30 de julho de 2008

Paris Goulart Reserva, Punto Final, Cortes de Cima e Salton Talento



Nome: Paris Goulart Reserva, Punto Final, Cortes de Cima e Salton Talento
Safra: 2005, 2005, 2004 e 2004
País: Argentina, Argentina, Portugal e Brasil
Região: Lunlunta e Luján de Cuyo - Mendoza; La Consulta, Agrelo e Medrano; Alentejo e Tuiuty, Vale dos Vinhedos
Produtor: Finca Lugilde Goulart; Bodega Renacer; Cortes de Cima e Vinhos Salton S.A
Site: -

Uvas/Corte: Malbec 60% e Cabernet Sauvignon 40%; Malbec 97% e Cabernet Franc 3%; Aragonês 51%, Syrah 45% e Trincadeira 4% e Cabernet Sauvignon 60%, Merlot 30%, Tannat 10%
Teor alcoólico: 13,5%; - ; 14,5% e 12,5%
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Miguel e pelo Marcelo
Quando foi comprado: -
Degustado em: 11 de julho de 2008
Onde bebeu: Casa do Miguel e da Paula
Harmonizado com: Pães, pastinhas e comidinhas
Com quem: Claudio, Rafaela, Miguel, Paula, Raquel, Ricardo, Marie, Mário, Wagner, Maria Claudia, Carol e Marcelo

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Nesta noite, fomos rever o Arthur, filho caçula do Miguel e da Paula, que nasceu no dia 16 de junho. Ele está bem maiorzinho do que vimos na maternidade. Foi todo mundo e foi bem divertido. Provei o primeiro vinho e uns golinhos do penúltimo, eu acho, mas não estava muito interessada em vinhos nesta noite.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
-
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Degustamos todos estes vinhos entre amigos no dia que fomos visitar o Arthur. Como não degustamos com atenção, resolvemos juntar todos os vinhos em um único post para registrar a agradável noite. De qualquer forma podemos destacar alguns pontos sobre os vinhos degustados: O primiero da noite foi o Paris Goulart. Temos uma garrafa deste mesmo vinho na adega que em breve degustaremos e colocaremos as nossas impressões no blog. É um vinho de boa estrutura, sabor firme e que agradou bastante. Passamos para o Punto Final, um malbec argentino, moderno. Vinho bem feito mas parecido com outros tantos malbecs que já degustamos. Não chegou a empolgar. A surpresa ficou com a rolha laranja. Na sequência degustamos um vinho português levado pelo Marcelo. Foi o que mais me surpreendeu. Vinho de bom corpo, rico em sabores, com elegância e complexidade. Muito interessante e que merece ser degustado novamente. Fechamos com o Talento 2004. É um bom vinho nacional mas para quem degustou o da safra 2002 esta garrafa deixa a desejar. Enfim, nada como beber vinhos entre amigos.
Nota: 87.0 +; 86.0; 88.0 + e 86.0 +

26 de julho de 2008

Pergunta da Semana - 75

Toda quarta-feira, o Le Vin au Blog coloca aqui uma nova pergunta para saber sobre as suas experiências no mundo do vinho. Na semana passada, a mega-sena estava acumulada. Inspirado neste informação, o Le Vin au Blog quer saber:

- Se você ganhasse a mega-sena, qual seria a 'enoextravagância' que você faria? Comemoraria com um vinho caríssimo? Montaria uma superadega? Viajaria para degustar um vinho em sua vinícola preferida?

25 de julho de 2008

Nina Petit Verdot 2002


Nome: Nina
Safra: 2002
País: Argentina
Região: Valle de Aminga, La Rioja, Argentina
Produtor: Bodegas San Huberto
Site:http://www.bodegassanhuberto.com.ar/

Uvas/Corte: Petit Verdot
Teor alcoólico: 13,7 %
Preço: 102 pesos argentinos
Onde foi comprado: Falabella, em Buenos Aires
Quando foi comprado: dezembro de 2007
Degustado em: 10 de julho de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizza de Atum e de cogumelos do Kilograma
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A la vista: color impactante, denso rojo profundo con tonos violáceos, con buena lágrima y coloreada.
A la nariz: de gran riqueza aromática, notándose frutas rojas, blueberries, mineral en pleno equilibrio con chocolate y vainilla.
A la boca: de taninos dulces de gran cuerpo, estructura y untuosidad, de sabores intensos especiados, mermela de ciruela y cerezas, con buen aporte de la madera de roble. De prolongada persistencia.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Cheiro de couro cabeludo com um quê de maçã. :)
Exame gustativo: Este vinho é redondinho, do jeito que eu gosto. Não é nada agressivo, tem ótimo retrogosto e um sabor pra lá de agradável. Gostei muito. Em nosso último dia em Buenos Aires, resolvemos dar uma passadinha na Falabella, uma loja de eletrônicos, decoração e mais algumas coisinhas na Calle Florida e nos deparamos com esse vinho. Claudio já havia lido algo sobre ele. Eu pensei em comprá-lo para degustarmos com a Nina do Gourmandise, quando ela e o Marcel viessem ao Rio - desculpem-nos, mas não agüentamos esperar... :) Degustamos este vinho com uma pizza em homenagem ao Dia Internacional da Pizza. Afinal, pizza é uma das minhas comidas preferidas.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Clean, equilibrado e interessante. Estilo moderno que gosto.
Exame visual: Grená com bordas alaranjadas, lágrimas gorssas e abundantes.
Exame olfativo: Toques de maçã. Pimentão e adocicado ao fundo. Interessante.
Exame gustativo: Terceiro vinho da casta Petit Verdot que provo. Depois de um chileno e um australiano, degustamos o Nina argentino. Mais uma vez esta uva não decepcionou. Vinho muito bom, equilibrado e de sabor bastante intenso, puxando para o lado vegetal/mineral. Início amadeirado, taninos arredondados e boa permanência, concentrando os sabores no céu da boca. Leve adstringência com a pizza. Vinho muito interessante, com personalidade e tipicidade. Acidez adequada. Quem ainda não degustou um vinho 100% Petit Verdot recomendo que procure uma garrafa e se encontrarem o Nina, será uma boa escolha. Já é importado para o Brasil.
Nota: 89.0+

24 de julho de 2008

Cuvée Giuseppe 2003



Nome: Cuvée Giuseppe
Safra: 2003
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Vinícola Miolo
Site: http://www.miolo.com.br/

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 60%, Merlot 40%
Teor alcoólico: 13%
Preço: R$ 38,00
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 6 de maio de 2008
Degustado em: 9 de julho de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Risotto de brocólis
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Notas de Prova: Vinho de guarda, com estrutura para suportar vários anos de envelhecimento. Análise Visual: Coloração púrpura e vermelho rubi intensa. Análise Olfativa: Alta intensidade aromática, com harmonia entre a fruta e a madeira de carvalho. Descritores: - Geléia de frutas - Cereja - Café Tostado - Cassis - Cacau - Amora - Uvas-passas Análise Gustativa: Este vinho apresenta-se bem estruturado, com grande volume de boca, com taninos marcantes, e presença harmônica da madeira (carvalho).

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Desde que abrimos esta garrafa, ficamos impressionados com o tanto de depósito que ficou na garrafa ao passar o liquido para o decanter. Descobrimos ao provar os primeiros goles que o vinho já tinha passado do seu auge e mais um pouco nem seria possível degustá-lo. Ele não estava ruim para ser bebido, mas já estava comprometido, sem boas características. Uma pena, pois quando comprei este vinho em Caxias, na última viagem ao RS, eu tinha grandes expectativas.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Pequeno e simples. Usa-se preto prata e branco. Design que valoriza a garrafa.
Exame visual: Turvo
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Infelizmente, o vinho estava passado, com suas características comprometidas, sem possibilidade de ser degustado. Continuamos com vontade de provar este vinho da Miolo.
Nota: -

23 de julho de 2008

Enigma 2004



Nome:
Enigma
Safra: 2004
País: Uruguai
Região: Canelones
Produtor: Viñedos y Bodega Filgueira
Site: http://www.bodegafilgueira.com/

Uvas/Corte: Tannat
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 59,90
Onde foi comprado: Espírito do Vinho, na Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 5 de julho de 2008
Degustado em: 5 de julho de 2008
Onde bebeu: Casa do Gilberto e da Julia, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Filé mignon bovino e suíno com legumes salteados no molho de camembert.
Com quem: Claudio, Rafaela, Gilberto, Julia, Roberta e Junior - além de Vinicius, Rafael e Miguel, que não provaram o vinho

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho mostrou-se muito diferente do primeiro, mais forte, mais encorpado e mais difícil de ser entendido. Não harmonizou direito com a comida e eu também não prestei muita atenção na degustação.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples. Destaque para uma ilustração da folha da parreira.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Vinho muito interessante e peculiar. Apesar da degustação não ter sido feita com a devida atenção., pudemos perceber que é um vinho muito peculiar e com personalidade própria. Seu final de boca possui paladar único, saboroso e que nunca havia sentido antes. É um vinho que com certeza irei degustar novamente para desvendar todos os seus enigmas. Este foi o segundo vinho da noite que infelizmente não harmonizou com a comida. Acho que quando fui comprar esta garrafa, a minha curiosidade de provar o Enigma falou mais alto que tentar buscar um vinho para harmonizar com o prato. Recomendo este vinho Uruguaio.
Nota: 90.0

Pergunta da Semana - 74

Toda quarta-feira, o Le Vin au Blog coloca aqui uma pergunta diferente para saber sobre as suas experiências no mundo do vinho. Nesta semana, inspirados por um presente que ganhamos da Raquel e do Ricardo, um vacuvin, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você tem acessórios relacionados ao vinho (cortador de cápsulas, marcador de taças, termômetro, decanter, saca-rolhas especiais, bolsas para transporte de garrafas etc.)? Costuma ficar ligado nos lançamentos?

Salton Volpi - Pinot Noir 2006



Nome: Salton Volpi
Safra: 2006
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Produtor: Salton
Site: http://www.salton.com.br/

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 13,3%
Preço: R$ 18,80
Onde foi comprado: Cadeg, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: junho de 2008
Degustado em: 5 de julho de 2008
Onde bebeu: Casa do Gilberto e da Julia, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Salada Rafaela, pães do Talho Capixaba, queijo do seu RAR e azeite
Com quem: Claudio, Rafaela, Gilberto, Julia, Roberta e Junior - além de Vinicius, Rafael e Miguel, que não provaram o vinho

Comentário do Produtor
De coloração rubi claro com aromas de frutos negros (framboesa, amora, mirtilo e cereja), tostados, baunilha, fumaça e especiarias. Sabor prolongado, agradável e harmônico.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este jantar foi marcado com duas semanas de antecedência, algo quase inédito aqui no Rio, onde quase tudo é marcado meio em cima da hora. Claudio ficou encarregado de pensar nos pratos. Depois de muito pensar, ele fechou o menu e incluiu a minha salada. Logo depois que cheguei da aula no sábado, lá fui eu cortar cenouras, cebolas e afins. No caminho para a casa do Gilberto e da Julia, passamos no Talho para comprar os ótimos pães que são vendidos lá. Preparada a mesa, começamos a degustar este Pinot Noir da Salton, que já havíamos bebido na Noite Gaúcha. Novamente, ele mostrou-se muito agradável e foi uma escolha feliz.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Segue a linha da família de vinhos Volpi: apresenta um trabalho do artista. A tipologia e o dourado poderiam ser melhor aplicado.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Resolvemos oferecer um jantar para a Roberta e o Junior. Minha missão foi resolver e fazer o jantar, além de escolher os vinhos da noite. A primeira escolha foi acertada. Tratava-se de um vinho para abrir a noite e acompanhar a salada preparada pela Rafaela, os pães e o queijo RAR. Esta foi a segunda vez que degustamos este Pinot Noir. Havia presenteado o Gilberto com esta garrafa e, como o jantar seria na casa dele, sugeri abri-la. Mais uma vez, foi um vinho que agradou bastante. Temos uma garrafa na adega, a qual iremos degustar com atenção, para uma análise mais criteriosa. De qualquer maneira, é um Pinot bastante agradável e surpreendente. Um pouco amadeirado, mas não invalida suas boas características. Um vinho que recomendo e que vale provar. Se você achar este vinho em alguma loja, compre-o.
Nota: 88.0+

22 de julho de 2008

Durigutti - Bonarda 2005


Nome: Durigatti
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Agrelo, Lujan de Cuyo, Mendoza e Rivadavia
Produtor: Família Durigutti
Site: http://www.durigutti.com.ar/

Uvas/Corte: Bonarda 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 48
Onde foi comprado: Lorenzo, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 3 de julho de 2008
Degustado em: 3 de julho de 2008
Onde bebeu: Lorenzo, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Mini Cocotte à Lulu (panelinha de lula e camarão salteados de azeite, alho e tomate-cereja), medalhão de filé com molho béarnoise e batata frita (Claudio) e risotto de camarão e alho-poró (Rafaela)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Há alguns meses, eu convidei o Claudio para ir a um bom restaurante aqui do Rio. Demoramos um tempo para nos decidirmos. Depois de muito pensar, optamos pelo Lorenzo, no Jardim Botânico. A Luciana Fróes, do Globo, havia falado bem, nós já havíamos passado lá pela frente e gostado do que vimos. Não fizemos reserva e ao chegar lá, numa noite de quinta-feira, havia uma pequena fila. Nomes dados à recepcionista, nos restou esperar. Sorte que eles já colocaram um banquinho na frente da casa. Enquanto estávamos lá esperando, chegou um casal, que depois de uma conversa ao pé do ouvido com a sócia da casa, conseguiu ser colocado rapidamente em uma mesa. Nós esperamos uns trinta minutos até entrarmos. Nossa mesa era enconstada à parede, no segundo andar. Lugar tranqüilo. Aceitamos o couvert, muito bom por sinal, com um alho feito no forno, que eu nunca tinha provado igual. Saímos de casa de táxi, pois o convite feito ao Claudio incluía um vinho. E, com a Lei Seca, resolvemos não arriscar. Bom, escolhemos o primeiro vinho, um sul-africano de 60 e poucos reais. Depois de 15 minutos, depois de termos já pedido a entrada e depois de já termos comido todo o couvert, o garçom voltou dizendo o seguinte: "acabamos de reabrir o restaurante, nossa adega é muito grande e não conseguimos encontrar o seu vinho" (!!!) Argumentamos que tínhamos visto o dono da Gran Cru atravessar a rua correndo para ir buscar vinhos para outros clientes. "Ele não pode ir buscar todos os vinhos." Tá bom, vamos escolher outro então. Escolhemos um chileno de quase 90 reais. E não é que a história foi igualzinha. Só que a essa altura, já havíamos comida também a entrada, para não esfriar - depois volto a ela. Adega muito grande, desorganizada. O garçom pediu desculpas e recomendou que escolhessemos outro. Havíamos decidido não beber um argentino, pois é o que mais consumimos, mas não teve jeito, resolvemos pegar um dos vinhos mais baratos da carta. Este Durigutti. Aí tinha. Chegou pouco antes do prato principal... Voltando à entrada. Como queríamos comer sobremesa, resolvemos pedir apenas uma entrada, mas não sei se o garçom não entendeu que era apenas uma entrada ou se fez de louco, mas vieram duas panelinhas - devidamente cobradas depois. Comemos, mas se eu soubesse que viriam duas, teria pedido uma entrada diferente, para provar mais opções do restaurante. Estava salgadérrima. Ah, mais um contratempo: ao pedir meu prato, soube que a abóbora tinha acabado naquela noite. Tive de trocar por outro. Como não como muita carne, restaram poucas opções para o meu gosto. Acabei pedindo novamente um prato com camarões. Um risoto em que só se sentia o gosto do alho-poró. E que não harmonizou com o vinho. Pelo menos a tiramisu da sobremesa estava muito boa. Na hora de pagar, uma nova surpresa. A máquina do cartão de crédito que uso não estava funcionando. Resultado: o convidado teve de pagar a conta. Sorte que era o Claudio e não um desconhecido, pois senão teria sido constrangedor. E durante o jantar, o sócio circulou por todas as mesas, conversando com os clientes conhecidos. Pena que o tratamento cortês não vale para todos. Resultado: ficamos com uma impressão meio arranhada do Lorenzo. Em relação ao vinho, trata-se de uma opção sem nada de excepcional.
Nota: 86.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonita garrafa que faz bom uso do preto e da assinatura do nome da família produtora.
Exame visual:
Rubi vivo.
Exame olfativo: Toques vegetais. Nariz simples.
Exame gustativo: Acho que depois de todas as dificuldades e contratempos que tivemos até conseguir degustar a primeira taça do vinho, como descreveu a Rafaela, influenciou nossa opinião sobre o vinho. Vinho de corpo médio, agradável mas que não chegou a nos empolgar. Não harmonizou com o meu prato. Final um pouco amargo e um pouco "quente" com leve álcool aparente. Melhorou bastante depois de um tempo aberto. Gostaria de provar em outro momento para avaliar se fomos influenciados ou não.
Nota: 86.0

19 de julho de 2008

Saint Felicien - Malbec 2006



Nome: Saint Felicien
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Lunlunta, Mendoza
Produtor: Bodegas Catena Zapata
Site: http://www.catenawines.com/

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,8%
Preço: Gentilmente oferecido pela Raquel
Onde foi comprado: Aeroporto de Buenos Aires
Quando foi comprado: 2008
Degustado em: 28 de junho de 2008
Onde bebeu: Casa do Ricardo e da Raquel
Harmonizado com: Pães, pastinhas e queijos
Com quem: Claudio, Rafaela, Raquel, Ricardo, Marie e Mário

Comentário do Produtor
Saint Felicien Malbec 2005 is an elegant, complex wine of a dark, violet color typical of Argentine Malbec. The nose is rich with concentrated ripe blueberry and slight hints of liqueur, vanilla and tobacco. On the palate, an unctuous, sweet entry leads to a complex wine, with smooth round tannins that are characteristic of the Angelica Vineyard. The finish is long and lingering, showing the great potential of Argentine Malbec. José Galante, Chief Winemaker. (no site, ainda não consta o comentário do vinho 2006).

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Esta foi a segunda vez que degustamos este vinho e mais uma vez ele foi uma ótima experiência. Ele tem o estilo que eu gosto em um vinho, frutado sem ser enjoativo, fácil de beber, corpo médio. Muito bom.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Um rótulo clássico. Impõe respeito.
Exame visual: Tom violeta escuro.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Segundo vinho da noite. Este tinha sido um dos vinhos que havia indicado para a Raquel trazer de Buenos Aires. É um vinho de bom preço por lá, produzido por Catena Zapata. Vinho muito bem feito, de estilo moderno, redondo e fácil de se beber. Já tínhamos degustado este vinho em dezembro em Buenos Aires, e esta garrafa estava tão boa quanto a outra. Um vinho fácil de se agradar, é uma dica certeira.
Nota: 89.0

Escorihuela Gascón - Cabernet Sauvignon 2005



Nome: Escorihuela Gascón
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Vinícola Escorihuela
Site: http://www.escorihuela.com.ar/

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,8%
Preço: Presente de aniversário do Hélio para o Claudio
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: 2007
Degustado em: 28 de junho de 2008
Onde bebeu: Casa da Raquel e do Ricardo
Harmonizado com: Pães, queijos, pastinhas, azeitonas...
Com quem: Claudio, Rafaela, Raquel, Ricardo, Mário e Marie

Comentário do Produtor
Color rojo rubí profundo, complejidad en aromas con pronunciadas notas de cassis, frutas rojas y maduras y toques de café aportado por la madera. Intenso, de buena longitud y suave textura tánica.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ricardo e Raquel viajaram para Portugal e para a Hungria nas últimas férias e até trouxeram uns vinhos de lá, mas este encontro estava agendado há bem mais tempo. É que Raquel havia ido para Buenos Aires e comprou alguns vinhos por lá. Como não deu para degustá-los antes da viagem, marcamos no primeiro fim de semana após a volta. Acabamos começando a noite com este vinho presenteado ao Claudio pelo Hélio - agora que o Hélio partiu para São Paulo. Vinho agradável, que serviu muito bem para o começo da noite. A conversa foi bem animada.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Muito interesante. Criaram um rótulo imitando uma etiqueta onde as informações sobre o vinho estão escritas. Boa idéia, boa solução gráfica.
Exame visual: Violeta vibrante.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Primeiro vinho da noite, vinho que ganehei de presente de aniversário no ano passado do Hélio. É um cabernet moderno e agradável. Fruta presente, de corpo médio, é um vinho fácil de se beber. É um Cabernet menos típico e mais frutado. Pronto para beber e acompanhou bem os pães, quiejos e frios.
Nota: 87.0 +

Enoliteratura #1 - Guia de Vinhos 2008 - Hugh Johnson



A edição de bolso do Guia de Vinhos 2008*, de Hugh Johnson, reúne informações sobre os principais produtores de vinho do mundo. Pelo que nos informa a orelha do livro, Johnson utiliza a mesma fórmula desde 1977, quando o primeiro guia foi publicado, ou seja, ele escreve suas percepções e avaliações críticas sobre o mundo do vinho.

Nesta edição, Johnson informa nas primeiras páginas que comentou sobre cerca de 200 rótulos. O autor deixa bem claro que não se tratam dos 200 melhores vinhos do mundo, mas dos 200 vinhos que ele mais gostou. “Quero reafirmar minha posição inalterável: gosto é coisa pessoal”, afirma e complementa: “Gosto do que gosto – e assim dever ser com você”.

O cuidado em deixar isso bem claro ganhou alguns pontos conosco, pois não achamos nada legal quando alguém tenta impor que determinados vinhos são os melhores do mundo. Há muito tempo, já aprendemos que gosto é mesmo algo muito pessoal – e ninguém tem direito de desmerecer as opiniões do outro.

Voltando ao livro, ele é bem “explicadinho”, como um guia deve ser, traz uma tabela interessante com as temperaturas mais indicadas na hora da degustação. Também apresenta uma tabela rápida sobre as safras dos últimos 13 anos – no caso da França, dos últimos 20 anos. Vinhos da América do Sul e do Norte não entram nesta lista.

Os vinhos europeus ocupam a maior parte do livro, o que não chega a ser algo ruim. Para nós, brasileiros, serve como uma referência. Por exemplo, não temos muito acesso a vinhos norte-americanos, mas o guia pode ser uma boa fonte de consulta, caso queiramos escolher alguma vinícola para encomendar garrafas de lá ou comprar durante uma viagem.

Johnson não se dedica a comentar vinhos muito detidamente, mas apresenta verbetes sobre vinícolas, e lugares produtores de vinhos, além de inserir informações gerais, como, por exemplo, a classificação dos vinhos na Alemanha. Para quem está entrando neste mundo por agora, o autor mostra o significado de algumas palavras técnicas, que pode ser um bom início para entender sobre taninos, graduação e acidez.

Em outros dois capítulos que achamos interessantes, Johnson fala um pouco sobre cada uva que ele conhece e também sobre que vinhos combinam com cada alimento. Isso pode ser muito útil na hora de escolher um prato para uma harmonização. E quando o vinho não é a melhor opção, não tem medo de indicar outra bebida, como acontece com sushi, em que aponta alguns vinhos, mas lembra que saquê e cerveja podem ser bons acompanhamentos.

Não gostamos, porém, das poucas informações sobre os vinhos da América do Sul. Afinal, são os vinhos que acabamos mais degustando e seria legal saber o que um especialista pensa sobre eles. Chile e Argentina ganharam mais espaço, mas países como Brasil e Uruguai mereceram apenas um parágrafo. Também são citados rapidamente Peru, Bolívia – e México.

No geral, é um livro que pode acrescentar conteúdo bem produzido para quem gosta de livros que tratam sobre vinhos.

* Ganhamos este livro da Nova Fronteira (www.novafronteira.com.br). A assessora de imprensa da editora entrou em contato conosco para saber se teríamos interesse em fazer um comentário livre sobre o livro. Explicamos que não costumávamos colocar livros em nosso blog, apenas os vinhos que havíamos degustado, mas, como éramos nós mesmo quem decidíamos o que publicar, poderíamos, sim, fazer um comentário sobre o guia de vinhos. Alguns dias depois, recebemos o livro e, algumas semanas depois, aqui está nosso comentário. Ah, achamos a iniciativa da Nova Fronteira bem interessante.
Correção: acabamos de saber que quem entrou em contato conosco foi a Agência Frog (www.agenciafrog.com.br, que desenvolveu o site http://www.novafronteira.com.br/guiadosvinhos/) e não a Nova Fronteira.

15 de julho de 2008

Pergunta da Semana - 73

Toda quarta-feira, o Le Vin au Blog coloca aqui uma pergunta diferente para saber sobre as suas experiências no mundo do vinho. Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Quando você ganha um vinho de presente de um amigo, você o convida para degustá-lo com você? Qual a melhor resposta para quando é perguntado sobre se gostou ou não do presente - depois de tê-lo provado? Uma resposta sincera ou algo que não signifique risco de magoar o amigo?

Selkirk Bremerton - Shiraz 2004


Nome: Selkirk
Safra: 2004
País: Austrália
Região: Langhorne Creek
Produtor: Bremerton
Site: http://www.bremerton.com.au/wine.html

Uvas/Corte: Shiraz
Teor alcoólico: 14.5%
Preço: R$ 54,00
Onde foi comprado: Cadeg, em São Cristóvão, no Rio
Quando foi comprado: Não conseguimos lembrar de jeito nenhum o dia, mas sabemos que foi em 2007, no segundo semestre.
Degustado em: 26 de junho de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Nuggets de soja e bruschettas caprese
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
VINTAGE 2004: The name “Selkirk” is in recognition of our Grandfather’s heritage. This Scottish border town was the ancestral home of the Willson family. The grapes for the Selkirk Shiraz are 100% Langhorne Creek and estate grown. Careful vineyard management and controlled yields ensure premium fruit for this distinctive Shiraz style. It is a fine example of a classic Langhorne Creek Shiraz. It has a deep, vibrant colour and offers distinctive varietal characters; a rich aroma of blackberries, complemented by spicy oak nuances. A layered, well-balanced palate structure and a persistent finish, provides a frame for the full bodied berry fruit flavours and touches of spice. After fermentation in small batch open top fermenters, the wine spent 19 months in carefully selected fine grain American oak. A proportion of new (40%) American oak barriques were used to enhance its pallet structure and flavour complexities without masking the varietal fruit characters. WINEMAKER Rebecca Willson
FOOD MATCHES: Matches well with Mediterranean foods, cheeses, red meat, poultry and risotto.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Bastante cheiroso.
Exame gustativo: De início, senti um gosto de cravo-da-índia, algo como aquele gosto que fica no sagú. Vinho ótimo, frutado como eu gosto. O único porém é que provoca uma sensação de "embebedamento" bem rápido. Não sei se a comida que escolhemos era muito fraca, talvez fique melhor com uma comida de verdade. Gosto amarguinho no final, mas que não compromete. Não é um vinho pesado. Muito agradável de ser bebido. Recomendo.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonito rótulo em preto e branco que equilibra bem os elementos. Moderno e interessante. Valoriza o produto.
Exame visual: Grená escuro e fechado
Exame olfativo: Geléia, frutas vermelhas, ameixa. Intenso.
Exame gustativo: Há algum tempo queria provar este vinho australiano. Consegui comprar no ano passado na Cadeg por um bom preço e deixamos um tempo aqui na adega. É um vinho bem característico dos Shiraz austrálianos. Bom corpo, macio, um pouco de madeira ao fundo. Na boca lembra geléia de framboesa, ameixa. Bem frutado e sabor persistente. Preenche a boca e seu final é de médio para longo. É um bom vinho do novo mundo mas não surpreende. Não chega ser over, nem um "fruit bomb" mas, quem procura por elegância, este não é o vinho. Boa acidez e bom equilíbrio. Um bom vinho australiano.
Nota: 87.0 +

14 de julho de 2008

La Trappe Tripel*



Chegamos à sétima edição da hamonização virtual depois de umas breves férias. Diferente das outras, desta vez, o Le Vin au Blog e o Gourmandise contaram com a ajuda de um terceiro blog, o Edu Passarelli recomenda. Por isso, ocorreram algumas pequenas variações, como, por exemplo, a escolha de uma cerveja para harmonizar com o prato. A explicação é fácil: o Edu comenta cervejas no blog. Escolhida a cerveja, partimos para comida. Sugerimos algo bem simples, mas Nina e Marcel sabiamente decidiram por algo mais elaborado. Afinal, cerveja também merece um prato mais incrementado. Confira abaixo os nossos comentários e dê também uma passadinha nos outros blogs que participaram.

Nome: La Trappe
Safra: -
País: Holanda
Região: -
Produtor: Abadia de Koningshoewen
Site: http://www.latrappe.nl/

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 8%
Preço: R$ 48,00
Onde foi comprado: Farinha Pura - Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 20 de junho de 2008
Degustado em: 13 de julho de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Papillote de frango com aspargos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A La Trappe Tripel apresenta uma cor mel, com sabor frutado e doce-amargo, possuindo 8% de teor alcoólico. A temperatura ideal para consumir a La Trappe é entre 12-16º C.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Cor caramelada.
Exame olfativo: Lembrou-me, talvez por influência da cor, daquele cheiro de açúcar caramelado que forra a fôrma para o pudim.
Exame gustativo: Antes de qualquer coisa, preciso dizer que não tenho muita experiência com cerveja. Até começar a provar vinhos, isso há menos de três anos, eu raramente bebia algo alcoólico e quando o fazia eram bebidas docinhas, drinks. Nunca cerveja. Nem mesmo quando morei na Alemanha. Nunca consegui gostar do amargo das cervejas. Quando mudei-me para o Rio passei a beber eventualmente um chope, e quase nunca mais do que isso, nos dias de muito calor. Mesmo com esse histórico, achei interessante a idéia de harmonizar um prato com uma cerveja. Primeiro, por se tratar de uma cerveja diferente. Segundo, por ser um copo não muito grande. Para minha surpresa, eu gostei desta cerveja. Ela não era tão amarga quanto as que já tinha provado. Tinha um quê de doce, apenas com um leve amarguinho no final. Foi bom ter uma experiência diferente.
Nota: Se fosse um vinho, eu daria 88.0
Harmonização: Acostumada que estou com vinhos, achei muito estranho avaliar uma harmonização com cerveja. Não tenho muitos, para não dizer nenhum, parâmetros. Creio que não soube analisar direito se a comida/bebida melhorou com a combinação das duas. De qualquer modo, dos ingredientes que fizeram parte da receita, creio que a cenoura foi a que melhor se saiu ao acompanhar a cerveja. O frango provocou um amarguinho maior do que o que ela já tinha sem a comida.

Comentário do Claudio
Rótulo:
O grande diferencial é a garrafa de cerâmica. O rótulo segue um estilo tradicional e com letras góticas. O conjunto é muito interessante.
Exame visual: Caramelo opaco.
Exame olfativo: Algo caramelizado. Lembra algum doce com uma fruta ao fundo, como bala de coco de festas infantis. Agradável.
Exame gustativo: Como nosso blog é focado em vinhos, nossa experiência em analisar cervejas é pequena. De qualquer forma, foi uma experiência interessante. Um cerveja mais encorpada, de bom sabor, de boa permanência. Álcool não parecia estar acentuado. Sabor que segue para a torrefação com um pouco de caramelo. Gostei da cerveja.
Nota: Se fosse um vinho, eu daria 88,0.

Harmonização: O frango é fácil de se preparar e o sabor é muito interessante. Gosto de pratos que usam Mostarda Dijon. Apesar de sabor forte, quando bem dosada, ela confere um sabor todo especial para a comida. A primeira impressão que tive foi a de ser uma boa harmonização entre a cerveja e o prato. Tanto que no primeiro contato com a boca e dentro da boca, o sabor da cerveja se comportou bem com o prato. Aos poucos, fui percebendo que a sabor agradável da permanência da cerveja foi substituido por um retrogosto levemente amargo. Fiz um teste, provando separadamente o aspargo, a cenoura e o frango com a cerveja, e percebi que este amargo final veio quando comi o frango. Não é ruim, acho que o resultado geral foi bom e já vamos nos preparar para a oitava harmonização virtual.

8 de julho de 2008

Salton Moscatel



Nome:
Salton Moscatel
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Produtor: Salton
Site: http://www.salton.com.br/

Uvas/Corte: Moscatel
Teor alcoólico: 7,5%
Preço: R$ 15,90
Onde foi comprado: Deu La Deu, em Copacabana
Quando foi comprado: 21 de junho de 2008
Degustado em: 21 de junho de 2008
Onde bebeu: Casa da Marie e do Mário
Harmonizado com: Bombas de creme e biscoitinhos de chocolate
Com quem: Claudio, Rafaela, Marie, Mário e Maria Claudia

Comentário do Produtor
Elaborado com uvas da variedade Moscato, fermentado em tanques de aço inoxidável hermético (Método Charmat) à baixa temperatura, com fermentos selecionados específicos para que o produto preserve os aromas primários da variedade. Coloração amarela claro esverdeada brilhante, com espuma abundante e grande quantidade de finas borbulhas, nuances de aromas de flores cítricas, frutas tropicais e maçã verde. Sabor levemente ácido cremoso e com um intenso frutado.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Logo depois que saí da aula neste sábado, fomos para Copacabana para almoçar com a família. Enquanto esperávamos até a hora do almoço, resolvemos caminhar um pouco pelas redondezas. Acabamos parando neste loja de vinhos e ao bater os olhos nos espumantes, pensei que poderia ser uma boa idéia para o jantar, logo mais à noite. Liguei para a Marie, que concordou. Voilà. Claudio ainda quis dar umas dicas sobre outros espumantes, mas eu queria algo doce e moscatel nunca falha neste quesito. Para nossa surpresa, nem era tão doce. Também, com todas aquelas bombinhas que a Maria Claudia levou...
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Salton tem feito bons rótulos. Este não é dos mais bonitos. A ilustração poderia ter sido trabalha de outra forma e a utilização do prata não valoriza.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Não sou fã dos espumantes doces. Acho enjoativo. Este Moscatel da Salton para minha surpresa não era tão doce assim... me pareceu equilibrado e acabou funcionando bem com as bombinhas levadas pela Maria Claudia.

Nota: 87.0

Clos Torribas - Tempranillo/Cabernet Sauvignon 2003



















Nome: Clos Torribas
Safra: 2003
País: Espanha
Região: Penedès, Barcelona
Produtor: Bodegas Pinord
Site: http://www.pinord.es/

Uvas/Corte: Tempranillo 90%, Cabernet Sauvignon 10%
Teor alcoólico: 12%
Preço: -
Onde foi comprado:
Gentilmente oferecido na casa do Mário
Quando foi comprado: -
Degustado em:
21 de junho de 2008
Onde bebeu: Casa do Mário e da Marie
Harmonizado com:
Massa com molho de tomate e basílico
Com quem:
Claudio, Rafaela, Mário, Marie e Maria Claudia

Comentário do ProdutorUna vez cosechada la uva en su justo punto de maduración, el mosto obtenido fermenta lentamente en cubas de acero inoxidable. Posteriormente se efectúa una crianza en barricas de roble francés y americano durante un periodo de entre seis y nueve meses, pasando a continuación a su afinamiento final en botella. Aspecto: De color granate con tonos ligeramente violáceos, limpio y brillante. Aroma:Inicialmente intensos aromas a barrica y posteriormente una vez oxigenado el vino en la copa aparecen los aromas varietales del tempranillo que nos recordaran a las frutas del bosque. Gusto: De paladar suave con una crianza moderada. Destacan los gustos del envejecimiento en buen equilibrio con el cuerpo del vino y sus aspectos mas frutales.

Comentário da RafaelaExame visual: -.
Exame olfativo: Cheiro de pêssego.
Exame gustativo: Segundo vinho da noite. Depois do vinho francês, Mário resolveu oferecer este espanhol, velho conhecido nosso. Estava bom, mas perdeu um pouco o brilho por causa do primeiro vinho, que era superior. Continua, porém, sendo uma boa opção.
Nota: -


Comentário do Claudio
Rótulo:
Um rótulo tradicional, com aspecto envelhecido. Utiliza uma ilustração da propriedade ao fundo. Clássico.
Exame visual: Rubi.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Segundo vinho da noite. Nosso velho conhecido aqui do Blog. Sempre uma boa opção a um bom custo. Desta vez ele perdeu um pouco pois depois do vinho francês ele se apagou um pouco.
Nota: 86.0

Les Terrasses Grillées 2000 - Saint Chinian



Nome: Les Terrasses Grillées
Safra: 2000
País: França
Região: Saint-Chinian, Languedoc
Produtor: G. Moulinier
Site: -

Uvas/Corte: Syrah 80 %, Grenache 10 %, Mourvédre 10 %.
Teor alcoólico: 14%
Preço: Gentilmente oferecido pelo Mário e pela Marie
Onde foi comprado: Em Paris pela Marie.
Quando foi comprado: -
Degustado em: 21 de junho de 2008
Onde bebeu: Casa da Marie e do Mário
Harmonizado com: Massa com ótimo molho vermelho feito pela Marie
Com quem: Claudio, Rafaela, Mário, Marie e Maria Claudia

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bordô.
Exame olfativo: Cheiro de cappuccino. Muito cheiroso. Algo de chocolate.
Exame gustativo: Muito gostoso. Melhorou ainda mais com a comida.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Discreto e correto. Não é muito atraente mas também não compromete.
Exame visual: Grená escuro.
Exame olfativo: Nariz muito rico. Ao ser servido na taça o bouquet já se abriu. Algo de especiarias, defumado. Passando por minerais com um toque exótico. Variando muito. Muito bom.
Exame gustativo: Este vinho foi comprado pela Marie por indicação de uma amiga. Gosto muito de degustar vinhos de regiões diferentes das mais faladas. Acho que encontramos vinhos interessantes e muitas vezes por um valor mais baixo. É o caso deste vinho da região de Saint-Chinian no Languedoc. Vinho de muita personalidade e sabor intenso com toques minerais, bacon e de café. Vinho que cresce com a comida. Boa estrutura que poderia aguentar mais tempo em garrafa. Sabor limpo. Final de boca de leve sabor mas de longa permanência. Um vinho muito interessante de paladar peculiar. Ótima pedida.
Nota: 90.0

Pergunta da Semana - 72

Toda quarta-feira, o Le Vin au Blog coloca aqui uma pergunta diferente para saber sobre as suas experiências no mundo do vinho. Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você prefere degustações com vários tipos de vinhos, nas quais pode provar um pouco de vinhos diferentes, ou aquelas em que apenas um vinho é provado e nas quais você pode observar a evolução do vinho na taça?

7 de julho de 2008

Casa Perini - Tannat 2005


Nome: Casa Perini
Safra: 2005
País: Brasil
Região: Vale Trentino, em Farroupilha
Produtor: Vinícola Perini
Site: http://www.vinicolaperini.com.br/

Uvas/Corte: Tannat
Teor alcoólico: 13%
Preço: R$ 22
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas
Quando foi comprado: 6 de maio de 2008
Degustado em: 17 de junho de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa integral com molho vermelho
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
O paciente amadurecimento produz aromas que recordam chocolate e baunilha. Vinho de elevada coloração, com reflexo violáceo. Acompanha carnes vermelhas, caças, grelhados, pizzas picantes e pratos condimentados.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bonita cor bordô.
Exame olfativo: Não consegui identificar o cheiro, infelizmente.
Exame gustativo: Sei que minha referências nem sempre são muito normais, mas para ser bem sincera, o gosto que senti ao beber este vinho foi daquelas uvas vendidas na Festa da Uva em Caxias. Quer dizer, nem são vendidas, aqueles que vêm (ou vinham, afinal, faz tanto tempo) em um saquinho, que você retira com o ingresso. Pouco encorpado. Tinge os dentes. Achei bom. Não tem retrogosto. Escolhemos este vinho para beber neste dia depois de uma rápida conversa com a Sil, minha ex-colega de faculdade em Caxias. Ela aprecia vinhos também e depois de eu dizer o que tínhamos na adega, recomendou que tomássemos este. Foi uma boa escolha.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Gosto dos rótulos desta linha da Casa Perini. Moderno e elegante.
Exame visual: Violeta intenso, bonita cor
Exame olfativo: Difícil definição, leve fruta vermelha e algo de defumado.
Exame gustativo: O vinho estava com muito gás carbônico no início. Melhorou depois de um tempo aberto no decanter. Sem o gás carbônico, podemos sentir um saboroso vinho sem arestas aparentes. Não é um Tannat com taninos tão presente quantos outros mas o final é marcante e bem característico. Corpo leve, boa acidez, elegante e sutil. Final intenso e de média permanência. Gostoso e muito interessante pela sua faixa de preço. Vale provar.
Nota: 87.0

Finca Flichman - Cabernet Sauvignon 2006



Nome: Finca Flichman
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Vinícola Finca Flichman
Site: http://www.fincaflichman.com.ar


Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 17,00 - minidecanter
Onde foi comprado: Pizzaria Fiametta de Botafogo, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 14 de junho de 2008
Degustado em: 14 de junho de 2008
Onde bebeu: Pizzaria Fiametta de Botafogo, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pizza Napoletana
Com quem: Claudio, Rafaela e Márcia

Comentário do Produtor
Vinho argentino fino tinto seco, elaborado a partir de uvas viníferas Cabernet Sauvignon. Apresenta cor vermelha intensa, aroma de frutas maduras e sabor surpreendente, suave e harmonioso, característico do seu varietal. Graduação alcoólica 13,5% vol - 750ml (vidro). Vinho importado da Argentina.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de um longo dia, que incluiu aula pela manhã e idas a museus e passeio pelo Leblon da tarde à noitinha, resolvemos comer uma pizza com a Márcia na Fiametta. Foi uma boa decisão. A pizza estava ótima, gastamos mais um tempinho conversando e o vinho combinou com a noite.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:

Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Pedimos um mini decanter na Fiametta com este Cabernet. Já havíamos pedido uma outra vez este mesmo vinho lá. Me pareceu que o vinho estava mais "fake" qua da outra vez. Sabor frutado mas sem personalidade. Um vinho com perfil de uma geléia.
Nota: 85.0

6 de julho de 2008

Pergunta da Semana - 71

Toda quarta-feira, o Le Vin au Blog coloca aqui uma pergunta diferente para saber sobre as suas experiências no mundo do vinho. Nesta semana, seguindo a sugestão do leitor Artur e aproveitando o tema mais debatido da semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Qual a sua opinião sobre a "lei seca"? Como essa nova lei alterou/vai alertar sua rotina de beber vinhos? Como fazer para aproveitar suas degustações sem ter problemas com a lei? Você acha que isso vai diminuir o consumo de vinhos em restaurantes? Ou, ainda, o número de acidentes provocados pelo excesso de consumo de álcool?

Honoris de Valdubón 2003


Nome: Honoris de Valdubón
Safra: 2003
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Produtor: Bodegas Valdubón S.L.
Site: http://www.xelsonatwork.com/valdubon/

Uvas/Corte: Tinta del pais (Tempranillo) 86%, Merlot 8% e Cabernet Sauvignon 6%
Teor alcoólico: 14%
Preço: 37 euros
Onde foi comprado: Gentilmente comprado pelo nosso amigo Dorva no El Corte Inglés, em Madri, Espanha
Quando foi comprado: Outubro de 2007
Degustado em: 12 de junho de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Peito de peru, acompanhado por batatas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Honoris se presenta en la copa como un vino cubierto con un rojo vivo e intenso, impropio de su edad, que indica el buen hacer en bodega y una excelente evolución en barrica. En nariz sorprende su elegancia. Su aroma es complejo, las ciruelas, frambuesas y frutos secos se mezclan con un sin fin de notas especiadas provenientes de su crianza en madera francesa. En boca se muestra intenso, amable, lleno de taninos maduros y aterciopelados. Posee una entrada suave, seguida de una impresionante evolución donde Honoris presenta todo su potencial. Finamente, su postgusto es largo y muy intenso. Un vino para disfrutar.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Cheiroso ao cair no decanter, mas depois não senti muitos outros aromas. Mais tarde, cheiro de sorvete-seco.
Exame gustativo: Este vinho foi uma de nossas encomendas ao Dorva, quando ele foi para Madri - foi o preço que cobramos pelo pernoite aqui em casa. Saiu bem caro, pois ele teve até que entrar ilegalmente na Espanha por nossa causa... Eu conheço o Dorva há muitos anos e quando o Claudio fez uma lista de vinhos, logo pensei: o Dorva pode até imprimir esta lista para levar, mas mesmo que faça isso, tenho certeza que ele mesmo vai escolher os vinhos quando chegar lá. Dito e feito. Comprar nossos vinhos foi uma das primeiras coisas que o Dorva fez ao chegar a Madri, mas creio que escolheu o que compraria usando mais referências literárias do que a pesquisa que o Claudio tinha feito. :) O resultado foi bom, pelo menos levando em consideração este vinho que acabamos de provar. Ele tinha gosto de polpa de morango quando chegou à temperatura certa. Suave, macio, levemente adstringente. Ele me lembrou um chocolate sensação, começa com o gosto do morango e vai para o chocolate. Boa permanência. Harmonizou bem com a comida. Jantar muito bom.
Nota: 91.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples e equilibrado. Gosto do estilo.
Exame visual: Violeta translúcido.
Exame olfativo: Grande variação de aromas. Início com madeira e baunilha passando para ameixa e leve defumado. Muito interessante.
Exame gustativo: Excelente vinho espanhol, que segue o estilo do qual gosto bastante. Moderno, equilibrando força e elegância. Este foi um dos dois vinhos espanhóis que o Dorva escolheu e nos trouxe de Madrid. E foi uma bela escolha. Vinho de boa estrutura, corpo médio, taninos redondos e boa fruta. Decantamos por cerca de uma hora, mas ele continuou evoluindo com o tempo. Baixamos alguns graus a temperatura de serviço, a qual se mostrou a ideal. Boa complexidade de sabores, com ótimo final e longa permanência lembrando morangos, damascos e defumados. Álcool e madeira perfeitamente integrados. Vinho complexo, marcante e com personalidade. Acho que este vinho ainda não é importado para o Brasil. Fica a dica para quem for à Espanha e quiser degustar um ótimo vinho da Ribeira del Duero.
Nota: 92.0

4 de julho de 2008

Vallontano Reserva - Cabernet Sauvignon 2002


Nome: Vallontano Reserva
Safra: 2002
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Produtor: Vallontano Vinhos Nobres
Site: http://www.vallontano.com.br

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 12,5%
Preço: R$ 22
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 6 de maio de 2008
Degustado em: 11 de junho de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Frango com legumes e arroz, mais queijo do seu RAR
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Este vinho Reserva, elaborado a partir de uvas selecionadas de uma segunda colheita e de excelente maturação, provinientes de vinhedos próprios, possui cor rubi com tons violáceos e aromas intensos de frutas vermelhas maduras, como amoras e cerejas. As especiarias, provinientes de 10 meses de maturação em barris de carvalho, conferem refinamento e complexidade ao bouquet. Encorpado, com sabor agradável e taninos marcantes, este vinho, com grande potencial para envelhecimento, será melhor apreciado se consumido entre 15ºC a 17ºC. Foram elaboradas desta excepicional safra 10.000 garrafas. (nossa garrafa era a 9.324)

Comentário da Rafaela
Exame visual: Cor daquele carro que todo mundo queria ter nos anos oitenta, Escort XR3
Exame olfativo: Cheiro de biotônico Fontoura, cheiro de café quando sobra na máquina de moer café.
Exame gustativo: Este vinho foi comprado durante a minha última viagem ao Rio Grande do Sul, em maio passado. Ele estava na extensa lista que o Claudio me passou. Já tínhamos um outro Vallontano em nossa adega, que continua ainda lá, e nem sabíamos quando beberíamos um dos dois. A idéia e a vontade de degustá-los apareceu depois de assistirmos ao programa Mondovino, feito pelo Jonathan Nossiter e veiculado pela Band na madrugada do dia 9 de junho. Ao longo do programa, conhecemos o casal que criou e dirige a Vallontano, vinícola que fica lá no Vale dos Vinhedos, no interior de Bento. Gostamos muito da história deles e resolvemos então provar um dos vinhos naquela mesma semana. Optamos pelo Reserva, creio eu, por ser mais antigo. Sobre o vinho: nos primeiros momentos, provou cócegas na língua, deixou um gosto agradável na boca de uma fruta. É um vinho equilibrado, leve. Depois que comentei isso, o Claudio ficou me explicando sobre vinhos elegantes. Este vinho lembra vinhos do Velho Mundo, com sabores mais sutis, não tão frutados quanto os argentinos. É um vinho que dá prazer ao ser bebido, não é nada agressivo.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Acredito que toda a linha Vallontano de vinhos ainda procura uma identidade visual própria. Este rótulo, assim como os demais da vinícola, precisa ganahr mais personalidade e elgância para transmitir o mesmo que o vinho.
Exame visual: Grená, transparente claro.
Exame olfativo: Toques vegetais que evoluiu depois de aberto. Bouquet sutil.
Exame gustativo: Vinho brasileiro muito interessante e muito bem feito. Completo estilo de vinho do velho mundo onde a elegância, sutileza e delicadeza se sobressaem. Um vinho leve (12,5% de álcool), sem arestas e que evoluiu positivamente depois de um tempo aberto. Taninos já arredondados e bom final com algo frutado. Estava pronto para beber. Já li ótimos comentários sobre a safra 2004 deste mesmo vinho e fiquei curioso para comparar com este. Vinho muito prazeroso de beber, que dá vontade beber mais uma taça. Primeiro vinho Vallontano que bebemos, causou uma boa impressão. Temos um Merlot 2004 na Adega.
Nota: 89.0

1 de julho de 2008

Participe da 7ª Harmonização Virtual

Levamos um longo tempo para organizar esta degustação. Primeiro, porque resolvemos fazer algo diferente, envolvendo um novo parceiro – o Eduardo, do www.edurecomenda.blogspot.com. Segundo, pela pura falta de tempo.

Finalmente, com tudo acertado, gostaríamos de convidá-los para a 7ª Harmonização Virtual, que desta vez será bem diferente das últimas. O Eduardo indicou uma cerveja que será harmonizada com um prato escolhido pelo Gourmandise com uma ajuda pequenininha do Le Vin au Blog.

Para receber a receita e o nome da cerveja, basta deixar um comentário com seu e-mail em um dos blogs ou enviar uma mensagem para levinaublog@gmail.com ninocamori@hotmail.com.

A data sugerida para postagem é 14 de julho. Se você quer participar, mas não tem um blog, não tem problema, pode publicar nas nossas páginas.

Esperamos pelo seu e-mail.
Abraços.
Le Vin au Blog, Gourmandise e Edurecomenda

Veja como foram algumas das outras harmonizações:
Primeira harmonização
Terceira harmonização
Sexta harmonização

Trivento - Pinot Noir 2007 #cbe


* Este foi o vinho escolhido pelo Vinho para todos, para ser o vinho da 17ª degustação da Confraria Brasileira de Enoblogs. A dinâmica da confraria é a seguinte: todo mês é escolhido um vinho para ser degustado por todos. No primeiro dia do mês seguinte são postados os comentários. Não deixe de ler os comentários dos demais participantes. Os links estão ao lado.
Nome: Trivento
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Trivento Bodegas y Viñedos
Site: http://www.trivento.com/

Uvas/Corte: Pinot Noir
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 19,20
Onde foi comprado: Alipão, na Rua Dona Mariana, em Botafogo, Rio
Quando foi comprado: 28 de junho de 2008
Degustado em: 30 de junho de 2008
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Risotto de cinco queijos, sendo eles queijo cottage, queijo minas, cream cheese light, requeijão e parmesão light com tomates frescos cortadinhos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor: Vermelho rubi intenso e brilhante.
Aroma: Notas frutadas, ameixa, cereja, combinados com finos aromas florais.
Palato: Paladar macio, com toques de madeira, taninos redondos e persistentes.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Cor de cereja madura.
Exame olfativo: De início, senti cheiro de vinho do Zona Sul, depois senti cheiro de bombril e, mais tarde, de gelatina de cereja. Depois de respirar um pouco, ficou com cheiro de danoninho.
Exame gustativo: Antes de qualquer coisa, devo dizer que se trata de um vinho bem honesto, levando-se em consideração o preço e o que o vinho oferece. É um vinho que compensa o dinheiro gasto. Ele é bom, mas não é dos mais marcantes. Não desagrada, mas parece um daqueles vinhos que escolhemos quando vamos comer uma pizza rápida no supermercado Zona Sul. Não é exatamente um vinho que chame a atenção - apesar de não ser ruim. Ele tem algo peculiar, o sabor persiste até atingir a garganta e o gosto que fica na boca é bem agradável. Mesmo depois de bastante tempo aberto, ele não evolui muito. Para registro: ganhamos um "vacun vin" da Raquel e do Ricardo e usamos pela primeira vez com este vinho. Guardamos 1/5 do vinho para degustarmos depois. Afinal, hoje é segunda-feira... Depois contamos se o vinho realmente permaneceu o mesmo.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Bonita garrafa. Vale destacar que é a mesma ilustração usada nas garrafas dos vinhos chilenos "Terranoble".
Exame visual: Rubi escuro.
Exame olfativo: Um pouco "pesado" no início, com algo metálico e um pouco de álcool. Evoluiu para algo mais frutado como gelatina de cereja.
Exame gustativo: A melhor característica deste Trivento é a sua relação custo/benefício: pagamos R$ 19,20 por esta garrafa e nesta faixa de preço o vinho se torna atraente. É um vinho jovem, simples que que "queimava" um pouco na boca. Bebemos com a temperatura um pouco mais alta que a indicada na garrafa. O sabor é agradável, um pouco bruto para um Pinot Noir, mas com final firme no fundo da boca lembrando um pouco de cereja. Não percebi madeira. Guardamos um pouco na garrafa para ver como se comporta um dia depois. Não é um vinho surpreendente mas é uma opção interessante para o seu dia-a-dia.
Nota: 86.0