31 de março de 2007

Rio Sol - Cabernet Sauvignon e Syrah 2004 * #cbe




















*
Antes de apresentarmos nossos comentários sobre o Rio Sol, precisamos contar como este vinho foi escolhido. Logo depois de criarmos o Le Vin au Blog, começamos a procurar blogs parecidos com o nosso para trocar informações. Foi assim que conhecemos o Vivinhos, o Viva o Vinho, o Pisando em Uvas e o Vinho para Todos. Na verdade, um foi levando ao outro e uma das razões foi o fato de os quatro terem criado a Confraria Brasileira de Enoblogs. Logo quisemos participar, claro. Mandamos então mensagens para todos eles, que foram bem gentis e nos deixaram fazer parte do grupo. A dinâmica da confraria é a seguinte: todo mês é escolhido um vinho para ser degustado por todos. No primeiro dia do mês seguinte são postados os comentários. Essa será nossa primeira participação. O vinho escolhido em março foi o Rio Sol. Encontramos aqui no Rio, na Expand, duas safras. Optamos pela 2004. Abaixo nossas observações. Ah, não deixem de conferir as análises de nossos enoamigos. Os links estão ao lado.

Nome: Rio Sol
Safra: 2004
País: Brasil
Região: Vale do São Francisco
Produtor: Vinibrasil
Site: www.vinibrasil.com.br

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 50% e Syrah 50%
Teor alcoólico: 12,5%
Preço: R$ 18,90
Onde foi comprado: Expand Store
Quando foi comprado: 29 de março de 2007
Degustado em: 30 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Bruschettas caprese, queijos provolone, gran formaggio RAR e gouda Coroa e salame tipo italiano
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
O Rio Sol é o primeiro vinho internacional produzido na latitude 8º sul. As características do solo, o ensolarado clima e as cuidadosas técnicas de verificação permitiram fazer este vinho num estilo moderado com cor intensas, aromas vivos de frutas e maciez de sabor, criando a companhia perfeita para conhecedores de vinho de todo mundo.
Características do vinho - O Rio Sol é um tinto de boa intensidade, com aromas de frutas vermelhas e notas de especiarias doces. Na boca é redondo, fresco e com taninos delicados. Um vinho moderno, equilibrado e bastante agradável ao final.
Colheita - 100% manual
Cor - Vermelho, rubi intenso
Aroma - Frutas vermelhas, como amora e ameixa preta
Palato - Redondo, fresco e com taninos delicados
Harmonização
Queijos: (Gouda, parmesão,etc)Aperitivos: Frios (Coppa, presunto cru, salame)Carnes: (Carne assada, grelhada, churrasco)Frango: (Frango xadrez, empanado)Pratos Típicos: (Comida temperada, apimentada)Massas: (Pizza, Massas com molhos ricos)

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bela cor de cereja - a frutinha de verdade.
Exame olfativo: Comecei sentindo cheiro de legumes, mas talvez por saber que era um cabernet sauvignon e ter sido influenciada por isso. Da segunda taça em diante, senti aromas adocicados, talvez um pouco de morango.
Exame gustativo: No primeiro gole, o vinho me pareceu muito bom, mas depois fui sentindo uma certa adstringência e uma acidez meio elevada no final. Fomos analisando o vinho em etapas, tentando extrair o máximo de detalhes. O vinho foi decantado por mais de uma hora. Quando provamos a primeira taça, a presença de álcool era muito pequena, quase não se percebia. Esse Rio Sol é um vinho leve, não senti taninos, retrogosto também não existia. Enfim, baixa complexidade. Estamos começando a classificar nossos vinhos em três categorias. Aqueles que são ótimos e queremos beber muitos outros semelhantes; aqueles que são tão frustrantes que esperamos não ter que provar nunca mais em nossas vidas; e aqueles que são bons, não têm nada para se reclamar, mas também não acrescenta nada. Esses últimos colocamos na classe dos vinhos que não mudaram nossas vidas. Se bebermos novamente, tudo bem, mas se não, não vai fazer falta. O Rio Sol encaixou-se nessa categoria. Esse foi o segundo vinho que provamos do Vale do São Francisco. O primeiro foi um Terranova, Syrah, 2004, em uma noite friozinha lá em Canela, no RS.
Nota: 85.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Vermelho cereja, transparente e não muito intenso.
Exame olfativo: Inicialmente, me pareceu um vinho com poucos aromas, com cheiro muito leve e de difícil identificação. Depois, ele se abriu um pouco passando a lembrar aromas característicos de Cabernet como vegetais/legumes. No final, mais doce, surgiu um pouco de ameixa.
Exame gustativo: Sem dúvida nenhuma é um vinho bem produzido, porém me pareceu que falta uma personalidade para ele. Explico: fomos analisando o vinho com calma. Decantamos por uma hora e colocamos a uma temperatura de 16-18º. É um vinho leve, seus 12,5% de álcool estão bem integrados, não possui açúcar tão presente. É um vinho jovem, mas não tão vibrante. Do meio para seu final apresenta um pouquinho de acidez. No primeiro ataque, senti um pouco de adstringência, mas que desapareceu depois, taninos ausentes. Pequena permanência. Fizemos algumas experiências com a harmonização e o vinho se comportou melhor com comidas de gosto mais intenso como por exemplo o salame. É um vinho sem nenhuma grande aresta, que tende a ser balanceado. Porém, se o vinho não tem nenhum grande senão, também não tem grandes pontos de destaque. É um vinho que você vai beber, vai ser agradável, mas não vai mudar a sua vida. Falta uma característica forte, marcante. Li muitas matérias falando sobre a produção de vinhos no Vale do São Francisco e em geral o comentário era de que o amadurecimento da uva ocorre de forma mais rápida gerando uma quantidade maior de colheitas por ano. Isto não deixava a uva ganhar um concentração que permita fazer vinhos mais encorpados e complexos. O Vale do São Francisco tende a ter quantidade mais do que qualidade. Na minha opinião, esse vinho reflete isto: falta uma personalidade, mesmo sendo agradável. Será que encontramos isso na linha "reserva" do Rio Sol? Será que conseguirão produzir vinhos mais complexos no Nordeste? Só degustando outros vinhos para saber...
Nota: 84,0

Santa Rosa Malbec 2006












Nome:
Santa Rosa
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Familia Zuccardi
Site:

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 19,00
Onde foi comprado: Zona Sul
Quando foi comprado: 28 de março de 2007
Degustado em: 28 de março de 2007
Onde bebeu: Zona Sul
Harmonizado com: Pizza quatro estações
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

La región de Mendoza se encuentra al pie de Los Andes, en Argentina y es reconocida como una de las mejores zonas vitivinícolas del país, produciendo um rango de excelentes vinos.
Este es un vino comprejo, lleno de sabores a frutas como ciruelas, higos secos y zazamoras. De gran cuerpo, colocar violaceo brillante, con aromas a frutos rojos y una pizca de caráter de cereza. Acompañamiento ideal para vegetales grillados, carnes magras y postres con frutos rojos.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Eu já não lembrava mais das características do vinho, mas como sobrou um pouquinho, tive uma segunda chance. Claudio fez uma provinha à cegas para mim e consegui ver qual era o argentino e qual era o português (outro restinho também). Uma das coisas que me fez acertar qual era o Santa Rosa foi a cor, mais para jabuticaba do vinho. Pensei que talvez por ser um malbec, aquela seria a cor que teria mais a ver também.
Exame olfativo: Bom, cheiro eu não lembro.
Exame gustativo: Vinho leve, sem grandes expectativas e sem grandes surpresas. Um bom custo/benefício. Bebemos de forma descompromissada lá no Zona Sul. Fazia séculos que não fazíamos isso, de ir ao Zona Sul e beber um vinho com as ótimas pizzas do supermercado. Para quem não é do Rio, vale contar que o Zona Sul é um supermercado que tem pequenos espaços em suas unidades (que são muitas) onde fazem pizzas. Todas têm um forno à lenha, algumas mesinhas, oferta de algumas taças de vinho e pizzas muito boas. Não conheci ninguém aqui que não elogie. Vale a pena experimentar. Ah, e o preço é convidativo. As pizzas custam em média R$ 14.
Nota: 83.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Violeta claro e transparente
Exame olfativo: Álcool muito presente passando para cortiça e um final um pouco mais doce
Exame gustativo: Muitos produtores argentinos estão produzindo Malbecs nesta faixa de preço que são parecidos uns com os outros. Acabam variando numa acidez maior, em um álcool mais presente...mas no geral você não encontra muita surpresa nesta categoria de vinhos. Este Santa Rosa estava muito vivo e queimando um pouco, talvez por ser de 2006, ainda novo. Sua acidez apresentou-se um pouco elevada. Mas como nosso objetivo era acompanhar uma pizza no Zona Sul, não comprometeu.
Nota: 83.0+

26 de março de 2007

Pergunta da Semana - 6

Além de dividir nossas degustações de vinhos com vocês, queremos saber o que vocês têm experimentado. Por isso, toda semana colocaremos aqui uma pergunta para estimular esse bate-papo.
Participe. Le Vin au Blog agradece!

Le Vin au Blog quer saber:
- Qual foi a uva mais incomum que você já provou?

25 de março de 2007

CSR 2004
















Nome:
CSR
Safra: 2004
País: Portugal
Região: terras de Montoito, Alentejo
Produtor: Casa Agrícola Santana Ramalho
Site: www.casadesabicos.pt


Uvas/Corte: Trincadeira 30%, Aragonês 50%, Alicante Bouschet 20%
Teor alcoólico: 14,0%
Preço: R$ 35,00
Onde foi comprado: Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 23 de março de 2007
Degustado em: 24 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa, jantar de aniversário da Marcela
Harmonizado com:
entrada - bruschettas caprese, prato principal - risoto de camarões e lulas
Com quem:
Claudio, Rafaela, Mauro, Marcela, Regina e Marlene

Comentário do Produtor

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bela cor bordô, era forte, mas ao mesmo tempo translúcido.
Exame olfativo: Quando fizemos a prova às escuras, eu senti cheiro de salame. Todo mundo riu, mas no final concordaram. Né, Mauro?
Exame gustativo: Gostei bastante desse vinho, bom corpo, não senti presença muito forte de taninos. Acho, na verdade, que teria de beber novamente, para fazer uma avaliação mais certinha.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Violeta escuro
Exame olfativo: não analisei com calma este vinho pois estava cozinhando. Em relação ao Finca la Linda ele possuia uma complexidade maior, uma variedade de cheiros
Exame gustativo: É um vinho interessante. Vinho com característica de velho mundo. Tem corpo médio, equilibrado, leve adstrigência que não prejudica, com um ligeiro toque mentolado no seu final. Um vinho para acompanhar comida. Boa qualidade em relação ao seu preço. Boa oportunidade de se beber um vinho português. Vale uma nova prova.
Nota: 86.0-87.0

Finca La Linda Tempranillo 2005












Nome:
Finca La Linda
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Barrancas Maipú, Mendoza
Produtor: Luigi Bosca
Site: www.luigibosca.com.ar

Uvas/Corte: Tempranillo 100%
Teor alcoólico: 14,0%
Preço: R$ 29,00
Onde foi comprado: Cobal do Humaitá
Quando foi comprado: 23 de março de 2007
Degustado em: 24 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa, jantar de aniversário da Marcela
Harmonizado com: entrada - bruschettas caprese / prato principal - risoto de camarões e lulas
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro, Marcela, Regina e Marlene

Comentário do Produtor
Finca “El Paraíso” . Barrancas, Maipú . Mendoza, 780 m sobre el nivel del mar.
Clima
Otoños largos e inviernos fríos, veranos templados sin lluvia, condiciones para la óptima maduración y gran cuerpo. Temperatura media estival: 23°CTemperatura media invernal: 7°C.Temperatura mínima en invierno: -4°C. Precipitación anual: 220 mm
Suelo
De origen aluvional. Franco areno calcáreo. Permeable, soportado por grava y canto rodado. Buen drenaje. Inclinación 1% Oeste-Este y 1% Sur-Norte.
Descripción
De color rojo violáceo, con aroma a zarzamora y ciruelas maduras. Intenso, de gran cuerpo, complejo y aterciopelado final. Taninos marcantes entremezclados con vainilla aportada por sus 6 meses de añejamiento en roble americano.
Añejamiento
6 meses en barricas de roble americano. Rendimiento por hectárea: 90qq/ha 63hlts./ haVarietal: Tempranillo 100%Analisis Básico: Alcohol:14°PH: 3,9Acidez Total: 4,34 g/lAzúcar Residual: 4,33 g/

Comentário da Rafaela

Exame visual: Cor forte, bordô, bem bonita.
Exame olfativo: Senti cheiro de tabaco, mas depois não levei muito a sério a degustação porque estava muito ocupada com a festinha. :)
Exame gustativo: Achei um vinho leve, mas talvez tenha sido por ter experimentado junto com o português que compramos também para o aniversário da Marcela. Resolvemos fazer um teste, avaliar os dois vinhos sem saber qual era. Marcela colocou a bebida no copo e Mauro, Claudio e eu provamos. Foi engraçado. Eu gostei bastante dos dois, mas lado a lado, esse La Linda ficou mais fraco, menos complexo. Vale a pena!
Nota: 88.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Violeta escuro e intenso. Cor forte e bonita.
Exame olfativo: Cheiro de tabaco e chocolate. Como estava cozinhando não deu para analisar calmamente este vinho.
Exame gustativo: Um bom vinho, de boa estrutura e balanceado. Esperava mais madeira presente o que não ocorreu. Fruta intensa e firme tanino. Apenas um final com um amargo elevado que desagradou um pouco. Fizemos uma comparação com o vinho português que abrimos na mesma noite. Mauro mandou os comentários dele: "...Tempranillo Argentino muito bom com um gosto suave e um pouco mais leve que o Português .....". É interessante fazer comparações as cegas de vinhos diferentes. Vale provar este Tempranillo.
Nota: 86.0+

Rincon Privado Torrontés 2006










Nome: Rincon Privado
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Alto Agrelo, Mendoza
Produtor: Bodegas Lavaque
Site: www.vinasdealtura.com

Uvas/Corte: Torrontés 100%
Teor alcoólico: 13%
Preço: R$ 10,90 - preço promocional
Onde foi comprado: Zona Sul, Leblon
Quando foi comprado: 24 de março de 2007
Degustado em: 24 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

Vinho branco seco jovem, elaborado com uvas selecionadas Torrontés. Harmonioso cor amarelo pálido com leves reflexos dourados, de grande transparência e refrescante. Apresenta aroma resinoso floral, bem delicado. Na boca o frescor é bem balanceado.

Comentário da Rafaela

Exame visual: -
Exame olfativo: Aromas doces, de abacaxi
Exame gustativo:
Nota:

Comentário do Claudio
Exame visual:
Amarelo pálido, bem claro e transparente
Exame olfativo: Frutas tropicais, abacaxi e leve perfume floral no final
Exame gustativo: Compramos este vinho para cozinhar um risoto e resolvemos provar uma taça para deixar o registro aqui no blog. Um vinho simples e jovem que deveira ter um frescor maior. Pelo preço pode ser uma opção razoável. Para cozinhar o risoto foi perfeito.
Nota: 83.0+

Luna - Syrah 2002




















Nome: Luna Syrah
Safra: 2002
País: Argentina
Região: Alto Agrelo, Mendoza
Produtor: Finca la Anita
Site: www.fincalaanita.com


Uvas/Corte: Syrah 100%
Teor alcoólico: 14,8%
Preço: R$ 25,00 - preço na Argentina
Onde foi comprado: Buenos Aires - Argentina, pelo Hélio
Quando foi comprado: julho de 2006
Degustado em: 23 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Talharim com molho de tomates e calabresa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
LUNA da nombre a este Syrah de nuestra FINCA LA ANITA, cosecha 2.002. Este vino rotundo y elegante, se produjo en nuestra bodega con uvas de nuestro parral de Syrah, maduradas por el sol de Mendoza, en la ladera de las cumbres más altas de la cordillera de los Andes.
Aromas especiados y sensación aterciopelada en boca invitan a beberlo a temperatura ambiente. Tenemos la certeza de que nuestros amigos lo disfrutarán plenamente si lo beben joven, apreciando los matices que el reposo en maderas de roble francés nuevo le ha otorgado. También deparará sorpresas su evolución en la guarda.
Alcohol: 14,8 %
Acidez: 4,91 gr/lt expresado en ácido tartárico.
Enólogo: Ing. Antonio Mas.
Notas del enólogo: Un Syrah elegante, aterciopelado, untuoso, fácil de beber, sin concentraciones perniciosas. Cuerpo medio, color púrpura, voluptuoso. Ideal para acompañar comidas especiadas.
SON SOLO 18.666 BOTELLAS

Comentário da Rafaela

Exame visual: Bonita cor rubi.
Exame olfativo: Inicialmente senti cheiro de maria-mole, principalmente na rolha, que, diferente de muitos outros vinhos, tinha uma cor bem clarinha. Na primeira taça, continue sentindo cheiro de maria-mole. Depois, apenas um cheiro doce, mas que não consegui identificar.
Exame gustativo: Fazia tempo que não bebia um vinho que me agradasse assim. Gostamos bastante. Resolvemos beber um vinho de última hora. Estava uma chuvinha, que depois parou e deu até para a gente ir para nosso canto preferido, a varanda. Bom, voltando ao vinho, que é o que interessa, com acidez leve e taninos mais leves ainda, esse Luna enche a boca com um gosto muito agradável, bom corpo, como deve dizer o Claudio, levemente sedoso também. E um tempo de permanência, pois já aprendi o que é isso, impressionante. Acho que nunca havia bebido um vinho que 'durasse' tanto assim na boca. Recomendo.
Nota: 89.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Rubi intenso e brilhante, bela cor.
Exame olfativo: Início de vegetais passando para um cheiro doce, "maria-mole", ameixa e um pouco de baunilha. Interessante.
Exame gustativo: Luna é a segunda marca da Finca la Anita, que é um produtor que faz vinhos buscando extrair o "terroir", com menos interferência do homem. A expectativa de um bom vinho no dia que estreiava uma nova taça de Syrah. E nada melhor que provar o vinho e descobrir que ele é melhor do que você esperava. Vinho com bom corpo, boa estrutura, muita fruta que estava totalmente integrada com 14,8% de álcool. Um belo vinho que enche a sua boca. Levemente sedoso. Um final muito longo e com outros sabores aparecendo. Acidez e açúcar adequados. Combinou bem com a massa e especialmente com a calabresa e que nos sugeriu que poderia ser um bom acompanhante para uma carne. Decantado por uma hora meia. Pronto para beber e mostrou também que tinha um potencial para ser guardado. Um belo Syrah!
Nota: 90.0

22 de março de 2007

Pergunta da Semana - 5

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- Queijos combinam bem com vinhos. Quais são os seus 3 tipos de queijo preferidos?

21 de março de 2007

Merlot delle Venezie 2003




















Nome:
Merlot delle Venezie

Safra: 2003
País: Itália
Região: Vêneto
Produtor: PasquaVigneli e Cantine Spa
Site: www.pasqua.it

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 11,5%
Preço: R$ 9,00 - preço promocional
Onde foi comprado: Expand Store - Centro
Quando foi comprado: 09 de fevereiro de 2007
Degustado em: 20 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Quiche de cebola e salada
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bonita cor, com bastante transparência.
Exame olfativo: Agradável, mas não identificável. Em alguns momentos, apresentou muito álcool.
Exame gustativo: Vinho extremamente leve e simples. Sem grandes atrativos. Bom para acompanhar os quiches. Custou baratíssimo e, por isso, não esperava tanto. Poderia ser melhor, mas também não 'estragou' a noite. Apesar de ter apenas 11,5% de álcool, achei que pode deixar a pessoa levemente bêbada. Não recomendo que alguém compre, a menos que seja pelo mesmo preço que pagamos, mas ainda assim, acho que juntaria mais uns poucos reais e compraria um Lovara.
Nota: 80.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Rubi claro, transparente.
Exame olfativo: Poucos aromas, vegetais. Leve perfumado em seu final. Pouco atraente e álcool de leve, mas sempre presente.
Exame gustativo: O que esperar de um vinho italiano a R$ 9,00 com 11,5% de álcool? Sabíamos que este era um vinho para beber no meio da semana, descompromissadamente. Sempre esperamos por alguma surpresa nesses vinhos de baixo valor, mas nesse caso a surpresa não veio. Vinho muito simples, que em nenhum momento conseguiu empolgar. Leve amargor. Final inexistente. Apenas despertou a vontade de beber uma garrafa de um bom vinho. Será o próximo.
Nota: 79.0

Rincón Privado Malbec 2004
















Nome:
Rincón Privado Malbec 2004
Safra: 2004
País: Argentina
Região: Barrancas del Atuel, San Rafael, Mendoza
Produtor: Bodegas Lavaque
Site: www.vinasdealtura.com

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13%
Preço: R$ 14,85
Onde foi comprado: Zona Sul
Quando foi comprado: 18 de março de 2007
Degustado em: 18 de março de 2007
Onde bebeu: Casa do Mario
Harmonizado com: Quiche de queijo e cebola e salada
Com quem: Claudio, Rafaela, Marie e Mario

Comentário do produtor:
Vista: intenso, bien estructurado. De color rojo profundo.
Nariz: se perciben las notas de frutos maduros y mermelada.
En boca: la entrada es agradable, redonda, sin aristas. Se afirman las notas de frutos maduros en armonía con la vainilla y el ahumado propios del aporte que le otorga su paso por roble. Es un vino noble, de personalidad singular. Temperatura de servicio: 16º a 18º C.

Comentário do Claudio:
Este é um vinho de ótimo custo/benefício. Um escolha certa nesta faixa de preço. Desta vez não degustamos com atenção para escrever nossos comentários mas vamos beber outra garrafa e em breve colocaremos nossas avaliações.

14 de março de 2007

Gracia de Chile - Pinot Noir - 2003
















Nome:
Gracia de Chile - Seleccion Limitada

Safra: 2003
País: Chile
Região: Santa Ana Estate Vineyard - Bio Bio Valley
Produtor: Corpora Viñedos e Bodegas

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 50,00
Onde foi comprado: Espírito do Vinho, na Cobal, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: outubro de 2005
Degustado em: 10 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho de tomate
Com quem: Claudio e Rafaela
Comentário do Produtor
Um cuidado especial recebeu este Pinot Noir Relativo, tanto em nosso vinhedo Santa Ana Estate, localizado no Vale Bio-Bio, como na adega, para potencializar sua expressão varietal. Vermelho rubi muito atrativo, revela aromas de cereja e violeta. A poderosa fruta Pinot Noir é levada ao paladar com uma suave e elegante estrutura, junto com seu final aveludado. Servir entre 14º e 16º.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Vinho de uma bela cor avermelhada, clarinho, supertransparente.
Exame olfativo: Talvez floral, como diz o Claudio abaixo, mas nada muito significativo. (É, Mauro, isso não é mesmo para qualquer um).
Exame gustativo: Vinho agradável, que deixa um gosto bom na boca. Sei que parece estranho dizer isso, mas o vinho era levemente viscoso (ainda lembro da cara de nojo do Claudio ao eu comentar isso e lembro também dos personagens do Rei Leão, Pumba e Timão, que comiam larvas e sempre diziam: "viscoso, mas gostoso"). Devaneios e sandices à parte, o vinho podia estava levemente alterado, mas ficou dentro das expectativas.
Nota: 85.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Tom bastante claro de rubi.
Exame olfativo: Nariz difícil de descobrir, um pouco de floral, frutas, passando por ameixa, e, às vezes, não tão agradável.
Exame gustativo: Este vinho ficou guardado mais tempo do que devia. Não chegou a estar passado, mas deu para notar que perdeu um pouco do seu frescor. É um vinho com característica de jovem, porém não estava vibrante como deveria. Corpo médio e aspectos de perfil de Pinot Noir. Floral, um pouco licoroso e lembrando frutas em compotas. Final longo que poderia ser um pouco mais suave. Deveria ter sido bebido no ano passado. Foi decantado por duas horas e servido a uma temperatura de 16º.
Nota: 86.0

10 de março de 2007

Pergunta da Semana - 4

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6 de março de 2007

San Marco Meraco 2000




















Nome:
San Marco Meraco

Safra: 2000
País: Itália
Região: Lazio, IGT
Produtor: Cantine San Marco

Uvas/Corte: Sangiovese 50%, Cesanese 30%, Cabernet Sauvignon 20%
Teor alcoólico: 13%
Preço: R$ 29,97 - preço promocional
Onde foi comprado: Supermercado Zona Sul
Quando foi comprado: 08 de março de 2007
Degustado em: 08 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa com molho de tomate
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário da Rafaela
Exame visual: A cor vermelha é clara, parece misturada com amarelo, mas sem se tornar alaranjado.
Exame olfativo: O vinho era cheiroso, mas não consegui fazer conexão com cheiros antigos que tenha sentido. Inicialmente, o vinho tinha o cheiro que norlmente fica nas rolhas logo depois de o vinho aberto.
Exame gustativo: Eu tinha boas expectativas em relação a esse vinho. Gostei dele, mas mesmo o teor alcoólico não ser dos mais altos, na segunda taça eu já estava levemente aérea. Acho que o que deve ser feito nessa hora é começar a colocar água para dentro do organismo, mas não foi o que eu fiz. Bom, nada que uma novalgina em gotas não resolvesse no dia seguinte. O vinho é levemente adstringente, não senti taninos, tem uma boa permanência na boca e o gosto que fica é bem agradável. Foi uma boa escolha.
Nota: 86.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Tom que lembra os Chiantis, puxando para o telha.
Exame olfativo: Típico nariz de vinho do velho mundo, cheiro de madeira úmida, cogumelo, um pouco de fruta vermelha ao fundo e às vezes não tão agradável.
Exame gustativo: Gosto de comprar vinhos assim: vi este vinho na prateleira do supermercado, um pouco escondido e com um preço promocional. Tentei achar informações sobre ele na internet, mas não consegui muita coisa. Resolvi comprar e ver como era este vinho de uma região não tão conhecida pelos vinhos na Itália, Lazio. Provei e gostei: típico estilo de vinho do velho mundo. Bem equilibrado, acidez na medida, taninos leves com um pouquinho de adstringência que deixava um pouco de secura na boca, pouco açúcar e final leve com uma discreta madeira ao fundo. Um vinho mais austero e não tão complexo. Pode não agradar a todos, mas achei um vinho bem interessante, valeu pelo seu estilo. Boa surpresa. Foi decantado por duas horas e servido a uma temperatura de 18º.
Nota: 87.0

Crios - Torrontes 2006















Nome: Crios
Safra: 2006
País: Argentina
Região: Valle de Cafayate
Produtor: Susana Balbo

Uvas/Corte:
Torrontes 100%

Teor alcoólico: 13.5%
Preço: R$ 49,00
Onde foi comprado: Empório Santa Fé
Quando foi comprado: 6 de março de 2007
Degustado em: 6 de março de 2007
Onde bebeu: Empório Santa Fé
Harmonizado com: Um prato de massa com molho de tomate e musarela de bufala
Com quem: Claudio, Danny e Joffre

Comentário do Claudio
Exame visual:
A cor não era atraente, pálido
Exame olfativo: Interessante nariz que misturava floral com um pouco de frutas cítricas, toques de abacaxi e maracujá
Exame gustativo: Primeiro vinho branco do blog e a primeira vez que degustava a uva Torrontes. Optei por um vinho de uma produtora reconhecida pelos belos vinhos que produz: Susana Balbo. O dia estava quente e a escolha por um vinho branco foi acertada. Este vinho é jovem e refrescante. Apresentava um pouco de gás carbônico ao ser aberto. O vinho foi servido inicialmente muito gelado e por sugestão do Joffre tiramos ele do gelo e depois que a temperatura subiu um pouco ele cresceu. Vinho bem agradável, com acidez na medida e fruta e álcool integrado. Permanência poderia ser mais longa. Foi uma boa pedida para comemorar a "gravidez" do Joffre
Nota: 86.0+

5 de março de 2007

Pergunta da Semana - 3

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Fortaleza do Seival - Tannat - 2005


















Nome:
Fortaleza do Seival

Safra: 2005
País: Brasil
Região: Campanha, RS
Produtor: Miolo

Uvas/Corte:
Tannat 100%
Teor alcoólico: 13%
Preço: R$ 19,50
Onde foi comprado: Alipão, Rua D. Mariana em Botafogo
Quando foi comprado: 01 de março de 2007
Degustado em: 01 de março de 2007
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pasta de Atum e queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Este vinho apresenta uma alta intensidade de cor com tonalidades de vermelho rubi e púrpura. Seu aroma é frutado, ressaltando frutas vermelhas maduras e especiarias, integradas perfeitamente com a madeira de carvalho dando um toque de complexidade ao vinho. Na boca apresenta-se bem estruturado com presença marcante de seus taninos, refletindo a tipicidade do tannat, mas ao mesmo tempo são redondos e suaves, dando um toque aveludado ao vinho.
Serviço: O Miolo Tannat, para melhor expressar suas características, deve ser consumido a uma temperatura de 16ºC.
Harmonização: Harmonizam muito bem com carnes vermelhas, grelhadas ou com ervas. Massas com molho bolognhesa ou com cogumelos, funghi, e vitelas, também são um excelente acompanhamento.

Comentário da Rafaela
Exame visual: Bela cor, este sim um tom cereja bem definido.
Exame olfativo: Cheiro doce, um pouco de mel em alguns momentos.
Exame gustativo: Não era um vinho que eu esperasse muito. Não decepcionou, também não surpreendeu em nada. Provamos em uma degustação na Miolo, quando andamos em Bento Gonçalves. Lá, gostei mais. Talvez fosse pelo momento, não sei. É um vinho jovem, não muito complexo, como o Claudio deverá observar. O gosto final é muito forte. É ácido, mas não é isso que incomoda no final, e sim o amargor. Pode ser bom para acompanhar um jantar descompromissado de dia semana. Eu não ficaria com o coração apertado de deixá-lo pela metade na geladeira. Falamos sobre a relevância das medalhas dadas aos vinhos. Claudio falou que é como prêmio para campanhas publicitárias. Existem tantos prêmios, que é difícil saber que prêmio pode ser levado a sério. O vinho levou medalha de ouro num concurso de tannats no Uruguai. Ah, faltou contar que comprei esse vinho quando estava indo para minha fisioterapia - andei torcendo meu pé semanas atrás. Nem sabíamos ainda o que lancharíamos hoje, quando vi a loja da Dona Mariana - que tem o engraçado nome Alipão -, e resolvi entrar. Estava em dúvida entre comprar um Lovara baratinho, mas que achamos bom, um Cisplatino Tannat & Merlot (bebido lá no Miguel no ano passado)... Acabei me decidindo por este. Não foi uma decepção, mas talvez pudesse ser um pouquinho menos amargo. Liguei para o Claudio sugerindo a degustação às escuras. Ele topou. E, para minha total satisfação, acertou qual vinho era depois de provar. Foi definindo porque seria um tannat - tão fofo. :) Fiquei orgulhosa. Espero que venham outras. Idéias não nos faltam...
Nota: 82.0

Comentário do Claudio
Exame visual:
Um tom de bordô puxando para o escuro.
Exame olfativo: Um pouco de fruta mas nada muito marcante.
Exame gustativo: Mais um vinho provado às cegas. Desta vez consegui descobrir a uva, tannat. Assim como a Carmenere, a tannat tem um paladar peculiar um pouco antes de seu final, que estava presente neste vinho. É um vinho jovem, sem nenhum tipo de complexidade e desequilibrado, principalmente pelo seu final num amargo excessivo. Com o passar do tempo, o paladar ia decaíndo. Tivemos uma primeira impressão dele quando degustamos na Miolo, ano passado, e ele estava bem mais agradável do que este que bebemos. Ficou a vontade de provar um tannat mais equilibrado e complexo... Em breve!
Nota: 81.0

4 de março de 2007

Carmen - Cabernet Sauvignon 2004




















Nome:
Carmen
Safra: 2004
País: Chile
Região: Valle del Rapel
Produtor: Viña Carmen

Site: www.carmen.com

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13.5%
Preço: R$ 25,00 - meia garrafa
Onde foi comprado: La Botella
Quando foi comprado: 28 de fevereiro de 2007
Degustado em: 28 de fevereiro de 2007
Onde bebeu: La Botella
Harmonizado com: Sanduíches na baguette
Com quem: Claudio e Miguel

Comentário do Claudio
Exame visual:
Violeta brilhante com pouco cyan
Exame olfativo: Nariz cheio com base em frutas e toque de madeira
Exame gustativo: Para não terminar a noite decepcionados resolvemos beber uma meia garrafa. O escolhido foi este gostoso Cabernet que já estava com vontade de degustar. Paladar agradável, vinho sem arestas com muita fruta. Uma boa opção desta uva.
Nota: 88.0+

Amancaya 2005

















Nome:
Amancaya
Safra: 2005
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodegas Caro

Uvas/Corte:
Malbec 50% e Cabernet Sauvignon 50%

Teor alcoólico: 14%
Preço: R$ 79,00
Onde foi comprado: La Botella
Quando foi comprado: 28 de fevereiro de 2007
Degustado em: 28 de fevereiro de 2007
Onde bebeu: La Botella
Harmonizado com: Sanduíches na baguette
Com quem: Claudio e Miguel

Comentário do Claudio
Exame visual:
Bela cor violeta brilhante.
Exame olfativo: Uma certa decepção com o nariz deste vinho. Pouco foi sentido.
Exame gustativo: Um grande produtor: Bodegas Caro, uma associação de dois dos maiores nomes do mundo do vinho: Domaines Barons de Rothschild (Lafite) e Catena Zapata, um corte de duas castas importantes da Argentina, boas notas em avaliações (92 pontos - Wine Enthusiast, 89 pontos - Wine Spectator), um preço alto, um belo rótulo....certeza de um vinho interessante? Não. Miguel e eu escolhemos este vinho para degustar e nos enchemos de expectativas, porém, ao provar o vinho, tivemos um certa decepção. Talvez provamos esperando muito mais do que o vinho podia oferecer. Está longe de ser um vinho ruim, é um vinho elegante, estilo "velho mundo". Um vinho que vai agradar muita gente. Acredito que este vinho com uma decantação maior (abrimos a garrafa e bebemos minutos depois) e acompanhado de um jantar, tende a crescer. Acho que seria bastante interessante provar novamente este vinho daqui a um ano, com ele mais envelhecido e às cegas. Acredito que a nota seria maior.
Nota: 87.0

1 de março de 2007

Pergunta da Semana - 2

Além de dividir nossas degustações de vinhos com vocês, queremos saber o que vocês têm experimentado. Por isso, toda semana colocaremos aqui uma pergunta para estimular esse bate-papo.
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