21 de outubro de 2014

Provamos dois espumantes feitos pela Embrapa

Nome: Brut Charmat / Extra Brut Champenoise
Safra: - / 2011
País: Brasil
Região: Nova Prata, na Serra Gaúcha
Produtor: Embrapa

Uvas/Corte: Riesling Itálico 
Teor alcoólico: 12.5% /
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pela Milena, que trabalha na Embrapa e comprou diretamente de lá
Quando foi comprado: -
Degustado em: 25 de julho de 2014
Onde bebeu: em São Carlos, SP
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio, Rafaela, Milena, Rodrigo, Emília, Luis, Maria Luiza, Marie e Ivan

Comentário do Produtor
O espumante Extra Brut branco foi produzido com 100% de uvas da variedade Vitis vinifera Riesling Itálico ISV1 (sinonímia de Pignoleto), provenientes de Nova Prata, Serra Gaúcha. Apresenta coloração palha-esverdeada, aroma intenso, remetendo a cítricos e pomelo, e paladar com notas de amêndoas e avelãs, acidez marcante, boa cremosidade e agradável persistência. Evidencia o permanente esforço da Embrapa Uva e Vinho no sentido de identificar cultivares de uva aptas à elaboração de produtos superiores. A produção foi de 3,6 mil garrafas.

Impressões da Rafaela
Este foi um fim de semana bastante feliz. Viajamos com os amigos Marie e Ivan para São Carlos, para nos despedirmos da Milena e do Rodrigo, que iriam (e foram) passar uma temporada em Paris, e revermos a Emília com a família. Para completar, era aniversário da Milena na sexta-feira, dia em que chegamos. Fizemos vários programas até no domingo, com direito até à Festa da Polenta de Santa Olímpia. Logo depois de nos instalarmos, fomos todos jantar em um bom restaurante da cidade. Milena levou algumas garrafas de espumante da Embrapa para provarmos. Lembro-me de ter gostado dos dois. Felizmente, ganhamos uma garrafa para beber em casa!

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: A Embrapa Uva e Vinho produz espumantes. A produção é pequena e, em geral, vendida para os funcionários. Tivemos a sorte de provar dois espumantes diferentes durante jantar de aniversário da Milena em São Carlos, no interior de São Paulo. O primeiro espumante provado foi um leve e agradável brut feito pelo método charmat longo, com 100% das uvas Riesling Itálico. Fácil de beber e de boa acidez, consumimos rapidamente a garrafa. Passamos para um Extra Brut, feito pelo método tradicional. Um espumante de mais corpo, mais complexo, com notas de amêndoas e fermento. Ideal para acompanhar a comida. Boa cremosidade em boca. É um espumante bem interessante. Noite muito agradável, início de nosso final de semana em São Carlos.

19 de outubro de 2014

Abreu Garcia Festividad e Ontanon Reserva 2004 em jantar com o Evandro e a Paula

Nome: Abreu Garcia Festividad/ Ontañón Reserva
Safra: 2004 / 2011
País: Brasil / Espanha
Região: Campo Belo do Sul / Rioja
Produtor: Abreu Garcia / Bodegas Ontañón
Importador: - / Dolivino

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir / Tempranillo e Graciano
Teor alcoólico: 11.8% / 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: - / -
Onde foi comprado: Comprado na loja da vinícola em Florianópolis / Gentilmente oferecido pelo Evandro
Quando foi comprado: -
Degustado em: 21 de julho de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa fresca e molho caseiro
Com quem: Claudio, Rafaela, Paula e Evandro

Comentário do Produtor
Cor amarelo palha, típico do método Champenoise. Perlage fina e persistente. Aromas de pão torrado e frutas secas, como amêndoas e damascos. Possui boa persistência e acidez agradável.
Reservas are produced only in vintages of exceptional quality, and the Ontañon Reserva comes from our most select vineyards on the slopes of the Sierra Yerga Mountains, just above the town of Quel in Rioja baja. The product of some of our oldest vines, Ontañon Reserva displays notes of deep, full fruit flavors but with ample acidity, minerality and earth notes drawn from the land where the fruit is grown. It has backbone, fine-laced acidity, structure and natural grape tannins that that will ensure its integrity for years to come. Drink our Reserva with lamb, roast pork, game, mushroom risotto and meat-based pasta dishes.

Impressões da Rafaela
Eu já tinha ouvido falar bastante sobre a Paula, a enóloga da Aracuri. Claudio a havia conhecido em uma feira e depois ela nos presenteou com alguns vinhos lá de Vacaria. Ainda não tínhamos nos encontrado pessoalmente. A oportunidade surgiu quando a Paula veio ao Rio a trabalho. Evandro, do blog Confraria2Panas, que já conhecemos há algum tempo, também veio. Estava marcado o encontro. Foi uma noite bem divertida, gostamos muito. Começamos com este bom espumante catarinense e depois provamos o vinho trazido por eles, que estava muito bom. Esperamos repetir o encontro em breve, seja aqui no Rio, em São Paulo ou no Rio Grande do Sul.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Noite muito agradável na companhia do Evandro e da Paula. Conseguimos marcar um jantar aqui em casa pois a Paula veio ao Rio em função de compromissos de divulgação do vinhos da Aracuri, vinícola da qual é enóloga. Em função da Rafaela ser da região dos Campos de Cima da Serra, sempre procuramos conhecer mais os projetos de vinícolas de lá. Assim, acabei conhecendo a Paula e combinamos que quando ela viesse ao Rio nos encontraríamos. E assim foi feito. Preparamos um jantar e para abrir os trabalhos provamos o Festividad, espumante da vinícola catarinense Abreu Garcia feito pelo método tradicional. Um bom espumante, que apresenta notas adocicadas, provavelmente usa a quantidade máxima permitida de açúcar por litro para um espumante brut (15 g.). Gostei do espumante, ele é sem dúvidas bem feito, mas fiquei curioso imaginando como seria se tivesse um pouco menos de açúcar. Acho que agradaria mais o meu paladar. Abriu bem a noite. Depois passamos para um vinho que o Evandro é fã, o ótimo Ontanon Reserva. Um belo tinto espanhol, que eu já havia provado também pelas mãos do Evandro, anos antes, em um aniversário que comemorei em São Paulo. Um vinho que já apresentava notas de evolução, prazeroso, taninos domados e no ponto para ser degustado. Noite muito agradável. Vamos repetir!

18 de outubro de 2014

Dois bons vinhos no La Botella

Nome: Terrasses / Pioneer
Safra: 2012 / 2012
País: França / Argentina
Região: Ventoux, Rhône / Uco Valley
Produtor: Chateau Pesquie /  La Celia
Importador: -

Uvas/Corte: 70 % Grenache, 30 % Syrah (com Carignan e Cinsault) / Cabernet Franc
Teor alcoólico: -
Rolha: Cortiça / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado:  La Botella, em Ipanema
Quando foi comprado: 9 de Junho de 2014
Degustado em: 9 de Junho de 2014
Onde bebeu: La Botella, em Ipanema
Harmonizado com: Sanduíche
Com quem: Claudio e colegas de trabalho

Comentário do Produtor
Colour: deep ruby color. Nose: intense nose with spicy notes (especially black pepper) and red berries. Mouth: This very balanced wine offers very round tannins and fresh berries aromas, with some floral and spicy flavors. Food and wine pairing: Very easy to match. With simple dishes such as pizzas, kebabs, charcuterie, vegetable pies or salads to more ambitio
Visual: Red, deep intense, ruby reflections. Aromas: Complex, highlighting the fruit, especially fresh black fruit: black cherries, blackberries, spicy with contribution of graphite (mineral). All this in combination with vanilla, mocha, delivered by the barrel aging. Taste: Very smooth texture, sweet tannins, elegant aftertaste.
Comentário do Claudio
Exame gustativo: Estive no La Botella em Ipanema com amigos e bebemos dois bons vinhos com custo razoável! Primeiro vinho provado foi o francês que já degustamos e comentamos aqui no blog. Um vinho bem interessante e de personalidade com notas de especiarias, corpo médio e taninos marcantes, vinho com um estilo que gosto. Depois mudamos de país e de estilo, mas também com bom resultado. Gosto muito de Cabernet Franc e a vinícola argentina La Celia sempre teve um bom vinho desta cepa em seu catálogo. Este vinho mostrou boas características da uva, com taninos redondos, amaciados pela madeira. Vinho sem exageros, mas muito prazeroso e fácil de se gostar. Por cerca de R$ 45 é uma boa compra. Dois vinhos agradáveis para acompanhar um bom papo.

13 de outubro de 2014

Na histórica degustação vertical do Vinho Velho do Museu, consegui finalmente provar um vinho da minha safra

Restaurante Aprazível, 14 de maio de 2014.

Comentário do Claudio
Sempre tive vontade de provar um vinho do ano em que nasci. Prestes a completar 40 anos, aumentei a procura por algum vinho da safra 1972, mas sem muito sucesso na minha busca. Nos principais países produtores 1972 não foi um ano muito favorável para a produção de vinhos longevos. Para minha surpresa, a minha busca estava mais perto do que eu imaginava. Em maio passado, fui convidado para uma degustação vertical que aconteceria no restaurante Aprazível aqui no Rio. Seria uma degustação vertical dos clássicos brasileiros Vinho Velho do Museu, produzidos por Juan Carrau do Atelier Carrau.
Foi uma degustação inesquecível, com oito safras apresentadas: 2004, 2000, 1996, 1993, 1988, 1985, 1978 e 1972. Vale destacar o trabalho impecável da equipe do restaurante Aprazível que decantou e serviu todos os vinhos sem nenhum atropelo.
A degustação começou com um Gewurztraminer 2009, muito interessante em boca e que serviu para abrir os trabalhos. Na sequência, foram servidas cada safra do vinho Velho do Museu, começando pela mais jovem um 2004, já com 10 anos de vida e que é a safra que está sendo comercializada no momento. A curiosidade dos convidados era grande para saber como aqueles vinhos brasileiros tinham envelhecido e se tinham suportado tantos anos de vida. A cada garrafa provada a certeza de que o Velho do Museu envelheceu muito bem. Para quem não conhece este vinho, é aquele da garrafa bojuda e seu rótulo é uma tag pendurada na garrafa. Feito de um corte de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. A primeira safra vinificada deste vinho foi em 1971 e não entrava a Cabernet Sauvignon, assim como na safra 1972.
Em todas as safras degustadas, os vinhos estavam inteiros, vivos, mostrando diferentes estágios de evolução e, principalmente, de características próprias de cada safra. Muito difícil escolher o melhor. Acho que a degustação nem tinha este propósito, e sim mostrar o potencial que alguns vinhos brasileiros têm de evoluir e envelhecer muito bem.

Comentários breves sobre o vinho de cada safra:
- 2004: vinho que pode ser comprado e mesmo com 10 anos de vida ainda está jovem, com acidez bem marcada e perfil elegante. Ainda vai evoluir.
-2000: perfil que lembra vinhos do velho mundo, com mais corpo que o 2004, boa acidez, mas com menos complexidade.
-1996: estava mais turvo que os anteriores e mostrava sinais do amadurecimento. Taninos muito redondos e elegantes, muito prazeroso.
-1993: Vinho muito vivo e que não parece ter 21 anos. Muito vivo e com menos elegância que o anterior, mas também se destacou
-1988: Este é aquele tipo de vinho para você beber com calma e observando as nuances que ele proporciona, muito interessante.
-1985: um dos mais comentados da mesa por sua complexidade e elegância. Um belo vinho.
-1978: Grande surpresa pelo estado e pela complexidade, realmente impressionou pela qualidade apresentada e por ter envelhecido tão bem.

E, finalmente, tão aguardado por mim, o 1972. Assim como o anterior, foi uma bela surpresa. Vinho maduro, ainda com força e presença em boca. Ainda muito vivo, alguns arriscaram dizer que ele ainda poderia envelhecer mais, taninos presentes e macios. Um vinho muito elegante e marcante.
Foi uma bela experiência e uma boa surpresa. Muito interessante ver um trabalho bem feito  que resistiu muito bem aos anos. Se tiver oportunidade, prove a safra 2004 e guarde uma garrafa para beber em mais alguns anos.

12 de outubro de 2014

Noite de muitos vinhos na casa do Miguel

Nome: Pol Clément Brut Blanc de Blancs / Ara Patchway / Alzamora / Peñalolen
Safra: -
País: França / Nova Zelândia / Argentina / Chile
Região: Loire /Marlborough / San Juan / Maipo
Produtor: CFGV - Compagnie Française des Grands Vins / Ara Wines / Casa Montes / Vina Penalolen
Importador: -

Uvas/Corte: Chenin, Sauvignon Blanc e Ugni Blanc / Pinot Noir / Malbec / Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 10.5% / 12.5% / 14,5% / 14%
Rolha: -
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 20 julho de 2014
Onde bebeu: Casa do Miguel e da Paula
Harmonizado com: Queijos, pães e acepipes
Com quem: Miguel, Paula, Claudio, Rafaela, Ricardo, Raquel, Marcelo, Carol, Carlinhos, Maria, Rafael, Tuti, Tito e Lucas

Comentário do Produtor
The 2012 Pathway Pinot Noir is a classic expression of Marlborough; a supple Pinot Noir with sweet blackberry fruit aromas and rich spice notes wrapped up with a lingering savoury finish.

Impressões da Rafaela
Pela primeira vez, conseguimos reunir praticamente todos os filhos dos nossos amigos. Apesar de os pais, amigos desde a faculdade, se encontrarem com regularidade, as crianças nem sempre estão presentes. Quer dizer, Lucas e Tito são os mais assíduos. Desta vez, faltou apenas o Henrique. A noite foi muito animada. De início, até pelas diferenças de idade, os meninos estavam meio acanhados, mas bastou dar a eles uma bola para o corredor virar um campinho de futebol. A parte mais legal, porém, foi quando eles se juntaram aos adultos na sala - a vizinha de baixo não achou assim tão divertido o futebolzinho sobre a sua cabeça. Enquanto as crianças se divertiam, nós conversávamos na sala, comendo vários petisquetes gostosos e bebericando espumante e vinhos oferecidos pelo Miguel e pela Paula. Tomara que o encontro logo seja repetido.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Depois de muito tempo, marcamos um encontro com os amigos da minha faculdade. A noite foi de vinhos variados: começamos com um correto e agradável espumante francês, que já comentamos aqui no blog, o Pol Clément. Passamos para a última garrafa que o Wagner nos trouxe da Nova Zelândia, um Pinot leve e frutado, o Ara. Subimos a potência e abrimos um Malbec argentino, que sempre via no Zona Sul, mas nunca tinha provado. Bom vinho, que segue as características de outros Malbecs já degustados. Por último, um potente e intenso Cabernet chileno, com muita fruta e extração, o Peñalolen. Noite muito divertida com a presença das crianças.

Um belo Merlot dos Campos de Cima da Serra: Sopra 2012

Nome: Sopra
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Vinhedos Entre Rios
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pela vinícola
Quando foi comprado: -
Degustado em: 17 de julho de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho 100% Merlot, colheita manual. Vinho de tonalidade rubi, intenso, aroma complexo, frutas maduras, sutil eucalipto, de sabor nítido, com notas de geleia e de elevada tipicidade varietal.

Impressões da Rafaela
Vinho de qualidade, especialmente se for considerado que se trata da primeira safra. Gostei bastante. Para acompanhar o vinho gaúcho, nada melhor do que músicas gaúchas. Apresentei ao Claudio Céu, Sol, Sul, clássico cantado pelo Leonardo. Demos também algumas risadas vendo o Guri de Uruguaiana, quer dizer os Guritles, cantar Canto Alegretense.

Comentário do Claudio
Exame visual: Rubi translúcido
Exame olfativo: Nariz um pouco fechado.
Exame gustativo: Quem acompanha o blog, sabe que estamos sempre ligados nas novidades que aparecem vindas da região dos Campos de Cima da Serra. Em janeiro, estivemos em Vacaria e vimos pela primeira vez este vinho por lá. Compramos uma garrafa e infelizmente estava bouchonée. Entramos em contato com a vinícola, que, gentilmente, nos enviou uma nova garrafa, esta que provamos e aprovamos. Esta é a primeira safra vinificada desta novata vinícola e pelo bom resultado deste vinho certamente teremos coisas boas vindas de lá. Vinho de corpo médio, bem feito, apresentando um fruta fresca, frutas vermelhas, elegante, boa acidez e taninos finos. Um vinho muito agradável, sabor limpo, ótimo final de boca. Ainda pode evoluir mais um ou dois anos na garrafa, mas já está bom para beber agora. Fiquem de olho nos vinhos desta vinícola.

11 de outubro de 2014

Fizemos uma harmonização indicada pela Wine, Canepa Sauvignon Blanc e Salmão, confira o resultado

Nome: Canepa Gran Reserva Finíssimo
Safra: 2012
País: Chile
Região: Casablanca
Produtor: Canepa Wines
Importador: Wine.com

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente enviado pela Wine.com
Quando foi comprado: -
Degustado em: 12 de julho
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Seguimos a harmonização sugerida pela Wine, salmão com molho de maracujá
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Presenta frescos y perfumados aromas a frutas cítricas y duraznos blancos, con notas a grosellas verdes y frutas tropicales. Es un vino amable y redondo, con una vibrante acidez y un agradable final frutal.

Impressões da Rafaela
Para acompanhar o vinho nos presenteado pela Wine, resolvemos fazer a indicação dela de harmonização: salmão com molho de maracujá. Realmente foi uma boa combinação. O vinho é feito para acompanhar uma comida. Sozinho, ele tem notas verdes bem fortes, gosto vegetal, meio amarguinho. Harmonização aprovada!

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Em mais uma simpática ação feita pela Wine, recebemos este vinho branco chileno com uma receita de um salmão que harmonizaria muito bem com o vinho. Resolvemos seguir a sugestão e preparamos o prato, um salmão com molho de maracujá. Para acompanhar, este Sauvignon Blanc. Vinho muito típico e que apresenta todas as clássicas características desta cepa no Chile. Acidez bem presente, em boca apresentou notas vegetais, como pimentão verde junto com leves notas adocicadas que davam complexidade ao conjunto. Final de boca bem marcado e intenso. Um vinho muito bem feito e de um estilo que me agrada. A dica de harmonização foi ótima, o molho de maracujá casou muito bem com o vinho, se completavam. Ótima dica!

Gran Lovara 2008 para acompanhar as pizzas no Dia da Pizza

Nome: Gran Lovara
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Lovara Vinhas e Vinhos
Importador: Cantu

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 25%, Merlot 60% e Tannat 15%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente enviado pela Cantu, que está distribuindo o vinho
Quando foi comprado: -
Degustado em: 10 de julho de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vinho de guarda, bem estruturado, com bom volume de boca, taninos elegantes, notando-se a harmonia entre as cepas que compõem o corte. Linha Super Premium.Análise visual: coloração rubi com boa intensidade. Análise Olfativa: boa complexidade aromática, com presença de aromas frutados e leve toque de carvalho. Descritores: geléia de frutas, cassis, uvas passas, amora, cacau e baunilha. Análise Gustativa: Este vinho apresenta-se bem estruturado, com grande volume de boca, com taninos elegantes notando-se a harmonia entre as cepas que compõem o corte.

Impressões da Rafaela
Lá pelo meio da tarde, li em algum site que este era o dia da pizza. Mandei uma mensagem para o Claudio e segundos depois estava combinado o cardápio do jantar. Não deu tempo de o Claudio preparar as pizzas, então resolvemos pedir uma na pizzaria mais próxima. Ultimamente temos preferido fazer mais comidas em casa. Pelo menos alguns tipos de comidas, como pães, massas e molhos. É muito melhor e mais gostoso. Além disso, sabemos exatamente o que estamos comendo. Este vinho escolhido para esta noite com pizza foi perfeito, muito gostoso.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Recebemos este vinho brasileiro importadora Cantu. Seguindo algumas outras importadoras, a Cantu fechou uma parceria com a vinícola Brasileira Lovara com o objetivo de ampliar a distribuição dos vinhos brasileiros em todo o Brasil e intensificar a presença dos vinhos da importadora no Sul do país. O Gran Lovara, vinho top da vinícola, já é um conhecido aqui do blog: provamos a safra 2006 (leia aqui) com ótimo resultado. O 2008 se mostrou um vinho bem feito, com notas de frutas escuras, algo de café, leve nota amadeirada e taninos marcados. Um vinho gastronômico que deve crescer com comida. Vale provar.

9 de outubro de 2014

Muscadet na varanda

Nome: Chateau du Cléray
Safra: 2012
País: França
Região: Muscadet Sèvre et Maine
Produtor: Chateau du Cléray - Sauvion
Importador: -

Uvas/Corte: Melon de Bourgogne
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 10,50 euros
Onde foi comprado: Freeshop do aeroporto CDG
Quando foi comprado: Maio de 2014
Degustado em: 05 de julho de 2014
Onde bebeu: Em casa, na varanda
Harmonizado com: Comida Thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Le Château du Cléray Sauvion, situé à Vallet au cœur du vignoble est l'une des plus anciennes propriétés de l'appellation Sèvre et Maine. Son terroir silico-argileux donne un Muscadet tardif et séveux.  On dit que le Muscadet "Château du Cléray" doit "faire ses Pâques". Il exhale des arômes de citron, tilleul, menthe et pomme verte. Ce Muscadet savoureux, marqué par son terroir bien particulier et vinifié dans des caves uniques de la région nantaise est la fierté de la Famille Sauvion.
Le Muscadet "Château du Cléray" est présent sur les tables les plus prestigieuses de France et du monde entier. Il est régulièrement récompensé dans les concours.


Impressões da Rafaela
A varanda ainda aguarda o casal presidencial para a inauguração oficial, mas quando o clima permite, adoramos jantar ali. Nesse dia, pedimos a comida thai que gostamos bastante e abrimos este vinho francês que comprei sem pensar muito no aeroporto de Paris. Bom, poderia ter sido melhor se o vinho tivesse mais personalidade. Não chegava a ser ruim, mas é que já bebi alguns muscadets de que gostei tanto, que este me pareceu meio sem graça. É um muscadet para ser bebido sem muitas expectativas.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Gosto de beber um Muscadet. Sua acidez marcante em geral deixa os vinhos vivos e vibrantes, bem versátil para harmonizações. Escolhemos esta garrafa para acompanhar nosso jantar de comida tailandesa. O vinho se mostrou sem a vibração esperada para um Muscadet, muito leve e até simples. Como disse a Rafaela, ficou um pouco sem graça. Ficou a vontade de provar um bom Muscadet.

8 de outubro de 2014

Por menos de R$ 15, um Chardonnay brasileiro que surpreende

Nome: Santa Colina Estilo
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Santana do Livramento
Produtor: Nova Aliança
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça aglomerada
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 14,90
Onde foi comprado: Prezunic, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado:
Degustado em: 03 de julho de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Peixe com legumes
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Coloração brilhante de pouca intensidade amarelo palha. Aroma intenso com notas de frutas cítricas, pêssego e pera. Em boca é equilibrado, com bom volume e correta acidez. Retrogosto agradável.

Impressões da Rafaela
Garanto que se me perguntassem o preço deste vinho, eu chutaria bem mais alto. Ele é muito bom! Boa acidez (como aprendi com o Alexandre Frias). Neste dia, o escritório onde trabalho mudou para um endereço novo, um endereço ideal. Fizemos um brinde a isso. Torcer para eu continuar gostando deste emprego. :)

Comentário do Claudio
Exame visual: Palha, amarelo clarinho.
Exame olfativo: Nariz fresco com notas de pera e pêssego.
Exame gustativo: Achar um bom vinho por menos de R$ 15 é uma missão difícil. Este Chardonnay da Campanha gaúcha surpreende: um vinho bem feito e agradável, que não vai fazer feio e por um ótimo preço. Chardonnay bem equilibrado, acidez correta, notas de frutas tropicais em boca, algo próximo de maracujá e com notas adocicadas em boca.  Final de boca leve e cítrico, mas presente e um conjunto bem feito. Pelo preço certamente vai alegrar o seu dia a dia.

7 de outubro de 2014

Um brinde com Taittinger

Nome: Taittinger Brut Reserve
Safra: -
País: França
Região: Reims, Champagne
Produtor: Taittinger
Importador: Interfood

Uvas/Corte: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente oferecido pelo Clovis Taittinger durante evento da Copa
Quando foi comprado: -
Degustado em: 23 de junho de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Queijos e pães
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
The brilliant body is golden yellow in colour. The bubbles are fine, while the foam is discreet yet lingering. The nose, very open and expressive, delivers aromas of fruit and brioche. It also gives off the fragrance of peach, white flowers (hawthorn, acacia) and vanilla pod. The entry onto the palate is lively, fresh and in total harmony. This is a delicate wine with flavours of fresh fruit and honey.Taittinger Brut Réserve, which acquires its maturity during three and four years ageing in the cellar, offers excellent aromatic potential.

Impressões da Rafaela
A esta altura, nós ainda estávamos acreditando que o final da copa seria mais interessante. Esta foi a vez em que bebi este Champagne e fiquei mais bem impressionada. Estava delicioso. Neste dia, este estava cremoso, com uma leveza que me agrada muito. Noite perfeita!

Comentário do Claudio
Exame visual: Dourado claro, com perlage fina e intensa.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Beber um Champagne é sempre um prazer e o Taittinger te proporciona isto. Feito a partir de um blend de cerca de 35 vinhos-base diferentes, apresenta-se muito delicado, seco e elegante em boca. Notas de frutas branca como pera e maçã verde e boa acidez deixam o conjunto muito agradável. É um espumante que cresce na taça e tem seu final de boca bastante intenso. Vale provar, um ótimo Champagne.

5 de outubro de 2014

Um belo Pinot Noir Sul Africano: Radford Dale Freedon 2010

Nome: Radford Dale Freedon
Safra: 2010
País: Africa do Sul
Região: Elgin
Produtor: Radford Dale and The Winery of Good Hope
Importador: Qual Vinho?

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Rosca
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 55
Onde foi comprado: Encontros de vinhos Off
Quando foi comprado: Abril de 2014
Degustado em: 21 de junho de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Queijos, saladinha e baguette
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
This Pinot Noir is characterised by its finesse and poise, rather than power or richness. It owes its mineral elegance to the soils and its aromatic berry generosity and depth of flavour to the wonderful climate of Elgin. This wine shows remarkable intrigue in its complexity and never fails to enchant with its supple, finely textured palate. We take great pleasure in introducing another vintage of Freedom, from one the most exciting wine regions of the Cape winelands.

Impressões da Rafaela
Claudio havia provado este vinho no Encontros de Vinhos Off em São Paulo e gostado. Resolveu então trazer uma garrafa para bebermos em casa. Ótima decisão! Este vinho estava muito bom. Elegante, delicado, saboroso.

Comentário do Claudio
Exame visual: Cor clássica de Pinot Noir, porém levemente turva.
Exame olfativo: Mistura leve de notas frutadas com algo de embutidos.
Exame gustativo: Durante o Encontro de Vinhos Off deste ano em São Paulo, provei alguns bons vinhos da importadora Qual Vinho?. Entre eles, este Pinot Noir da África do Sul. Já não bebia há algum tempo um vinho sul-africano e como tinha gostado deste Pinot, resolvi comprar uma garrafa para outra oportunidade. Pude aproveitar com calma este excelente Pinot: muito equilibrado, elegante e com boas características da cepa. Repete na boca as notas de frutas e algo de defumado ou embutido. Vinho de perfil gastronômico, boa estrutura e muito prazeroso. Fácil de se beber, a garrafa vai rápido. Belo vinho.

2 de outubro de 2014

Salton Parodoxo - Merlot 2012 #winebar

Nome: Salton Parodoxo
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Tuiuti, Bento Gonçalves
Produtor: Vinícola Salton
Importador: -

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 16 de junho de 2014
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Legumes e empanadas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Sua coloração é rubi com nuances violáceos. Notas de pimentas, frutas negras frescas, tabaco, frutos secos e carvalho surgem no seu aroma, denotando um agradável equilíbrio entre o vinho e a madeira. Em boca, tem uma adstringência equilibrada, com a estrutura própria da variedade, e uma permanência marcada por sabores do carvalho.

Impressões da Rafaela
A semana sempre começa melhor quando tem Winebar. Andamos um pouco desorganizados com nossa alimentação e o começo da semana nos pegou meio despreparados. Ainda assim, conseguimos salvar nosso jantar com legumes cozidos, complementados por empanadas que ainda tínhamos no freezer. A comidinha improvisada foi muito bem com o vinho muito bem feito que abrimos. Como os vinhos chegaram no mesmo dia, acabamos não conseguindo gelar o espumante. Pretendemos experimentá-lo, assim como o outro vinho nos enviado, nos próximos dias. Estamos muito satisfeitos com estas novas séries lançadas pela Salton. São produtos de qualidade com ótimo preço.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Provamos este vinho durante a degustação on-line promovida pelo Winebar.  Mais uma boa surpresa produzida pela Salton na faixa de preço de R$ 25. Um Merlot com uvas da Campanha que geram um vinho de boa fruta em boca, sem arestas, acidez agradável e corpo médio. Um vinho fácil de se beber e com posicionamento de preço muito acertado. Bom vinho para o seu dia-a-dia, vale provar.

1 de outubro de 2014

Peruzzo Cabernet Franc 2012, boa surpresa da Campanha Gaúcha #cbe

Nome: Peruzzo
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Bagé, Campanha Gaúcha
Produtor: Vinícola Peruzzo

Uvas/Corte: Cabernet Franc100%
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: R$ 59,00
Onde foi comprado: Bergut
Quando foi comprado: 19 de setembro de 2014
Degustado em: 16 de junho de 2014
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Polpettone Voilá com massa caseira
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
A vinícola Peruzzo se propôs a recuperar a variedade Cabernet Franc, introduzida no Brasil nos anos 70 e posteriormente abandonada, acreditando em toda sua capacidade de adaptação ao terroir da Campanha Gaúcha e sua potencialidade para elaborar vinhos tintos frescos, ligeiros, amáveis e envolventes. E essas características constituem o maior atributo deste vinho Cabernet Franc Peruzzo, saboroso e fácil de beber. A cor é vermelha rubi de boa intensidade, brilhante, seus aromas são refinados, intensos, lembram frutas frescas e o sabor é agradável, intenso e marcante.

Impressões da Rafaela
Bem gostoso este vinho que o Claudio comprou escondido. Aproveitou que eu fiquei fora durante a semana para aparecer com uma garrafa nova. Temos vinhos para vários anos em nossa adega, mas de vez em quando ele não resiste. Este é um vinho bem gostoso.

Comentário do Claudio
Exame visual: Rubi intenso
Exame gustativo: Para quem gosta de um bom Cabernet Franc como eu, vai se surpreender com este vinho. Feito com uvas da região de Bagé, na Campanha Gaúcha, sob a supervisão do mestre Adolfo Lona, este vinho mostra muitas qualidades. Tendo paladar bastante original e com personalidade, mostra no início notas achocolatadas e com leve nota vegetal característica da cepa. Vinho muito bem feito, perfil jovem, intenso em boca, evoluiu com um tempo aberto. Em taça, abrindo notas de frutas maduras, ficando mais amável. Final de boca intenso com notas vegetais. Uma novidade no mercado que devemos ficar de olho. Este vinho mostra uma boa adaptação da Cabernet Franc na região de Bagé. vale prestar a atenção às próximas safras deste vinho. Recomendo. Ele é vendido na vinícola por cerca de R$ 35. Aqui no Rio, porém, custou R$ 59. Acredito que a marcação poderia ter sido mais favorável aos consumidores.

Salton Gerações Paulo Salton 2009

Nome: Salton Gerações Paulo Salton
Safra: 2009
País: Brasil
Região: Tuiuti, Bento Gonçalves
Produtor: Vinícola Salton
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 40%, Merlot 40% e Cabernet Franc 20%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 13 de junho de 2014
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho de tomate e pesto
Com quem: Claudio, Rafaela e Claudine

Comentário do Produtor
Bouquet complexo com aromas tostados de amêndoas, nozes, tabaco e chocolate, de frutas em compota e frutas negras (amora, mirtilo, ameixa), possui um ataque ao paladar suave pelos seus taninos maduros e o sabor muito prolongado.

Impressões da Rafaela
Para finalizar uma semana pesada, um jantar em boa companhia. Claudine está na cidade para atender a uma questão familiar e aceitou nosso convite para jantar. Preparamos a massa e o molho enquanto conversávamos. O vinho é realmente muito bom, gostei muito. Recebemos este e outros vinhos da Salton nas últimas edições do Winebar e todos os que provamos têm se mostrado ótimas opções. São vinhos muito bem feitos e com preços bem convidativos. Este é uma edição especial, com produção limitada, feito com as melhores uvas. Vale a pena experimentar.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Mais um vinho que recebemos para a degustação do Winebar, rótulo da linha top da vinícola que faz uma homenagem a Paulo Salton, um dos fundadores da vinícola. Nesta noite convidamos a Claudine pra jantar conosco, preparamos uma massa e resolvemos provar este vinho brasileiro. Vinho muito bem feito, taninos redondos e elegantes, boa acidez que dá um caráter gastronômico. Já está pronto para beber apresentando certa complexidade. Bom final de boca. Bom vinho, belo trabalho feito pela Salton.

30 de setembro de 2014

Cave Geisse Blanc de Blanc 2011

Nome: Cave Geisse Blanc de Blanc
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha
Produtor: Vinícola Geisse
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 2336/7000
Preço: R$ 55,00
Onde foi comprado: Cave Geisse, em Pinto Bandeira
Quando foi comprado: 22 de janeiro de 2014
Degustado em: 12 de junho de 2014
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Sushi do Matsuda
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor

Visual: cor amarelo claro esverdeado com perlage fino e persistente. No nariz: elegante e complexo. Apresenta aromas de flores brancas, frutas cítricas como abacaxi e limão, muito delicado e elegante. No paladar: destaca-se pela excelente acidez, sendo refrescante, cítrico e com um belo toque mineral.
Impressões da Rafaela
O dia dos namorados caiu na abertura da Copa ou vice-versa. Aqui em casa não fez a mínima diferença. Comemoramos toda semana, não precisamos de um dia específico. Depois do jogo, fomos buscar sushis em nosso restaurante de sempre e na volta resolvemos abrir este Geisse comprado na própria vinícola durante a visita realizada em janeiro passado. Realmente é uma ótima bebida. Eu adoro. Foi muito bem com nosso clima de comemoração, não apenas pelo dia dos namorados, mas pelos 3 a 1 do jogo do Brasil contra a Croácia.

Comentário do Claudio
Rótulo: -
Exame visual:
Exame olfativo:
Exame gustativo: Gosto muito deste espumante da Cave Geisse. Já degustamos em outras oportunidades e esta garrafa nós compramos em nossa visita à vinícola em Pinto Bandeira. Feito apenas com uvas Chardonnay, é sem dúvidas um belo espumante. Em boca, se mostra elegante, delicado,  mas não menos complexo, com boa presença, ótima acidez e uma mistura de notas cítricas com algo mineral. Muito refrescante e agradável. Um produto muito bem feito pela família Geisse. Foi bem com a comida japonesa e deve ir bem com comidas mais leves, saladas e entradas em geral. Recomendo.

Aracuri - Chardonnay 2012

Nome: Aracuri
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra
Produtor: Aracuri Vinhos Finos

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: 3226/7000
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela Vinícola
Quando foi comprado: -
Degustado em: 3 de junho de 2014
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Aromas elegantes onde se destacam as frutas tropicais com notas amanteigadas e de baunilha. Paladar complexo e equilibrado com acidez presente.

Impressões da Rafaela
Dias atrás, nosso querido amigo Emerson havia dito ao Claudio ter descoberto o "segredo" da pizza perfeita! Claudio logo quis testar a dica. Resultado: pizzas caseiras em plena terça-feira à noite. (Obrigada, Emerson!) Para acompanhar, um vinho mais leve. Apesar da leveza, trata-se de um vinho com sabor bem marcado. Gostamos! Que venham outras terças-feiras com intensa movimentação na cozinha.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: Nariz fresco e muito vivo.
Exame gustativo: Gostei deste Chardonnay da Aracuri, vinícola dos Campos de Cima da Serra, a mais de 900 metros de altitude.  É um vinho com personalidade e notas bem próprias e até diferentes para um Chardonnay. Um vinho elegante, de boa acidez, fresco. Inicialmente, apresenta leves notas minerais misturadas com frutas como abacaxi e algo de maçã verde. O final de boca é intenso e aparece alguma nota vegetal. Foi bem com a nossa pizza, um vinho que vale provar.

29 de setembro de 2014

Na festa de 2 anos do Lucas, Salton Moscatel

Nome: Salton Moscatel
Safra: -
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Produtor: Salton
Importador:

Uvas/Corte: Moscatel
Teor alcoólico: 7,5%
Preço: Gentilmente oferecido por Carol e Marcelo
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em: 31 de maio de 2014
Onde bebeu: Aniversário de 2 anos do Lucas
Harmonizado com: Caldos, salgadinhos e churrasquinho
Com quem: Claudio, Rafaela, Carol, Marcelo, Lucas e mais uns 150 portugueses

Comentário do Produtor
Elaborado com uvas da variedade Moscato, fermentado em tanques de aço inoxidável hermético (Método Charmat) à baixa temperatura, com fermentos selecionados específicos para que o produto preserve os aromas primários da variedade. Coloração amarela claro esverdeada brilhante, com espuma abundante e grande quantidade de finas borbulhas, nuances de aromas de flores cítricas, frutas tropicais e maçã verde. Sabor levemente ácido cremoso e com um intenso frutado.

Impressões da Rafaela
Não existe espumante que a Carol goste mais do que deste Salton Moscatel. No casamento dela e do Marcelo, foi a bebida escolhida para os muitos brindes. Na comemoração de dois anos do Lucas não seria diferente. Eu, particularmente, adoro o gosto adocicado da Moscatel. A festona foi realizada, como todas as festas da família, no play do prédio dos simpáticos pais da Carol, a superanimada Ermelinda e o mais reservado Armandino. Foi bem divertida.  Lucas é um menininho que além de lindo é muito bem humorado, risonho, alegre, feliz por natureza. Bom, sendo filho da Carol e do Marcelo, não poderia ser diferente. Feliz aniversário, nosso Pequeno Príncipe!

Um delicado vinho francês: Georges Descombes Brouilly 2011

Nome: Georges Descombes Brouilly Vieilles Vignes
Safra: 2011
País: França
Região: Brouilly, Villie Morgon
Produtor: G. Descombes
Importador: -

Uvas/Corte: Gamay 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça, com cera como lacre
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Le Vin au Vert, Paris
Quando foi comprado: Agosto de 2013
Degustado em: 30 de maio de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
-

Impressões da Rafaela
O dia seria dedicado integralmente aos estudos, mas há sempre uma ou outra coisinha para se fazer em casa. Acabou se tornando um dia de atividades diversas - academia, compras no Hortifruti, preparação de legumes para os pratos que seriam preparados mais tarde, almoço no Casarão Esteves, compras no Zona Sul - e até mesmo um pouco de estudo. Enquanto eu tentava me concentrar nas leituras, Claudio fazia empanadas e preparava a massa das pizzas que faríamos logo depois. Tudo ficou muito bom! Para acompanhar as pizzas deliciosas, um vinho fantástico, leve, delicado, gostoso. Quando menos se espera, a bebida já está no fim. Vale muito experimentar.

Comentário do Claudio
Exame visual: Rubi claro e vivo.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Comprei este vinho na última vez que estivemos juntos em Paris. Durante um jantar, conhecemos o dono de um winebar/loja de vinhos especializada em vinhos naturais. No dia seguinte passei pela loja e ele me indicou alguns vinhos. Havia dito que era fã dos Morgon do Marcel Lapierre e assim acabei comprando esta garrafa. Um vinho feito de Gamay, mostrou as boas características dos Morgon: uma bela fruta fresca em boca, paladar limpo, envolvente, leve e fácil de se beber. Um vinho verdadeiro e prazeroso. Boa dica, excelente vinho.

Jamilla's Vineyard S. V. Perdriel - Malbec 2010

Nome: Jamilla's Vineyard S. V. Perdriel
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Casarena
Importador: -

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 14,9%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: Gentilmente nos presenteado pelo Déco Rossi
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: 27 de maio de 2014
Degustado em: 27 de maio de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pão fresquinho feito pelo Claudio e queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Sólo algunos lugares en el mundo pueden brindar vinos de calidad única con carácter fuerte y personalidad definida. Los distritos de Agrelo y Perdriel están entre estos terruños privilegiados. Nuestros Single Vineyard Agrelo y Single Vineyard Perdriel, son vinos diseñados bajo el mismo método de elaboración para descubrir al máximo y por separado, el potencial y cualidades de cada terroir.

Impressões da Rafaela
Depois de um dia tranquilo de trabalho, fui assistir à palestra que o Déco (Enodeco) faria no Consulado da Argentina, que fica a apenas alguns minutinhos do trabalho. Eu gostei muito de aprender mais sobre as regiões vinícolas da Argentina. No final da apresentação, degustamos sete vinhos. Este Casarena foi o que mais gostei. Comentei com o Déco que o Claudio havia me enviado mensagens para que eu levasse um restinho de vinho para nosso jantar. Então ele, gentil como sempre, me trouxe uma garrafa novinha! Quase morri de vergonha, claro, mas voltei feliz para casa. Claudio havia feito um pão naquela tarde e tínhamos um jantar especial organizado em minutos. Muito obrigada, Déco! Adorei este vinho.

Comentário do Claudio
Exame visual: Rubi vivo e intenso.
Exame olfativo: Leve álcool no início, notas de embutidos e frutas negras.
Exame gustativo: Nosso amigo Déco Rossi veio ao Rio de Janeiro para dar uma palestra, pois ele é o representante da Wines of Argentina no Brasil. Infelizmente não pude ir ao evento, mas a Rafaela foi nos representando. Pedi para ele me mandar a sobra de algum dos vinhos apresentados na palestra para eu provar em casa. Gentilmente, Déco nos presenteou com um vinho muito bem escolhido. Não conhecia este Malbec da vinícola Casarena. Malbec com muita personalidade, de muita estrutura e presença em boca, mas sem aquela extração exagerada e enjoativa que encontramos em alguns vinhos argentinos. Vinho ainda jovem que tem tudo para evoluir bem em garrafa. Evoluiu bem na taça, mostrou um final longo com claras notas de ameixa. Depois de um tempo aberto, o vinho se mostrou mais redondo, e outras notas frutadas foram aparecendo. Boa complexidade, ótimo vinho. Vale comprar uma garrafa para guardar um tempo na adega. Obrigado, Déco, pelo vinho e parabéns pela escolha.

28 de setembro de 2014

Um vinho que traz ótimas lembranças: Bolgheri Rosso 2011

Nome: Bolgheri Rosso
Safra: 2011
País: Itália
Região: Bolgheri
Produtor: Michele Satta, Castagneto Carducci
Importador: -

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 30%, Sangiovese 30%, Merlot 20%, Teroldego 10% e Syrah 10%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: 7,50 euros
Onde foi comprado: Osteria Tognoni, em Bolgheri
Quando foi comprado: Julho de 2013
Degustado em: 25 de maio de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa com três molhos - tomate, pesto e gorgonzola
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
This wine is the expression of the vineyard (about 20 hectares) which I have planted in recent years having in mind the project "Bolgheri", the objective of enhancing the features of this territory for a large font and red ones. All the grapes are cultivated with ancient attentions and dedication, in a high density vineyard (approximately 6200 plants/ha) where I take care of the natural balance of the vineyard. In harvest I choose with manual harvesting the grapes to perfect ripeness and perform fermentation without adding artificial yeasts, on the skins for at least three weeks. After 12 months in oak barrels, the wine is bottled without filtration and stay in the cellar for 6 months before being sold. Colour: intense ruby red. Bouquet: intense and fresh notes of red and black fruit with perceptions of scents of leather and tobacco. Flavour: harmonious and drinkability where fresh fruit sensations are accompanied in a solid tannic structure and a persistent finish. Accompaniment: all meat dishes with rich sauces and starters.

Impressões da Rafaela
Este é um daqueles vinhos que tão logo é aberto, você já sente que se trata de uma ótima opção. É uma bebida supercheirosa. Havíamos feito um jantar para a família na sexta-feira à noite. Como sobraram alguns molhos, sugeri ao Claudio que fizéssemos mais um pouco de massa. Para não comprometer os estudos da tarde, escolhemos esta meia garrafa. É um daqueles vinhos que depois de prová-lo você fica se perguntando por que não comprou uma garrafa grande. Bom, a resposta neste caso é que já estávamos com as malas cheiras, era final da viagem, sem chance de trazer muito mais garrafas, mesmo que este valesse - e muito - dar uma apertada na mala. Vinho perfeito, gastronômico, que foi muito bem com a massa. Almoço perfeito. Ainda mais com o restinho de doce de coco que sobrou para a sobremesa.

Comentário do Claudio
Exame visual: Um límpido rubi.
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Compramos esta meia garrafa quando passamos por Bolgheri na Itália. O vilarejo é pequeno, mas um lugar muito agradável de se passear. Almoçamos em um restaurante/loja de vinhos e durante o almoço fiquei pensando quais vinhos comprar para trazer para casa. Entre outros, resolvemos comprar esta meia garrafa. Tão logo a colocamos na taça, pensei que deveria ter trazido uma garrafa inteira. Um vinho bem italiano, de perfil gastronômico, taninos bem marcados e bem seco em boca. Vinho de boa estrutura e que poderia evoluir bem em garrafa. Estilo de vinho do Velho Mundo, vivo em boca, até um pouco rústico, mas um vinho verdadeiro, sem maquiagens, com personalidade. Estilo que eu gosto bastante. Evoluiu na taça e apresentou algo de defumado e de pimenta preta. Ótima experiência e que foi bem com a nossa massa.

27 de setembro de 2014

Dois ótimos espumantes: Adolfo Lona Brut Rosé / Aracuri Brut Chardonnay 2011

Nome: Adolfo Lona Brut Rosé / Aracuri Brut
Safra: - / 2011
País: Brasil
Região: Garibaldi / Campos de Cima da Serra
Produtor: Adolfo Lona / Aracuri Vinhos Finos
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay e Pinot Noir Chardonnay
Teor alcoólico: 12,7% / 11,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: - / Gentilmente nos presenteado pela vinícola
Quando foi comprado: -
Degustado em: 23 de maio de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa fresca feita em casa com molhos de tomate, pesto e gorgonzola
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro, Regina e Marcela

Comentário do Produtor
Adolfo Lona - O vinho branco que forma parte de aproximadamente 40% do total é proveniente exclusivamente da uva Chardonnay, que aporta à mistura sua elegância e frescor.O Pinot Noir, origem dos excelentes vinhos da Bourgogne francesa e em especial dos espumantes da Champagne, apesar das dificuldades que apresenta na elaboração de vinhos tintos no Brasil se adaptou muito bem ao solo e clima gaúchos e permite produzir vinhos brancos valentes e típicos, que cumprem o fantástico papel de andaime no sabor dos espumantes. Para tirar proveito de todas suas virtudes, o Brut Rosé Adolfo Lona dever ser servido a uma temperatura próxima dos 6ºC.
Aracuri - espumante elegante e refrescante de perlage fina e abundante. No aroma destacam-se as notas de damasco, raspas de limão e pão fresco. O paladar é envolvente e cremoso com acidez cativante.

Impressões da Rafaela
Este jantar foi o presente de Dia das Mães do Claudio para a mãe dele, Regina Helena. Preparamos massa fresca feita em casa com três molhos diferentes, tomate, pesto e gorgonzola. Como sabemos que a Marcela gosta muito de um espumante, separamos estes dois para acompanhar o jantar. Tratam-se de dois ótimos espumantes gaúchos, que gostamos muito e recomendamos àqueles que procuram produtos muito bem feitos.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Jantar em família com dois espumantes que gosto muito, feitos por amigos e já comentados aqui no blog. Adolfo Lona Brut Rosé é um dos espumantes que mais encontramos nos principais restaurantes do Rio. É um belo charmat, muito versátil, que pode acompanhar muito bem uma refeição, com ótima acidez e boa complexidade. Um bom trabalho do amigo Adolfo Lona. O Aracuri vem dos Campos de Cima da Serra, um charmat muito fácil de se beber e muito fresco. Leve, boa acidez, muito agradável em boca, ele é elegante e descomplicado. Belo trabalho da Paula Schenato. A noite foi agradável e as nossas massas caseiras estavam ótimas!

Mais um bom vinho dos Campos de Cima da Serra: Fazenda Santa Rita Sauvignon Blanc 2013

Nome: Fazenda Santa Rita
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Muitos Capões, Campos de Cima da Serra
Produtor: Fazenda Santa Rita
Importador: -

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Na loja da vinícola em Vacaria, RS
Quando foi comprado: Janeiro de 2014
Degustado em: 21 de maio de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Comida Thai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Apresenta Coloração amarelo palha e reflexos esverdeados. No aroma, predominam frutas cítricas, com notas de frutas tropicais como maracujá e goiaba. Possui acidez marcante, bom corpo e excelente frescor no final de boca. Harmoniza com carnes brancas, frutos do mar, saladas, massas e queijos leves.

Impressões da Rafaela
Achei que este vinho estava muito melhor agora do que quando o provamos em Vacaria. É muito gostoso, fácil de beber, fácil de gostar. Notas cítricas. Refrescante. Nesta semana, ficamos sabendo que a Paula e o Miguel agregaram à família mais um integrante: o Bono, cãozinho fofo. Fizemos um brinde ao Bono então.

Comentário do Claudio
Exame visual: Bem clarinho e transparente, leve reflexo dourado.
Exame olfativo: Um nariz surpreendente, bem aromático com notas que lembram maracujá.
Exame gustativo: Compramos este vinho na última vez que estivemos em Vacaria. Visitamos a loja da vinícola e resolvemos trazer uma garrafa deste Sauvignon Blanc. O Vinho me agradou muito. Elegante e delicado, mostrou boa acidez e claras notas cítricas que davam ao vinho um ótimo frescor. Estilo de vinho que gosto. As regiões mais altas e frias do Brasil estão mostrando bons resultados nesta direção. Notas de maçã verde aparecem no final de boca. Gostei e pretendo provar as novas safras para acompanhar a evolução da novata vinícola.

26 de setembro de 2014

Visita aos amigos em Campinas

Estivemos em Campinas, em maio passado, para rever nossos amigos queridos. Demos uma sorte muito grande e pudemos conhecer o Antonio, filho do Dani e da Tati, que nasceu no dia 10 de maio de 2014. Foi um fim de semana muito bom, com direito até a city tour por Campinas. Alexandre e Vanessa, os padrinhos muito bem escolhidos do Antonio, foram cedinho para o hospital. Logo depois, Anna e Emerson passaram para nos pegar. O programa do dia seria um passeio turísticos por Campinas, algo que eu já estava pedindo há anos. Já fomos várias vezes para Campinas, mas nunca passeamos por lá.
Emerson e Anna foram ótimos guias. Começamos o passeio tomando café no ótimo Maria Antonieta, para depois irmos ao belo Parque Taquaral, onde vimos a caravela que estava ainda em reformas. Mais tarde nos encontramos com Alexandre e Vanessa para almoçarmos no Bistrô Casa de Maria, onde bebemos o argentino Crios Rosé of Malbec 2013 e o espanhol Viña Collada by Marqués de Riscal 2010.
Na parte da tarde, fomos até a Unicamp, em Barão Geraldo, vimos de perto a Torre do Castelo (mas não ousamos pedir para parar), o Colégio Militar e passamos também pelo centro da cidade. Um dia não foi suficiente para fazermos tudo que queríamos. Ainda precisamos comer um pastel, tomar sorvete e beber um chopinho no Giovannetti.
Quando chegamos de volta à casa da Vanessa e do Alexandre já era quase noite. Ainda tinha muito mais por vir. Emerson fez pizzas. Para acompanhar, foram abertos o Chianti Colli Senesi Palagetto 2007, o Vallontano Chardonnay 2013, o Vega Saúco Crianza Piedras 2011, o Salton Volpi Sauvignon Blanc 2013 - não necessariamente nessa ordem.

Evento com vinhos de Portugal de tarde, encontro com amigos e vinhos da Nova Zelândia à noite

Nome: Spy Mountain / Ara Single Estate / Mission
Safra: 2011 / 2012 / 2012
País: Nova Zelândia
Região: Marlborough / Marlborough / Hawke's Bay
Produtor: Johnson Estate Winery / Ara Wines / Mission Vineyards
Importador: -

Uvas/Corte: Pinot Noir / Pinot Noir / Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 14% / 13% / 13%
Rolha: Rosca / Rosca / Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente trazido pelo Wagner
Quando foi comprado: -
Degustado em: 28 de maio de 2014
Onde bebeu: Em Copacabana e em casa
Harmonizado com: Pães, queijos e acepipes
Com quem: Claudio, Miguel, Ricardo, Carlinhos, Mario e Marcelo

Comentário do Produtor
A more classical expression of Marlborough but with the added complexity and texture that you can expect from Ara wines. Dark raspberry and boysenberry fruit flavours emerge from a soft and savoury wine rounded out with elegant but firm tannins.
This Cabernet of the Gimblett Gravels has good structure, fine tannins, with pure blackberry aromas. This blend with the Merlot is medium bodied and has fine savoury aromas on the palate. This palate is firm, with good texture and a soft finish. 

Comentário do Claudio
Em um mesmo dia, vinhos de países distantes. Aproveitando para colocar alguns posts atrasados em dia: no final de maio, fui convidado para mais uma feira de vinhos portugueses, que aconteceria no Rio, organizada pelo amigo Orestes de Andrade e sua assessoria, a Ponto Doc. A Vinhos de Portugal investe bastante na divulgação dos vinhos no Brasil. As feiras e os eventos aqui no Rio sempre são muito concorridos. Nesta feira, estavam representadas adegas cooperativas de cinco regiões diferentes de Portugal. Passei muito rapidamente pelo evento, provei poucos vinhos, mas vale destacar uma linha de tintos da Bairrada que gostei: Marquês de Marialva, três tintos bem interessantes da Adega de Cantanhede. Voltei correndo para casa, pois iria receber meus amigos de faculdade em mais um dos encontros mensais que fazemos. Desta vez, iríamos abrir os vinhos da Nova Zelândia que o Wagner, um dos amigos que atualmente mora por lá, nos trouxe. Gosto de provar os vinhos daquele país, vinhos com personalidade e bem diferentes. Abrimos dois Pinots, um mais leve e frutado, fácil, descomplicado e bem feito: o Spy Mountain. O segundo Pinot mostrou mais elegância e complexidade, com notas delicadas de frutas e leve defumado, bom vinho: Ara Single Estate. Por último, um ótimo Cabernet Sauvignon, de bom corpo, com notas de frutas escuras, sem exagero de madeira ou extração. Obrigado, Wagner, pelos vinhos!

25 de setembro de 2014

Les Amis, projeto francês trazido ao Brasil pela Expand e apresentado no Winebar

Nome: Les Amis Rosé Brut / Les Amis Bordeaux
Safra: - / 2010
País: França
Região: Brignoles / Bordeaux
Produtor: Les Vins Breban / Les Coteaux d'Albret
Importador: Expand

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico: 11,5% / 13%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Quando foi comprado: -
Degustado em: 2 de setembro de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: -
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
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Impressões da Rafaela
Este foi um dos Winebars que eu mais curti. Dani estava animado e o entrevistado era também bem divertido e interessante. Achei que poderia ter até durado um pouquinho mais de tão bom. Naquela noite, abrimos o espumante. Ficamos muito satisfeitos com o que provamos. Dias depois, abrimos o vinho de Bordeaux. Eu gostei, mas achei que se trata de um vinho simples, para beber de forma descompromissada. Talvez o preço pudesse ser um ajustado um pouco para baixo, pois, apesar de ser um vinho francês, ele não me pareceu um vinho tão elaborado para ter uma marcação tão alta.

Comentário do Claudio
Exame gustativo: Mais uma edição do Winebar, apresentação on-line de vinhos, sob o comando do amigo Daniel Perches. Desta vez com uma linha nova de vinhos franceses importados pela Expand. Com a participação de Otavio Piva, sócio da importadora, foram apresentados um espumante Brut da Provence e dois vinhos tintos, Um Borgonha e um Bordeaux. Les Amis é um projeto de 8 enólogos que fazem vinhos em várias regiões da França. Durante a transmissão degustamos o espumante, o qual achei interessante e bem peculiar. Feito da uva Grenache (acho que não havia provado espumante rosé feito com esta uva), tem um bela cor que lembra casca de cebola. Em boca, se mostrou bem elegante, de boa acidez e com leve cremosidade. Aparecem algumas notas de frutas, com certa complexidade, mas bem refrescante. Um espumante diferente e bem feito e com um preço correto. Vale provar.

18 de setembro de 2014

Interfood apresenta os vinhos de alta gama da chilena Santa Helena

Fomos convidados a participar do jantar de apresentação dos vinhos top da vinícola Santa Helena com a presença do jovem enólogo da vinícola, Matias Cruzat.

Impressões da Rafaela 
Já pensou em jantar no fundo do mar? Eu nunca tinha pensado até dias atrás, quando participamos da degustação do vinhos top da Santa Helena, vinícola chilena representada pela Interfood aqui no Brasil. O fundo do mar em questão (que não é exatamente dentro d'água, mas estando lá, você nem vai se lembrar deste pequeno detalhe) é o Restaurante Marius Crustáceos, um lugar incomum, localizado no Leme. Tão logo você adentra no salão, é tomado por uma indecisão cruel. Para onde olhar primeiro? Difícil se decidir, pois as informações são muitas. E quando digo muitas, pense em muitas, muitas mesmo! As paredes, assim como o teto, são "cravejadas" de tudo que se possa imaginar. Taças, pratos, garrafas, escafandros, pedaços de navios, entre tantas outras coisas que de início você fica torcendo para estarem bem presas. Eu mesma passei o jantar sob uma pesada e antiga mala de viagem... Nos primeiros dez minutos, é impossível não ficar escaneando o ambiente. Depois disso, porém, de forma perfeitamente orquestrada, a atenção do visitante é desviada para a outra parte do espetáculo: a comida. E, no nosso caso, especificamente, também os vinhos. Garçons muito bem treinados serviram diferentes opções de frutos do mar, mas não só isso, os carnívoros puderam provar cordeiro, bife ancho, kobe beef... Eu me deliciei com camarões, lagostins, lagostas e vieiras. Estava tudo ótimo. Para completar uma noite perfeita, havia os vinhos Santa Helena. Aqui no Brasil, a marca é muito conhecida, mas talvez mais por seus vinhos mais básicos. O propósito da noite foi justamente apresentar os vinhos top da vinícola. Eu fiquei muito bem impressionada. Provamos cinco vinhos excelentes e ainda pudemos tirar nossas dúvidas com o simpático enólogo Matias Cruzat. O meu preferido foi o D.O.N.  

Comentários do Claudio
Fomos convidados para o jantar de apresentação dos vinhos top da vinícola Santa Helena, que são importados pela Interfood. A apresentação dos vinhos ficou por conta do jovem e simpático enólogo chileno Matias Rivera. A vinícola Santa Helena é uma gigante do Vale do Colchagua, muito conhecida pelos vinhos de sua linha de entrada. Começamos a noite com um Sauvignon Blanc da linha Vernus. Um vinho perfeito para acompanhar os frutos do mar oferecidos no restaurante. Um vinho que apresentou notas vegetais misturado com algo de maracujá, ótima acidez, fresco. Um ótimo Sauvignon Blanc chileno, feito de uvas de vinhedos Costeiros  no Vale do Colchagua, região que sofre influência do Oceano Pacífico. Matias revelou que para a próxima safra a vinícola fez uma parceria com Pedro Parra e estão trabalhando o conceito de microterroirs, com estudos dos tipos de solo e assim colhendo e vinificando diversas parcelas em momentos distintos e fazendo um blend para o vinho final. Fiquei muito curioso para ver o resultado. Partimos para os tintos que acompanharam muito bem as carnes servidas. O primeiro vinho top que provamos foi o Parras Viejas, vinho muito bem feito, fácil de se gostar, com taninos redondos e macios, madeira bem integrada, corpo médio. Um Cabernet que vai agradar, bem equilibrado. O segundo tinto da noite foi o Notas de Guarda, um tinto feito com 85% de Carmenère cortado com Syrah, Petit Verdot e Malbec. Um vinho mais encorpado que o primeiro, com boa fruta, notas levemente adocicadas. Um Carmenère que não apresenta aquela a nota vegetal tão comum nos vinhos desta uva. Em boca, ele é muito sedoso e de bom volume. Tem potencial para envelhecer bem, um belo vinho. O último tinto que provamos foi o D.O.N., um corte de 80% de Cabernet Sauvignon com Petit Verdot e Syrah. Dos vinhos que provamos, este foi o mais encorpado, intenso e tânico dos três. Um vinho que tem, com toda certeza, muita vida pela frente. Um vinho intenso sem ser exagerado e sem dúvida um vinho muito prazeroso. Fico curioso para provar novamente este vinho com mais alguns anos de vida. Fiquei muito bem impressionado com os três tintos provados: vinhos que merecem ser provados. Para fechar a agradável e divertida noite ainda provamos um Late Harvest, o Vernus, corte de 85% de Riesling com um pouco de Semillon e Gewurztraminer, perfeito para acompanhar a sobremesa. Gostei muito de conhecer estes vinhos, foram boas surpresas.

22 de julho de 2014

Savigny-les-Beaune 2008 - Catherine et Claude Maréchal

Nome: Savigny-les-Beaune
Safra: 2008
País: França
Região: Borgonha
Produtor: Catherine et Claude Maréchal
Importador: -

Uvas/Corte: Chardonnay
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris
Quando foi comprado: Agosto de 2013
Degustado em: 18 de maio de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pães, queijos e aceto
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Récolte manuelle en caisse pour éviter l’oxydation et à l’optimum de maturité, pour obtenir des vins riches et gras mais sans sucre résiduel. Pressurage des raisins entiers suivi d’un débourbage soigné (élimination des éléments indésirables tels les résidus terreux…). La fermentation commencera après quelques jours de latence grâce aux levures du raisin. Cette dernière s’effectuera sous température contrôlée afin d’éviter des pertes aromatiques. Lorsque la phase tumultueuse de fermentation est passée, nous écoulons le vin de la cuve en tonneaux. La fermentation s’achèvera et l’élevage se fera ainsi sur lie. Après une période comprise entre 9 et 12 mois, le vin est biologiquement terminé. Il s’en suivra un soutirage (élimination des lies) et nous le tirerons en bouteilles sans filtration si la turbidité est correcte.

Impressões da Rafaela
Fim de semana intenso. Muito estudo, compras pelo bairro, visita à nova delicatessen chamada Deli Delícia, pizza com os amigos no Bráz. Fechamos o domingo com este vinho francês na medida certa (uma meia garrafa). Vinho com personalidade e um amarguinho no final. Tinha um gostinho de "já tô meio cansado". Durante o jantar, nos lembramos do dia que passamos pela cidadezinha chamada Beaune. Deu vontade enorme de voltar à região com mais tempo.

Comentário do Claudio
Exame visual: Leve dourado, já com sinais de envelhecimento.
Exame olfativo: Bem interessante, uma mistura de notas doces com algo de toffe e leve mineral. Delicado e rico.
Exame gustativo: Este vinho já estava em seu limite para ser bebido. Tem bom corpo, boa complexidade de sabores, mas já não apresenta tanta vivacidade. Bom final, levemente licoroso e com notas claras de seu envelhecimento. Acredito que com dois anos a menos ele estaria no ponto correto. De qualquer forma, foi uma boa experiência.