26 de fevereiro de 2008

Conde de Valdemar Finca Alto de Cantabria - Viúra 2000



Nome: Conde de Valdemar Finca Alto de Cantabria
Safra: 2000
País: Espanha
Região: Rioja
Produtor: Martinez de Bujanda
Site: http://www.martinezbujanda.com/

Uvas/Corte: Viúra 100%
Teor alcoólico: 13%
Preço: U$ 24,50
Onde foi comprado: Restaurante Oasis, Island Star, viajando em direção a Florianópolis
Quando foi comprado: 15 de fevereiro de 2008
Degustado em: 15 de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Restaurante Oasis, Island Star
Harmonizado com: Entrada: Lulas à Provençal (Claudio) e Lulas à Dore (Rafaela). Pratos principais: risotto com frutos do mar (Claudio) e massa com frutos do mar (Rafaela). Sorvete de sobremesa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor:
Blanco fermentado y criado en barrica con la variedad viura procedente del viñedo Alto de Cantabria. Presenta un color amarillo oro brillante de gran limpidez y luminosidad. Muy complejo en nariz, con marcadas notas ahumadas y tostadas en un fondo con recuerdos de pomelo. Muy sabroso en boca, seco y glicérico, con una buena madera nueva muy bien integrada que realza su sabor y con toques cremosos y de pastelería. Largo en su final de boca con una elegante persistencia. Adecuado para acompañar platos de pescados grasos como el atún a la bilbaína o el bacalao, y aves de corral como la pularda rellena de foie. A los postres, con quesos de cabra.

Comentário Rafaela
Exame visual: Um belo amarelo ouro.
Exame olfativo: Cheiro bem diferente de todos os cheiros de vinhos brancos que eu já degustei.
Exame gustativo: Algumas noites atrás, ao bebermos um vinho no restaurante Island, do Island Star, eu fiquei com muita vontade de provar este Conde de Valdemar. Afinal, a primeira experiência com vinhos deste nome foi a melhor de todas até hoje. Quando recebemos este convite para jantarmos no Oasis, eu logo pensei em pedir este vinho e foi uma decisão muito acertada. Martinez Bujanda nunca me decepciona. O vinho, feito com a nunca vista viúra, é ótimo, encorpado, pesado na boca, rico em gostos e que deixa um ótimo retrogosto. Nunca vi este vinho no Brasil, mas se tiver a oportunidade de prová-lo, o faça!
Nota: 91.0

Comentário Claudio
Rótulo: Segue a linha dos vinhos da Bodega. Organizado e clean.
Exame visual: Bela cor amaralo dourado intenso. Cor indicava um vinho maduro.
Exame olfativo: Rico e diferente nariz. Difícil definição.
Exame gustativo: Mais um belo vinho da marca "Conde de Valdemar". Passamos um belo dia de sol em Punta del Este e antes de embarcar de volta paramos em um restaurante onde um casal bebia um vinho branco acompanhando um prato com frutos do mar. Comentamos que aquele vinho branco do casal estava combinando perfeitamente com o clima do dia. Ficamos com aquilo na cabeça e quando fomos jantar, resolvemos escolher este vinho da uva Viura, a qual nunca tínhamos provado. Guardamos boas lembranças de um Conde de Valdemar tinto e por isto resolvemos escolher este branco. Foi uma ótima escolha. O vinho estava com oito anos de vida e podíamos perceber que este tempo fez bem à bebida. O vinho tinha uma textura licorosa, encorpada e rico em sabores. Agradável sabor e um bom final. Funcionou bem com a comida mas na verdade ele funcionava bem sozinho. Um vinho branco diferente de todos que já degustamos. Recomendo.
Nota: 90.0+

Reflets of Bourgogne* - Pinot Noir 2004

* Nesta noite, fomos convidados por um amigo para jantarmos com ele e a família em um dos restaurantes do navio, The Steakhouse. Nosso jantar foi acompanhado por um vinho, mas como não anotamos o nome da hora, ficamos com dificuldades de encontrar mais informações sobre ele. Fica então aqui o registro do encontro.

Nome: Reflets of Bourgogne
País: França
Região: Bourgogne
Onde foi comprado: Gentilmente cedido pelo amigo que nos convidou para o jantar
Quando foi comprado: 14 de fevereiro de 2008
Degustado em: 14 de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Claudio, Rafaela, Jurgen, Isabela, Anna, Heribert e Doctor

Comentário da Rafaela:
O Island Star tem quatro restaurantes: Beachcomber, 24 horas, que normalmente está cheio durante as 24 horas do dia; Island, mais arrumadinho, que abre nos horários normais das refeições, para café da manhã, almoço e jantar; Oasis, pago e arrumado; e The Steakhouse, que foi onde fomos nesta noite. É o melhor de todos, tem um bufet de saladas que serve até sushi fresquinho, várias saladas diferentes, tem guardanapos de pano, esse tipo de coisa. O menu é a la carte. Eu comi um salmão grelhado com uma batata cozida e o Claudio um espeto de carnes com creme de espinafre e batatas fritas.

Comentário do Claudio:
Um breve comentário sobre o vinho: um vinho simples da Bourgogne. Um Pinot Noir que acompanhou bem o jantar, mas não se fez muito presente. Acabou sendo agradável assim como o jantar.

BenMarco - Malbec 2005


Nome: BenMarco
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Lujan del Cuyo, Mendoza
Produtor: Dominio del Plata
Site: http://www.dominiodelplata.com.ar/

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5 %
Preço: 105 pesos
Onde foi comprado: Restaurante Francesca, em Belgrano, Buenos Aires
Quando foi comprado: 12 de fevereiro de 2008
Degustado em: 12 de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Restaurante Francesca, em Belgrano, Buenos Aires
Harmonizado com: Entrada: milanesitas de brie com salada verde, tomate e lentilha. Pratos principais: penne regado a molho de camarões, com tomate, salsinha e lascas de salmão (Rafaela) e risotto de cordeiro da Patagônia ao molho de merlot (Claudio)
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Beautiful purple color with perfumed aromas of ripe red fruits and roasted coffee beans. It is lush, bull-bodied and penetrating on the palate with loads of chewy, currant jam flavors, bright acidity, and a touch of grip on the almost savory finish. This wine really unfolds with some air so try not to slurp it down in a rush, and it shows why the Argentine people are in love with Malbec. Pedro blended in some Bonarda for greater complexity and to achieve better balance. Pairs well with a wide range of foods including beef, sausages, spiced or grilled pork, veal, medium-strong cheeses, and meat-based pasta sauces.

Comentário da Rafaela
Exame visual: O ambiente era meio escuro e não deu para ver direito a cor.
Exame olfativo: Cheiro de pescado, maionese, caldo de laranja, em diferentes momentos.
Exame gustativo: No terceiro dia de cruzeiro, fizemos uma parada em Buenos Aires. Desembarcamos do navio às 9h30min, caminhamos muito, mas muito mesmo pela cidade, comemos empanadas, compramos vinhos, claro, tomamos freddo e depois de deixar as compras no navio, saímos para um bom jantar na cidade. Havíamos levado o recorte da revista Viagem do jornal O Globo, no qual a correspondente apontava um bom lugar para se jantar, o Francesca, em Belgrano. Como da outra vez não tínhamos conseguido ir até Belgrano, decidimos que seria para lá que iríamos. Claudio ainda queria dar mais uma passadinha numa loja de vinhos, mas acabamos dando com a cara na porta, pois a loja fechou antes do que eu havia planejado. Na verdade, fechou no horário certo, eu é que achei que ficasse aberta até mais tarde. Bom, passada a frustração, resolvemos explorar o bairro. Entramos em vários supermercados. Claudio acabou encontrando mais um vinho. Ufa! Passamos pela frente do Francesca (Migueletes, 840) e fomos dar uma volta por Las Cañitas, outro canto cheio de bares e restaurantes ali perto. Resolvemos comer no Francesca mesmo e foi ótimo. A entrada estava deliciosa e os pratos idem. Adoramos. O ambiente é amplo, com iluminação bacana, mesas dispostas de maneira e não incomodar ou ser incomodado por quem está do lado. Único defeito do garçom, mas que acho que é normal, foi encher os copos até a metade. Acho isso sempre ruim. A taça fica mais pesada, o vinho esquenta, parece que vc comprou uma taça e não a garrafa. E não entendo porque a pressa de se livrar do vinho. Em dois, nunca beberíamos duas garrafas. Então, de nada adianta nos forçar a beber rapidamente. Em relação ao BenMarco, que é o que interessa aqui: muito bom, gostoso, bom retrogosto, levemente amarguinho, mas o que o deixou melhor, permanência rápida. Manchava o copo. Um ótimo exemplo de que a acidez nem sempre é prejudicial ao sabor, foi um complemento. Apenas mais um comentário em relação à comida: quando provei o prato do Claudio, tive vontade de rir muito: o requintado risotto com cordeiro da Patagônia tinha o mesmo gosto dos mistos quentes que a minha mãe fazia naquelas torradeiras usadas no fogão a gás... Muito boas, por sinal.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Rótulo simples com uma ilustração de parreiras ao fundo. Pode melhorar.
Exame visual: Algo violeta escuro
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Escolhi este malbec para acompanhar o nosso jantar no ótimo restaurante Francesca. Buenos Aires é um cidade muito interessante para quem gosta de comer e beber bem em bons restaurantes. Existem excelentes opções e o melhor: você poderá beber um bom vinho por um preço correto. Na noite em que fomos ao restaurante Francesca, em todas as mesas, as pessoas estavam consumindo vinho. O BenMarco é um bom vinho produzido Pedro Marchevsky. Mostrou boa e viva acidez e evoluiu bastante depois de algum tempo aberto. Possui um bom equilíbrio e seu final é agradável. Comportou-se diferente quando harmonizado com o prato. Não é um malbec inesquecível, mas é um vinho muito bem feito e agradável que caiu muito bem no jantar.
Nota: 88.0+

25 de fevereiro de 2008

Pergunta da Semana - 53

Queremos saber sobre as suas experiências no mundo do vinho e por isso toda quarta-feira colocaremos aqui uma pergunta nova. Participe! Le Vin au Blog agradece!

Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Você costuma ouvir as opiniões de vendedores de lojas e sommeliers ou costuma tomar suas próprias decisões na hora de comprar ou escolher um vinho?

24 de fevereiro de 2008

Western Cellars - Cabernet Sauvignon 2005


Nome: Western Cellars
Safra: 2005
País: Estados Unidos
Região: Califórnia
Produtor: -
Site:
-

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: U$ 17,95
Onde foi comprado: Island Star, a caminho de Buenos Aires
Quando foi comprado: 10 de fevereiro de 2008
Degustado em: 10 de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Island Star, a caminho de Buenos Aires
Harmonizado com: Salada verde, massa com molho vermelho, carnes acompanhadas por arroz e batatas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Existem alguns vinhos que são até engraçados e foi o caso deste aqui. Ele tinha gosto de xarope de groselha ou algum desses xaropes que se mistura à água para se fazer um suco. Tá, não era assim intragável, senão não teríamos bebido até o fim, mas não foi uma experiência para ficar entre as melhores recordações relacionadas a vinhos. Vale o registro, pois foi bebido em nossa segunda noite a bordo do Island Star, navio da Island Cruises, que saiu de Santos e seguiu em direção a Buenos Aires.
Nota: 83.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Exame visual:
-
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Muitas vezes lemos comentários sobre vinhos falando que parecem xaropes. Este Cabernet californiano é um clássico exemplo disto. O sabor era de um xarope de groselha. Com a comida, ele até melhorou um pouco. Contudo, não é o estilo de vinho que me agrade. Não era de todo ruim, acredito que quem curtir o estilo vai gostar deste vinho.
Nota:
83.0

23 de fevereiro de 2008

Aquitania - Cabernet Sauvignon 2004



Nome: Aquitania
Safra: 2004
País: Chile
Região: Vale Del Maipo
Produtor: Viña Aquitania
Site: http://www.aquitania.cl/

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 34
Onde foi comprado: Paris 6, em São Paulo
Quando foi comprado: 8 de fevereiro de 2008
Degustado em: 8 de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Paris 6, em São Paulo
Harmonizado com: Voul de vent com recheio de cogumelos com camarões (Claudio), Steak Tartare (Marcel), Salsichas (Nina) e salada verde (Rafaela)
Com quem: Claudio, Rafaela, Nina e Marcel

Comentário do Produtor
Aquitania es un Cabernet Sauvignon típicamente chileno donde en su vinificación se privilegia la intensidad frutal y la suavidad de sus taninos. Tiene aromas frescos de frutos rojos y menta; su estructura es delicada y sabrosa.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Avaliar este vinho eu realmente não posso, pois provei apenas um golinho para sentir o gosto, mas não poderia deixar de escrever um comentário sobre a data em que este vinho foi degustado. Depois de várias harmonizações virtuais, troca de e-mails com receitas e outros tantos para decidir o lugar do encontro, finalmente conhecemos pessoalmente a Nina e o Marcel do blog Gourmandise. Eu cheguei ao restaurante escolhido por eles passando muito mal, mas fui melhorando aos poucos. E depois de a conversa engatar eu já tinha quase esquecido que estava me sentindo mal. Gostamos muito do encontro e espero que ele se repita em breve aqui no Rio ou lá em São Paulo novamente. Nina e Marcel são pessoas muito educadas e gentis, bons de papo e simpáticos. Quanto ao vinho, melhor que eles e Claudio comentem. :) Ah, muito obrigada pelo vinho, já está em nossa adega, aguardando um momento especial para ser degustado.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo: Confuso. Poderia ter um pouco menos de elementos.
Exame visual: -
Exame olfativo: Clássico nariz de Cabernet, ao estilo velho mundo.
Exame gustativo: Um cabernet chileno com alma francesa. Um vinho simples, leve, porém, como disse o Marcel, elegante. Fruto do trabalho dos produtores franceses que lhe deram um estilo velho mundo. Um vinho bem feito, que serviu para brindar o encontro do "Le Vin au Blog" com o "Gourmandise". Neste nosso primeiro encontro, degustamos apenas meia garrafa. Esperamos nos encontrar novamente para uma garrafa inteira!
Nota: 87.0

22 de fevereiro de 2008

Norton Reserva - Malbec 2004



Nome:
Norton Reserva Malbec
Safra: 2004
País: Argentina
Região: Lujan de Cuyo - Mendoza
Produtor: Bodega Norton
Site: http://www.norton.com.ar/

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14%
Preço: R$ 52,00
Onde foi comprado: Expand de Ipanema, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 1º de fevereiro de 2008
Degustado em: 1º de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Expand de Ipanema, no Rio de Janeiro
Harmonizado com:
Com quem: Claudio, Rafaela, Julia e Gilberto

Comentário do Produtor
Originado en viñedos de más de 30 años, este gran vino ha sido añejado en barricas de roble francés, para luego ser estacionado en botella. Esta convivencia armoniosa entre el fruto y la madera a través del tiempo, le otorga su elegancia y complejidad característica.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Cor totalmente diferente do anterior, mais forte.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Antes de começar a escrever sobre este vinho, fui dar uma espiada no que havia achado de outra safra que bebemos há mais de um ano, a 2003. Lembrei então que havia gostado muito dele e que, até aquela época, ele tinha sido o melhor vinho degustado. Depois dele vieram outros. Nesta noite na Expand, o Claudio cometeu um erro por pura ansiedade. Ele estava muito a fim de provar o Fabre Montmayou e pediu para o garçom servi-lo antes do Norton. Isso revelou-se um erro, pois o Fabre era muito mais vinho que o Norton e acabou prejudicando um pouco a degustação. Acabou deixando o Norton meio desbotado, quando na verdade, se tivéssemos bebido somente ele, teríamos tido uma impressão totalmente diferente. Bom, tive de baixar a nota de agora em relação ao outro vinho, pois nesta noite ele me impressionou menos. Apesar dessas particularidades, posso dizer que se trata de um vinho que vale muito a pena ser provado, pois é equilibrado, frutado e muito gostoso. Ah, e só mais um comentário sobre a Expand. Eu mudei minha impressão sobre o lugar, acho que vale provar, mas saí de lá meio incomodada, pois na última, sim, realmente na última garfada tinha um osso gigante de pato. Eu, que tenho ânsia de vômito com cartilagens, espinhas, ossos, quase morri, mas mantive a linha para não estragar a noite dos outros... Dali, fomos dar uma volta por outras lojas de vinhos para a Julia e o Gilberto conhecerem: La Botella e Salitre, onde pretendemos voltar em breve.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Rótulo: Gosto da linha de rótulos da Norton. Bem feita, equilibrada.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gosto bastante desta linha Reserva da Norton. Guardo boas lembranças do Reserva Malbec da safra 2002. Porém, cometi um erro na escolha dos vinhos desta noite, o que prejudicou este 2004. Quando fomos escolher o vinho, ficamos em dúvida sobre qual tipo de vinho e quantas garrafas seriam consumidas. Como queria muito provar o Fabre, acabei escolhendo ele para ser o primeiro vinho da noite e quando decidimos ir para a segunda garrafa, acabei lembrando deste Norton. Como o Fabre era muito mais encorpado e denso, o Norton, que é um ótimo vinho, acabou parecendo inferior ao que é. De qualquer forma, continua sendo uma boa opção: corpo médio, paladar com sutileza. Um vinho equilibrado e agradável. Se tivesse sido o primeiro da noite teríamos tido uma impressão melhor.
Nota: 88.0

Fabre Montmayou Gran Reserva - Cabernet Sauvignon 2004



Nome: Fabre Montmayou Gran Reserva
Safra: 2004
País: Argentina
Região: Luján de Cuyo
Produtor:Bodega Fabre-Montmayou
Site: http://www.domainevistalba.com/

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 14,5%
Preço: R$ 56
Onde foi comprado: Expand de Ipanema, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 1º de fevereiro de 2008
Degustado em: 1º de fevereiro de 2008
Onde bebeu: Expand de Ipanema, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Risotto de pato (Rafaela), Magret de Canard com polenta (Julia) e Steake de cordeiro com risotto (Claudio e Gilberto)
Com quem: Claudio, Rafaela, Julia e Gilberto

Comentário do Produtor
Con la selección de las mejores parcelas de sus viñedos, Hervé Joyaux Fabre logró este Cabernet impecable, que destaca la armonía y elegancia de un gran vino. Cautiva su nariz viva, compleja, que combina sutilmente la fruta con la percepción del mejor roble francés. De color rojo intenso con reflejos rubí. Revela aromas que recuadran a las frutas negras maduras, confitados, tostados, vainilla, tabaco y café. Sus taninos se muestran dulces y redondos. Tiene una larga y grata perseverancia. Ideal para acompañar carnes rojas, de caza, quesos fuertes. Con la selección de las mejores parcelas de sus viñedos, Herve Joyaux Fabre logro este Cabernet impecable, que destaca la armonía y elegancia de un gran vino. Cautiva su nariz viva, compleja que combina sutilmente la fruta con al percepción del mejor roble francés. Opulento, redondo y de largo final. Posee una personalidad que lo convierte en el compañero ideal de las grandes ocasiones. Una obra de arte.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Julia e eu nos demos bem nesta noite, pois os meninos tinham algo de trabalho para comemorar e nos convidaram para jantar em um lugar bacana. Depois de tantas dúvidas, escolheram a Expand de Ipanema. Nós já havíamos ido até lá para comprar vinhos, uma vez que é uma combinação de restaurante com loja. O restaurante fica na parte da frente e eu sempre tinha uma implicância pois achava que parecia mais um corredor, por onde passaram todos que quisessem ir até a loja. Essa impressão foi desfeita. O lugar é bem agradável e, se entrou alguém enquanto estávamos lá, eu nem percebi. Todos nós gostamos muito da comida. Este primeiro vinho foi, na verdade, mais degustado com pão molhado no azeite de oliva do que com os pratos em si. O pão estava bem bom, mas poderia ser pelo menos duas cestinhas para uma mesa de quatro pessoas. Este vinho é vigoroso, encorpado e muito gostoso. Tem todas as características que gosto em vinhos argentinos, é frutado, mais para o pesado na boca, retrogosto agradável. Ou seja, recomendo!
Nota: 90.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo bem simples e clássico. É equilibrado porém não se destaca.
Exame visual: Violeta escuro e fechado.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este vinho merece a sua atenção. Escolhi quase que por acaso e foi uma excelente escolha. Um Cabernet muito bem feito e estruturado. Vinho encorpado sem ser pesado. Rico em paladar e fruta sem ser um "fruit bomb". Vinho com personalidade, firme na boca. Estilo de vinho moderno, robusto mas sem exageros. Foi um ótimo parceiro para o delicioso cordeiro que estava comendo. Um Cabernet redondo que parece custar mais caro do que é. Madeira e álcool perfeitamente integrados. Final longo e agradável. Um vinho que recomendo e se você tiver oportunidade merece ser provado.
Nota: 90.0 +

21 de fevereiro de 2008

Pergunta da Semana - 52

Queremos saber sobre as suas experiências no mundo do vinho e por isso toda quarta-feira* colocaremos aqui uma pergunta nova. Participe! Le Vin au Blog agradece!

Nesta semana, o Le Vin au Blog quer saber:

- Qual a enoviagem dos seus sonhos? Qual região vinífera do planeta você gostaria de conhecer e passar uma temporada? Se já realizou este sonho, conte como foi a experiência.

Finca La Linda - Rosé 2007 #cbe


* Este foi o vinho escolhido pelo Di Vinho Viver para ser o vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. A dinâmica da confraria é a seguinte: todo mês é escolhido um vinho para ser degustado por todos. No primeiro dia do mês seguinte são postados os comentários. Se você quiser participar da Confraria também, deixe uma mensagem. Leia também os comentários dos blogs: Vinho para Todos, Colheita de Vinhos e Le Vin Quotidien.

Nome: Finca la Linda
Safra: 2007
País: Argentina
Região: Finca “Don Leoncio”, Barrancas, Maipú, Mendoza
Produtor: Bodega y Viñedos Leoncio Arizu
Site: http://www.luigibosca.com.ar/

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14%
Preço: R$ 28,00
Onde foi comprado: Espírito do Vinho, Cobal do Humaitá, Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 26 de janeiro de 2008
Degustado em: 31 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pão francês, pão com provolone, queijo massdam e fundido, cogumelos, salame italiano e pasta de manjericão
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Produzido com uvas Malbec, possui uma atraente cor rosada, com toques violáceos. Deixa perceber aromas de frutas vermelhas com caroço e morango. É um vinho fresco e seco, que oferece sensações doces.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Translúcido, cor de gelatina de morango quando está sendo misturada com a água quente.
Exame olfativo: Logo quanto foi aberto, senti um cheiro parecido com o de um espumante. Mais tarde, depois de decantado por quase uma hora, lembrava mais o aroma de um vinho branco. E depois, pasmem, senti cheiro de sapato velho usado em excesso.
Exame gustativo: É bem difícil beber um rosé quando se está acostumada aos tintos. Você fica achando que há algo errado, mas isso é somente no começo. Depois vai se acostumando e sendo mais tolerante. Acho que provei rosé uma única vez, pelo que me lembro. Achei este vinho pesado demais para ser um rosé, que sempre imagino que será mais leve. Além desse corpo pesado, achei-o meio ácido, tânico, porém nada adstringente. Até meio viscoso, apesar de não achar que não seja exatamente gentil com as papilas gustativas. Boa permanência e um agradável retrogosto. Não sei se provaria mais uma vez, mas merece uma chance. Ah, sim, devo dizer que apesar de ser rosé, ter fama de levinho, ele tem 14% e causa uma sensação nada leve quando concluída a degustação.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Estilo clássico de rótulo. Bem feito, bonito e funcional. Segue a boa identidade visual da linha.
Exame visual: Como na maioria dos rosés, uma bonita cor. Lembra gelatina de morango.
Exame olfativo: Frutado. Algo de frutas tropicais e frutas vermelhas frescas. Leve.
Exame gustativo: Este foi o mês do Finca La Linda aqui no blog. Depois do Bonarda, vinho da harmonização virtual, partimos para este rosé. A primeira sensação foi de ser um vinho licoroso, um pouco pesado. Não demosntrou o frescor que muitas vezes encontramos nos vinhos rosés. Com mais tempo aberto, ele se tornou mais amigável. O álcool ainda estava vivo, deixando a boca "quente". Sabor final um pouco curto. Com o queijo fundido, ele harmonizou bem, valorizando o sabor. Um vinho que será agradável para beber sem compromissos. Não é um vinho ruim, que comprometa, mas também não irá mudar a sua vida nem te surpreender.
Nota: 86.0

20 de fevereiro de 2008

Cepa Gavilán 2004



Nome: Cepa Gavilán
Safra: 2004
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Produtor: Bodegas Hnos. Pérez Pascual, S.L.
Site: http://www.perezpascuas.com/

Uvas/Corte: Tempranillo 100%
Teor alcoólico: 14%
Preço: R$ 72,00
Onde foi comprado: Mistral, em São Paulo
Quando foi comprado: 30 de junho de 2007
Degustado em: 28 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho de tomate e queijo massdam
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vino exuberante, cubierto con un profundo rojo rubí violáceo. La fruta fresca se percibe con nitidez, mostrando también aromas de cedro y regalíz, con un toque mineral muy elegante.
En la boca es potente, invasor, pleno y de un final largo. Para tomar durante los próximos 6 - 8 años. Un vino de éxito en el que esta bodega demuestra sus "firmes pilares".

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: Lavanda, flores, cereja.
Exame gustativo: Esta foi uma ótima compra que fizemos quando fomos para São Paulo no ano passado. Trata-se de um vinho sedoso, superagradável ao paladar. Presença forte de taninos, mas nada agressivo. Levemente ácido no final, mas mesmo que não gosto de acidez achei que isto ajudou o vinho a ficar ainda melhor. Deixa um gosto muito bom na boca. Ele não harmonizou tão bem com a massa com molho de tomate, mas foi muito bem com o queijo que resolvemos testar, um massdam. O gosto que ficava era do melhor doce de leite que já comi, que era feito na minha adolescência pela mãe de um conhecido do colégio, o Dedé. Muito bom. O queijo fez o vinho ficar ainda melhor. Lágrimas finas e rápidas. Nesta noite, como sempre o Claudio fez uma lista dos vinhos que teríamos para beber. Ele sempre faz isso e eu escolho. Fiquei entre três opções e disse para ele abrir um deles que eu iria adivinhar qual era. E não é que acertei. Bem... a verdade é que foi um chute bem dado... :) Tudo bem, baseei meu chute na cor e deu certo.
Nota: 92.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Destaca-se uma ilustração de uma pena. Os outros elementos poderiam ser mais equilibrados.
Exame visual: Tom puxando para o alaranjado.
Exame olfativo: Leve álcool no início. Claro cheiro de morango.
Exame gustativo: Este vinho é um bom exemplo do tipo de vinho espanhol que aprecio. Consegue aliar perfeitamente o sabor firme da uva com uma textura sedosa em boca. Uma mistura de velho e novo mundo com um resultado muito agradável. Sabor firme e com personalidade. Um pouco de tabaco e madeira. Taninos firmes, acho que o vinho ainda pode evoluir um pouco. De qualquer forma, fizemos uma experiência de harmonizar com o queijo masdaam. E o casamento foi perfeito, o queijo completou e arredondou ainda mais o já bom vinho. Um vinho com personalidade e que vale provar.
Nota: 90,0

Finca la Linda - Bonarda 2006 *


* Este post trata sobre a quinta harmonização realizada em parceria com o Gourmandise, dos amigos Marcel e Nina. Como nas edições passadas, indicamos os vinhos e Nina e Marcel pensaram no melhor prato para harmonizar com eles. O resultado você pode conferir abaixo e aproveitamos para convidar para a sexta edição.

Nome: Finca la Linda
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Finca “Don Leoncio”, Barrancas, Maipú, Mendoza
Produtor: Bodega y Viñedos Leoncio Arizu
Site: http://www.luigibosca.com.ar/ (o site foi reformulado e está muito interessante)

Uvas/Corte: Bonarda 100%
Teor alcoólico: 14%
Preço: R$ 28,00
Onde foi comprado: Espírito do Vinho, Cobal do Humaitá, Rio de Janeiro
Quando foi comprado: agosto de 2007
Degustado em: 21 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Risotto de Pepperoni
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
De cor vermelho-rubi, com aromas de frutas vermelhas e figos secos e um toque de madeira, resultado dos 6 meses de envelhecimento em carvalho americano. De grande corpo, redondo e aveludado, com um bom final na boca. Taninos suaves e maduros que, somados à acidez, dão-lhe uma personalidade refinada.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Um tom de bordô.
Exame olfativo: Inicialmente, senti cheiro de algum tempero. Algo como coentro. Depois, mesmo que o Claudio tenha dito que eu estava meio maluca, senti cheiro de pêssego em calda.
Exame gustativo: Logo de primeiro, senti, assim como o Claudio, um gosto de umidade, não sei se influenciada pelo dia bem frio e úmido que estava fazendo lá fora de casa. Depois, senti um gosto que lembrava a infância, um doce caseiro, mandolate. As minhas impressões foram mesmo as mais variadas, pois logo depois tive uma sensação de engolir aquele cheiro que o tomare exala quando está sendo cozido. E nem foi efeito do vinho, pois ainda estava no início da degustação. Eu sou fã dos Finca La Linda e acho que eles nunca decepcionam.
Nota: 88.0
Nota do vinho harmonizado com a comida: 85.0

Harmonização: Começamos o jantar com pão francês, queijo madrigal e um pouco do pepperoni que sobrou da receita. Com apenas o pão, achei que o vinho mostrou-se muito bom, equilibrado, apesar de ainda ter um pouco de álcool no início. Fomos comendo a entrada enquanto o risotto cozinhava. Antes de colocarmos o arroz no fogo, preparamos um caldo de legumes que ficou muito bom (e, uma dica, os legumes do caldo podem ser reaproveitados. No dia seguinte, foram um bom tempero para um peixe). Quando o prato ficou pronto, primeiro provei-o em separado. Ficou ótimo, muito gostoso. Porém, ao provar com o vinho, achei que não ocorreu uma boa harmonização. O vinho ficou ácido demais e todo o sabor do prato se perdeu, deixando um gosto ruim na boca, como se fosse um gosto de remédio, meio amargo. O vinho ficou até adstringente, algo que não tinha sido no início. Por causa da primeira experiência, apenas com pão francês não ficamos com uma impressão errada do vinho.

Comentário do Claudio
Rótulo:
Estilo clássico de rótulo. Bem feito, bonito e funcional. Segue a boa identidade visual da linha.
Exame visual: Bordô vivo intenso, indo para o violeta.
Exame olfativo: Início com algo mineral, metalizado. Passou para alguma coisa que me lembrou umidade e final com toque de geléia de jabuticaba.
Exame gustativo: Finca La Linda é um dos vinhos mais procurados aqui no blog. Vinho da linha básica da Luigi Bosca, com bom preço e vinhos bem feitos e interessantes. Já degustamos vários Malbecs, com destaque para a safra 2003, e um Tempranillo desta marca, um vinho de forte apelo comercial. Ano passado, vi que eles fizeram o La Linda da uva Bonarda. Já estava querendo provar este 100% Bonarda e achei que este poderia ser interessante. Já havia degustado outros vinhos com um corte de Syrah com a Bonarda, que gostei bastante. Porém, nenhum vinho apenas com a Bonarda. Esta cepa chegou à Argentina com um grupo de uvas vindas da Itália sendo confundida por muito tempo com a Barbera. Existe uma grande quantidade desta uva na Argentina e cada vez mais se pode encontrar vinhos com a Bonarda. Com relação a esta garrafa, o vinho se mostrou jovem, de paladar intenso e com personalidade. Notas de moka, chocolate, ameixa e café e um pouco de pimentão verde puderam ser notadas. Um pouco de madeira e um aspecto um pouco licoroso. Boa permanência com um final lembrando alguns Merlots que já degustamos, como o bom brasileiro Don Abel. Leve acidez, taninos vivos e uma boa estrutura. Um vinho que se faz notar com personalidade e paladar firme. Vale provar.
Nota: 87.0+
Nota do vinho harmonizado com a comida: 85.0

Harmonização: Fiquei empolgado quando a Nina e o Marcel mandaram a receita e descobrimos que era um risotto. Gosto bastante de risottos e costumo fazê-los frequentemente. A receita que eles enviaram era um pouco diferente do que costumo fazer, mas o resultado ficou muito bom. Destaque para o sabor que o cogumelo pegou. Um prato forte e com sabor intenso, talvez pela qualidade do pepperoni que usamos. Estava delicioso. Contudo, para o meu paladar, não funcionou tão bem com o vinho. Tanto o vinho quanto o risotto (pelo peperroni) apresentaram grande intensidade de sabor, porém não "conversaram" tão bem. O prato intensificou um sabor amargo no meio de boca do vinho. Logo após o vinho ser engolido, o prato passa a dominar o paladar, com um sabor levemente diferente do sabor inicial do prato. Duas personalidades fortes que resolveram aparecer em momentos distintos. Mais uma vez a experiência foi ótima e já estamos pensando na próxima.

Château de Seguin - Bordeaux 2004



Nome: Château de Seguin - Grand Vin de Bordeaux
Safra: 2004
País: França
Região: Entre Deux Mers, Bordeaux
Produtor: Sté. Civile du Château de Seguin
Site: www.chateau-seguin.fr

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 60%, Merlot 25% e Cabernet Franc 5%
Teor alcoólico: 12,5%
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pela Raquel e pelo Ricardo. Eles compraram este vinho em Paris, quando fizeram uma paradinha por lá antes de seguir para Marrocos
Quando foi comprado: Maio de 2007
Degustado em: 20 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Casa da Marie e do Mário, na Tijuca, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pães, queijos e salada
Com quem: Claudio, Rafaela, Mário, Marie, Ricardo e Raquel

Comentário do Produtor
Ce millésime 2000 a une belle couleur limpide, brillante, carminée avec quelques reflets violacés. Au nez, des notes de fruits rouges où se mêlent des arômes grillés et de torréfaction qui rappellent l'élevage en barrique. En bouche, l'attaque est souple avec une bonne évolution et une finale persistante. Ce millésime, déjà médaillé, se laissera apprécié dès maintenant ou d'ici 3, 4 ans sur une Entrecôte à la Bordelaise ou les fromages.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este foi o segundo vinho da noite. Muito bom por sinal. O que mais me chamou atenção foi a textura. Ele parecia aerado. Não era nada adstringente e sim bem equilibrado e levíssimo.
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Clássico estilo francês de rótulos: ilustração do Château, letras serifadas.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Não analisamos este vinho com atenção, mas conseguimos perceber que era um vinho agradável, no estilo velho mundo. Boa estrutura, rico no paladar e que ainda pode envelhecer mais um pouco. Um bom vinho para acompanhar a comida. Foi o segundo vinho da noite.
Nota: 87.0 +

Altue - Cabernet Sauvignon 2006



Nome: Altue
Safra: 2006
País: Chile
Região: Valle Central
Produtor: Vitivinicola Cremaschi Barriga S.A.
Site: http://www.cremaschifurlotti.cl/

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13%
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Mario e Marie
Quando foi comprado: -
Degustado em: 20 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Casa da Marie e do Mário, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pães, queijos e salada
Com quem: Claudio, Rafaela, Mário, Marie, Ricardo e Raquel

Comentário do Produtor
The fermentation took place in stainless steel tanks at 28°C. 25% of the wine was aged for 8 months in French Oak Barrels and 4 months in bottle, prior to its release. Intense purple with ruby highlights. Floral nose, chocolate, rosemary, blackberry and buttery vanilla oak. Its complex palate boasts a wealth of a ripe cabernet fruit, leading into vibrant finish.

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais uma vez, este vinho mostrou-se muito agradável e harmonizou direitinho com as comidinhas desta noite - e serviu para acompanhar o filme a contragosto que assisti com os amigos.
Nota: 87.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Rótulo simples que usa impressão em cobre e um corte diferenciado na sua base, lembrando um relevo montanhoso.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Já havíamos bebido este vinho na casa do Mário. Mais uma vez se confirmou como uma boa opção para se beber sem compromissos, acompanhado por petiscos e um bom papo. Um vinho simples, porém gostoso e agradável. Foi o primeiro vinho da noite.
Nota: 86.0

19 de fevereiro de 2008

Anakena



Nome: Anakena
Safra: 2006 e 2007
País: Chile
Região: Requínoa
Produtor: Anakena
Site: http://www.anakenawines.cl/

Uvas/Corte: Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Merlot, Riesiling, Carménère e um blend
Teor alcoólico: -
Preço: -
Onde foi comprado: Degustados durante um enoevento
Quando foi comprado: -
Degustado em: 17 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Sótão, o espaço de degustação da importadora Porto Leblon
Harmonizado com: Pães e queijos, entre eles, o do seu Randon
Com quem: Claudio, Rafaela e outros convidados

Comentário do Produtor
-

Comentário da Rafaela
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Meu comentário é mais um registro da participação nesta degustação. Provei vários vinhos e alguns deles me agradaram bastante, principalmente o cabernet sauvignon da linha reserva. O Carmenére também agradou, mas achei que tinha gosto muito forte da uva. O espaço criado pela Porto Leblon é bem bacana e tranqüilo. É uma sala comercial que ganhou prateleiras e algumas mesinhas. O lugar pode ser alugado para encontros de até 15 pessoas.
Nota: -

Comentário do Claudio
Rótulo:
Toda a linha possui rótulos marcantes e bonitos.
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Fomos convidados para a degustação de apresentação dos vinhos Anakena pela importadora Porto Leblon. Provamos ao todo seis vinhos diferentes. No geral, vinhos bastante agradáveis. Começamos a degustação com um Chardonay da linha básica, que me agradou. Uma boa opção para sua faixa de preço. Passamos para um Cabernet Sauvignon, também da linha básica, que não me empolgou. Da linha reserva, provamos um Merlot, vinho com um bom corpo, e um Riesiling. Na sequência, um Carmenére bastante agradável, até mesmo para pessoas que não gostam tanto desta uva como eu. Para finalizar o top de linha, ONA, um blend de bom corpo e nariz, rico no paladar. Um vinho moderno e bastante equilibrado.
Nota: -

4 de fevereiro de 2008

Estampa - Malbec/Petite Syrah 2006



Nome: Estampa
Safra: 2006
País: Chile
Região: Valle de Colchagua
Produtor: Viña y Bodega Estampa S. A.
Site: http://www.estampa.com/

Uvas/Corte: Malbec 65%, Petite Syrah 35%
Teor alcoólico: 14,4%
Preço: R$ 31,00
Onde foi comprado: Espírito do Vinho, Cobal do Humaitá, Rio de Janeiro
Quando foi comprado: agosto de 2007
Degustado em: 15 de janeiro de 2008
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho vermelho, cenouras, cogumelos e linguiça.
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Color: Rojo intenso con matiz violeta.
Aromas: Este nuevo ensamblaje posee una combinación de fruta fresca (moras, guindas)
aportadas por el Malbec con aromas mas densos y maduros entregados por el Petite Syrah.
Sabores: La madera se muestra en segundo plano con notas a moka y vainilla dando gran equilibrio y protagonismo a la fruta. Los taninos son suaves y de fina trama. Es un vino elegante,
de gran frescura y armonía.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Rebu, aquele esmalte da Colorama.
Exame olfativo: Pêssego ou fruta desta família. Eu senti cheiro de baunilha, mas acho que poderia ser de chocolate, na verdade.
Exame gustativo: Outra decepção. :( Queria muito provar este vinho, mas ele se revelou pior do que eu poderia imaginar. Quando o colocamos no decanter, fiquei animada, pois o cheiro era ótimo. Os primeiros goles foram bons, mas parece que depois de algum tempo, ele foi ficando cada vez mais amargo. Não chegou a ficar intragável e melhorou bastante depois que foi novamente resfriado. Não sei o que acontece com alguns vinhos, que começam muito bem e depois vão se perdendo, ficando esquisitos. Com tudo isso, cheguei mais uma vez à mesma conclusão: vinho deve ser bebido na temperatura certa. O gosto que permanece na boca é meio amargo também e mesmo depois ainda fica este amargor. Horrível. Em certo momento, quando ele deu uma melhoradinha, senti um gosto de cereja, amarguinho, mas com um leve, muito leve, doce no final. Pelo meu nariz, ressendia a calda de morango.
Nota: 84.0

Comentário do Claudio
Rótulo:
Poderia haver uma harmonia maoir entre os elementos.
Exame visual: Tom bordô escuro.
Exame olfativo: Chocolate, geléia de uva/cereja, ameixa. No final, um pouco de fruta fresca, como pêssego. Um cheiro já conhecido.
Exame gustativo: Comprei este vinho por indicação do Sr. Aníbal, da Espírito do Vinho, e por ser um corte diferente: um Malbec chileno com a uva Petite Syrah. Já estava querendo provar esta uva, porém é difícil encontrar vinhos com ela. A expectativa era grande para degustar esta garrafa. Vinho ainda novo e no paladar sabor de ameixa e café, meio de boca firme, passando para um final com um desagradável amargor presente e persistente. Pareceu ser um vinho de aspecto mais bruto. E quanto mais tempo oxigenava, pior ficava o seu paladar. Tentamos abaixar um pouco a temperatura, o que domou um pouco o amargor, mas nada que fizesse o vinho melhorar. Ficou devendo. Vou continuar procurando um outro Petite Syrah para provar.
Nota: 84.0