), Pietro Neroni (Bugatti), entre outros participantes

Comentário do Produtor
Note degustative : all’esame visivo si presenta di un colore giallo paglierino dorato. I profumi sono complessi e potenti. In bocca è ben strutturato, con un eccellente bilanciamento tra al componente alcolica e acida. Il finale è lungo e piacevole.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nunca havia provado um vinho desta uva, tampouco um vinho branco com um teor alcoólico tão elevado. Foi uma boa surpresa, todavia. Trata-se de um vinho com classe, não um branco qualquer. Límpido, levemente ácido e, por incrível que pareça, sem gosto de álcool. Harmonizou muito bem com o saboroso bolinho de bacalhau e com o tartare de salmão, que comi pela primeira vez na vida. Normalmente, tenho ojeriza de peixe cru, apesar de gostar de sushi... Sim, confesso, tenho gostos complexos. Vale experimentar.
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Destaque para o sol em hot-stamp dourado. Rótulo simples sem grandes destaques.
Exame visual: Leve amarelado.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o primeiro vinho oferecido durante o almoço de apresentação dos vinhos do produtor Marco Bacci oferecido pela importadora Vino!. Foi um belo começo de uma tarde muito agradável. O Vento foi uma boa surpresa para todos os presentes. Vinho untuoso que inicialmente lembra um pouco algum Chardonnay. Vale destacar a sua grande evolução em taça. O vinho cresce muito depois de algum tempo aberto e depois que ficou um pouco mais quente. Tende a crescer com mais um ano de garrafa. Vinho com personalidade própria e bastante elegante, funcionou bem com a entrada. Sabor agradável, boa acidez e boa permanência. Ótimo vinho branco. Recomendo. Uma curiosidade: sua rolha é de vidro.
Nota: 90.0+

1 de novembro de 2008

Nemea Opap 2004


Nome: Nemea Opap
Safra: 2004
País: Grécia
Região: Peloponeso
Produtor: Boutari
Site: http://www.boutari.gr/
Importador: Vinci

Uvas/Corte: Agiorgitiko 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: De cortiça e tamanho médio
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 45,00
Onde foi comprado: La Botella
Quando foi comprado: 6 de outubro de 2008
Degustado em: 6 de outubro de 2008
Onde bebeu: La Botella
Harmonizado com: Queijos e sanduiches
Com quem: Claudio, Miguel, Ricardo, Marcelo e Wagner

Comentário do Produtor
Nemea é a mais importante região da grécia para a uva Agiorgitiko, originando vinhos potentes e complexos, de muita personalidade. Excelente relação qualidade/preço.De coloração vermelho rubi, seu adocicado buquê denota carvalho novo, ameixa e canela. No palato é aveludado, redondo e bem balanceado. O final de boca é aromaticamente sutil.

Comentário do Claudio
Rótulo:
Um rótulo simples, moderno e interessante. Dividido em duas partes e colocado em um ângulo de 45º. Garrafa bonita.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Terceiro e último vinho da noite. Todos os vinhos degustados foram do portfolio da importadora Vinci. O Marcelo tinha pedido para escolher um vinho diferente. Aproveitei para provar o primeiro vinho grego do blog e o primeiro vinho da uva Agiorgitiko. O vinho foi uma boa surpresa. Perfil elegante e sutil. Mesmo depois de dois vinhos mais encorpados, o Nemea não desapareceu. Um vinho sem muita complexidade, mas agradou. Pode ser uma boa companhia para um jantar. Quem quiser provar um vinho grego o Nemea pode ser uma boa escolha.
Nota: 87.0

Latitud 33 - Malbec 2007* #cbe

*Este vinho foi escolhido pelo blog Degusteno para ser o 21º vinho a ser degustado pela Confraria Brasileira de Enoblogs. A confraria funciona assim: todo mês, um blog aponta qual será o vinho a ser provado. No primeiro dia do mês seguinte são postados os comentários de todos os participantes, cada um em seu blog. Desta vez, o escolhido foi este Latitude 33. Confira abaixo o que achamos dele:



Nome: Latitud 33
Safra: 2007
País: Argentina
Região: La Consulta y Eugenio Bustos
Produtor: Bodegas Chandon
Site: http://www.chandon.com.ar/latitud33/home.htm
Importador: Moet Hennessy

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 13,5 %
Rolha: De cortiça, tamanho médio
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 15,90
Onde foi comprado: Supermercado Mundial
Quando foi comprado: 25 de outubro de 2008
Degustado em: 30 de outubro de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Nhoque ao sugo com manjericão
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color: Rojo rubí con reflejos azulados. Aroma: intenso, fresco, destacándose aromas a frutos rojos como cerezas y ciruelas, suavemente acompañados de notas a especias, vainilla y caramelo. Sabor: redondo, vivo, frutado, intenso. De cuerpo medio. Muy graso y suave, con buena persistencia aromática.Resulta ideal para acompañar carnes rojas y blancas, pastas y pescados. Servir entre 16° y 18° C.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Quando olhei pela primeira vez o vinho já no decanter, o achei supertinto, mas depois a cor foi se modificando para um grená, mais parecido com a cor do time do Caxias.
Exame olfativo: Cheiro de sagu e depois um pouco de pimentão.
Exame gustativo: Nos primeiros goles que dei senti cócegas na minha língua. Talvez isso significa que havia um pouco de gás carbônico, mas talvez tenha sido apenas uma má impressão ou talvez tenhamos aberto o vinho muito em cima da hora. Ele tinha algo engraçado, um quê de salgado. Não é um vinho que eu escolheria para provar de novo. Não mudou minha vida. De todo modo, pode ser uma opção para beber no dia a dia, sem compromisso.
Nota: 86.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo correto. Estilo moderno dando destaque ao 33.
Exame visual: Tom rubi/grená. Intenso.
Exame olfativo: Algo de geléia/xarope de frutas, como ameixa. Leve álcool e um toque de pimentão.
Exame gustativo: Um malbec simples e jovem. É um vinho básico, mas correto, sem arestas aparentes. É agradável, mas não chega a empolgar. De permanência leve que deixa um toque salgado em seu final. Pelo preço pago, R$ 15,90 (uma promoção do supermercado), se torna um vinho bom para o dia-a-dia. Um vinho sem surpresas.
Nota: 86.0